Eu estava descendo da caminhonete, indo falar com um cliente. Um velho conhecido da minha família, daqueles que são um fardo. Eu sou fornecedor dele e ele é um cliente ruim, bagunceiro, que dá trabalho pra cobrar, que sempre pede mais, as contas dele estavam no vermelho comigo. Embora sempre tivesse pago, tarde e mal, naquele momento a dívida dele comigo era muito grande e, pro volume de vendas dele, era difícil que me pagasse. Até que ele me ligou e se ofereceu pra gente se encontrar pra achar uma solução.
Juan Carlos, que é como meu amigo se chama, é mais velho que eu, amigo do meu irmão da época da escola. Eu comecei a sair com eles pra dançar, foram eles que cuidavam de mim naqueles anos. Ele era o típico metido, o que sabe tudo, com um carisma inigualável, um magnetismo pras mulheres, um encantador de serpentes, era capaz de vender areia no deserto. Ele vinha de uma família abastada, sem ser rica, tinham uma boa condição financeira. Quando os pais morreram, deixaram uma boa herança, quase toda esbanjada em bem pouco tempo. Isso não fez com que ele baixasse o padrão de vida, a vida dele era uma fachada: casa boa, uma caminhonete alemã e uma mulher que é uma gostosa, muito mais nova que ele. Mas na verdade ele devia quase tudo que tinha, a casa tava hipotecada e ele sobrevivia com um pequeno negócio que montou em casa.
Eu me chamo Esteban, tenho 42 anos, divorciado. Sou um cara normal, com uns quilinhos a mais, um pouco careca, por isso decidi raspar a cabeça. Sou grande, tenho 1,85m e pratico Muay Thai. Sou muito fechado e tenho dificuldade de me conectar, estou no espectro autista, bem leve, mas afeta principalmente minhas habilidades sociais, então é difícil me relacionar com outra pessoa. Venho de uma família muito tradicional, mãe presente e carinhosa, e pai muito autoritário. Sempre podíamos contar com eles. Eles nos passaram valores, um deles era o trabalho. Por isso sempre batia de frente com o Juan Carlos e os negócios meio suspeitos dele. Minha distribuidora tinha me custado muito esforço, anos de trabalho duro. Entrei pela porta do negócio, com a pasta debaixo do braço, nela levava cópias dos pagarés, onde detalhava toda a dívida dele, 100 mil dólares. A isso tinha que somar 25 mil dólares que ele tinha me pedido há um mês. Se emprestei grana pra ele, foi porque ele me ligou desesperado, dizendo que o banco ia executar a hipoteca por falta de pagamento. Então ele me pediu a grana e me deu como garantia a caminhonete, que estava no nome da mulher dele pra não ser penhorada. Digo "mulher dele" porque ele e Ana não eram casados legalmente. Então emprestei a grana, porque se penhorassem, ia ser muito mais difícil cobrar dele, já que ele não poderia trabalhar. E também porque a caminhonete valia muito mais que essa grana. Ele me garantiu que em um mês liquidariam os lucros de um negócio e ele me pagaria. Muito provavelmente, é dos jogos de pôquer dele, um dos vícios dele junto com o álcool e a maconha. Ao entrar, a Ana estava arrumando umas coisas no local, enquanto o funcionário dela, um jovenzinho muito afeminado, atendia um cliente. Cumprimentei educadamente, mas sem ser tão próximo, porque ela era muito tímida, sempre falava bem baixinho e desviava o olhar. Ao me ouvir entrar, o Juan Carlos saiu dos fundos, veio todo efusivo me dar um abraço e cumprimentou o cliente que estava na loja. Depois de umas piadas com o cliente, ele me fez passar pra casa dele, que ficava atrás do negócio. Fomos pro fundo, num galpão pequeno muito bem feito, onde ele tinha as plantas de maconha dele, tipo estufa, com luz artificial e um sistema de irrigação por gotejamento. Tudo muito bem organizado, muito profissional. Percebi que ele não só consumia, mas também vendia o produto.
Juan Carlos: O que você acha do meu empreendimento?
Esteban: Já tô vendo onde está a grana que você me deve.
Juan Carlos: Calma, amigão, vou te pagar tudo e com juros — ele me puxa pelo ombro com força —. Mais que isso, quero te fazer sócio do meu negócio. Com... Isso aqui vai encher a gente de grana, você e eu.
Esteban: Não, valeu. Prefiro ficar na minha. Até porque isso aí tá bem montado, mas acho que não dá pros dois.
Juan Carlos: Relaxa, isso é um teste piloto, só pra te mostrar que dá pra fazer. A gente começa com isso, eu já tenho os fornecedores e os clientes. Você não se envolve em nada, se é isso que te preocupa, eu cuido de tudo. Só me falta um empurrãozinho.
