Depois daquela trepada violenta com a Cloe, tenho que admitir que tive umas noites de sentimentos confusos. Porque, apesar de tudo ter me pegado de surpresa, a situação era muito excitante e perigosa ao mesmo tempo. De um lado, a Cloe é uma mina tremenda, muito sexy, bem patricinha, com uma bunda espetacular. Uma bunda bem empinada, bem firme e sempre pelada. Ela carrega bem dentro dela uma putaria que me deixou louco. Aquele fogo que queima, aquela paixão selvagem pra foder. O famoso "não tô nem aí pra nada". Ela destruiu minha pica e com prazer, adorando deixar a pica vermelha e acabada de um cara muito mais velho que ela. Tem que somar também, desse lado da moeda, aquele olhar ainda de menina que te apaixona. "Malandragem sem maldade", como dizia o grande Leo Matioli. Já sei, vão me falar: "mas se ela ia pro tráfico toda hora, como pode ter tanta cara de santinha?" Pois é, ela tem, mesmo fazendo coisas não tão santas, ela tem um olhar que ainda mistura a malandragem de uma gatinha safada com atitudes de vila bandida e ousada. Como se tudo isso não bastasse, tem que destacar os looks dela. Pelo amor de Deus, que jeito puta de se vestir. É tudo que tá certo. Chamativa, atrevida, bem gostosa. Tudo é minúsculo, pequenininho, mostrando o corpinho dela. Os topzinhos dela me deixam louco. Mal tapando as tetinhas pequenas dela e deixando a barriguinha toda de fora. A bunda sempre pelada com fio-dental transparente em calças brilhantes ou saias curtas. Como toda patricinha de respeito, obviamente tênis esportivo. E tudo isso parece um sonho, mas do outro lado da moeda estão as complicações. Primeiro de tudo, comecei a me recriminar pela diferença de idade enorme. Não são uns anos, são anos demais. Muitos anos de diferença. Basicamente, quando eu estava perdendo a virgindade depois de uma farra numa casa, a Cloe estava saindo da buceta suja da mãe bandida dela. (O "suja" é de carinho, não levem a mal). O outro problema é que piranhas como a Cloe são muito enganadoras. Fofoqueiras adoram uma confusão, adoram uma treta. Por algum motivo, elas se divertem com isso. E, estando eu amigado e com três filhos, é perigoso demais me envolver com uma vilareia encrenqueira. Tudo isso sem contar o pequeno detalhe de que a Cloe é amiga do meu filho mais velho e da namorada dele. Então preferi deixar tudo de lado e que tivesse sido só uma foda, um tesão e nada mais. Além disso, a Cloe é muito gostosa e deve ter uma pá de caras atrás dela. Muito mais bonitos e estilosos que eu. Mais atléticos e com muito mais grana. Com certeza tão querendo pegar ela uns caras que jogam nas categorias de base de algum clube ou uns mini cantores de cumbia.
Então eu tava na minha, bem tranquilo depois de umas noites difíceis, convencido de que não ia ter maiores problemas porque supus que a Cloe tinha ficado excitada com a situação de eu ser o pai do amigo dela e pronto. Me comeu, matou a vontade e bola pra frente. Mas no mundinho do crime, as surpresas aparecem todo dia. No meio-dia seguinte daquela noite de reflexão, chega uma mensagem no meu Instagram no privado. Era da Cloe e dizia: "cê gosta cumu fika em mim?" Quando abri a foto, me deparei com a raba perfeita da Cloe, só com uma tanga fio dental vermelho fogo. A tanga destacava naquela raba bem morena da menina atrevida. Marcava toda a curva da raba por ela estar posando bem puta e tinha uma meia cinza abaixada na altura do joelho. Dava pra ver um pouco das costas e dava pra notar que ela tava com uma regatinha curta. Percebi na hora que ela não tava em casa porque, mesmo nunca tendo entrado, conheço por fora e é de tijolo furado sem reboco e com mais chapa que outra coisa. E aqui ela tava num banheiro com cerâmica e espelho. Dava pra ver que era um banheiro público. Isso me deixava ainda mais excitado.
