Meu nome é Jesús Gómez Castañon (conhecido como Chuy). Já transei com homem, mulher, traveco, mas adoro lembrar dessa história.
Me apresento, isso aconteceu no ano de 2020, naquela época eu tinha uma putaria, atualmente estou na zona industrial de SLP, um lugar onde tem um monte de praticantes de putaria. Essa história aconteceu há mais ou menos 9 anos. Acontece que, pelo trabalho que eu faço, tenho a chance de receber estudantes universitários pra fazerem o estágio profissional, eu tô no comando de uma área específica da empresa onde trabalho, e tenho muita demanda, e por questões de orçamento, sou o único, então aceitaram receber estagiários da minha profissão pra me acompanharem durante os 4 meses que dura a experiência. Naquela época, chegou uma guria chamada María Teresa, era uma mina de 18 anos, uns 1,65 de altura, pele branca, cabelo preto até os ombros, magrinha, com uns 32B e uma bundinha pequena mas empinada, desde que chegou, achei ela bonitinha e só, conforme o tempo passava, a gente ficava mais na confiança, ela me contou que tinha namorado, o único namorado dela, tavam juntos uns 5 anos se não me engano. Contei que eu tinha namorada, que uma coisa, que outra, até que a gente ficou tão na confiança que comecei a agir do mesmo jeito que sou com meus amigos, falando com duplo sentido, botando um puta tesão na parada e um dia me deu mole e fui me metendo no assunto sexual, ela disse que só tinha ficado com o namorado, e eu zuava ela, "como assim, isso com 5 anos já é falta de higiene, eu me ofereço pra você se quiser comparar, tenho boas referências se tiver interesse", e ela ria nervosa. Na sexta antes da semana santa, decidimos sair todo mundo do trabalho pra tomar umas e claro que ela foi, ouvi ela falar pro namorado que chegaria umas 11 da noite, que não demoraria... saímos 4 colegas, ela e eu pra tomar coquetéis, um, dois, três... etc, eram 10:45 da noite quando olhei o relógio e comecei a falar pra uma colega pra gente ir pra casa dela terminar, ela sacou minhas intenções e me deu corda, María não sabia o que fazer, minha amiga disse pra ela Pô, ela podia ficar na casa dela, só precisava pedir pros pais, que não tinha problema. Até que ela se decidiu, ligou, pediu permissão e deixaram, mas o estresse dela era por causa do namorado… Chegamos na casa da minha amiga com um litro de cachaça, já era eu, minha amiga, o parceiro dela, outro colega, a Maria Teresa e eu… Um gole ia, outro vinha, a gente dançava, e ela falando com o namorado, dizendo que ia ficar até de manhã. Eu cheguei pra salvar ela: “Fala com ele amanhã, hoje é dia de dançar”. Tomei o celular dela e começamos a dançar um reggaeton, e eu comecei a sussurrar no ouvido dela que ela tava muito gostosa, zuava ela dizendo que eu devia ser o primeiro chifre do namorado dela, que ele era chato e possessivo. Ela ria e ficava vermelha de vergonha. Já era meia-noite quando o outro colega foi embora, e minha amiga, pra não parecer tudo planejado, mostrou o quarto onde minha ficante ia dormir. Quinze minutos depois, ela se despediu do parceiro e foram dormir: “Fiquem à vontade, acabem com essa cachaça, que amanhã cê vai acordar ruim”, e me mandou fechar bem quando fosse embora. Não passou nem cinco minutos, eu já tava com uma dose de cachaça na mão pra ela e a outra mão na coxa dela. Ela tomou e na hora puxou um chiclete, colocou na boca porque sentia que tava cheirando a cachaça pura. Falei: “Quero chiclete também”. Ela ofereceu um da bolsa, mas eu disse: “Não, quero o que tá na sua boca”. Ela ficou meio pasma, botou o chiclete pra fora só um pouquinho, e foi aí que eu beijei ela. A gente se beijou como se tivesse desesperado, como se há muito tempo a gente quisesse que aquilo acontecesse. Ficamos uns 15 minutos entre beijos, beijinhos, beijos muito quentes, e ela