Pela manhã acordei sozinha na cama, Lucas já tinha ido trabalhar. Me encontrei nua, enrolada nos lençóis brancos amassados, cujo cheirinho de limpeza se misturava com a marca do sexo suado. O primeiro pensamento matinal que me veio foi: "Será que vou transar com o amigo dele, o Ivã, enquanto ele olha e bate uma?"
E aí vieram os pensamentos mais safados: "Será que ele tem uma piroca grande ou é um pau curto como eu imaginava? Será que vou ter que chupar ele também? E se ele pedir meu cu, ou mandar eu engolir o leite dele?"
Só percebi tarde que, enquanto repetia essas perguntas na minha cabeça, eu já estava enfiando dois dedos na minha buceta. Gemi sem querer, mordendo o lábio inferior e me encolhendo em posição fetal de tesão.
— Ivã…
Tirei a mão com os dedos lambuzados do meu melado, limpei eles num lenço e peguei o celular na mesinha de cabeceira. Abri o chat do meu namorado e escrevi:
"amor, acordei toda molhada. Fala com seu amigo e conta o que a gente conversou. Tô dentro."
E depois uma segunda mensagem: "Quando estiver livre, me chama. Te amo muito."
Larguei o telefone de novo na mesa e me ajoelhei na cama. Com a mão esquerda acariciei minhas nádegas redondas e durinhas, e com a direita voltei a me masturbar, jogando a cabeça pra trás de olhos fechados, gemendo baixinho enquanto massageava os lábios da minha buceta num ritmo crescente.
Peguei o celular de novo e fui procurar o Instagram do Ivã. Ele tava no modo público, sorte a minha, dava pra ver as fotos. Fucei entre várias fotos com amigos e selfies em lugares diferentes do país, até que achei a ideal: Ele de frente pra câmera, contraindo os músculos com um olhar sério. Peitorais enormes e abdominais saltando do torso musculoso, braços fortes e grossos, um pescoço largo segurando uma cabeça firme com uma cara ainda jovem, sem nenhum sinal do tempo nem qualquer protuberância. masculina. Um jovem preso no corpo de um super-herói.
Imaginei que ele estava nesta mesma cama, me segurando pelos braços e me firmando no colchão. Depois, abria minhas pernas e introduzia o pau dele até que nossas virilhas sem pelo se tocassem.
Aí começava a me comer. Primeiro devagar, depois acelerando, depois me impactando cada vez com mais força. Quase sentia a carne dele em contato com meu interior molhado. Eu gemendo e gritando igual uma louca; ele, me segurando pela cintura com uma mão e apertando um peito meu com a outra. Não parava de me comer. Parecia que não estava fazendo aquilo como um favor pro amigo dele; parecia que ele tinha esperado por isso desde sempre.
Mas toda essa fantasia foi arrancada de mim pelo toque do meu celular. Uma mensagem nova: Lucas.
"Fico feliz que você topou. Já vou falar com ele."
O fim de semana chegou, e com ele a ansiedade. A gente tinha combinado o encontro pra sábado à tarde. Pelo que meu namorado me contou, a reação do Ivan não podia ter sido outra senão a mesma que a minha. Na verdade, ele teve que dar a mesma explicação que deu pra mim sobre o fenômeno, por que acontecia e tudo mais. Mas, depois de uma longa conversa, o Ivan também tinha topado.
A resposta do amigo foi espontânea e sincera:
— Não sei se vocês são loucos ou entediados, mas, olhando pra sua mina… e, quem recusaria uma trepada com uma gostosa dessas?
Fiquei vermelha ao ouvir a última parte, mas não era nada que já não tivessem me dito antes. O que tornava diferente e impactante era o contexto.
Bateu 15:30 e a campainha do apartamento tocou. A gente olhou pela câmera de segurança pelo celular dele e confirmou que era ele, esperando na frente do porteiro eletrônico pra gente abrir. Lucas desceu pra buscá-lo, enquanto eu me preparava. Decidi que o melhor era que a primeira impressão fosse decisiva: peguei minha saia mais curta e justa, de tecido fino e sensível ao toque. Me olhei no espelho do nosso quarto e, ao mesmo tempo que sentia como apertei, conferi se minhas nádegas estavam pelo menos um pouco salientes, como se tentassem se libertar. A tanga vermelha tipo fio dental que já estava usando tava boa. Coloquei uma camiseta branca de ombro caído, curta, acima do umbigo. Meus peitos grandes levantavam a camiseta, deixando um espaço entre a borda da roupa e minha barriga. Tava perfeito.
Aí passei batom vermelho carmesim nos lábios e me borrifei com um perfume especial que quase nunca usava. Já conseguia imaginar o Lucas reclamando que eu tinha escolhido essa ocasião pra usar ele.
Sentei pra esperar eles no sofá na frente da TV, com cara de desinteressada, como se toda essa preparação em tempo recorde não tivesse sido meticulosamente premeditada, mas sim um ato casual.
Eles entraram pela porta rindo, com certeza falando de futebol ou metidos em alguma outra conversa besta de homem. Demoraram uns segundos pra terminar a conversa e se aproximar de mim.
— Emm, amor — falou o Lucas, visivelmente ansioso —. O Ivan chegou.
