Um salto temporal bem significativo rolou entre a parte 7 (a anterior) e esta. A família tá mais forte do que nunca, claro que muita coisa aconteceu, aqui basicamente vou te contar tudo: Papai me comeu gostoso por trás: Ele me penetrou até o fundo um montão de vezes e finalmente virei um membro fixo da família pra satisfazer o pauzão do papai. Lamber as bolas caídas dele, limpar a sujeira dos pelos pubianos dele, limpar o cu dele por completo e ser a bandeja de porra dele pra mamãe e eu recebermos o leite dos homens da casa (ela do meu irmão e eu do papai).
Por outro lado, mamãe ainda não me deixa tocar nela, ela prometeu que no meu próximo aniversário (porque no passado eu não cresci — e sim, tô falando do meu pau) ela ia me fazer uma punheta com os peitos enquanto me chupava. Ou pelo menos foi o que ela prometeu… Já faz 6 meses desde meu aniversário e meu pau não cresceu nada, enquanto o do meu irmão tá mais comprido (+2 cm mais ou menos), mais carnudo e leiteiro do que nunca, mamãe tá encantada. Mas, falando da minha mãe, desde que o trabalho do papai conseguiu um jeito de chamar ele presencialmente, ela se sente sozinha mentalmente. Meu irmão cuida… dos peitões dela, da bunda enorme e da buceta suculenta. Mas parece que ela precisa de um amante de verdade, um… sei lá… da idade dela… pelo menos perto dos quarenta e tantos… não uma idade de menos de dois dígitos, saca? Mamãe insistiu pra eu experimentar o pau do meu irmão mais novo, mas ainda tenho medo, tenho que admitir que, como vocês perceberam, exagerei pelo bem da história o tamanho do pau do meu pai. Ele ainda tem as bolas bem compridas, o pau bem longo, mas pra ser sincero, dá pra dizer que é um lápis bem esticado com umas bolas deliciosas penduradas. Um pau bem magro e comprido, saca? Algo assim que se vê na real:
Mas é, o pau do meu irmão não é assim, é bem grosso mas muito curto na real, claro que tem potencial de que quando ele chegar nos 2 dígitos de idade vai ser um verdadeiro monstro e a mamãe sabe disso, mas é como se… sem o papai aqui… a mamãe curte muito o meu irmão mas precisa de algo que chegue no fundo da buceta dela também… ela tá com fome de pica, e eu não conseguia dar pra ela.
Agora sim, vamos começar a história: O relato de hoje começa com uma ereção… não do meu pai… nem do meu irmão… minha… deixa eu dar um contexto. Não era só sexo na família o dia inteiro, meu irmão tem aulas, eu também, e mamãe e papai trabalham… mamãe conseguiu um emprego de professora numa escolinha perto de casa. Eu tinha menos tempo de aula no colégio, então depois saía pro portão que liga à entrada da casa dos vizinhos. Lá morava um casal da mesma idade dos meus pais com os dois filhos (o homem é uns meses mais novo que meu irmão e a irmã era uns anos mais nova que o irmão deles)… por causa da pandemia, os dois filhos tinham ido estudar com os avós (um dos avós é professor, então facilitava).
