Chantajeada após roubo na minha casa 9

Ao chegar em casa, entramos e cada um foi pro seu quarto. Como eu tava dizendo, tava morta de cansaço, só queria dormir. Então troquei de roupa, coloquei um shortinho de algodão bem confortável pra dormir e um top de alcinha pequeno. Me acomodei na cama com tudo apagado, e foi nessa hora que comecei a lembrar do que tinha rolado na festa, de como eu tava nervosa por causa dos meus pais e tudo que aconteceu com as bebidas e a comida. Lembro que tava pensando nisso quando, de repente, chegaram várias mensagens no meu celular de uma vez. Sinceramente, não ia olhar, mas a curiosidade falou mais alto.

Eram mensagens do meu avô. Não sabia por que ele tava mandando nem o que tava rolando. Pensei em nem abrir, tinha a desculpa de que tinha dormido de cansaço, mas as mensagens não paravam de chegar e ele começou a ligar. Aí pensei que podia ser uma emergência e acabei abrindo.

Ele dizia que tava do lado de fora de casa, que viu a gente chegar há pouco e queria me ver, que eu saísse. Falava pra eu ir rápido que meus pais nem iam perceber porque tavam bêbados. Enquanto lia as mensagens, ele me ligou e eu atendi sem querer, por engano. Então não tive escolha a não ser responder.

— Oi, vô, que foi? Tudo bem?... “Sim, gatinha, sai um pouquinho com seu avô, vem, vamos dar uma volta”... — Mas, vô, já me troquei e meus pais tão aqui, e se eles me ouvirem? Vai dar confusão depois, ou na volta?... “Não dá nada, gatinha, anda logo, sai do jeito que tá, tô com a caminhonete na porta da sua casa. Anda, não seja desobediente.”

Dito isso, ele desligou. Eu não sabia o que fazer, se devia sair ou não. Mas ele tava lá fora me pedindo, então abri a porta do meu quarto pra ver se ouvia algum barulho. Tava tudo apagado e não se ouvia nada. Aí caminhei devagar até chegar na porta, abri o mais lentamente que consegui e saí. Quando fechei a porta, vi meu avô parado no portão da rua, abrindo ele pra eu sair.

Oi. Vô, o que foi? Por que você queria que eu saísse? Tudo bem?... "Claro que sim, minha gatinha, me dá um abraço". Ele me pega pela cintura e me gruda no corpo dele, se inclinando pra me dar um beijo longo na boca, enquanto uma das mãos dele desliza até minha bunda pequena, mas enfia por dentro do elástico do meu short, apertando minha nádega enquanto não parava de devorar minha boca.

Ah não, não, aqui não, e se um vizinho ver? Não, não faz isso, por favor, eu peço, toda envergonhada e nervosa com a situação e a ousadia dele. Fica tranquila, gatinha, todos esses filhos da puta tão bêbados ou dormindo, você fica calma, vem, sobe na caminhonete, vamos dar uma volta, coração, ele falava alto, sem disfarçar, porque já tava meio bêbado e tava fazendo escândalo, então pra evitar que ele continuasse fazendo barulho, eu subi logo antes que acordasse todo mundo.

Ele começou a dirigir e falou que no chão tinha uma sacola branca de supermercado, pra eu pegar e vestir o que ele tinha trazido. Eu abro e vejo que tem uns saltos pretos de verniz, com o salto bem alto, tipo agulha, uma tiara com orelhas e chifrinhos de vaquinha, e uma coisa que parecia um body, mas faltava a parte do meio, tipo só um top com duas tiras finas descendo, formando uma fio dental, tudo com manchas de vaquinha, igual umas meias com manchas de vaca. Também tinha uma espécie de bola com duas cordas nas laterais e uma daquelas coisas que tampam os olhos pra dormir, que também tinha manchinhas de vaquinha. Tudo era estilo vaquinha branca com manchas pretas...

Eu fiquei chocada com tudo aquilo, meu coração batia forte, tinha uma mistura de sentimentos, entre empolgação e nervosismo, mas não falei nada, não tentei perguntar nem dizer nada, não sei por quê, só olhei pra ele surpresa, mas ele só olhava a estrada. Então, sem dizer mais nada, tirei a roupa que tava usando e comecei a me vestir com tudo que ele tinha me dado. Depois de alguns minutos, falei que tava pronta, e foi aí que ele estacionou na beira da estrada. Na estrada, ele me disse: "Quer ver você, desce". Ele saiu do lado dele, andou até a minha porta, abriu e eu desci do carro.

