Essa é a terceira parte dessa história interessante. Kinich voltou no dia seguinte aos aposentos do amo Nahil, estava bem dilatado, como Kante havia explicado. Dessa vez, não decepcionaria nem a ele nem a Kin. Tinha se banhado na piscina dos banhos de serviço e se tocado pensando no pau do Kante e no que acontecera na noite anterior. Tinha enfiado um dedo e se surpreendeu com a pressão que seu ânus fazia, a ponto de pensar que poderia cortar seu dedo. Imediatamente, veio à sua mente o pau do amo Nahil naquela situação: será que ele teria pensado que ia cortá-lo com seu cu? Rapidamente, levou a mão ao próprio pau já ereto e, em forma de anel, apertou com força – isso, em vez de o deixar desconfortável, o excitou. Ao passar um segundo dedo em seu esfíncter anal, chegou a uma área inchada dentro dele que nunca havia tocado, e acariciá-la era especialmente prazeroso.
Nesse momento, Kin entrou e, sem prestar muita atenção e com cara de desdém, disse: "Espero que esta noite você sirva bem ao amo, porque não pretendo terminar seu trabalho." Isso causou certa curiosidade em Kinich, que perguntou: "Antes de mim, você fazia as tarefas do amo Nahil?" "Nem de brincadeira", replicou Kin. "Não todas." E, depois de se despir, entrou na banheira com Kinich. "Apenas seus serviços sexuais, que agora são realmente seu trabalho." "Entendo. Então você serve a mais alguém." "Claro, o amo Sak é o filho mais velho do nobre, é um guerreiro. Devo fazer suas tarefas, inclusive as sexuais. É meu dever. No entanto, ele é um guerreiro, então são minhas férias, e já era justo que o amo Nahil tivesse seu próprio escravo. A verdade é que é cansativo ser sua putinha todas as noites sem descanso." "Então, como seu amo está na guerra, você não tem que realizar tarefas?" "As tarefas domésticas são das criadas", replicou Kin. "Nós, escravos, além de trabalhar no campo quando necessário, temos que ajudar nosso amo com suas tarefas. Quando o amo Sak está aqui, devo polir suas armas, afiar elas, levá-las aonde ele precisar, sem mencionar o fato de ser sua puta. "E por que nós?" perguntou Kinich. "Não seria mais fácil uma criada dar esse tipo de serviços aos amos?" "O quê!" disse Kin, surpreso. "Seria catastrófico se uma criada engravidasse de um amo. Ela seria castigada, o filho sacrificado e o amo desprestigiado. Para isso estamos nós, para que eles possam desabafar sem remorsos, com o menor risco. Quando tiverem suas esposas, poderão foder uma mulher, enquanto têm nossas bundas." Agora ficou claro para Kinich: nunca ofereciam um escravo aos camponeses, e se fodessem uma mulher e ela ficasse grávida, se fosse sua esposa teriam um filho; se não, seria um bastardo na sociedade. Ninguém o apoiaria ou daria um trabalho decente. Seria vendido como escravo, assim como ele, um órfão. Levantou-se da piscina e dirigiu-se ao quarto do jovem Nahil, que já o esperava lá dentro. "Você de novo," disse em tom grave. "Sabe que é a puta mais inútil que já comi?" Kinich encolheu os ombros. Nunca ninguém tinha gritado com ele, muito menos ele tinha que ceder ou ficar abaixado como naquela ocasião. "Desculpe, amo, prometo que..." Um tapa interrompeu seu discurso. "Eu disse para você falar?" perguntou o filho do nobre, enquanto Kinich terminava de assimilar como havia começado a fluir sangue de seu nariz. Em sua mente, queria devolver o tapa, porém nunca venceria. Ele era magro, escanzelado e um escravo; não teria chance. "Tire a roupa," ordenou Nahil. Kinich só usava a tanga que lhe haviam oferecido naquela casa; despiu-se enquanto tentava controlar o sangramento nasal. Nahil, vestido com roupas finas e elegantes, tirou seu pau da túnica. Desta vez, podia vê-lo bem, pois a luz era melhor que na noite anterior. Estava mole, mas era algo comprido, mais que a de seus irmãos, porém não tão grande quanto a de Kante. Abaixo dela, pendiam dois testículos que eram enormes, os maiores que já tinha visto, eram da cor morena igual ao seu amo. Kinich se aproximou. "Faça crescer agora", ordenou seu amo. Kinich o pegou e levou à boca, começou a chupar uma vez atrás da outra, tinha um gosto salgado e estava crescendo conforme os minutos passavam. Kinich continuou, introduziu tudo até que as lágrimas de náusea começaram a sair de seus olhos, o nariz continuava sangrando e sua boca começou a jorrar porra, porra fresca que acabou compensando o gosto salgado que tinha na boca. O pênis de Nahil pulou várias vezes, ele gemeu de prazer enquanto seu escravo engolia seu sêmen. Ele tinha conseguido, tinha conseguido agradar o amo. Kinich voltou triunfante para o quarto de serviço, onde contou o que aconteceu a Kin e Kante.
