Começo dizendo que meu nome é Lourdes, tenho 39 anos e sou de Buenos Aires, Argentina. Tô junto com o pai dos meus filhos, porque ele já tinha outro casamento quando o conheci num programa de TV. Ele é um dos produtores do canal, o nome dele é Pablo, tem 62 anos, uma diferença de idade danada, e 3 filhos com a primeira mulher.


Bom, meu físico na verdade não importa, mas sempre tem alguém que quer saber, pelo que li. Não sou nada demais, pra começar, sou meio magrinha, mas uns pervertidos já me disseram que tenho uma bunda linda, redondinha e empinada. Minha altura é uns 1,65, sou bem branquinha, cabelo não tão preto. A única coisa que não gosto no meu corpo são meus peitos, eles eram muito pequenos… usava manequim 32, por isso operei as tetinhas, coloquei um tamanho não tão grande, mas 55, o pai do meu filho gostava. Mas enfim, isso não importa, vou pros acontecimentos.
Depois de semanas implorando pro meu marido pra gente ir um fim de semana pro clube de praia Umi Tulum ou qualquer um dessa parte do México, pra passar um fim de semana diferente e relaxar, esquecer um pouco do trabalho e de tudo que nos deixa infeliz, finalmente ele disse sim… Naquele fim de semana, me preparei pra ir na sexta e voltar no domingo. Ele me pediu pra pegar o carro e ir pro aeroporto comprar as passagens, já que deixamos nosso filho com os pais do Pablo, e eu fui na sexta de manhã cedo comprar as passagens pra nós dois. Ele disse que passava no escritório e ia pro meio-dia. Bom, peguei o carro, cheguei no escritório dele umas 10 da manhã pra deixar a passagem, já que ele tava numa reunião. Eu já tava desesperada, queria ir logo viajar. Não via a hora de estar numa piscina e na praia. Cheguei no México, peguei um táxi na hora pro hotel com as malas cheias de micro biquínis. Fui até o concierge pedir as chaves do quarto que a gente tinha reservado. Deixei as malas no quarto e saí pro mercado comprar umas coisas pra comer e beber. Quando voltei das compras, abri uma cerveja e sentei na frente da janela pra contemplar o mar… hmm, que relax.


Tudo acabou quando, um tempo depois, meu marido me ligou pra dizer que tinha que ficar urgentemente na Argentina por causa de um problema que surgiu. Eu fiquei puta da vida e falei que, de qualquer jeito, ia ficar pra curtir até domingo e desliguei na cara dele, que raiva! Coloquei meu melhor micro biquíni e jurei que naquele mesmo fim de semana ia me acabar com o primeiro que esquentasse minha orelha, já tava de saco cheio. Fui pra praia, me deitei numa cadeira pra pegar sol, pedi uma cerveja pro garçom enquanto passava bronzeador. Não tinha muita gente… só uns velhinhos, uns caras e umas minas com várias crianças. Do meu lado direito, tinham dois caras jovens, tipo uns 38 ou 40 anos. Coloquei meus óculos escuros e comecei a olhar pros caras… sempre gostei de admirar uns corpos masculinos bem feitos. Pedi outra cerveja… ficava olhando os caras… como a sunga fica bem neles… hummm, esses volumes são tentadores… deve ter uns paus bons aí embaixo… hehehe, carne fresca. Mais um tempo… outra cerveja… comecei a ficar tarada e a imaginar esses caras me comendo e fazendo de tudo, até dupla vaginal e anal, e comecei a esfregar minha buceta no biquíni… já tava bem molhada. Meus peitos me denunciavam, já estavam bem durinhos, dava pra ver no sutiã, e comecei a enfiar dois dedos por baixo do biquíni dentro da minha buceta, comecei a gemer enquanto meus sucos vaginais molhavam o biquíni todo… enfim.

Decidi ir pro mar e dar um refresco. Depois de um tempo, saí e fui pra minha cadeira, mas não sem perceber o jeito que os dois caras do lado estavam me olhando… Sentei e, na hora, o garçom me trouxe outra cerveja, falando que era dos dois caras ali do lado. De novo, o tesão disparou… água na minha buceta e mamilos durinhos… Agradeci o gesto e comecei a tomar a cerveja de um jeito levemente sedutor. Um deles se aproximou e perguntou se podia sentar um pouco comigo… Aceitei de boa e até chamei o outro. Depois das apresentações, ficamos batendo papo furado por umas hora. Um dos caras disse: “Por que a gente não vai pro nosso quarto no clube ao lado pra curtir melhor?” (e eu pensei: “é pra foder mesmo”). Eu topei, então juntamos tudo e fomos, não sem antes avisar o garçom pra passar de noite, no fim do turno dele, pra cobrar minha conta. Notei um olhar cúmplice e surpreso enquanto a gente levantava e caminhava até o clube deles. Chegando lá, fomos pro quarto e me ofereceram outra cerveja. Tomei quase tudo de um gole. O álcool me deixou mais puta. Levantei pra pegar uma segunda rodada, quando um deles me pegou por trás, encostando o pacote dele em mim e sussurrou no meu ouvido: “Com quem você quer? Com ele ou com o outro?” Eu respondi: “Com os dois…” Uff, fiquei louca. O de trás começou a me beijar, enquanto eu tirava o sutiã e rebolava pra sentir o pau duro dele. O outro veio pela frente, me fazendo um sanduíche, e começou a chupar meus peitos enquanto a mão dele explorava minha buceta… Um arrepio percorreu meu corpo. Eu só queria ser uma puta e me entregar de vez.



