Naquela semana, por volta de quarta ou quinta, uma das minhas amigas mais próximas me liga pra dizer que no sábado ia estar a Paula, uma amiga nossa da faculdade que mora na Europa há um tempão, e que tavam organizando um jantar de boas-vindas. Óbvio que falei que podia contar comigo, sem lembrar da possível festa que a Ale tava organizando.
A semana passou sem grandes novidades, e quando chega sexta-feira, comento com a Ale que no dia seguinte ia sair pra jantar com minhas amigas. É nesse momento que a Ale me lembra que no sábado o Seba ia vir jantar em casa, mas que eu ficasse tranquila que eles pediam uma pizza e tomavam umas cervejas sozinhos.
Aquele sábado foi como qualquer outro. De manhã, atividades em família; no meio da manhã, meu marido e meu filho foram pra um churrasco que tinha no campo de esportes da escola, porque os pais organizaram um jogo de futebol. Como a presença das mães não era obrigatória, e eu já tenho meus sábados organizados, segui com minha rotina normal.
Meio-dia na academia, depois almoço em algum restaurante da área e no começo da tarde, salão de beleza. Como não ficou muito tarde, aproveitei pra fazer o que a gente, mulherada, adora. Fui fazer umas compras.
Com a desculpa do jantar com minhas amigas da faculdade, comprei um vestido bem gostoso, longo até os joelhos, soltinho, com um decote bonito e que não era nem muito chique nem muito esporte. Exatamente o que eu precisava pra aquela noite com as amigas.
Cheguei em casa, preparei um mate e logo depois o Ale e meu moleque chegaram de passar o dia no campo de esportes da escola.
Então tomei um banho e comecei a me arrumar pra noite. Pelo que vi no grupo do WhatsApp do jantar, éramos umas 12 convidadas, várias das quais eu não tinha notícias há anos. A verdade é que não era o melhor plano, mas tava afim de ver a Paula e duas das minhas amigas. O resto não me importava nem um pouco, mas sabendo como a gente, mulher, é, me arrumei pra me olharem de cima a baixo.
O vestido ficou colado em mim. Coloquei com umas sandálias altas, e por cima uma jaqueta de couro preta. No começo, usei com sutiã, mas o decote era profundo e aparecia, então acabei tirando.
Bem na hora de sair, a campainha tocou. Era o Seba. Ele sempre chega relativamente cedo quando vem pra casa. Como eu tava saindo com meu guri, falei pra Ale abrir a porta.
Cruzei com ele na porta e, enquanto meu filho entrava no carro, o Seba aproveitou pra me soltar umas putarias, já que eu tava saindo com a jaqueta na mão e meu decote aparecendo. Trocamos umas piadas e ele termina com um “não volta tarde que a gente vai ficar te esperando”. Levei na brincadeira e pronto. Mas no fim, não era bem assim.
Depois de deixar meu guri, fui pro restaurante. No caminho, peguei uma das minhas amigas, Daniela, então fomos batendo papo animado até o bar. Dani é muito gostosa, mas não capricha muito na produção, então do lado dela eu parecia que ia pra um casamento.
Ao chegar no local, logo encontramos a mesa onde as minas estavam. Algumas já tinham chegado, então sentei do lado da Dani e deixei um lugar pra Luciana. Daí a pouco chegou a Pau, e foi ela quem sentou no lugar que eu tinha deixado vago.
Levanto pra ir no banheiro. Como sempre, antes de levantar, pego o celular e, pra minha surpresa, vejo que tenho uns 10 mensagens da Ale. Comecei a me divertir e entrei na brincadeira. Primeiro, mandei uma selfie minha pra ela ver que eu tava bem. Óbvio que aproveitei e fiz a maior cara de puta, tirei a foto de cima pra aparecer o decote. As minhas me olhavam, mas eu nem liguei. Na segunda mensagem, falei que tinha dado em cima de uns caras, mas que até agora nenhum tinha chegado. Na seguinte, disse que um tinha chegado e me oferecido uma bebida, mas eu falei que com uma bebida só a gente não ia fazer nada. Daí a pouco mandei outra dizendo que agora, além da bebida, tavam me oferecendo grana, e que eu tava pensando.
A troca de mensagens foi constante. Eu tava mais com o celular na mão do que conversando com minhas ex-colegas de faculdade. A verdade é que era mais divertido pra mim. Num dado momento, a Ale me desafiou, dizendo que eu tava mentindo e que nenhum cara tava me dando bola. Naquela hora, como não gosto de perder, levantei, fui até uma mesa onde três caras estavam sentados sozinhos, expliquei que era uma brincadeira e pedi permissão pra sentar com eles e tirar umas fotos. Claro que eles toparam, menos um que pediu pra eu não postar em rede social nenhuma. Hahaha, que safado!
Me tirou umas três ou quatro fotos e mandei pra Ale. Claro que nas fotos eu aproveitei pra abraçar um, o outro meio que se jogou em cima de mim, essas coisas. Por um momento, não teve resposta, então imaginei que ela tava bolando o próximo passo. O primeiro desafio eu já tinha passado e até diria que venci. Os três caras aproveitaram pra me pagar uma cerveja, e depois de dar uma olhada na mesa das minhas amigas, onde de longe dava pra ver a Daniela quase bocejando, aceitei o convite. A conversa foi super de boa, sem ninguém ousar dar um passo além.
Nisso, chega uma nova mensagem da Ale, onde dessa vez ela dobrou a aposta, dizendo que sabia que a foto era montada ou que seriam colegas da faculdade. Para rebater, não tive ideia melhor do que sentar em cima de um dos caras e tirar uma nova foto. Sem dúvida, as quatro cervejas que já tinha tomado estavam me desinibindo. Escolhi um dos caras aleatoriamente e contei a ideia que tinha para vencer a aposta. Sem resistência, e sem eu dar tempo pra ele falar nada, pulei e me acomodei no colo dele. Os amigos ficaram olhando a situação e, entregando meu celular pra um deles, pedi pra ele tirar uma foto.
Como o garoto, que se não me engano se chamava Martin, era muito tímido e não me tocava, peguei nas mãos dele e fiz com que me abraçasse de um jeito que o antebraço dele fizesse uma das minhas tetas quase explodir pelo decote. Vi os dois amigos olhando, esperando ver algo a mais, mas infelizmente o bico não quis aparecer. De qualquer forma, a foto ficou uma delícia e foi assim que mandei pra ele. Com meio bico de fora já seria demais.
Sobrávamos eu, Dani, Pau, Luciana, mais duas minas. Aí pra dar um up na noite, pedi um champanhe.
O primeiro champanhe acabou rapidinho, então pedi mais um. Isso foi nos deixando mais soltas, e mesmo não sendo o grupo mais divertido com quem já tinha saído, pelo menos começamos a rir de besteiras. O segundo champanhe, sem dúvida, foi demais. Primeiro porque percebi que as minas, menos a Dani, já não estavam bebendo. Segundo, porque quando levantei pra ir no banheiro, percebi que tava realmente tonta.
Uma vez no banheiro, começo a mexer no celular e vejo que tinha três mensagens da Ale. A primeira perguntando a que horas eu ia voltar, a segunda perguntando se eu estava me comportando bem, e a terceira dizendo que se eu me comportasse mal, mandasse uma foto pra ela.
A verdade é que eu adoraria ter entrado na brincadeira, mas o bar não era um lugar muito agitado onde eu pudesse mandar uma foto quente aprontando. Mas pra não cortar o clima, e já que tava no banheiro e o vestido tinha um bom decote, resolvi tirar uma peitinho pelo decote e mandar uma foto. Dei tanto azar que, quando tava tirando a foto na frente do espelho, a Dani entrou pra me procurar. Do jeito que deu, tentei me esconder enquanto morria de rir, e a Dani não aguentava de tanta cara de espanto. Depois de explicar como pude o que tava fazendo, a Dani se ofereceu pra tirar a foto ela mesma, pra que meu marido não soubesse quem tinha tirado. Achei a ideia genial, então dessa vez não só mostrei uma peitinho, mas mostrei as duas, e a Dani tirou várias fotos. Quando éramos mais novas, eu e a Dani já tínhamos aprontado várias travessuras, então, mesmo fazendo tempo que ela não me via pelada, a verdade é que com ela não tinha vergonha. Assim que tirei as fotos, mandei tudo pro Ale, que não demorou pra responder me chamando de safada e um monte de outras coisas. "Quem tirou isso?", "Com quem você tá?", "Me conta". Eram as mensagens que ele mandava.