começou a ficar excitada e soltar uns gemidinhos baixos. Aí eu perguntei: “Quer que eu te deite e te cubra?” Ela só balançou a cabeça enquanto procurava minha boca pra me beijar. Levantei ela e levei pro quarto que emprestaram pra ela. Quando fechei a porta, comecei a beijar o pescoço dela, agarrava a bunda dela, passava a mão nos peitos, tava desesperado pra ter ela. E ela começou a se despir. O mais rápido que os drinks que eu tinha tomado permitiam, quando fiquei só de roupa íntima, ela tava de top e uma calcinha fio dental branca, que já tava molhada de tesão. Passei minha mão na buceta dela, rocei por cima da calcinha, e ela se contorceu de prazer, e eu fiquei com o dedo molhado. Levei ele à boca, e quando ela viu eu provando aquele suco vaginal gostoso, se jogou em mim pra me beijar. Tirei o top dela e vi uns peitos branquinhos, com os bicos rosados apontando direto pra minha cara, eram grandes, carnudos, pouca aréola, lindos demais. Levei um na boca e o outro apertava forte com a mão esquerda, enquanto com a outra mão pegava na bunda dela por dentro da calcinha, que não demorou pra sumir. Deitei ela na cama pra poder ver na minha frente uma buceta com uns 8 dias sem depilar (coisa que não curto), mas com o tesão que tava e ao ver bem aqueles lábios rosadinhos, que estavam unidos por um fiozinho de fluido, a nojo passou. Aquela imagem tava uma delícia, e fui direto com minha língua pra lá. Penetrava ela com a língua, percorria a nuca (ou a neca) e subia pela buceta até tocar o clitóris, ela queria morrer, como se nunca tivessem feito oral nela (depois descobri que o namorado tinha nojo de fazer isso… idiota). Ela apertava minha cabeça contra a buceta dela, e eu com a mão esquerda comecei a meter um dedo na xereca dela e com a direita tapava a boca dela pra não gemer muito alto, até que ela virou de lado porque tinha gozado. Ela tava muito gostosa tremendo de prazer. Deixei ela se recuperar e falei, eu de pé na frente da cama: "Agora é sua vez". Dito isso, ela se levantou que nem uma submissa daquela cama e começou a lamber meu pescoço, a tirar minha camisa. Fez isso e passava a língua pelo meu abdômen, meus mamilos, me mordia de leve, muito gostoso. Com as mãos, chegou no meu jeans e cinto, e não parava de me lamber, coisa que eu amo, sentir uma língua deliciosa. Passar a mão no meu corpo me deixa a mil, baixo a calça jeans e a cueca ao mesmo tempo e vi meu pau duro e brilhando de tão molhado que tava, acaricio ele e, como hipnotizada, ela engole ele de uma vez, que visão era aquela, aquela mina de carinha meiga me dando um boquete delicioso, ela lambia meu pau inteiro com a língua, chegava até minhas bolas e enfiava uma, depois a outra na boca, chupava elas com cuidado, perguntei: "cê gosta desse pau que tá mamando?", ela respondeu "amo", peguei ela pelo cabelo e inclinei pra trás pra ela me olhar e falei: "falei que ia ser o primeiro chifre do teu namorado, e aqui cê tá me dando um boquete gostoso", ela me olhava e não parava de chupar, só balançava a cabeça, a gente tava louco de tesão, os dois sendo infiéis, os dois querendo o corpo do outro, com o gosto do outro na boca. Deitei na cama e perguntei: "sabe o que é beijo negro?", ela balançou a cabeça que não, levantei e abri minhas pernas e falei: "passa a língua no meu cu", ela continuava hipnotizada, levou a cara direto pro meu cu, roçava cada dobra do meu cu com a língua meio tímida, peguei ela pela cabeça e praticamente afoguei ela no meu cu e falei: "come tudo", ela fazia o melhor que podia, aí levantei ela, beijei ela, aquele beijo me excitou pra caralho porque a cara dela cheirava meu cu, deitei ela de barriga pra baixo, abri as nádegas dela e falei: "faz isso com teu namorado e você mata ele de prazer", Maria mordia o travesseiro, gritava com o travesseiro na