Rapidamente me ajoelhei e comecei a chupar essas rolas uma por uma. A do Ramón tinha uns 22 centímetros de pau, bem cabeçuda, e a do Exequiel media uns 24 centímetros de rola grossa e cheia de veia. Eu alternava entre elas e batia uma, me sentindo uma puta, e adorava, queria ser possuída. Me levaram pra cama, lá fiquei de quatro pra chupar a rola de um, fazendo um boquete profundo, mas não conseguia, só pegava na metade do pau do Exequiel. Ele batia na minha cara com aquela rola enorme, e eu adorava, molhando tudo com minha saliva, enquanto o Ramón comia meu cu e minha buceta. Ahhhhh, que sensação. Depois ele colocou a ponta da rola na minha buceta e me meteu de uma vez, bem forte, e eu dei um pulo que quase me engasguei com o pau que tava na minha boca. Aí eles começaram a bombar como loucos, cada vez mais rápido. O que tava na minha boca disse que não aguentava mais e começou a jorrar gozo, eu tentei engolir tudo que dava, porque amo leite, mas era demais e escorria pra fora. Ele se afastou um pouco. O outro, me tendo só pra ele, tirou a rola e enfiou no meu cuzinho, me penetrou o rabo com uma agressividade que me puxava pelo cabelo, jogando minha cabeça pra trás, e bombava meu cu com força. Uff, doeu um pouco, mas me acostumei rápido, já que meu marido faz isso direto. Terminamos de deitar na cama e ele começou a meter forte.








Já tinha gozado várias vezes quando senti ele gozando dentro de mim…aiiii, me senti no paraíso.. Ramón saiu de cima de mim, me deu um beijo e deitou do meu lado, Exequiel ficou do outro. "Você tem uma bunda muito gostosa e provocante", Exequiel falou, "agora é minha vez de fazer esse cuzinho virar peneira. Vi que o Ramón deixou toda a porra no seu cu", ele disse me pegando pela cintura, me fazendo levantar a raba e colocando um travesseiro debaixo de mim pra levantar mais a bunda. Assim ele começou a esfregar a ponta no meu cu até meter com força, me fazendo soltar um grito que deu pra ouvir no hotel inteiro, e enfiou toda aquela pica de 24 centímetros, arrebentando meu cu. Eu comecei a chorar e gritar pra ele tirar, que tava doendo pra caralho, até que ele tirou, e a porra escorreu da minha bunda igual uma cachoeira. Fiquei deitada na cama, olhei pra ele e sorri… a gente ficou conversando na cama um tempo até eu começar a acariciar as duas picas de novo, depois fui até elas e comecei a chupar. Enquanto Exequiel me acariciava o clitóris, não demorou muito pra eles endurecerem. Eu chupava uma e outra, sem parar… não tava nem aí, tava longe de casa, só queria gozar. Sentei em cima do Ramón e comecei a cavalgar, ele chupava meus peitos. De repente, Exequiel se colocou atrás de mim, Ramón parou e abriu minhas nádegas… hummm, senti a pica do Exequiel me penetrando por trás, que gostoso, deslizou suave porque eu já tava toda arrombada de receber as duas picas… que sensação ser penetrada por dois homens ao mesmo tempo. A gente foi se movendo os três até pegar o ritmo, e ficamos loucos de tanto gozar… me senti uma puta e não queria parar. Não sei quantos orgasmos tive, sei que foram vários, mas que delícia. Depois eles ficaram de pé na minha frente, eu ajoelhada diante daquelas duas picas enormes, e como os safados que são, começaram a realizar a fantasia deles de me banhar de porra na cara toda e nos peitos… começaram a se masturbar na minha cara, primeiro um me encheu a cara, o cabelo e o pescoço, e depois o outro gozou na minha boca, no rosto e nos peitos, ahhh que gostoso.
Depois de um tempo, me levantei, tomei banho e me vesti. Aí me despedi deles com um beijo de língua na boca de cada um. Eles não queriam me deixar ir, ficaram apertando minhas nádegas, fazendo um sanduíche comigo, enquanto o Exequiel me beijava na boca, enfiando a língua, e eu fazia o mesmo com ele. Enquanto isso, o Ramón me apoiava por trás, esfregando a rola na minha bunda e na minha buceta, beijando meu pescoço. Eles estavam loucos de tesão por mim e queriam que eu prometesse voltar na noite seguinte. Aceitei de bom grado, e então saí do quarto deles.

Eu tava andando pro meu quarto pensando na gostosura que foi aquela noite e como, num instante só, realizei várias das minhas fantasias. Tinha desejado tanto aquilo com meu marido, e mesmo ele topando, a gente nunca fez. Cheguei no quarto, tomei um banho bem gostoso e me deitei na cama pelada, do jeito que eu gosto. Fiquei relembrando o que tinha rolado e, quase sem pensar, levei o dedo no clitóris e comecei a massagear de leve. Já tava quase no paraíso quando, de repente, bateram na porta... que sacanagem me tirar do meu tesão. Me cobri com uma toalha e abri a porta. Era o garçom, vindo "cobrar" a conta dele. O moleque não parava de me olhar de cima a baixo, tava visivelmente nervoso, e não era nada feio — um negão alto, não muito forte. Na minha cabeça surgiu uma fantasia antiga de transar com um homem de cor. Já tive vários amantes, mas nenhum com uma cor tão intensa. Isso me excitou ainda mais.
Peguei a conta e conferi, depois entrei no quarto, tirei a toalha e vesti um vestidinho branco de praia bem curto, só um pouquinho abaixo da bunda e meio transparente, dava pra ver que eu não tava de calcinha. Saí checando minha bolsa, olhei pra ele e falei que não tinha dinheiro, e brincando perguntei como podia pagar. Ele entrou na brincadeira, me olhou de cima a baixo rapidinho e disse que eu tinha muito com o que pagar… é? falei… como assim?… — já tava decidida que aquele homem ia me possuir, ninguém ia segurar minha putaria naquele fim de semana…


