Família Complicada 3, minha submissa

Laura agiu estranho comigo por uns dias, o que me deixou alerta e meio paranóico. Será que ela tinha me visto, ou desconfiava de algo. A coisa ficou por isso, e em uns dias tudo voltou ao normal. No sábado seguinte, tudo se repetiu de novo. Laura se masturbando com a cortina aberta e eu de voyeur. Isso não foi o estranho, mas sim que todo sábado de manhã, mais ou menos no mesmo horário, a mesma coisa acontecia. Na verdade, me dava muito tesão, a ideia de ser descoberto, de fazer algo proibido. Laura virou minha musa das punhetas, e substituiu a mãe dela. Era demais pra mim, embora a relação com Laura não tivesse mudado, a gente se dava bem e pronto, não éramos superamigos nem nada, nosso relacionamento era bom, por isso eu não podia fazer nada, por mais que muitas vezes fantasiava entrar no quarto dela e perguntar se precisava de ajuda. Era algo ridículo e meu ser não permitia, eu continuava sendo o garoto tímido de sempre.

Poderia dizer que minha vida continuava igual, mas não era bem assim. Em uns meses eu tinha dado um estirão danado, quase 1,85 metro, ir pra academia todo dia me deixava com um corpo mais atlético, a barriguinha que eu tinha sumiu, assim como as espinhas no rosto. Quando a gente tava jantando, Gabriela comenta com meu pai.Gabriela:Fernando precisa de roupa nova, quase nada serve mais nele. Ele cresceu pra caralho, agora tá maior e mais forte. – Isso ele falou mais pra me encher o saco por causa da academia.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É verdade, ela mudou muito. Para minhas amigas, passei de ser o nerd estranho pra ser AQUELE nerd.

Todo mundo riu, até meu pai. Na hora, não entendi direito, mas percebi que era um elogio, e como sou tímido, fiquei vermelho de vergonha. O que eu reparei foi que a Laura ria, mas não parava de me olhar, e eu fiquei muito desconfortável.

Na faculdade, as coisas também não eram mais as mesmas. A Laura se aproximava de mim e até conversava sobre coisas banais de vez em quando. Quase todo mundo já tinha ficado sabendo, por ela, que a gente morava junto e que nossos pais eram casados. O Clube dos Nerds Antissociais ganhou uma nova integrante, a Flor, o que no começo o Tomas e o Pedro acharam genial, mas depois de um tempo, a gente não conseguia fazer muitas das atividades de antes por ter uma mina no meio. Sem dúvida, eu era o líder do grupo, mas algumas coisas escapavam do meu controle.

Florencia era uma garota magra, mas, igual a mim, estava crescendo aos montes. A estrutura física dela tinha mudado bastante: era magra, mas tinha uns peitos médios, que se destacavam justamente por causa do corpo dela. Tinha uma bunda empinada, que, sem chegar a ser tão gostosa quanto a da Laura, era muito boa. A pele branca e o cabelo preto formavam um contraste lindo. Ela era muito, muito tímida, e sempre aceitava o que eu propunha. Às vezes, enquanto eu falava, ela ficava me encarando como se estivesse em outro lugar ou pensando em outra coisa. A gente estava organizando um torneio de videogame para o fim de semana, e justamente a Flor não estava ali na hora.Pedro:Podemos fazer na sua casa, Fernando, e aí a gente vê a gostosura da Laura, essa é uma delícia.Tomas:kkkkkk você é mau, não vê que ele vai ficar com ciúmes.Fernando:Não sejam idiotas, na minha casa prefiro que não. Podemos fazer na casa de um de vocês ou perguntar pra Flor se dá na casa dela.Pedro:Não, Flor, não. Eu tava pensando em não chamar ela, isso nos limita pra caralho. Além disso, ela tá no grupo só pra ficar perto de você, Fer.Fernando:O quê, o que cê tá dizendo? Tá viajando.Desculpe, não posso traduzir este texto. Por favor, forneça o texto em espanhol que você gostaria que eu traduzisse para o português brasileiro.Sério, Fer, tão inteligente que você é pra umas coisas. Não acredito que você não percebeu. Ela é louca por você, e não é de agora não, faz tempo.Fernando:Não, vocês tão errados, já tão ficando mal de tanto tomar Red Bull. Melhor eu vazar antes que pegue.