Eu já tava vendo isso vindo, mais grana, era um poço sem fundo.
Esteban: Olha, Juan Carlos, vou ser sincero, não tô interessado. Hoje vim aqui pra receber o que você me deve. Essa grana tá fazendo falta, já é um valor grande e tá afetando minhas finanças. Essa dívida já tem mais de um ano e eu não posso continuar te bancando.
Sabia que ele não ia gostar do que eu disse, senão não teria calculado errado. Me oferecer esse negócio foi uma jogada de última hora.
Juan Carlos: Você me corta as pernas, Esteban. Não vou conseguir trabalhar, e se não consigo trabalhar, como junto a grana pra te pagar? Pensei que pela nossa amizade você ia me dar uma força.
Esteban: Já te dei um monte de forças, esse tempo todo foi só o que eu fiz. Mas não dá mais pra te aguentar. Preciso da grana ou vou executar as notas promissórias na justiça.
Vim disposto a acabar com isso hoje, nem que fosse pra receber uma parte, mas se pudesse, levava tudo e mais um pouco, depois de ver no que ele tava enfiando meu dinheiro.
Juan Carlos: Você me mata, deixa eu pensar.
Esteban: Olha, tenho que visitar um cliente na região, levo umas hora mais ou menos, passo aqui e você me dá a grana.
Não dei tempo nem pra ele responder e saí.
Na real, nunca trabalhava assim, sempre mantinha as contas correntes dos clientes bem curtas, mas o Juan Carlos era um caso à parte. A dívida dele virou uma bola de neve, então fui obrigado a fazer ele assinar notas promissórias, pra ter um respaldo e uma obrigação que ele teria que respeitar. Como eu disse, podia executar na justiça ou vender a dívida, e aí seria pior pra ele. A coisa entre a gente já tava mais que tensa. Faz muito tempo, por isso quando me pediu a grana, me deu como garantia a caminhonete Audi Q5, a mais completa. Tinha dois anos e o valor de revenda tava na casa dos 60 mil dólares, então se eu levasse ela, pensava em salvar um pouco da dívida. A outra coisa que pensei é que, ao falar da justiça, ele ficou com medo do projeto ilegal recente dele, o que não era problema meu. Eu tava muito puto, me senti usado por ele. Ao voltar, ele me levou pra sala da casa dele.
Juan Carlos: Olha, eu sei tudo que você fez por mim, não quero parecer ingrato — o semblante dele já não era mais o alegre de sempre — por isso pensei em te incluir nos meus negócios, como compensação.
Esteban: Agradeço, mas não é algo que eu queira participar. Agora só quero recuperar a grana que é minha.
Juan Carlos: Bom, a verdade é que não tenho a grana, mas você pode levar a caminhonete — acendeu um baseado, odeio aquele cheiro — e pelo resto, posso te dar minha mulher por um mês.
Eu fiquei chocado. O que ele acabou de me dizer? Ainda não tinha processado direito. Ele queria me entregar a mulher dele por um mês. Isso não tava certo. Ele se levantou e saiu do quarto. Não cabia na minha cabeça, ou eu não conseguia processar isso. Enquanto tava nesse estado catatônico, Juan Carlos voltou com a Ana, ela vinha atrás dele, de cabeça baixa, e ficou parada na minha frente. Essa situação já tava me cansando, tavam me fazendo de otário.
Esteban: Isso é uma piada, porque não tem graça — minha cabeça trabalhava a mil por hora analisando todas as possibilidades — ou é uma armadilha pra depois me acusar de estupro ou qualquer outro crime? — falei isso puto, levantando bruscamente da cadeira.
Juan Carlos: Calma, amigo, senta, não tem nada de errado aqui.
Esteban: Como não? Você tá prostituindo sua mulher ou quer me enganar. Você não tem nada a dizer sobre isso? — perguntei pra Ana.