Então ele se aproximou de mim, me pegou pela cintura e me fez entrar enquanto fechava a porta do quarto. Me virou de costas, e eu parei a bunda pra ele, fazendo com que ele encostasse o pacote em mim — já tava começando a endurecer, eu sentia ele nas minhas nádegas. E o negão começou a me cheirar no pescoço, sussurrando que eu era uma putinha linda, magrinha, me dando um tapa na bunda enquanto apertava. Sem dizer nada, virou meu rosto e começou a me beijar. Eu sentia que ia me afogar com a língua dele, quase chegando na minha garganta. Eu me mexia pra sentir o pacote dele crescendo cada vez mais. Ele enfiou dois dedos na minha boca, que chupei e ensalivei pra mostrar o que vinha pela frente… Do jeito que a gente tava, ele levantou meu vestido e levou os dedos até minha buceta, encontrando rapidinho meu clitóris. Eu já tava um verdadeiro charco. Aliás, como eu gosto de ser ativa também, me desgrudei e empurrei ele contra o móvel… Ele caiu lá com cara de surpresa… Aí caminhei até ele, me coloquei de lado e beijei ele… Fiz a mesma coisa, tentava meter minha língua toda, mas a dele era mais forte, enquanto com a mão eu acariciava o volume que parecia um tijolo… De tão duro e grande, eu tava louca pra ter ele na minha frente. Rapidinho soltei o botão, abaixei o zíper, meti a mão e tirei um animal daqueles. Não consegui disfarçar meu espanto — isso era o que a gente chama aqui… um baita pauzão… hahaha A primeira coisa que pensei foi: cacete, esse filho da puta vai me arrebentar…
Comecei a punhetar ele devagar, ele tirou a calça, fomos pra cama e eu continuei dedicada ao meu troféu… acariciando a pica e as bolas dele, o homem tava desesperado pra eu chupar ele, então, igual uma cobra engolindo um rato, fui enfiando a pica do Jesus na boca, que por mais que eu tentasse, não chegava nem na metade… além disso, me dava um tesão porque era bem preta e contrastava com minhas mãos e minha boca clarinha… mas tava uma delícia, uma delícia mesmo, até o líquido pré-ejaculatório era gostoso, fiquei chupando ele por um tempão, minha fraqueza por chupar não me deixava parar, ele me segurou e me deitou, abriu minhas pernas, levou a boca na minha buceta molhada e mergulhou fundo… ahhh, me senti no céu, brincava com os dedos e a língua dele, comecei a rebolar a bacia contra a cara dele, consegui gozar, acho que meus vizinhos ouviram, na hora ele me pegou e me meteu com força, parecia um potro selvagem, doía um pouco, mas eu gozava mais, enrolei as pernas na cintura dele e vi aquele corpo moreno batendo no meu, me dava muito tesão, ele me comia com força, me excitava cada vez que as bolas dele batiam na minha bunda, cada vez que a pica dele afundava na minha buceta que já tinha se acostumado com as novas dimensões, cada vez ele metia mais forte e mais rápido, a língua dele entrava quase até minha garganta… eu me engasgava… sentia que ia desmaiar… que prazer… era demais.