Ainda deitada no sofá, virei a cabeça pra cima e olhei pro meu namorado, e depois pro amigo. Era óbvio que ele ia vir com uma regata lisa e preta. Vestia uns shorts que achei ridículos, mas que ajudavam a destacar aquelas pernas fibrosas.
— Oi — cumprimentei.
— Oi — respondeu o Ivan.
Sentei e cruzei as pernas direitinho, inclinando sutilmente o corpo pra que ele pudesse ver meu decote lá de cima. Na hora, percebi que o Ivan esfregava os lábios sem perceber. Um gesto instintivo e inevitável.
Depois olhou pro amigo com uma expressão quase igual à de um moleque vendo uma mina pela primeira vez, e, com um tom nervoso, perguntou:
— É, a gente faz agora? Ou…?
O Lucas sorriu.
— Eu diria que sim. Olha ela: se faz de sonsa, mas ficou se preparando antes da gente subir.
Meu namorado, além de não ser nenhum idiota, me conhecia bem.
Levantei, ajustei a saia e depois o cabelo, soltando um gemido suave. propositivamente afiado. Contorneei o sofá até chegar nele e, colocando uma mão no peito dele, ordenei:
— Vamos pro quarto.
Entramos, acendi a luz e me sentei na cama. Olhei pro Ivan e, com uma batidinha na borda do colchão, indiquei que ele sentasse do meu lado. Ele se aproximou, recuperando aos poucos aquela confiança própria dele. Depois de fazer isso, ficamos nos olhando em silêncio por uns instantes, e ele aproximou a mão esquerda pra tocar minha coxa perto da barra da saia.
— Love, não fica aí parado. Pega alguma coisa pra ficar confortável.
Ele foi buscar uma cadeira da sala. Quando voltou, o amigo dele e eu já estávamos nos beijando gostoso. Nossos lábios e línguas se conheceram devagar, sem pressa. Hálito fresco de menta, sem aquele amargor de cigarro que o Lucas costuma ter.
Ele segurou minha nuca e me puxou pra perto, acariciando minha pele. A outra mão continuava na minha perna, se aproximando bem devagarinho do vão da saia. Minha pele se arrepiou de repente, um calor atravessou meu corpo até se concentrar na minha buceta. Ele tinha dedos grossos. Já queria que…
Que fizesse o que já tava fazendo.
Dois dedos fortes afastaram minha calcinha fio-dental e acariciaram minha vulva quente. Na hora me senti molhada e não consegui mais me concentrar em beijar ele. Só conseguia ofegar e respirar em pausas.
— Tá gostando? — ele perguntou.
Olhei pra ele com os olhos semicerrados e concordei. Depois segurei a nuca dele e beijei com mais força. Ele continuava sem tirar os dedos de dentro de mim.
Ofeguei mais forte, gemi, e até soltei um gritinho leve. Aqueles dedos estavam fazendo comigo o mesmo que o Lucas faz com o pau dele toda noite.
Abri um olho e olhei pro meu namorado. Ele tava sentado, com os olhos fixos em mim e visivelmente excitado. Tinha abaixado o zíper da calça pra se masturbar. Fazia devagar pra não gozar de repente.
Vendo isso, me afastei um pouco na cama, tirei a mão do Ivan da minha buceta encharcada, e me deixei cair. sobre a virilha dela. Abri o zíper do shortinho dela, puxei a cueca pra fora e peguei no pau dele.
Nada de piroca curta. Era um pedaço de carne impressionante. Culpadamente, tenho que admitir que era maior que o do Lucas. Como eu esperava, era totalmente depilado. A pele era macia igual a de um bebê. Quando segurei o tronco com a mão, senti a firmeza de um rolo de massa, duro e levemente curvado pra cima, sinal de que era um fornicador experiente. A prática leva à perfeição.
Puxei a pele devagar e admirei a cabeça. Um capacete de soldado rosado e brilhante, coberto por uma camada lustrosa. Agora até deu água na boca só de ver aquela cabeça grossa e…
Me aproximei mais e levei ele à boca, até meus lábios encostarem na base e no saco. Fechei a boca e apertei o pau dele com a língua e o céu da boca, pra depois deslizar de volta, chegar na cabeça e chupar forte, como se quisesse tirar o suco dele.
— Ai, Meu Deus! — exclamou o Ivan.
Continuei no meu caminho. Repeti a ação várias vezes, cada vez mais rápido, gemendo baixinho enquanto ele me segurava pelo cabelo pra garantir que eu não fosse soltar.
— Sua namorada é uma gostosa, amigão — comentou o Ivan entre ofegos — Como ela chupa bem! É inacreditável.
O Lucas riu.
— Não te falei que ela fazia os melhores boquetes?
— Falei sim, amigo, mas… Ai, Meu Deus, isso é bom demais!
Comecei a lamber o tronco dele e a gemer um pouco mais alto, mas não demais. Sinceramente, não queria que tudo acabasse ali.
— Hmmm… assim, gostosa.
Quis ver o que o Lucas tava fazendo mais uma vez. Ele tava batendo uma com vontade, gostava do que via, do que tinha conseguido. Passava a língua nos lábios e respirava pesado.
