(Parte do) O pau dele pulsava de antecipação só de pensar na chance de finalmente experimentar o anal com a mulher que mais desejava. Sabia que teria que ser cuidadoso e persuasivo pra ganhar a confiança da Anna e fazer ela entender que era isso que os dois precisavam. Tyler se sentia seguro pra pedir à Anna o que tanto queria, já que ela era a única pessoa com quem se sentia completamente à vontade pra experimentar sexo anal pela primeira vez. Além disso, a Anna tinha mostrado que curtia essa prática na noite em que tava vendo pornô com o Tyler, e tava claro que o marido dela deixava ela completamente na mão. Com essa certeza na cabeça, Tyler esperou a mãe dele e a sobrinha Emma irem dormir naquela noite. Assim que a casa ficou em silêncio, ele se preparou mental e emocionalmente pra chegar na Anna com a proposta. Tyler se aproximou nervoso do sofá onde a Anna tava vendo TV, o coração batendo forte no peito. Da última vez que tinha pedido pra eles voltarem a ter aquela intimidade, depois do casamento dela, a Anna não tinha levado bem. Tyler lembrava vividamente da última vez que tinha pedido sexo pra Anna depois do casamento dela. Foi no casamento de uma das tias, onde ela tinha ido com o marido. A Anna tava uma gostosa com um vestido curto prateado que destacava a figura magra e sexy dela. Tyler viu ela sair na sacada e se aproximou na discrição. Lá, pediu pra eles fugirem juntos pra algum canto do jardim pra transar, mas a Anna ficou puta da vida. Ela disse friamente que não queria mais ouvir falar daquilo, que já tinha dito que nunca mais iam ter relações sexuais, que ele parasse de insistir e que devia esquecer aquilo pelo bem dos dois. Ela ficou de mal com ele por um bom tempo, sem falar com ele. Era uma lembrança dolorosa que ainda ecoava na mente do Tyler, fazendo ele hesitar na ideia de repetir o pedido. Mas o desejo dele de experimentar sexo anal com a Anna era Forte demais pra ignorar. Anna descansava no sofá, com as pernas cruzadas de um jeito que destacava as coxas tonificadas. Ela só usava uma camisola preta de alcinha de seda e uma calcinha, cujo tecido grudava na pele meio brilhosa de suor. Da posição dele, Tyler sentou na frente dela e podia ver a parte da frente da camisola até onde os mamilos endurecidos se projetavam contra o tecido delicado. Os olhos dele vagavam pela curva da cintura dela e desciam até as coxas nuas, admirando a beleza da irmã. Tyler ficou olhando pra Anna em silêncio, pensando se devia arriscar perguntar se eles podiam transar de novo ou não. Enquanto isso, Anna continuava focada na televisão, alheia aos pensamentos tarados do irmão. Embora parecesse distraída, de vez em quando Anna se mexia meio desconfortável no sofá, talvez por causa da temperatura alta do corpo e do suor por baixo da camisola de seda. Tyler notava cada respiração funda que saía da irmã, que contrastava com a calma da atitude serena dela. Tyler não consegue tirar os olhos do corpo dela. Ele imagina como seria sentir aquelas coxas tonificadas e incríveis enroscadas nele, se enterrar fundo no calor acolhedor dela mais uma vez. O pau dele se contrai com a ideia, apertando contra o shorts. Mas, apesar de tudo que passa na cabeça dele, ele fica quieto. Sabe que, se falar agora, tem chance de Anna recusar de novo. E, embora aguentasse essa rejeição, não quer perder a chance de comer o cu da irmã, é o maior desejo que ele tem nesse momento. Anna se levanta do sofá e diz que vai descansar. Quando Anna se levantou do sofá, os movimentos dela foram suaves e elegantes, mostrando a confiança e a graça natural dela. Apesar de a decisão