Quando cheguei em casa, como tinha combinado com o Ale, liguei pra avisar que tava a uma quadra. Ao virar na esquina, vejo ele parado na porta, com um sorriso de orelha a orelha, e com alguma coisa na mão que não consegui ver direito. Ele faz sinal pra eu parar, e assim que paro o carro, ele entra no banco do carona. Não deu tempo de falar nada, mas ele mandou eu entrar com o carro na garagem. Tava com cheiro de álcool, o que era sinal de que ou não tava sozinho, ou o Seba tinha acabado de ir embora.
Assim que a gente desceu do carro, e depois dela me fazer umas perguntas, ela me mostrou o que tinha na mão. Era uma máscara de dormir daquelas que dão nos aviões e que a gente usava pra brincar. Aí eu entendi por que tanta risada e mistério nas mensagens me perguntando quando eu chegava. A intenção era cair na putaria com o Seba. A real é que o joguinho de antes com os caras da mesa, e a parada das fotos, já tinha me deixado com tesão. Então, mesmo não estando explodindo de vontade, tava afim de que rolasse alguma coisa.
Peguei a venda sorrindo pra ale e perguntei se eu tinha que colocar naquele momento. Ela falou que sim, então obedeci e coloquei. ale me ajudou a subir as escadas que vão da garagem até o hall do primeiro andar. Enquanto subia, dava pra ouvir música. ale me ajudava com os degraus, e quando chegamos lá em cima, ela tirou a jaqueta de couro que eu tava usando. Fiquei parada ali esperando alguém se aproximar. Tinha certeza de que o Seba tava por perto. Dava pra sentir a presença dele.
Me pega na mão e coloca a taça, e com o mesmo movimento leva ela até minha boca, num claro sinal de que eu tinha que beber. Era champanhe. Não tava muito a fim de continuar bebendo, mas aceitei o desafio.
Tomei o máximo que consegui, mas alguma coisa me distraía. Naquela sala não tinha só dois homens. Tinha mais gente. Alguém se aproxima e, repetindo o mesmo ritual, pega na minha mão, coloca a taça e me manda beber de novo. Já tinha tomado duas taças de champanhe em menos de dois minutos. Sentia que tinha duas pessoas na minha frente, e outra atrás, mas de repente ouço a porta do banheiro. Na minha cabeça não tinha mais dúvida de que tinha várias pessoas na minha casa. Pelo menos umas quatro. Enquanto tentava enxergar alguma coisa pela lateral da venda, e escutar algo mais pra deduzir quantas pessoas estavam ali. Continuei dançando e me entregando àquele êxtase que, aos poucos, o clima ia criando.
Senti o pau dele duro encostado na minha bunda. Como o vestido era solto, dava pra sentir tudo. Nisso, ele me pergunta no ouvido se tava tudo bem. Sempre nessas situações ele aproveitava pra me perguntar. Se em algum momento eu dissesse que não, ele parava na hora. Era tipo o nosso sinal.
Assenti com a cabeça, e isso deu sinal verde pra ela começar a levantar meu vestido.
Não hesitei em me virar e começar a beijar ele. Dava pra sentir minha bunda toda exposta, na vista de pelo menos três pessoas. Continuei dançando como se estivesse sozinha com meu marido. Aí me afastei dele, empurrando com uma mão no peito, e segui dançando na frente de quem quer que estivesse ali. Não tô nem aí pra nada. Sou só eu e a música. Tentei dançar do jeito mais gostoso possível. Em alguns momentos, aproveitei pra levantar o vestido ou me virar e descer flexionando os joelhos pra que pudessem me apreciar ainda mais.
Dou umas voltas e fico tonto. Nisso, sinto alguém me pegar ou começar a me apalpar.
Começam a me beijar. Devolvo o beijo com paixão. Mas não é meu marido. Não sei quem é. Não importa. Sinto que já são várias as mãos me tocando. Eu tento tocar também. A única coisa que posso ter certeza é que todos os corpos que consigo tocar são masculinos. Tenho certeza de que são 4 homens. Mas são realmente quatro? Já perdi toda a referência.
Continuo dançando e cada vez me apalpam mais. De repente, puxo uma alça do vestido e, com um movimento, deixo cair. Fico parada de fio dental e sandálias na frente desses caras.
Alguém me segura pelos ombros e me empurra suavemente pra baixo, sinalizando que eu tinha que me ajoelhar. O famoso gang bang com que tanto a gente fantasiou tá prestes a rolar. Eu entendo e sei o que tenho que fazer. Então, como posso, começo a procurar a primeira pica. Encontro uma, que já tá de fora, então já começo a chupar. Sinto alguém me segurar pela cabeça, me empurrando e fazendo ela entrar quase toda na minha boca. Não é muito grande. Diria que é normal. Continuo chupando com vontade. Sinto a presença de alguém na minha direita, então com a mão tateio pra ver se acho algo. Logo sinto outro corpo nu. Empurrando pela bunda com a mão direita, puxo ele até meu rosto. Já tenho duas. Começo o jogo de uma e uma. Fico assim uns minutos chupando as duas picas. Chega um terceiro. Esse já chega batendo a pica na minha cara. Então só precisei virar a cabeça pra esquerda pra começar a chupar. Me chamou a atenção o tamanho da cabeça. Essa era grande mesmo, porque tive que abrir a boca mais que o normal. Se não fizesse isso, ia machucar ele com meus dentes. Não sei quanto tempo fiquei assim. Do que eu tinha certeza era que no mínimo eram 5 caras. Me sinto possuída, como se tentasse deixar todos satisfeitos. Vou me virando como posso, ajudando com as mãos.
Nisso, sinto que alguém mais se aproxima. Tô numa espécie de roda. Meus joelhos já tão doendo, então, como dá, peço pra alguém trazer uma almofada de um dos sofás. Alguém, que não é nenhum dos três que tô chupando, me alcança. Assim que pego, seguro pra ficar comigo. Também tá pelado, então começo a chupar ele também. Já são 4. Mas ainda tem mais um atrás de mim. Me viro e, como dá, começo a chupar ele também. Esse parece ser o Seba. Não tenho certeza e também não tô nem aí. Nessa altura, não me importa saber quem é quem, só me entrego completamente à situação. Algo que muitas vezes imaginei e fantasiei, e que agora tá acontecendo.
Vou tentando chupar um pouco de cada um. Eles também, como podem, me tocam e começam a me penetrar com os dedos. Me sinto molhada. Tô tão molhada que quando alguém tira os dedos de dentro de mim, sinto uma parte do meu mel escorrendo pela minha perna. Tô rodeada por 5 caras. Sei que meu marido tá ali vendo tudo.