Juan Carlos: Olha, Esteban, eu e a Ana não somos um casal convencional, somos amo e escrava, ela não tem opinião nisso. e gostosa pagaria as dividas do seu dono. Esteban: Mas isso nao e normal, deixa ela responder. -Olhei pro Juan Carlos e ele concordou. Ana: Eu fico feliz em obedecer meu dono, e farei o que ele me pedir. Juan Carlos: Pra voce ficar mais tranquilo, eu faria um contrato com cessao de direitos sobre a Ana, nao seria legal, mas voce teria provas de que nao forçou ela a nada. Esteban: Olha, vou pegar a caminhonete, e sobre o dinheiro, nao me deixa outra saida senao executar tudo, mas isso nao e o que eu procuro - vi medo nos olhos dele, ele se aproximou e me interrompeu. Juan Carlos: Calma, vamos conversar. Olha que pedaco de mulher, tem 28 anos, e um manjar pra nos que passamos dos quarenta, ainda por cima voce pode fazer o que quiser com ela, usar ela do jeito que te der na telha, ela ta aqui pra te servir, voce vai ser o dono dela por um mes inteiro ou, se quiser por mais tempo, e so me falar. Dito isso, ele baixou o vestido que ela usava, ela nao tinha sutiã, dois peitao lindo ficaram a mostra, medios, do tamanho certo, com um mamilo pequeno marrom claro, bem durinhos, ate me fizeram duvidar se eram naturais. Baixei o olhar e vi uma calcinha fio dental branca, Juan Carlos tirou, deixando a mostra uma bucetinha pequena, com uma trilha de pelinhos no pubis, perfeitamente desenhada, todo o resto bem depilado. Era uma delicia, eu olhava a carinha angelical dela, com tracos finos, nariz pequeno, labios medios, olhos cor de mel que passavam entre ternura e melancolia. O cabelo castanho claro dela nao estava arrumado, so tinha um coque no cabelo, igual tava sem maquiagem, na verdade nunca tinha visto ela arrumada. Nisso, ele vira ela e inclina um pouco pra eu poder ver a bunda e a buceta dela por tras, isso me matou, era uma vista incrivel, nalgas pequenas mas tentadoras. Juan Carlos: Ta vendo que pedaco de mulher voce pode ter? - Ele achava que tinha a partida ganha, e eu tinha que virar o jogo a meu favor. Esteban: Sim, a verdade e que sim. Mas nao vale 100 mil dolares nem na sua melhores sonhos. Juan Carlos: cara, dá pra negociar, mas ela é uma submissa gostosa, acho que também não tá longe disso. Esteban: Olha, eu tenho um site de acompanhantes VIP, que a gente usa quando tem reunião com amigos ou negócios, a gente consulta e pergunta quanto custa um dia, e calculamos por 30. Juan Carlos: ei, a Ana não é nenhuma puta, ela é uma escrava submissa, mas não se prostitui, você seria o primeiro pra quem eu cederia ela, e só por causa da dívida que tenho com você e porque sei que você vai cuidar dela e não vai machucá-la. Esteban: Olha, esse site é bem exclusivo, até alugam escravas. Por outro lado, você tá oferecendo sua mulher pelo dinheiro de uma dívida, sexo por dinheiro. O melhor jeito de saber e precificar esse tempo é esse. Aceito de má vontade, entrei no site com meu número de usuário e escrevi pra eles. No site tinha duas Zairas: uma a escrava, que era uma mulher de 45 anos que já tinha passado dos melhores anos, e a gata, uma boneca de 22 anos que era do melhor que dava pra conseguir. Os preços eram uma ponta e a outra do cardápio. Perguntei pela Zaira, a Escrava, ia dar um pequeno golpe no Juan Carlos e esperava que ele não conhecesse esse site exclusivo. A resposta veio quase na hora: 1.200 dólares por um dia. Na sequência, mostrei no meu celular a resposta e as fotos da Zaira, a gata. A Ana era muito linda, a Zaira tava um degrau acima. Juan Carlos: Não pode ser, isso é muito pouco pela Ana. Seriam só 36.000 dólares — ficou pensando enquanto olhava as fotos da acompanhante — Olha, tenho que fechar o bar agora, você enquanto isso pode usar a Ana de graça e ver o valor dela, assim vai perceber que ela vale muito mais que isso. Eu volto daqui a pouco. Ana olhava pro chão com seu olhar doce, parecia tranquila. A pele branca dela era uma harmonia com o cabelo, os lábios e os mamilos. Me aproximei devagar dela, o dinheiro já ficava em segundo plano, eu tinha que possuí-la, mas fazer isso nos meus termos e com todas as salvaguardas possíveis. Juan Carlos Ele vinha abusando de mim por muito tempo e eu já não ia mais permitir. A razão já tinha ficado em segundo plano, como eu disse, tenho dificuldade em me relacionar socialmente, por isso sou direto e às vezes grosso e seco.
Esteban: O que você acha de tudo isso, de mim, da forma de pagamento?
Ana: Eu não tenho opinião sobre isso, eu tenho prazer em obedecer ao meu amo. E sobre o senhor, acho que é uma boa pessoa.
Esteban: Então, quando eu for seu amo, poderei fazer o que quiser com você? E isso não te incomoda? O que você pensa sobre isso?
Ana: Quando aceitei ser escrava, também aceitei ser cedida a quem meu amo decidir temporariamente. Para nós, isso não é um jogo, é um estilo de vida, por isso, enquanto estiver com o senhor, vou respeitá-lo e obedecê-lo como meu amo.