boca, até que mandei ela ficar de quatro e meti de uma vez, forte, rápido, violento, puxei ela pelo cabelo pra perto de mim e falava, tomara que teu namorado te coma assim (toda vez que eu mencionava o namorado, ela se desesperava e gemia mais alto)... Virei ela e coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a meter forte, minhas bolas batiam no cu durão dela, ela limpava o suor da testa, lambia os dedos dos pés dela e ela apertava minhas coxas com as mãos, ela gozou do nada e Eu já tava pronto, tirei ele e descarreguei todo o meu sêmen na barriga dela, foi com tanta força que espirrou no rosto e no cabelo. Mandei ela limpar meu pau com a boca e falei: “a partir de agora, você vai ser minha puta gostosa, e seu namorado vai ser nosso corno. Toda vez que você tiver chupando ele, vai lembrar do meu pau duro e molhado.” A gente deitou pra dormir, no outro dia saímos umas 7 da manhã, deixei ela em casa e fui pra minha, cada um foi pra semana santa. Durante aquela semana, comecei a mandar fotos minhas pra ela, e ela respondia com fotos dela se tocando. Ficamos um com vontade do outro até chegar a semana de páscoa. Depois daquele dia, ela ficava comigo “trabalhando” até tarde. Um dia, umas 6:30 da tarde, com um colega no escritório, falei que ia dar uma olhada num equipamento e já voltava. Pouco depois, chamei ela e disse que precisava de ajuda. Ela, inocente, foi até onde eu tava. Quando abriu a porta, me encontrou sentado numa bancada, completamente pelado e me masturbando. Quando me viu assim, o olho dela brilhou. Ela tirou a blusa enquanto vinha na minha direção e foi direto pro meu pau, pra limpar umas gotinhas de fluido seminal que tavam saindo. “Que surpresa boa”, ela disse. “E o que falta”, respondi. Terminei de tirar a roupa dela e a gente se deitou no chão. Fizemos um 69. Enquanto ela me chupava, eu cuidava daquela bucetinha rosada e depilada. Lambi meus dedos e comecei a acariciar a bunda dela, perguntando se o namorado tocava na bunda dela. Ela disse que não, que ele tinha nojo. Enquanto ela falava isso, enfiei meu dedo indicador e continuei penetrando ela com a língua. Ela parou de chupar e disse que tava doendo um pouquinho. Falei: “se você quiser, eu continuo”. E adivinha o que ela disse… pra continuar. Ela me deu carta branca pra comer e arrebentar aquela bundinha empinada. Coloquei ela de bruços naquele chão frio, de quatro, com os peitos raspando no chão e o rosto colado. Ela mesma abriu as nádegas com as mãos. Eu lambi… Esse cuzinho rosado e apertadinho, cuspi no meu pau que tava ansioso pra entrar naquele buraco desconhecido e levei minha glande até o cu da María, ela respirava ofegante, tava assustada a coitada, e comecei a penetrar ela, tava com metade da cabeça do meu pau dentro e ela me pedia com a voz trêmula pra parar, que tava doendo, eu falava que ia tirar, mas fazia o contrário, empurrava mais um pouco, dizia que ia meter de novo quando já tinha a cabeça inteira do meu pau dentro, sentia aquele cuzinho chupando meu pau, era apertadíssimo, aí tirei, mandei ela lamber pra entrar mais molhado, ela obedeceu como sempre e voltei pra aquele cu, tava vermelho de tanto esforço mas um pouco dilatado, quando comecei o vai e vem de novo, minha glande entrou mais fácil, e aí ela não reclamou, de repente empurrei de uma vez e enfiei tudo, ela suspirou e prendeu a respiração de tanta dor que sentiu, fiquei parado um tempo até começar a empurrar devagar, bem suave, enquanto ela se acostumava com meu pau dentro, depois comecei a acelerar um pouco, e ela já tava se mexendo, já tava gostando, quando o celular dela tocou, sem parar de meter ela pegou o telefone e falou: "é o Camilo" (o namorado dela), eu disse: atende mas não pode gemer senão a gente é descoberto... "Alô... oi amor... ainda aqui no trabalho, o chefe