Me sinto a maior vadia. Adoro isso. Levanto e me deixo levar. Me levam até o sofá e mandam eu sentar. De novo começam a se aproximar como se eu fosse chupar eles. Já não sei mais quem é quem, até que a grandona aparece. Essa é impossível não reconhecer. Enquanto chupo, fico pensando se vai doer. Se vai ser igual à do sócio do meu chefe no Uruguai. Aquela sim tinha me partido no meio, mas no final curti pra caralho. Já não sei quanto tempo tô assim, mas quero que alguém me meta. Eu também quero gozar. Num momento, me ajudando com as mãos, afasto quem tá na minha frente e, sem hesitar, levanto e me viro. Fico de quatro com os joelhos no sofá e os braços apoiados no encosto. Mostro a raba e espero que alguém entenda meu recado e me meta. Não passaram nem 30 segundos e sinto alguém começando a me tocar. Os dedos entram fácil por causa da lubrificação que tô. A calcinha fio-dental tá toda de lado, então começam a tirar. Me mexo pra facilitar, ficando só com as sandálias. Tô com a parte de dentro das coxas molhada do fluxo que tô deixando escapar. É inegável que eu curto gang bang. O tesão de não saber com quem tô, junto com a segurança de estar ali com meu marido, é impagável. Tô entregue e ao mesmo tempo me sinto segura. De repente, sinto alguém tentando me penetrar. Não demora nem custa. Me mete na hora. Colocou camisinha. Dá pra sentir. Não gosto, mas é necessário. Como o sofá não tá encostado na parede, minha posição é ideal pra continuar chupando alguém. Minha mandíbula já descansou uns 5 minutos e sinto que tem alguém na minha frente. Começo a chupar, e imediatamente outro cara também se coloca na frente. Então, do jeito que dá, vou alternando entre os dois. Em pouco tempo, percebo que quem tá atrás de mim tá perto de gozar. Me agarra com força pelas cadeiras. Tá gozando. Sai e, atrás, outro me penetra rapidinho. Também tá de camisinha. Esse é um pouco Mais brusco e faz isso num ritmo mais frenético. Cada vez que empurra pra dentro, minha cara bate no corpo de quem tá na minha frente. Às vezes consigo me segurar com as mãos, fazendo um pouco de resistência, outras vezes engulo ela inteira direto, me fazendo engasgar um pouco. Ele goza e logo outro me penetra. Me sinto usada e adoro isso. Enquanto faço o que tô fazendo, penso nas minhas amigas. No que elas tão perdendo e se alguma é igual a mim. Talvez eu tenha uma amiga mais festeira do que eu e não saiba.
Uma das picas que tô chupando é a XXL. É difícil pra mim e quero que quem tá atrás goze logo pra ele me penetrar. Levanto a raba e começo a me mexer também, como se tivesse apressando a situação. Funciona. Logo eles terminam de gozar e a XXL sai da minha boca. Passam alguns segundos em que imagino ele colocando a camisinha e começando a me penetrar. Mas não tem dificuldade além do tamanho. Logo sinto ela toda dentro de mim. Não me dá mais prazer que as outras nem dói, mas parece mais larga, me preenche mais. Alguém para na minha frente, do lado de quem ainda não me penetrou. Começo a chupar e logo reconheço. É o Ale. Me dedico a ele e esqueço o resto. Chupo do jeito que ele gosta. Ele se afasta e, no meu ouvido, pergunta de novo se tá tudo bem. Aceno com a cabeça de novo, bem na hora que tão me bombando magistralmente. Sinto os ovos da XXL se mexendo debaixo de mim. Tô adorando e cada estocada faz meu corpo sair pra fora do sofá.
XXL goza. Percebo porque ele me agarra com força. Fui comida por 5 caras em menos de 20 minutos. Adoro. Nunca tinha vivido algo assim e já tô pensando quando vamos repetir. Eu ainda não consegui gozar. Não sei se é porque não tô confortável naquela posição ou se me concentrei mais neles do que em mim. O último goza e se afasta. Eu fico parada naquela posição, como se esperasse instruções. Sei que tão me olhando e que a vista é a melhor. Tô de quatro, com a buceta apontada pra eles. Percebo que tão tirando fotos minhas. Não me incomoda. Tenho milhares. Mas não gosto de não saber quem tá ali. Eu aguento, são as regras do jogo.
Já devem ter se passado 2 minutos e alguém pega na minha mão. Acho que é meu marido, mas ele não fala, então não posso ter certeza.
Ela me faz deitar num colchão. Reconheço ele. É um colchão inflável que a gente tem há muito tempo. Alguém se deu ao trabalho de encher ele. Já tinham tudo preparado!!!
Deito e na hora alguém se deita do meu lado. Me pegam e me sentam por cima. E de uma vez me penetram. Começo a cavalgar do jeito que eu gosto. Apertam meus peitos. Beliscam meus mamilos. Agora tô gozando igual uma puta. Adoro ficar por cima. Sinto que meu primeiro orgasmo tá vindo. Me mexo porque ninguém vai roubar ele de mim. Acho que fazia tempo que eu não gritava tão alto enquanto gozava. É que em casa, com meu filho no quarto ao lado, é difícil fazer um show desses. Aproveitei pra caralho. Alguém se coloca na minha frente pra eu chupar. Não tenho problema e faço. Tá mole, mas aos poucos vai acordando. Sinto que o Seba vai gozar, e como não tem camisinha, me empurra pra sair. Não tô nem aí, me ajeito e começo a chupar bem na hora que ele goza. Metade da porra vai na minha cara e no cabelo. O resto eu engulo enquanto limpo ele. Continuo chupando a pica que tá do lado. Alguém começa a brincar com meu cu. No começo tímido, um dedo, depois dois. Acho que vão fazer dupla penetração em mim. Adoro, desde que façam com cuidado.
Ele sai e ninguém ocupa o lugar dele. Enquanto isso, alguém continua brincando com minha buceta. Já não são dois dedos, agora são três e até quatro. Não sei o que estão usando, mas me lubrificaram com alguma coisa.
Fico rebolando a buceta, meio que ajudando a situação. Tô com as costas arqueadas e ouço comentários sobre minha posição. Sinto a boca pastosa, uma mistura de sede, álcool e o esperma do Seba. Pela primeira vez, crio coragem pra falar e peço se alguém pode me alcançar um copo d'água. Não me respondem, mas logo alguém me estende uma garrafinha aberta. Bebo o máximo que consigo sem parar de ficar de quatro. Alguém se acomoda do meu lado e começa a massagear meus peitos. Em nenhum momento pararam de me penetrar analmente com uma mão. Nessa hora, sinto que já não é mais uma mão. Parece um pau, mas não sinto ninguém atrás de mim. Continuo rebolando a raba e me entregando àquela situação, e depois de um tempo percebo que tão me penetrando com um vibrador. Deve ser um dos meus que o Ale deve ter pego no armário.
Sinto que tá cada vez mais fundo e já não dói nem incomoda. Isso é sinal de que meu cu já se acostumou e agora vem a hora de curtir o sexo anal de verdade.
De repente sinto alguém na minha frente. Estico a mão e toco um corpo. Logo algo se aproxima do meu rosto e, do jeito que dá, procuro com a boca. É uma pica. Tem um gosto estranho, resultado de ter usado camisinha há pouco tempo. Chupo ela como posso, tentando acordá-la, e aos poucos consigo. Em seguida, alguém se acomoda ao lado, então volto ao jogo de alternar de uma pra outra como dá. Percebo que quem chegou por último é XXL, mas não consigo fazer ela acordar. Mesmo dormindo, é grande. Às vezes gosto de chupar elas quando estão dormindo. Esse é o caso.
Nisso alguém se acomoda atrás de mim e eu percebo que o que tá me penetrando analmente agora é um pau de verdade. Não sei quem é, mas tô adorando. Me segura firme pela cintura, me empurrando contra ele. Sinto meu cu sendo completamente preenchido e em algum momento me jogo pra frente porque sinto um pouco de dor. Mas são só duas ou três estocadas. Depois me acostumo e acompanho o movimento. Alguém tenta se acomodar embaixo, mas é impossível, então desiste. Quem tá me penetrando sai e alguém me pega pela mão como se fosse pra eu levantar um pouco e deixar alguém se ajeitar debaixo de mim. Me recolocam e de repente tão me penetrando vaginalmente. Sei que a qualquer momento vem a dupla penetração e tô esperando por isso. Começo a me mexer porque já tô quase gozando de novo. É que a situação tá me deixando louca. Tão me comendo em manada e eu tô adorando. Não sei quem são, nem quantos são, mas eu tô gozando como nunca. Nisso alguém se acomoda de novo atrás de mim e tenta me penetrar analmente. Não consegue. Faço força e consigo que quem tá me penetrando vaginalmente saia. Levanto a raba como sinal de "é agora", e quem tá atrás de mim me penetra com um empurrão. Do jeito que dá, pego a rola do de baixo e começo, devagar, a enfiar em mim. Logo conseguimos e ficamos parados os três, como se esperando tudo se ajeitar. Gozo sem nem me mexer. Não acredito. Todo mundo percebe e alguém fala algo no meu ouvido que não consigo entender. Aos poucos, quem tá atrás de mim começa a se mover, pegando um ritmo lento, mas ritmo, afinal. Eu tô no céu. Do jeito que dá, estico o rosto pra tentar chupar alguma coisa, mas quem tava na minha frente antes parece que não tá mais. Sinceramente, não sei quanto tempo dura essa dupla penetração, mas quem tá atrás de mim começa a gozar porque me aperta com força e para de se mexer.
