Sexo anal con Anna mi hermana mayor

(Parte um) A porta se abriu com um rangido, revelando Anna, a irmã mais velha de Tyler. Já fazia um bom tempo desde que eles se viram pela última vez, e ela foi recebida pela mãe. Ao entrar no lobby, ela se aproximou por trás do irmão mais novo em silêncio e colocou as mãos tapando os olhos dele.Sexo anal  con Anna mi hermana mayor- Adivinha quem sou eu... A voz sensual de sua irmã mais velha era tão reconhecível que ele soube imediatamente de quem se tratava.
- Não pode ser! Anna, é você?... Ela soltou e Tyler se virou para olhá-la, encontrando-se cara a cara com sua irmã. Levantando-se do sofá para abraçar Anna com força.
Sua figura esbelta mas curvilínea se apertava contra ele, Tyler não pôde evitar notar como os seios de sua irmã se moldavam levemente contra os dele através do tecido fino de sua blusa.
Foi uma visita inesperada de sua irmã mais velha Anna que o surpreendeu muito. Ela veio para as férias de verão e para passar tempo com sua família, fazia uns 7 anos que se casou e mudou para o Canadá, ela é psicóloga, onde vai muito bem sendo uma psicoterapeuta muito destacada do Canadá.
Tyler olha atrás dela e percebe que ela vem acompanhada de uma menininha e parece que seu marido não a acompanha. Sua irmã tem uma filha pequena de 6 anos que vinha com ela, minha irmã e eu nos soltamos do abraço e ela me disse:
- Olha só o que temos aqui!! Oi, Pequeno!
- Que surpresa, irmã!!! Quanto tempo sem te ver!
- Vim visitar a família e meu irmãozinho, olha só, já não está tão pequeno!
- Sim, bem... o tempo passa.
- Sim, talvez agora deva te chamar de Tyler...
- E quem é essa menina tão linda? (Referindo-me à minha sobrinha)
- Olha... ele é seu tio Tyler, cumprimente-o.
A menina, dizendo boa tarde muito educadamente, apresentou-se timidamente como Emma. Tyler apertou sua mãozinha e disse que era um prazer conhecer sua pequena sobrinha, disse que ela era uma menina muito linda como sua mamãe. Ela sorriu timidamente e disse obrigada. Depois, voltou a olhar para sua irmã, que estava incrivelmente linda.
Os olhos de Tyler percorriam discretamente o corpo tentador de Anna, embasbacado com a visão de suas pernas tonificadas enfiadas em leggings cor-de-rosa incrivelmente justos. Sua blusa vermelha mal disfarçava a curva de seus seios fartos, revelando a cremosa extensão de sua pele e as delicadas bordas de um sutiã de renda preta, o tecido se esticava contra seu decote a cada respiração. Anna é uma verdadeira gostosa mesmo sendo mãe, ela adora malhar, praticamente é uma mulher fitness, passa muito tempo na academia e é por isso que depois de tanto tempo sua irmã ainda continua igualmente linda e com um corpo bonito, ela é uma mulher de pele branca, com cabelo longo e meio ondulado, castanho claro, embora pinte com frequência para um tom mais escuro, é esbelta mas com curvas e com uma cinturinha em forma de ampulheta bem definida, um abdômen plano e levemente tonificado, tem um peito bem proporcionado com tetas firmes, pernas torneadas e bonitas, é alta, de quadril largo mas seu maior atrativo é que ela é muito bunduda, aos 35 agora parecia mais madura mas mais atraente que nunca.

- E seu marido? Não veio com vocês?
- Ah ele... ficou no Canadá, não pôde vir. *Disse de maneira seca*
Uau!! Que calor faz aqui, me acostumei tanto com o clima frio do Canadá, o calor da Califórnia vai me fazer bem.
- Quer algo para beber? Ofereço água, refrigerante ou prefere uma cerveja?
- Hmm, água está bom, pequeno!
- Ei, você disse que me chamaria de Tyler!
- Para mim você sempre será meu irmãozinho, PEQUENO!!!! E por sinal, quando a Ellie volta?
- Ah, ela chega em uma semana, já se mandou por dois anos na França, com sua bolsa da escola.
- Ah que bom, espero vê-la logo, saiu muito inteligente essa menina, quando eu fui embora ela era um bebê, já deve estar bem grandinha.
- Já viu minha mãe?
- Sim, ela já nos abriu a porta, está muito feliz de nos ver.
- Eu também, irmã.

Se abraçaram novamente, depois foi trazer um copo de água para sua irmã, e um suco para sua pequena sobrinha. Anna logo se reuniu com sua mãe na sala de estar, ficaram muito felizes conversando na sala, era um prazer vê-la depois de tanto tempo. Anna se estabeleceu rapidamente na casa, usou seu antigo quarto.analParece que ela vai ficar um tempo, já que trouxe bastante bagagem. Tyler se ofereceu para ajudar a levar as malas até o quarto dela.
- Obrigada por nos ajudar, Tyler.
- Por nada, Anna. Qualquer coisa que precisar, estou aqui para te ajudar, mana.
- Agradeço, Tyler.

Anna se afasta e começa a desfazer as malas. Seu irmão não consegue evitar olhar discretamente para a bunda de Anna que, ao se inclinar, se expande e, com as leggings justas que ela usa, suas nádegas parecem irresistíveis. No momento em que Anna se inclina novamente para abrir outra mala, ela oferece inconscientemente ao irmão uma visão tentadora de seu bumbum generoso envolto naquelas leggings apertadas. A curva do seu traseiro tensiona o tecido, acentuando a redondeza e tornando-a impossível de ignorar. Ao sentir os olhos do irmão sobre ela, Anna lança um olhar furtivo por cima do ombro. Tyler rapidamente desvia o olhar, visivelmente nervoso, e Anna finge que nada aconteceu, continuando a desfazer as coisas.

- Bom, mana, se precisar de algo, me chama. Vou estar na sala.
- Tá bom, obrigada, pequeno – ela diz, sorrindo levemente.

Um tempo depois, Anna estava com a filha no quintal de trás da casa. Tyler podia vê-las sentado na varanda do jardim. A menina brincava na grama com uma bola e, quando ela jogava a bola, Anna ia buscá-la. Para o irmão, era difícil não notar a figura tão atraente de Anna.

Percebeu que Anna se aproximava de onde Tyler estava sentado e disse:
- Pequeno, agora que estamos aqui, você poderia nos levar à praia? A Emma quer conhecer.
- Claro, mana. Preparem as coisas e amanhã mesmo vamos à praia.

Sua irmã e sua pequena sobrinha ficaram muito felizes.

À noite, Tyler levou alguns lençóis e cobertores para o quarto delas. Anna os recebeu muito agradecida.
- Obrigada, pequeno. Era exatamente o que eu precisava, irmãozinho.