repentina de ir embora ter pego ele de surpresa, Tyler não conseguiu evitar ser atraído pela visão rápida da camisola sem manga que se... levantava ligeiramente. Naquele breve instante, viu um vislumbre tentador da borda de renda da calcinha da Anna, que contrastava com a pele lisa dos seus quadris e coxas. A cena foi tão rápida que Tyler mal teve tempo de processar a visão, mas sua mente já começava a imaginar o que poderia estar escondido debaixo daquele tecido fino. Ao se despedir com um simples "Boa noite", Tyler não conseguiu disfarçar o desejo de seguir a Anna com os olhos enquanto ela se afastava pelo corredor. A bunda redonda e firme dela chamava sua atenção, convidando-o a agarrá-la e dar uns tapas com força. Enquanto caminhava, Anna mexia os quadris com uma graça natural, fazendo a bunda balançar de um jeito gostoso. A camisola longa se ajustava ao corpo dela, mostrando a forma perfeita das nádegas coladas no tecido. Tyler ficou hipnotizado com o espetáculo, a imaginação já começando a pintar cenas eróticas com a irmã. Tyler ficou olhando pra bunda dela enquanto ela se afastava, puta merda, que gostosa e bunduda que a Anna é!!! Isso eu tenho que viver! Tenho que fazer com ela. Ele percebeu que não aguentava mais. O desejo pela Anna era intenso e urgente, e ele sabia que tinha que se arriscar a propor. Bem quando a Anna andava pelo corredor e ia subir as escadas para os quartos, Tyler a alcançou — ei, Anna, tem um tempinho? — humm... sim, fala, o que foi? — ahh! É que eu queria te pedir... que... ahmm. Se você toparia?... Como é que eu falo? humm... Tyler estava extremamente nervoso ao abordar a Anna. Olhando diretamente nos olhos dela, notou um leve toque de intriga na expressão séria dela, não conseguia sustentar o olhar. Percebeu que a irmã estava sentindo a tensão dele, embora não entendesse exatamente do que se tratava. — Então fala logo... só diz. — É que eu quero... te dizer... Não, sabe, deixa pra lá, não é nada, irmã, haha, verdade, esqueci o que era, melhor a gente ir dormir. Anna segurou o braço dele antes que ele se afastasse e disse — Não. Me diz... o que você quer me pedir? Sabe que pode confiar em mim, Tyler. Vamos, me fala, não pode ser tão ruim assim, pode? — Bom... Anna, isso... Acho que depende de como você vai levar, mana.
— Bom, seja ruim ou bom, acho que a gente tem confiança, Tyler, e você sabe que eu nunca te passaria a perna. Vai, solta logo.
Tyler se sentiu um pouco aliviado ao ouvir Anna insistir pra ele contar o que precisava. A irmã parecia disposta a ouvir e, mais importante, manter segredo. Respirando fundo, Tyler se aproximou mais de Anna e baixou a voz até virar um sussurro.
— Tô... tô com vontade de... de fazer uma coisa com você, Anna. Uma coisa que sempre quis tentar, mas nunca tive coragem de te pedir.
— Bom, e o que seria isso?
— Bom... queria saber se você topava... hmm... que a gente... como é que eu vou dizer? Que a gente... fizesse aquilo?
— Como assim?... Fazer o quê, pequeno?
Antes que Tyler conseguisse falar as palavras, Anna olhou direto nos olhos dele com uma intensidade que deixou ele ainda mais nervoso.
— Tipo o que a gente tava conversando outro dia, sabe, sobre... por trás...
— Por trás? Se explica.
— O negócio do filme pornô. (Tyler falou bem baixinho)
— Peraí!!! Quêêêêê?!
Anna quase se exaltou com a proposta explícita. Agarrou Tyler pelo peito, segurando a camisa dele, e puxou ele pra longe da escada, arrastando pelo corredor. Enfiou ele contra a parede e, de um jeito quase ameaçador, falou baixo mas firme pra ninguém ouvir:
— Tyler, você tá me pedindo pra ter sexo anal comigo?!
