Já tinham se passado dez dias desde que eu tinha minha escrava temporária. A verdade é que foram muito melhores do que eu imaginava, eu me sentia muito bem com a Ana, e tentava fazer com que ela também se sentisse assim. Digamos que a gente se complementava muito bem, conversávamos bastante e ela estava cada dia mais aberta comigo. No sexo, nós dois aproveitávamos e muito, ela até era um pouco mais participativa. Eu continuava controlando ela, mas sem que ela se sentisse presa ou perseguida por mim. No trabalho, ela era muito eficiente e organizada, tanto que surpreendeu todo mundo, cada vez recebia tarefas mais importantes e correspondia perfeitamente. Ela gostava de trabalhar e ainda mais do ambiente no trabalho, se sentia bem e orgulhosa do que fazia, e contava tudo pra prima dela. Nesses dez dias, ela já tinha virado bem amiga das colegas de trabalho, até me pediu permissão pra dar o número de telefone dela, e na hora foi adicionada no grupo do WhatsApp, as Bruxas do Escritório, um grupo interno só delas.
No fim das contas, eu tinha visto uma mudança profunda nela. De uma mulher triste, submissa, com o olhar perdido e sempre olhando pro chão, em dez dias ela virou uma garota tímida, que falava pouco e sempre tinha um sorriso no rosto, e um olhar mais expressivo. Em casa, ela cuidava da maioria das tarefas domésticas, enquanto eu chegava e trabalhava um pouco no meu escritório, também ajudava um pouco.
Como eu disse, ela estava muito feliz com o trabalho dela, mas principalmente por poder socializar com outras mulheres. Eu continuava monitorando tudo que chegava no celular dela pelo meu computador, e no grupo elas bombardeavam ela sobre a nossa relação, ela sempre dizia que éramos amigos e que eu estava ajudando ela. Naquela semana, convidaram ela pra sair no sábado à tarde, um encontro só de mulheres, na verdade elas se reuniam num shopping, olhavam as lojas e depois tomavam um café ou outra coisa.
As Bruxas do Escritório eram formadas por todas as mulheres da administração que trabalhavam na empresa, eram Cinco contado pra Ana. Tava a Sônia, que era a chefa, a mais simpática e sociável, e a mais velha, 35 anos, gordinha e casada fazia pouco, de total confiança minha. Carla, magra e alta, dois filhos e recém-divorciada, 32 anos. Sofia, a mais gostosa do grupo, só perdia pra Ana, 30 anos, cabelo preto, olhos verdes, pele branca e de namorada. Luna, a menorzinha, tanto de tamanho quanto de idade, 25 anos, a gente acha que ela tá saindo com um dos motoristas da empresa. Todas eram umas minas muito boas, e tinham aceitado a Ana super bem.
O dia que convidaram ela pra sair foi quarta-feira, falaram com antecedência pra ela se organizar pro fim de semana. Eu li no meu computador, percebia ela estranha e ela não me falava nada, fazia as coisas de casa, mas tava distraída. Eu queria que ela confiasse em mim e que por conta própria me contasse. No café da manhã, tudo perfeitamente preparado, ela tava pensativa.VOCÊ— Qual é o seu problema? Desde ontem à noite que tô te achando estranha — falei enquanto limpava a boca dela com um guardanapo — e não me vem com desculpas, porque já tô começando a te conhecer.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Não é nada importante, amor — eu olhei pra ela de um jeito que fez ela tremer toda — é uma bobagem, as minas do escritório me chamaram pra tomar umas, mas eu recusei.Eu:Por que não? Eu confio em você, e sei que vai se comportar direitinho.Ana:Sério, amor, de verdade eu me deixaria sair.Eu:Sim, você é digna da minha confiança, fala que sim pra elas.
Assim que cheguei no escritório, ela correu pra dar a boa notícia. Como eu disse, a Ana se comportava em muitos casos como uma criança. Isso me dava a impressão da lavagem cerebral e submissão que ela tinha sofrido nas mãos do Juan Carlos.