Me deitei um pouco mais, arqueando a cintura pra baixo, deixando minha bunda pra cima, quase escapando da saia. Senti a mão firme do Ivan mexendo ali, esfregando, puxando a saia pra baixo pra deixar meu cu à mostra. Ele afastou a calcinha de novo e enfiou os dedos na minha buceta, mais uma vez. Agora ele tava dedando mais rápido. Dava pra ouvir ouvindo um barulho distante de água batendo.
A concentração foi embora de novo. Os músculos daquela região se contraíam de tesão, e meus quadris começaram a se mover involuntariamente num ritmo sensual.
Cuspi na glande dele, esfreguei o tronco do pau e coloquei de novo na boca, até a garganta. Era quase como chupar um pepino curvado.
Ivan inspirou fundo e soltou o ar com um gemido grave, vindo lá do fundo. Naquela hora, ele tirou os dedos e me deu um tapa sonoro na bunda, me fazendo gemer de dor gostosa. Senti depois uma umidade quente bem embaixo de uma das nádegas, onde ele tinha batido. Parte do fluxo vaginal que ele tinha tirado com os dedos agora eu sentia na minha pele.
Parei de chupar ele depois de alguns minutos (suspeito que devo ter ficado quase meia hora, tenho certeza, perdi a noção do tempo), me levantei e virei de costas. Olhei por cima do ombro e ordenei:
— Me despe.
Ivan colocou as mãos na parte de trás das minhas coxas e começou a esfregar de cima pra baixo. Escorregou por baixo da minha saia e acariciou minha bunda. Baixou minha calcinha fio dental com cuidado, e depois deslizou as mãos pro meio das minhas pernas, me puxando pra perto dele, pro rosto dele, se enfiando entre as nádegas. Começou a lamber minha buceta, a chupar. Arqueei as costas pra frente e senti o peito fechar, como se não pudesse soltar nem uma gota de ar.
Soltei um gemido, quase um uivo. Peguei ele pelos cabelos com uma mão e agarrei a cabeça dele como se não quisesse que ele me soltasse.
— Gostosa a buceta da minha namorada, né? — comentou Lucas.
Ivan respondeu só com um gemido de aprovação, sem parar o que tava fazendo.
Depois ele olhou pra mim, sorrindo enquanto batia uma cada vez mais rápido.
— E você tá gostando do que ele tá fazendo, love?
— Hmm, sim…
Ivan me deu outro tapa na bunda, mais forte. Senti ele sugando e engolindo meu fluxo. Balançou a cabeça de um lado pro outro, com frenesi. Tava muito excitado. Abriu os lábios da Minha buceta com os polegares e me deu um cuspe, pra depois esfregar freneticamente com os dedos.
—Ai sim, sim! Assim, hmmm…
Eu tava enlouquecida. Não aguentava mais. Já queria que… já queria ele…
Olhei pra ele por cima do ombro e falei, com um fio de voz suplicante:
—Mete em mim.
Ivan se levantou e, me guiando com as mãos, me deixou cair de bruços na cama. Levantei o quadril e comecei a rebolar de um lado pro outro. As nádegas abriam e fechavam, como se estivessem pedindo comida.
Ivan tirou a calça e a regata. Depois a cueca, e se aproximou com a pica dura na mão. Me deu mais uma palmada na bunda e eu me mexi mais rápido. Ele lubrificou a glande com a própria saliva e aproximou da entrada da minha buceta. Dava pra sentir tudo molhado e ardendo naquela área.
Aí foi enfiando devagar. Senti primeiro a cabecinha, abrindo caminho, depois o resto do tronco duro me preenchendo por completo. Ele se afastou pra trás, provavelmente pra tirar, mas investiu de surpresa metendo de novo até o fundo.
Soltei um grito de prazer que, com certeza, Lucas poucas vezes ouviu durante o tempo que estamos juntos.
Ele subiu um pé na cama pra ficar mais confortável e me segurou pela cintura com uma mão e pelos cabelos com a outra, jogando minha cabeça pra trás, me fazendo olhar pro teto.
—Que quentinho que é aí dentro… —ofegou Ivan.
Começou a me meter tão forte e sem parar que dava pra ouvir o impacto da virilha dele contra minha bunda, como se fossem palmas fortes e ritmadas.
Falei, entre ofegos e gemidos, pra ele não parar, continuar assim. Que eu tava gostando do jeito que ele tava me comendo e que queria que ele fizesse mais forte. Ivan obedeceu e meteu mais pesado. Me segurou pelo pescoço com a outra mão e, sem parar de me penetrar, chegou perto da minha boca e me deu um beijo invertido.
A gente se olhou de cabeça pra baixo, ficamos assim uns segundos e eu falei:
—Você é lindo. E essa pica dura…
—Cê gosta? Tá dura do jeito que você gosta?
—Aham.
Assim eu Ficou mais um tempinho assim. Entre gemidos, gritos, sons de tapas fortes, da carne se esfregando. De vez em quando, ele trocava as mãos de lugar, aquelas mãos inquietas que queriam conhecer tudo pelo toque: minha bunda, minhas pernas, minhas costas, meu pescoço. Meus peitos. Ele apertava meus peitos com força, acariciando meus bicos.