... No dia seguinte, pela manhã, Kante acordou Kinich rapidamente. "Seu amo está em casa, você deve ir ao estudo." Ele não entendia, não era comum seu amo estar em casa de manhã, normalmente ele ia estudar as estrelas ou passear pelo campo, mas desta vez Kante tinha dado um pouco de contexto: "O jovem Wayak é filho de um astrólogo reconhecido, ele tem passado mais tempo que o amo no estudo das estrelas, eles vão estudar aqui hoje e você vai fazer o mínimo de barulho possível."
Quando entrou no quarto, ficou atônito. O amo Nahil estava com o homem mais bonito que já tinha visto. Ele tinha cabelo longo, olhos sorridentes e uma expressão jovial, dava para ver que era mais velho que o amo Nahil, mas isso só o fazia parecer ainda melhor. Notava-se que era um homem inteligente e refinado. Ele estava usando huaraches, uma saia, e a parte superior do corpo descoberta, apenas com ombreiras de ouro, vários colares de pedras preciosas que adornavam seu peito, mais precioso ainda, deixando à mostra seus peitorais e abdômen. Ele usava braceletes que destacavam seus músculos e davam aquele ênfase que precisavam. Ele virou para olhar para Kinich, mas rapidamente continuou com o que estava fazendo com o amo. Kinich não... Não conseguia parar de olhar para ele, estava ali parado na frente dele sem nada para dizer, sem poder falar já que ele era apenas um escravo. "Ei, você", disse o amo Nahil, "vai trazer umas frutas pra gente". Kinich saiu do quarto e foi para a cozinha, onde as criadas preparavam a comida. Depois de selecionar algumas frutas, ele as levou para seu amo, deixando-as de lado. Enquanto ele não estava no local, o bom jovem Wayak se aventurou a perguntar: "Vejo que você já tem um escravo". "É verdade", replicou Nahil, "um bobo". "Parece que ele tem uma bunda boa, aperta bem?" "Nada, ele tem o cu mais fechado que tudo, e o oral é péssimo, no máximo aceitável porque me faz gozar". "Bom, eu sempre posso te emprestar meu escravo se você quiser". "Obrigado, amigo", vou aceitar a oferta, porque o do meu irmão está cada vez sem graça. "É que ele deve ter o cu bem dilatado, já não deve apertar mais". "Por que você diz isso?" "O quê? Não me diga que você não sabe?" "Sabe o quê?" "Do pau do seu irmão". Nahil continuava sem entender. "Todo mundo sabe que seu irmão é o homem com o pau maior que já se viu por aqui na cidadela". Nahil parecia surpreso, ele nunca tinha visto, nem por engano, o pau do irmão. "Não fazia ideia". "Pois eu garanto", comentou Wayak, "várias vezes a gente comparava com os colegas da escola e ele sempre era o que tinha mais grossura e comprimento". Kinich entrou nesse momento com as frutas. Nahil pegou uma banana e perguntou: "É tão grande quanto esta banana?" "Sim, mas talvez mais grosso e com uma cabeça maior". E então eles riram, sem perceber que Kinich continuava ouvindo. Fora de contexto, ele achou que estavam falando da ferramenta do belo Wayak, o que lhe causou uma ereção. Deixem suas imagens desta história feitas por vocês ou pela IA, ficaria fascinado em vê-las.