Julia é o nome da vizinha, uma mulher argentina, loira, nariz alongado, garota e curiosa… mas especialmente uma mulher muito gostosa de olhos azuis e carisma cativante. Por outro lado, o marido dela, Mario, um mexicano-argentino moreno, com alguns cabelos brancos pouco perceptíveis, mas um corpo forte e bem trabalhado na academia, não o homem mais bonito, mas de boa aparência. E voltando à história, tudo começou com uma ereção… a minha, vendo Julia regar as plantas numa saia curta linda, com a borda da bunda dela aparecendo por baixo e os peitos balançando enquanto ela arrancava as ervas daninhas. Tenho que admitir que sempre notei como Julia sabia que eu olhava pra ela com tesão, ela sempre virava pra me ver com um sorriso meio safado, mas nunca fazia nada… nunca fez nada até aquele dia. Julia: oi aí… como você tem passado, Ivo… você cresceu muito nesses meses de pandemia… uau! Ivo: Ooh… ho… oi, Ju… bem… e… e você!? Julia: hmm, bem cansada, não vou mentir… na verdade, sinto que estou meio tonta… sei lá… o calor, acho… Ivo: oooh… sério?… qui… quer que eu traga água ou algo assim?? Julia: ooww, que fofo… acho que você poderia me ajudar sim… por que você não entra e me ajuda a servir enquanto tomo um banho? Ivo: Ooh… na verdade, eu tenho que… … … CLARO QUE SIM, JU!!… o que você precisar! Julia: assim que eu gosto, vem, entra… Fui até a porta e Julia me deixou passar pra fechar a porta atrás de mim. A casa estava escura, Julia me levou até a cozinha e acendeu as luzes. Julia: desculpa as luzes… é que agora meu marido tá trabalhando e você sabe que as crianças estão com os avós durante a semana… Ivo: oh. Entendo, vou fazer a água então, pode tomar um banho pra aliviar o calor. Julia: você já tomou banho hoje, Ivo? Meu pau ficou ainda mais duro na hora. Ivo: Emm… não, Julia… Julia: hmm, devia tomar um com esse calor, lindo… - sorriu safada- agora quando chegar na sua casa, faz isso primeiro… Ivo: s… sim, Ju, vou fazer. Julia: muito bem, lindo… volto já. Instante… Servi a água, ela entrou no banho e, poucos minutos depois, alguém gritou do andar de cima. Julia: Ivooo!! Ivo: Sim?? Ju: Sobe rápido, por favor, preciso que você pegue uma toalha pra mim. Subi e perguntei onde tinha uma toalha do lado de fora da porta… Julia: As toalhas estão por aqui em alguma gaveta, lindo. Só que não tô achando… Você me ajuda??? Ivo: Ah… claro, Julia. A porta se abriu por dentro e, enquanto a mão da minha vizinha argentina entrava timidamente, ela me puxou pra dentro rapidamente. Julia: Primeiro, nada de bonito… não me chama de Julia, gosto de Jules… é assim que todo mundo me chama por aqui… Meus olhos desceram pelo corpo dela… Ivo: Ah… tá… ok, Jules… onde será que estão as toalhas?
Jules estava nua na minha frente, eu podia vê-la por inteiro. Não conseguia acreditar. O corpo dela era magro, curvilíneo na altura do quadril, uns peitos pequenos e nada redondos (de biquíni por algum motivo, sim), mas uma bunda bem definida e atlética, um corpo de supermodelo de verdade. Um rosto lindo (não mais que o da minha mãe).
Jules: "Hmm, sinceramente não sei onde o Mario, meu marido, deixou elas… mas acho que vamos ter que improvisar… que tal… me ajudar a me secar com essas suas mãozinhas? Hein?"
Ivo: "E… eu… esse… não sei… eu…"
Jules: "Por favor, Ivo… sua mãe não precisa ficar sabendo disso… sou só sua pobre vizinha que não achou a toalha… por favor… seja um bom menino e me ajude…"
Ivo: "Tá bom, Ju… com muito prazer.
Timidamente, aproximei minhas mãos ao corpo dela, comecei pela cintura e pelos braços gostosos dela… rapidinho a Jules tomou a iniciativa de colocar, delicada e sensualmente, minhas mãos na bunda dela… depois nos peitos e, por fim, na buceta dela, que tava toda aparadinha, limpinha, bucetuda e muito gostosa.
Jules: Aih sim, gatinho… é por aí que você tem que passar a mão um pouco… por ali, Ivo… é por ali que a gente faz xixi, as mulheres… xixi e muitas outras coisas.
Jules começou a esfregar meu pau, mas rapidamente fiquei nervoso e me afastei por reflexo.
Ju: ohh… tá tudo bem, pequeno… mesmo assim, a gente tem que te dar um banho depois que eu tomar… tá muito mais quente aqui do que antes… não acha?
Ivo:…
Jules: hmm, continua tocando meu corpo até ele ficar bem sequinho, lindo… daqui a pouco sua vizinha gostosa vai passar pra te deixar bem lavadinho e limpinho lá embaixo e seu corpinho de homenzinho.
