Oi, como cê tá? Vou começar a descrever minha mãe. Ela é baixinha, 1,55 de altura, é curvilínea, cabelo preto, tem 37 anos e uma bunda grande e peitos médios. Ela é bem gostosa, chama Mônica, a gente chama de Moni. Somos do Estado do México, de Los Reyes La Paz, atrás da estação de metrô Los Reyes.
Nos mudamos pra Guadalajara, num bairro chamado Silos. As casas são tipo de Infonavit, muitas tão abandonadas, pichadas e outras invadidas. A gente chegou faz 5 anos, quando meus pais se divorciaram. Eu tenho um irmão que na época tinha 13 anos e duas irmãs de 9 e 18. Meus irmãos ficaram com meu pai e só eu fui morar com minha mãe. Uma amiga dela emprestou uma casinha pra gente, quase na saída do bairro. Só tinha 7 vizinhos na rua, o resto tudo abandonado. A casa era só um quarto, sala e cozinha juntas, banheiro e uma área de lavagem pequena nos fundos. Dava pro gasto pra nós dois. Minha mãe começou a trabalhar e eu ficava em casa, não estudava. Comecei a sair, fiz uns amigos, saía com eles até minha mãe chegar, umas 7 da noite. Conheci o cristal e comecei a usar direto, até em casa sem ela perceber. A gente dormia na mesma cama, de casal. Ela chegava, descansava e já ia fazer a janta e a comida do dia seguinte, enquanto eu tava no quarto vendo pornô, bem doidão. Às vezes nem jantava, só ficava com ela. Nunca vi ela de outro jeito, até aquele dia. Ela nem imaginava o que ia rolar.
Uma dessas noites, ela tava na cozinha fazendo o jantar. Eu cheguei umas 8 horas e sentei pra bater um papo com ela, como de costume. Ela tava de costas pra mim, e eu fiquei olhando o corpo dela, principalmente a bunda. Já não via ela como minha mãe, mas como uma mulher. Só pensava e fantasiava em como eu ia comer ela.
No dia seguinte era sábado, eu não tinha dormido, só pensava nela, na bunda dela. No decorrer do dia, cheirei umas carreiras, inalei, peguei meu laptop e abri um site pornô. De todos os vídeos que tinha, tinha um que dizia "madrasta e enteado".
Eu tava deitado na cama com meus shorts até o joelho, batendo uma. Tava com meus fones de ouvido, enquanto me masturbava, fantasiava e imaginava que era minha mãe. Ela chegou umas 3 horas, eu nem percebi por causa da excitação e dos fones que tava usando.
Ela entrou e deixou as coisas na mesa, foi direto pro quarto me cumprimentar. Acho que ouviu alguma coisa, porque se aproximou devagar sem que eu percebesse que já estava ali. Ela espiou e me viu batendo uma, sussurrando: "Uff, como eu queria ter você assim, Moni, com essas bundona me dando uns sentões. Uff, não me importo que você seja minha mãe.
Ela ficou ali um tempão me observando. Tava usando um vestido vermelho bem justinho. Abriu um pouco as pernas e começou a se tocar por cima da calcinha. Ficou toda excitada. Nisso, eu gozei e gritei: "Ôôô, isso, Mônica!" e joguei o celular de lado. Levantei um pouco a vista e vi ela parada ali, me olhando. Ela tirou a mão rapidinho da boceta e, num tom alterado, me disse:
M — O que você tá fazendo, Fernando?
Eu me assustei e tapei meu pau com um travesseiro na hora, sem saber o que dizer.
F — Nada, nada, mãe. Desculpa, não pensei que você fosse chegar mais cedo e me pegar assim.
M — Pois hoje é sábado, chego cedo. Tinha pelo menos trancado a porta. E o que você tava falando de mim?
F — Nada, nada.
M — Não mente, eu ouvi clarinho você falando meu nome e dizendo que queria me ter assim, com minha bunda quicando em cima de você. Me explica isso.