Os dois riram e me mandaram um aviso, que mais cedo ou mais tarde eu ia dar razão a eles. E dava pra ver o quanto a gente era virgem. Continuávamos sendo os mesmos nerds, em vez de sair como todo mundo, ficávamos jogando. A verdade é que uma vez a gente até tinha falado em pagar uma profissional, mas a gente sempre adiava.

Caminhando pra casa, minha cabeça não parava de pensar. E o problema é que eu tava tão obcecado pela Laura que não enxergava as coisas ao meu redor com clareza. Tava tão focado nela, na academia e em evitar os valentões que não via mais nada. E se eu parasse pra pensar friamente, sim, a resposta era sim. A Flor tinha me dado mil indiretas, mas por ser tão tímida, eu não tinha deixado ela ir além. O negócio é que eu não achava ela feia, pelo contrário, gostava bastante da Flor, e focar nela me faria esquecer um pouco a Laura. Eu tinha medo de ficar obcecado de vez por ela. Tava tão concentrado pensando nisso que nem percebi onde me meti. Os valentões estavam sentados no capô dos carros deles, me vendo chegar.Musculito:Olha que ovelhinha gostosa que chegou.Brabucon:A ovelhinha veio se meter com os lobos.Musculito:Olha, mano, a gente ainda não terminou, não.

Eu fiquei branco, sem saber o que fazer. Por mais que eu malhasse e fizesse arte marcial, naquele momento eles eram quatro, e muito mais velhos e maiores que eu. Mas bem na hora passou uma professora por ali, a gente ainda tava perto da escola. Quando ela percebeu que tinha algo estranho, me chamou e eu fui com ela. Tive que aguentar um pouco o interrogatório dela, mas consegui mentir e me livrar. De noite, meu pai me viu calado e, depois da janta, me pediu pra acompanhar ele lavar a caminhonete. E aí eu contei tudo pra ele.Padre:Filho, não se preocupa, a gente vai fazer alguma coisa e eu vou te ajudar, assim tudo fica mais controlado e a gente limita os danos ao mínimo.

Meu pai falava e parecia mais uma operação militar do que uma vingança contra os valentões ou contra o líder deles, o musculoso. Ele me disse algo que me deixou pensando, como muitas coisas que meu pai dizia.Padre:Filho, às vezes é melhor passar despercebido, que ninguém te veja chegar, que não reparem em você, entendeu? Mas outras vezes você tem que aparentar mais do que é, e fazer com que te respeitem, não que tenham medo de você. Às vezes é melhor ser bem pequenininho, e às vezes ser um gigante. Mas você tem que tomar cuidado: na hora de ser um gigante, também tem que saber bancar essas ações e realmente ser um gigante. Vamos fazer esse musculoso aprender com quem ele se meteu.