O nível de fofoca foi algo nunca visto nessa empresa, falavam sobre pra onde ir, o que fazer. E como era de se esperar, você estava tão distraída que meteram os pés pelas mãos. Pra falar a verdade, a Ana que meteu os pés pelas mãos. A coitada, no meio de tanta empolgação, carregou um pedido errado, trocou os nomes dos clientes, mandou um caminhão com mercadoria a 250 km de distância da empresa. Quando chegou, percebeu que não tinham feito pedido nenhum — na verdade, o cliente que tinha feito o pedido estava a 80 km na direção contrária. Isso foi um desastre, porque tinha cliente que não ia receber mercadoria naquele dia. Isso me obrigou a subir num caminhão e levar a mercadoria pra esses clientes. Quando voltei pra empresa, tava bem puto, peguei todas as administrativas juntas. Tentei me acalmar, mas não conseguia.Eu:Hoje foi cometido um erro grave – tentei soar calmo, mas pela cara das garotas não parecia – é um erro idiota que não deveria ter acontecido se a gente tivesse prestado atenção – fiz uma pausa pra respirar e vi que algumas me olhavam com medo, a Ana parecia que ia desabar a chorar a qualquer momento – Isso não pode se repetir, hoje foram jogados fora recursos da empresa, o sacrifício dos caras da entrega que tiveram que correr, e o nosso prestígio – todas estavam de cabeça baixa – Ana, na minha sala agora.
Assim que a Ana entrou na sala, ficou de cabeça baixa. Embora estivesse arrasada e com muito medo, encarou a situação e o problema e me disse:Ana:Eu amei, eu cometi o erro, me castigue, as minas não têm nada a ver.Eu:Tudo bem você assumir a responsabilidade, mas somos um grupo, se um falha, falhamos todos. Por isso vocês precisam ficar mais atentas e aprender com esse erro. Você vai receber um castigo, mas em casa. Agora volta pro seu posto, trabalha e dá o seu melhor." Embora quisesse soar firme, não queria exagerar, queria mostrar um outro mundo pra Ana.
Ana voltou pro seu posto e recebeu o apoio de todas as colegas, que deram força e incentivaram ela a continuar. Como eu disse, era o primeiro erro dela. No fim do expediente, fomos pra casa. Eu deixei ela lá e falei que tinha uma reunião, que voltaria pro jantar. Ela parecia uma novilha indo pro matadouro. Um detalhe: no trabalho, ela tinha dito pra todo mundo que morava no endereço que dividia com o Juan Carlos, que era bem longe do serviço. Daí ela pegava o trem, eu buscava ela na estação e levava pro trabalho. Tudo isso pra evitar que descobrissem que ela morava na minha casa.
Cheguei num café onde meu amigo Raúl me esperava pra me contar tudo sobre o caso contra o Juan Carlos. Mas também estava um amigo dele, um psicólogo renomado que ajudava a polícia e a justiça, principalmente em casos de abuso e maus-tratos. Na área dele, no país, é considerado uma eminência. Eu já tinha falado com ele por telefone. No começo, ele relutava em dar qualquer conselho ou ajuda até conhecer ou tratar a Ana, mas acabou cedendo por pressão do Raúl.
Ele me passou muita informação boa, mas o que realmente me serviu foi que a pessoa que estivesse com a Ana, o parceiro dela, devia oferecer toda a segurança, ser o homem que resolve, o protetor, e as decisões importantes tinham que ser tomadas por essa pessoa. O lar devia ser uma zona segura, algo acolhedor pra ela. E o melhor é que ele me deu uns conselhos pra cama, onde devia ter rudeza e violência controlada, já que seria um método de desabafo pra ela. Mas depois teria que ter uma compensação afetiva. Tudo isso... Serviu pra caralho, até o médico me recomendou umas palestras sobre esse assunto que dava pra achar no YouTube. Depois de mais um tempinho de conversa, ele nos deixou sozinhos, tinha que dar aula na faculdade. Sinceramente, mandaria uns vinhos pra ele pela ajuda.
Quando ficamos a sós com o Raúl, ele começou a me contar como tava a investigação do Juan Carlos. A parada era bem mais suculenta do que eu imaginava. Eles conseguiram clonar os celulares dele e do escravo dele, o Miguel, então dava pra ver e ouvir tudo o que eles faziam. Também colocaram microfones e câmeras na casa dele, além de uma vigilância bem discreta.
O Juan Carlos tava se fudendo. Do sonho dele de ser o rei da maconha e possível sócio do gordo Tony, ele virou só uma mula. Por causa das dívidas e dos últimos problemas no jogo de pôquer de dez dias atrás, ele tava afundado até o pescoço na merda. Ele entregava a maconha como parte do pagamento, e como não dava conta, ele e o Miguel serviam de mula, levando maconha, bala e cocaína pras principais festas da cidade à noite. Embora já tivessem provas suficientes contra o Juan Carlos e o Miguel, eles queriam que esses caras entregassem mais provas contra o gordo Tony, provas irrefutáveis. E quanto mais tempo eles ficassem com ele, mais podiam escutar as conversas. Mas tinha que ser um equilíbrio, porque quanto mais tempo passasse, maior o risco de vazar alguma coisa. Por isso meu amigo me avisou pra tomar cuidado com ele, porque ele tava tramando alguma.