Eu com a pica dura vendo a foto e pensando em quantos dariam tudo pra estar no meu lugar, respondi. Eu: ai bebê, amei, me enlouquece essa raba. Cê é um fogo. Cloe: kkkk eu sabia que cê ia gostar, coração. Te cabe essa mina, né? Eu: demais kkkk me parou a cock só com a foto, imagina. Cloe: ah siiiim? Olha só então. Nesse momento ela me manda outra foto no mesmo banheiro, mas tirada de frente. Continuava com a cabeça cinza na altura dos joelhos, mas com a mão direita esticava o fiozinho da thong, fazendo marcar toda a pussy e todo o Papo. Eu já tava pegando fogo. Eu: bebê, cê tá me matando kkk olha o que cê tá fazendo!! Cadê você? Kkk Cloe: adoro deixar sua cock bem dura, coração, adoro. Tô na escola kkkk Eu: cê tá me dando muita vontade, lembro da outra vez e fica mais dura ainda. Nãooo, na escola, que filha da puta, cê não liga pra nada kkkk Cloe: não vai dar pra sua mulher, hein, porque essa cum é toda minha. Esquece, mó chata, nem tava a fim de vir. Eu: tão assim? Toda minha é a cum. Que vontade de ser seu colega, bebê, te fuck you toda nesse banheiro. Cloe: claro que é minha, te mato se não der pra mim. E vem me detonar, o que cê tá esperando? Por um momento achei que ela tava zoando, mas rapidinho percebi que não. Que ela queria que eu a fuck na hora. Eu: olha que vou te buscar, viu. Cloe: vem me esperar na esquina, eu dou um migué da escola e cê me detona toda. Combinamos pra daqui uma hora e confesso que a espera foi eterna. Os minutos não passavam. Saí mais cedo e cheguei cedo na esquina. Fiquei com o carro ligado esperando ela com a cock dura. Fiz bem, porque em poucos minutos vejo ela saindo. Caminhava até o carro rebolando aquela burra que dá gosto. Jogando a booty bem exagerada, ajeitando o cabelo e sem nem um caderno. Nada. Só ela com toda a sua gostosura. Assim que entrou no carro, nem falamos oi, já começamos a nos agarrar com uns beijos apaixonados e quentes. Cloe veio pra cima de mim e me beijava na boca enquanto apoiava a mão no meu peito. Deixando a tiny ass levantada, eu aproveitei pra meter a mão no ass. Apertei com vontade. duas vezes. Firme e carnuda pra apertar. Pra pior, ainda aparecia por cima da calça o fiozinho da tanga vermelha. Eu já tava com o pau duro. Não dava nem pra disfarçar. Também não tava afim de fazer isso. Marcava tudo no moletom e a Cloe, sempre esperta na jogada, subiu no meu colo. Fazendo a bundinha dela, nua, ficar batendo contra meu pau duro e cabeçudo. Naquele momento, depois de me dar uns beijos bem dados com língua, ela me encarou e soltou uma risadinha: "ai, coração, como é que tá isso. Detona tudo em mim." Eu, enquanto continuava tocando o fiozinho da tanga e parte da bunda dela, falei que tava daquele jeito por causa dela. "Você me deixa assim, bebê." A Cloe, se sentindo toda uma rainha por me ter na mão, me beijou no pescoço e respondeu: "vou tirar toda a sua porra, não vou deixar nada pra aquela otária." A gente se deu uns beijos bem apaixonados e quentes, e eu perguntei pra onde a gente ia. Aí a Cloe sorriu pra mim enquanto mexia um pouco a bundinha em cima do meu pau e falou num tom bem de vilã: "tô muito ganha, love (depois a gente comenta o love), lukie casa onde minha prima." O que em português significa que a prima emprestava a casa pra gente foder. Eu tava surpreso, encantado e com tesão. A Cloe foi me levando, me guiando pelas ruas até a casa da prima. Não é um detalhe menor, porque, apesar de serem só quatro ou cinco quadras, geralmente as minas, e principalmente da idade da Cloe, se perdem até pra ir na padaria. A rua da prima era, claro, de terra, com poças de lama, mato crescido nas calçadas que nem existiam direito, e não um, mas dois cavalos pastando como se nada fosse. Pra mim já é algo natural, normal, moro aqui há muitos anos, mas sei que vocês estranham um pouco e gostam desses detalhes. Parei o carro num canto da rua de terra, mais perto da casa da prima. Não tinha nem cerca, diretamente uns paletes de