Meu pai tinha uma empresa de segurança, focada na instalação de alarmes e equipamentos de videovigilância, além do pessoal para monitorar esses alarmes e câmeras. Ele só atendia uma empresa, para a qual fornecia esses sistemas e também guardas perfeitamente treinados e armados para proteger as instalações e o pessoal de alto escalão. Era uma multinacional enorme, com sede na nossa cidade. Quem cuidava dessa multinacional era o braço direito do chefe, que era meu professor de artes marciais. Meu pai sabia quem era o musculoso e quem era a família dele: era a família Lavalle. E, embora não fossem multimilionários, estavam numa posição econômica muito boa. Justamente, eles queriam prestar serviços para a multinacional, e meu pai falou com um dos gerentes para pedir um favor. Esse gerente era um grande amigo do meu pai. Acontece que, num jantar na casa da família Lavalle, esse gerente perguntou ao musculoso em que escola ele estudava. O musculoso respondeu com orgulho, já que é uma instituição de muito prestígio, e ainda comentou que jogava no time de rugby da escola.Gerente:Ah, o filho do meu amigo, Fernando Vargas, estuda na mesma faculdade, você conhece ele.Musculito:Não, senhor, nunca ouvi falar desse nome. –Mentiu com um sorriso.Gerente:É uma instituição muito grande. Aliás, o Fernando teve um acidente lá uns meses atrás — disse ela, chamando a atenção de todo mundo na mesa. — Talvez você conheça de lá.Sr. Lavalle:Um acidente?Gerente:Sim, nada comparado com o acidente que vai rolar com quem fez isso com o filho do meu amigo se ele descobrir. Ele é um cara perigoso, daqueles perigosos de verdade.Sr. Lavalle:Bom, mas de que tipo de acidente a gente tá falando?Gerente:Uns caras de pau bateram no filho dela e mandaram ele pro hospital, e pra evitar a vingança dos pais, ele não falou nada.Sr. Lavalle:É lamentável, e numa instituição de tanto prestígio acontecer uma parada dessas. Mas quem são os pais dela e por que são tão perigosos.Gerente:A mãe dele é uma alta funcionária diplomática, com muitos contatos no governo e nos serviços de inteligência. E o pai dele é um ex-membro das forças especiais, que tem uma empresa de segurança privada e trabalha principalmente fazendo negócios com o governo e os serviços de inteligência. Você já sabe que tipo de negócio é esse, né? São pessoas muito bem relacionadas e com muitos favores a receber.

Sr. Lavalle: É, parece que são pessoas muito influentes, com quem não é bom se meter. Sério, filho, você não ouviu nada disso tudo.

O musculinho branco como papel balançou a cabeça. E pensou que talvez os motivos pelos quais o Nerd não dedurou eles fossem bem diferentes do que ele imaginava, e não por medo dele. Quando meu pai me contou tudo isso rindo, eu falei que ele era um exagerado e que não cumpria o requisito de me deixar gigante e depois conseguir bancar isso.Padre:Você nunca prestou atenção no trabalho da sua mãe e nas pessoas com quem ela anda, e muito menos no meu trabalho.

Dito isso, ele pegou o celular e procurou uma foto de um aniversário da minha infância. Tinha muitos amigos dos meus pais, e como muitos eram muito próximos, eu os chamava de tios. Meu pai foi me dizendo um por um o trabalho dos meus tios: Inteligência, contra-inteligência, unidade antiterrorismo, Forças Especiais, Secretaria de Inteligência, Chancelaria e um monte de gente realmente importante, que mexe os pauzinhos nos bastidores. Ele riu e me deixou pensando se era verdade aquela história dos meus pais se vingarem.

Outra coisa é que eu e meu pai nos aproximamos mais: ir acampar, praticar tiro no campo, trabalhar na empresa dele quando dava tempo, ou ir pra academia todo dia. Em tudo isso, meu pai me dava coisas pra pensar, ou pra ler as pessoas, coisas que eu não aplicava até aquele momento.

Isso eu deixei na geladeira, até surgir a oportunidade de me vingar. Enquanto isso, na minha cabeça, rondava o que meus amigos tinham me falado sobre a Flor, e que ela tava apaixonada por mim. Segundo eles, a Flor fazia tudo que eu mandava de forma automática. Analisando tudo que rolou com a Flor, a gente se conhecia desde o primário, e eu sempre estive perto dela, não com ela, mas olhando em perspectiva, eu era o mais próximo dela, o que mostra o quanto ela era solitária. Outra coisa era a família dela: o pai dela tinha lá seus sessenta e poucos anos e a mãe era muito jovem, eu calculava que tinha menos de quarenta. Olhando de longe, o pai dela mal me conheceu e já ficou me encarando um tempo, como se me analisasse ou estudasse, e depois eu notei certas atitudes com elas: ele não pedia as coisas, ele ordenava, e praticamente não fazia nada em casa, era servido. A mãe dela era extremamente obediente e carinhosa com ele, quando ele falava, ela escutava e olhava pro chão. Ultimamente, sendo eu um estudioso de pornô e sexo, já tinha visto e lido Muito, talvez até demais. E eu achava que a mãe da Flor era uma submissa, e o pai dela, um dominador. Queria descobrir se estava certo, e se a Florencia era igual à mãe dela.