Nesse momento, Kin entrou e, sem prestar muita atenção e com cara de desdém, disse: "Espero que esta noite você sirva bem ao amo, porque não pretendo terminar seu trabalho." Isso causou certa curiosidade em Kinich, que perguntou: "Antes de mim, você fazia as tarefas do amo Nahil?" "Nem de brincadeira", replicou Kin. "Não todas." E, depois de se despir, entrou na banheira com Kinich. "Apenas seus serviços sexuais, que agora são realmente seu trabalho." "Entendo. Então você serve a mais alguém." "Claro, o amo Sak é o filho mais velho do nobre, é um guerreiro. Devo fazer suas tarefas, inclusive as sexuais. É meu dever. No entanto, ele é um guerreiro, então são minhas férias, e já era justo que o amo Nahil tivesse seu próprio escravo. A verdade é que é cansativo ser sua putinha todas as noites sem descanso." "Então, como seu amo está na guerra, você não tem que realizar tarefas?" "As tarefas domésticas são das criadas", replicou Kin. "Nós, escravos, além de trabalhar no campo quando necessário, temos que ajudar nosso amo com suas tarefas. Quando o amo Sak está aqui, devo polir suas armas, afiar elas, levá-las aonde ele precisar, sem mencionar o fato de ser sua puta. "E por que nós?" perguntou Kinich. "Não seria mais fácil uma criada dar esse tipo de serviços aos amos?" "O quê!" disse Kin, surpreso. "Seria catastrófico se uma criada engravidasse de um amo. Ela seria castigada, o filho sacrificado e o amo desprestigiado. Para isso estamos nós, para que eles possam desabafar sem remorsos, com o menor risco. Quando tiverem suas esposas, poderão foder uma mulher, enquanto têm nossas bundas." Agora ficou claro para Kinich: nunca ofereciam um escravo aos camponeses, e se fodessem uma mulher e ela ficasse grávida, se fosse sua esposa teriam um filho; se não, seria um bastardo na sociedade. Ninguém o apoiaria ou daria um trabalho decente. Seria vendido como escravo, assim como ele, um órfão. Levantou-se da piscina e dirigiu-se ao quarto do jovem Nahil, que já o esperava lá dentro. "Você de novo," disse em tom grave. "Sabe que é a puta mais inútil que já comi?" Kinich encolheu os ombros. Nunca ninguém tinha gritado com ele, muito menos ele tinha que ceder ou ficar abaixado como naquela ocasião. "Desculpe, amo, prometo que..." Um tapa interrompeu seu discurso. "Eu disse para você falar?" perguntou o filho do nobre, enquanto Kinich terminava de assimilar como havia começado a fluir sangue de seu nariz. Em sua mente, queria devolver o tapa, porém nunca venceria. Ele era magro, escanzelado e um escravo; não teria chance. "Tire a roupa," ordenou Nahil. Kinich só usava a tanga que lhe haviam oferecido naquela casa; despiu-se enquanto tentava controlar o sangramento nasal. Nahil, vestido com roupas finas e elegantes, tirou seu pau da túnica. Desta vez, podia vê-lo bem, pois a luz era melhor que na noite anterior. Estava mole, mas era algo comprido, mais que a de seus irmãos, porém não tão grande quanto a de Kante. Abaixo dela, pendiam dois testículos que eram enormes, os maiores que já tinha visto, eram da cor morena igual ao seu amo. Kinich se aproximou. "Faça crescer agora", ordenou seu amo. Kinich o pegou e levou à boca, começou a chupar uma vez atrás da outra, tinha um gosto salgado e estava crescendo conforme os minutos passavam. Kinich continuou, introduziu tudo até que as lágrimas de náusea começaram a sair de seus olhos, o nariz continuava sangrando e sua boca começou a jorrar porra, porra fresca que acabou compensando o gosto salgado que tinha na boca. O pênis de Nahil pulou várias vezes, ele gemeu de prazer enquanto seu escravo engolia seu sêmen. Ele tinha conseguido, tinha conseguido agradar o amo. Kinich voltou triunfante para o quarto de serviço, onde contou o que aconteceu a Kin e Kante.