me deixou com um monte de coisa pra fazer... Não, ele não foi embora, tá aqui atrás de mim trabalhando também"... ao ouvir ela falando com o namorado, fiquei louco e comecei a bombar mais forte e ela respondia com movimentos mais rápidos, os dois gozando com aquela desvirgada de cu... "Tá bom amorzinho... você vem me pegar?... em uns 15 minutos"... "tá bom, a gente se vê, um beijo... tchau"... ela desligou e eu que tava metendo de joelhos me levantei e comecei a arrebentar aquele cu em pé, aí sim ela começou a gemer, falei "vou gozar no seu cu e você vai andar na moto do Camilo com meu leite dentro"... aí explodi e enchi aquele buraco com meu sêmen, senti que gozei pra caralho, esperei a ereção baixar pra tirar de dentro dela, e quando tirei saiu um pouco sujo, me deu um tesão do caralho ver ele assim, limpei na coxa dela, ela ainda tava de quatro, tremendo de prazer igual da primeira vez, conseguiu se limpar um pouco porque saiu um resto da minha porra, já que ela disse: sinto que ainda tem mais dentro de mim, mas tive que ir assim porque tão me chamando, ele deve estar lá fora me esperando, ela se vestiu, a gente se beijou e ela foi embora… No outro dia quando vi ela, ela deu um sorriso safado e me contou que o namorado tinha chamado ela pra comer e depois ir pra um motel, que ela tava exausta depois de ter transado comigo, mas teve que ir e chupar a rola do namorado, que ele gozou dentro da buceta dela, e aí nessa agitação saiu o resto da minha porra que tava no cu dela, o namorado quando levantou e viu que ela tava cheia de porra até o cu falou: “nossa amor, não sabia que tinha gozado tanto”… Pobre corno… Depois de 3 meses de sexo no trabalho, ela foi embora, com o tempo, o namorado descobriu umas fotos que a gente ainda trocava e perdoou ela, até hoje tão juntos, porque hoje lembrei da minha primeira estagiária e liguei pra dar um oi, perguntei como ela tava, e ela disse que foi morar com o Camilo…
Me apresento, isso aconteceu no ano de 2020, naquela época eu tinha uma putaria, atualmente estou na zona industrial de SLP, um lugar onde tem um monte de praticantes de putaria. Essa história aconteceu há mais ou menos 9 anos. Acontece que, pelo trabalho que eu faço, tenho a chance de receber estudantes universitários pra fazerem o estágio profissional, eu tô no comando de uma área específica da empresa onde trabalho, e tenho muita demanda, e por questões de orçamento, sou o único, então aceitaram receber estagiários da minha profissão pra me acompanharem durante os 4 meses que dura a experiência. Naquela época, chegou uma guria chamada María Teresa, era uma mina de 18 anos, uns 1,65 de altura, pele branca, cabelo preto até os ombros, magrinha, com uns 32B e uma bundinha pequena mas empinada, desde que chegou, achei ela bonitinha e só, conforme o tempo passava, a gente ficava mais na confiança, ela me contou que tinha namorado, o único namorado dela, tavam juntos uns 5 anos se não me engano. Contei que eu tinha namorada, que uma coisa, que outra, até que a gente ficou tão na confiança que comecei a agir do mesmo jeito que sou com meus amigos, falando com duplo sentido, botando um puta tesão na parada e um dia me deu mole e fui me metendo no assunto sexual, ela disse que só tinha ficado com o namorado, e eu zuava ela, "como assim, isso com 5 anos já é falta de higiene, eu me ofereço pra você se quiser comparar, tenho boas referências se tiver interesse", e ela ria nervosa. Na sexta antes da semana santa, decidimos sair todo mundo do trabalho pra tomar umas e claro que ela foi, ouvi ela falar pro namorado que chegaria umas 11 da noite, que não demoraria... saímos 4 colegas, ela e eu pra tomar coquetéis, um, dois, três... etc, eram 10:45 da noite quando olhei o relógio e comecei a falar pra uma colega pra gente ir pra casa dela