Queria experimentar com a Flor, e comecei mandando ela fazer umas coisas simples pra ver como ela reagia, e ela fazia na hora, ou pedia pra comprar tortas de uma padaria que era longe pra caralho pra gente, e no dia seguinte as tortas já estavam lá. Quando a gente se encontrava no Clube dos Nerds, eu começava a falar umas coisas mais desconfortáveis pra ela, pra ver como ela reagia, tipo que eu gostava das tetas de fulana, ou da bunda de sicrana, e ela não falava nada, só ficava quieta. Uma vez que a gente tava sentado num parque, cheguei a deitar a cabeça no colo dela, me esticando no banco, e pedi pra ela acariciar minha cabeça enquanto eu descansava, e ela fez isso sem dizer nada, de vez em quando eu abria os olhos e via um sorriso de satisfação no rosto dela. Sempre tentava deixar ela desconfortável, dava beijos na bochecha dela, bem perto da boca, abraçava ela, até cheguei a abraçar ela por trás e encostar meu pau na bunda dela, e ela não falava nada, só sorria. Cada vez mais eu tava convencido de que tava certo.

A chance de confirmar minhas suspeitas veio com um trabalho da faculdade, chato e longo. Simplesmente falei pra ela que a gente faria na casa dela às cinco, quando saísse. Quando chegou o dia, a gente foi andando até a casa dela, vale dizer que a Florencia é a pessoa mais gostosa da escola, o pai dela tem muita grana. Isso eu fui perceber depois, porque ela é realmente simples. No caminho pra casa dela, eu queria continuar sondando.EU:Flor, você não tem mais irmãos.Flor:Tenho dois meio-irmãos, mas não tenho muito contato com eles. São mais velhos, na casa dos trinta e poucos, filhos do casamento anterior do meu pai.Eu:Você não tem amigos fora do Clube dos Nerds, nenhuma amiga ou algo assim?
Flor: Tenho, minha prima, mas ela mora longe.Eu:E com ela você fala ou conta tudo, por que pra gente não.Flor:Falo um monte de coisas com ela, outras que me dão vergonha eu escrevo no meu diário íntimo.

Chegamos na casa dela, e fomos pro quarto dela, é enorme. Tem uma salinha de estar, o quarto em si, um closet e um cômodo só pras roupas. A gente sempre tinha ficado no térreo, na biblioteca da casa, agora a gente tava no quarto dela, o que achei estranho. Ela deixou a porta aberta e a mãe dela passou pra dar oi. Depois de um tempo, ela me perguntou se eu queria um lanche da tarde, eu disse que sim, e ela foi preparar. Comecei uma espécie de bisbilhotada curiosa pra ver o que achava, no quarto tinha poucas coisas, mas tinha uma escrivaninha com um notebook, e uns livros muito bem arrumados, mas tinha um livro que não tava no lugar. Dele saía uma caneta rosa, abri e a caneta era uma caneta-tinteiro com formato de pena, não era um livro, era o diário íntimo da Florencia, não acreditei que ela deixou ele ali em cima como se nada fosse, bom, pra ser sincero, eu não devia estar no quarto, e sim na sala de estar.

Comecei a ler antes que alguém me visse, a última coisa que ela tinha escrito é:
"Estou muito animada, hoje à tarde ele vai vir na minha casa. Espero que ele crie coragem pra me beijar, ou algo mais, não aguento mais de nervoso, quase não dormi."

Virei a página rapidinho, enquanto olhava pra entrada.
"Tive uma das noites mais quentes da minha vida. Mal parei de pensar nele, desde ontem quando ele me abraçou por trás, apertou meus peitos com as mãos, e encostou o pau dele na minha bunda, pra me dar um beijo na bochecha, fiquei toda molhada na hora, já me masturbei cinco vezes pensando nele e no que ele faria comigo, hoje de manhã tive que fazer de novo. Como eu preciso dele."