Já na minha caminhonete, eu vi meu computador e notei que a Ana tinha escrito pra prima dela. Ela contou como tava mal por causa do erro de hoje. Tava muito preocupada, achando que eu ia tirar os privilégios dela, o direito de trabalhar, ter amigas ou o celular. Também tava amargurada porque sentia que tinha me decepcionado. Era uma parada que o psicólogo tinha me falado: o povo se acostuma rápido com a vida boa. Ela tava acostumada com uma vida muito dura, e comparado com isso, o que eu dava pra ela é um Privilégio.
Quando cheguei em casa, tudo estava impecável, ela tinha feito uma comida espetacular, se exibindo, estava muito gostosa, tinha se arrumado. Queria se reconciliar comigo a todo custo. No jantar, conversamos sobre um pouco de tudo, sobre como estávamos cansados os dois, perguntei pela prima dela, sempre fazia isso, ela me contou que o relacionamento com o parceiro continuava mal. Ela parecia nervosa ou ansiosa para saber qual seria o castigo dela, acho que também não esperava que eu agisse como se nada tivesse acontecido, sem mencionar o episódio.
Já no quarto, nos despimos como todas as noites. Mas antes de qualquer coisa, mandei ela ficar de quatro em cima da cama para receber o castigo. Ela demorou uma fração de segundo, como se não entendesse, mas fez na hora. Amassei e apertei bem forte as nádegas dela, passei a mão bastante.
Eu:Hoje, sua vadiazinha, você me fez trabalhar muito e me deixou ainda mais irritado. Acho que isso merece um castigo – eu dizia enquanto continuava apertando suas nádegas – vinte palmadas acho que são suficientes para me aliviar. Conte, sua putinha.
Não deixei que ela processasse o que eu tinha dito. Quando minha mão desceu na bunda dela, não foi forte, mas foi o suficiente para doer. A nádega direita ficou vermelha na hora, e a outra recebeu o mesmo tratamento. Ela estava contando direitinho. Quando chegou na décima, ela já estava com uma ereção bem forte, dura como pedra. Continuei e não parei. Minha mão já estava cansada, e o cu dela estava vermelho-escuro. Quando terminei, ela suspirou, como se fosse um alívio. Peguei o pote de creme que ela usava para cuidar do cu. Ela não tinha parado de passar desde que eu tinha arrebentado ele há dez dias. Ela me olhou, mas não disse nada, nem se mexeu da posição.Eu:Como teu dono, tenho que cuidar do teu bem-estar — falei enquanto dava uma lambida na bunda dela, a pele dela arrepiou e um calafrio percorreu o corpo dela — fica tranquila, eu cuido de você.
Assim como tinha feito nos últimos dias, passei bastante creme nos meus dedos. Enquanto minha língua percorria as nádegas vermelhas dela, tentava aliviar a ardência. Enquanto meus dedos massageavam o cu dela, em poucos minutos a buceta dela já estava melada de tesão, e olha que eu nem tinha tocado ali. Isso fez com que, por reflexo, eu levasse minha língua para provar aquela delícia. Ela soltou um gemido que tentou esconder, talvez pensando que o castigo dela era não poder gozar. Eu pretendia usar isso a meu favor.
Eu:você não pode ser uma putinha de porra até eu te dar permissão.Ana:Sim, amor.
Continuei com minha língua na buceta dela, como se quisesse separar os lábios, e meus dedos já penetrando direto no cu dela. Passei mais creme nele, agradeci a recomendação da farmácia por esse que tinha efeito calmante na região.
