Relato gay: O escravo maia 2 - a estreia

Essa é a segunda parte dessa série antiga. Se não leram a primeira parte, podem encontrar no meu perfil. Kinich tava parado do lado de Kante num quarto com uma toalha fina estendida no chão, que era a mais limpa que ele já tinha visto na vida. Ele se sentia estranho depois do banho que deram nele, porque ele nunca tinha ficado tão limpo assim. Pouco depois, o nobre chegou acompanhado de dois jovens, sentou-se, e os criados começaram a trazer a comida. Na mesa dele tinha de tudo: milho, carne, aves cozidas. A esposa do nobre e as filhas dele comiam noutro cômodo, porque não era de boa educação comerem juntos. O nobre iniciou a refeição, como era dever do chefe da casa, e os filhos dele continuaram depois. No discurso dele, o nobre não fez muita coisa: agradeceu aos deuses pela comida e por tudo que tinham recebido. Era um homem forte, vestia um cocar e pedras preciosas, o rosto dele refletia bom senso, sabedoria e um olhar de caçador. Era conhecido por ser calado, rigoroso e de poucas palavras. Terminou o discurso diário dele e deu a palavra ao segundo filho: "E você, Nahil? Como foi no calmecac?" Nahil era o segundo filho do nobre, era alto, bonitão e tinha herdado o olhar de caçador do pai. Tinha uma voz muito grave que encantava as donzelas da cidadela. Com seus meros 15 anos, já era bem desenvolvido e muito alto, mais do que a maioria dos maias. "Igual sempre, pai", disse com a voz bem grave e uma atitude desafiadora. "Já me contaram que você não é o melhor em astrologia." "E daí?", respondeu. "Isso vai me servir de que no combate?" "Você sabe que seu destino não é o combate", respondeu o nobre, bem sereno. "As estrelas ditaram que seriam estudadas por você." "Isso não é muito justo", respondeu com um tom ainda mais sereno. "Eu quero combater, igual você e igual Manuel, trazer glória pro nosso povo." A discussão continuou por mais um tempo até que chegaram à conclusão de que Nahil continuaria a educação dele. astrologia, e é que quando seu pai e as estrelas dizem alguma coisa, é difícil ganhar essa discussão. Dada como certa a carreira astrológica de Nahil, o nobre deu a palavra ao mais novo, de apenas 11 verões, cujo destino era a guerra, igual ao pai e ao irmão mais velho. Tava claro que ele continuaria trazendo glória pra família e pro povo, enquanto o irmão era iluminado pra ler as estrelas... Ele falou dos lançamentos de lança que tinham feito no campo junto com os outros meninos, das práticas de bola que serviriam depois e de como os outros guerreiros mais velhos tinham elogiado o desempenho dele, deixando claro que logo seria um guerreiro mais forte. Por último, antes de terminar a comida e seguir com as atividades, o nobre deu a palavra ao seu servo, quase como se fosse outro filho: "Você não pode falar", tinha dito Kante pra Kinich, "a menos que o nobre te dê a palavra". E depois de ser bem detalhado sobre as tarefas da casa devidamente cumpridas e os últimos gastos da semana, ele apresentou Kinich. "É ele", tinha dito, "magro, come pouco, vai ser obediente e tem saúde". Nahil fez uma careta de desgosto ao vê-lo, mas pelo menos teria seu próprio servo, isso seria bom já que poderia dispor dele sempre que quisesse. Nahil foi pro templo depois da comida, ia ficar até a noite e pediria Kinich nos seus aposentos. Kinich não sabia o que esperar de Nahil, tava assustado. Kanye tinha se aproximado e dito: "Você tem que relaxar o cu, se apertar muito vai doer e o mestre Nahil não vai gostar, você não precisa fazer muito na real, ele vai te foder e você só tem que fazer ele se sentir bem". Tava indo pro quarto de Nahil. Ao entrar, tudo tava escuro, Nahil tava sentado no chão, se despindo só um pouco. Kanye colocou Kinich no quarto e se afastou. "Você não vai deitar?" Perguntou Nahil com uma voz grave que fez Kinich pensar que ele tava puto, se deitou-se sobre a esteira, que era bem fina, "tira a roupa" ele indicou... Kinich tirou sua calça de pano e sua camisa