Desci com muito cuidado pra não cair, e ele me ajudou com a mão... Só via ele me olhando com os olhos arregalados, me examinando de cima a baixo... Sem dizer nada, ele pegou minhas nádegas e começou a me beijar e apalpar todas as minhas nádegas e meu corpo. Nisso, ele me solta e diz: "Ah, gatinha, você tá bem putinha assim. Acho que agora você vai ser a vaquinha. Olha só você, uma vaquinha que adora porra. Agora vou te dar sua porra, sobe."

Nós subimos de volta no carro, mas antes de ligar, ele abriu a calça dele, deixando o pau dele sair. Aí ele só fez um sinal com os olhos, me olhou e baixou o olhar pro pau dele. Eu, sem dizer nada, me inclinei, subi meus joelhos no banco, de modo que minha cara tava engolindo o pau dele e minha bunda tava levantada, apontando pra janela.

Dessa vez ele não demorou. Em poucos minutos, ele me diz: "Engole sua porra, vaquinha", seguido de três jatos grossos de porra batendo na minha garganta. Eu tentava engolir tudo, mas sentia que tava escapando pelos cantos da boca. Eu me engasgava porque o pau dele ainda tava na minha boca, chegando na minha garganta, mas no final consegui engolir toda a porra e quase nada escapou.

"Abre a boca, putinha. Muito bem, putinha gostosa, você engoliu tudo." Eu só balançava a cabeça que sim enquanto recuperava o ar. Nisso, ele estaciona no acostamento e me diz: "Já é hora de você colocar o resto, vaquinha." Então ele pega a bolinha com as tiras e me pede pra abrir a boca e colocar ela. Tava meio grande, então minha boca ficou bem aberta, e ele amarrou atrás da minha cabeça. Eu sentia minha saliva escorrendo pela borda da bola e pelos meus lábios, não conseguia falar nada. Depois ele colocou nos meus olhos uma coisa que parecia aquelas máscaras que o pessoal usa pra dormir, só que essa também foi amarrada atrás da minha cabeça. Já não conseguia falar nem ver. Nisso, sinto ele colocar uma coleira no meu pescoço e sinto ele prender uma corrente de metal nela. Coleira, eu sei porque quando ele soltou, senti o metal frio no meu corpo. Dirigi um pouco mais, uns 10 minutos talvez, senti que saímos da estrada principal e pegamos uma estrada de terra. Em poucos minutos, estacionamos. Ele desligou a caminhonete e pediu pra eu esperar ali.

Eu queria ver onde estávamos, tava curiosa pra saber, mas me segurei pra não tirar a venda. Nisso, ouço a porta abrir e meu avô fala: "Vamos, coração, desce com cuidado." Sinto a mão dele pegando a minha e me ajuda a descer. Aí ele fala: "Eu vou te levar, vagabunda." Sinto ele dar um puxão na corrente e me levar pra frente. Eu, sem ver nada, ando devagar, tentando seguir os puxões que ele dava. Nisso, ele pega na minha mão várias vezes pra subir e descer desníveis no chão... Ouço uma porta abrir e entramos, enquanto ela se fecha.

Meu avô manda eu colocar as mãos nas costas, eu obedeço e sinto ele colocar umas algemas... Em seguida, ouço a porta abrir de novo e fechar.

Logo depois, sinto um tapa forte na minha bunda, que me fez querer gritar, mas não consegui por causa da mordaça na minha boca. Senti um segundo tapa, um terceiro e um quarto. Tentava me mexer, mas não conseguia, não via nada. Uma mão me empurra e eu caio numa cama. Sinto ele pegar minhas pernas com as mãos, me deixando de quatro, com o rosto na cama e os pés no chão, fazendo minha bunda ficar no ar.