Tão beliscando meus bicos dos peitos. Aos poucos vai se ajeitando e entrando. Parece que entrou tudo, mas sei que não é assim porque ainda tô segurando ele com a mão. Começo a empurrar, mas percebo que vai doer. Saio de uma vez e volto a botar a bunda pra fora pra começar a sequência de novo. Dessa vez parece mais fácil e aos poucos vai entrando. Eu sinto que tão me partindo no meio, mas não quero que parem. De repente, esqueço de todo mundo. Agora têm que me penetrar vaginal. Pego quem tá debaixo de mim, que já tá esperando faz um tempinho o XXL conseguir me penetrar, e com a mão começo a guiar ele. Não custa nada. Pelo contrário. Entra fácil. De novo a sequência de esperar tudo se ajeitar e depois começar o movimento ritmado. Aquela sensação de que tão te arrebentando é única. Sinto as duas picas quase se roçando dentro de mim. Quem tá debaixo começa a gozar.
Alguém me pega pela mão e me faz sentar de novo. Sento e logo colocam um pau na minha cara. Começo a chupar. Tem gosto de camisinha. Sinceramente, é um nojo, mas eu aguento. Chupo com vontade, como se estivesse sendo obrigada. Sinto várias mãos me apalpando, mas já está tudo mais calmo que antes. Quem tá na minha boca depois de um tempo se afasta, dando lugar a outro. Outro que também tem gosto de camisinha. Alguém começa a me fazer sexo oral, mas a posição não ajuda e logo desiste. Eu me jogo pra trás, levantando a pélvis, o que facilita o serviço. Não sei se é o mesmo ou outro, mas começam a me fazer sexo oral de novo. Eu continuo chupando uma rola que começa a gozar. Quer sair pra não gozar na minha boca, mas é tarde. De novo, um pouco fica na minha boca, e um pouco nos meus peitos. Mas não é muita quantidade. Enquanto isso, continuam me dando uma sessão muito boa de sexo oral. Adoro.
Esfrio minha mente enquanto reviso a situação. Já perdi a conta de quantos homens me penetraram. Já ultrapassei todos os limites que um dia pensei que não passaria. E o que me assusta é que eu gosto. Gosto do que está acontecendo. Gosto de ser a puta de todos esses homens na minha casa. Gosto de aproveitar ao máximo sem nenhum risco, pela segurança de que meu marido está presente.
Continuo chupando uma rola. Tem gosto de sêmen com camisinha. Uma mistura letal, mas que não consigo deixar de curtir naquele momento. Não tá dura, mas também não tá morta. Na minha cabeça, coloco como objetivo fazer ele gozar, então me ajudo bastante com a mão, masturbando ele. Dá resultado. Ele começa a gozar na minha boca, mas me afasto rápido, deixando que ele goze nos meus peitos. Sinto que não cai muita coisa, sinal de que deve ser a segunda vez que ele tá fazendo isso. O sêmen nos meus peitos começa a escorrer pro umbigo. Tento arrumar meu cabelo e sinto que também tem sêmen ali. Sem perceber, acabo espalhando um pouco mais. Alguém para do meu lado de novo e pega um pouco nos meus peitos. Qualquer roçada já me dói, mas eu aguento. Ele aproxima a rola de novo, mas mal consigo chupar. Percebo que ele tá se masturbando na minha frente. Eu me toco um pouco pra estimular ele e também toco nele. Tá flácido, mas endurece rápido. Pouco depois, sinto mais sêmen nos meus peitos. De novo é pouco, mas sinto escorrendo pro umbigo também.
Percebo que aos poucos a intensidade vai diminuindo porque ninguém se aproxima.
Ninguém mais me penetra. Continuo com a venda e as sandálias nos pés. A música tá alta, então não tem como eu entender o que tão falando, mesmo ouvindo eles conversarem.
Depois de um tempo, parece que tudo acabou. Do jeito que dá, me ajeito e sento no sofá de pernas cruzadas. Não tenho problema em ficar pelada na frente dos outros, mas não poder ver nem ouvir não me agrada. Me sinto vulnerável. De repente, o volume da música baixa um pouco e eu escuto mais. Quero tirar a venda e descobrir quem me comeu, mas sei que não posso. Será que vou conhecê-los? Alguém senta do meu lado. É meu marido. Ele pergunta como foi e se estava tudo bem. Digo que foi muito bom, e que estava tudo mais que bem. Ele levanta e ouço ele falando com alguém. Pegam na minha mão e me fazem levantar. Sei que estão todos me olhando, mas minha nudez me agrada. Gosto porque sei que eles gostam de mim, e isso me faz sentir gostosa. Sempre gostei de ser o centro das atenções. De mãos dadas, me guiam até a escada que leva ao andar de cima, onde ficam os quartos. Me levam para o nosso quarto e me deitam na cama. É ele. Diz que vai se despedir de todo mundo e sobe. Que quando fechar a porta, posso tirar a venda.
Fico largada na cama pelada, sem nem me cobrir, e assim que ouço ele se afastar e fechar a porta, tiro a venda. A luz incomoda. Não sei quanto tempo fiquei com a venda. Olho a hora e são quase 5 da manhã. O que pra mim foi rapidão, na verdade durou mais de 2 horas. Tenho mil dúvidas na cabeça. Quem foram?, quantos foram?,
Quero que o Ale suba logo, mas ainda escuto ele lá embaixo conversando com alguém. Visto uma camiseta e me inclino na escada tentando ouvir. Eles estão limpando enquanto conversam. Desço alguns degraus, me inclino e vejo o Ale limpando com o Seba. Como tem intimidade, depois de me certificar de que não tinha mais ninguém, decido descer.
A sala parece uma zona de guerra. Tem um colchão inflável jogado no meio, um sofá está deslocado, pelo que entendi foi nele que me comeram. Na mesa dá pra ver um monte de latas de cerveja, pacotes de camisinha abertos e fechados, caixas, etc. Também vejo dois baldes com garrafas de champanhe vazias, um monte de copos e alguns refrigerantes e garrafas de água.
S. Assim que me vê, se aproxima e me dá um beijo. Pergunta se quero algo, e peço um copo d'água. Ele vai buscar na cozinha e volta com o Seba. Como estou sem calcinha e numa posição que mostra tudo, me ajeito um pouco e me cubro com a própria camiseta. Ale senta do meu lado e o Seba numa cadeira a alguns metros.
Eles ficam me encarando como se esperassem que eu dissesse alguma coisa, mas eu faço exatamente a mesma coisa.
Meu marido quebra o silêncio e me pergunta como eu estou. Digo que bem. E a segunda pergunta é como foi. Eu rio e, olhando para os dois, digo que foi muito bom.
Aí eu decido tomar a iniciativa e pergunto quantos foram. Eles riem e falam que não vão me contar. Quero matar eles. Quero saber com quantos eu transei. Não que mude muito, mas fico curiosa. É como se eu sentisse que quero bater meu recorde. Quem sabe se tiver outro, não quero que seja só mais um do que da última vez. Sei lá. Sou ambiciosa e muito competitiva. Sempre fui.
Insisto, mas não adianta. Faço outra pergunta. Vocês conheciam eles? Elas riem de novo e me respondem a mesma coisa. Não vão me contar. Isso me dá um tesão extra. Quero saber quem eram. Não quero ficar com alguém sem saber se me comeu ou não. Na minha cabeça, começo a tentar imaginar quem poderia ser. Quem meu marido pode ter convidado, mas as contas não fecham. Ele não tem tantos amigos com tanta intimidade. Ou pelo menos eu não sei.
Como sou orgulhosa, não insisto muito. Talvez quando o Seba for embora e eu ficar sozinha, ele me conte tudo.
Enquanto sinto que não aguento mais de cansaço e quero ir pra cama. Levanto e dou um beijo de língua e tudo na Ale. Um beijo curto, mas intenso. Passo do lado do Seba e dou um tapinha na cabeça dele. Subo a escada e, enquanto subo, sinto que minha cabeça vai explodir se não conseguir saber quem me comeu naquela noite.