Comecei a tocar sem vergonha o corpo da mulher gostosa que estava na minha frente.
Julia levantou as axilas enquanto gemia baixinho, e meu pau ficou ainda mais excitado.
Rapidamente o toque do celular da Julia tocou… ela parecia prestes a ignorar até que nós dois vimos na tela o nome "Mario". A Julia virou pra mim, sorriu, e eu tirei minhas mãos do corpo dela enquanto ela se esticava pra pegar o telefone. A Julia olhou pra mim, balançou a cabeça em silêncio dizendo que não, enquanto colocava minhas mãos de volta no corpo dela… ela atendeu.
Jules: Oi, meu amor, como tá o trampo?… Que? Que você já vem vindo pra cá?… Tá bom, meu amor… não… tá tudo em ordem, não sabia que você ia voltar mais cedo do trabalho hoje. Julia desligou o telefone depois de alguns segundos… Jules: Gatinho, muito obrigada por me secar, lindo, e me desculpa por não cumprir minha promessa… mas não se preocupa… a gente tem um encontro marcado pra você vir tomar um banho na banheira da vizinha… mas isso sim: em segredo, né? Ivo: S… sim, Jules Jules: Muito bem, lindo, me desculpa, é que meu marido tá vindo do trabalho mais cedo pra se despedir de mim mais tarde, porque amanhã eu viajo daqui até o fim de semana (era segunda-feira mesmo) pra visitar meus filhos com meus sogros. Ivo: Tá bom, senhorita Julia Jules: Kkkkk que fofo… senhorita? Cê me agrada muito, pequeno… a gente se vê no fim de semana, sim? Depois dessas palavras, Julia me acompanhou até a porta pra eu ir pra casa. Cheguei e bati uma pensando em algo que nunca imaginei: um encontro com minha vizinha gostosa… ____________________________________ FOI SÓ ISSO POR HOJE, GALERA Quero pedir um favor: comentem aí seus desejos mais profundos, suas opiniões sobre mim, sobre o que começou minha vida sexual contado nessas histórias, fotos de pica, fotos de buceta e fotos de xota que quiserem compartilhar. Se eu não ver apoio, não me dá tanta motivação pra continuar contribuindo com essa comunidade linda. Mas mesmo assim, agradeço demais. E COMO SEMPRE: um pequeno spoiler do próximo relato:
Por outro lado, mamãe ainda não me deixa tocar nela, ela prometeu que no meu próximo aniversário (porque no passado eu não cresci — e sim, tô falando do meu pau) ela ia me fazer uma punheta com os peitos enquanto me chupava. Ou pelo menos foi o que ela prometeu… Já faz 6 meses desde meu aniversário e meu pau não cresceu nada, enquanto o do meu irmão tá mais comprido (+2 cm mais ou menos), mais carnudo e leiteiro do que nunca, mamãe tá encantada. Mas, falando da minha mãe, desde que o trabalho do papai conseguiu um jeito de chamar ele presencialmente, ela se sente sozinha mentalmente. Meu irmão cuida… dos peitões dela, da bunda enorme e da buceta suculenta. Mas parece que ela precisa de um amante de verdade, um… sei lá… da idade dela… pelo menos perto dos quarenta e tantos… não uma idade de menos de dois dígitos, saca? Mamãe insistiu pra eu experimentar o pau do meu irmão mais novo, mas ainda tenho medo, tenho que admitir que, como vocês perceberam, exagerei pelo bem da história o tamanho do pau do meu pai. Ele ainda tem as bolas bem compridas, o pau bem longo, mas pra ser sincero, dá pra dizer que é um lápis bem esticado com umas bolas deliciosas penduradas. Um pau bem magro e comprido, saca? Algo assim que se vê na real:
Mas é, o pau do meu irmão não é assim, é bem grosso mas muito curto na real, claro que tem potencial de que quando ele chegar nos 2 dígitos de idade vai ser um verdadeiro monstro e a mamãe sabe disso, mas é como se… sem o papai aqui… a mamãe curte muito o meu irmão mas precisa de algo que chegue no fundo da buceta dela também… ela tá com fome de pica, e eu não conseguia dar pra ela.
