Voltava pra casa, era 20 de julho, 4 da manhã, dia do amigo no meu país, voltava bem bebido, minha mulher e eu tínhamos saído com nossos respectivos grupos de amigos, e eu fui de Uber, pra poder beber à vontade. Acendi a luz do corredor pra não fazer muito barulho caso minha esposa estivesse dormindo e entrei no quarto. A cena era impressionante, minha mulher jogada na cama numa posição parecida com a fetal, com o torso virado olhando pra baixo. Deixando a bunda dela bem saliente, como se fosse emoldurar. E aqui preciso fazer uma ressalva, minha mulher era monumental, se as atrizes mais gostosas dos filmes são nota 10, minha mulher é um 9, e ainda por cima todas as mulheres da família dela têm uma peculiaridade, ter uma bunda magnífica nota 10. Chego perto dela sem acender a luz do quarto, só iluminado pela luz do corredor, o vestido tinha subido deixando ver uma calcinha fio dental preta de renda que se perdia entre duas grandes e perfeitas montanhas de carne, a calcinha eu não reconheci, então devia ser um presente pra mim. Já que ultimamente não transávamos muito, então era um presente aquela bunda e o laço era uma calcinha fio dental preta. Comecei a amassar aquelas nádegas duras, apertar, e abrir. Não aguentei mais e desci, puxei um pouco a calcinha e meti minha língua o mais fundo que pude, lambi desde a buceta dela até o cu, uma e outra vez, o gosto dela era um pouco mais azedinho que de costume, mas era um néctar dos deuses pra mim, ela meio dormindo abriu um pouco mais as pernas pra eu ter melhor acesso, e não desperdicei pra meter o mais fundo que pude minha língua dentro da buceta quente e molhada dela. Tava penetrando ela uma e outra vez com a língua, ela gemia baixinho, e a respiração dela ficava cada vez mais forte. Minha língua brincava à vontade na buceta dela, penetrava, lambia os lábios, cutucava o clitóris, e por último atacava o cu dela. Comecei um beijo grego enquanto com os dedos esfregava a buceta bem molhada dela, até que penetrei ela com dois dedos enquanto um terceiro brincava no clitóris dela. Isso era uma piscina, tava toda molhada. Eu me endireitei e tirei a calça, e meu pau já tava mais que pronto, duríssimo por tudo que a gente tinha vivido, escorrendo líquido pré-seminal, não é que seja o de um ator pornô, mas eu tava orgulhoso dele, normal de comprimento, mas bem grosso e com uma curva enorme pra esquerda. Coloquei entre os lábios da buceta dela e comecei a me mexer, esfregando contra eles, a lubrificação era demais, exagerada. Me inclino pra frente e aperto os peitos dela, que tão com os mamilos bem duros e pareceram maiores do que nunca, coloco minha boca no pescoço dela e começo a beijar do jeito que sei que ela gosta, mordo a orelha dela, continuo no pescoço, enquanto minha mão continua apertando os mamilos e meu pau num vai e vem contínuo entre os lábios dela, a respiração dela tava muito acelerada e os gemidos constantes, mas baixos, tudo meio entre o sono e com um cheiro forte de álcool. Eu continuei na minha, o calor e a excitação só aumentavam. Falava no ouvido dela e dizia o quanto ela era puta. A cama era alta, feita sob medida, o que era perfeito pra mim, pra posição. Continuei e continuei esfregando, até que numa enfiada meu pau penetrou a buceta molhada dela, tava apertado, por causa da posição, mas com a lubrificação entrou quase todo. Ela: Aiiii, seu filho da puta, o que cê tá fazendo? — Falou meio rouca, enquanto eu enfiava tudo — Siiim, seu filho da puta — Ela acordou de vez. Peguei a puta pelo cabelo com força e puxei, coloquei minha boca no pescoço dela e comecei a chupar e morder, enquanto ela gemia e com uma das mãos apertava minha bunda, me pressionando contra ela, querendo que minha penetração fosse mais forte e profunda do que já era, eu tirava meu pau até a cabeça e enfiava de novo até as bolas baterem nela, uma vez e outra. Me abaixei e dei um beijo possessivo, comendo a boca dela toda, e logo depois brinquei com minha língua lá dentro, isso deixou ela desesperada. Ela: Me come mais forte, seu puto. — A voz dela continuava bem rouca. Então fiz a vontade dela e comecei um vai e vem furiosos, enquanto ela gemia e xingava contra o travesseiro. Uma e outra vez eu entrava e saía, meu dedo começou a penetrar o cu dela, que também me pareceu bem apertado. A buceta dela era um vulcão e os fluidos dela, lava que saía dele, minhas estocadas eram frenéticas e no cu eu adicionei dois dedos, perfeitamente lubrificados com os próprios sucos dela, então ela começou a gozar, as unhas dela se cravaram nas minhas nádegas e as contrações dela me arrastaram pro orgasmo também. Ela continuava na mesma posição, embora totalmente relaxada, com a cabeça enterrada no travesseiro, e eu também continuava igual, com meu pau enterrado na