Fiquei de pé atrás dela, peguei meu pau e apontei pro cu dela, ela ficou um pouco tensa e, sem parar, fui enfiando toda a minha pica no reto dela, dava pra sentir cada detalhe e as rugosidades. Sei que doeu um pouco, mas precisava ser assim. Quando cheguei no fundo, parei. Ela tinha arqueado mais a cintura, deixando a bunda bem levantada, facilitando minha penetração. Respirava pesado, queria aliviar a dor dela. Uma das minhas mãos foi pra buceta dela e a outra pros peitos. Era a primeira penetração que eu fazia desde a ruptura. Fui trabalhando ela, acariciando, apertando e amassando os peitos dela, até terminar com um beliscão nos bicos, enquanto minha mão na buceta dela fazia movimentos circulares leves. Meu pau continuava enterrado, sem se mexer. Quando percebi sinais de que ela estava relaxando e começando a reagir aos meus carinhos, decidi me mover devagar.Eu:Agora sim, vou domar minha putinha.
Comecei devagar, mas sem parar, meus movimentos cada vez mais fundos, sem aumentar o ritmo, tirava quase tudo devagar e enfiava até o fim lentamente, enquanto continuava acariciando os peitos e a buceta dela. A respiração dela ficava mais pesada a cada penetração, eu percebia que ela se esforçava pra não gozar e desobedecer, via como ela se segurava e cada vez ficava mais difícil, minha mão na buceta dela estava encharcada. Comecei a acelerar o ritmo no cu dela, eu também não estava melhor, estava muito perto. Nessa altura, minhas investidas já eram selvagens, enquanto minhas mãos torturavam os pontos erógenos dela.Ana:amor, por favor, não aguento mais.Eu:pode gozar quando eu gozar, não antes.
Continuei penetrando fundo, minhas carícias ficavam cada vez mais selvagens, parecia que eu estava ordenhando os peitos dela, mas o que já escorria era da buceta dela, minhas bolas estavam encharcadas, a coluna dela arqueada brilhava de suor. E eu não aguentei mais, a primeira descarga no cu dela desencadeou o orgasmo dela, ela se soltou e com isso um squirt potente, as contrações anais dela fizeram com que eu praticamente ordenhasse meu pau, e mais três jatos fortes molharam o cu dela, caí exausto ao lado dela, nos olhamos e os dois estávamos de boca aberta, procurando ar.
Demorou um tempinho pra gente se mexer, mas não paramos de nos olhar, nos procuramos até nos fundir num beijo, quando nos separamos ela ficou pensativa, o que me surpreendeu.Eu:E aí, minha putinha, no que tu tá pensando?Ana:Nada, amor, tô esperando, seu castigo – eu entendi o que ela quis dizer, se referiu a eu continuar castigando ela, mas resolvi me divertir com ela.Eu:Bom, se você quer que eu continue te castigando, vai ter que esperar meu amigo aqui se recuperar – falei olhando pro meu pau – ou então não me diga que fez tudo isso só pra eu te tratar assim. Da próxima vez, faz com algo mais barato, haha.
Vi a cara de confusão dela até que ela entendeu. E a gente não parou de rir, foi um momento muito cúmplice entre nós dois, mas quando a risada passou, ela ainda estava cheia de dúvidas.Ana:Então, amor, esse é o castigo. Vou poder ir trabalhar.Eu:Claro, não tem nada a ver uma coisa com a outra. Como minha empregada, espero que tenha aprendido a lição. E como escrava, já estou satisfeito com a compensação, como eu disse, se quiser outro castigo é só me avisar, mas que não me custe tanta grana, haha.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Tranquilo, Amo, da próxima vez vou queimar a comida, haha — ela parecia alegre, até com brilho nos olhos.
A gente tomou banho bem rápido porque já era tarde, mas num clima super leve, cheio de brincadeira.
Quando deitamos, ficamos de conchinha. Já tava um tempinho assim, eu com o rosto perto da nuca dela, o cheiro do creme misturado com o cheiro natural do corpo dela me deixava louco. Senti um formigamento na minha parte, tava tendo uma ereção só de sentir o calor do corpo dela encostado no meu e o aroma dela. Não quis perder a chance, coloquei meu pau ereto em cima da buceta dela. Continuei cheirando o cabelo dela, o pescoço e a nuca. Comecei a dar uns beijinhos suaves em tudo aquilo enquanto minha mão acariciava as coxas e a barriga dela. Tudo muito devagar, com muito carinho, meu pau se mexia igualmente lento, num vai e vem entre os lábios da buceta dela. Essas carícias tocaram fundo nela, ela baixou a mão e pegou no meu pau, que continuava se movendo por todo o comprimento da vagina dela. Ela fez uma pressãozinha, mexeu o quadril, e meu pau entrou até a metade lá dentro. Eu, com a boca, continuava atacando o ombro, o pescoço e a nuca dela, de vez em quando desviava e mordia de leve o lóbulo da orelha. Ela soltava uns suspiros e mexia o quadril devagar, era uma brincadeira de carícias e dengos. A gente não aguentou muito e gozamos quase ao mesmo tempo, ficamos naquela posição.Ana:Por favor, Amor, fica dentro de mim, vamos dormir assim.