madeira apoiados um no outro formavam uma espécie de cercado, deixando um buraco sem palete que seria a entrada. Dava pra ver uma cabine de madeira e um monte de entulho. Detalhe curioso: a pilha de sucata, ferro-velho e lixo era mais alta que os paletes na tentativa de cerca. Descemos do carro, os dois muito excitados, Cloe me pegou pela mão e atravessamos o buraco do palete vazio. Pisamos numa poça de lama e contornamos a cabine. Cloe bateu suavemente no vidro da janela duas vezes. "Me abre, foxy". Diante do meu silêncio, ela sorriu e disse: a gente se chama assim. "Já vou, slutty", ouviu-se de dentro, misturado com um pouco de cumbia. Eu não conseguia tirar os olhos daquela bunda minúscula bem pelada e sem calcinha da minha mina. A prima abriu a janela e, numa decisão inexplicável no mundo normal, mas completamente lógica no mundo quebrada, disse: entrem por aqui, me dá masturbação ir até a porta. Lá dentro, enquanto via como aparecia todo o fio da tanga da minha mina ao passar pela janela, a prima nos cumprimentou entre risadas. "Você é demais, hein", dizia a prima pra Cloe. A prima tinha quase a minha idade e, claro, como toda boa mina guerreira, dois pivetes. Me cumprimentou com um beijo no rosto, trocaram umas palavras no ouvido com Cloe que eu não consegui ouvir. Tomamos uns mates com ela enquanto os pivetes corriam e gritavam pela casa. Não tinha passado muito tempo quando Cloe fez um sinal pra prima, que se levantou e foi pra sala da cabine. Ficamos sozinhos no quarto, sentados na cama. Cloe veio pra cima de mim e começou a me beijar na boca. Sentou no meu colo e aproveitava cada beijo com língua bem passional e quente pra rebolinhar um pouco a bunda dela em cima do meu volume, fazendo meu pau todo duro e ereto bater contra a bunda minúscula sem calcinha dela. A mina, em dois movimentos rápidos, tirou minha camiseta e cravou as mãos no meu peito. Dava pulinhos no meu pau. Eu sabia que a gostosa queria que eu dominasse ela, então empurrei ela de leve na cama, baixei a legging dela e, enquanto chupava a boca dela, com a mão direita eu tocava a buceta. Buceta por cima da calcinha fio dental. Ela tava toda molhada. Depois de uns beijos, meti minha mão por baixo da calcinha. Encontrei a buceta dela bem molhada e mais peludinha do que da última vez. Tirei a calcinha dela e coloquei meus lábios na buceta. Aí comecei a chupar e lamber ela. Igual da última vez, tinha um cheiro muito forte, bem característico de mina vilera. Quanto mais eu passava a língua, mais eu beijava a buceta e mais ela ficava molhada. Escorria rápido e eu curtia todo aquele mel na minha boca. Cloe não tinha vergonha nenhuma e, se deixando levar por aquelas lambidas na buceta, soltava gemidos de prazer. Gemidos que ecoariam pela casa toda. Gemidos que a prima com certeza ouvia. Quanto mais eu chupava, mais escorria e mais ela gemia. "Ai, meu amor, detona toda", foram as palavras dela enquanto eu já tava com a boca cheia do mel dela. Abaixei meu moletom e, assim, pele com pele, sem camisinha, meti a pica até o fundo da buceta dela. Nada de suave. De uma vez e bem selvagem. Cloe soltou dois gritos de prazer bem fortes. Comecei a foder ela naquela posição. Ela deitada na cama e eu metendo pele com pele. Sentia minha pica se encharcando com aquele mel. Os gemidos e gritos dela ecoavam pela casa toda. Eu continuava metendo bem selvagem, não aliviava em nenhum momento. Suponho que depois de tantos anos no mundo turro, você faz as coisas sem pensar e tem a sensação de que nunca vai gozar, de que controla a situação, ainda mais com uma mina pra quem você tem tantos anos a mais. Eu tava ali no meu mundo, curtindo, aproveitando, enquanto a mina gemia igual uma louca. "Arrebenta minha xereca em quatro, meu amor", ela disse enquanto se virava de quatro. Eu deixei sair todo meu lado turro selvagem. Comecei a meter a pica de quatro, pele com pele, sem me importar com absolutamente nada. Cloe parecia que ia se