O pau dele entrava e saía no movimento ondulado, quase dançante, do quadril. Ele me pegou pelos braços e me puxou pra perto, colando minhas costas no peito dele. Me envolveu com os braços e segurou meus peitos. Virei pra olhar pra ele. Nossos olhares se cruzaram, e eu sorri mordendo os lábios. Ele se aproximou e me beijou com paixão. Depois, beijou minhas bochechas e desceu pelo pescoço.
— Você é um doce — falei baixinho.
— Você é linda. Tô adorando te comer.
— Eu também. Continua assim, não para. Tá durona.
Uns minutos depois, ele tirou, me virou e me jogou na cama. Abriu minhas pernas e enfiou de novo.
Eu gritei de novo.
— Ai, puta que pariu! Sim, assim, por favor! Vai, não para, lindo! Hmmm…
Ele se inclinou pra frente, deslizou as mãos por trás de mim, me envolvendo com aqueles braços fortes, fibrados, e, enquanto me comia, beijava meu pescoço.
— Dá pra ver bem a vontade dos dois — comentou Lucas.
Virei a cabeça e olhei pra ele.
— Foi sua ideia, meu amor.
— Sim. E você não vai me dizer que não tá se divertindo, né?
Eu ri e respondi com malícia:
— Tô adorando. Adoro seu amigo.
Lembrei então da explicação do cuco, pau… bom, aquilo da internet. Sobre a humilhação pro corno.
Será que eu também tinha que falar coisas que fizessem ele se sentir “humilhado”?
— Acho que o dele é maior que o seu, amor. E tá mais duro.
Lucas batia uma cada vez mais forte.
— Ah, é? Te excita mais?
— SIM. Ai, como ele se mexe! Não tem freio!
Olhei pro amigo dele. Mesmo ouvindo o que eu falava com meu namorado, ele continuava focado no que tava fazendo. Não parava nem mudava o ritmo.
— Como eu gosto do jeito que você se mexe… — falei pra ele.
Ivan não Ele respondeu a isso, mas me olhou, balançou a cabeça e anunciou que estava prestes a gozar.
— Já vai vir. Onde você quer?
Abri bem a boca e mostrei a língua.
Ivan sorriu.
— Tudo?
— Tudo.
Quando chegou a hora, ele tirou o pau da minha buceta e avançou de joelhos na cama, com as pernas dos dois lados dos meus ombros. Agarrou o pinto e apontou pra mim. Segurei com a mão e levei até a boca. No mesmo instante em que ele soltou um último gemido alto que encheu o quarto, senti a grossura do líquido viscoso na minha língua, no meu céu da boca, na boca inteira. A excitação intensa dele produziu uma porrada de porra que não parava de entrar. Não engoli na hora, deixei uns segundos descansando pra saborear.
Assim que engoli, e depois de chupar a cabecinha dele um pouco mais pra limpar direitinho, admiti que tinha gostado. Que tudo nele me agradou.
Voltei minha atenção pro meu namorado e vi que ele já tinha terminado fazia pelo menos uns minutos. Ele me disse que quando aconteceu, tinha se levantado pra ir ao banheiro se limpar com papel higiênico, e que nenhum de nós tinha percebido. E era verdade; pelo menos eu não tinha notado nada.
Depois que o Iván terminou de se higienizar e se vestir de novo no banheiro, voltou pro quarto e olhou pra nós dois. Eu continuava na cama, pelada, sem a menor vontade de me vestir. Tava aproveitando o momento de descanso, com meu parceiro admirando minha nudez.
— Foi uma delícia — reconheceu o Iván.
— Você nunca tinha se divertido tanto antes? — perguntei, sorrindo.
Iván balançou a cabeça negando.
— Não, com certeza foi a melhor experiência que já tive.
Vi o Lucas me olhando com um sorriso caloroso, e soube que ele ia me dizer algo em resposta.
— Bom, acho que pra você foi a mesma coisa —noite certaEu ri de repente e fiquei vermelha. Já tinha saído do papel de namorada infiel e agora não tinha mais motivo pra continuar fazendo declarações humilhantes.
Mas, pensando bem, por mais que isso tenha sido intenso, pesado e sem igual, eu não trocaria o sexo com meu namorado por ninguém. Além de ele também ser bom nisso, ele coloca aquele toque de romantismo que não tem como replicar.
Lucas acompanhou o amigo até embaixo depois que a gente conversou mais um pouco sobre o assunto, embora eu não quisesse me abrir muito, seja por causa do pequeno desconforto que ia crescendo, seja porque eu ainda estava meio agitada. Eles falaram sobre um próximo encontro, mas sem marcar um dia específico. Claro, se eu topasse. Eu topei, com um ar fingido de desinteresse, mas por dentro tava morrendo de vontade que aquilo se repetisse logo. Aquele garoto, aquele homem. Comia como um garanhão. Sortudas as minas que ele vai pegar daqui até a gente se encontrar de novo.
E como dizia na internet, naquela noite eu e Lucas transamos por quase três horas sem parar. Em certo momento, ele me perguntou se, enquanto tava com ele, eu tava pensando no Ivan. Respondi que não, que são duas situações diferentes.