Anna se inclina e arruma um dos lençóis na cama, deixando à vista de Tyler seu lindo bumbum envolto nas leggings cinzas justas. O tecido colado. Se esticava sobre suas bochechas arredondadas, realçando seu volume. O olhar de Tyler se fixou na visão tentadora, incapaz de desviar. Ele se embebeu de cada detalhe sedutor. Anna termina de arrumar a cama e vira, vendo Tyler ainda parado na porta, olhando para ela perdido em seus pensamentos. — Precisa de alguma coisa, mano? — Hã?... Não, mana, já vou dormir, descansa, amanhã nos vemos para ir à praia. — Valeu, obrigada pelas cobertas, descansa, até amanhã. Tyler saiu desajeitadamente do quarto de Anna, quase tropeçando ao se despedir. Em seguida, dirigiu-se ao seu quarto. Anna seguiu-o com o olhar até que ele desapareceu no corredor. Simplesmente balançou a cabeça de um lado para o outro e riu para si mesma, plenamente consciente do efeito que causava em seu irmão.

No dia seguinte, subiram na caminhonete da mãe e Tyler dirigiu para visitar as diferentes praias da Califórnia durante 3 dias. No primeiro dia, Anna colocou um biquíni de duas peças, que deixava muito pouco à imaginação. O biquíni era azul e justo, marcando cada curva e graça de seu corpo perfeito. Seus quadris largos e suas nádegas proeminentes eram ressaltados pelo biquíni, fazendo seu bumbum exuberante ser o centro das atenções. No segundo dia, ela usou um biquíni dourado sexy com bordas amarelas, e o traje cobria apenas o necessário, deixando à mostra sua barriga chapada e seus seios lindos, perfeitamente arredondados dentro do material apertado. Suas pernas torneadas ficavam ainda mais expostas por causa do biquíni, tornando-as ainda mais atraentes. Seu cabelo castanho caía livremente sobre seus ombros, contrastando com sua pele branca. Era muito difícil não olhar para seu corpo lindo de biquíni.

Enquanto Tyler observava Anna de longe, admirava como a brisa do mar bagunçava seu cabelo e brincava com as bordas de seu minúsculo biquíni. Cada vislumbre de sua pele macia e brilhante pelo protetor solar acelerava seu pulso de desejo. Tyler limpou seus pensamentos, caramba!! preciso parar de pensar nisso... ela, não posso ficar pensando na minha irmã desse jeito. No terceiro dia, Anna apareceu com um maiô amarelo vibrante que destacava sua figura espetacular. A peça minúscula se ajustava a cada curva de seu físico atlético, evidência das horas que ela dedicava aos exercícios na academia. Tyler ficou boquiaberto ao vê-la se aproximar. O jeito que o tecido neon se esticava contra seus seios firmes e abdômen definido deixava pouco espaço para a imaginação. Ele a percorreu com o olhar, fixando-se nos recortes tentadores nas laterais que revelavam vislumbres de pele macia. Caralho!... sussurrou entre dentes. Como é que eu vou conseguir me concentrar em qualquer coisa que não seja foder ela até deixá-la inconsciente com esse pedaço de tecido pecaminoso? Seu corpo era o de uma deusa grega ou uma valquíria nórdica: verdadeiramente lindo e sexy. Tyler não conseguia desviar o olhar dela, absorvendo cada detalhe como um homem faminto. O jeito que seus mamilos duros pressionavam contra a lycra fina fazia sua boca salivar. Ele ansiava por estender a mão e percorrer os músculos definidos de seu abdômen, deslizar por cada curva e contorno de sua figura divina com mãos reverentes.

Sentada ao seu lado na areia, Anna interrompeu seu devaneio. Tyler notou que o coração batia forte no peito e suas palmas estavam suadas. Ele tentou manter a calma, tentando parecer indiferente, mas não conseguiu resistir a olhar para Anna.

- Tá gostando da praia, mana?
- Ummm, muito, é incrivelmente relaxante.

Ela colocou as mãos na areia e arqueou as costas, olhando para cima, relaxada. Essa ação fez seu peito se projetar, oferecendo a Tyler uma vista incrível de seus seios perfeitos. Ele desviou o olhar imediatamente antes que ela percebesse.

- Que bom que você gostou, Anna. E sua filha, bem feliz também.
- Siii, olha ela, completamente feliz fazendo seus castelinhos de areia com a vovó.
- Sim, as duas parecem muito contentes.
- Bom, e que te... Parece que se a gente entrar na água, você e eu. Anna puxou a mão dele para que fossem nadar no mar. Para Tyler, era incrível senti-la perto. Estávamos jogando água um no outro e nos divertindo. Eles estavam se divertindo muito e Anna estava muito feliz, se divertia bastante, apesar de parecer ter tido algum problema com o marido no Canadá. A visita à Califórnia parecia distraí-la dos seus problemas. Finalmente, cansados, decidiram sair da água. Enquanto voltavam para as toalhas, a mão de Anna tocou acidentalmente na de Tyler. Uma faísca elétrica percorreu os dois. Eles se olharam, sentindo repentinamente o leve vislumbre de uma tensão sexual pulsando entre eles. Tyler sabia que precisava agir rápido antes de perder completamente o controle. Ele simplesmente agiu como se nada tivesse acontecido, e Anna também. Depois, foram jantar em um restaurante com a família. Lá, Tyler apresentou sua namorada, que chegou porque ele informou que estava naquele restaurante com sua mãe e sua irmã, que estavam de visita. Quando sua namorada chegou, ele a apresentou como Katherine. Tyler deu um beijo nela e Anna ficou olhando surpresa, com um olhar enigmático. Katherine, a namorada de Tyler, é uma mulher muito linda. Não tem o corpo de Anna, mas é muito sexy, esbelta, tem tudo no lugar e é muito gata. Cumprimentou a mãe dele, que já a conhecia, depois cumprimentou sua sobrinha Emma e finalmente sua irmã. Anna estendeu a mão e a cumprimentou, então jantaram juntos. Depois do jantar, entraram na caminhonete da mãe dele, passaram para deixar a namorada de Tyler, que se despediu gentilmente, e depois seguiram para casa para descansar. A mãe de Anna e Tyler se despede deles e de sua pequena neta e vai dormir. Em seguida, a menininha sobe as escadas, se despedindo de Tyler e agradecendo por tê-la levado para visitar a praia, e depois vai para seu quarto. Anna toca o ombro de Tyler.
- Gostei de conhecer sua namorada, ela é muito fofa.
Diz enquanto vai subindo as escadas.
- Obrigado, Anna, ela também. você também caiu muito bem no gosto dela. Ela se vira e sorri para ele, enquanto continua subindo. Sua irmã só está usando uma espécie de kimono de tecido transparente preto que cobre seu biquíni apertado e seu corpo exuberante. Tyler a observa enquanto ela sobe as escadas, dando uma última olhada na transparência do tecido que cobre suas deliciosas bundas. Anna, virando por cima do ombro, percebe Tyler olhando para ela novamente, sorri e diz:
- Obrigada por nos levar à praia, irmãozinho. Nos vemos amanhã, descanse bem.
As comissuras de seus lábios se curvaram em um sorriso malicioso. Ela adorava provocar Tyler sem piedade, levando-o ao limite.
- Descanse bem, irmã. Anna trabalhava de manhã e parte da tarde como psicóloga em casa, e agora que voltava para seu lar, tinha que atender seus pacientes por videoconferência. Tyler notou que Anna fazia suas sessões em seu quarto, que, embora não fosse ruim, não era um lugar digno para seu trabalho. Então, ele decidiu arrumar o antigo escritório do pai para ela. Ele limpou, pintou e decorou, deixando um escritório bem equipado e com uma aparência profissional para Anna.
Anna estava feliz com as atenções de seu irmão.
- Agradeço muito, Tyler. Isso é perfeito, o antigo escritório do papai...
Enquanto Anna dizia isso, um pequeno lápis caiu no chão. Ela se abaixou rapidamente na frente de Tyler, colocando uma mão na coxa dele para se apoiar. Naquele instante, uma breve e fugaz lembrança passou pela mente de Tyler como um flash: a imagem de sua irmã abaixada da mesma forma, fazendo sexo oral nele. Sua mão estava na mesma coxa, mas desta vez Anna o chupava enquanto o masturbava ao mesmo tempo, no mesmo lugar, em um momento do passado. O escritório estava escuro, apenas a luz que entrava pelas janelas, Anna o devorando com lascívia, e o eco dos gemidos abafados de sua irmã enquanto ela o fazia explodir em sua boca inundaram sua mente. De repente, da mesma forma que a lembrança chegou, ele voltou à realidade. Na realidade, com o mesmo flash, Anna se levantava ao pegar o lápis, Tyler clareava a mente um tanto corado, Anna falava segura: "É um lugar muito bom para o meu trabalho, mesmo que seja à distância, é meu dever profissional atender meus pacientes. Você está bem? Te noto... muito pensativo."