F — Desculpa, mãe, não pensa mal. Posso te contar, mas promete que não vai me xingar nem me bater?
M — Tá bom, filho, mas vamos conversar com confiança. Sou sua mãe e me preocupo com você. Eu sei que na sua idade, 15 anos, seus hormônios tão a mil e que os jovens da sua idade passam o tempo se masturbando e vendo pornô.
F — Sim, mãe, eu sei. É que eu tava vendo pornô e apareceu um vídeo com uma mulher mais ou menos da sua idade. O corpo dela parece com o seu. Ontem, quando você tava fazendo o jantar, não consegui parar de olhar seu corpo, principalmente sua bunda. Eu imaginava que era você no vídeo, fazendo aquelas coisas comigo.
Minha mãe ficou em choque ao ouvir aquilo. Vários sentimentos vieram nela. Se sentiu desejada depois de muito tempo, e um pouco excitada.
M — Não sei o que te dizer. Vou pensar no que você falou antes de te responder, porque tô em choque. Deixa eu ir preparar o jantar.
Ela foi cozinhar, preparar o jantar. Levantei depois de um tempinho e saí vestido com um shorts e uma regata. Ela ficou me olhando, porque eu já tava com um corpo bonito, uma rola gostosa. Não percebi que meu pau ereto tava aparecendo por baixo do shorts. Só sentei na mesa de jantar, ficando de costas pra ela.
F—O que cê vai fazer de comer, mãe?
M—Fiz ovo à mexicana, meu amor. Tô chegando bem cansada.
Começamos a conversar sobre o dia delas e como foi, esquecendo por um tempo o que tinha acontecido algumas horas antes.
Cenei como pude, tomando bastante água.
F—Mãe, vou sair pra comprar umas coisas na venda. Dá pra me dar 200, por favor?
M—Já é tarde, filho, são 7 horas. O que cê vai comprar?
F—Bateu uma vontade de umas batatinhas e um refri.
Claro, isso era mentira. Eu ia comprar 100 de cristal e uns cigarros.
M—Cê capricha, por favor, pra gente dormir logo. Tô com muito sono e não quero ficar preocupada com você.
F—Sim, mãe. Deixa que vou rápido.
Saí rápido e fui no ponto comprar 100 de material. Me deram uma pipa de brinde e me explicaram como fumar.
Lá mesmo, botei metade do material. Guardei tudo direitinho pra não dar merda na volta.
No caminho de volta pra casa, passei pra comprar uns cigarros, um isqueiro, um soro e, claro, as batatinhas.
Já eram 9 horas quando cheguei em casa, bem chapado do que tinha fumado. Abri a porta devagar e fui pra sala. Lá vi minha mãe deitada no sofá, tinha dormido vendo um filme.
Fiquei um tempão admirando a bunda gostosa da mamãe, já sob o efeito da parada e com a excitação de ver minha mãe daquele jeito, comecei a bater uma. Saí pro quintal dos fundos que eles tinham e comecei a dar uns tragos, acendi um cigarro pra disfarçar o cheiro e a fumaça que tinha. Entrei na sala e comecei a passar a mão na bunda da minha mãe.
Ela com o movimento que fez acordou, mas se fez de dormida pra ver até onde eu ia. Eu apalpava e batia uma, nisso ela me levantou do sofá ainda com o pau pra fora do shorts e me levou pro quintal. De costas pra porta, tirei o cachimbo, acendi um cigarro, comecei a fumar, passei uma parte pra ela, guardei o que tinha sobrado — já imaginam como ela me deixou. Ela me dava uns tapas no pau imaginando minha mãe e acendia o cachimbo de novo. Assim passou uns 20 minutos. Acendi outro cigarro e dei uma tragada no cachimbo. Nisso, minha mãe levanta do sofá e chega perto da porta do quintal. Eu rápido escondo o cachimbo com o cigarro na mão, subo meu shorts ao ouvir o barulho. M — O que cê tá fazendo, meu amor? Já vamos dormir, amanhã temos muita coisa pra fazer. F — Nada, só fumando um cigarro. Tá bom, só termino ele e já vou. Fechei a porta da entrada. M — Vale, te espero na cama. Fecha essa porta também, por favor. F — Sim, já vou te alcançar. Terminei o cigarro, fechei a porta e fui me deitar. Entro no quarto e vejo minha mãe deitada com uma camiseta e a calcinha, sem se cobrir.
