Ficar tanto tempo sem transar depois da minha separação tinha criado em mim um desejo incontrolável como nunca tinha sentido. Nos últimos meses, qualquer motivo desencadeava um tesão sem fim que terminava em punheta, quase sempre no banheiro.
O problema é que essas bronhas já estavam começando a não ser suficientes e eu tinha que repetir várias vezes ao dia. A real é que eu tava no cio igual uma égua e precisava levar uma boa surra de vara.
De vez em quando, meu filho, de 25 anos, vinha em casa com a esposa e eu ouvia eles trepando. Eram noites de pura putaria em que eu não conseguia evitar enfiar os dedos dentro de mim.
Faz pouco tempo que meu filho se separou da esposa. Ele me confessou que tinham muitos problemas e que, além disso, ele era muito ativo sexualmente e a mulher dele quase não queria fazer amor, e que às vezes passava semanas sem atividade sexual e não aguentava mais. Ele veio morar comigo e, aos poucos, eu não conseguia evitar pensar que ele tava precisando, que devia estar com os ovos bem cheios de porra. Quando pensava nessas coisas, sentia uma vergonha enorme, mas não dava pra evitar.
Cada vez me atraía mais, eu olhava disfarçadamente pra ele e aquilo me dava uns tesões enormes que eu tinha que apagar no banheiro.
Uma tarde, estando sozinhos. Sentamos no sofá e ele me abraçou.
Meu filho começou a me consolar, dando beijinhos no meu pescoço. No começo, nada demais, mas aos poucos fui ficando excitada. Pensei em me afastar, mas não achei legal dar um fora no meu filho. Ele me beijava na bochecha e me abraçava. Teve um momento em que eu não aguentava mais, sentia um calor enorme e me sentia molhada, até tive vontade de esticar a mão e acariciar a virilha do José. Consegui me segurar e fui ao banheiro me molhar um pouco. Quando me levantei, meu filho disse: “Como você tá corada”. Eu respondi: “É dos nervos…”, mas tive a sensação de que meu filho sabia a verdade e que eu tava igual uma égua no cio.
Eu tava no banheiro, molhando o pescoço, Quando senti que meu filho estava atrás de mim, pude sentir ele se apoiando, sentia o pau dele no meu cu. Fiquei paralisada e senti um arrepio percorrendo toda minha espinha, na hora não consegui evitar de arquear meu corpo pra trás, aquela postura típica de entrega total, ao mesmo tempo que soltava um suspiro fundo.
Tentava que meu filho não visse minha cara, mas tinha o espelho na frente e sem dúvida ele viu minha cara de tesão, com os olhos fechados e a boca aberta. Só consegui ouvir:
“Mas mãe, como você pode estar assim? Não acredito”, Eu disse: “Me desculpa filho, me desculpa, mas é que… (não conseguia falar), tô há tanto tempo sem levar uma”.
Ele respondeu “Sem levar uma?”, e naquele instante senti ele enfiar uma mão na saia, depois por baixo da calcinha fio dental e começou a acariciar, enquanto a outra mão, enfiou por baixo da blusa, levantou o sutiã e começou a apalpar meus peitos. Eu desabei e mal consegui sussurrar “não, não…”, mas quase na mesma hora abri as pernas, ele enfiou um dedo e eu comecei a gemer de um jeito exagerado. Tava morrendo de prazer e precisava que ele me comesse ali mesmo.
Meu filho me pegou pela mão e me levou pra cama, me despiu sem que eu pudesse fazer nada e entrei num êxtase total, me rendi sem condições, me estiquei e abri as pernas, pedia pau sem vergonha e meu filho não teve pena de mim e me bombava por todos os lados.
No dia seguinte conversei com meu filho e falei que não podia acontecer de novo, ele me olhou e sorriu, me pegou pela mão, me levou pro sofá, me beijou na boca e começou a me tocar, resisti um pouco mas não consegui e em um minuto já tava de novo de pernas abertas recebendo o que não tá escrito. Ele me comeu.
Desde aquele dia sou tipo a amante do meu filho. Ele casou de novo, mas mesmo assim continua me desejando.
