De simulação à submissão (conto gay) final

A noite passou e voltei pra casa com as pernas tremendo, a tanguinha rasgada, a buceta latejando e escorrendo porra. E eu tinha gozado não sei quantas vezes sem nem perceber. Cheguei em casa, tomei banho e fui dormir. Os dias passaram e parecia que nunca tinha acontecido nada, achei que o Ivan ia me mandar uma mensagem pra pedir desculpas ou algo assim. Mas nada, passaram quase duas semanas e recebo uma ligação do Ivan. Ivan: - Vem pra casa que a gente precisa conversar. Nem oi nem nada, eu aceitei e fui, mesmo puta da vida. Era um dia quente, então fui de shortinho de futebol e camiseta. Quando chego, ele abre a porta e a primeira coisa que o Ivan diz: - Achei que você tinha se perdido?!? Tá bem? Eu: - Tirando o fato de que você me comeu como se eu fosse sua puta sem parar e fez eu foder o marido da puta da sua amante. Ivan: - Minha amante não, porque eu ainda não comi ela. Se tudo der certo, eu vou comer ela hoje, mas preciso da sua ajuda. Ele me pega pela mão e me leva pro quarto, enquanto ele revirava umas caixas eu tava desabafando minha raiva por tudo que aconteceu, mas ele nem tava ligando, continuava procurando alguma coisa nas gavetas, até que achou. Ele chegou perto de mim e baixou meu short sem pedir, colocou uma tanguinha rosa em mim, apesar de eu tentar recusar, e uma saia preta que mal cobria metade da minha bunda. E ignorando tudo, o Ivan fala: - Vem, vamos, preciso que você entretenha o Raul por umas horas pra eu poder comer a Gabriela. Eu: - Não, para, não vou deixar me comer de novo! Ivan: - Se não quiser, não precisa, mas só me ajuda a entreter ele, é tudo que peço. Ele me levou quase arrastando até o carro com medo de eu desistir, enquanto a gente ia ele não falou uma palavra, mas ficou acariciando minha perna o caminho todo e pra minha surpresa, meu pau tinha subido, eu tentava disfarçar, mas com a tanguinha e a saia tava difícil. Quando chegamos, não era um escritório ou algo assim como eu imaginava, era um hotel. Ele entrou com o carro direto no quarto, se anunciou e deixaram a gente passar. Quando descemos, eu falo: - Mas isso é... um hotel?!?! Ivan:- sim, mas só pra te entreter, ele me diz enquanto me levava quase aos empurrões pro quarto Quando entramos, o Raul já tava pelado e veio na minha direção, eu senti que ele ia devorar minha boca e ele me ajoelha de uma vez, enquanto coloca a pica na minha boca e comenta pro Ivan Raul:- achei que ele tinha se assustado depois do outro dia e que você não ia trazê-lo. Vai ficar? Ivan:- não, tenho que voltar pro... Pro trampo... Divirtam-se. Termina dizendo com um tom de ironia e fecha a porta. Raul:- que gostosa que você se produziu pra mim, meu amor. Comenta enquanto enfiava a pica até o fundo da minha garganta. E continua, hoje você vai ver a diferença entre ser comida pelo viadinho do seu namorado e ser comida por um macho como eu. Ele me levanta e me joga de bruços numa estrutura acolchoada, e eu fico com o torso na mesa e as pernas no chão. Raul:- hoje você vai gemer muito, do jeito que eu gosto! E começou a chupar meu cu por um bom tempo. Ele se levantou, puxou minha tanga pra fora e meteu de uma vez, bem bruto, todos os meus gritos e reclamações adoravam ele, então ele ficava mudando minha posição pra eu continuar gemendo. Ele levantava uma perna minha, me colocava de barriga pra cima com as pernas no ombro, de lado com as duas pernas juntas, que era onde mais doía e onde ele colocava mais velocidade e força. Toda vez que eu pedia pra ele segurar um pouco, ele repetia Raul:- me chama de papai, ou de piranha, e se for falar, me pede pra meter mais forte, e de quem é essa buceta, senão eu te deixo aqui até amanhã. Ele diz entre ofegantes Depois de um bom tempo me bombando, eu aceitei chamá-lo de papai, me dá mais forte, mas ele queria que eu dissesse com desejo. E quando saiu bem