Eu fiquei do mesmo jeito, com meu pau dentro dela. E a gente dormiu assim, e eu mais que feliz porque os conselhos do psicólogo estavam dando resultado.
No fim das contas, eu tinha visto uma mudança profunda nela. De uma mulher triste, submissa, com o olhar perdido e sempre olhando pro chão, em dez dias ela virou uma garota tímida, que falava pouco e sempre tinha um sorriso no rosto, e um olhar mais expressivo. Em casa, ela cuidava da maioria das tarefas domésticas, enquanto eu chegava e trabalhava um pouco no meu escritório, também ajudava um pouco.
Como eu disse, ela estava muito feliz com o trabalho dela, mas principalmente por poder socializar com outras mulheres. Eu continuava monitorando tudo que chegava no celular dela pelo meu computador, e no grupo elas bombardeavam ela sobre a nossa relação, ela sempre dizia que éramos amigos e que eu estava ajudando ela. Naquela semana, convidaram ela pra sair no sábado à tarde, um encontro só de mulheres, na verdade elas se reuniam num shopping, olhavam as lojas e depois tomavam um café ou outra coisa.
As Bruxas do Escritório eram formadas por todas as mulheres da administração que trabalhavam na empresa, eram Cinco contado pra Ana. Tava a Sônia, que era a chefa, a mais simpática e sociável, e a mais velha, 35 anos, gordinha e casada fazia pouco, de total confiança minha. Carla, magra e alta, dois filhos e recém-divorciada, 32 anos. Sofia, a mais gostosa do grupo, só perdia pra Ana, 30 anos, cabelo preto, olhos verdes, pele branca e de namorada. Luna, a menorzinha, tanto de tamanho quanto de idade, 25 anos, a gente acha que ela tá saindo com um dos motoristas da empresa. Todas eram umas minas muito boas, e tinham aceitado a Ana super bem.
O dia que convidaram ela pra sair foi quarta-feira, falaram com antecedência pra ela se organizar pro fim de semana. Eu li no meu computador, percebia ela estranha e ela não me falava nada, fazia as coisas de casa, mas tava distraída. Eu queria que ela confiasse em mim e que por conta própria me contasse. No café da manhã, tudo perfeitamente preparado, ela tava pensativa.VOCÊ— Qual é o seu problema? Desde ontem à noite que tô te achando estranha — falei enquanto limpava a boca dela com um guardanapo — e não me vem com desculpas, porque já tô começando a te conhecer.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Não é nada importante, amor — eu olhei pra ela de um jeito que fez ela tremer toda — é uma bobagem, as minas do escritório me chamaram pra tomar umas, mas eu recusei.Eu:Por que não? Eu confio em você, e sei que vai se comportar direitinho.Ana:Sério, amor, de verdade eu me deixaria sair.Eu:Sim, você é digna da minha confiança, fala que sim pra elas.
Assim que cheguei no escritório, ela correu pra dar a boa notícia. Como eu disse, a Ana se comportava em muitos casos como uma criança. Isso me dava a impressão da lavagem cerebral e submissão que ela tinha sofrido nas mãos do Juan Carlos.
O nível de fofoca foi algo nunca visto nessa empresa, falavam sobre pra onde ir, o que fazer. E como era de se esperar, você estava tão distraída que meteram os pés pelas mãos. Pra falar a verdade, a Ana que meteu os pés pelas mãos. A coitada, no meio de tanta empolgação, carregou um pedido errado, trocou os nomes dos clientes, mandou um caminhão com mercadoria a 250 km de distância da empresa. Quando chegou, percebeu que não tinham feito pedido nenhum — na verdade, o cliente que tinha feito o pedido estava a 80 km na direção contrária. Isso foi um desastre, porque tinha cliente que não ia receber mercadoria naquele dia. Isso me obrigou a subir num caminhão e levar a mercadoria pra esses clientes. Quando voltei pra empresa, tava bem puto, peguei todas as administrativas juntas. Tentei me acalmar, mas não conseguia.Eu:Hoje foi cometido um erro grave – tentei soar calmo, mas pela cara das garotas não parecia – é um erro idiota que não deveria ter acontecido se a gente tivesse prestado atenção – fiz uma pausa pra respirar e vi que algumas me olhavam com medo, a Ana parecia que ia desabar a chorar a qualquer momento – Isso não pode se repetir, hoje foram jogados fora recursos da empresa, o sacrifício dos caras da entrega que tiveram que correr, e o nosso prestígio – todas estavam de cabeça baixa – Ana, na minha sala agora.