Ao ver aquilo, meu pau começou a endurecer e fui rápido pegar o cachimbo, voltei e fechei a porta do quarto. Já tinha ouvido falar que se a fumaça ficasse presa e tivesse outra pessoa, ela também podia sentir o efeito só de inalar a fumaça. Acendi o cachimbo e comecei a soprar a fumaça no rosto da minha mãe dormindo. Ela respirava toda a fumaça sem saber. Assim passou um tempo e já ia dar umas 4 da manhã de domingo. Deitei devagar, sem fazer barulho pra não acordar ela. Na minha loucura, tirei o shorts e a cueca, deixando meu pau meio ereto pra fora. Bateu 6 horas e tocou o despertador que minha mãe tinha programado. Eu fingi que tava dormindo. Ela levantou, desligou o alarme, virou pra me olhar e ficou surpresa ao me ver daquele jeito, com o pau de fora. Ela me sacudiu e falou pra ver se eu tava acordado. Como não viu movimento, ela pegou no meu pau e começou a masturbar. Vendo que eu não me mexia, ela se ajeitou e levou ele pra boca, enquanto com a outra mão começou a se tocar na buceta. Aquela sensação de prazer eu nunca tinha sentido — era a substância fazendo efeito. Já não ligava mais pra nada, nem que eu fosse filho dela. Só queria sentir um pau dentro dela. Ela gemia alto e enfiava meu pau até a garganta. Já tava bem duro. Nisso, ela começa a se contorcer de prazer e goza. Eu também gozei ao ouvir aquilo — só contraí o corpo e soltei um gemido de prazer. Nessa hora, abro os olhos e viro pra olhar minha mãe.
Acho que quando viu que eu acordei, ela se assustou e virou rápido. Quando viro pra olhar, vejo aquela bunda, olho pro meu pau e ele ainda tava soltando porra. Eu, com a excitação a mil, viro de lado pra onde minha mãe tá e começo a passar a mão na bunda dela. Levanto e começo a chupar a buceta dela, ela já não tava mais de calcinha.
Só escuto gemidos leves. Levanto ela, encaixo meu pau na entrada da buceta dela e vou metendo devagar. Sinto ela ficar molhada e aumento o ritmo. Vejo ela levantar a bunda pra ficar mais confortável e continuo comendo ela. Começo a falar: "Assim, mamãe, cê gosta que seu filho meta o pau em você? Você vai ser minha puta de agora em diante." Ela só gemia, ainda de olhos fechados, mas já tinha percebido que ela tava acordada. Enquanto como ela, pego o cachimbo, dou uns tragos. Aquela sensação de fumar e ver minha mãe assim... aff, gozei. Ela virou pra me olhar, mas de tesão só inalou a fumaça. Assim passamos três horas transando, quem sabe se nos ouviram lá fora. Terminei e me virei pro outro lado da cama, fechei os olhos e dormi umas duas horas. Acordei, virei pra olhar minha mãe e vi ela arrumando a roupa.

F-Oi, gostosa, como você dormiu?
M-Oi, meu amor, dormi bem, docinho. Só que tô me sentindo muito carente. Aliás, valeu pelo de agora há pouco, já tava precisando.
F-Não precisa agradecer, quando quiser, gostosa. Assim passou uma semana, cada um na sua rotina.
Continua...