"Eh... Não, não é nada, estou bem, Anna. Fico feliz que você gostou de como o estudo ficou, espero que também tenha gostado da decoração. Adicionei um toque elegante para contrastar com sua personalidade, irmã."

"Sabe... adorei. Com esse papel de parede vermelho-carmesim e a cor preta dos detalhes nas bordas das paredes, dá um toque bastante profissional. O tapete me fascina, a escrivaninha de mogno e a poltrona de couro são muito lindos e elegantes, e as cortinas douradas estão impecáveis. A iluminação é perfeita, a verdade é que você me surpreendeu, Tyler. O lugar ficou incrível, obrigada, pequeno... Obrigada por tudo."

Anna tocou seu ombro e continuou fazendo o tour pelo estudo, passando os dedos pela escrivaninha de mogno e pela poltrona de couro. Ela sentou nela e olhou para Tyler sorrindo; a felicidade era visível em seu rosto por ter agora um lugar confortável para trabalhar.

No dia seguinte, Tyler viu Anna pela janela que dá para o estudo. Ela estava se preparando para trabalhar, organizava alguns papéis e os revisava em pé na escrivaninha. Tyler não conseguiu tirar os olhos de sua irmã.

Anna estava incrível naquele dia, vestida de uma maneira que combinava sensualidade com elegância. Uma saia justa preta se ajustava às suas curvas e bunda, fazendo com que seu traseiro, embutido no tecido fino, se destacasse ainda mais. As meias-calças pretas tinham um aspecto brilhante e oleoso, cobrindo suas pernas tonificadas até as coxas, terminando em uma borda de renda que a fazia parecer incrivelmente sexy. Era um estilo executivo que destacava sua figura esbelta e levemente curvilínea. A blusa branca que usava exibia um decote leve, mostrando um vislumbre da renda de seu sutiã vermelho. Era um visual perfeito para ressaltar sua... beleza e sensualidade. A imagem viva da psicoterapeuta sexy, o sonho de qualquer homem. Tyler observava sua irmã pela janela da porta do escritório. Ela parecia concentrada no trabalho, com uma expressão séria e profissional. No entanto, sua mente não parava de pensar em como Anna estava linda naquele dia. Anna sentou-se em sua poltrona. O colarinho da blusa estava levemente aberto, deixando entrever um pedaço de sua pele branca e delicada. Seu cabelo castanho e longo caía livre sobre os ombros, brilhando sob a luz do escritório. Em um momento, Anna levantou o olhar e percebeu Tyler observando-a. Quando seus olhares se cruzaram, Anna deu-lhe um sorriso doce, quase terno. Depois voltou ao trabalho, seus olhos novamente focados na tela do notebook. Começou a digitar algo rapidamente, os dedos movendo-se ágeis sobre o teclado. Tyler se afastou para fazer as tarefas domésticas que lhe cabiam, deixando a irmã concentrada no trabalho. Anna observou Tyler se afastar, seu olhar seguindo-o até que ele desapareceu de sua vista. Pegou o lápis e levou-o lentamente aos lábios. Mordeu levemente a ponta, com um sorriso misterioso e enigmático. Uma noite, Tyler estava assistindo TV na sala já altas horas da madrugada, mudou o canal e apareceu um filme claramente erótico, onde um homem estava com uma garota em um momento de muita tensão sexual e ela o seduzindo. Pensou que todos já estavam dormindo e ficou assistindo. De repente, Anna o surpreendeu, chegando sorrateira por trás do sofá, passando os braços em volta de seus ombros e encostando o rosto no dele. Ela disse perto de seu ouvido: "O que você tá vendo?!!". Tyler se assustou ao ouvi-la, dando um pequeno pulo no sofá. "Ah, Anna, pensei que você já tivesse dormido." "Hmm! Não, não consigo dormir, estou um pouco... excitada." Tê-la tão perto dele produzia sensações muito agradáveis. Ele podia ver seus grandes e lindos olhos verdes e sentir sua respiração bem perto do seu pescoço, sem... mencionar que podia sentir os peitos dela pressionando suas costas
- E a Emma já dormiu?
- Sim, ela já está dormindo, o aquecedor caiu bem, ela não está com muito calor
- É, imagino que ela se adapta rápido. E você, precisa se acostumar com o calor daqui, em alguns dias já melhora
- Siiiim, mas eu tô gostando, já sentia saudade do calor. Aliás... agora sim eu aceito aquela cerveja que você estava me oferecendo, Pequeno.
- Claro, Anna, já te trago

Retirou os braços dos ombros do irmão e caminhou contornando a poltrona para se sentar. Ela vestia um justo vestido de couro marrom com mangas longas, bem curtinho; suas pernas torneadas pareciam muito sexy, quase musculosas. Sentou-se na poltrona cruzando as pernas. *Deus, que pernas sexy minha irmã tem!* (pensou Tyler consigo mesmo). Foi buscar algumas cervejas e juntou-se a Anna na sala. Abriu uma cerveja e entregou a ela. Anna perguntou:
- E o que você está assistindo, hein?...
- Amm, parece uma novela meio...
Nesse momento, a garota do filme começou a tocar o pênis do homem por cima da calça enquanto se beijavam.
- Meio pornô... Haha! (respondeu ela rindo)
- Haha, não sei, pensei que era algo de cinema francês, parece que me enganei. Deixa eu trocar.
- Ah, tá! Vou acreditar. Não mude, deixa aí, vamos assistir um pouco pra ver do que se trata.
- Tem certeza?
- Sim, por quê?
- Tudo bem, Anna, se você quer.