Entendi que Ana não era um objeto, era uma pessoa que aceitava certas condições e delegava algumas de suas decisões a um Amo. Enquanto a olhava, passava minha mão pelo pescoço dela, clavícula, amassava seus peitos, que eram naturais e tinham um toque excelente, muito macios e lisos. Desci minha mão até a buceta dela e abri seus lábios com um leve massagem do meu dedo do meio, com a outra mão peguei seu queixo e levantei seu rosto para que me olhasse nos olhos, ela não conseguiu sustentar o olhar, como repreensão mordi seus lábios, me afastei alguns passos e abaixei minha calça, deixando meu pau livre.
Esteban: Me mostra o que você sabe fazer.
Ana se ajoelhou automaticamente, pegou meu pau duro e balançou. Colocou a cabeça na boca, começou uma sucção suave enquanto sua língua percorria a glande, foi muito prazeroso, enquanto chupava, sua língua percorria a cabeça e terminava num movimento de fricção contra meu freio, algo que nunca tinham feito comigo antes, ela era muito boa mesmo. Ela me olhava nos olhos, tirou da boca e com a língua começou a percorrer todo o comprimento do meu pau, uma e outra vez, enquanto a mão dela acariciava suavemente minhas bolas, de repente enfiou mais da metade na boca, fazendo um vai e vem Saca bem gostoso, ela continuava acariciando minhas bolas enquanto tentava fazer um boquete profundo, mas não conseguia engolir tudo. Tirei um pouco, ela baixou a cabeça e enfiou um ovo inteiro na boca, e olha que são grandes. Ela brincava com a língua, chupava e colocava de novo inteiros, era uma mistura de prazer com uma dorzinha gostosa, até que voltou pro meu pau e enfiou quase tudo. Só tinham passado uns dois minutos e eu já tava quase gozando.
Esteban: De joelhos no sofá, que vou te usar.
Ela obedeceu na hora, a vista era linda, as nádegas brancas, no meio um cuzinho rosado e uma buceta de lábios pequenos. Fiquei atrás dela, esfreguei meu pau nos lábios dela, percorri tudo que pude, passei entre as duas nádegas, apertei e esfreguei o máximo. Peguei o cabelo dela e puxei forte pra ela arquear e empinar mais a bunda. Penetrei devagar, até o fundo, sentindo cada centímetro, ela tava molhada, e apertada pra caralho. Com uma mão segurei firme uma das nádegas, apertando até deixar meus dedos marcados, e com a outra continuei puxando o cabelo dela. As costas dela brilhavam um pouco de suor, quando abri bem as nádegas dela, vi o cuzinho, parecia que ela usava pouco. Cuspi no cu dela e com o polegar comecei a esfregar, de repente entrou, tava apertado pra cacete, isso me deixou mais louco e acelerei as metidas. No meio de um ritmo doido de penetração, ela soltou uns gemidos abafados e a buceta dela se contraiu umas duas vezes, dando uma sensação gostosa, ela gozou e eu não tava longe.
Esteban: No chão, que você vai engolir meu leite.
Ela demorou uns segundos pra responder, porque tava se recuperando do orgasmo. Ajoelhou, e antes que ela fizesse qualquer coisa, peguei ela pelo pescoço, ela entendeu tudo e abriu a boca. Enfiei de uma vez só, até minhas bolas baterem no queixo dela. Comecei uma metida e tirada brutal, quase não deixava ela respirar. Tirava tudo e Eu enfiava de novo, ela estava com os olhos lacrimejando e a boca cheia de saliva e líquido pré-seminal. A cara dela era um poema, ver ela tão frágil, inocente, engolindo tudo, não consegui me segurar mais e gozei abundantemente na boca dela. Foi tanto que ela se engasgou e eu tive que tirar, então também acabei com esperma na cara, no cabelo e nos peitos dela. Na porta, estava o Juan Carlos parado, nos olhando.
Esteban: Cinquenta mil dólares e eu levo ela agora, junto com a caminhonete.
Juan Carlos: Bom, é bem menos do que eu pedia, mas—
Ele não deixou ele terminar.
Esteban: Essa é minha última oferta. Se aceitar, prepara os papéis. E o que você me deve, você me paga quando eu devolver a Ana, ela vai ser a garantia.
Juan Carlos: Tá bom— Ele fez sinal e a Ana foi embora— Aceito porque não tenho outra escolha, sabe que tá fazendo um bom negócio com isso, por isso te peço um último favor. Hoje à noite tem um torneio de pôquer de ricos no clube de esgrima, me empresta dinheiro pra eu juntar a grana e recuperar a Ana, você sabe que esses ricos não ligam de perder dinheiro.