Apoiem que eu posto a próxima parte, já tô escrevendo. Também mandem seus relatos que eu publico, ou fotos das suas mães, filhas, irmãs — tudo relacionado a incesto. Se quiserem conversar sobre incesto, mandem DM também. Tô procurando alguma mãe que pratique incesto pra bater um papo.

Nos mudamos pra Guadalajara, num bairro chamado Silos. As casas são tipo de Infonavit, muitas tão abandonadas, pichadas e outras invadidas. A gente chegou faz 5 anos, quando meus pais se divorciaram. Eu tenho um irmão que na época tinha 13 anos e duas irmãs de 9 e 18. Meus irmãos ficaram com meu pai e só eu fui morar com minha mãe. Uma amiga dela emprestou uma casinha pra gente, quase na saída do bairro. Só tinha 7 vizinhos na rua, o resto tudo abandonado. A casa era só um quarto, sala e cozinha juntas, banheiro e uma área de lavagem pequena nos fundos. Dava pro gasto pra nós dois. Minha mãe começou a trabalhar e eu ficava em casa, não estudava. Comecei a sair, fiz uns amigos, saía com eles até minha mãe chegar, umas 7 da noite. Conheci o cristal e comecei a usar direto, até em casa sem ela perceber. A gente dormia na mesma cama, de casal. Ela chegava, descansava e já ia fazer a janta e a comida do dia seguinte, enquanto eu tava no quarto vendo pornô, bem doidão. Às vezes nem jantava, só ficava com ela. Nunca vi ela de outro jeito, até aquele dia. Ela nem imaginava o que ia rolar.
Uma dessas noites, ela tava na cozinha fazendo o jantar. Eu cheguei umas 8 horas e sentei pra bater um papo com ela, como de costume. Ela tava de costas pra mim, e eu fiquei olhando o corpo dela, principalmente a bunda. Já não via ela como minha mãe, mas como uma mulher. Só pensava e fantasiava em como eu ia comer ela.
No dia seguinte era sábado, eu não tinha dormido, só pensava nela, na bunda dela. No decorrer do dia, cheirei umas carreiras, inalei, peguei meu laptop e abri um site pornô. De todos os vídeos que tinha, tinha um que dizia "madrasta e enteado".
Eu tava deitado na cama com meus shorts até o joelho, batendo uma. Tava com meus fones de ouvido, enquanto me masturbava, fantasiava e imaginava que era minha mãe. Ela chegou umas 3 horas, eu nem percebi por causa da excitação e dos fones que tava usando.
Ela entrou e deixou as coisas na mesa, foi direto pro quarto me cumprimentar. Acho que ouviu alguma coisa, porque se aproximou devagar sem que eu percebesse que já estava ali. Ela espiou e me viu batendo uma, sussurrando: "Uff, como eu queria ter você assim, Moni, com essas bundona me dando uns sentões. Uff, não me importo que você seja minha mãe.
Ela ficou ali um tempão me observando. Tava usando um vestido vermelho bem justinho. Abriu um pouco as pernas e começou a se tocar por cima da calcinha. Ficou toda excitada. Nisso, eu gozei e gritei: "Ôôô, isso, Mônica!" e joguei o celular de lado. Levantei um pouco a vista e vi ela parada ali, me olhando. Ela tirou a mão rapidinho da boceta e, num tom alterado, me disse:M — O que você tá fazendo, Fernando?
Eu me assustei e tapei meu pau com um travesseiro na hora, sem saber o que dizer.
F — Nada, nada, mãe. Desculpa, não pensei que você fosse chegar mais cedo e me pegar assim.
M — Pois hoje é sábado, chego cedo. Tinha pelo menos trancado a porta. E o que você tava falando de mim?
F — Nada, nada.
M — Não mente, eu ouvi clarinho você falando meu nome e dizendo que queria me ter assim, com minha bunda quicando em cima de você. Me explica isso.
F — Desculpa, mãe, não pensa mal. Posso te contar, mas promete que não vai me xingar nem me bater?