A semana passou sem grandes novidades, e quando chega sexta-feira, comento com a Ale que no dia seguinte ia sair pra jantar com minhas amigas. É nesse momento que a Ale me lembra que no sábado o Seba ia vir jantar em casa, mas que eu ficasse tranquila que eles pediam uma pizza e tomavam umas cervejas sozinhos.
Aquele sábado foi como qualquer outro. De manhã, atividades em família; no meio da manhã, meu marido e meu filho foram pra um churrasco que tinha no campo de esportes da escola, porque os pais organizaram um jogo de futebol. Como a presença das mães não era obrigatória, e eu já tenho meus sábados organizados, segui com minha rotina normal.
Meio-dia na academia, depois almoço em algum restaurante da área e no começo da tarde, salão de beleza. Como não ficou muito tarde, aproveitei pra fazer o que a gente, mulherada, adora. Fui fazer umas compras.
Com a desculpa do jantar com minhas amigas da faculdade, comprei um vestido bem gostoso, longo até os joelhos, soltinho, com um decote bonito e que não era nem muito chique nem muito esporte. Exatamente o que eu precisava pra aquela noite com as amigas.
Cheguei em casa, preparei um mate e logo depois o Ale e meu moleque chegaram de passar o dia no campo de esportes da escola.
Então tomei um banho e comecei a me arrumar pra noite. Pelo que vi no grupo do WhatsApp do jantar, éramos umas 12 convidadas, várias das quais eu não tinha notícias há anos. A verdade é que não era o melhor plano, mas tava afim de ver a Paula e duas das minhas amigas. O resto não me importava nem um pouco, mas sabendo como a gente, mulher, é, me arrumei pra me olharem de cima a baixo.
O vestido ficou colado em mim. Coloquei com umas sandálias altas, e por cima uma jaqueta de couro preta. No começo, usei com sutiã, mas o decote era profundo e aparecia, então acabei tirando.
Bem na hora de sair, a campainha tocou. Era o Seba. Ele sempre chega relativamente cedo quando vem pra casa. Como eu tava saindo com meu guri, falei pra Ale abrir a porta.
Cruzei com ele na porta e, enquanto meu filho entrava no carro, o Seba aproveitou pra me soltar umas putarias, já que eu tava saindo com a jaqueta na mão e meu decote aparecendo. Trocamos umas piadas e ele termina com um “não volta tarde que a gente vai ficar te esperando”. Levei na brincadeira e pronto. Mas no fim, não era bem assim.
Depois de deixar meu guri, fui pro restaurante. No caminho, peguei uma das minhas amigas, Daniela, então fomos batendo papo animado até o bar. Dani é muito gostosa, mas não capricha muito na produção, então do lado dela eu parecia que ia pra um casamento.
Ao chegar no local, logo encontramos a mesa onde as minas estavam. Algumas já tinham chegado, então sentei do lado da Dani e deixei um lugar pra Luciana. Daí a pouco chegou a Pau, e foi ela quem sentou no lugar que eu tinha deixado vago.
Levanto pra ir no banheiro. Como sempre, antes de levantar, pego o celular e, pra minha surpresa, vejo que tenho uns 10 mensagens da Ale. Comecei a me divertir e entrei na brincadeira. Primeiro, mandei uma selfie minha pra ela ver que eu tava bem. Óbvio que aproveitei e fiz a maior cara de puta, tirei a foto de cima pra aparecer o decote. As minhas me olhavam, mas eu nem liguei. Na segunda mensagem, falei que tinha dado em cima de uns caras, mas que até agora nenhum tinha chegado. Na seguinte, disse que um tinha chegado e me oferecido uma bebida, mas eu falei que com uma bebida só a gente não ia fazer nada. Daí a pouco mandei outra dizendo que agora, além da bebida, tavam me oferecendo grana, e que eu tava pensando.
A troca de mensagens foi constante. Eu tava mais com o celular na mão do que conversando com minhas ex-colegas de faculdade. A verdade é que era mais divertido pra mim. Num dado momento, a Ale me desafiou, dizendo que eu tava mentindo e que nenhum cara tava me dando bola. Naquela hora, como não gosto de perder, levantei, fui até uma mesa onde três caras estavam sentados sozinhos, expliquei que era uma brincadeira e pedi permissão pra sentar com eles e tirar umas fotos. Claro que eles toparam, menos um que pediu pra eu não postar em rede social nenhuma. Hahaha, que safado!
Me tirou umas três ou quatro fotos e mandei pra Ale. Claro que nas fotos eu aproveitei pra abraçar um, o outro meio que se jogou em cima de mim, essas coisas. Por um momento, não teve resposta, então imaginei que ela tava bolando o próximo passo. O primeiro desafio eu já tinha passado e até diria que venci. Os três caras aproveitaram pra me pagar uma cerveja, e depois de dar uma olhada na mesa das minhas amigas, onde de longe dava pra ver a Daniela quase bocejando, aceitei o convite. A conversa foi super de boa, sem ninguém ousar dar um passo além.
Nisso, chega uma nova mensagem da Ale, onde dessa vez ela dobrou a aposta, dizendo que sabia que a foto era montada ou que seriam colegas da faculdade. Para rebater, não tive ideia melhor do que sentar em cima de um dos caras e tirar uma nova foto. Sem dúvida, as quatro cervejas que já tinha tomado estavam me desinibindo. Escolhi um dos caras aleatoriamente e contei a ideia que tinha para vencer a aposta. Sem resistência, e sem eu dar tempo pra ele falar nada, pulei e me acomodei no colo dele. Os amigos ficaram olhando a situação e, entregando meu celular pra um deles, pedi pra ele tirar uma foto.
Como o garoto, que se não me engano se chamava Martin, era muito tímido e não me tocava, peguei nas mãos dele e fiz com que me abraçasse de um jeito que o antebraço dele fizesse uma das minhas tetas quase explodir pelo decote. Vi os dois amigos olhando, esperando ver algo a mais, mas infelizmente o bico não quis aparecer. De qualquer forma, a foto ficou uma delícia e foi assim que mandei pra ele. Com meio bico de fora já seria demais.
Sobrávamos eu, Dani, Pau, Luciana, mais duas minas. Aí pra dar um up na noite, pedi um champanhe.
O primeiro champanhe acabou rapidinho, então pedi mais um. Isso foi nos deixando mais soltas, e mesmo não sendo o grupo mais divertido com quem já tinha saído, pelo menos começamos a rir de besteiras. O segundo champanhe, sem dúvida, foi demais. Primeiro porque percebi que as minas, menos a Dani, já não estavam bebendo. Segundo, porque quando levantei pra ir no banheiro, percebi que tava realmente tonta.
Uma vez no banheiro, começo a mexer no celular e vejo que tinha três mensagens da Ale. A primeira perguntando a que horas eu ia voltar, a segunda perguntando se eu estava me comportando bem, e a terceira dizendo que se eu me comportasse mal, mandasse uma foto pra ela.
A verdade é que eu adoraria ter entrado na brincadeira, mas o bar não era um lugar muito agitado onde eu pudesse mandar uma foto quente aprontando. Mas pra não cortar o clima, e já que tava no banheiro e o vestido tinha um bom decote, resolvi tirar uma peitinho pelo decote e mandar uma foto. Dei tanto azar que, quando tava tirando a foto na frente do espelho, a Dani entrou pra me procurar. Do jeito que deu, tentei me esconder enquanto morria de rir, e a Dani não aguentava de tanta cara de espanto. Depois de explicar como pude o que tava fazendo, a Dani se ofereceu pra tirar a foto ela mesma, pra que meu marido não soubesse quem tinha tirado. Achei a ideia genial, então dessa vez não só mostrei uma peitinho, mas mostrei as duas, e a Dani tirou várias fotos. Quando éramos mais novas, eu e a Dani já tínhamos aprontado várias travessuras, então, mesmo fazendo tempo que ela não me via pelada, a verdade é que com ela não tinha vergonha. Assim que tirei as fotos, mandei tudo pro Ale, que não demorou pra responder me chamando de safada e um monte de outras coisas. "Quem tirou isso?", "Com quem você tá?", "Me conta". Eram as mensagens que ele mandava.