terminar, ela sacou minhas intenções e me deu corda, María não sabia o que fazer, minha amiga disse pra ela Pô, ela podia ficar na casa dela, só precisava pedir pros pais, que não tinha problema. Até que ela se decidiu, ligou, pediu permissão e deixaram, mas o estresse dela era por causa do namorado… Chegamos na casa da minha amiga com um litro de cachaça, já era eu, minha amiga, o parceiro dela, outro colega, a Maria Teresa e eu… Um gole ia, outro vinha, a gente dançava, e ela falando com o namorado, dizendo que ia ficar até de manhã. Eu cheguei pra salvar ela: “Fala com ele amanhã, hoje é dia de dançar”. Tomei o celular dela e começamos a dançar um reggaeton, e eu comecei a sussurrar no ouvido dela que ela tava muito gostosa, zuava ela dizendo que eu devia ser o primeiro chifre do namorado dela, que ele era chato e possessivo. Ela ria e ficava vermelha de vergonha. Já era meia-noite quando o outro colega foi embora, e minha amiga, pra não parecer tudo planejado, mostrou o quarto onde minha ficante ia dormir. Quinze minutos depois, ela se despediu do parceiro e foram dormir: “Fiquem à vontade, acabem com essa cachaça, que amanhã cê vai acordar ruim”, e me mandou fechar bem quando fosse embora. Não passou nem cinco minutos, eu já tava com uma dose de cachaça na mão pra ela e a outra mão na coxa dela. Ela tomou e na hora puxou um chiclete, colocou na boca porque sentia que tava cheirando a cachaça pura. Falei: “Quero chiclete também”. Ela ofereceu um da bolsa, mas eu disse: “Não, quero o que tá na sua boca”. Ela ficou meio pasma, botou o chiclete pra fora só um pouquinho, e foi aí que eu beijei ela. A gente se beijou como se tivesse desesperado, como se há muito tempo a gente quisesse que aquilo acontecesse. Ficamos uns 15 minutos entre beijos, beijinhos, beijos muito quentes, e ela começou a ficar excitada e soltar uns gemidinhos baixos. Aí eu perguntei: “Quer que eu te deite e te cubra?” Ela só balançou a cabeça enquanto procurava minha boca pra me beijar. Levantei ela e levei pro quarto que emprestaram pra ela. Quando fechei a porta, comecei a beijar o pescoço dela, agarrava a bunda dela, passava a mão nos peitos, tava desesperado pra ter ela. E ela começou a se despir. O mais rápido que os drinks que eu tinha tomado permitiam, quando fiquei só de roupa íntima, ela tava de top e uma calcinha fio dental branca, que já tava molhada de tesão. Passei minha mão na buceta dela, rocei por cima da calcinha, e ela se contorceu de prazer, e eu fiquei com o dedo molhado. Levei ele à boca, e quando ela viu eu provando aquele suco vaginal gostoso, se jogou em mim pra me beijar. Tirei o top dela e vi uns peitos branquinhos, com os bicos rosados apontando direto pra minha cara, eram grandes, carnudos, pouca aréola, lindos demais. Levei um na boca e o outro apertava forte com a mão esquerda, enquanto com a outra mão pegava na bunda dela por dentro da calcinha, que não demorou pra sumir. Deitei ela na cama pra poder ver na minha frente uma buceta com uns 8 dias sem depilar (coisa que não curto), mas com o tesão que tava e ao ver bem aqueles lábios rosadinhos, que estavam unidos por um fiozinho de fluido, a nojo passou. Aquela imagem tava uma delícia, e fui direto com minha língua pra lá. Penetrava ela com a língua, percorria a nuca (ou a neca) e subia pela buceta até tocar o clitóris, ela queria morrer, como se nunca tivessem feito oral nela (depois descobri que o namorado tinha nojo de fazer isso… idiota). Ela apertava minha cabeça contra a buceta dela, e eu com a mão esquerda comecei a meter um dedo na xereca dela e com a direita tapava a boca dela pra não gemer muito alto, até que ela virou de lado porque tinha gozado. Ela tava muito gostosa tremendo de prazer. Deixei ela se recuperar e falei, eu de pé na frente da cama: "Agora é sua vez". Dito