Esteban: Tá bom, vou te dar o que tenho na caminhonete, isso vai ser a última vez. Vamos deixar por escrito e a Ana vai ser a garantia.
Umas duas horas depois, a gente partiu. Deixei 5.000 dólares pra ele, fui na minha caminhonete e atrás de mim, a Ana na Audi.
Juan Carlos, que é como meu amigo se chama, é mais velho que eu, amigo do meu irmão da época da escola. Eu comecei a sair com eles pra dançar, foram eles que cuidavam de mim naqueles anos. Ele era o típico metido, o que sabe tudo, com um carisma inigualável, um magnetismo pras mulheres, um encantador de serpentes, era capaz de vender areia no deserto. Ele vinha de uma família abastada, sem ser rica, tinham uma boa condição financeira. Quando os pais morreram, deixaram uma boa herança, quase toda esbanjada em bem pouco tempo. Isso não fez com que ele baixasse o padrão de vida, a vida dele era uma fachada: casa boa, uma caminhonete alemã e uma mulher que é uma gostosa, muito mais nova que ele. Mas na verdade ele devia quase tudo que tinha, a casa tava hipotecada e ele sobrevivia com um pequeno negócio que montou em casa.
Eu me chamo Esteban, tenho 42 anos, divorciado. Sou um cara normal, com uns quilinhos a mais, um pouco careca, por isso decidi raspar a cabeça. Sou grande, tenho 1,85m e pratico Muay Thai. Sou muito fechado e tenho dificuldade de me conectar, estou no espectro autista, bem leve, mas afeta principalmente minhas habilidades sociais, então é difícil me relacionar com outra pessoa. Venho de uma família muito tradicional, mãe presente e carinhosa, e pai muito autoritário. Sempre podíamos contar com eles. Eles nos passaram valores, um deles era o trabalho. Por isso sempre batia de frente com o Juan Carlos e os negócios meio suspeitos dele. Minha distribuidora tinha me custado muito esforço, anos de trabalho duro. Entrei pela porta do negócio, com a pasta debaixo do braço, nela levava cópias dos pagarés, onde detalhava toda a dívida dele, 100 mil dólares. A isso tinha que somar 25 mil dólares que ele tinha me pedido há um mês. Se emprestei grana pra ele, foi porque ele me ligou desesperado, dizendo que o banco ia executar a hipoteca por falta de pagamento. Então ele me pediu a grana e me deu como garantia a caminhonete, que estava no nome da mulher dele pra não ser penhorada. Digo "mulher dele" porque ele e Ana não eram casados legalmente. Então emprestei a grana, porque se penhorassem, ia ser muito mais difícil cobrar dele, já que ele não poderia trabalhar. E também porque a caminhonete valia muito mais que essa grana. Ele me garantiu que em um mês liquidariam os lucros de um negócio e ele me pagaria. Muito provavelmente, é dos jogos de pôquer dele, um dos vícios dele junto com o álcool e a maconha. Ao entrar, a Ana estava arrumando umas coisas no local, enquanto o funcionário dela, um jovenzinho muito afeminado, atendia um cliente. Cumprimentei educadamente, mas sem ser tão próximo, porque ela era muito tímida, sempre falava bem baixinho e desviava o olhar. Ao me ouvir entrar, o Juan Carlos saiu dos fundos, veio todo efusivo me dar um abraço e cumprimentou o cliente que estava na loja. Depois de umas piadas com o cliente, ele me fez passar pra casa dele, que ficava atrás do negócio. Fomos pro fundo, num galpão pequeno muito bem feito, onde ele tinha as plantas de maconha dele, tipo estufa, com luz artificial e um sistema de irrigação por gotejamento. Tudo muito bem organizado, muito profissional. Percebi que ele não só consumia, mas também vendia o produto.
Juan Carlos: O que você acha do meu empreendimento?
Esteban: Já tô vendo onde está a grana que você me deve.
Juan Carlos: Calma, amigão, vou te pagar tudo e com juros — ele me puxa pelo ombro com força —. Mais que isso, quero te fazer sócio do meu negócio. Com... Isso aqui vai encher a gente de grana, você e eu.
Esteban: Não, valeu. Prefiro ficar na minha. Até porque isso aí tá bem montado, mas acho que não dá pros dois.
Juan Carlos: Relaxa, isso é um teste piloto, só pra te mostrar que dá pra fazer. A gente começa com isso, eu já tenho os fornecedores e os clientes. Você não se envolve em nada, se é isso que te preocupa, eu cuido de tudo. Só me falta um empurrãozinho.
Eu já tava vendo isso vindo, mais grana, era um poço sem fundo.
Esteban: Olha, Juan Carlos, vou ser sincero, não tô interessado. Hoje vim aqui pra receber o que você me deve. Essa grana tá fazendo falta, já é um valor grande e tá afetando minhas finanças. Essa dívida já tem mais de um ano e eu não posso continuar te bancando.