buceta dela e dois dedos no cu dela, me movendo devagar, e eu via com a luz que entrava do corredor como meu esperma escorria com meus movimentos, olhei pro relógio que estava do lado da cama e marcava 4:40 da manhã. Meu pau continuava duro e eu continuava me movendo devagar, não sei se era a excitação, o álcool ingerido ou uma mistura dos dois, mas meu tesão continuava, e meu pau estava duríssimo igual quando comecei. Tirei meus dedos do cu, me inclinei e sussurrei no ouvido dela. Eu: quer mais uma volta. Ela: Viado de merda, você me comeu dormida – tirei meu pau da buceta dela e coloquei na entrada do cu dela – você vai me pagar, marica, que eu não, haaaaaaaa – meu pau entrou até a metade no cu apertado dela – você me arrebentou, viado de merda, haaaaa – entrou completo de uma vez. Eu conhecia minha mulher, e sabia que ela adorava anal, mas era algo pra fazer de vez em quando e quando ela estava muito excitada, principalmente porque depois de comer ela por ali, ela custava a sentar, por isso demorei tanto pra desvirginar ela no cu. E ela sempre se fazia de difícil por ali e me xingava, mas os melhores orgasmos dela vinham por essa via. E essa não ia ser exceção, eu pensava em dar uma bela trepada nela. Penetrei com força, o cu estava dilatado pelo meu trabalho oral e principalmente digital. Mas estava apertadíssimo, mais do que de costume. Minhas estocadas eram profundas e fortes. Os xingamentos dela, música pra meus ouvidos, levantei a perna que estava em cima e coloquei no meu ombro, ela continuava em posição fetal e eu em pé ao lado da cama, com minha mão comecei a massagear os lábios dela e o clitóris, ela estava molhadíssima de novo em pouco tempo, voltou a agarrar minha nádega e continuei socando sem parar, estava quentíssimo e o cu dela se abria cada vez mais com minhas estocadas, ela continuava me xingando mas eu, sinceramente, não estava ouvindo, estava super concentrado e muito excitado. E começamos a gozar os dois, ela com um squirt impressionante, nunca tinha feito isso antes, isso fez meu orgasmo durar um pouco mais e ela cravou as unhas nas minhas nádegas de novo, foi incrível. Minha esposa: Vocês dois aproveitaram? Me virei pra ver de onde vinha a voz e vi minha esposa parada na porta do quarto, não podia acreditar, olhei de novo pra cama, minha esposa acendeu a luz e lá estava a irmã dela, Mara, com meu pau enterrado no cu dela, cheio do meu esperma e com a buceta dela também cheia do meu gozo, nem preciso dizer que saí na hora, fazendo um ploc, que se não fosse pela situação seria até engraçado. Eu não entendia nada, saí atrás da minha esposa que saiu correndo, agarrei ela na sala de jantar, assim que cheguei ela me acertou com o centro de mesa, mas eu nem liguei, isso deu tempo pra ela sair pela porta e trancar, eu tava pelado, nem sabia onde estavam as chaves e tava em choque, não entendia nada, o carro dela saiu cantando pneu. E eu não saía do meu espanto, ainda não entendia o que tinha acontecido, minha mente não processava. Nisso, minha cunhada sai do quarto e vem na minha direção. Mara: Você é um puta animal ou o quê, não consegue se controlar, praticamente me estuprou. – Ela disse com reprovação e muito brava comigo. EU: Eu pensei que era a Vanina – aí caiu a ficha – por que você não me avisou? Mara: Pô, eu tava dormindo e você começou a me comer, praticamente me estuprando, os homens pensam mais com o que balança entre as pernas do que com a cabeça. EU: Você colaborou, e não me avisou que não era a Vanina, era o nosso quarto, eu não sabia que você estava em casa, pensei que era a minha mulher. Então não se faça de vítima nessa história toda — falei isso me levantando, vermelho de raiva e impotência, minha cunhada recuou um pouco assustada. Mara: Eu, eu... tava dormindo, bêbada e, bom, fiquei excitada, mas não sabia que era você, e... e você não me escutou, tava me comendo que nem um bicho, que só pensa em foder. Eu: Some da minha casa antes que eu te expulse na base do chute. Bom, comecei a entender tudo um pouco depois de conversar no dia seguinte com a minha sogra, porque recorri a ela. Porque minha amada esposa me bloqueou de tudo e eu não conseguia falar com ela. Então fui na casa da mãe dela, com quem tenho uma relação muito boa, a véia me adorava. E não tive escolha senão contar tudo, coisa que ela já sabia porque minha cunhada tinha ido morar com ela. Eu sabia que as duas irmãs contavam tudo pra mãe, e ela era tipo a intermediária entre as duas. Ela me preparou um café e me sentou. E começou a me contar a história das filhas dela, algo que eu não sabia. Embora sejam gêmeas, e muito parecidas, não idênticas, têm personalidades diferentes: minha mulher é um pouco mais dócil, mais doce e pensativa, enquanto minha cunhada é mais selvagem, passional