Mas como foi difícil me concentrar sem que o rosto dele, os músculos e aquela vara enorme não passassem pela minha cabeça enquanto eu e meu namorado estávamos transando. Como ia ser difícil também esperar pela próxima vez.
E aí vieram os pensamentos mais safados: "Será que ele tem uma piroca grande ou é um pau curto como eu imaginava? Será que vou ter que chupar ele também? E se ele pedir meu cu, ou mandar eu engolir o leite dele?"
Só percebi tarde que, enquanto repetia essas perguntas na minha cabeça, eu já estava enfiando dois dedos na minha buceta. Gemi sem querer, mordendo o lábio inferior e me encolhendo em posição fetal de tesão.
— Ivã…
Tirei a mão com os dedos lambuzados do meu melado, limpei eles num lenço e peguei o celular na mesinha de cabeceira. Abri o chat do meu namorado e escrevi:
"amor, acordei toda molhada. Fala com seu amigo e conta o que a gente conversou. Tô dentro."
E depois uma segunda mensagem: "Quando estiver livre, me chama. Te amo muito."
Larguei o telefone de novo na mesa e me ajoelhei na cama. Com a mão esquerda acariciei minhas nádegas redondas e durinhas, e com a direita voltei a me masturbar, jogando a cabeça pra trás de olhos fechados, gemendo baixinho enquanto massageava os lábios da minha buceta num ritmo crescente.
Peguei o celular de novo e fui procurar o Instagram do Ivã. Ele tava no modo público, sorte a minha, dava pra ver as fotos. Fucei entre várias fotos com amigos e selfies em lugares diferentes do país, até que achei a ideal: Ele de frente pra câmera, contraindo os músculos com um olhar sério. Peitorais enormes e abdominais saltando do torso musculoso, braços fortes e grossos, um pescoço largo segurando uma cabeça firme com uma cara ainda jovem, sem nenhum sinal do tempo nem qualquer protuberância. masculina. Um jovem preso no corpo de um super-herói.
Imaginei que ele estava nesta mesma cama, me segurando pelos braços e me firmando no colchão. Depois, abria minhas pernas e introduzia o pau dele até que nossas virilhas sem pelo se tocassem.
Aí começava a me comer. Primeiro devagar, depois acelerando, depois me impactando cada vez com mais força. Quase sentia a carne dele em contato com meu interior molhado. Eu gemendo e gritando igual uma louca; ele, me segurando pela cintura com uma mão e apertando um peito meu com a outra. Não parava de me comer. Parecia que não estava fazendo aquilo como um favor pro amigo dele; parecia que ele tinha esperado por isso desde sempre.
Mas toda essa fantasia foi arrancada de mim pelo toque do meu celular. Uma mensagem nova: Lucas.
"Fico feliz que você topou. Já vou falar com ele."
O fim de semana chegou, e com ele a ansiedade. A gente tinha combinado o encontro pra sábado à tarde. Pelo que meu namorado me contou, a reação do Ivan não podia ter sido outra senão a mesma que a minha. Na verdade, ele teve que dar a mesma explicação que deu pra mim sobre o fenômeno, por que acontecia e tudo mais. Mas, depois de uma longa conversa, o Ivan também tinha topado.
A resposta do amigo foi espontânea e sincera:
— Não sei se vocês são loucos ou entediados, mas, olhando pra sua mina… e, quem recusaria uma trepada com uma gostosa dessas?
Fiquei vermelha ao ouvir a última parte, mas não era nada que já não tivessem me dito antes. O que tornava diferente e impactante era o contexto.
Bateu 15:30 e a campainha do apartamento tocou. A gente olhou pela câmera de segurança pelo celular dele e confirmou que era ele, esperando na frente do porteiro eletrônico pra gente abrir. Lucas desceu pra buscá-lo, enquanto eu me preparava. Decidi que o melhor era que a primeira impressão fosse decisiva: peguei minha saia mais curta e justa, de tecido fino e sensível ao toque. Me olhei no espelho do nosso quarto e, ao mesmo tempo que sentia como apertei, conferi se minhas nádegas estavam pelo menos um pouco salientes, como se tentassem se libertar. A tanga vermelha tipo fio dental que já estava usando tava boa. Coloquei uma camiseta branca de ombro caído, curta, acima do umbigo. Meus peitos grandes levantavam a camiseta, deixando um espaço entre a borda da roupa e minha barriga. Tava perfeito.
Aí passei batom vermelho carmesim nos lábios e me borrifei com um perfume especial que quase nunca usava. Já conseguia imaginar o Lucas reclamando que eu tinha escolhido essa ocasião pra usar ele.
Sentei pra esperar eles no sofá na frente da TV, com cara de desinteressada, como se toda essa preparação em tempo recorde não tivesse sido meticulosamente premeditada, mas sim um ato casual.
Eles entraram pela porta rindo, com certeza falando de futebol ou metidos em alguma outra conversa besta de homem. Demoraram uns segundos pra terminar a conversa e se aproximar de mim.
— Emm, amor — falou o Lucas, visivelmente ansioso —. O Ivan chegou.
Ainda deitada no sofá, virei a cabeça pra cima e olhei pro meu namorado, e depois pro amigo. Era óbvio que ele ia vir com uma regata lisa e preta. Vestia uns shorts que achei ridículos, mas que ajudavam a destacar aquelas pernas fibrosas.