Quando cheguei em casa, como tinha combinado com o Ale, liguei pra avisar que tava a uma quadra. Ao virar na esquina, vejo ele parado na porta, com um sorriso de orelha a orelha, e com alguma coisa na mão que não consegui ver direito. Ele faz sinal pra eu parar, e assim que paro o carro, ele entra no banco do carona. Não deu tempo de falar nada, mas ele mandou eu entrar com o carro na garagem. Tava com cheiro de álcool, o que era sinal de que ou não tava sozinho, ou o Seba tinha acabado de ir embora.
Assim que a gente desceu do carro, e depois dela me fazer umas perguntas, ela me mostrou o que tinha na mão. Era uma máscara de dormir daquelas que dão nos aviões e que a gente usava pra brincar. Aí eu entendi por que tanta risada e mistério nas mensagens me perguntando quando eu chegava. A intenção era cair na putaria com o Seba. A real é que o joguinho de antes com os caras da mesa, e a parada das fotos, já tinha me deixado com tesão. Então, mesmo não estando explodindo de vontade, tava afim de que rolasse alguma coisa.
Peguei a venda sorrindo pra ale e perguntei se eu tinha que colocar naquele momento. Ela falou que sim, então obedeci e coloquei. ale me ajudou a subir as escadas que vão da garagem até o hall do primeiro andar. Enquanto subia, dava pra ouvir música. ale me ajudava com os degraus, e quando chegamos lá em cima, ela tirou a jaqueta de couro que eu tava usando. Fiquei parada ali esperando alguém se aproximar. Tinha certeza de que o Seba tava por perto. Dava pra sentir a presença dele.
Me pega na mão e coloca a taça, e com o mesmo movimento leva ela até minha boca, num claro sinal de que eu tinha que beber. Era champanhe. Não tava muito a fim de continuar bebendo, mas aceitei o desafio.
Tomei o máximo que consegui, mas alguma coisa me distraía. Naquela sala não tinha só dois homens. Tinha mais gente. Alguém se aproxima e, repetindo o mesmo ritual, pega na minha mão, coloca a taça e me manda beber de novo. Já tinha tomado duas taças de champanhe em menos de dois minutos. Sentia que tinha duas pessoas na minha frente, e outra atrás, mas de repente ouço a porta do banheiro. Na minha cabeça não tinha mais dúvida de que tinha várias pessoas na minha casa. Pelo menos umas quatro. Enquanto tentava enxergar alguma coisa pela lateral da venda, e escutar algo mais pra deduzir quantas pessoas estavam ali. Continuei dançando e me entregando àquele êxtase que, aos poucos, o clima ia criando.
Senti o pau dele duro encostado na minha bunda. Como o vestido era solto, dava pra sentir tudo. Nisso, ele me pergunta no ouvido se tava tudo bem. Sempre nessas situações ele aproveitava pra me perguntar. Se em algum momento eu dissesse que não, ele parava na hora. Era tipo o nosso sinal.
Assenti com a cabeça, e isso deu sinal verde pra ela começar a levantar meu vestido.
Não hesitei em me virar e começar a beijar ele. Dava pra sentir minha bunda toda exposta, na vista de pelo menos três pessoas. Continuei dançando como se estivesse sozinha com meu marido. Aí me afastei dele, empurrando com uma mão no peito, e segui dançando na frente de quem quer que estivesse ali. Não tô nem aí pra nada. Sou só eu e a música. Tentei dançar do jeito mais gostoso possível. Em alguns momentos, aproveitei pra levantar o vestido ou me virar e descer flexionando os joelhos pra que pudessem me apreciar ainda mais.
Dou umas voltas e fico tonto. Nisso, sinto alguém me pegar ou começar a me apalpar.
Começam a me beijar. Devolvo o beijo com paixão. Mas não é meu marido. Não sei quem é. Não importa. Sinto que já são várias as mãos me tocando. Eu tento tocar também. A única coisa que posso ter certeza é que todos os corpos que consigo tocar são masculinos. Tenho certeza de que são 4 homens. Mas são realmente quatro? Já perdi toda a referência.
Continuo dançando e cada vez me apalpam mais. De repente, puxo uma alça do vestido e, com um movimento, deixo cair. Fico parada de fio dental e sandálias na frente desses caras.
Alguém me segura pelos ombros e me empurra suavemente pra baixo, sinalizando que eu tinha que me ajoelhar. O famoso gang bang com que tanto a gente fantasiou tá prestes a rolar. Eu entendo e sei o que tenho que fazer. Então, como posso, começo a procurar a primeira pica. Encontro uma, que já tá de fora, então já começo a chupar. Sinto alguém me segurar pela cabeça, me empurrando e fazendo ela entrar quase toda na minha boca. Não é muito grande. Diria que é normal. Continuo chupando com vontade. Sinto a presença de alguém na minha direita, então com a mão tateio pra ver se acho algo. Logo sinto outro corpo nu. Empurrando pela bunda com a mão direita, puxo ele até meu rosto. Já tenho duas. Começo o jogo de uma e uma. Fico assim uns minutos chupando as duas picas. Chega um terceiro. Esse já chega batendo a pica na minha cara. Então só precisei virar a cabeça pra esquerda pra começar a chupar. Me chamou a atenção o tamanho da cabeça. Essa era grande mesmo, porque tive que abrir a boca mais que o normal. Se não fizesse isso, ia machucar ele com meus dentes. Não sei quanto tempo fiquei assim. Do que eu tinha certeza era que no mínimo eram 5 caras. Me sinto possuída, como se tentasse deixar todos satisfeitos. Vou me virando como posso, ajudando com as mãos.
Nisso, sinto que alguém mais se aproxima. Tô numa espécie de roda. Meus joelhos já tão doendo, então, como dá, peço pra alguém trazer uma almofada de um dos sofás. Alguém, que não é nenhum dos três que tô chupando, me alcança. Assim que pego, seguro pra ficar comigo. Também tá pelado, então começo a chupar ele também. Já são 4. Mas ainda tem mais um atrás de mim. Me viro e, como dá, começo a chupar ele também. Esse parece ser o Seba. Não tenho certeza e também não tô nem aí. Nessa altura, não me importa saber quem é quem, só me entrego completamente à situação. Algo que muitas vezes imaginei e fantasiei, e que agora tá acontecendo.
Vou tentando chupar um pouco de cada um. Eles também, como podem, me tocam e começam a me penetrar com os dedos. Me sinto molhada. Tô tão molhada que quando alguém tira os dedos de dentro de mim, sinto uma parte do meu mel escorrendo pela minha perna. Tô rodeada por 5 caras. Sei que meu marido tá ali vendo tudo.
Me sinto a maior vadia. Adoro isso. Levanto e me deixo levar. Me levam até o sofá e mandam eu sentar. De novo começam a se aproximar como se eu fosse chupar eles. Já não sei mais quem é quem, até que a grandona aparece. Essa é impossível não reconhecer. Enquanto chupo, fico pensando se vai doer. Se vai ser igual à do sócio do meu chefe no Uruguai. Aquela sim tinha me partido no meio, mas no final curti pra caralho. Já não sei quanto tempo tô assim, mas quero que alguém me meta. Eu também quero gozar. Num momento, me ajudando com as mãos, afasto quem tá na minha frente e, sem hesitar, levanto e me viro. Fico de quatro com os joelhos no sofá e os braços apoiados no encosto. Mostro a raba e espero que alguém entenda meu recado e me meta. Não passaram nem 30 segundos e sinto alguém começando a me tocar. Os dedos entram fácil por causa da lubrificação que tô. A calcinha fio-dental tá toda de lado, então começam a tirar. Me mexo pra facilitar, ficando só com as sandálias. Tô com a parte de dentro das coxas molhada do fluxo que tô deixando escapar. É inegável que eu curto gang bang. O tesão de não saber com quem tô, junto com a segurança de estar ali com meu marido, é impagável. Tô entregue e ao mesmo tempo me sinto segura. De repente, sinto alguém tentando me penetrar. Não demora nem custa. Me mete na hora. Colocou camisinha. Dá pra sentir. Não gosto, mas é necessário. Como o sofá não tá encostado na parede, minha posição é ideal pra continuar chupando alguém. Minha mandíbula já descansou uns 5 minutos e sinto que tem alguém na minha frente. Começo a chupar, e imediatamente outro cara também se coloca na frente. Então, do jeito que dá, vou alternando entre os dois. Em pouco tempo, percebo que quem tá atrás de mim tá perto de gozar. Me agarra com força pelas cadeiras. Tá gozando. Sai e, atrás, outro me penetra rapidinho. Também tá de camisinha. Esse é um pouco Mais brusco e faz isso num ritmo mais frenético. Cada vez que empurra pra dentro, minha cara bate no corpo de quem tá na minha frente. Às vezes consigo me segurar com as mãos, fazendo um pouco de resistência, outras vezes engulo ela inteira direto, me fazendo engasgar um pouco. Ele goza e logo outro me penetra. Me sinto usada e adoro isso. Enquanto faço o que tô fazendo, penso nas minhas amigas. No que elas tão perdendo e se alguma é igual a mim. Talvez eu tenha uma amiga mais festeira do que eu e não saiba.