Sabia que ele não ia gostar do que eu disse, senão não teria calculado errado. Me oferecer esse negócio foi uma jogada de última hora.
Juan Carlos: Você me corta as pernas, Esteban. Não vou conseguir trabalhar, e se não consigo trabalhar, como junto a grana pra te pagar? Pensei que pela nossa amizade você ia me dar uma força.
Esteban: Já te dei um monte de forças, esse tempo todo foi só o que eu fiz. Mas não dá mais pra te aguentar. Preciso da grana ou vou executar as notas promissórias na justiça.
Vim disposto a acabar com isso hoje, nem que fosse pra receber uma parte, mas se pudesse, levava tudo e mais um pouco, depois de ver no que ele tava enfiando meu dinheiro.
Juan Carlos: Você me mata, deixa eu pensar.
Esteban: Olha, tenho que visitar um cliente na região, levo umas hora mais ou menos, passo aqui e você me dá a grana.
Não dei tempo nem pra ele responder e saí.
Na real, nunca trabalhava assim, sempre mantinha as contas correntes dos clientes bem curtas, mas o Juan Carlos era um caso à parte. A dívida dele virou uma bola de neve, então fui obrigado a fazer ele assinar notas promissórias, pra ter um respaldo e uma obrigação que ele teria que respeitar. Como eu disse, podia executar na justiça ou vender a dívida, e aí seria pior pra ele. A coisa entre a gente já tava mais que tensa. Faz muito tempo, por isso quando me pediu a grana, me deu como garantia a caminhonete Audi Q5, a mais completa. Tinha dois anos e o valor de revenda tava na casa dos 60 mil dólares, então se eu levasse ela, pensava em salvar um pouco da dívida. A outra coisa que pensei é que, ao falar da justiça, ele ficou com medo do projeto ilegal recente dele, o que não era problema meu. Eu tava muito puto, me senti usado por ele. Ao voltar, ele me levou pra sala da casa dele.
Juan Carlos: Olha, eu sei tudo que você fez por mim, não quero parecer ingrato — o semblante dele já não era mais o alegre de sempre — por isso pensei em te incluir nos meus negócios, como compensação.
Esteban: Agradeço, mas não é algo que eu queira participar. Agora só quero recuperar a grana que é minha.
Juan Carlos: Bom, a verdade é que não tenho a grana, mas você pode levar a caminhonete — acendeu um baseado, odeio aquele cheiro — e pelo resto, posso te dar minha mulher por um mês.
Eu fiquei chocado. O que ele acabou de me dizer? Ainda não tinha processado direito. Ele queria me entregar a mulher dele por um mês. Isso não tava certo. Ele se levantou e saiu do quarto. Não cabia na minha cabeça, ou eu não conseguia processar isso. Enquanto tava nesse estado catatônico, Juan Carlos voltou com a Ana, ela vinha atrás dele, de cabeça baixa, e ficou parada na minha frente. Essa situação já tava me cansando, tavam me fazendo de otário.
Esteban: Isso é uma piada, porque não tem graça — minha cabeça trabalhava a mil por hora analisando todas as possibilidades — ou é uma armadilha pra depois me acusar de estupro ou qualquer outro crime? — falei isso puto, levantando bruscamente da cadeira.
Juan Carlos: Calma, amigo, senta, não tem nada de errado aqui.
Esteban: Como não? Você tá prostituindo sua mulher ou quer me enganar. Você não tem nada a dizer sobre isso? — perguntei pra Ana.