Agora sim, vamos começar a história: O relato de hoje começa com uma ereção… não do meu pai… nem do meu irmão… minha… deixa eu dar um contexto. Não era só sexo na família o dia inteiro, meu irmão tem aulas, eu também, e mamãe e papai trabalham… mamãe conseguiu um emprego de professora numa escolinha perto de casa. Eu tinha menos tempo de aula no colégio, então depois saía pro portão que liga à entrada da casa dos vizinhos. Lá morava um casal da mesma idade dos meus pais com os dois filhos (o homem é uns meses mais novo que meu irmão e a irmã era uns anos mais nova que o irmão deles)… por causa da pandemia, os dois filhos tinham ido estudar com os avós (um dos avós é professor, então facilitava).
Julia é o nome da vizinha, uma mulher argentina, loira, nariz alongado, garota e curiosa… mas especialmente uma mulher muito gostosa de olhos azuis e carisma cativante. Por outro lado, o marido dela, Mario, um mexicano-argentino moreno, com alguns cabelos brancos pouco perceptíveis, mas um corpo forte e bem trabalhado na academia, não o homem mais bonito, mas de boa aparência. E voltando à história, tudo começou com uma ereção… a minha, vendo Julia regar as plantas numa saia curta linda, com a borda da bunda dela aparecendo por baixo e os peitos balançando enquanto ela arrancava as ervas daninhas. Tenho que admitir que sempre notei como Julia sabia que eu olhava pra ela com tesão, ela sempre virava pra me ver com um sorriso meio safado, mas nunca fazia nada… nunca fez nada até aquele dia. Julia: oi aí… como você tem passado, Ivo… você cresceu muito nesses meses de pandemia… uau! Ivo: Ooh… ho… oi, Ju… bem… e… e você!? Julia: hmm, bem cansada, não vou mentir… na verdade, sinto que estou meio tonta… sei lá… o calor, acho… Ivo: oooh… sério?… qui… quer que eu traga água ou algo assim?? Julia: ooww, que fofo… acho que você poderia me ajudar sim… por que você não entra e me ajuda a servir enquanto tomo um banho? Ivo: Ooh… na verdade, eu tenho que… … … CLARO QUE SIM, JU!!… o que você precisar! Julia: assim que eu gosto, vem, entra… Fui até a porta e Julia me deixou passar pra fechar a porta atrás de mim. A casa estava escura, Julia me levou até a cozinha e acendeu as luzes. Julia: desculpa as luzes… é que agora meu marido tá trabalhando e você sabe que as crianças estão com os avós durante a semana… Ivo: oh. Entendo, vou fazer a água então, pode tomar um banho pra aliviar o calor. Julia: você já tomou banho hoje, Ivo? Meu pau ficou ainda mais duro na hora. Ivo: Emm… não, Julia… Julia: hmm, devia tomar um com esse calor, lindo… - sorriu safada- agora quando chegar na sua casa, faz isso primeiro… Ivo: s… sim, Ju, vou fazer. Julia: muito bem, lindo… volto já. Instante… Servi a água, ela entrou no banho e, poucos minutos depois, alguém gritou do andar de cima. Julia: Ivooo!! Ivo: Sim?? Ju: Sobe rápido, por favor, preciso que você pegue uma toalha pra mim. Subi e perguntei onde tinha uma toalha do lado de fora da porta… Julia: As toalhas estão por aqui em alguma gaveta, lindo. Só que não tô achando… Você me ajuda??? Ivo: Ah… claro, Julia. A porta se abriu por dentro e, enquanto a mão da minha vizinha argentina entrava timidamente, ela me puxou pra dentro rapidamente. Julia: Primeiro, nada de bonito… não me chama de Julia, gosto de Jules… é assim que todo mundo me chama por aqui… Meus olhos desceram pelo corpo dela… Ivo: Ah… tá… ok, Jules… onde será que estão as toalhas?