isso, ela se levantou que nem uma submissa daquela cama e começou a lamber meu pescoço, a tirar minha camisa. Fez isso e passava a língua pelo meu abdômen, meus mamilos, me mordia de leve, muito gostoso. Com as mãos, chegou no meu jeans e cinto, e não parava de me lamber, coisa que eu amo, sentir uma língua deliciosa. Passar a mão no meu corpo me deixa a mil, baixo a calça jeans e a cueca ao mesmo tempo e vi meu pau duro e brilhando de tão molhado que tava, acaricio ele e, como hipnotizada, ela engole ele de uma vez, que visão era aquela, aquela mina de carinha meiga me dando um boquete delicioso, ela lambia meu pau inteiro com a língua, chegava até minhas bolas e enfiava uma, depois a outra na boca, chupava elas com cuidado, perguntei: "cê gosta desse pau que tá mamando?", ela respondeu "amo", peguei ela pelo cabelo e inclinei pra trás pra ela me olhar e falei: "falei que ia ser o primeiro chifre do teu namorado, e aqui cê tá me dando um boquete gostoso", ela me olhava e não parava de chupar, só balançava a cabeça, a gente tava louco de tesão, os dois sendo infiéis, os dois querendo o corpo do outro, com o gosto do outro na boca. Deitei na cama e perguntei: "sabe o que é beijo negro?", ela balançou a cabeça que não, levantei e abri minhas pernas e falei: "passa a língua no meu cu", ela continuava hipnotizada, levou a cara direto pro meu cu, roçava cada dobra do meu cu com a língua meio tímida, peguei ela pela cabeça e praticamente afoguei ela no meu cu e falei: "come tudo", ela fazia o melhor que podia, aí levantei ela, beijei ela, aquele beijo me excitou pra caralho porque a cara dela cheirava meu cu, deitei ela de barriga pra baixo, abri as nádegas dela e falei: "faz isso com teu namorado e você mata ele de prazer", Maria mordia o travesseiro, gritava com o travesseiro na boca, até que mandei ela ficar de quatro e meti de uma vez, forte, rápido, violento, puxei ela pelo cabelo pra perto de mim e falava, tomara que teu namorado te coma assim (toda vez que eu mencionava o namorado, ela se desesperava e gemia mais alto)... Virei ela e coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a meter forte, minhas bolas batiam no cu durão dela, ela limpava o suor da testa, lambia os dedos dos pés dela e ela apertava minhas coxas com as mãos, ela gozou do nada e Eu já tava pronto, tirei ele e descarreguei todo o meu sêmen na barriga dela, foi com tanta força que espirrou no rosto e no cabelo. Mandei ela limpar meu pau com a boca e falei: “a partir de agora, você vai ser minha puta gostosa, e seu namorado vai ser nosso corno. Toda vez que você tiver chupando ele, vai lembrar do meu pau duro e molhado.” A gente deitou pra dormir, no outro dia saímos umas 7 da manhã, deixei ela em casa e fui pra minha, cada um foi pra semana santa. Durante aquela semana, comecei a mandar fotos minhas pra ela, e ela respondia com fotos dela se tocando. Ficamos um com vontade do outro até chegar a semana de páscoa. Depois daquele dia, ela ficava comigo “trabalhando” até tarde. Um dia, umas 6:30 da tarde, com um colega no escritório, falei que ia dar uma olhada num equipamento e já voltava. Pouco depois, chamei ela e disse que precisava de ajuda. Ela, inocente, foi até onde eu tava. Quando abriu a porta, me encontrou sentado numa bancada, completamente pelado e me masturbando. Quando me viu assim, o olho dela brilhou. Ela tirou a blusa enquanto vinha na minha direção e foi direto pro meu pau, pra limpar umas gotinhas de fluido seminal que tavam saindo. “Que surpresa boa”, ela disse. “E o que falta”, respondi. Terminei de tirar a roupa dela e a gente se deitou no chão. Fizemos um 69. Enquanto ela me chupava, eu cuidava daquela bucetinha rosada e depilada. Lambi meus dedos e comecei a acariciar a bunda dela, perguntando se o namorado tocava na bunda dela. Ela