— Oi — cumprimentei.
— Oi — respondeu o Ivan.
Sentei e cruzei as pernas direitinho, inclinando sutilmente o corpo pra que ele pudesse ver meu decote lá de cima. Na hora, percebi que o Ivan esfregava os lábios sem perceber. Um gesto instintivo e inevitável.
Depois olhou pro amigo com uma expressão quase igual à de um moleque vendo uma mina pela primeira vez, e, com um tom nervoso, perguntou:
— É, a gente faz agora? Ou…?
O Lucas sorriu.
— Eu diria que sim. Olha ela: se faz de sonsa, mas ficou se preparando antes da gente subir.
Meu namorado, além de não ser nenhum idiota, me conhecia bem.
Levantei, ajustei a saia e depois o cabelo, soltando um gemido suave. propositivamente afiado. Contorneei o sofá até chegar nele e, colocando uma mão no peito dele, ordenei:
— Vamos pro quarto.
Entramos, acendi a luz e me sentei na cama. Olhei pro Ivan e, com uma batidinha na borda do colchão, indiquei que ele sentasse do meu lado. Ele se aproximou, recuperando aos poucos aquela confiança própria dele. Depois de fazer isso, ficamos nos olhando em silêncio por uns instantes, e ele aproximou a mão esquerda pra tocar minha coxa perto da barra da saia.
— Love, não fica aí parado. Pega alguma coisa pra ficar confortável.
Ele foi buscar uma cadeira da sala. Quando voltou, o amigo dele e eu já estávamos nos beijando gostoso. Nossos lábios e línguas se conheceram devagar, sem pressa. Hálito fresco de menta, sem aquele amargor de cigarro que o Lucas costuma ter.
Ele segurou minha nuca e me puxou pra perto, acariciando minha pele. A outra mão continuava na minha perna, se aproximando bem devagarinho do vão da saia. Minha pele se arrepiou de repente, um calor atravessou meu corpo até se concentrar na minha buceta. Ele tinha dedos grossos. Já queria que…
Que fizesse o que já tava fazendo.
Dois dedos fortes afastaram minha calcinha fio-dental e acariciaram minha vulva quente. Na hora me senti molhada e não consegui mais me concentrar em beijar ele. Só conseguia ofegar e respirar em pausas.
— Tá gostando? — ele perguntou.
Olhei pra ele com os olhos semicerrados e concordei. Depois segurei a nuca dele e beijei com mais força. Ele continuava sem tirar os dedos de dentro de mim.
Ofeguei mais forte, gemi, e até soltei um gritinho leve. Aqueles dedos estavam fazendo comigo o mesmo que o Lucas faz com o pau dele toda noite.
Abri um olho e olhei pro meu namorado. Ele tava sentado, com os olhos fixos em mim e visivelmente excitado. Tinha abaixado o zíper da calça pra se masturbar. Fazia devagar pra não gozar de repente.
Vendo isso, me afastei um pouco na cama, tirei a mão do Ivan da minha buceta encharcada, e me deixei cair. sobre a virilha dela. Abri o zíper do shortinho dela, puxei a cueca pra fora e peguei no pau dele.
Nada de piroca curta. Era um pedaço de carne impressionante. Culpadamente, tenho que admitir que era maior que o do Lucas. Como eu esperava, era totalmente depilado. A pele era macia igual a de um bebê. Quando segurei o tronco com a mão, senti a firmeza de um rolo de massa, duro e levemente curvado pra cima, sinal de que era um fornicador experiente. A prática leva à perfeição.
Puxei a pele devagar e admirei a cabeça. Um capacete de soldado rosado e brilhante, coberto por uma camada lustrosa. Agora até deu água na boca só de ver aquela cabeça grossa e…
Me aproximei mais e levei ele à boca, até meus lábios encostarem na base e no saco. Fechei a boca e apertei o pau dele com a língua e o céu da boca, pra depois deslizar de volta, chegar na cabeça e chupar forte, como se quisesse tirar o suco dele.
— Ai, Meu Deus! — exclamou o Ivan.
Continuei no meu caminho. Repeti a ação várias vezes, cada vez mais rápido, gemendo baixinho enquanto ele me segurava pelo cabelo pra garantir que eu não fosse soltar.
— Sua namorada é uma gostosa, amigão — comentou o Ivan entre ofegos — Como ela chupa bem! É inacreditável.
O Lucas riu.
— Não te falei que ela fazia os melhores boquetes?
— Falei sim, amigo, mas… Ai, Meu Deus, isso é bom demais!
Comecei a lamber o tronco dele e a gemer um pouco mais alto, mas não demais. Sinceramente, não queria que tudo acabasse ali.
— Hmmm… assim, gostosa.
Quis ver o que o Lucas tava fazendo mais uma vez. Ele tava batendo uma com vontade, gostava do que via, do que tinha conseguido. Passava a língua nos lábios e respirava pesado.
Me deitei um pouco mais, arqueando a cintura pra baixo, deixando minha bunda pra cima, quase escapando da saia. Senti a mão firme do Ivan mexendo ali, esfregando, puxando a saia pra baixo pra deixar meu cu à mostra. Ele afastou a calcinha de novo e enfiou os dedos na minha buceta, mais uma vez. Agora ele tava dedando mais rápido. Dava pra ouvir ouvindo um barulho distante de água batendo.