Jules estava nua na minha frente, eu podia vê-la por inteiro. Não conseguia acreditar. O corpo dela era magro, curvilíneo na altura do quadril, uns peitos pequenos e nada redondos (de biquíni por algum motivo, sim), mas uma bunda bem definida e atlética, um corpo de supermodelo de verdade. Um rosto lindo (não mais que o da minha mãe). Jules: "Hmm, sinceramente não sei onde o Mario, meu marido, deixou elas… mas acho que vamos ter que improvisar… que tal… me ajudar a me secar com essas suas mãozinhas? Hein?"
Ivo: "E… eu… esse… não sei… eu…"
Jules: "Por favor, Ivo… sua mãe não precisa ficar sabendo disso… sou só sua pobre vizinha que não achou a toalha… por favor… seja um bom menino e me ajude…"
Ivo: "Tá bom, Ju… com muito prazer.
Timidamente, aproximei minhas mãos ao corpo dela, comecei pela cintura e pelos braços gostosos dela… rapidinho a Jules tomou a iniciativa de colocar, delicada e sensualmente, minhas mãos na bunda dela… depois nos peitos e, por fim, na buceta dela, que tava toda aparadinha, limpinha, bucetuda e muito gostosa.
Jules: Aih sim, gatinho… é por aí que você tem que passar a mão um pouco… por ali, Ivo… é por ali que a gente faz xixi, as mulheres… xixi e muitas outras coisas. Jules começou a esfregar meu pau, mas rapidamente fiquei nervoso e me afastei por reflexo.
Ju: ohh… tá tudo bem, pequeno… mesmo assim, a gente tem que te dar um banho depois que eu tomar… tá muito mais quente aqui do que antes… não acha?
Ivo:…
Jules: hmm, continua tocando meu corpo até ele ficar bem sequinho, lindo… daqui a pouco sua vizinha gostosa vai passar pra te deixar bem lavadinho e limpinho lá embaixo e seu corpinho de homenzinho.
Comecei a tocar sem vergonha o corpo da mulher gostosa que estava na minha frente.
Julia levantou as axilas enquanto gemia baixinho, e meu pau ficou ainda mais excitado.
Rapidamente o toque do celular da Julia tocou… ela parecia prestes a ignorar até que nós dois vimos na tela o nome "Mario". A Julia virou pra mim, sorriu, e eu tirei minhas mãos do corpo dela enquanto ela se esticava pra pegar o telefone. A Julia olhou pra mim, balançou a cabeça em silêncio dizendo que não, enquanto colocava minhas mãos de volta no corpo dela… ela atendeu.
Jules: Oi, meu amor, como tá o trampo?… Que? Que você já vem vindo pra cá?… Tá bom, meu amor… não… tá tudo em ordem, não sabia que você ia voltar mais cedo do trabalho hoje. Julia desligou o telefone depois de alguns segundos… Jules: Gatinho, muito obrigada por me secar, lindo, e me desculpa por não cumprir minha promessa… mas não se preocupa… a gente tem um encontro marcado pra você vir tomar um banho na banheira da vizinha… mas isso sim: em segredo, né? Ivo: S… sim, Jules Jules: Muito bem, lindo, me desculpa, é que meu marido tá vindo do trabalho mais cedo pra se despedir de mim mais tarde, porque amanhã eu viajo daqui até o fim de semana (era segunda-feira mesmo) pra visitar meus filhos com meus sogros. Ivo: Tá bom, senhorita Julia Jules: Kkkkk que fofo… senhorita? Cê me agrada muito, pequeno… a gente se vê no fim de semana, sim? Depois dessas palavras, Julia me acompanhou até a porta pra eu ir pra casa. Cheguei e bati uma pensando em algo que nunca imaginei: um encontro com minha vizinha gostosa… ____________________________________ FOI SÓ ISSO POR HOJE, GALERA Quero pedir um favor: comentem aí seus desejos mais profundos, suas opiniões sobre mim, sobre o que começou minha vida sexual contado nessas histórias, fotos de pica, fotos de buceta e fotos de xota que quiserem compartilhar. Se eu não ver apoio, não me dá tanta motivação pra continuar contribuindo com essa comunidade linda. Mas mesmo assim, agradeço demais. E COMO SEMPRE: um pequeno spoiler do próximo relato:
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