Enquanto ele me comia, me perguntou se eu tinha ido dar pra aqueles dois caras da praia. No meu prazer e safadeza, gritei que sim, que tinha sido comida pelos dois mais gostosos, igualzinho ele tava fazendo naquele momento… "que puta você é…" ele disse. Eu respondi que sim, que adorava ser uma puta e que me dava tesão dar pra vários… "agora você vai ver o que é dar pra vários…" Ele acelerou o ritmo, eu tive outro orgasmo, e ele começou a meter mais rápido… cada vez mais até sentir o gozo dele me inundar toda. Ficamos os dois deitados, um por cima do outro, banhados de suor. Depois ele se vestiu e mandou eu me arrumar, que me esperava no estacionamento em meia hora. Dessa vez eu paguei ele e ele foi embora, longe de ter gozado naquela noite. O negão já tinha ido entregar a guarda no restaurante, combinamos de nos ver em meia hora num ponto do estacionamento. Eu tava com muito calor, então tomei outro banho e me enchi de creme hidratante no corpo. Ainda me sentia meio excitada, como se ter dado pra 3 caras não fosse suficiente… me sentia uma puta. Não sei se todas as mulheres um dia na vida sentem o mesmo que eu tava sentindo, mesmo que seja uma vez na vida. Tenho amigas que, brincando, já disseram que quiseram fazer isso, mas sei lá. Eu, particularmente, precisava transar de qualquer jeito, era como um instinto animal. Coloquei um vestido curto de algodão semi-transparente por cima da minha calcinha fio dental, sem sutiã, e umas sandálias de praia. Eu tava realmente gostosa. Saí e, quando cheguei no estacionamento, encontrei o Jesus. Pegamos o carro dele e fomos até a cidade dele, uns 15 minutos do hotel. Ficamos conversando besteiras até chegar num lugar onde os locais costumam ir beber e jogar. Era tipo um restaurante bem típico, atendido por uma moça que parecia ser muito amiga do Jesus pelo jeito que se tratavam… Jesus era bem popular. Aliás, assim que entrei, senti os olhares dos caras locais cravados nas minhas tetas. que se notavam por baixo do vestido, além disso, devo ter parecido um extraterrestre pra eles, já que todos eram negros e eu sou bem branca. A gente sentou e pediu umas cervejas, ele me perguntou como eu tinha passado… e eu respondi que foi tudo de bom. Já tínhamos tomado várias quando ele me chamou pra dançar. Fomos pra pista e começamos a dançar merengue, que é uma música dominicana muito popular na Venezuela. Eu me encostava no corpo dele e ele me beijava na orelha, eu sentia o pau dele endurecer… Eu já tava ficando com tesão enquanto ele me maraqueava (termo que a gente usa aqui quando um cara encosta a rola numa mina enquanto dançam no ritmo da música). Os outros olhavam pra gente com cara de desejo e safadeza. Ele me perguntou se eu tava com tesão suficiente pra fazer com uns amigos dele. Eu falei: “essa noite sou sua, faz o que quiser”. Como resposta, ele me deu um beijo longo, pegou nas minhas nádegas e me apertou mais contra ele. A gente sentou e pediu mais cervejas. Ele disse: “já volto, vou falar com uns amigos”. Nem imaginava o que me esperava essa noite, eu já tava molhada, quando de repente um dos caras chegou perto de mim me chamando pra dançar. Aceitei de boa e fomos pra pista… “Como você se chama?” ele perguntou. “Lourdes”, respondi. “Não sabia que Jesus tinha uma namorada tão gostosa”, eu expliquei que ele e eu éramos só amigos muito próximos, e ele disse: “tomara que eu tivesse uma amiga assim”, e a gente riu… Mais uma maraqueada, mas esse aqui tava com o pau duro. Eu só me deixava levar, afinal tava ali pra fazer de tudo. Dancei com uns 4 ou 5 caras e todos faziam a mesma coisa. A garçonete me olhava e sorria. Voltei pra minha mesa e tomei outra cerveja. Aí Jesus chegou e disse que a moça ia fechar o bar, e que assim que fechasse a gente ia pra um quartinho que tinha nos fundos. Eu tava mais que molhada. A moça fechou e eu fui com Jesus pro quartinho, que só fechava com uma cortina. Mal entramos, começamos a nos beijar e nos tocar… O quarto tava escuro, ele me Eu agarrei ela pelas nádegas e apertei ela contra o meu pau, e eu disse: quero chupar você. Ela respondeu… você quer chupar pau? Eu disse que sim… e se eu trouxer outro pau? Você chuparia?… bom, quem vier… então ele acendeu a luz e tinha um homem na cama se masturbando… outro negro de corpo bonito e com o membro um pouco menor e mais fino que o do Jesus… ele disse: bom, chupa esse aí. Então eu subi na cama, engatinhei até ele e, empinando a bunda, levei aquele pedaço de carne à minha boca, que já tinha gosto de sêmen. Jesus abaixou meu vestido até descobrir meus peitos, enquanto eu me dedicava a chupar da melhor forma que podia. Depois, Jesus levantou meu vestido para deixar minha bunda nua, tirou minha calcinha e enfiou a cara nela. Uffa, que gostoso! Enquanto me chupava, ele enfiou os dedos na minha buceta e os movia para dentro e para fora. Eu já estava fora de controle. Aí ele começou a enfiar o dedo no meu cu, cuspindo nele e enchendo ele com meus próprios fluidos. Depois, enfiou o outro dedo. Doía um pouco, mas no fundo eu queria que ele enfiasse o pau monstruoso dele… ele mandou eu sentar em cima do amigo. Eu me levantei, fiquei de frente para ele e fui sentando no pau do amigo até ele entrar todo, destruindo minha bundinha apertada. Entrou bem justo e eu comecei a gemer, ou talvez gritar: tira ele, por favor.



Ele começou a me meter, aí o Jesus chegou e enfiou a pica na minha buceta, mmmmmm, que sensação, de novo dois cocks monstruosos dentro de mim, sentia eles enfiando e tirando cada vez com mais fúria, eu gritava de prazer, era demais o que eles estavam me dando, a sensação é indescritível, quem já fez isso sabe do que eu tô falando, eu explodi num orgasmo gostoso, meus amantes se moviam mais rápido, entrou outro cara que ao ver o espetáculo só fez foi puxar o pau meio duro e encostar na minha boca, eu chupei como dava, tudo aquilo era muito intenso pra mim, não tava acostumada a curtir tanto o sexo assim, senti jatos de porra no meu cu acompanhados dos gemidos do meu amante da vez, e quase na mesma hora o Jesus fez o mesmo, eu apressei o cara que tava na minha boca que tava tão excitado que gozou na minha boca rapidinho.

Depois Jesus colocou uma venda nos meus olhos e falou: "aproveita"... Senti que entraram mais duas pessoas, que começaram a chupar meus peitos e me tocar... Depois, a mesma operação: um meteu na minha buceta e o outro na minha boca... O que tava na buceta gozou rápido... Senti um jato forte de porra me inundando enquanto eu continuava chupando... Depois senti que me penetraram de novo, ficaram me curtindo por um bom tempo. No total, mais 4 caras me comeram até que Jesus tirou a venda e só estavam ele e a garçonete, que tinha visto o show todo. Eu tava exausta e cheia de porra por todo lado. Jesus me perguntou se eu queria tomar um banho antes de dormir. Falei que sim, porque tinha porra até no cabelo. Então ele pediu pra garçonete me ajudar, e ela aceitou de boa. Mas isso é papo pra outro relato.