Assim que a Ana entrou na sala, ficou de cabeça baixa. Embora estivesse arrasada e com muito medo, encarou a situação e o problema e me disse:Ana:Eu amei, eu cometi o erro, me castigue, as minas não têm nada a ver.Eu:Tudo bem você assumir a responsabilidade, mas somos um grupo, se um falha, falhamos todos. Por isso vocês precisam ficar mais atentas e aprender com esse erro. Você vai receber um castigo, mas em casa. Agora volta pro seu posto, trabalha e dá o seu melhor." Embora quisesse soar firme, não queria exagerar, queria mostrar um outro mundo pra Ana.
Ana voltou pro seu posto e recebeu o apoio de todas as colegas, que deram força e incentivaram ela a continuar. Como eu disse, era o primeiro erro dela. No fim do expediente, fomos pra casa. Eu deixei ela lá e falei que tinha uma reunião, que voltaria pro jantar. Ela parecia uma novilha indo pro matadouro. Um detalhe: no trabalho, ela tinha dito pra todo mundo que morava no endereço que dividia com o Juan Carlos, que era bem longe do serviço. Daí ela pegava o trem, eu buscava ela na estação e levava pro trabalho. Tudo isso pra evitar que descobrissem que ela morava na minha casa.
Cheguei num café onde meu amigo Raúl me esperava pra me contar tudo sobre o caso contra o Juan Carlos. Mas também estava um amigo dele, um psicólogo renomado que ajudava a polícia e a justiça, principalmente em casos de abuso e maus-tratos. Na área dele, no país, é considerado uma eminência. Eu já tinha falado com ele por telefone. No começo, ele relutava em dar qualquer conselho ou ajuda até conhecer ou tratar a Ana, mas acabou cedendo por pressão do Raúl.
Ele me passou muita informação boa, mas o que realmente me serviu foi que a pessoa que estivesse com a Ana, o parceiro dela, devia oferecer toda a segurança, ser o homem que resolve, o protetor, e as decisões importantes tinham que ser tomadas por essa pessoa. O lar devia ser uma zona segura, algo acolhedor pra ela. E o melhor é que ele me deu uns conselhos pra cama, onde devia ter rudeza e violência controlada, já que seria um método de desabafo pra ela. Mas depois teria que ter uma compensação afetiva. Tudo isso... Serviu pra caralho, até o médico me recomendou umas palestras sobre esse assunto que dava pra achar no YouTube. Depois de mais um tempinho de conversa, ele nos deixou sozinhos, tinha que dar aula na faculdade. Sinceramente, mandaria uns vinhos pra ele pela ajuda.
Quando ficamos a sós com o Raúl, ele começou a me contar como tava a investigação do Juan Carlos. A parada era bem mais suculenta do que eu imaginava. Eles conseguiram clonar os celulares dele e do escravo dele, o Miguel, então dava pra ver e ouvir tudo o que eles faziam. Também colocaram microfones e câmeras na casa dele, além de uma vigilância bem discreta.
O Juan Carlos tava se fudendo. Do sonho dele de ser o rei da maconha e possível sócio do gordo Tony, ele virou só uma mula. Por causa das dívidas e dos últimos problemas no jogo de pôquer de dez dias atrás, ele tava afundado até o pescoço na merda. Ele entregava a maconha como parte do pagamento, e como não dava conta, ele e o Miguel serviam de mula, levando maconha, bala e cocaína pras principais festas da cidade à noite. Embora já tivessem provas suficientes contra o Juan Carlos e o Miguel, eles queriam que esses caras entregassem mais provas contra o gordo Tony, provas irrefutáveis. E quanto mais tempo eles ficassem com ele, mais podiam escutar as conversas. Mas tinha que ser um equilíbrio, porque quanto mais tempo passasse, maior o risco de vazar alguma coisa. Por isso meu amigo me avisou pra tomar cuidado com ele, porque ele tava tramando alguma.