e arisca. Como eu disse, fisicamente parecidas, mas não iguais: minha cunhada é um pouco mais alta, os olhos eram castanhos escuros e os da minha esposa muito claros, ambas tinham cabelo castanho claro, minha cunhada tinha uma pinta em cima do lábio, minha esposa tinha peitos médios com um formato redondinho e um mamilo marrom claro, e minha cunhada tinha as tetas operadas. Quanto à bunda, a da minha mulher era um pouco maior, do jeito que eu gosto. No geral, as duas são mulheres lindas, como eu disse, nota 9, e eu era um pobre nota 6 ou 6.5. Elas se matavam na academia e tinham um corpo realmente fitness, ambas tinham estudado economia e ganhavam muito bem. Quanto a Bom, como eu disse, eu era mais um na multidão, mas, sim, uma boa pessoa. Meio grandão, 1,88 m, pesava 100 kg, costas largas, braços grandes e fortes, uma barriguinha, pernas grossas e trabalhadas, sempre pratiquei esportes, principalmente Kickboxing, uma bunda grande, mas firme e dura. Eu era administrativo numa construtora. Não me formei, porque minha faculdade era muito cara na minha cidade, e depois o tempo não deixou. Conheci minha mulher no aniversário de uma colega de trabalho, que era amiga dela. A gente se conectou na hora, conversamos como se fôssemos amigos, ela estava muito entediada porque não conhecia quase ninguém. O aniversário foi numa casa de campo, começou no fim da tarde e terminou bem tarde da noite, e a gente não se separou. Eu, pra ser sincero, não tinha esperanças com ela, ela era demais pra mim. Por isso nem tentei nada romântico. Umas semanas depois, uma noite vi um carro parado no acostamento com uma mulher tentando trocar um pneu. Quando parei, era ela. Cheguei perto e a gente riu um pouco. Depois de trocar o pneu dela, ela me convidou pra jantar, e depois disso a gente se falava todo dia no WhatsApp. Começamos a sair como amigos por uns dois meses até que, de repente, sem querer, a gente acabou se beijando num bar, e daí ficamos namorando por um ano e meio, e depois o casamento. Já estamos casados há dois anos, até chegar nesse momento, eu com 32 anos e as gêmeas com 29. Nosso casamento, na real, não tem sido um mar de rosas. A gente se dava espetacularmente bem como namorados, mas o casamento tem sido difícil, a convivência tem sido muito complicada. Desde que ele me apresentou à irmã dela, eu já sabia que elas não eram muito próximas, mas quando vi as duas juntas, senti uma tensão no ar. Só que minha mulher nunca quis me contar. Outra coisa: ela sempre me disse que eu era normalzinho, que se apaixonou por mim pelo meu jeito de ser com ela e por ser uma boa pessoa. No começo, isso me incomodou, mas depois melhorou meu ponto de vista. Vista, já que me queriam pelo que eu era. Voltando pra cozinha com minha sogra e nossa conversa. Susana: "Olha, genro, deixa eu ver se posso te ajudar. Você é muito importante pra essa família, e ainda mais desde que meu marido morreu. O problema que você teve ontem à noite não é novo, o novo talvez seja que você não sabia que tava transando com sua cunhada" — e ela levantou a mão pra eu calar a boca e deixar ela continuar — "Sim, eu sei que você não sabia, e a Mara também sabe. Mas não sei se ela vai admitir isso pra você. Elas eram muito unidas, realmente unidas, até a Vanina começar a namorar pela primeira vez. Ela é uma romântica, a Mara é mais liberal e já tinha seus 'amigos', mas quando viu a irmã com um cara, quis tirar ele na hora, o que causou uma briga enorme entre elas. Mas não parou por aí: todo namorado que a Vanina tinha acabava nos braços da Mara. Isso fez com que elas virassem rivais e fossem se afastando, e eu tendo que fazer de juíza entre as duas pra não se matarem. Isso durou até a Mara roubar um cara que tava dando em cima da Vanina, e como elas tinham se formado na faculdade, se mudaram pra cidade vizinha, onde ambas arrumaram emprego. Acho que a Vanina, cansada das decepções amorosas, procurou um cara com valores e não ligou tanto pra aparência, e aí você apareceu na família. Agora, sobre como ela apareceu na sua cama: fácil. Faz uma semana que minha filha perdeu o emprego, voltou pra casa e pegou o namorado com outra. Por isso ela voltou pra cidade, e por isso saiu no Dia do Amigo com a Vanina. Infelizmente, ela não bebeu e decidiu levar as amigas pra casa, deixando a irmã primeiro na casa dela. Então aí está sua explicação. Complicado, né?" Aí eu entendi que tudo ia ser muito mais complicado do que eu pensava. Minha mulher estava decepcionada, magoada, e não importava muito se eu não a tinha reconhecido. Tava na mesma merda. A Susana me disse que conversou com as duas de manhã e que o melhor era dar espaço pra ela. Deixar ela pensar sozinha. me ajudaria.
1 comentários - Rasguei a buceta da minha cunhada sem querer