Juan Carlos: Olha, Esteban, eu e a Ana não somos um casal convencional, somos amo e escrava, ela não tem opinião nisso. e gostosa pagaria as dividas do seu dono. Esteban: Mas isso nao e normal, deixa ela responder. -Olhei pro Juan Carlos e ele concordou. Ana: Eu fico feliz em obedecer meu dono, e farei o que ele me pedir. Juan Carlos: Pra voce ficar mais tranquilo, eu faria um contrato com cessao de direitos sobre a Ana, nao seria legal, mas voce teria provas de que nao forçou ela a nada. Esteban: Olha, vou pegar a caminhonete, e sobre o dinheiro, nao me deixa outra saida senao executar tudo, mas isso nao e o que eu procuro - vi medo nos olhos dele, ele se aproximou e me interrompeu. Juan Carlos: Calma, vamos conversar. Olha que pedaco de mulher, tem 28 anos, e um manjar pra nos que passamos dos quarenta, ainda por cima voce pode fazer o que quiser com ela, usar ela do jeito que te der na telha, ela ta aqui pra te servir, voce vai ser o dono dela por um mes inteiro ou, se quiser por mais tempo, e so me falar. Dito isso, ele baixou o vestido que ela usava, ela nao tinha sutiã, dois peitao lindo ficaram a mostra, medios, do tamanho certo, com um mamilo pequeno marrom claro, bem durinhos, ate me fizeram duvidar se eram naturais. Baixei o olhar e vi uma calcinha fio dental branca, Juan Carlos tirou, deixando a mostra uma bucetinha pequena, com uma trilha de pelinhos no pubis, perfeitamente desenhada, todo o resto bem depilado. Era uma delicia, eu olhava a carinha angelical dela, com tracos finos, nariz pequeno, labios medios, olhos cor de mel que passavam entre ternura e melancolia. O cabelo castanho claro dela nao estava arrumado, so tinha um coque no cabelo, igual tava sem maquiagem, na verdade nunca tinha visto ela arrumada. Nisso, ele vira ela e inclina um pouco pra eu poder ver a bunda e a buceta dela por tras, isso me matou, era uma vista incrivel, nalgas pequenas mas tentadoras. Juan Carlos: Ta vendo que pedaco de mulher voce pode ter? - Ele achava que tinha a partida ganha, e eu tinha que virar o jogo a meu favor. Esteban: Sim, a verdade e que sim. Mas nao vale 100 mil dolares nem na sua melhores sonhos. Juan Carlos: cara, dá pra negociar, mas ela é uma submissa gostosa, acho que também não tá longe disso. Esteban: Olha, eu tenho um site de acompanhantes VIP, que a gente usa quando tem reunião com amigos ou negócios, a gente consulta e pergunta quanto custa um dia, e calculamos por 30. Juan Carlos: ei, a Ana não é nenhuma puta, ela é uma escrava submissa, mas não se prostitui, você seria o primeiro pra quem eu cederia ela, e só por causa da dívida que tenho com você e porque sei que você vai cuidar dela e não vai machucá-la. Esteban: Olha, esse site é bem exclusivo, até alugam escravas. Por outro lado, você tá oferecendo sua mulher pelo dinheiro de uma dívida, sexo por dinheiro. O melhor jeito de saber e precificar esse tempo é esse. Aceito de má vontade, entrei no site com meu número de usuário e escrevi pra eles. No site tinha duas Zairas: uma a escrava, que era uma mulher de 45 anos que já tinha passado dos melhores anos, e a gata, uma boneca de 22 anos que era do melhor que dava pra conseguir. Os preços eram uma ponta e a outra do cardápio. Perguntei pela Zaira, a Escrava, ia dar um pequeno golpe no Juan Carlos e esperava que ele não conhecesse esse site exclusivo. A resposta veio quase na hora: 1.200 dólares por um dia. Na sequência, mostrei no meu celular a resposta e as fotos da Zaira, a gata. A Ana era muito linda, a Zaira tava um degrau acima. Juan Carlos: Não pode ser, isso é muito pouco pela Ana. Seriam só 36.000 dólares — ficou pensando enquanto olhava as fotos da acompanhante — Olha, tenho que fechar o bar agora, você enquanto isso pode usar a Ana de graça e ver o valor dela, assim vai perceber que ela vale muito mais que isso. Eu volto daqui a pouco. Ana olhava pro chão com seu olhar doce, parecia tranquila. A pele branca dela era uma harmonia com o cabelo, os lábios e os mamilos. Me aproximei devagar dela, o dinheiro já ficava em segundo plano, eu tinha que possuí-la, mas fazer isso nos meus termos e com todas as salvaguardas possíveis. Juan Carlos Ele vinha abusando de mim por muito tempo e eu já não ia mais permitir. A razão já tinha ficado em segundo plano, como eu disse, tenho dificuldade em me relacionar socialmente, por isso sou direto e às vezes grosso e seco.
Esteban: O que você acha de tudo isso, de mim, da forma de pagamento?
Ana: Eu não tenho opinião sobre isso, eu tenho prazer em obedecer ao meu amo. E sobre o senhor, acho que é uma boa pessoa.
Esteban: Então, quando eu for seu amo, poderei fazer o que quiser com você? E isso não te incomoda? O que você pensa sobre isso?
Ana: Quando aceitei ser escrava, também aceitei ser cedida a quem meu amo decidir temporariamente. Para nós, isso não é um jogo, é um estilo de vida, por isso, enquanto estiver com o senhor, vou respeitá-lo e obedecê-lo como meu amo.