Ela disse bem séria, meio puta, com uns olhos intimidantes que pareciam soltar faísca. Tyler ficou ainda mais nervoso ao ouvir a pergunta de Anna. Ela olhou pra ele com uma expressão grave e irritada, os olhos brilhando de raiva enquanto segurava ele contra a parede do corredor. Tyler manteve o olhar baixo, morrendo de nervoso, mas ainda assim juntou coragem pra admitir que era isso mesmo que tava propondo pra irmã. Levantou o olhar e encarou ela. os olhos dele dizendo — "S-sim, Anna... É exatamente isso que estou te pedindo. Quero transar anal com você." Tyler admitiu com a voz trêmula, sentindo-se vulnerável e exposto sob o olhar severo de Anna, mas tentando manter um pouco de determinação. Parecia que Anna estava processando o pedido, tentando assimilar a realidade do que Tyler estava solicitando. A respiração dela ficou mais superficial, e Tyler notou como a mão dela no peito dele apertava levemente, como se estivesse tentando controlar as próprias emoções. — É sério, Tyler? — Ehh!!! Bom... É... S-sim, Anna. Anna aproxima o rosto do de Tyler e reclama num tom baixo, quase um sussurro — Você não acha que está indo longe demais me pedindo uma coisa dessas, seu pervertido!? — Bom... Eu... — Não basta ter te ajudado com sua virgindade e ter ficado com você do jeito que você quis, agora ainda quer meter até por trás!? Sou sua irmã, idiota!!! — Anna... Eu... — Combinamos que nunca mais teríamos nada, de nenhum tipo, Tyler, nunca mais! Além disso, você já tem sua namorada. Anna solta Tyler da camisa e cruza os braços, olhando para ele indignada. — Ah, qual é, Anna, eu sei que é errado te pedir isso... mas... mas você sabe que você é... É a pessoa em quem mais confio para fazer algo assim, irmã, você gosta de fazer isso, não é? Que diferença faz ser comigo? — O fato de eu ter te contado que gosto de fazer isso não significa que eu tenha que fazer com meu irmãozinho pervertido. — Anna... Não fala comigo como se eu fosse um garoto, eu... não lembro de ter te decepcionado nunca, você curtia tanto quanto eu quando... a gente transava, além disso, irmã, pra mim vai ser a primeira vez que faço algo assim e eu gostaria que fosse com você... e você sabe que... o fato de você ser minha irmã... torna tudo mais... gostoso. Anna ficou com os braços cruzados, olhando para Tyler com incredulidade. Então, de repente, ouviu o argumento dele sobre que, sendo a irmã dele, a experiência seria ainda mais... Excitante e morbidosa. A ideia pareceu impactá-la, fazendo ela refletir sobre a dupla carga emocional e sexual que aquilo implicava. Ela disse com sarcasmo: — O quê? Cê tá dizendo que, por eu ser sua irmã, isso seria mais *tasty*? Haha, que filho da puta você é! — a voz dela carregada de surpresa e uma certa indignação. Parecia estar processando a ideia de que o parentesco com Tyler poderia aumentar a atração e o desejo entre eles. — Sim. — Cê é maluco de me fazer esse tipo de proposta. Quero que você me tire das suas fantasias tortas, Tyler. Sou sua irmã, e o que a gente teve antes foi um erro, não devia ter rolado, ok. — Você não parecia estar arrependida da última vez que a gente transou, eu e você, naquele hotel, irmã. — Tyler fez Anna lembrar do último encontro sexual que tiveram antes dela se casar. Foi num hotel muito bom da cidade. Naquela noite, a mente de Anna foi invadida pelas lembranças dos orgasmos intensos que teve com Tyler, fazendo ela corar e gaguejar na frente dele, claramente nervosa. Ajeitando o cabelo, ela disse pra Tyler: — Tyler, isso... Bom... Isso