Sinto um rosto se enfiar entre minhas nádegas. Sentia a respiração e a barba dele no meu cuzinho enquanto começavam a lamber minha buceta e meu cuzinho, com muita sede. Nisso, ele afasta a cabeça das minhas nádegas quando sinto ele abrir minha bunda com as duas mãos e começo a sentir um pau se esfregando na minha buceta, bem devagar, roçando na minha rachinha. Aí sinto outro tapa forte que quase me faz cair. Ele segura minha cintura com força e sinto aquele pau entrar de uma vez na minha buceta, empurrando com força, e parecia grosso. não muito comprida, mas bem grossa, sentia como entrava e saía, começava a ficar com tesão quando de repente senti um tapa forte, mas dessa vez não senti a mão, foi com algum objeto, talvez um cinto ou uma corda… doeu pra caralho, mas as metidas e saídas da piroca faziam a dor passar rápido. De repente, outro tapa forte, doeu igual, mas a dor também passou rápido. Assim foi por uns 10 minutos, já sentia minhas nádegas todas inchadas, mas agora, depois de cada tapa, comecei a sentir um orgasmo forte, sentia que explodia, não entendia por que não doía mais tanto, talvez por minhas bundinhas estarem tão inchadas que já não sentia a dor, não sabia o que tava rolando….

Pra ser sincera, não vou mentir, tive vários orgasmos enquanto era maltratada, até que senti ele começando a gozar dentro de mim, empurrando forte contra meu corpo, quase me fazendo cair, e enquanto gozava, começou a me dar tapas de novo, mas com as mãos, sentia um tapa atrás do outro com as duas mãos em cada nádega…. doía, mas não conseguia gritar, só saíam sons que pareciam gemidos por causa da bolinha na minha boca.

Ele se separou de mim poucos segundos depois de terminar, sentia a piroca dele ficando menor e mais fina, até que saiu….

Nisso, sinto um empurrão de lado, caio na cama de ladinho, sinto ele me pegar com os braços e me mover, me ajeitando na cama de barriga pra cima, ele faz eu manter meus pés pra trás, como se levasse meus joelhos até meus ombros. Enquanto ele lambe minha bucetinha… nisso, sinto ele esfregar algo nela, uma bolinha fria, e sinto ele ir empurrando devagar no meu cuzinho, até que entra toda, só sinto a bolinha lá dentro e algo como um fio pendurado… depois sinto outra um pouco maior, mas agora ele tá empurrando na minha buceta até meter com toda facilidade, também sinto algo pendurado nela…

Ouço passos no quarto, como se ele se afastasse e abrisse uma mochila, seguido de um barulho, aquele barulho Era tipo quando a gente desgruda aquela fita transparente de lacrar caixas. Ela se aproxima de mim e sinto ela colocando a fita sobre a minha buceta, coloca um pedaço, corta outro e coloca de novo, várias vezes…

Começa a me despir, a tirar a roupa que eu tava usando, só fico de salto e meia-calça.

Depois, um silêncio. Não escutava nada até que, de repente, o que ela tinha colocado dentro de mim começou a vibrar muito forte. Sentia vibrando dentro do meu cuzinho e da minha buceta… sentia demais, não aguentei e em poucos segundos tive um orgasmo forte. Nisso, sinto a velocidade aumentar um pouco nos dois, só queria gemer, sentia pra caralho, quando de repente senti algo quente caindo em mim, mas era muito quente, caía nos meus mamilos. Doeu tanto que me contorci, mas não conseguia parar de sentir prazer com os dois vibradores que estavam dentro de mim. Continuei sentindo aquele líquido super quente caindo, e comecei a sentir o cheiro e entendi que era cera de vela. Ela tinha uma vela e soltava a cera no meu corpo. Depois de encher meus peitos de cera, começou a descer pela minha barriga, minha cintura e quadril, tudo sendo banhado com cera quente, até chegar na minha buceta, onde passou um tempão soltando nas minhas coxas e em volta toda da minha buceta. Por sorte, ela tinha colocado a fita, o que diminuiu muito a sensação de calor. Quando soltava na minha buceta, doía, ardia, mas igual às palmadas, comecei a ter orgasmos junto com a dor da cera e as vibrações. Já não distinguia as sensações, só gozava e gozava.

Ela me virou de costas e continuou me banhando com cera quente, deixava cair nas minhas nádegas, separava elas pra que meu cuzinho ficasse cheio de cera.