Ficaram assistindo o filme, que mais do que erótico era pornô, algo vintage, e sua irmã não parava de assistir com naturalidade, às vezes virando para olhar Tyler com um pequeno sorriso. O filme foi subindo de tom pouco a pouco; agora o cara estava tocando a garota, começou pela perna e foi subindo, levantando sua saia e tocando sua buceta.
- Nossa, mas é bom mesmo seu cinema francês!
Disse enquanto sorria divertida, de forma meio provocadora.

Em alguns segundos, numa mudança de cena, tudo mudou drasticamente: a garota estava fazendo sexo oral nele numa cena explícita que os deixou em silêncio. Tyler não... Ela não sabia se mudava de canal ou só deixava continuar, mas aquilo estava gerando um certo tesão nela, e sua irmã também não parava de olhar a tela, meio corada. Depois, em outra mudança de cena, o homem estava penetrando a garota de papai e mamãe, e já estavam transando sem pudor, bem explícito. Nesse momento, Tyler comentou. Anna pigarreou e se ajeitou no sofá, cruzando a outra perna e mudando de posição.

— Sério, não achei que fosse pornô isso... É estranho, não acha? Se quiser, eu mudo?

— Não, tá de boa, deixa. A mamãe e a Emma tão dormindo, não tem problema.

— Digo... não devíamos estar vendo isso, haha. Quero dizer, pornô.

— Ai! Como se a gente nunca tivesse visto pornô antes. Pra mim é de boa, pra você não?

— Não! Nem um pouco, só é...

— É super normal, relaxa.

Ela se aproximou mais do irmão, inclinando-se para encostar no ombro dele e colocou a panturrilha em cima da perna do Tyler, perigosamente perto da ereção dele. O contato o deixou nervoso na hora.

— Calma, Pequeno!... A essa altura, nada mais devia nos dar vergonha, né?

Tyler virou pra olhá-la, tentando entender a que ela se referia, mas ela desviou o olhar na mesma hora e continuou vendo o filme, tomando sua cerveja de boa. Mas claro que Tyler entendeu. Era óbvio que ela tava falando do que aconteceu logo antes do casamento dela. Ele começou a esquentar só de pensar nisso. De repente, num instante, o homem do filme estava comendo a garota de um jeito violento, na posição de cachorrinho.

— Ele vai matar a pobre coitada, haha.

— É, tá matando, mas de prazer, haha. Com aquele pedação de carne.

Anna mordeu o lábio inferior ao dizer isso. De repente, o cara ajeitou a garota e começou a acariciar e lubrificar o ânus dela. Anna comentou:

— Uiii! Acho que ele quer marcar o maior território possível com a mina.

A perna da irmã se moveu um pouco, roçando a panturrilha na perna do Tyler, e cada vez mais perto. de sua ereção crescente, Em seguida colocou a cabeça do seu pênis no ânus da jovem e minha irmã exclamou: "Umm...! interessante" O homem penetra a garota pelo cu e a menina parece curtir muito, era uma cena realmente tesuda, de verdade Tyler estava ficando excitado e já dava pra notar a ereção, que estava levantando uma barraca na calça dele, tentou disfarçar e comentou algo pra tentar não pensar nisso - Sério, acho que a atriz não tá gostando de verdade? sinto que o único que tá curtindo é o cara. Nisso sua irmã virou pra olhar ele e inclinou o corpo na direção dele e disse - Você se engana, pequeno, as mulheres também curtimos muito sexo anal,BundaEla disse enquanto sua panturrilha praticamente tocava sua ereção, como se não fosse intencional - Sério, Anna? Ouvir isso realmente o deixou muito excitado, e acho que Anna notou por um instante sua ereção, que estava bem perto da panturrilha que ela mantinha sobre a perna do irmão - Claro! A verdade é que é muito gostoso e mais ainda se o homem tiver como o do filme, uuuuuu!!! Mmmmm!! Mais gostoso (ela soltou um pequeno gemido enquanto mordia o lábio inferior) - Nossa, então acho que deve ser muito gostoso mesmo. Os dois estavam assistindo ao filme enquanto sua irmã falava um pouco sobre as práticas do sexo anal, e ela comentou: - Sexo anal é uma prática que, com lubrificação adequada e boa comunicação, pode ser uma experiência incrivelmente prazerosa. Além disso, estimula zonas erógenas pouco exploradas e pode intensificar os orgasmos. 💦 Anna levantou as sobrancelhas e sorriu levemente ao dizer a última parte, numa expressão sutil de quão interessante soava o fato de que essa atividade sexual quente pudesse prolongar um orgasmo - Sério? Isso parece muito bom... Tyler estava ficando nervoso com a conversa, ainda mais porque não queria que Anna percebesse sua evidente excitação. - É muito gostoso, pequeno, tanto para o homem quanto para a mulher. Por acaso... Não me diga que... Você nunca fez?... - A verdade... é que... não, Anna, mas... a verdade é que eu adoraria fazer um dia. - Você deveria, você não sabe o que tem perdido, então, irmãozinho. Lembra... o beijo de Cingapura?... Tyler nunca imaginou que sua irmã mencionaria novamente algo sobre o que aconteceu entre eles anos atrás. Um pouco nervoso, ele respondeu: - Ah... bem... como esquecer, irmã. (Tyler respondeu com um pouco de timidez) - Bom... pois é, os homens com quem cheguei a fazer disseram que a sensação que você sente quando a buceta aperta e te suga! Bem, o anal é mais ou menos assim, mas o cu da mulher é mais quente e mais apertado ainda Anna olha direto nos olhos dele de um jeito meio sedutor ao terminar de mencionar o quão prazeroso pode ser para um homem o sexo anal - Sério, mana?!! então não tem dúvida de que deve ser uma delícia, Anna! - Claro, e a gente também curte muito, sentir o calor e a pulsação do pau é muito gostoso, além de que essa área tem muitas terminações nervosas e estimula muito partes internas da buceta que não são estimuladas no sexo normal, dá até pra chegar ao orgasmo, - nossa, não sabia nada sobre isso, mana, acho que é muito interessante e... Prazeroso. - a essa altura eu pensei que você já tinha feito de tudo, pequeno. - Bom, como você vê, ainda me falta experimentar algumas coisas, mana, você sabe que eu sou meio tímido pra esse tipo de coisa Anna começou a rir um pouco, de um jeito divertido e zombeteiro - É claro, você é um tarado de primeira, irmãozinho Tyler ficou nervoso ao ouvir que Anna o considera um tarado, depravado, o que não era totalmente mentira, mas o fato de ser exposto pela irmã dessa forma o deixava nervoso - bem, isso... É... quando... quando já tenho muita intimidade com alguém, Anna, não sou tanto assim. - haha, é claro!!! E então... você já pediu pra sua namorada? - Bom... com a Katherine faz relativamente pouco tempo que estou saindo com ela... Ela é meio... de sexo clássico, por assim dizer, por causa da religião dela e essas coisas... - sério?... Pensei que ela fosse mais... aberta pro sexo. - Haha, não... na verdade, você não sabe o quanto me custou convencê-la pra gente fazer pela primeira vez, gosto dela e a amo, mas ela reprime muita coisa por causa disso, uma vez mencionei algo sobre isso, mas ela ficou brava e me disse que nunca faria algo assim, que é pecado e essas coisas... definitivamente não toquei no assunto de novo. - Entendo, pequeno, haha cada um com suas liberdades e crenças, sinto por ela pelo que está perdendo, embora deva dizer que fico feliz que você esteja com uma garota direita, a mamãe fala coisas Ela é muito boa. - Sim, ela é muito linda e eu gosto dela, mas ela é meio fanática religiosa, até ultimamente não temos transado com frequência. - Sério?! Não só ela está se reprimindo, mas você também está se reprimindo. - É verdade, já faz semanas que não fazemos. - Entendo! Te entendo, digamos que estamos na mesma. - Sério, com seu marido, você tem algum problema? - Digamos... Mas não quero falar sobre isso agora, mas bem, me conta mais... E então, na faculdade, alguma garota? - Bem, teve outra garota que um dia eu disse que gostaria de experimentar anal, mas ela tinha muito medo de doer e me disse um redondo não. - Isso acontece porque você anda com garotas inexperientes que não se informam, para isso existe a preparação prévia com gel ou óleo lubrificante, bem, embora eu entenda ela, já que você tem... uma anaconda tremenda, irmãozinho!... - hahaha - (Tyler riu nervoso e corado) - Então você... já fez, Anna? - Sim... já fiz algumas vezes e, na verdade, devo confessar que... gosto muito... de sexo anal. Ela disse enquanto mantinha contato visual. Houve um pequeno silêncio entre ela e Tyler, carregado de tensão por um momento. O homem no filme acabou, soltando um gemido quase gutural, e a garota também gemeu alto, o que chamou a atenção deles novamente para a tela da TV. Eles observaram enquanto o homem tinha um orgasmo glorioso dentro da bunda da jovem, destacando o prazer intenso que os dois protagonistas tiveram, e mostrando como o sêmen fluía de dentro dela. Na sala, houve um pequeno silêncio. Anna e Tyler se olharam nos olhos por um tempo, em uma espécie de tensão. Ela pegou sua lata de cerveja ainda olhando para ele de uma maneira muito sensual e enigmática, depois quebrou o silêncio dizendo: - Um dia você vai conhecer, irmãozinho, a oportunidade vai aparecer com alguma garota experiente que queira fazer, além do mais você é muito bonito e... também... está... muito bem!!!. Sorrindo maliciosamente, ela fez um sinal com as mãos e os dedos se referindo ao tamanho, ao ver e ouvir isso Tyler ficou corado, tinha tanta vontade de acariciar a perna da irmã que estava exposta brilhando suavemente com a luz da televisão, acentuando a silhueta de suas coxas tonificadas e com sua panturrilha em cima da perna de Tyler, o pênis de seu irmão pulsou levemente dentro de sua calça que Anna com certeza notou em sua panturrilha, a qual desceu lentamente e deu uma pequena olhada na virilha de Tyler, que estava claramente excitado, mas logo antes de tentar algo, Anna se levantou do sofá e disse: Bom, irmãozinho, te dejo com teu "cinema francês" haha, obrigada pela cerveja, caiu muito bem, vou dormir, até amanhã. - Tudo bem Anna, descansa, tenha uma boa noite. - Você também, boa noite, não fique acordado até muito tarde. E se retirou para seu antigo quarto onde agora estava hospedada nas férias. Tyler ficou muito excitado, e não pôde evitar olhar para sua bunda naquele mini vestido justo, enquanto ela se afastava. Se sentia feliz por tê-la de volta em casa, mas por outro lado ela o deixou muito excitado. No outro dia, Anna brincava com sua filha no jardim de novo e Tyler leva uma grande surpresa ao ver sua irmã. Desta vez, ela está usando uma legging de efeito couro de uma cor verde-oliva escura, extremamente ajustada à sua pele. Cada passo fazia seu traseiro voluptuoso balançar hipnoticamente, e o couro sintético brilhante se ajustava a cada curva como uma segunda pele. A cintura alta se cravava na pele macia de seus quadris, fazendo suas nádegas se destacarem ainda mais. Com cada movimento, o material macio parecia ondular e flexionar em torno de seus contornos exuberantes, atraindo o olhar de Tyler como um ímã. Agora que Anna voltou para casa, Tyler se sentiu nervioso ao lado dela, uma sensação que desperta desejos antigos. Vê-la com essas leggings justas dá uma tesão, fazendo seu corpo reagir involuntariamente. Ele sabe perfeitamente que sua irmã está consciente do efeito que Ver Anna com aqueles leggings deixa Tyler excitado. Por um momento, ele se pergunta se ela não está fazendo de propósito, provocando-o. No entanto, ele tenta reprimir esses pensamentos e manter a cabeça fria, lembrando-se do limite que ela mesma estabeleceu antes.