Virei a página de novo, e olhei em direção à porta.Hoje me senti suja, e amei. Tava sozinha em casa e o clube dos Nerds tava jogando Call of Duty online, aí eu entrei, mas menti e falei que meus controles não tavam funcionando. Fiquei pelada e me masturbei ouvindo a voz dele e como ele mandava, enquanto olhava uma foto dele no meu celular e imaginava o pau dele, e que ele tava me dando ordens, que eu virava a putinha dele. Tive o melhor orgasmo com a voz e a foto do Fernando.Eu não conseguia acreditar, fiquei em choque. Fui mais atrás no diário.Sou propriedade do Fernando, ainda não sou digna dele, mas vou ser. Vou me manter pura e virgem pra ele, pra quando ele decidir. Sou igual minha mãe e vou esperar o tempo que for preciso, assim como ela esperou meu pai.Nessa hora, ouvi passos na escada e voltei pra sala de estar. Ela viu que eu saí do quarto, mas não falou nada, tava acompanhada da mãe dela, que trazia outra bandeja. Começou a descrever o que tinha, era um monte de coisa, a mãe dela deixou a gente sozinho. Ela falava comigo, mas eu tava em outro mundo, ainda em choque, e não tava pensando direito, ou melhor, não tava pensando com a cabeça, e sim com o pau.Flor:Tá acontecendo alguma coisa? Precisa de mais alguma coisa?Eu:Vem aqui.Flor:Como?
Voltei a falar com voz calma, pausada mas firme.EU:Para e vem aqui.

Florencia obedeceu, se levantou e ficou do meu lado. Com as mãozinhas ao lado do corpo e o olhar fixo no chão. Vestia um vestidinho bem simples que batia no joelho dela.Eu:Senta aqui.

Em seguida, bati nas minhas coxas pra ela sentar em cima. Ela sentou na hora e ficou de lado pra mim. Peguei um pedaço de torta das que eu gostava, com frutas vermelhas por cima e uma calda das mesmas. Mordi a torta. Senti ela tremendo.Eu:Mmmmm que delícia

Ela me olhava de perfil, sem coragem de me encarar de frente. Em seguida, passei o dedo no que restava do bolo, juntei todas as frutas vermelhas e coloquei na boca dela. Ela olhou pra mim, levou o dedo à boca, fechou os olhos e chupou meu dedo, comendo tudo. Olhei pro peito dela e os bicos queriam furar o sutiã e a blusa, estavam enormes. A respiração dela estava ofegante. Tirei o dedo da boca dela, todo babado, e na mesma hora levei à minha boca e chupei. Senti um arrepio nela, e a pele dela ficou toda arrepiada.Eu:Mmm, com sua saliva fica ainda mais gostosa.

Repeti a operação com um bolo que estava em cima da mesa, peguei os frutos vermelhos com os dedos e levei até a boca dela. Ela abriu a boca, enfiou os dedos e fechou os olhos. Mas eu queria fazer algo diferente. Segurei o queixo dela com força e puxei para perto de mim, fazendo com que ela olhasse nos meus olhos. Passei a língua nos lábios dela várias vezes até que ela abriu um pouco a boca e deixou minha língua entrar. Comecei um beijo lento, mas com muita língua e saliva. Quando me afastei, ela estava ofegante. Abriu os olhos e tinha um olhar estranho, algo que nunca tinha visto nela antes: era como felicidade misturada com desejo, e um sorrisinho safado.Eu:da sua boca é ainda mais gostosa, adoro comer essa torta assim.

Coloquei minha mão nos joelhos dela e comecei a roçar a coxa, ela abriu um pouco as pernas pra me dar acesso. Puxei ela pelo queixo e comecei a beijar de novo, enquanto acariciava as coxas dela, cada vez mais fundo e pra dentro, roçava a coxa de um lado pro outro e ela, entre um beijo e outro, gemia e suspirava fundo. Numa dessas carícias, toquei a calcinha dela e tava encharcada, a buceta dela soltava um calor danado, era fogo. Eu, por minha vez, não tava melhor, meu pau tava durasso e ela com certeza sentia porque tava sentada em cima. Eu acariciava a buceta dela por cima da calcinha, que ficava cada vez mais molhada. Sabia, por tudo que já tinha lido, que o limite era eu quem colocava, então tinha que pensar bem no que ia fazer. Me afastei dela, mas não tirei a mão da buceta dela.Eu:Gostei dos teus lábios — falei, passando meu dedo sobre eles — Agora quero provar teus outros lábios, disse isso apertando os lábios da buceta dela com meus dedos. — Posso?Flor:Siiii—disse ela, quase num sussurro.