A concentração foi embora de novo. Os músculos daquela região se contraíam de tesão, e meus quadris começaram a se mover involuntariamente num ritmo sensual.
Cuspi na glande dele, esfreguei o tronco do pau e coloquei de novo na boca, até a garganta. Era quase como chupar um pepino curvado.
Ivan inspirou fundo e soltou o ar com um gemido grave, vindo lá do fundo. Naquela hora, ele tirou os dedos e me deu um tapa sonoro na bunda, me fazendo gemer de dor gostosa. Senti depois uma umidade quente bem embaixo de uma das nádegas, onde ele tinha batido. Parte do fluxo vaginal que ele tinha tirado com os dedos agora eu sentia na minha pele.
Parei de chupar ele depois de alguns minutos (suspeito que devo ter ficado quase meia hora, tenho certeza, perdi a noção do tempo), me levantei e virei de costas. Olhei por cima do ombro e ordenei:
— Me despe.
Ivan colocou as mãos na parte de trás das minhas coxas e começou a esfregar de cima pra baixo. Escorregou por baixo da minha saia e acariciou minha bunda. Baixou minha calcinha fio dental com cuidado, e depois deslizou as mãos pro meio das minhas pernas, me puxando pra perto dele, pro rosto dele, se enfiando entre as nádegas. Começou a lamber minha buceta, a chupar. Arqueei as costas pra frente e senti o peito fechar, como se não pudesse soltar nem uma gota de ar.
Soltei um gemido, quase um uivo. Peguei ele pelos cabelos com uma mão e agarrei a cabeça dele como se não quisesse que ele me soltasse.
— Gostosa a buceta da minha namorada, né? — comentou Lucas.
Ivan respondeu só com um gemido de aprovação, sem parar o que tava fazendo.
Depois ele olhou pra mim, sorrindo enquanto batia uma cada vez mais rápido.
— E você tá gostando do que ele tá fazendo, love?
— Hmm, sim…
Ivan me deu outro tapa na bunda, mais forte. Senti ele sugando e engolindo meu fluxo. Balançou a cabeça de um lado pro outro, com frenesi. Tava muito excitado. Abriu os lábios da Minha buceta com os polegares e me deu um cuspe, pra depois esfregar freneticamente com os dedos.
—Ai sim, sim! Assim, hmmm…
Eu tava enlouquecida. Não aguentava mais. Já queria que… já queria ele…
Olhei pra ele por cima do ombro e falei, com um fio de voz suplicante:
—Mete em mim.
Ivan se levantou e, me guiando com as mãos, me deixou cair de bruços na cama. Levantei o quadril e comecei a rebolar de um lado pro outro. As nádegas abriam e fechavam, como se estivessem pedindo comida.
Ivan tirou a calça e a regata. Depois a cueca, e se aproximou com a pica dura na mão. Me deu mais uma palmada na bunda e eu me mexi mais rápido. Ele lubrificou a glande com a própria saliva e aproximou da entrada da minha buceta. Dava pra sentir tudo molhado e ardendo naquela área.
Aí foi enfiando devagar. Senti primeiro a cabecinha, abrindo caminho, depois o resto do tronco duro me preenchendo por completo. Ele se afastou pra trás, provavelmente pra tirar, mas investiu de surpresa metendo de novo até o fundo.
Soltei um grito de prazer que, com certeza, Lucas poucas vezes ouviu durante o tempo que estamos juntos.
Ele subiu um pé na cama pra ficar mais confortável e me segurou pela cintura com uma mão e pelos cabelos com a outra, jogando minha cabeça pra trás, me fazendo olhar pro teto.
—Que quentinho que é aí dentro… —ofegou Ivan.
Começou a me meter tão forte e sem parar que dava pra ouvir o impacto da virilha dele contra minha bunda, como se fossem palmas fortes e ritmadas.
Falei, entre ofegos e gemidos, pra ele não parar, continuar assim. Que eu tava gostando do jeito que ele tava me comendo e que queria que ele fizesse mais forte. Ivan obedeceu e meteu mais pesado. Me segurou pelo pescoço com a outra mão e, sem parar de me penetrar, chegou perto da minha boca e me deu um beijo invertido.
A gente se olhou de cabeça pra baixo, ficamos assim uns segundos e eu falei:
—Você é lindo. E essa pica dura…
—Cê gosta? Tá dura do jeito que você gosta?
—Aham.
Assim eu Ficou mais um tempinho assim. Entre gemidos, gritos, sons de tapas fortes, da carne se esfregando. De vez em quando, ele trocava as mãos de lugar, aquelas mãos inquietas que queriam conhecer tudo pelo toque: minha bunda, minhas pernas, minhas costas, meu pescoço. Meus peitos. Ele apertava meus peitos com força, acariciando meus bicos.
O pau dele entrava e saía no movimento ondulado, quase dançante, do quadril. Ele me pegou pelos braços e me puxou pra perto, colando minhas costas no peito dele. Me envolveu com os braços e segurou meus peitos. Virei pra olhar pra ele. Nossos olhares se cruzaram, e eu sorri mordendo os lábios. Ele se aproximou e me beijou com paixão. Depois, beijou minhas bochechas e desceu pelo pescoço.