Tyler tem um flashback das palavras de Anna antes do casamento dela, quando ela o fez prometer que nunca falaria sobre o que aconteceu entre eles e que tinham que deixar o assunto morrer pelo bem dos dois. Ela estava prestes a se casar e queria deixar para trás os encontros íntimos com o irmão.

Tyler tinha memórias vívidas daqueles primeiros encontros, antes do casamento, quando Anna decidiu que a virgindade dele seria dela, quando a inocência do irmão se perdeu na paixão que os dois compartilhavam. Ele lembrava de Anna se aproximando com olhos sedutores, lábios macios entreabertos e seios rebeldes sob o tecido fino da camiseta. O jeito como ela foi tirando a roupa devagar, revelando uma pele branca e macia como seda, tinha tirado o fôlego dele. O momento em que Anna se ajoelhou na frente dele, chupando seu pau duro com uma boca quente e molhada, era algo que Tyler nunca esqueceria. A sensação da língua habilidosa dela envolvendo seu pênis, a garganta apertando e soltando a ereção a cada investida, tinha levado ele à beira do êxtase. E depois, quando Anna o levou para a cama dela, Tyler soube que sua vida nunca mais seria a mesma.

Memórias da primeira vez em que se uniram completamente, corpos entrelaçados numa dança sexual, se misturavam com imagens de outras vezes, todas igualmente quentes e luxuriosas. Anna, com seu corpo perfeito e mente perversa, tinha sido sua professora e sua primeira e única mulher, a mulher que o iniciou no prazer e no desejo.