Já na minha caminhonete, eu vi meu computador e notei que a Ana tinha escrito pra prima dela. Ela contou como tava mal por causa do erro de hoje. Tava muito preocupada, achando que eu ia tirar os privilégios dela, o direito de trabalhar, ter amigas ou o celular. Também tava amargurada porque sentia que tinha me decepcionado. Era uma parada que o psicólogo tinha me falado: o povo se acostuma rápido com a vida boa. Ela tava acostumada com uma vida muito dura, e comparado com isso, o que eu dava pra ela é um Privilégio.
Quando cheguei em casa, tudo estava impecável, ela tinha feito uma comida espetacular, se exibindo, estava muito gostosa, tinha se arrumado. Queria se reconciliar comigo a todo custo. No jantar, conversamos sobre um pouco de tudo, sobre como estávamos cansados os dois, perguntei pela prima dela, sempre fazia isso, ela me contou que o relacionamento com o parceiro continuava mal. Ela parecia nervosa ou ansiosa para saber qual seria o castigo dela, acho que também não esperava que eu agisse como se nada tivesse acontecido, sem mencionar o episódio.
Já no quarto, nos despimos como todas as noites. Mas antes de qualquer coisa, mandei ela ficar de quatro em cima da cama para receber o castigo. Ela demorou uma fração de segundo, como se não entendesse, mas fez na hora. Amassei e apertei bem forte as nádegas dela, passei a mão bastante.
Eu:Hoje, sua vadiazinha, você me fez trabalhar muito e me deixou ainda mais irritado. Acho que isso merece um castigo – eu dizia enquanto continuava apertando suas nádegas – vinte palmadas acho que são suficientes para me aliviar. Conte, sua putinha.
Não deixei que ela processasse o que eu tinha dito. Quando minha mão desceu na bunda dela, não foi forte, mas foi o suficiente para doer. A nádega direita ficou vermelha na hora, e a outra recebeu o mesmo tratamento. Ela estava contando direitinho. Quando chegou na décima, ela já estava com uma ereção bem forte, dura como pedra. Continuei e não parei. Minha mão já estava cansada, e o cu dela estava vermelho-escuro. Quando terminei, ela suspirou, como se fosse um alívio. Peguei o pote de creme que ela usava para cuidar do cu. Ela não tinha parado de passar desde que eu tinha arrebentado ele há dez dias. Ela me olhou, mas não disse nada, nem se mexeu da posição.Eu:Como teu dono, tenho que cuidar do teu bem-estar — falei enquanto dava uma lambida na bunda dela, a pele dela arrepiou e um calafrio percorreu o corpo dela — fica tranquila, eu cuido de você.
Assim como tinha feito nos últimos dias, passei bastante creme nos meus dedos. Enquanto minha língua percorria as nádegas vermelhas dela, tentava aliviar a ardência. Enquanto meus dedos massageavam o cu dela, em poucos minutos a buceta dela já estava melada de tesão, e olha que eu nem tinha tocado ali. Isso fez com que, por reflexo, eu levasse minha língua para provar aquela delícia. Ela soltou um gemido que tentou esconder, talvez pensando que o castigo dela era não poder gozar. Eu pretendia usar isso a meu favor.
Eu:você não pode ser uma putinha de porra até eu te dar permissão.Ana:Sim, amor.
Continuei com minha língua na buceta dela, como se quisesse separar os lábios, e meus dedos já penetrando direto no cu dela. Passei mais creme nele, agradeci a recomendação da farmácia por esse que tinha efeito calmante na região.
Fiquei de pé atrás dela, peguei meu pau e apontei pro cu dela, ela ficou um pouco tensa e, sem parar, fui enfiando toda a minha pica no reto dela, dava pra sentir cada detalhe e as rugosidades. Sei que doeu um pouco, mas precisava ser assim. Quando cheguei no fundo, parei. Ela tinha arqueado mais a cintura, deixando a bunda bem levantada, facilitando minha penetração. Respirava pesado, queria aliviar a dor dela. Uma das minhas mãos foi pra buceta dela e a outra pros peitos. Era a primeira penetração que eu fazia desde a ruptura. Fui trabalhando ela, acariciando, apertando e amassando os peitos dela, até terminar com um beliscão nos bicos, enquanto minha mão na buceta dela fazia movimentos circulares leves. Meu pau continuava enterrado, sem se mexer. Quando percebi sinais de que ela estava relaxando e começando a reagir aos meus carinhos, decidi me mover devagar.Eu:Agora sim, vou domar minha putinha.