— Você é um doce — falei baixinho.
— Você é linda. Tô adorando te comer.
— Eu também. Continua assim, não para. Tá durona.
Uns minutos depois, ele tirou, me virou e me jogou na cama. Abriu minhas pernas e enfiou de novo.
Eu gritei de novo.
— Ai, puta que pariu! Sim, assim, por favor! Vai, não para, lindo! Hmmm…
Ele se inclinou pra frente, deslizou as mãos por trás de mim, me envolvendo com aqueles braços fortes, fibrados, e, enquanto me comia, beijava meu pescoço.
— Dá pra ver bem a vontade dos dois — comentou Lucas.
Virei a cabeça e olhei pra ele.
— Foi sua ideia, meu amor.
— Sim. E você não vai me dizer que não tá se divertindo, né?
Eu ri e respondi com malícia:
— Tô adorando. Adoro seu amigo.
Lembrei então da explicação do cuco, pau… bom, aquilo da internet. Sobre a humilhação pro corno.
Será que eu também tinha que falar coisas que fizessem ele se sentir “humilhado”?
— Acho que o dele é maior que o seu, amor. E tá mais duro.
Lucas batia uma cada vez mais forte.
— Ah, é? Te excita mais?
— SIM. Ai, como ele se mexe! Não tem freio!
Olhei pro amigo dele. Mesmo ouvindo o que eu falava com meu namorado, ele continuava focado no que tava fazendo. Não parava nem mudava o ritmo.
— Como eu gosto do jeito que você se mexe… — falei pra ele.
Ivan não Ele respondeu a isso, mas me olhou, balançou a cabeça e anunciou que estava prestes a gozar.
— Já vai vir. Onde você quer?
Abri bem a boca e mostrei a língua.
Ivan sorriu.
— Tudo?
— Tudo.
Quando chegou a hora, ele tirou o pau da minha buceta e avançou de joelhos na cama, com as pernas dos dois lados dos meus ombros. Agarrou o pinto e apontou pra mim. Segurei com a mão e levei até a boca. No mesmo instante em que ele soltou um último gemido alto que encheu o quarto, senti a grossura do líquido viscoso na minha língua, no meu céu da boca, na boca inteira. A excitação intensa dele produziu uma porrada de porra que não parava de entrar. Não engoli na hora, deixei uns segundos descansando pra saborear.
Assim que engoli, e depois de chupar a cabecinha dele um pouco mais pra limpar direitinho, admiti que tinha gostado. Que tudo nele me agradou. Voltei minha atenção pro meu namorado e vi que ele já tinha terminado fazia pelo menos uns minutos. Ele me disse que quando aconteceu, tinha se levantado pra ir ao banheiro se limpar com papel higiênico, e que nenhum de nós tinha percebido. E era verdade; pelo menos eu não tinha notado nada.
Depois que o Iván terminou de se higienizar e se vestir de novo no banheiro, voltou pro quarto e olhou pra nós dois. Eu continuava na cama, pelada, sem a menor vontade de me vestir. Tava aproveitando o momento de descanso, com meu parceiro admirando minha nudez.
— Foi uma delícia — reconheceu o Iván.
— Você nunca tinha se divertido tanto antes? — perguntei, sorrindo.
Iván balançou a cabeça negando.
— Não, com certeza foi a melhor experiência que já tive.
Vi o Lucas me olhando com um sorriso caloroso, e soube que ele ia me dizer algo em resposta.
— Bom, acho que pra você foi a mesma coisa —noite certaEu ri de repente e fiquei vermelha. Já tinha saído do papel de namorada infiel e agora não tinha mais motivo pra continuar fazendo declarações humilhantes.
Mas, pensando bem, por mais que isso tenha sido intenso, pesado e sem igual, eu não trocaria o sexo com meu namorado por ninguém. Além de ele também ser bom nisso, ele coloca aquele toque de romantismo que não tem como replicar.
Lucas acompanhou o amigo até embaixo depois que a gente conversou mais um pouco sobre o assunto, embora eu não quisesse me abrir muito, seja por causa do pequeno desconforto que ia crescendo, seja porque eu ainda estava meio agitada. Eles falaram sobre um próximo encontro, mas sem marcar um dia específico. Claro, se eu topasse. Eu topei, com um ar fingido de desinteresse, mas por dentro tava morrendo de vontade que aquilo se repetisse logo. Aquele garoto, aquele homem. Comia como um garanhão. Sortudas as minas que ele vai pegar daqui até a gente se encontrar de novo.
E como dizia na internet, naquela noite eu e Lucas transamos por quase três horas sem parar. Em certo momento, ele me perguntou se, enquanto tava com ele, eu tava pensando no Ivan. Respondi que não, que são duas situações diferentes.
Mas como foi difícil me concentrar sem que o rosto dele, os músculos e aquela vara enorme não passassem pela minha cabeça enquanto eu e meu namorado estávamos transando. Como ia ser difícil também esperar pela próxima vez.
3 comentários - Minha esposa me entregou pro amigo dela