Tyler sacudiu a cabeça, tentando parar de lembrar. Rapidamente, também veio à mente a vez em que Anna pediu que eles nunca mais falassem sobre o assunto e que nunca mais iriam... transar e como ela ficou brava um dia que Tyler tentou insistir. Ela foi para o seu quarto tentando reprimir seus desejos proibidos pela irmã mais velha. nos dias depois de Tyler ter assistido o filme pornô e ter tido aquela conversa meio... quente com a irmã naquela noite, ele começou a notar algo estranho com ela Tyler observava fascinado como Anna começou a usar leggings bem justos com mais frequência e calcinhas fio-dental que destacavam seu bumbum impressionante, tornando visível o sulco entre suas nádegas redondas e firmes. Em várias ocasiões, enquanto ela fazia tarefas domésticas perto dele, ela fingia que algum objeto escapava e se inclinava para trás, oferecendo a ele uma vista perfeita do seu bumbum monumental. Essa postura, combinada com a tensão no tecido dos leggings, destacava ainda mais a proeminência dos seus glúteos. Tyler podia sentir seu pulso acelerar e sua respiração ficar ofegante diante de exibições tão flagrantes da irmã. Conforme o dia avançava, ele começou a perceber pequenos gestos e ações de Anna que antes não tinha visto. Cada vez que se cruzavam, ela parecia encontrar desculpas para se aproximar e esfregar o corpo no dele de maneira casual, quase como se fosse por acidente, mas que parecia transmitir uma mensagem clara. Na sala de jantar, enquanto serviam a comida, Anna se abaixou para pegar algo na geladeira e ao se agachar para abri-la, Anna proporcionou a Tyler uma visão impactante do seu bumbum coberto pelos leggings super justos, O material apertado aderia a cada curva e vale da sua figura, criando um contraste entre o tecido fino e elástico e a maciez da sua carne. As laterais da calcinha fio-dental da Anna emergiam dos leggings, formando uma faixa que se estendia pelos seus quadris com uma sensualidade e erotismo indescritíveis. Esse detalhe adicional realçava ainda mais a sexualidade da sua figura, como se fosse um lembrete constante de como era excitante tê-la perto. Conforme Anna ela continuava se movendo com sensualidade, os elásticos da calcinha fio-dental se tensionavam e relaxavam em sincronia com suas curvas, criando um efeito visual atraente e provocante. Tyler conseguia sentir sua excitação crescer, seu pau pulsando a cada balanço de seus quadris e cada rotação de sua cintura. Tyler se viu paralisado, incapaz de desviar os olhos daquele deleite visual, onde via a fenda profunda entre suas nádegas e a forma como a costura da legging mergulhava dentro do tremendo bundão de sua irmã. O pau de Tyler latejava dolorosamente dentro de suas calças, pressagiando o possível prazer que ele experimentaria ao penetrar aquele rabo perfeito. Tyler se sentiu dominado pela beleza daquele traseiro, que parecia se dividir em duas metades perfeitas a cada movimento sensual de Anna. Ela parecia saber que seu irmão a observava, e isso só aumentava sua confiança e sua sedução. Enquanto cantarolava a melodia de uma música, Anna começou a balançar os quadris de um lado para o outro, fazendo suas nádegas se moverem contra o tecido da legging com um ritmo hipnótico. Cada movimento de sua bunda enviava vibrações diretas para a virilha de Tyler, estimulando sua ereção já dolorida. Ele também notou que Anna começou a se vestir de forma mais sugestiva; quando a encontrava no corredor a caminho do escritório, ele percebia que as saias que ela usava estavam cada vez mais curtas e apertadas. Ela também deixava os botões de sua blusa desabotoados, revelando a pele branca no início de seus seios cremosos, usava meias de rede muito sensuais que mal cobriam a metade de suas coxas. Quando se movia, o fazia com uma graça magistral, seu rebolado ao caminhar era hipnotizante, as nádegas se destacavam no tecido de sua saia justa, evidenciando o quão volumosas e carnudas estavam aquelas esferas, que pareciam estar cheias de água - uma mistura perfeita de gordura e músculo que era seguida apenas por um par de pernas sensuais e tonificadas envoltas em diferentes tipos de meias todos os dias. Uma noite, durante o jantar em família, a perna da irmã dele tocou acidentalmente a de Tyler, ficando ali por um segundo longo demais para ser mera coincidência. Tyler percebeu como Anna se movia com mais liberdade perto dele, girando o corpo de forma que suas curvas chamativas colidissem com as dele. Seus olhos azuis brilhavam com um lampejo provocativo toda vez que seus olhares se cruzavam, e seu sorriso se tornava mais sensual e sugestivo. Na cozinha, enquanto preparavam o café da manhã, Anna se aproximou de Tyler com uma casualidade exagerada, esfregando o peito no ombro dele enquanto pegava um prato. Seu perfume, um aroma doce e intenso, invadiu seus sentidos; o decote que aparecia por sua blusa branca revelava um sutiã cor vinho, com uma espécie de alças cruzadas sobre seus seios. A cor vinho adicionava um toque de maturidade e sensualidade à imagem, como se Anna quisesse transmitir sua condição de mulher desejada e experiente. A cada movimento de sua respiração, o material do sutiã se ajustava aos seus peitos, fazendo com que parecessem ainda maiores e mais arredondados. Tyler parou por um momento, duvidando se Anna realmente estava dando em cima dele ou se era apenas sua própria interpretação. Ele lembrou da conversa que tiveram antes, quando Anna pediu que não voltassem a conversar nem ter qualquer intimidade. Como conciliar aquelas palavras com essas ações tão provocantes? Mas então, ao ver como Anna continuava se movendo com sensualidade, como seu olhar se cruzava em momentos com o de Tyler e como seus lábios se curvavam em um sorriso malicioso, Tyler começou a duvidar de suas próprias percepções. Talvez Anna realmente quisesse jogar esse jogo, mas de maneira mais indireta, esperando que ele também desse os primeiros passos. Tyler refletiu que Anna evidentemente queria mostrar sua experiência sexual, enviando uma mensagem clara ao seu irmão, transmitindo um recado explícito de que estava disponível para satisfazer qualquer fantasia. dela. No entanto, ela também entendeu que não agiria de maneira direta, precisava que ele também demonstrasse seu desejo e disposição. - Talvez seja só coisa da minha cabeça, caramba, tô ficando louco!! Anna estava ficando cada vez mais sexy e insinuante, os leggings de couro que ela usou uma noite davam ao irmão um convite para olhar sua bundinha linda, redonda e empinada que parecia um coração invertido. Tyler não conseguiu evitar notar os leggings de couro que ela exibia. Sabia que esse tipo de peça era especialmente erótica para ele, destacando suas formas e proporcionando um toque de sadomasoquismo que o excitava profundamente. Anna devia saber do seu fetiche, já que agora parecia usar deliberadamente esse tipo de leggings para provocá-lo ainda mais. Cada movimento dos seus quadris fazia a luz refletir na superfície brilhante do couro, criando um efeito visual que combinava sensualidade e dominação. Anna passeava pela casa, durante os dias seguintes, com suas pernas sexy enfiadas em leggings justos que se adaptavam a cada curva. Cada passo transmitia uma onda de movimento, acentuando o tecido macio contra suas coxas tonificadas. Quando ela se inclinava para