Sentia que não aguentava mais, morria de cansaço, da festa e de dançar, e de tanto orgasmo que tinha tido. Sentia minhas coxas tremendo. De repente, parei de sentir a cera, e os aparelhinhos pararam de vibrar. Ouvi eles saírem do quarto e não tinha mais barulho. Continuei deitada e quase dormindo. quando de repente sinto que tiram o brinquedo da minha bucetinha de uma vez, o que doeu um pouco e me acordou, sinto que colocam um líquido na minha bucetinha e massageiam ela, até sentir o pau de novo se esfregando na minha bucetinha, quando de repente enfiam ele de uma vez e começam a me comer ao mesmo tempo que o vibrador da minha xereca começa a funcionar, mas mais rápido, eu só gemia como dava, sentia minha cara toda cheia de baba escorrendo pelos cantos da boca.

Queria pedir clemência, mas não conseguia, só fazia barulho com a boca, e com isso ganhei mais uns tapas na minha bunda já dolorida. Depois de um bom tempo arrombando minha bucetinha, ele tira de repente e sinto que me pegam pelo pescoço e peito e me fazem levantar, me levaram quase empurrando, mal conseguia andar, os saltos eram muito altos, entramos tipo em outro quarto, e com as mãos me empurrando pelos ombros ele me fez ajoelhar e depois deitar de costas no chão frio, quando de repente sinto um cheiro forte e morno, aquela pessoa estava mijando na minha cara, não conseguia fechar a boca por causa da bolinha, sentia que molhava minha cara toda, meu cabelo, depois passou e molhou meus peitos e depois minhas pernas e entre as pernas, assim até terminar. Ele me levantou e desamarrou minhas mãos das costas, mas só para amarrar de novo, agora na frente.

Sinto que passa uma corda ou cabo entre minhas mãos e as algemas, como se enrolasse nos meus pulsos, quando de repente sinto um puxão na corda e minhas mãos ficaram para cima, puxadas pela corda, não conseguia abaixá-las nem mexê-las, estava completamente de pé, com dificuldade, e nisso ouço que saem do quarto.

Não sei quanto tempo passou, mas senti que foi uma eternidade, estava cansada, queria sentar, já não sentia mais meus braços, sentia medo e não sabia que horas eram, pensava nos meus pais que iam acordar logo e morria de sede, muita sede.

Passou ainda mais um tempo, até que ouço alguém entrar de novo onde estou, e nisso sinto que me Eles afrouxam a bolinha da minha boca e tiram ela sem arrancar, e a primeira coisa que consigo dizer é água, por favor. Eles colocam a bolinha de volta e saem. Poucos segundos depois, entram de novo, mas ouço o barulho como quando alguém urina em cima de um plástico, e digo urina porque era assim que soava e cheirava. Nisso, eles afrouxam a bolinha de novo e começam a me dar de beber de uma garrafa, mas não era água, era a urina daquela pessoa. Então, mesmo com nojo, acabei bebendo como se fosse a água mais gostosa do mundo, já que estava morrendo de sede. Tomei a garrafa inteira. Depois que acabei a garrafa, ouço eles abrirem outra e aproximarem de mim, e era água normal e gelada. Senti um alívio delicioso e tomei mais, mas já estava satisfeita. Só que eles não paravam de inclinar a garrafa, então tive que continuar bebendo para poder respirar. E aí, de novo, outra garrafa onde fizeram a mesma coisa comigo. Quando terminei, colocaram a bolinha de novo na minha boca.

Sinto ele se posicionar atrás de mim, e me pegar pela cintura enquanto com a outra mão levanta uma das minhas pernas, enquanto sinto ele esfregar o pau dele na minha bunda pequenininha, até que ele mete de novo. Ele me comia com muita força, entrava tudo e saía tudo, só para meter de novo de uma vez. Eu já não aguentava mais, até que sinto ele gozar dentro do meu cu. Quando termina de gozar, ele tira o pau, mas sinto ele colocar a mão na minha bunda pequenininha. Depois de alguns minutos, ele tira a mão, sinto ele tirar a bolinha e enfiar a mão na minha boca, colocando quase a mão inteira, esfregando na minha língua, e aí entendi que ele tinha tirado todo o esperma que deixou no meu cu com a mão e estava me dando de comer.

Ele tira a mão e, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, coloca a bolinha de novo e eles vão embora de novo.