putinha Eu:- papai, me dá mais forte, que essa bucetinha é sua, eu falei no tom mais sensual que consegui Raul:- mas que putinha você é, fala de novo entre ofegantes e me coloca de barriga pra cima com as pernas no ombro e continua dizendo, agora vou te comer bem forte Me segurando pelos pulsos e esticando bem os braços pra ele. Ele começou a meter com uma força e velocidade enormes, de vez em quando diminuía o ritmo só pra tirar ela toda e enfiar até o fundo. Meus gritos eram enormes, e ele só repetia "grita, grita mais que eu adoro". Ficou assim por um bom tempo, quase a ponto de minhas pernas dormirem, até que sinto a rola dele enrijecer e encher meu cu de porra. Achei que acabava ali, mas não. Ele tirou e me levou pra cama, deitou de barriga pra cima e me fez chupar até começar a endurecer de novo. Quando ficou bem dura, ele disse, Raul: - agora é sua vez, senta e pula na rola como a puta que você é. Fiz isso, enquanto ele me segurava pela bunda pra abrir com força e a rola me rasgar toda, ao mesmo tempo que ajudava com as sentadas. Eu me levantava até a rola quase sair do cu pra voltar a entrar até o fundo. Ficamos assim por mais um tempão, minhas pernas não aguentavam mais, muito menos o cu, quando já era óbvio que eu não conseguia mais pular na rola, ele me colocou de lado e continuou me comendo de conchinha. E quando ele estava perto de gozar depois de muito tempo, me colocou de barriga pra cima, se ajeitou no meu peito, e enquanto eu chupava as bolas dele, ele começou a bater punheta forte e rápido, e quando estava prestes a gozar, enfiou a rola na minha boca até o fundo, encheu minha boca de porra, que eu engoli porque ele ficou ali, se levantou um pouco só pra falar na minha direção, Raul: - limpa ela bem, porque você vai ficar assim até seu namorado chegar, então lambe e deixa bem limpinha. E deitou de novo, com a respiração ofegante. Enquanto a rola pulsava na minha boca, meu cu pulsava. Ficamos assim uns 15 ou 20 minutos, onde a rola nem dormia nem endurecia. Ouço baterem na porta e a voz do Ivan dizendo que era ele. Ele manda entrar, ele entra, acende a luz e só aí se afasta um pouco, Raul diz: - pronto, já pode levar, nos vemos terça que vem, né? Ivan: - sim, claro. Eu queria tomar um banho e tirar toda a porra, mas ele me levou quase aos empurrões pro carro. E fiquei pensando o que é esse negócio de toda terça. Arranca e vamos pra rua, ele começa a comentar. Ivan:
– No final, não consegui comer ela, se fez de estrela.
Enquanto para numa rua escura e continua comentando:
– E você, ainda bem que não ia fazer nada. Vem, tira pelo menos meu leite, já que você se divertiu, retribui o favor.
Ele reclina o banco pra trás, fica um bom espaço entre ele e o volante, apesar do tamanhão que ele é. E me puxa pela nuca; antes que eu possa reclamar, já tava bombando a pica até a garganta. E continuou comentando, Ivan:
– Você se fazia de que não gostava, e adora pica, mano. O bom é que você vai ser meu coringa; se eu pegar uma gostosa, vou ter minha boca amiga pra descarregar.
Depois de chupar um bom tempo, achei que ia encher minha boca de leite. Mas ele tira a pica da minha boca e me diz, Ivan:
– Abre a boca e põe a língua pra fora, com um tom de tesão.
Eu obedeço, mas longe de acertar a boca, ele joga uma porrada de leite na minha cara toda e esfrega a pica por todo lado, de um jeito que minha cara ficou toda melada. E volta a comentar, Ivan:
– Agora sim, chupa e deixa limpa.
Foi assim. Ele me levou em casa, e de novo eu voltei com o cu escorrendo leite, a cara e um gosto de pica enorme, sem contar a calcinha fio dental arrebentada e sem saia, que ele tinha tirado antes de eu descer do carro. No final, por fazer um favor, virei a puta mais complacente de não um, mas dois leiteiros. Fim.

2 comentários - De simulação à submissão (conto gay) final

GIEGUI
Me dan ganas de tener amigos así y muchos