disse que não, que ele tinha nojo. Enquanto ela falava isso, enfiei meu dedo indicador e continuei penetrando ela com a língua. Ela parou de chupar e disse que tava doendo um pouquinho. Falei: “se você quiser, eu continuo”. E adivinha o que ela disse… pra continuar. Ela me deu carta branca pra comer e arrebentar aquela bundinha empinada. Coloquei ela de bruços naquele chão frio, de quatro, com os peitos raspando no chão e o rosto colado. Ela mesma abriu as nádegas com as mãos. Eu lambi… Esse cuzinho rosado e apertadinho, cuspi no meu pau que tava ansioso pra entrar naquele buraco desconhecido e levei minha glande até o cu da María, ela respirava ofegante, tava assustada a coitada, e comecei a penetrar ela, tava com metade da cabeça do meu pau dentro e ela me pedia com a voz trêmula pra parar, que tava doendo, eu falava que ia tirar, mas fazia o contrário, empurrava mais um pouco, dizia que ia meter de novo quando já tinha a cabeça inteira do meu pau dentro, sentia aquele cuzinho chupando meu pau, era apertadíssimo, aí tirei, mandei ela lamber pra entrar mais molhado, ela obedeceu como sempre e voltei pra aquele cu, tava vermelho de tanto esforço mas um pouco dilatado, quando comecei o vai e vem de novo, minha glande entrou mais fácil, e aí ela não reclamou, de repente empurrei de uma vez e enfiei tudo, ela suspirou e prendeu a respiração de tanta dor que sentiu, fiquei parado um tempo até começar a empurrar devagar, bem suave, enquanto ela se acostumava com meu pau dentro, depois comecei a acelerar um pouco, e ela já tava se mexendo, já tava gostando, quando o celular dela tocou, sem parar de meter ela pegou o telefone e falou: "é o Camilo" (o namorado dela), eu disse: atende mas não pode gemer senão a gente é descoberto... "Alô... oi amor... ainda aqui no trabalho, o chefe me deixou com um monte de coisa pra fazer... Não, ele não foi embora, tá aqui atrás de mim trabalhando também"... ao ouvir ela falando com o namorado, fiquei louco e comecei a bombar mais forte e ela respondia com movimentos mais rápidos, os dois gozando com aquela desvirgada de cu... "Tá bom amorzinho... você vem me pegar?... em uns 15 minutos"... "tá bom, a gente se vê, um beijo... tchau"... ela desligou e eu que tava metendo de joelhos me levantei e comecei a arrebentar aquele cu em pé, aí sim ela começou a gemer, falei "vou gozar no seu cu e você vai andar na moto do Camilo com meu leite dentro"... aí explodi e enchi aquele buraco com meu sêmen, senti que gozei pra caralho, esperei a ereção baixar pra tirar de dentro dela, e quando tirei saiu um pouco sujo, me deu um tesão do caralho ver ele assim, limpei na coxa dela, ela ainda tava de quatro, tremendo de prazer igual da primeira vez, conseguiu se limpar um pouco porque saiu um resto da minha porra, já que ela disse: sinto que ainda tem mais dentro de mim, mas tive que ir assim porque tão me chamando, ele deve estar lá fora me esperando, ela se vestiu, a gente se beijou e ela foi embora… No outro dia quando vi ela, ela deu um sorriso safado e me contou que o namorado tinha chamado ela pra comer e depois ir pra um motel, que ela tava exausta depois de ter transado comigo, mas teve que ir e chupar a rola do namorado, que ele gozou dentro da buceta dela, e aí nessa agitação saiu o resto da minha porra que tava no cu dela, o namorado quando levantou e viu que ela tava cheia de porra até o cu falou: “nossa amor, não sabia que tinha gozado tanto”… Pobre corno… Depois de 3 meses de sexo no trabalho, ela foi embora, com o tempo, o namorado descobriu umas fotos que a gente ainda trocava e perdoou ela, até hoje tão juntos, porque hoje lembrei da minha primeira estagiária e liguei pra dar um oi, perguntei como ela tava, e ela disse que foi morar com o Camilo…
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