Entendi que Ana não era um objeto, era uma pessoa que aceitava certas condições e delegava algumas de suas decisões a um Amo. Enquanto a olhava, passava minha mão pelo pescoço dela, clavícula, amassava seus peitos, que eram naturais e tinham um toque excelente, muito macios e lisos. Desci minha mão até a buceta dela e abri seus lábios com um leve massagem do meu dedo do meio, com a outra mão peguei seu queixo e levantei seu rosto para que me olhasse nos olhos, ela não conseguiu sustentar o olhar, como repreensão mordi seus lábios, me afastei alguns passos e abaixei minha calça, deixando meu pau livre.
Esteban: Me mostra o que você sabe fazer.
Ana se ajoelhou automaticamente, pegou meu pau duro e balançou. Colocou a cabeça na boca, começou uma sucção suave enquanto sua língua percorria a glande, foi muito prazeroso, enquanto chupava, sua língua percorria a cabeça e terminava num movimento de fricção contra meu freio, algo que nunca tinham feito comigo antes, ela era muito boa mesmo. Ela me olhava nos olhos, tirou da boca e com a língua começou a percorrer todo o comprimento do meu pau, uma e outra vez, enquanto a mão dela acariciava suavemente minhas bolas, de repente enfiou mais da metade na boca, fazendo um vai e vem Saca bem gostoso, ela continuava acariciando minhas bolas enquanto tentava fazer um boquete profundo, mas não conseguia engolir tudo. Tirei um pouco, ela baixou a cabeça e enfiou um ovo inteiro na boca, e olha que são grandes. Ela brincava com a língua, chupava e colocava de novo inteiros, era uma mistura de prazer com uma dorzinha gostosa, até que voltou pro meu pau e enfiou quase tudo. Só tinham passado uns dois minutos e eu já tava quase gozando.
Esteban: De joelhos no sofá, que vou te usar.
Ela obedeceu na hora, a vista era linda, as nádegas brancas, no meio um cuzinho rosado e uma buceta de lábios pequenos. Fiquei atrás dela, esfreguei meu pau nos lábios dela, percorri tudo que pude, passei entre as duas nádegas, apertei e esfreguei o máximo. Peguei o cabelo dela e puxei forte pra ela arquear e empinar mais a bunda. Penetrei devagar, até o fundo, sentindo cada centímetro, ela tava molhada, e apertada pra caralho. Com uma mão segurei firme uma das nádegas, apertando até deixar meus dedos marcados, e com a outra continuei puxando o cabelo dela. As costas dela brilhavam um pouco de suor, quando abri bem as nádegas dela, vi o cuzinho, parecia que ela usava pouco. Cuspi no cu dela e com o polegar comecei a esfregar, de repente entrou, tava apertado pra cacete, isso me deixou mais louco e acelerei as metidas. No meio de um ritmo doido de penetração, ela soltou uns gemidos abafados e a buceta dela se contraiu umas duas vezes, dando uma sensação gostosa, ela gozou e eu não tava longe.
Esteban: No chão, que você vai engolir meu leite.
Ela demorou uns segundos pra responder, porque tava se recuperando do orgasmo. Ajoelhou, e antes que ela fizesse qualquer coisa, peguei ela pelo pescoço, ela entendeu tudo e abriu a boca. Enfiei de uma vez só, até minhas bolas baterem no queixo dela. Comecei uma metida e tirada brutal, quase não deixava ela respirar. Tirava tudo e Eu enfiava de novo, ela estava com os olhos lacrimejando e a boca cheia de saliva e líquido pré-seminal. A cara dela era um poema, ver ela tão frágil, inocente, engolindo tudo, não consegui me segurar mais e gozei abundantemente na boca dela. Foi tanto que ela se engasgou e eu tive que tirar, então também acabei com esperma na cara, no cabelo e nos peitos dela. Na porta, estava o Juan Carlos parado, nos olhando.
Esteban: Cinquenta mil dólares e eu levo ela agora, junto com a caminhonete.
Juan Carlos: Bom, é bem menos do que eu pedia, mas—
Ele não deixou ele terminar.
Esteban: Essa é minha última oferta. Se aceitar, prepara os papéis. E o que você me deve, você me paga quando eu devolver a Ana, ela vai ser a garantia.
Juan Carlos: Tá bom— Ele fez sinal e a Ana foi embora— Aceito porque não tenho outra escolha, sabe que tá fazendo um bom negócio com isso, por isso te peço um último favor. Hoje à noite tem um torneio de pôquer de ricos no clube de esgrima, me empresta dinheiro pra eu juntar a grana e recuperar a Ana, você sabe que esses ricos não ligam de perder dinheiro.
Esteban: Tá bom, vou te dar o que tenho na caminhonete, isso vai ser a última vez. Vamos deixar por escrito e a Ana vai ser a garantia.
Umas duas horas depois, a gente partiu. Deixei 5.000 dólares pra ele, fui na minha caminhonete e atrás de mim, a Ana na Audi.
2 comentários - Ganhei uma dívida paga com uma gostosa