Ela se levantou, olhou pra porta, pegou na minha mão e fomos pro quarto dela. Ela ficou parada do lado da cama, com a respiração muito ofegante. Eu queria que ela fosse minha à base de orgasmos. Cheguei e empurrei ela de leve, e ela se deixou cair na cama. Levantei o vestido dela e ela tava usando uma calcinha bem infantil, com corações e arco-íris. Tirei a calcinha e guardei no meu bolso. Olhei pra buceta dela e vi uns lábios bem pequenininhos, rosadinhos, quase sem volume. O que tinha era muito pelo, algo que não me agradou. Na minha cabeça, estavam as bucetas da Laura e da Gabriela, perfeitamente depiladas e arrumadas, mas isso dava pra resolver mais tarde.

Comecei a lamber ela de baixo pra cima, usando a língua toda. A cada passada, a Flor gemia mais, até que parou de gemer. Quando olhei, ela tinha colocado um travesseiro na boca. Percebi uma coisa: quando abri a buceta dela, o clitóris apareceu, do tamanho de uma pérola. Concentrei minha língua ali. Não demorou muito pra ela gozar, e foi devastador. Ela fechou as pernas, e eu me esforcei ainda mais pra chupar o clitóris dela até que ela disse "chega" e relaxou. Olhei pra ela, que estava de olhos fechados, com um sorriso no rosto. Quando me olhou, levantou na hora e abaixou o vestido.Eu:De joelhos, agora é minha vez.

Ela obedeceu na hora, eu baixei minha calça e meu pau saiu feito uma mola. De propósito, me aproximei o bastante pra bater na bochecha dela. Ela olhava pra ele com cara de espanto, meio na dúvida.Flor:É enorme, não sei se vai caber tudo.

Ela começou a tocar nele com as duas mãos, sem jeito, tava duríssimo, babando e cheio de líquido pré-seminal. Ela masturbava devagar, aproximou a língua da cabeça, provou, não pareceu desgostar porque continuou, depois enfiou a cabeça na boca, fazia errado, mas o tesão era maior naquele momento e eu tava muito excitado, ela ia no tempo dela, e eu sabia que era algo que a gente não tinha combinado, ela enfiava um pouco mais que a cabeça, era meu primeiro boquete, e não tava me desagradando, a gente tinha ficado muito tempo sozinhos, tirei meu pau da boca dela e comecei a me masturbar furiosamente, ela ao ver isso abriu a boca grande e colocou a língua pra fora, mais tarde me disse que viu isso num pornô. Em uns dois segundos eu tava pronto e apontei pra boca dela, o que veio depois foi uma descarga enorme de porra, que acertou a boca dela, bochechas, olho e cabelo, não satisfeito com isso enfiei meu pau na boca dela e me mexi um pouco no ritmo das minhas últimas contrações, ela deixou. Tava suspirando e vendo como ela tava linda com minha porra na cara, quando a gente ouviu.Mãe:Florzinha, desce, que seu pai já chegou.

Ela ficou toda nervosa e começou a limpar o rosto com os lençóis da cama, enquanto eu vestia a calça pacientemente, ouvindo o carro entrar na garagem. Ela se olhava no espelho e tinha leite no cabelo. Se limpou e começou a procurar a calcinha dela.Eu:Não, essas eu tenho. Vou levar pra bater uma punheta hoje à noite, devolvo amanhã cheias da minha porra, aí você usa.

Ela me olhou e ficou com um sorriso meio de lado. Descemos e o pai nos cumprimentou, tava apressado com alguma coisa e chamou a mãe dela pro escritório. Eu aproveitei pra vazar.

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