M — Tá bom, filho, mas vamos conversar com confiança. Sou sua mãe e me preocupo com você. Eu sei que na sua idade, 15 anos, seus hormônios tão a mil e que os jovens da sua idade passam o tempo se masturbando e vendo pornô.
F — Sim, mãe, eu sei. É que eu tava vendo pornô e apareceu um vídeo com uma mulher mais ou menos da sua idade. O corpo dela parece com o seu. Ontem, quando você tava fazendo o jantar, não consegui parar de olhar seu corpo, principalmente sua bunda. Eu imaginava que era você no vídeo, fazendo aquelas coisas comigo.
Minha mãe ficou em choque ao ouvir aquilo. Vários sentimentos vieram nela. Se sentiu desejada depois de muito tempo, e um pouco excitada.
M — Não sei o que te dizer. Vou pensar no que você falou antes de te responder, porque tô em choque. Deixa eu ir preparar o jantar.
Ela foi cozinhar, preparar o jantar. Levantei depois de um tempinho e saí vestido com um shorts e uma regata. Ela ficou me olhando, porque eu já tava com um corpo bonito, uma rola gostosa. Não percebi que meu pau ereto tava aparecendo por baixo do shorts. Só sentei na mesa de jantar, ficando de costas pra ela.
F—O que cê vai fazer de comer, mãe? M—Fiz ovo à mexicana, meu amor. Tô chegando bem cansada.
Começamos a conversar sobre o dia delas e como foi, esquecendo por um tempo o que tinha acontecido algumas horas antes.
Cenei como pude, tomando bastante água.
F—Mãe, vou sair pra comprar umas coisas na venda. Dá pra me dar 200, por favor?
M—Já é tarde, filho, são 7 horas. O que cê vai comprar?
F—Bateu uma vontade de umas batatinhas e um refri.
Claro, isso era mentira. Eu ia comprar 100 de cristal e uns cigarros.
M—Cê capricha, por favor, pra gente dormir logo. Tô com muito sono e não quero ficar preocupada com você.
F—Sim, mãe. Deixa que vou rápido.
Saí rápido e fui no ponto comprar 100 de material. Me deram uma pipa de brinde e me explicaram como fumar.
Lá mesmo, botei metade do material. Guardei tudo direitinho pra não dar merda na volta.
No caminho de volta pra casa, passei pra comprar uns cigarros, um isqueiro, um soro e, claro, as batatinhas.
Já eram 9 horas quando cheguei em casa, bem chapado do que tinha fumado. Abri a porta devagar e fui pra sala. Lá vi minha mãe deitada no sofá, tinha dormido vendo um filme.
Fiquei um tempão admirando a bunda gostosa da mamãe, já sob o efeito da parada e com a excitação de ver minha mãe daquele jeito, comecei a bater uma. Saí pro quintal dos fundos que eles tinham e comecei a dar uns tragos, acendi um cigarro pra disfarçar o cheiro e a fumaça que tinha. Entrei na sala e comecei a passar a mão na bunda da minha mãe.
Ela com o movimento que fez acordou, mas se fez de dormida pra ver até onde eu ia. Eu apalpava e batia uma, nisso ela me levantou do sofá ainda com o pau pra fora do shorts e me levou pro quintal. De costas pra porta, tirei o cachimbo, acendi um cigarro, comecei a fumar, passei uma parte pra ela, guardei o que tinha sobrado — já imaginam como ela me deixou. Ela me dava uns tapas no pau imaginando minha mãe e acendia o cachimbo de novo. Assim passou uns 20 minutos. Acendi outro cigarro e dei uma tragada no cachimbo. Nisso, minha mãe levanta do sofá e chega perto da porta do quintal. Eu rápido escondo o cachimbo com o cigarro na mão, subo meu shorts ao ouvir o barulho. M — O que cê tá fazendo, meu amor? Já vamos dormir, amanhã temos muita coisa pra fazer. F — Nada, só fumando um cigarro. Tá bom, só termino ele e já vou. Fechei a porta da entrada. M — Vale, te espero na cama. Fecha essa porta também, por favor. F — Sim, já vou te alcançar. Terminei o cigarro, fechei a porta e fui me deitar. Entro no quarto e vejo minha mãe deitada com uma camiseta e a calcinha, sem se cobrir.