Comecei devagar, mas sem parar, meus movimentos cada vez mais fundos, sem aumentar o ritmo, tirava quase tudo devagar e enfiava até o fim lentamente, enquanto continuava acariciando os peitos e a buceta dela. A respiração dela ficava mais pesada a cada penetração, eu percebia que ela se esforçava pra não gozar e desobedecer, via como ela se segurava e cada vez ficava mais difícil, minha mão na buceta dela estava encharcada. Comecei a acelerar o ritmo no cu dela, eu também não estava melhor, estava muito perto. Nessa altura, minhas investidas já eram selvagens, enquanto minhas mãos torturavam os pontos erógenos dela.Ana:amor, por favor, não aguento mais.Eu:pode gozar quando eu gozar, não antes.
Continuei penetrando fundo, minhas carícias ficavam cada vez mais selvagens, parecia que eu estava ordenhando os peitos dela, mas o que já escorria era da buceta dela, minhas bolas estavam encharcadas, a coluna dela arqueada brilhava de suor. E eu não aguentei mais, a primeira descarga no cu dela desencadeou o orgasmo dela, ela se soltou e com isso um squirt potente, as contrações anais dela fizeram com que eu praticamente ordenhasse meu pau, e mais três jatos fortes molharam o cu dela, caí exausto ao lado dela, nos olhamos e os dois estávamos de boca aberta, procurando ar.
Demorou um tempinho pra gente se mexer, mas não paramos de nos olhar, nos procuramos até nos fundir num beijo, quando nos separamos ela ficou pensativa, o que me surpreendeu.Eu:E aí, minha putinha, no que tu tá pensando?Ana:Nada, amor, tô esperando, seu castigo – eu entendi o que ela quis dizer, se referiu a eu continuar castigando ela, mas resolvi me divertir com ela.Eu:Bom, se você quer que eu continue te castigando, vai ter que esperar meu amigo aqui se recuperar – falei olhando pro meu pau – ou então não me diga que fez tudo isso só pra eu te tratar assim. Da próxima vez, faz com algo mais barato, haha.
Vi a cara de confusão dela até que ela entendeu. E a gente não parou de rir, foi um momento muito cúmplice entre nós dois, mas quando a risada passou, ela ainda estava cheia de dúvidas.Ana:Então, amor, esse é o castigo. Vou poder ir trabalhar.Eu:Claro, não tem nada a ver uma coisa com a outra. Como minha empregada, espero que tenha aprendido a lição. E como escrava, já estou satisfeito com a compensação, como eu disse, se quiser outro castigo é só me avisar, mas que não me custe tanta grana, haha.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Tranquilo, Amo, da próxima vez vou queimar a comida, haha — ela parecia alegre, até com brilho nos olhos.
A gente tomou banho bem rápido porque já era tarde, mas num clima super leve, cheio de brincadeira.
Quando deitamos, ficamos de conchinha. Já tava um tempinho assim, eu com o rosto perto da nuca dela, o cheiro do creme misturado com o cheiro natural do corpo dela me deixava louco. Senti um formigamento na minha parte, tava tendo uma ereção só de sentir o calor do corpo dela encostado no meu e o aroma dela. Não quis perder a chance, coloquei meu pau ereto em cima da buceta dela. Continuei cheirando o cabelo dela, o pescoço e a nuca. Comecei a dar uns beijinhos suaves em tudo aquilo enquanto minha mão acariciava as coxas e a barriga dela. Tudo muito devagar, com muito carinho, meu pau se mexia igualmente lento, num vai e vem entre os lábios da buceta dela. Essas carícias tocaram fundo nela, ela baixou a mão e pegou no meu pau, que continuava se movendo por todo o comprimento da vagina dela. Ela fez uma pressãozinha, mexeu o quadril, e meu pau entrou até a metade lá dentro. Eu, com a boca, continuava atacando o ombro, o pescoço e a nuca dela, de vez em quando desviava e mordia de leve o lóbulo da orelha. Ela soltava uns suspiros e mexia o quadril devagar, era uma brincadeira de carícias e dengos. A gente não aguentou muito e gozamos quase ao mesmo tempo, ficamos naquela posição.Ana:Por favor, Amor, fica dentro de mim, vamos dormir assim.
Eu fiquei do mesmo jeito, com meu pau dentro dela. E a gente dormiu assim, e eu mais que feliz porque os conselhos do psicólogo estavam dando resultado.
1 comentários - Paguei uma dívida com uma gostosa 4, castigo