partir ao meio. Eu continuei metendo. Ela gritava e gemia mais forte. Aproveitando a posição, dei umas palmadas bem gostosas na raba dela. Ela continuava recebendo minha pica. Pau bem no fundo. Nem sei quanto tempo a gente ficou, mas deve ter sido bastante porque a cama tinha ficado toda encharcada e molhada, com as marcas das minhas mãos na bunda dela e de cada tapa. Além disso, a buceta tava vermelha de tanto picaço. Eu já tava com a pau bem vermelha, dura, cabeçuda. Cloe mudou de posição e subiu em cima de mim. Deixou meu pau cravar até o fundo da buceta dela e, enquanto cavalgava, repetia sem parar: "cabe a neném, né?" Eu respondia: "adoro você, bebê, adoro você". Cloe cravou bem forte as unhas nas minhas costas, deixando uma marca, enquanto num tom bem alto falou: "me dá toda a porra, coração, não deixa nada pra aquela otária". Eu, que já não aguentava mais, me deixei levar e enchi completamente a buceta dela de porra. Foi uma porra violenta, jorros e jorros de porra dentro dela. Como toda boa gostosa atrevida e sem-vergonha, sem nem deixar eu tirar o pau, me comeu de novo. Cavalgou feito uma puta até me fazer gozar de novo tudo dentro dela. Quando desabei na cama encharcada, e a safada vestiu a calcinha fio dental e a meia, ela disse: "nem vai subir essa noite (deu uma risadinha), te fodi a neném mesmo" e terminou fechando: "cabe a neném mesmo, hein".

Então eu tava na minha, bem tranquilo depois de umas noites difíceis, convencido de que não ia ter maiores problemas porque supus que a Cloe tinha ficado excitada com a situação de eu ser o pai do amigo dela e pronto. Me comeu, matou a vontade e bola pra frente. Mas no mundinho do crime, as surpresas aparecem todo dia. No meio-dia seguinte daquela noite de reflexão, chega uma mensagem no meu Instagram no privado. Era da Cloe e dizia: "cê gosta cumu fika em mim?" Quando abri a foto, me deparei com a raba perfeita da Cloe, só com uma tanga fio dental vermelho fogo. A tanga destacava naquela raba bem morena da menina atrevida. Marcava toda a curva da raba por ela estar posando bem puta e tinha uma meia cinza abaixada na altura do joelho. Dava pra ver um pouco das costas e dava pra notar que ela tava com uma regatinha curta. Percebi na hora que ela não tava em casa porque, mesmo nunca tendo entrado, conheço por fora e é de tijolo furado sem reboco e com mais chapa que outra coisa. E aqui ela tava num banheiro com cerâmica e espelho. Dava pra ver que era um banheiro público. Isso me deixava ainda mais excitado.
Eu com a pica dura vendo a foto e pensando em quantos dariam tudo pra estar no meu lugar, respondi. Eu: ai bebê, amei, me enlouquece essa raba. Cê é um fogo. Cloe: kkkk eu sabia que cê ia gostar, coração. Te cabe essa mina, né? Eu: demais kkkk me parou a cock só com a foto, imagina. Cloe: ah siiiim? Olha só então. Nesse momento ela me manda outra foto no mesmo banheiro, mas tirada de frente. Continuava com a cabeça cinza na altura dos joelhos, mas com a mão direita esticava o fiozinho da thong, fazendo marcar toda a pussy e todo o Papo. Eu já tava pegando fogo. Eu: bebê, cê tá me matando kkk olha o que cê tá fazendo!! Cadê você? Kkk Cloe: adoro deixar sua cock bem dura, coração, adoro. Tô na escola kkkk Eu: cê tá me dando muita vontade, lembro da outra vez e fica mais dura ainda. Nãooo, na escola, que filha da puta, cê não liga pra nada kkkk Cloe: não vai dar pra sua mulher, hein, porque essa cum é toda minha. Esquece, mó chata, nem tava a fim de vir. Eu: tão assim? Toda minha é a cum. Que vontade de ser seu colega, bebê, te fuck you toda nesse banheiro. Cloe: claro que é minha, te mato se não der pra mim. E vem me detonar, o que cê tá esperando? Por um momento achei que ela tava zoando, mas rapidinho percebi que não. Que ela queria que eu a fuck na hora. Eu: olha que vou te buscar, viu. Cloe: vem me esperar na esquina, eu dou um migué da escola e cê me detona toda. Combinamos pra daqui uma hora e confesso que a espera