Ele me incentivou a escrever esse relato. Gostaria que me dessem a opinião de vocês, às vezes me sinto mal.
O problema é que essas bronhas já estavam começando a não ser suficientes e eu tinha que repetir várias vezes ao dia. A real é que eu tava no cio igual uma égua e precisava levar uma boa surra de vara.
De vez em quando, meu filho, de 25 anos, vinha em casa com a esposa e eu ouvia eles trepando. Eram noites de pura putaria em que eu não conseguia evitar enfiar os dedos dentro de mim.
Faz pouco tempo que meu filho se separou da esposa. Ele me confessou que tinham muitos problemas e que, além disso, ele era muito ativo sexualmente e a mulher dele quase não queria fazer amor, e que às vezes passava semanas sem atividade sexual e não aguentava mais. Ele veio morar comigo e, aos poucos, eu não conseguia evitar pensar que ele tava precisando, que devia estar com os ovos bem cheios de porra. Quando pensava nessas coisas, sentia uma vergonha enorme, mas não dava pra evitar.
Cada vez me atraía mais, eu olhava disfarçadamente pra ele e aquilo me dava uns tesões enormes que eu tinha que apagar no banheiro.
Uma tarde, estando sozinhos. Sentamos no sofá e ele me abraçou.
Meu filho começou a me consolar, dando beijinhos no meu pescoço. No começo, nada demais, mas aos poucos fui ficando excitada. Pensei em me afastar, mas não achei legal dar um fora no meu filho. Ele me beijava na bochecha e me abraçava. Teve um momento em que eu não aguentava mais, sentia um calor enorme e me sentia molhada, até tive vontade de esticar a mão e acariciar a virilha do José. Consegui me segurar e fui ao banheiro me molhar um pouco. Quando me levantei, meu filho disse: “Como você tá corada”. Eu respondi: “É dos nervos…”, mas tive a sensação de que meu filho sabia a verdade e que eu tava igual uma égua no cio.
Eu tava no banheiro, molhando o pescoço, Quando senti que meu filho estava atrás de mim, pude sentir ele se apoiando, sentia o pau dele no meu cu. Fiquei paralisada e senti um arrepio percorrendo toda minha espinha, na hora não consegui evitar de arquear meu corpo pra trás, aquela postura típica de entrega total, ao mesmo tempo que soltava um suspiro fundo.
Tentava que meu filho não visse minha cara, mas tinha o espelho na frente e sem dúvida ele viu minha cara de tesão, com os olhos fechados e a boca aberta. Só consegui ouvir:
“Mas mãe, como você pode estar assim? Não acredito”, Eu disse: “Me desculpa filho, me desculpa, mas é que… (não conseguia falar), tô há tanto tempo sem levar uma”.
Ele respondeu “Sem levar uma?”, e naquele instante senti ele enfiar uma mão na saia, depois por baixo da calcinha fio dental e começou a acariciar, enquanto a outra mão, enfiou por baixo da blusa, levantou o sutiã e começou a apalpar meus peitos. Eu desabei e mal consegui sussurrar “não, não…”, mas quase na mesma hora abri as pernas, ele enfiou um dedo e eu comecei a gemer de um jeito exagerado. Tava morrendo de prazer e precisava que ele me comesse ali mesmo.
Meu filho me pegou pela mão e me levou pra cama, me despiu sem que eu pudesse fazer nada e entrei num êxtase total, me rendi sem condições, me estiquei e abri as pernas, pedia pau sem vergonha e meu filho não teve pena de mim e me bombava por todos os lados.
No dia seguinte conversei com meu filho e falei que não podia acontecer de novo, ele me olhou e sorriu, me pegou pela mão, me levou pro sofá, me beijou na boca e começou a me tocar, resisti um pouco mas não consegui e em um minuto já tava de novo de pernas abertas recebendo o que não tá escrito. Ele me comeu.
Desde aquele dia sou tipo a amante do meu filho. Ele casou de novo, mas mesmo assim continua me desejando.
Ele me incentivou a escrever esse relato. Gostaria que me dessem a opinião de vocês, às vezes me sinto mal.
4 comentários - Mãe e filho: não aguento mais