Bom, meu físico na verdade não importa, mas sempre tem alguém que quer saber, pelo que li. Não sou nada demais, pra começar, sou meio magrinha, mas uns pervertidos já me disseram que tenho uma bunda linda, redondinha e empinada. Minha altura é uns 1,65, sou bem branquinha, cabelo não tão preto. A única coisa que não gosto no meu corpo são meus peitos, eles eram muito pequenos… usava manequim 32, por isso operei as tetinhas, coloquei um tamanho não tão grande, mas 55, o pai do meu filho gostava. Mas enfim, isso não importa, vou pros acontecimentos.Depois de semanas implorando pro meu marido pra gente ir um fim de semana pro clube de praia Umi Tulum ou qualquer um dessa parte do México, pra passar um fim de semana diferente e relaxar, esquecer um pouco do trabalho e de tudo que nos deixa infeliz, finalmente ele disse sim… Naquele fim de semana, me preparei pra ir na sexta e voltar no domingo. Ele me pediu pra pegar o carro e ir pro aeroporto comprar as passagens, já que deixamos nosso filho com os pais do Pablo, e eu fui na sexta de manhã cedo comprar as passagens pra nós dois. Ele disse que passava no escritório e ia pro meio-dia. Bom, peguei o carro, cheguei no escritório dele umas 10 da manhã pra deixar a passagem, já que ele tava numa reunião. Eu já tava desesperada, queria ir logo viajar. Não via a hora de estar numa piscina e na praia. Cheguei no México, peguei um táxi na hora pro hotel com as malas cheias de micro biquínis. Fui até o concierge pedir as chaves do quarto que a gente tinha reservado. Deixei as malas no quarto e saí pro mercado comprar umas coisas pra comer e beber. Quando voltei das compras, abri uma cerveja e sentei na frente da janela pra contemplar o mar… hmm, que relax.



Tudo acabou quando, um tempo depois, meu marido me ligou pra dizer que tinha que ficar urgentemente na Argentina por causa de um problema que surgiu. Eu fiquei puta da vida e falei que, de qualquer jeito, ia ficar pra curtir até domingo e desliguei na cara dele, que raiva! Coloquei meu melhor micro biquíni e jurei que naquele mesmo fim de semana ia me acabar com o primeiro que esquentasse minha orelha, já tava de saco cheio. Fui pra praia, me deitei numa cadeira pra pegar sol, pedi uma cerveja pro garçom enquanto passava bronzeador. Não tinha muita gente… só uns velhinhos, uns caras e umas minas com várias crianças. Do meu lado direito, tinham dois caras jovens, tipo uns 38 ou 40 anos. Coloquei meus óculos escuros e comecei a olhar pros caras… sempre gostei de admirar uns corpos masculinos bem feitos. Pedi outra cerveja… ficava olhando os caras… como a sunga fica bem neles… hummm, esses volumes são tentadores… deve ter uns paus bons aí embaixo… hehehe, carne fresca. Mais um tempo… outra cerveja… comecei a ficar tarada e a imaginar esses caras me comendo e fazendo de tudo, até dupla vaginal e anal, e comecei a esfregar minha buceta no biquíni… já tava bem molhada. Meus peitos me denunciavam, já estavam bem durinhos, dava pra ver no sutiã, e comecei a enfiar dois dedos por baixo do biquíni dentro da minha buceta, comecei a gemer enquanto meus sucos vaginais molhavam o biquíni todo… enfim.

Decidi ir pro mar e dar um refresco. Depois de um tempo, saí e fui pra minha cadeira, mas não sem perceber o jeito que os dois caras do lado estavam me olhando… Sentei e, na hora, o garçom me trouxe outra cerveja, falando que era dos dois caras ali do lado. De novo, o tesão disparou… água na minha buceta e mamilos durinhos… Agradeci o gesto e comecei a tomar a cerveja de um jeito levemente sedutor. Um deles se aproximou e perguntou se podia sentar um pouco comigo… Aceitei de boa e até chamei o outro. Depois das apresentações, ficamos batendo papo furado por umas hora. Um dos caras disse: “Por que a gente não vai pro nosso quarto no clube ao lado pra curtir melhor?” (e eu pensei: “é pra foder mesmo”). Eu topei, então juntamos tudo e fomos, não sem antes avisar o garçom pra passar de noite, no fim do turno dele, pra cobrar minha conta. Notei um olhar cúmplice e surpreso enquanto a gente levantava e caminhava até o clube deles. Chegando lá, fomos pro quarto e me ofereceram outra cerveja. Tomei quase tudo de um gole. O álcool me deixou mais puta. Levantei pra pegar uma segunda rodada, quando um deles me pegou por trás, encostando o pacote dele em mim e sussurrou no meu ouvido: “Com quem você quer? Com ele ou com o outro?” Eu respondi: “Com os dois…” Uff, fiquei louca. O de trás começou a me beijar, enquanto eu tirava o sutiã e rebolava pra sentir o pau duro dele. O outro veio pela frente, me fazendo um sanduíche, e começou a chupar meus peitos enquanto a mão dele explorava minha buceta… Um arrepio percorreu meu corpo. Eu só queria ser uma puta e me entregar de vez.