... No dia seguinte, pela manhã, Kante acordou Kinich rapidamente. "Seu amo está em casa, você deve ir ao estudo." Ele não entendia, não era comum seu amo estar em casa de manhã, normalmente ele ia estudar as estrelas ou passear pelo campo, mas desta vez Kante tinha dado um pouco de contexto: "O jovem Wayak é filho de um astrólogo reconhecido, ele tem passado mais tempo que o amo no estudo das estrelas, eles vão estudar aqui hoje e você vai fazer o mínimo de barulho possível."
Quando entrou no quarto, ficou atônito. O amo Nahil estava com o homem mais bonito que já tinha visto. Ele tinha cabelo longo, olhos sorridentes e uma expressão jovial, dava para ver que era mais velho que o amo Nahil, mas isso só o fazia parecer ainda melhor. Notava-se que era um homem inteligente e refinado. Ele estava usando huaraches, uma saia, e a parte superior do corpo descoberta, apenas com ombreiras de ouro, vários colares de pedras preciosas que adornavam seu peito, mais precioso ainda, deixando à mostra seus peitorais e abdômen. Ele usava braceletes que destacavam seus músculos e davam aquele ênfase que precisavam. Ele virou para olhar para Kinich, mas rapidamente continuou com o que estava fazendo com o amo. Kinich não... Não conseguia parar de olhar para ele, estava ali parado na frente dele sem nada para dizer, sem poder falar já que ele era apenas um escravo. "Ei, você", disse o amo Nahil, "vai trazer umas frutas pra gente". Kinich saiu do quarto e foi para a cozinha, onde as criadas preparavam a comida. Depois de selecionar algumas frutas, ele as levou para seu amo, deixando-as de lado. Enquanto ele não estava no local, o bom jovem Wayak se aventurou a perguntar: "Vejo que você já tem um escravo". "É verdade", replicou Nahil, "um bobo". "Parece que ele tem uma bunda boa, aperta bem?" "Nada, ele tem o cu mais fechado que tudo, e o oral é péssimo, no máximo aceitável porque me faz gozar". "Bom, eu sempre posso te emprestar meu escravo se você quiser". "Obrigado, amigo", vou aceitar a oferta, porque o do meu irmão está cada vez sem graça. "É que ele deve ter o cu bem dilatado, já não deve apertar mais". "Por que você diz isso?" "O quê? Não me diga que você não sabe?" "Sabe o quê?" "Do pau do seu irmão". Nahil continuava sem entender. "Todo mundo sabe que seu irmão é o homem com o pau maior que já se viu por aqui na cidadela". Nahil parecia surpreso, ele nunca tinha visto, nem por engano, o pau do irmão. "Não fazia ideia". "Pois eu garanto", comentou Wayak, "várias vezes a gente comparava com os colegas da escola e ele sempre era o que tinha mais grossura e comprimento". Kinich entrou nesse momento com as frutas. Nahil pegou uma banana e perguntou: "É tão grande quanto esta banana?" "Sim, mas talvez mais grosso e com uma cabeça maior". E então eles riram, sem perceber que Kinich continuava ouvindo. Fora de contexto, ele achou que estavam falando da ferramenta do belo Wayak, o que lhe causou uma ereção. Deixem suas imagens desta história feitas por vocês ou pela IA, ficaria fascinado em vê-las.
0 comentários - Relato gay: El esclavo maya 3: El instructor del amo