pegar algo, suas nádegas redondas inchavam e ficavam tensas, o material elástico aderindo aos contornos da sua bunda como uma segunda pele. Por trás, a bunda da Anna parecia ainda mais deliciosa; suas curvas pronunciadas pareciam pedir aos gritos para serem acariciadas. As bordas dos leggings terminam e são seguidas pelas tiras elásticas da sua calcinha fio-dental, que sobressaem dos leggings e se esticam sobre seus quadris, criando um espaço tentador entre o tecido e a pele. Tyler descobriu a porta do quarto de Anna entreaberta naquela noite, e não conseguiu resistir a dar uma espiadinha. Viu sua irmã na frente do toucador, se olhando no espelho com uma atitude conscientemente sedutora. Tyler teve a clara impressão de que Anna sabia que ele estava vigiando, e que até se deliciava com essa situação. Com a cada movimento dos quadris, Anna fazia com que as leggings de couro brilhante se ajustassem perfeitamente à sua bunda redonda e firme, criando um espetáculo visual erótico que quase obrigou Tyler a se masturbar ali mesmo, pensando nela. As imagens daquelas noites passadas, quando Tyler fazia Anna rebolando contra ele e curtiam jogos sexuais intensos, voltaram à sua mente. A sensação do seu pau duro esfregando na bunda da irmã, sentindo as nádegas dela se apertando contra sua ereção, foi tão vívida que ele quase conseguia recriar naquele momento. Lembrou como Anna se contorcia de prazer debaixo dele, seus gemidos musicais enchendo o quarto enquanto exploravam seus limites e descobriam novos níveis de êxtase juntos. Aquelas experiências tinham roubado o sono deles e os deixado exaustos, mas também com um desejo insatisfeito que nunca tinha se apagado completamente. Tyler lembrava com precisão como Anna tinha se posicionado na frente dele, sua bunda firme e redonda colada na sua pelve nua. Depois, ainda com as leggings de couro vestidas, ela começou a mover os quadris em círculos lentos e sensuais, esfregando a bunda nele. A textura quente e macia da pele através das leggings de Anna contrastava com a dureza do seu pau, criando um jogo estimulante de sensações. Tyler sentiu as nádegas da irmã se movendo em harmonia com seu pau, como se estivessem dançando uma rotina erótica perfeitamente coreografada. Os olhares de Anna e suas investidas constantes despertaram uma luxúria intensa em Tyler. Ela parecia especialmente atenta a ele, preparando seu café da manhã e oferecendo biscoitos recém-assados. Mas foi quando Anna ficava passeando pela casa vestida com roupas minúsculas e reveladoras que Tyler se sentiu completamente tentado. Uma das tardes em que Tyler se encontrou com Anna de novo no corredor da casa, ela estava terminando uma de suas conferências quando saiu do estádio, Tyler ficou de queixo caído. Anna usava um vestido de couro preto incrivelmente justo ao corpo, com bunda e quadris largos, suas pernas sexy destacavam a musculatura sutil, e uma pele macia e... O vestido tinha mangas longas de couro, mas os braços ficavam descobertos, a parte que cobre o torso estava perfeitamente ajustada e dava uma visão do seu ventre liso e sexy sob o tecido, dando o toque final de sensualidade que ela precisava para atrair ainda mais a atenção do irmão. Cada passo que dava, cada movimento dos quadris, revelava mais do que deveria naquele contexto familiar. Tyler percebeu que Anna estava usando suas roupas como arma de sedução, deixando pouco à imaginação e estimulando seu desejo de forma deliberada. Tyler se perguntava por que Anna estava sendo tão sedutora com ele agora, depois de todo o tempo que passaram sem intimidade. Ela era perfeitamente casada, que motivos poderia ter para se comportar assim? No entanto, Tyler também se lembrava da intensidade de suas relações sexuais no passado, e como sempre haviam ultrapassado linhas e excedido limites. Talvez Anna estivesse apenas revivendo aqueles momentos passados, sem intenção de levar isso adiante. Sua mãe não achou nada estranho, já que Anna sempre foi assim quando morava na casa. Tyler, por um momento, tentou pensar o mesmo. Ela tinha um olhar muito penetrante e agia com muita sensualidade. Enquanto tomavam café da manhã, Tyler notou que Anna levava cada garfada à boca com tanta sensualidade, saboreando cada mordida com gestos deliberadamente provocativos. Embora fizesse isso com discrição, evitando chamar a atenção da mãe, Tyler captava cada detalhe de sua atuação erótica. Anna parecia curtir a clandestinidade do seu jogo, sabendo que Tyler era a única testemunha de suas maneiras sedutoras. Cada movimento da boca e cada lambida eram parte de uma coreografia projetada para excitá-lo, sem comprometer sua fachada discreta. Ali, no meio da cozinha, Anna escolheu um morango da fruteira e o levou à boca, olhando para Tyler com aquela expressão sedutora que tanto o intrigava até agora. Seus olhos se encontraram, e por um momento, o mundo se resumiu àquela conexão erótica direta entre os dois. Tyler viu Anna morder o morango, seus lábios roçando a polpa vermelha, e sua língua sair para saboreá-lo. A cena era tão íntima e sensual que Tyler se sentiu invadido por uma onda de desejo, seu pau endurecendo sob a mesa. Ao ver Anna chupar o morango, Tyler foi transportado instantaneamente para as memórias de seus encontros sexuais passados. Imaginou sua irmã mais velha, com seu rosto sério e concentrado, enfiando seu membro na boca e chupando-o com habilidade, sua língua circulando a cabeça e a glande em um ritmo constante. Tyler lembrou a sensação de seu pau pulsando na boca de sua irmã, seus gemidos de prazer ecoando em seu ouvido enquanto ela o levava à beira do êxtase. E então, o momento em que ele explodia, inundando sua boca com sua semente quente, sentindo-a engolir cada gota sem deixar vestígios. Anna observou Tyler mergulhar em suas memórias, sua expressão mudando de luxúria contida para nostalgia e desejo renovado. Ela sabia que havia conseguido levá-lo àquele ponto, onde sua mente se concentrava exclusivamente nela e nos prazeres que compartilhavam. Com um leve lampejo de triunfo em seu olhar, Anna continuou sua performance erótica, saboreando o morango lentamente enquanto mantinha contato visual com Tyler. Ela queria ter certeza de que seu irmão mais novo não apenas ficasse na nostalgia, mas também sentisse a necessidade imperiosa de repetir essas experiências. Anna conhecia bem a timidez de Tyler, então optou por uma abordagem paciente e indireta. Em vez de ser direta, seguiu com sua estratégia de sedução, esperando que ele finalmente se decidisse a fazer uma proposta. Essa paciência e tato eram características que Anna havia desenvolvido ao longo do relacionamento com Tyler, ela aprendeu a ler seus sinais e necessidades sem pressioná-lo demais. Enquanto isso, continuava com suas ações provocantes, confiando que seu irmão mais novo não resistiria por muito tempo ao fogo que ela acendeu dentro dele. Numa dessas noites, Anna adormeceu no sofá, vestindo uma leggings extremamente justa que destacava sua figura atlética e proporcionava uma visão perfeita de sua bunda. A vontade de tocar aquela bunda perfeita e durinha foi intensa, mas Tyler se conteve, com medo de acordá-la e que ela percebesse o que ele estava fazendo. Em vez disso, decidiu cobrir a irmã com um cobertor, permitindo-se admirar de perto sem interferir no seu sono.