Rapidamente me ajoelhei e comecei a chupar essas rolas uma por uma. A do Ramón tinha uns 22 centímetros de pau, bem cabeçuda, e a do Exequiel media uns 24 centímetros de rola grossa e cheia de veia. Eu alternava entre elas e batia uma, me sentindo uma puta, e adorava, queria ser possuída. Me levaram pra cama, lá fiquei de quatro pra chupar a rola de um, fazendo um boquete profundo, mas não conseguia, só pegava na metade do pau do Exequiel. Ele batia na minha cara com aquela rola enorme, e eu adorava, molhando tudo com minha saliva, enquanto o Ramón comia meu cu e minha buceta. Ahhhhh, que sensação. Depois ele colocou a ponta da rola na minha buceta e me meteu de uma vez, bem forte, e eu dei um pulo que quase me engasguei com o pau que tava na minha boca. Aí eles começaram a bombar como loucos, cada vez mais rápido. O que tava na minha boca disse que não aguentava mais e começou a jorrar gozo, eu tentei engolir tudo que dava, porque amo leite, mas era demais e escorria pra fora. Ele se afastou um pouco. O outro, me tendo só pra ele, tirou a rola e enfiou no meu cuzinho, me penetrou o rabo com uma agressividade que me puxava pelo cabelo, jogando minha cabeça pra trás, e bombava meu cu com força. Uff, doeu um pouco, mas me acostumei rápido, já que meu marido faz isso direto. Terminamos de deitar na cama e ele começou a meter forte.








Já tinha gozado várias vezes quando senti ele gozando dentro de mim…aiiii, me senti no paraíso.. Ramón saiu de cima de mim, me deu um beijo e deitou do meu lado, Exequiel ficou do outro. "Você tem uma bunda muito gostosa e provocante", Exequiel falou, "agora é minha vez de fazer esse cuzinho virar peneira. Vi que o Ramón deixou toda a porra no seu cu", ele disse me pegando pela cintura, me fazendo levantar a raba e colocando um travesseiro debaixo de mim pra levantar mais a bunda. Assim ele começou a esfregar a ponta no meu cu até meter com força, me fazendo soltar um grito que deu pra ouvir no hotel inteiro, e enfiou toda aquela pica de 24 centímetros, arrebentando meu cu. Eu comecei a chorar e gritar pra ele tirar, que tava doendo pra caralho, até que ele tirou, e a porra escorreu da minha bunda igual uma cachoeira. Fiquei deitada na cama, olhei pra ele e sorri… a gente ficou conversando na cama um tempo até eu começar a acariciar as duas picas de novo, depois fui até elas e comecei a chupar. Enquanto Exequiel me acariciava o clitóris, não demorou muito pra eles endurecerem. Eu chupava uma e outra, sem parar… não tava nem aí, tava longe de casa, só queria gozar. Sentei em cima do Ramón e comecei a cavalgar, ele chupava meus peitos. De repente, Exequiel se colocou atrás de mim, Ramón parou e abriu minhas nádegas… hummm, senti a pica do Exequiel me penetrando por trás, que gostoso, deslizou suave porque eu já tava toda arrombada de receber as duas picas… que sensação ser penetrada por dois homens ao mesmo tempo. A gente foi se movendo os três até pegar o ritmo, e ficamos loucos de tanto gozar… me senti uma puta e não queria parar. Não sei quantos orgasmos tive, sei que foram vários, mas que delícia. Depois eles ficaram de pé na minha frente, eu ajoelhada diante daquelas duas picas enormes, e como os safados que são, começaram a realizar a fantasia deles de me banhar de porra na cara toda e nos peitos… começaram a se masturbar na minha cara, primeiro um me encheu a cara, o cabelo e o pescoço, e depois o outro gozou na minha boca, no rosto e nos peitos, ahhh que gostoso.
Depois de um tempo, me levantei, tomei banho e me vesti. Aí me despedi deles com um beijo de língua na boca de cada um. Eles não queriam me deixar ir, ficaram apertando minhas nádegas, fazendo um sanduíche comigo, enquanto o Exequiel me beijava na boca, enfiando a língua, e eu fazia o mesmo com ele. Enquanto isso, o Ramón me apoiava por trás, esfregando a rola na minha bunda e na minha buceta, beijando meu pescoço. Eles estavam loucos de tesão por mim e queriam que eu prometesse voltar na noite seguinte. Aceitei de bom grado, e então saí do quarto deles.

Eu tava andando pro meu quarto pensando na gostosura que foi aquela noite e como, num instante só, realizei várias das minhas fantasias. Tinha desejado tanto aquilo com meu marido, e mesmo ele topando, a gente nunca fez. Cheguei no quarto, tomei um banho bem gostoso e me deitei na cama pelada, do jeito que eu gosto. Fiquei relembrando o que tinha rolado e, quase sem pensar, levei o dedo no clitóris e comecei a massagear de leve. Já tava quase no paraíso quando, de repente, bateram na porta... que sacanagem me tirar do meu tesão. Me cobri com uma toalha e abri a porta. Era o garçom, vindo "cobrar" a conta dele. O moleque não parava de me olhar de cima a baixo, tava visivelmente nervoso, e não era nada feio — um negão alto, não muito forte. Na minha cabeça surgiu uma fantasia antiga de transar com um homem de cor. Já tive vários amantes, mas nenhum com uma cor tão intensa. Isso me excitou ainda mais.
Peguei a conta e conferi, depois entrei no quarto, tirei a toalha e vesti um vestidinho branco de praia bem curto, só um pouquinho abaixo da bunda e meio transparente, dava pra ver que eu não tava de calcinha. Saí checando minha bolsa, olhei pra ele e falei que não tinha dinheiro, e brincando perguntei como podia pagar. Ele entrou na brincadeira, me olhou de cima a baixo rapidinho e disse que eu tinha muito com o que pagar… é? falei… como assim?… — já tava decidida que aquele homem ia me possuir, ninguém ia segurar minha putaria naquele fim de semana…