Eu já estava apavorada, já tinha passado mais tempo, e agora comecei a ouvir o barulho dos passarinhos e outros sons que indicam que está amanhecendo ou quase amanhecendo, então fiquei desesperada pra caralho. Tentei me soltar ou puxar a corda, mas não conseguia. Eu não tinha forças, só comecei a chorar.

Depois de um tempo, já sem saber que horas eram, bateu uma vontade enorme de mijar, não dava mais pra segurar, então tive que mijar ali mesmo, de pé. Sentia a urina escorrendo pelas minhas pernas e, assim que terminei de mijar, umas lágrimas escorreram dos meus olhos de novo. Nesse momento, sinto um tapa forte na minha bunda, mas o estranho é que não ouvi ninguém entrar, ou seja, ele estava me observando o tempo todo. De repente, começou a me dar tapa atrás de tapa, ardia muito, eu só me contorcia e tentava me cobrir com as pernas, mas era impossível. Depois de alguns minutos, pararam de me bater.

Ouço o barulho de uns baldes sendo colocados no chão e, em segundos, sinto um monte de água gelada cair em mim. Ele jogou a água com o balde, seguido de outro e mais um. Eu estava tremendo de frio e assustada, quando sinto ele se aproximar e começar a me secar com uma toalha, e me dar beijos nos meus peitos e na barriga, depois nas minhas costas e na bunda. Sinto as mãos percorrerem minhas coxas até chegar na minha entrepernas, onde, de um puxão, arrancou a fita que ainda estava grudada num lado da minha buceta. Tirou os brinquedos da minha bundinha e da minha buceta, e sinto ele meter o pau de novo, me comendo ali de pé, amarrada no teto. Ele começa a meter muito forte e rápido, aí tira da minha buceta só pra enfiar de uma vez na minha bundinha, e depois de alguns minutos tira pra meter na minha buceta de novo e termina enchendo ela de porra.

Enquanto gozava, sinto ele me abraçar, segurando meus peitos e apertando com força enquanto beija meu pescoço. Depois de alguns minutos, ele se afasta de mim e ouço de novo um barulho de sacos plásticos. Sinto ele começar a separar minha bunda com uma mão e esfregar alguma coisa na minha bundinha, vai enfiando devagar, não sei o que é, mas parece muito grosso e grande. Ele vai empurrando aos poucos até conseguir enfiar, ardia um pouco por causa do tamanho. Depois Sinto como algo parecido começa a entrar na minha buceta, enquanto com a outra mão segura a do meu cu, já que meu corpo tentava empurrar pra fora.

Já que consegue enfiar bem os dois, levanta uma perna minha, depois a outra e coloca o que eu sentia como uma calcinha que ficava bem apertada, colocava pra evitar que saísse do meu corpo o que tinha enfiado.

Depois de me deixar assim por vários minutos, sinto desatarem minhas mãos, e foi um alívio, senti o sangue fluir de novo, até uma espécie de câimbra eu sentia nelas.

Me pegaram pelo colar e puxaram pra outra sala, onde me fizeram andar pela sala, enquanto me puxavam pela corrente, sentia muito porque ao andar sentia aquelas duas coisas que enfiaram se apertarem entre si, o que dava prazer mas também dor, assim me deixaram um tempo, eu já não aguentava mais, queria implorar mas não podia falar, até que parou e desataram minhas mãos, mas só pra amarrar de novo nas minhas costas, mas dessa vez amarram minhas duas pernas, delas passam uma corda pro meu pescoço, então se eu mexia a cabeça puxava minhas pernas e se tentava esticar as pernas puxava meu pescoço, então não conseguia me mexer, fiquei em posição fetal, de novo, me deitaram na cama…, ouço a porta abrir e fecharem.Chantajeada após roubo na minha casa 9

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5 comentários - Chantajeada após roubo na minha casa 9

Ya extrañaba leer tus historias corazón
muchas gracias, me alegra que te gusten 🙂
@Janice____yanis pero subelos mas seguido, nos dejas esperando mucho:(
Jmdp4 +1
Van mis 10!! Increible relato, me encantaria ser vos!!
muchas graciasss !!! mackkkk
Siuwi33 +1
El mejor relato hasta ahora, esperando el siguiente
enserio es el que mas te ha gustado?? cuentame que fue lo que mas te gusto, puede ser por el chat
Increíble no sé si aguantaría eso, enséñame porfa se mi maestra