Uma das picas que tô chupando é a XXL. É difícil pra mim e quero que quem tá atrás goze logo pra ele me penetrar. Levanto a raba e começo a me mexer também, como se tivesse apressando a situação. Funciona. Logo eles terminam de gozar e a XXL sai da minha boca. Passam alguns segundos em que imagino ele colocando a camisinha e começando a me penetrar. Mas não tem dificuldade além do tamanho. Logo sinto ela toda dentro de mim. Não me dá mais prazer que as outras nem dói, mas parece mais larga, me preenche mais. Alguém para na minha frente, do lado de quem ainda não me penetrou. Começo a chupar e logo reconheço. É o Ale. Me dedico a ele e esqueço o resto. Chupo do jeito que ele gosta. Ele se afasta e, no meu ouvido, pergunta de novo se tá tudo bem. Aceno com a cabeça de novo, bem na hora que tão me bombando magistralmente. Sinto os ovos da XXL se mexendo debaixo de mim. Tô adorando e cada estocada faz meu corpo sair pra fora do sofá.
XXL goza. Percebo porque ele me agarra com força. Fui comida por 5 caras em menos de 20 minutos. Adoro. Nunca tinha vivido algo assim e já tô pensando quando vamos repetir. Eu ainda não consegui gozar. Não sei se é porque não tô confortável naquela posição ou se me concentrei mais neles do que em mim. O último goza e se afasta. Eu fico parada naquela posição, como se esperasse instruções. Sei que tão me olhando e que a vista é a melhor. Tô de quatro, com a buceta apontada pra eles. Percebo que tão tirando fotos minhas. Não me incomoda. Tenho milhares. Mas não gosto de não saber quem tá ali. Eu aguento, são as regras do jogo.
Já devem ter se passado 2 minutos e alguém pega na minha mão. Acho que é meu marido, mas ele não fala, então não posso ter certeza.
Ela me faz deitar num colchão. Reconheço ele. É um colchão inflável que a gente tem há muito tempo. Alguém se deu ao trabalho de encher ele. Já tinham tudo preparado!!!
Deito e na hora alguém se deita do meu lado. Me pegam e me sentam por cima. E de uma vez me penetram. Começo a cavalgar do jeito que eu gosto. Apertam meus peitos. Beliscam meus mamilos. Agora tô gozando igual uma puta. Adoro ficar por cima. Sinto que meu primeiro orgasmo tá vindo. Me mexo porque ninguém vai roubar ele de mim. Acho que fazia tempo que eu não gritava tão alto enquanto gozava. É que em casa, com meu filho no quarto ao lado, é difícil fazer um show desses. Aproveitei pra caralho. Alguém se coloca na minha frente pra eu chupar. Não tenho problema e faço. Tá mole, mas aos poucos vai acordando. Sinto que o Seba vai gozar, e como não tem camisinha, me empurra pra sair. Não tô nem aí, me ajeito e começo a chupar bem na hora que ele goza. Metade da porra vai na minha cara e no cabelo. O resto eu engulo enquanto limpo ele. Continuo chupando a pica que tá do lado. Alguém começa a brincar com meu cu. No começo tímido, um dedo, depois dois. Acho que vão fazer dupla penetração em mim. Adoro, desde que façam com cuidado.
Ele sai e ninguém ocupa o lugar dele. Enquanto isso, alguém continua brincando com minha buceta. Já não são dois dedos, agora são três e até quatro. Não sei o que estão usando, mas me lubrificaram com alguma coisa.
Fico rebolando a buceta, meio que ajudando a situação. Tô com as costas arqueadas e ouço comentários sobre minha posição. Sinto a boca pastosa, uma mistura de sede, álcool e o esperma do Seba. Pela primeira vez, crio coragem pra falar e peço se alguém pode me alcançar um copo d'água. Não me respondem, mas logo alguém me estende uma garrafinha aberta. Bebo o máximo que consigo sem parar de ficar de quatro. Alguém se acomoda do meu lado e começa a massagear meus peitos. Em nenhum momento pararam de me penetrar analmente com uma mão. Nessa hora, sinto que já não é mais uma mão. Parece um pau, mas não sinto ninguém atrás de mim. Continuo rebolando a raba e me entregando àquela situação, e depois de um tempo percebo que tão me penetrando com um vibrador. Deve ser um dos meus que o Ale deve ter pego no armário.
Sinto que tá cada vez mais fundo e já não dói nem incomoda. Isso é sinal de que meu cu já se acostumou e agora vem a hora de curtir o sexo anal de verdade.
De repente sinto alguém na minha frente. Estico a mão e toco um corpo. Logo algo se aproxima do meu rosto e, do jeito que dá, procuro com a boca. É uma pica. Tem um gosto estranho, resultado de ter usado camisinha há pouco tempo. Chupo ela como posso, tentando acordá-la, e aos poucos consigo. Em seguida, alguém se acomoda ao lado, então volto ao jogo de alternar de uma pra outra como dá. Percebo que quem chegou por último é XXL, mas não consigo fazer ela acordar. Mesmo dormindo, é grande. Às vezes gosto de chupar elas quando estão dormindo. Esse é o caso.
Nisso alguém se acomoda atrás de mim e eu percebo que o que tá me penetrando analmente agora é um pau de verdade. Não sei quem é, mas tô adorando. Me segura firme pela cintura, me empurrando contra ele. Sinto meu cu sendo completamente preenchido e em algum momento me jogo pra frente porque sinto um pouco de dor. Mas são só duas ou três estocadas. Depois me acostumo e acompanho o movimento. Alguém tenta se acomodar embaixo, mas é impossível, então desiste. Quem tá me penetrando sai e alguém me pega pela mão como se fosse pra eu levantar um pouco e deixar alguém se ajeitar debaixo de mim. Me recolocam e de repente tão me penetrando vaginalmente. Sei que a qualquer momento vem a dupla penetração e tô esperando por isso. Começo a me mexer porque já tô quase gozando de novo. É que a situação tá me deixando louca. Tão me comendo em manada e eu tô adorando. Não sei quem são, nem quantos são, mas eu tô gozando como nunca. Nisso alguém se acomoda de novo atrás de mim e tenta me penetrar analmente. Não consegue. Faço força e consigo que quem tá me penetrando vaginalmente saia. Levanto a raba como sinal de "é agora", e quem tá atrás de mim me penetra com um empurrão. Do jeito que dá, pego a rola do de baixo e começo, devagar, a enfiar em mim. Logo conseguimos e ficamos parados os três, como se esperando tudo se ajeitar. Gozo sem nem me mexer. Não acredito. Todo mundo percebe e alguém fala algo no meu ouvido que não consigo entender. Aos poucos, quem tá atrás de mim começa a se mover, pegando um ritmo lento, mas ritmo, afinal. Eu tô no céu. Do jeito que dá, estico o rosto pra tentar chupar alguma coisa, mas quem tava na minha frente antes parece que não tá mais. Sinceramente, não sei quanto tempo dura essa dupla penetração, mas quem tá atrás de mim começa a gozar porque me aperta com força e para de se mexer.