de pano, deixando ver seu corpo magro, suas nádegas redondas e seu pau, embora não desse pra ver tudo por causa da escuridão. Nahil também tirou seu cocar, mostrando seu peito e suas costas largas, fazendo Kinich sentir uma pequena palpitação de excitação que percorreu todo o seu corpo. Nahil o pegou pelos ombros e o colocou de quatro, assim, seco, tirou a tanga e foi quando ele sentiu o pau no cu. Kinich relaxou, estava nervoso, o pau de Nahil não passava, não entrava, ele cuspiu três vezes e não entrava porque ele estava tão tenso que não permitia. Irritado e frustrado, Nahil o pegou pelo pescoço e enfiou o pau até o fundo da garganta de Kinich, que começou a tossir e engasgar, o que aumentava a excitação de Nahil, então ele começou a foder a boca dele "se não quer pelo cu, vai ser pela boca, mas vou te foder" Kinich estava com os olhos lacrimejando, e o pau de Nahil era comprido, entrava e deslizava até a garganta, o que lhe causava náusea e excitação ao mesmo tempo. "Agora vai cooperar?" Ele disse enquanto se dirigia ao cu dele e deu três tapas com o pau, que estava cheio de saliva e não seco como antes. Ele separou as nádegas redondas de Kinich, que percebeu que o quarto estava impregnado com o cheiro do seu cu. E do pau comprido de Nahil, só a ponta conseguiu entrar, Kinich ainda estava muito nervoso e não deixaria nada entrar por ali. Nahil fez tanta pressão que Kinich sentiu a dor dentro dele, e pôde sentir como Nahil gozou depois de três ou quatro estocadas. "Vaza" disse Nahil depois de tirar o pau do cu de Kinich, que saiu dolorido e com o cu ardendo, sendo sua primeira experiência e não muito prazerosa. Lá fora, Kante esperava. Ele indicou que Kinich fosse para o quarto de serviço enquanto ele entrava no quarto de Nahil. Ao chegar no quarto de serviço, Kin Estava no chão, pelado, comendo uma fruta. "Que felicidade não ter que trabalhar essa noite", disse Kin ao ver Kinich entrar nu, com a roupa de manta na mão. "Não canta vitória", disse Kante entrando. "O mestre Nahil te chama no quarto dele, ainda tá excitado e nosso amigo não fez o trabalho direito." "Quê!" Kin se levantou e continuou reclamando enquanto saía para encontrar o mestre... Kante olhou com desprezo para Kinich, que estava dolorido e sentado no seu colchão velho. "Nosso trabalho não é difícil", disse. "O difícil é que ninguém te ensina a lidar com isso." Percebeu que Kinich estava chorando, mas isso não o impediu. "Você virou", disse sério... Ele olhou pra ele, com os olhos cheios de lágrimas e, com o olhar, implorou que tudo acabasse. Kante virou ele e abriu sua bunda, que ainda estava escorrendo porra de Nahil. "Na próxima noite que você tiver que satisfazer o mestre", disse chupando um dedo, "você tem que se dilatar." Enfiou um pouco do dedo no cu dele e massageou, fez uma longa massagem intrarretal até sentir ele completamente dilatado. "Faz isso enquanto pensa em algo excitante", disse. "Pode ser nas donzelas da sua vila, na pica do mestre, ou na minha", falou enquanto enfiava seu pau grande e moreno no cu dele. Kinich soltou um gemido que denunciou que ele gostou. "Então você gosta, hein?" provocou enquanto acelerava o ritmo e a respiração. "Bom! Na minha pica você vai pensar, de agora em diante, enquanto o mestre te fode, como a putinha que você é." O prazer misturado com a dor que Kinich sentia fez ele relaxar. Ele sentia uma pulsação no cu e como o pau do seu mestre era maior que o do seu amo, facilmente teria aceitado ser fodido por Kante em vez de ser por Nahil. "Você gosta? ... Tá gostando?... Fiz uma boa escolha com você!" Dizia enquanto o comia. "Ahhhhh", gemeu Kante de excitação... Cansado, se jogou ao lado de Kinich, que se deitou no colchão, escorrendo porra do seu amo e do seu mestre pelo cu. Kin estava indo... Entrando de má vontade no quarto de serviço: "Já vou te foder também, Kante? Espero que tenha aprendido, porque não vou fazer seu trabalho de novo.

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