foi eterna. Os minutos não passavam. Saí mais cedo e cheguei cedo na esquina. Fiquei com o carro ligado esperando ela com a cock dura. Fiz bem, porque em poucos minutos vejo ela saindo. Caminhava até o carro rebolando aquela burra que dá gosto. Jogando a booty bem exagerada, ajeitando o cabelo e sem nem um caderno. Nada. Só ela com toda a sua gostosura. Assim que entrou no carro, nem falamos oi, já começamos a nos agarrar com uns beijos apaixonados e quentes. Cloe veio pra cima de mim e me beijava na boca enquanto apoiava a mão no meu peito. Deixando a tiny ass levantada, eu aproveitei pra meter a mão no ass. Apertei com vontade. duas vezes. Firme e carnuda pra apertar. Pra pior, ainda aparecia por cima da calça o fiozinho da tanga vermelha. Eu já tava com o pau duro. Não dava nem pra disfarçar. Também não tava afim de fazer isso. Marcava tudo no moletom e a Cloe, sempre esperta na jogada, subiu no meu colo. Fazendo a bundinha dela, nua, ficar batendo contra meu pau duro e cabeçudo. Naquele momento, depois de me dar uns beijos bem dados com língua, ela me encarou e soltou uma risadinha: "ai, coração, como é que tá isso. Detona tudo em mim." Eu, enquanto continuava tocando o fiozinho da tanga e parte da bunda dela, falei que tava daquele jeito por causa dela. "Você me deixa assim, bebê." A Cloe, se sentindo toda uma rainha por me ter na mão, me beijou no pescoço e respondeu: "vou tirar toda a sua porra, não vou deixar nada pra aquela otária." A gente se deu uns beijos bem apaixonados e quentes, e eu perguntei pra onde a gente ia. Aí a Cloe sorriu pra mim enquanto mexia um pouco a bundinha em cima do meu pau e falou num tom bem de vilã: "tô muito ganha, love (depois a gente comenta o love), lukie casa onde minha prima." O que em português significa que a prima emprestava a casa pra gente foder. Eu tava surpreso, encantado e com tesão. A Cloe foi me levando, me guiando pelas ruas até a casa da prima. Não é um detalhe menor, porque, apesar de serem só quatro ou cinco quadras, geralmente as minas, e principalmente da idade da Cloe, se perdem até pra ir na padaria. A rua da prima era, claro, de terra, com poças de lama, mato crescido nas calçadas que nem existiam direito, e não um, mas dois cavalos pastando como se nada fosse. Pra mim já é algo natural, normal, moro aqui há muitos anos, mas sei que vocês estranham um pouco e gostam desses detalhes. Parei o carro num canto da rua de terra, mais perto da casa da prima. Não tinha nem cerca, diretamente uns paletes de madeira apoiados um no outro formavam uma espécie de cercado, deixando um buraco sem palete que seria a entrada. Dava pra ver uma cabine de madeira e um monte de entulho. Detalhe curioso: a pilha de sucata, ferro-velho e lixo era mais alta que os paletes na tentativa de cerca. Descemos do carro, os dois muito excitados, Cloe me pegou pela mão e atravessamos o buraco do palete vazio. Pisamos numa poça de lama e contornamos a cabine. Cloe bateu suavemente no vidro da janela duas vezes. "Me abre, foxy". Diante do meu silêncio, ela sorriu e disse: a gente se chama assim. "Já vou, slutty", ouviu-se de dentro, misturado com um pouco de cumbia. Eu não conseguia tirar os olhos daquela bunda minúscula bem pelada e sem calcinha da minha mina. A prima abriu a janela e, numa decisão inexplicável no mundo normal, mas completamente lógica no mundo quebrada, disse: entrem por aqui, me dá masturbação ir até a porta. Lá dentro, enquanto via como aparecia todo o fio da tanga da minha mina ao passar pela janela, a prima nos cumprimentou entre risadas. "Você é demais, hein", dizia a prima pra Cloe. A prima tinha quase a minha idade e, claro, como toda boa mina guerreira, dois pivetes. Me cumprimentou com um beijo no rosto, trocaram umas palavras no ouvido com Cloe que eu não consegui ouvir. Tomamos uns mates com ela enquanto os pivetes corriam e gritavam pela casa. Não tinha passado muito tempo quando Cloe fez um sinal pra prima, que se