Tão beliscando meus bicos dos peitos. Aos poucos vai se ajeitando e entrando. Parece que entrou tudo, mas sei que não é assim porque ainda tô segurando ele com a mão. Começo a empurrar, mas percebo que vai doer. Saio de uma vez e volto a botar a bunda pra fora pra começar a sequência de novo. Dessa vez parece mais fácil e aos poucos vai entrando. Eu sinto que tão me partindo no meio, mas não quero que parem. De repente, esqueço de todo mundo. Agora têm que me penetrar vaginal. Pego quem tá debaixo de mim, que já tá esperando faz um tempinho o XXL conseguir me penetrar, e com a mão começo a guiar ele. Não custa nada. Pelo contrário. Entra fácil. De novo a sequência de esperar tudo se ajeitar e depois começar o movimento ritmado. Aquela sensação de que tão te arrebentando é única. Sinto as duas picas quase se roçando dentro de mim. Quem tá debaixo começa a gozar.
Alguém me pega pela mão e me faz sentar de novo. Sento e logo colocam um pau na minha cara. Começo a chupar. Tem gosto de camisinha. Sinceramente, é um nojo, mas eu aguento. Chupo com vontade, como se estivesse sendo obrigada. Sinto várias mãos me apalpando, mas já está tudo mais calmo que antes. Quem tá na minha boca depois de um tempo se afasta, dando lugar a outro. Outro que também tem gosto de camisinha. Alguém começa a me fazer sexo oral, mas a posição não ajuda e logo desiste. Eu me jogo pra trás, levantando a pélvis, o que facilita o serviço. Não sei se é o mesmo ou outro, mas começam a me fazer sexo oral de novo. Eu continuo chupando uma rola que começa a gozar. Quer sair pra não gozar na minha boca, mas é tarde. De novo, um pouco fica na minha boca, e um pouco nos meus peitos. Mas não é muita quantidade. Enquanto isso, continuam me dando uma sessão muito boa de sexo oral. Adoro.
Esfrio minha mente enquanto reviso a situação. Já perdi a conta de quantos homens me penetraram. Já ultrapassei todos os limites que um dia pensei que não passaria. E o que me assusta é que eu gosto. Gosto do que está acontecendo. Gosto de ser a puta de todos esses homens na minha casa. Gosto de aproveitar ao máximo sem nenhum risco, pela segurança de que meu marido está presente.
Continuo chupando uma rola. Tem gosto de sêmen com camisinha. Uma mistura letal, mas que não consigo deixar de curtir naquele momento. Não tá dura, mas também não tá morta. Na minha cabeça, coloco como objetivo fazer ele gozar, então me ajudo bastante com a mão, masturbando ele. Dá resultado. Ele começa a gozar na minha boca, mas me afasto rápido, deixando que ele goze nos meus peitos. Sinto que não cai muita coisa, sinal de que deve ser a segunda vez que ele tá fazendo isso. O sêmen nos meus peitos começa a escorrer pro umbigo. Tento arrumar meu cabelo e sinto que também tem sêmen ali. Sem perceber, acabo espalhando um pouco mais. Alguém para do meu lado de novo e pega um pouco nos meus peitos. Qualquer roçada já me dói, mas eu aguento. Ele aproxima a rola de novo, mas mal consigo chupar. Percebo que ele tá se masturbando na minha frente. Eu me toco um pouco pra estimular ele e também toco nele. Tá flácido, mas endurece rápido. Pouco depois, sinto mais sêmen nos meus peitos. De novo é pouco, mas sinto escorrendo pro umbigo também.
Percebo que aos poucos a intensidade vai diminuindo porque ninguém se aproxima.
Ninguém mais me penetra. Continuo com a venda e as sandálias nos pés. A música tá alta, então não tem como eu entender o que tão falando, mesmo ouvindo eles conversarem.
Depois de um tempo, parece que tudo acabou. Do jeito que dá, me ajeito e sento no sofá de pernas cruzadas. Não tenho problema em ficar pelada na frente dos outros, mas não poder ver nem ouvir não me agrada. Me sinto vulnerável. De repente, o volume da música baixa um pouco e eu escuto mais. Quero tirar a venda e descobrir quem me comeu, mas sei que não posso. Será que vou conhecê-los? Alguém senta do meu lado. É meu marido. Ele pergunta como foi e se estava tudo bem. Digo que foi muito bom, e que estava tudo mais que bem. Ele levanta e ouço ele falando com alguém. Pegam na minha mão e me fazem levantar. Sei que estão todos me olhando, mas minha nudez me agrada. Gosto porque sei que eles gostam de mim, e isso me faz sentir gostosa. Sempre gostei de ser o centro das atenções. De mãos dadas, me guiam até a escada que leva ao andar de cima, onde ficam os quartos. Me levam para o nosso quarto e me deitam na cama. É ele. Diz que vai se despedir de todo mundo e sobe. Que quando fechar a porta, posso tirar a venda.
Fico largada na cama pelada, sem nem me cobrir, e assim que ouço ele se afastar e fechar a porta, tiro a venda. A luz incomoda. Não sei quanto tempo fiquei com a venda. Olho a hora e são quase 5 da manhã. O que pra mim foi rapidão, na verdade durou mais de 2 horas. Tenho mil dúvidas na cabeça. Quem foram?, quantos foram?,
Quero que o Ale suba logo, mas ainda escuto ele lá embaixo conversando com alguém. Visto uma camiseta e me inclino na escada tentando ouvir. Eles estão limpando enquanto conversam. Desço alguns degraus, me inclino e vejo o Ale limpando com o Seba. Como tem intimidade, depois de me certificar de que não tinha mais ninguém, decido descer.
A sala parece uma zona de guerra. Tem um colchão inflável jogado no meio, um sofá está deslocado, pelo que entendi foi nele que me comeram. Na mesa dá pra ver um monte de latas de cerveja, pacotes de camisinha abertos e fechados, caixas, etc. Também vejo dois baldes com garrafas de champanhe vazias, um monte de copos e alguns refrigerantes e garrafas de água.
S. Assim que me vê, se aproxima e me dá um beijo. Pergunta se quero algo, e peço um copo d'água. Ele vai buscar na cozinha e volta com o Seba. Como estou sem calcinha e numa posição que mostra tudo, me ajeito um pouco e me cubro com a própria camiseta. Ale senta do meu lado e o Seba numa cadeira a alguns metros.
Eles ficam me encarando como se esperassem que eu dissesse alguma coisa, mas eu faço exatamente a mesma coisa.
Meu marido quebra o silêncio e me pergunta como eu estou. Digo que bem. E a segunda pergunta é como foi. Eu rio e, olhando para os dois, digo que foi muito bom.
Aí eu decido tomar a iniciativa e pergunto quantos foram. Eles riem e falam que não vão me contar. Quero matar eles. Quero saber com quantos eu transei. Não que mude muito, mas fico curiosa. É como se eu sentisse que quero bater meu recorde. Quem sabe se tiver outro, não quero que seja só mais um do que da última vez. Sei lá. Sou ambiciosa e muito competitiva. Sempre fui.
Insisto, mas não adianta. Faço outra pergunta. Vocês conheciam eles? Elas riem de novo e me respondem a mesma coisa. Não vão me contar. Isso me dá um tesão extra. Quero saber quem eram. Não quero ficar com alguém sem saber se me comeu ou não. Na minha cabeça, começo a tentar imaginar quem poderia ser. Quem meu marido pode ter convidado, mas as contas não fecham. Ele não tem tantos amigos com tanta intimidade. Ou pelo menos eu não sei.
Como sou orgulhosa, não insisto muito. Talvez quando o Seba for embora e eu ficar sozinha, ele me conte tudo.
Enquanto sinto que não aguento mais de cansaço e quero ir pra cama. Levanto e dou um beijo de língua e tudo na Ale. Um beijo curto, mas intenso. Passo do lado do Seba e dou um tapinha na cabeça dele. Subo a escada e, enquanto subo, sinto que minha cabeça vai explodir se não conseguir saber quem me comeu naquela noite.
4 comentários - Meu marido continua me entregando e eu adoro