Ao ver aquilo, meu pau começou a endurecer e fui rápido pegar o cachimbo, voltei e fechei a porta do quarto. Já tinha ouvido falar que se a fumaça ficasse presa e tivesse outra pessoa, ela também podia sentir o efeito só de inalar a fumaça. Acendi o cachimbo e comecei a soprar a fumaça no rosto da minha mãe dormindo. Ela respirava toda a fumaça sem saber. Assim passou um tempo e já ia dar umas 4 da manhã de domingo. Deitei devagar, sem fazer barulho pra não acordar ela. Na minha loucura, tirei o shorts e a cueca, deixando meu pau meio ereto pra fora. Bateu 6 horas e tocou o despertador que minha mãe tinha programado. Eu fingi que tava dormindo. Ela levantou, desligou o alarme, virou pra me olhar e ficou surpresa ao me ver daquele jeito, com o pau de fora. Ela me sacudiu e falou pra ver se eu tava acordado. Como não viu movimento, ela pegou no meu pau e começou a masturbar. Vendo que eu não me mexia, ela se ajeitou e levou ele pra boca, enquanto com a outra mão começou a se tocar na buceta. Aquela sensação de prazer eu nunca tinha sentido — era a substância fazendo efeito. Já não ligava mais pra nada, nem que eu fosse filho dela. Só queria sentir um pau dentro dela. Ela gemia alto e enfiava meu pau até a garganta. Já tava bem duro. Nisso, ela começa a se contorcer de prazer e goza. Eu também gozei ao ouvir aquilo — só contraí o corpo e soltei um gemido de prazer. Nessa hora, abro os olhos e viro pra olhar minha mãe.
Acho que quando viu que eu acordei, ela se assustou e virou rápido. Quando viro pra olhar, vejo aquela bunda, olho pro meu pau e ele ainda tava soltando porra. Eu, com a excitação a mil, viro de lado pra onde minha mãe tá e começo a passar a mão na bunda dela. Levanto e começo a chupar a buceta dela, ela já não tava mais de calcinha.
Só escuto gemidos leves. Levanto ela, encaixo meu pau na entrada da buceta dela e vou metendo devagar. Sinto ela ficar molhada e aumento o ritmo. Vejo ela levantar a bunda pra ficar mais confortável e continuo comendo ela. Começo a falar: "Assim, mamãe, cê gosta que seu filho meta o pau em você? Você vai ser minha puta de agora em diante." Ela só gemia, ainda de olhos fechados, mas já tinha percebido que ela tava acordada. Enquanto como ela, pego o cachimbo, dou uns tragos. Aquela sensação de fumar e ver minha mãe assim... aff, gozei. Ela virou pra me olhar, mas de tesão só inalou a fumaça. Assim passamos três horas transando, quem sabe se nos ouviram lá fora. Terminei e me virei pro outro lado da cama, fechei os olhos e dormi umas duas horas. Acordei, virei pra olhar minha mãe e vi ela arrumando a roupa.

F-Oi, gostosa, como você dormiu? M-Oi, meu amor, dormi bem, docinho. Só que tô me sentindo muito carente. Aliás, valeu pelo de agora há pouco, já tava precisando.
F-Não precisa agradecer, quando quiser, gostosa. Assim passou uma semana, cada um na sua rotina.
Continua...
Apoiem que eu posto a próxima parte, já tô escrevendo. Também mandem seus relatos que eu publico, ou fotos das suas mães, filhas, irmãs — tudo relacionado a incesto. Se quiserem conversar sobre incesto, mandem DM também. Tô procurando alguma mãe que pratique incesto pra bater um papo.
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