foi só uma despedida... Não queria que você ficasse assim... — Bom, então... faz isso por mim uma última vez, Anna. Só quero ficar com você mais uma vez, irmã. A verdade é que... sinto muita falta do sexo com você... sinto muita sua falta e... tenho certeza que você também curtia pra caralho. — Anna, de vez em quando, olhava pra escada, se certificando de que ninguém vinha ou ouvia eles falarem das coisas ilícitas que ela e o irmão fizeram no passado. Depois, voltou o olhar pra Tyler e disse: — Olha... Tyler... Sim, não posso negar. Eu curti na época, eu sei que foi muito erótico, se é que dá pra dizer assim, o que a gente fez, ok. Sei que contigo rolaram umas paradas, eu tive... orgasmos muito bons, dos melhores da minha vida. Os momentos contigo foram muito inesquecíveis, e... sei que o proibido esquenta muito, irmão, de verdade. E tenho que confessar que me excitava pra caralho a relação proibida que a gente tinha, eu e você. — Sim, irmã. Tudo. Era... Muito gostoso - E saber que era proibido ter relações contigo me excitava ainda mais. Por um momento, Anna parecia estar se esquentando e sendo meio provocante com Tyler ao mencionar o quanto curtia sexo com ele, mas logo percebeu que estava baixando a guarda ao lembrar dos momentos íntimos com o irmão e voltou a se recompor, firme e prudente, limpando a garganta e dizendo - Ja jam! Bom... mas já não tô mais nessa fase da minha vida, agora sou uma mulher casada, tá bom!! E é melhor você esquecer tudo que rolou entre nós, Tyler, e é melhor que seja assim, porque você e eu não podemos ficar juntos e muito menos ficar fazendo... essas coisas pecaminosas, entendeu?! Ela fez uma cara séria - Jaja, bom Anna, nunca pensei que você se importasse com algo relacionado a pecados ou algo assim, nunca foi apegada à religião e muito menos ligava pro que a sociedade pensava, ou ligava? - Bom, é... é diferente agora... E não, não sou apegada à religião e muito menos me importo com o que as pessoas falam, detesto a falsa moralidade da sociedade, mas isso é algo que sei que não devo fazer por outros motivos, como afetar nossa família ou nossa relação de irmãos, por exemplo. - Anna, você sabe que eu sou discreto, ninguém precisaria ficar sabendo e, bom... acho que... a gente poderia formar um vínculo fraternal mais forte... Com isso, cê não acha? Anna diz de forma sarcástica: - Jaja, claro, vai formar um vínculo incrivelmente forte comigo fodendo minha bunda, não é? - Bom Anna, eu não tive nenhum problema com o que rolou entre a gente e, pois... você sabe que sou confiável, irmã, só pensei que, pelo jeito que a gente curtia transar, talvez você... Ela dá um tapinha no braço dele - Cala a boca, idiota!!! Não tá vendo que podem te ouvir?! Não acredito que você tá me propondo uma coisa dessas, Tyler. - Anna, é que você realmente me... - Não, definitivamente não, Tyler. Anna cruzou os braços e com um olhar sério. Virou para o lado, claramente irritada — Bom, tá bem, Anna, me desculpa. Acho que... me enganei, pensei que você... ia querer repetir comigo, e se é melhor eu parar de pensar em você, desculpa ter te incomodado, irmã. Anna percebeu a desesperança nas palavras de Tyler, que claramente mostrava decepção pela recusa da irmã. Ele ia se retirar de cabeça baixa quando... — Pequeno, espera... Olha, eu também sinto muita falta daqueles momentos com você, pequeno — ela disse num tom mais suave —, mas a gente precisa esquecer tudo que rolou entre nós pelo nosso bem. Lembra que mais de uma vez quase fomos pegos