Então ele se aproximou de mim, me pegou pela cintura e me fez entrar enquanto fechava a porta do quarto. Me virou de costas, e eu parei a bunda pra ele, fazendo com que ele encostasse o pacote em mim — já tava começando a endurecer, eu sentia ele nas minhas nádegas. E o negão começou a me cheirar no pescoço, sussurrando que eu era uma putinha linda, magrinha, me dando um tapa na bunda enquanto apertava. Sem dizer nada, virou meu rosto e começou a me beijar. Eu sentia que ia me afogar com a língua dele, quase chegando na minha garganta. Eu me mexia pra sentir o pacote dele crescendo cada vez mais. Ele enfiou dois dedos na minha boca, que chupei e ensalivei pra mostrar o que vinha pela frente… Do jeito que a gente tava, ele levantou meu vestido e levou os dedos até minha buceta, encontrando rapidinho meu clitóris. Eu já tava um verdadeiro charco. Aliás, como eu gosto de ser ativa também, me desgrudei e empurrei ele contra o móvel… Ele caiu lá com cara de surpresa… Aí caminhei até ele, me coloquei de lado e beijei ele… Fiz a mesma coisa, tentava meter minha língua toda, mas a dele era mais forte, enquanto com a mão eu acariciava o volume que parecia um tijolo… De tão duro e grande, eu tava louca pra ter ele na minha frente. Rapidinho soltei o botão, abaixei o zíper, meti a mão e tirei um animal daqueles. Não consegui disfarçar meu espanto — isso era o que a gente chama aqui… um baita pauzão… hahaha A primeira coisa que pensei foi: cacete, esse filho da puta vai me arrebentar…
Comecei a punhetar ele devagar, ele tirou a calça, fomos pra cama e eu continuei dedicada ao meu troféu… acariciando a pica e as bolas dele, o homem tava desesperado pra eu chupar ele, então, igual uma cobra engolindo um rato, fui enfiando a pica do Jesus na boca, que por mais que eu tentasse, não chegava nem na metade… além disso, me dava um tesão porque era bem preta e contrastava com minhas mãos e minha boca clarinha… mas tava uma delícia, uma delícia mesmo, até o líquido pré-ejaculatório era gostoso, fiquei chupando ele por um tempão, minha fraqueza por chupar não me deixava parar, ele me segurou e me deitou, abriu minhas pernas, levou a boca na minha buceta molhada e mergulhou fundo… ahhh, me senti no céu, brincava com os dedos e a língua dele, comecei a rebolar a bacia contra a cara dele, consegui gozar, acho que meus vizinhos ouviram, na hora ele me pegou e me meteu com força, parecia um potro selvagem, doía um pouco, mas eu gozava mais, enrolei as pernas na cintura dele e vi aquele corpo moreno batendo no meu, me dava muito tesão, ele me comia com força, me excitava cada vez que as bolas dele batiam na minha bunda, cada vez que a pica dele afundava na minha buceta que já tinha se acostumado com as novas dimensões, cada vez ele metia mais forte e mais rápido, a língua dele entrava quase até minha garganta… eu me engasgava… sentia que ia desmaiar… que prazer… era demais.