Tyler estava confuso e intrigado. Se Anna estava sendo tão sedutora e provocante com ele, por que faria isso? Ele sabia que ela era feliz no casamento e que, no passado, escolhera ser fiel ao marido, até mesmo abrindo mão dos prazeres sexuais proibidos que ambos compartilharam. Tyler se perguntava se Anna mudara de ideia sobre seus atos incestuosos, e se agora estaria disposta a explorar novamente aquele lado sombrio da relação, apesar das promessas de fidelidade conjugal que fizera.

Por enquanto, Tyler também fez sua parte. Sabia que adquirira um bom físico pela natação e pelos esportes que praticava constantemente. Numa tarde quente, Anna estava na piscina com a filha nadando. Como sempre, Anna de biquíni espetacular e sexy, um micro biquíni que revelava seu corpo escultural e orgulhosamente sensual e volumoso. Tyler foi levar umas limonadas para a sobrinha e a irmã. Ele apareceu sem camisa, e o torso desnudo e viril brilhava com óleo de coco, dando-lhe um aspecto realmente sensual que Anna percebeu imediatamente. Tyler notou o olhar da irmã percorrendo seu corpo, quase impactada. Tyler sabia que tinha conseguido — dera uma colherada do próprio veneno. chocolate, depois ele se juntou a elas na piscina e se divertiram nadando e brincando juntos. Naquela noite, Tyler se sentiu quente e com sede, sua mente invadida por pensamentos sobre Anna e suas ações sedutoras. Ele desceu para pegar um copo d'água na cozinha. Enquanto bebia, mal percebeu que estava apreciando a frescura da água em sua garganta antes que Anna aparecesse na escada. Ela vestia um roupão preto de dormir, estava sexy como sempre, e se aproximou de Tyler. — Oi, Tyler, não consegue dormir? — Só estava com um pouco de sede, Anna. — Ai, eu também, mas estou com muita vontade de leite — disse de maneira sensual, depois esticou a mão, pegou o leite da geladeira e serviu um copo, sorrindo divertida. — Que calor, né? Tyler ficou surpreso ao entender que Anna estava brincando com ele, fazendo duplo sentido com o que o leite implicava e usando aquela desculpa para provocá-lo e também para ficar a sós com ele. Então ela bebeu seu leite com um certo ar sensual, como se estivesse saboreando cada gota. A cena era tão cotidiana e normal, e ainda assim, carregada de significado subjacente. — Não estou com sono, pequena, e você? — Não, Anna, também não estou com sono. — O que acha de irmos para a sala conversar um pouco? — Claro, vamos. Naquela noite, foram para a sala, sentaram no sofá e conversaram, e surgiu o tema do marido dela e por que ele não a havia acompanhado. Sua irmã mencionou: — Ultimamente não tenho estado muito bem com ele, o trabalho o absorve muito e quase não temos tempo para nós dois, temos tido muitos problemas e nem se fala de outras coisas que não poderia te contar, mas puff!!!... O que te digo... — Bom, irmã, você sabe que pode me contar qualquer coisa. Bem... O que acontece é que... Ele é um bom homem, mas... Quando fazíamos sexo, ele... só se preocupa com o próprio prazer, isso foi quando nos casamos, mas ultimamente ele perdeu a forma, se descuidou e além disso é precoce... E também tem tido problemas de disfunção... Por mais que eu tente ajudá-lo, não consigo, ele não se deixa, acha que ele pode resolver se tiver ajuda médica... E bem... sei que soa feio, mas a verdade é que ele já não me satisfaz... - Oh, sinto muito, Anna... Acho que é a idade, ele já é uma pessoa mais velha, embora claro, com ajuda médica talvez pudesse. Sim, acho que sim... mas a verdade é que ultimamente sinto que a faísca que me atraía a ele se apagou um pouco. Eu tenho sido uma boa mulher pra ele, fiel e também uma boa mãe, mas ele parece não notar. Já falei que a filha dele quer vê-lo e parece não importar, tenho me sentido muito sozinha ultimamente, ele viaja muito a trabalho e... bem... Faz tempo que não... Que não me toca. E bem, é assim que estão as coisas... e então... decidi tirar um tempo pra pensar e organizar minhas ideias, é por isso que vim pra casa da minha mãe sem ele, já que ele teve que viajar porque não tem férias até fevereiro - Uau! Anna, pensei que seu relacionamento estava indo maravilhosamente, que idiota é seu marido, a verdade é que ele não sabe o que está perdendo. Qualquer homem daria tudo por uma mulher como você, - Sim, nem tudo foi cor-de-rosa, na verdade ele me fez sentir insegura e cheguei a pensar que talvez eu esteja deixando de ser atraente pra ele ou sei lá... - O quê??? De jeito nenhum, Anna, você é uma mulher linda, olha só, tá feita uma deusa, mana, qualquer um desejaria ter algo com uma mulher tão gostosa, linda, inteligente e que ainda cozinha uma delícia (ela riu e o abraçou) - Obrigada, pequeno, você me faz sentir tão bem, foi bom conversar com alguém sobre isso, fico feliz que seja com você e sim, a verdade é que meu marido é um idiota, não sabe o que está perdendo. Depois que Anna compartilhou suas dificuldades com o casamento e sua insatisfação sexual, os dois se abraçaram e permaneceram um momento em silêncio, sentindo a proximidade física entre eles. Tyler aproveitou o calor do corpo da irmã colado ao seu, um abraço reconfortante. De repente, Anna se aproximou do ouvido de Tyler e sussurrou com voz baixa e sedosa: - Você precisa saber que você também está muito gato, desde que você tem... Crescido... Você está um homem feito, irmãozinho!" *Ela sorriu com malícia.* "Sua namorada deve ser a inveja de todas as garotas da faculdade." Tyler ficou profundamente corado ao ouvir as palavras lisonjeiras de Anna, sentindo seu coração bater forte. Ela se afastou dele e desejou-lhe uma linda noite, dando-lhe um beijo na bochecha que quase roçou seus lábios. Antes de subir as escadas para seu quarto, Anna lhe ofereceu uma última visão de sua bunda redonda e firme, proporcionando uma imagem inesquecível para Tyler. Ele ficou ali, absorto na beleza de sua irmã, sua respiração ofegante e sua mente atormentada por fantasias. Tyler observou fascinado enquanto Anna se afastava pelo corredor, sua figura esbelta e sensual delineada contra a luz. Ao chegar nas escadas, ela usava uma camisola de seda preta brilhante que se ajustava perfeitamente ao seu corpo, revelando cada curva e contorno. Além disso, Anna exibia meias de renda que mal cobriam a metade de suas pernas, deixando expostas suas coxas longas e firmes. A cada passo, o material leve se ajustava aos seus movimentos, destacando ainda mais o formato redondo e firme de suas nádegas. Tyler disse a si mesmo que o marido da sua irmã tinha que ser muito bobo para não aproveitar uma mulher tão sexy e gostosa como Anna, e embora inicialmente tivesse em mente outra garota para praticar sexo anal, decidiu que a primeira mulher a quem ele tinha que comer o cu tinha que ser Anna, sua irmã mais velha. - Se ela mesma me recomendou encontrar alguém com experiência," pensou Tyler, "quem melhor do que minha própria irmã, a deusa do sexo?" A Rainha do sexo anal. Então ele decidiu que Anna seria a primeira a experimentar seu desejo ardente de penetrá-la por trás. Agora, ele só tinha em mente um objetivo: convencer Anna a permitir que ele fizesse sexo anal com ela pela primeira vez. Tyler imaginava a sensação de entrar naquele santuário proibido, de possuir sua irmã de uma maneira tão íntima e profunda. Continua...

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