levantou e foi pra sala da cabine. Ficamos sozinhos no quarto, sentados na cama. Cloe veio pra cima de mim e começou a me beijar na boca. Sentou no meu colo e aproveitava cada beijo com língua bem passional e quente pra rebolinhar um pouco a bunda dela em cima do meu volume, fazendo meu pau todo duro e ereto bater contra a bunda minúscula sem calcinha dela. A mina, em dois movimentos rápidos, tirou minha camiseta e cravou as mãos no meu peito. Dava pulinhos no meu pau. Eu sabia que a gostosa queria que eu dominasse ela, então empurrei ela de leve na cama, baixei a legging dela e, enquanto chupava a boca dela, com a mão direita eu tocava a buceta. Buceta por cima da calcinha fio dental. Ela tava toda molhada. Depois de uns beijos, meti minha mão por baixo da calcinha. Encontrei a buceta dela bem molhada e mais peludinha do que da última vez. Tirei a calcinha dela e coloquei meus lábios na buceta. Aí comecei a chupar e lamber ela. Igual da última vez, tinha um cheiro muito forte, bem característico de mina vilera. Quanto mais eu passava a língua, mais eu beijava a buceta e mais ela ficava molhada. Escorria rápido e eu curtia todo aquele mel na minha boca. Cloe não tinha vergonha nenhuma e, se deixando levar por aquelas lambidas na buceta, soltava gemidos de prazer. Gemidos que ecoariam pela casa toda. Gemidos que a prima com certeza ouvia. Quanto mais eu chupava, mais escorria e mais ela gemia. "Ai, meu amor, detona toda", foram as palavras dela enquanto eu já tava com a boca cheia do mel dela. Abaixei meu moletom e, assim, pele com pele, sem camisinha, meti a pica até o fundo da buceta dela. Nada de suave. De uma vez e bem selvagem. Cloe soltou dois gritos de prazer bem fortes. Comecei a foder ela naquela posição. Ela deitada na cama e eu metendo pele com pele. Sentia minha pica se encharcando com aquele mel. Os gemidos e gritos dela ecoavam pela casa toda. Eu continuava metendo bem selvagem, não aliviava em nenhum momento. Suponho que depois de tantos anos no mundo turro, você faz as coisas sem pensar e tem a sensação de que nunca vai gozar, de que controla a situação, ainda mais com uma mina pra quem você tem tantos anos a mais. Eu tava ali no meu mundo, curtindo, aproveitando, enquanto a mina gemia igual uma louca. "Arrebenta minha xereca em quatro, meu amor", ela disse enquanto se virava de quatro. Eu deixei sair todo meu lado turro selvagem. Comecei a meter a pica de quatro, pele com pele, sem me importar com absolutamente nada. Cloe parecia que ia se partir ao meio. Eu continuei metendo. Ela gritava e gemia mais forte. Aproveitando a posição, dei umas palmadas bem gostosas na raba dela. Ela continuava recebendo minha pica. Pau bem no fundo. Nem sei quanto tempo a gente ficou, mas deve ter sido bastante porque a cama tinha ficado toda encharcada e molhada, com as marcas das minhas mãos na bunda dela e de cada tapa. Além disso, a buceta tava vermelha de tanto picaço. Eu já tava com a pau bem vermelha, dura, cabeçuda. Cloe mudou de posição e subiu em cima de mim. Deixou meu pau cravar até o fundo da buceta dela e, enquanto cavalgava, repetia sem parar: "cabe a neném, né?" Eu respondia: "adoro você, bebê, adoro você". Cloe cravou bem forte as unhas nas minhas costas, deixando uma marca, enquanto num tom bem alto falou: "me dá toda a porra, coração, não deixa nada pra aquela otária". Eu, que já não aguentava mais, me deixei levar e enchi completamente a buceta dela de porra. Foi uma porra violenta, jorros e jorros de porra dentro dela. Como toda boa gostosa atrevida e sem-vergonha, sem nem deixar eu tirar o pau, me comeu de novo. Cavalgou feito uma puta até me fazer gozar de novo tudo dentro dela. Quando desabei na cama encharcada, e a safada vestiu a calcinha fio dental e a meia, ela disse: "nem vai subir essa noite (deu uma risadinha), te fodi a neném mesmo" e terminou fechando: "cabe a neném mesmo, hein".


6 comentários - Segundo foda com a amiga do meu filho (gostosa)