Enquanto ele me comia, me perguntou se eu tinha ido dar pra aqueles dois caras da praia. No meu prazer e safadeza, gritei que sim, que tinha sido comida pelos dois mais gostosos, igualzinho ele tava fazendo naquele momento… "que puta você é…" ele disse. Eu respondi que sim, que adorava ser uma puta e que me dava tesão dar pra vários… "agora você vai ver o que é dar pra vários…" Ele acelerou o ritmo, eu tive outro orgasmo, e ele começou a meter mais rápido… cada vez mais até sentir o gozo dele me inundar toda. Ficamos os dois deitados, um por cima do outro, banhados de suor. Depois ele se vestiu e mandou eu me arrumar, que me esperava no estacionamento em meia hora. Dessa vez eu paguei ele e ele foi embora, longe de ter gozado naquela noite. O negão já tinha ido entregar a guarda no restaurante, combinamos de nos ver em meia hora num ponto do estacionamento. Eu tava com muito calor, então tomei outro banho e me enchi de creme hidratante no corpo. Ainda me sentia meio excitada, como se ter dado pra 3 caras não fosse suficiente… me sentia uma puta. Não sei se todas as mulheres um dia na vida sentem o mesmo que eu tava sentindo, mesmo que seja uma vez na vida. Tenho amigas que, brincando, já disseram que quiseram fazer isso, mas sei lá. Eu, particularmente, precisava transar de qualquer jeito, era como um instinto animal. Coloquei um vestido curto de algodão semi-transparente por cima da minha calcinha fio dental, sem sutiã, e umas sandálias de praia. Eu tava realmente gostosa. Saí e, quando cheguei no estacionamento, encontrei o Jesus. Pegamos o carro dele e fomos até a cidade dele, uns 15 minutos do hotel. Ficamos conversando besteiras até chegar num lugar onde os locais costumam ir beber e jogar. Era tipo um restaurante bem típico, atendido por uma moça que parecia ser muito amiga do Jesus pelo jeito que se tratavam… Jesus era bem popular. Aliás, assim que entrei, senti os olhares dos caras locais cravados nas minhas tetas. que se notavam por baixo do vestido, além disso, devo ter parecido um extraterrestre pra eles, já que todos eram negros e eu sou bem branca. A gente sentou e pediu umas cervejas, ele me perguntou como eu tinha passado… e eu respondi que foi tudo de bom. Já tínhamos tomado várias quando ele me chamou pra dançar. Fomos pra pista e começamos a dançar merengue, que é uma música dominicana muito popular na Venezuela. Eu me encostava no corpo dele e ele me beijava na orelha, eu sentia o pau dele endurecer… Eu já tava ficando com tesão enquanto ele me maraqueava (termo que a gente usa aqui quando um cara encosta a rola numa mina enquanto dançam no ritmo da música). Os outros olhavam pra gente com cara de desejo e safadeza. Ele me perguntou se eu tava com tesão suficiente pra fazer com uns amigos dele. Eu falei: “essa noite sou sua, faz o que quiser”. Como resposta, ele me deu um beijo longo, pegou nas minhas nádegas e me apertou mais contra ele. A gente sentou e pediu mais cervejas. Ele disse: “já volto, vou falar com uns amigos”. Nem imaginava o que me esperava essa noite, eu já tava molhada, quando de repente um dos caras chegou perto de mim me chamando pra dançar. Aceitei de boa e fomos pra pista… “Como você se chama?” ele perguntou. “Lourdes”, respondi. “Não sabia que Jesus tinha uma namorada tão gostosa”, eu expliquei que ele e eu éramos só amigos muito próximos, e ele disse: “tomara que eu tivesse uma amiga assim”, e a gente riu… Mais uma maraqueada, mas esse aqui tava com o pau duro. Eu só me deixava levar, afinal tava ali pra fazer de tudo. Dancei com uns 4 ou 5 caras e todos faziam a mesma coisa. A garçonete me olhava e sorria. Voltei pra minha mesa e tomei outra cerveja. Aí Jesus chegou e disse que a moça ia fechar o bar, e que assim que fechasse a gente ia pra um quartinho que tinha nos fundos. Eu tava mais que molhada. A moça fechou e eu fui com Jesus pro quartinho, que só fechava com uma cortina. Mal entramos, começamos a nos beijar e nos tocar… O quarto tava escuro, ele me Eu agarrei ela pelas nádegas e apertei ela contra o meu pau, e eu disse: quero chupar você. Ela respondeu… você quer chupar pau? Eu disse que sim… e se eu trouxer outro pau? Você chuparia?… bom, quem vier… então ele acendeu a luz e tinha um homem na cama se masturbando… outro negro de corpo bonito e com o membro um pouco menor e mais fino que o do Jesus… ele disse: bom, chupa esse aí. Então eu subi na cama, engatinhei até ele e, empinando a bunda, levei aquele pedaço de carne à minha boca, que já tinha gosto de sêmen. Jesus abaixou meu vestido até descobrir meus peitos, enquanto eu me dedicava a chupar da melhor forma que podia. Depois, Jesus levantou meu vestido para deixar minha bunda nua, tirou minha calcinha e enfiou a cara nela. Uffa, que gostoso! Enquanto me chupava, ele enfiou os dedos na minha buceta e os movia para dentro e para fora. Eu já estava fora de controle. Aí ele começou a enfiar o dedo no meu cu, cuspindo nele e enchendo ele com meus próprios fluidos. Depois, enfiou o outro dedo. Doía um pouco, mas no fundo eu queria que ele enfiasse o pau monstruoso dele… ele mandou eu sentar em cima do amigo. Eu me levantei, fiquei de frente para ele e fui sentando no pau do amigo até ele entrar todo, destruindo minha bundinha apertada. Entrou bem justo e eu comecei a gemer, ou talvez gritar: tira ele, por favor.



Ele começou a me meter, aí o Jesus chegou e enfiou a pica na minha buceta, mmmmmm, que sensação, de novo dois cocks monstruosos dentro de mim, sentia eles enfiando e tirando cada vez com mais fúria, eu gritava de prazer, era demais o que eles estavam me dando, a sensação é indescritível, quem já fez isso sabe do que eu tô falando, eu explodi num orgasmo gostoso, meus amantes se moviam mais rápido, entrou outro cara que ao ver o espetáculo só fez foi puxar o pau meio duro e encostar na minha boca, eu chupei como dava, tudo aquilo era muito intenso pra mim, não tava acostumada a curtir tanto o sexo assim, senti jatos de porra no meu cu acompanhados dos gemidos do meu amante da vez, e quase na mesma hora o Jesus fez o mesmo, eu apressei o cara que tava na minha boca que tava tão excitado que gozou na minha boca rapidinho.

Depois Jesus colocou uma venda nos meus olhos e falou: "aproveita"... Senti que entraram mais duas pessoas, que começaram a chupar meus peitos e me tocar... Depois, a mesma operação: um meteu na minha buceta e o outro na minha boca... O que tava na buceta gozou rápido... Senti um jato forte de porra me inundando enquanto eu continuava chupando... Depois senti que me penetraram de novo, ficaram me curtindo por um bom tempo. No total, mais 4 caras me comeram até que Jesus tirou a venda e só estavam ele e a garçonete, que tinha visto o show todo. Eu tava exausta e cheia de porra por todo lado. Jesus me perguntou se eu queria tomar um banho antes de dormir. Falei que sim, porque tinha porra até no cabelo. Então ele pediu pra garçonete me ajudar, e ela aceitou de boa. Mas isso é papo pra outro relato.








2 comentários - 3 dias sem meu marido na praia