pela mamãe e pela nossa irmã mais nova, Ellie? Foi muito arriscado. — Sim, eu sei. Fui muito descuidado e quase fomos descobertos. Não devíamos ter transado, ainda mais em casa. Foi muito arriscado e, bom... foi um erro. — É, mas você não vai negar que foi muito bom, né? (Ela falou com um sorrisinho enquanto me dava um tapinha no ombro) — Parece que era isso que a gente mais curtia, irmã: o perigo de sermos pegos a qualquer momento. — Simmm! Foi uma loucura mesmo. Lembra daquela vez no chuveiro? Como a gente tava fazendo, meu Deus! Fiquei tão excitada que me deixei levar pela intensidade do momento. — Simmm! Você gozou pra caralho e teve que tampar a boca pra não gemer, ou melhor, gritar alto, haha. — Sim, tentei me segurar, mas aquele orgasmo me tirou do controle. Deus, foi muito bom, Tyler. Anna brincava com a mão na manga curta da camisa de Tyler, acariciando ele de leve enquanto falava a última parte. — Foi muito gostoso a do chuveiro, irmã, e no porão, na varanda, na piscina e no quarto de hóspedes. — E na cozinha, na sala, no jardim, na piscina e no cinema, caralho! — Sim, a gente fez em todo lugar, haha, e em todos foi muito gostoso, Anna. — E no seu quarto, no meu e, bom... no... hotel... — A do último hotel foi inesquecível. — Simmm!... Quando cheguei na cidade, passei por lá, vi e fiquei Acordei, sério, não consigo acreditar... !!!quatro camisinhas cheias!!! Deus!!! Que tipo de monstro sexual insaciável você é?!!! - Hahaha Bom, você me ajudou a enchê-las, irmã, acho que você é mais uma espécie de demônio súcubo que suga toda a porra. Rimos juntos devagar, - E.... Você ainda goza assim?... Muito? Anna colocou o dedo no peito dele, desenhando pequenos círculos enquanto perguntava - Bem... só quando estou muito excitado - E... Suponho que comigo você fica muito excitado, né? - Sabe que sim, irmã, sabe que você está... - Estou o quê? uma gostosa. Ela disse enquanto empinava o quadril e colocava uma mão nele, posando de forma sensual. - Bem... Sim, por isso me atrevi a te pedir isso, irmã, é uma fantasia muito forte, mais que uma fantasia, é um desejo intenso que tenho - E você queria que eu realizasse essa fantasia? - Sim. Depois houve um pequeno silêncio entre eles... Anna olhou para baixo, olhou para o lado, ajeitou a mecha do cabelo, estava meio corada e depois voltou o olhar para Tyler e seus olhos se encontraram e ficaram assim por um tempo, os olhos dela tinham um brilho enigmático, até que finalmente quebrou o silêncio, arrumando o cabelo, chegando a uma espécie de resolução, dizendo com um tom sensual: - Sabe... talvez... eu possa ser persuadida a aceitar... - Sério?!!! Anna!!! Eu faria qualquer coisa, de verdade. - Você me deseja tanto assim?... - Mais do que você pode imaginar, irmã Ela baixou o olhar, notando o volume que tinha se formado no short de Tyler, mordendo sutilmente o lábio inferior e sorriu, depois me olhando disse: - Sério, que pervertido você é... (Ela balançou a cabeça sorrindo) Bem... Olha, tudo bem, só por esta vez a gente faz, OK, e vai ser a última vez, entendido? Tyler se animou na hora e assentiu com a cabeça rapidamente dizendo; - Sim Anna!! Tá bom!! - E quero que fique claro que não pretendo ser seu brinquedo sexual, Tyler, e que não vou estar aqui para você sempre que quiser realizar uma das suas fantasias distorcidas, ok? Faremos só mais uma vez e depois disso o assunto fica enterrado pra sempre, estamos de acordo com isso? — Sim, Anna, pra mim tá bem claro, irmã. Só mais uma vez e depois nada disso aconteceu nunca. — Beleza, então... — (Ela disse suspirando) — Acho que a culpa é minha por ter ficado toda tarada vendo pornô e falando dessas coisas com você. — E também... por ser a primeira pessoa com quem perdi minha virgindade, irmã. — E acho que agora tenho que te ensinar tudo sobre o assunto, né? — (ela disse com um certo sarcasmo) — Seria bom você me ensinar, você é uma boa professora. — (disse Tyler bajulando a irmã de forma provocante) Anna se aproximou de Tyler pra arrumar a gola da camisa dele de um jeito meio safado e disse: — Haha e... Claro, eu tô ciente de que... não sou sua amada Katerin, mas... Bom, eu... gosto de sexo anal... — (Ela fez uma expressão levantando a sobrancelha com um sorrisinho malicioso) — Isso é o melhor, irmã. — E você tem razão sobre... com ninguém você vai sentir mais gostoso fazer do que comigo, já que sou sua irmã e... isso, você já sabe que dá um tesão extra no negócio... Ela sorriu de novo pra ele de um jeito sugestivo e malicioso, fazendo Tyler ficar realmente excitado com a expectativa de transar com a irmã. — Siiim — Só quero que você seja discreto, ok?! — Claro, Anna, o que você mandar. Tyler colocou as mãos na cintura da irmã, sentindo o calor da pele dela. Anna se encostou um pouco nele e colocou as mãos nos ombros de Tyler, com a boca perto do ouvido dele, disse de forma sensual: — Notei como você me olha... Tem que ser mais discreto, irmãozinho. — Anna, às vezes não consigo evitar, irmã, você é toda gostosa e deliciosa. — Ele disse enquanto a mão dele descia levemente pela cintura dela, sentindo o tecido da calcinha de renda e levando lentamente as mãos pra bunda da irmã. Anna colocou a mão na ereção de Tyler, pegando ele de surpresa, acariciando de leve por cima da calça e disse: Disse perto do ouvido, sensual, quase como um ronronar: — Então você quer meter no meu cu, hein, pervertido? Ela apertou levemente a pica do Tyler com a mão. — Ummm!!! Sim, irmã, quero meter no seu cu. As mãos do irmão estavam indo devagar para as bundas deliciosas da Anna quando ela parou o avanço, colocando as mãos nas dele para impedir que tocasse os glúteos. — Aqui não, vai ter que esperar até amanhã, garoto tarado. Ela tirou sutilmente as mãos do irmão do começo das suas bundas gostosas e se afastou um pouco dele. Virou-se e foi andando pelo corredor, disse: — Te vejo amanhã à tarde, quando você sair da faculdade. Te encontro no parque e daí a gente vai... pro hotel. Olhou para ele e sorriu de um jeito safado e maliciosamente erótico. — Sim, Anna, então até amanhã, irmã. Tyler ficou empolgado ao ouvir que ia transar de novo e que ainda ia ter sexo anal com ela, era isso que mais o deixava louco, porque a Anna tem uma bunda suculenta e ele sempre teve curiosidade de saber como era penetrar o cu gostoso da irmã mais velha. Ela foi andando pelo corredor e Tyler não conseguiu evitar olhar praquelas nádegas que grudavam no cetim do robe de dormir e se mexiam perfeitamente ao caminhar. — Descansa e dorme bem... Você vai precisar dessa energia amanhã. Deu o último olhar sensual por cima do ombro e se retirou, mexendo os quadris e a bunda de um jeito sensual até sumir da vista do Tyler ao subir as escadas rumo ao quarto dela. Tyler também foi pro quarto dele, não via a hora de amanhecer, o tempo passava tão devagar. Ele tava com tanta vontade de se masturbar, mas tinha que guardar energia pro encontro quente com a irmã no dia seguinte. Naquela noite, ele dormiu pensando nela.
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