Diego e Valentina estão juntos há vários anos, ambos separados, e resolveram formar um casal de novo. Valen é arquiteta, trabalha por conta própria tocando obra, e Diego é comerciante. Organizaram as férias no litoral argentino e foram num feriadão.
Diego tem a fantasia de que Valentina arrume um amante, que faça ele de corno, eles sempre fantasiam com isso, se esquentam muito juntos quando transam imaginando essa parada, mas Valen não quer tornar real, só brinca com isso pra se excitar. Tanta insistência do Diego, que naquele fim de semana, Valen decidiu deixar o Diego louco de tesão, determinada a avançar.
As fantasias recorrentes deles eram com um amigo do Diego, chamado Leandro, que naquele ano tava fazendo temporada no litoral, era mágico.
Valentina não contou nada pro Diego da sua decisão, mas insistiu pra caralho pra ir ver o show do Leandro na calçadão.
Chegaram no show e se misturaram na plateia, Leandro num momento precisava de um/uma assistente.
— Perguntou pro público quem quer ser —
Muita gente se oferece, mas ele vê a Valen e não resiste à tentação, desceu do palco e foi buscar ela: "Vem, moça, você é perfeita pro show." (Já se conheciam de aniversários de amigos e porque Diego e Leandro são amigos), ela toda vermelha de vergonha seguiu ele.
Diego ria sem graça, sobem no palco, ele dá um beijo na bochecha dela e fala pro público:
— O mágico é trouxa, né? —
Todo mundo ria, enquanto ele fazia ela desfilar, ela falava:
— "Você não pode fazer isso comigo" —
Mas no fundo tava excitada. Ele pegou ela pela cintura e levou junto, fizeram o truque e deu tudo certo, e aí propôs como último número fazer ela desaparecer. Fez o truque, e Valen sumiu.
Na hora, Leandro rindo e olhando pro público e especialmente pro Diego, disse:
— Bom, amanhã a gente faz ela aparecer —
Todo mundo ria, e o mágico, sério, falou: "É um truque muito especial, leva tempo pra trazer ela de volta, venham amanhã no mesmo horário que a Valentina vai aparecer e a gente devolve ela toda pro namorado. As pessoas riam, olhavam pro Diego achando que tava tudo combinado, mas o mágico e a equipe dele pegaram as coisas e foram embora.
Diego, entre confuso e nervoso, começou a mandar mil mensagens pra Valen, que finalmente respondeu. Com só uma frase:
— Gordito, não se preocupa, o Lean vai cuidar de mim, amanhã ele prometeu que me faz aparecer, vem pro show, né? Esse é seu presentinho de férias, meu amor, você queria isso, então vai ter, beijinho
(e desligou o celular porque Diego mandava mais mil mensagens e elas não chegavam).
Diego voltou pro hotel, entre confuso, preocupado, mas principalmente excitado, sabendo que Leandro ia dar uma noite pra Valen que ela nunca ia esquecer.
Leandro foi com a equipe dele pra chácara onde todos os artistas ficavam. Chegaram e todo mundo já tava bebendo e fumando baseado, um clima liberal pra caralho. Quando viram eles, começaram: oohhhh chegou o mágico e uma gatinha nova. Todo mundo ria porque conheciam o Leandro. Ele apresentou a Valen, falou que era a namorada de um amigo, e aí foi pior: as risadas, as gargalhadas e os comentários, coitado do namorado, o que ele vai passar.
Valen tava vermelha, mas já fumando e bebendo foi relaxando. Ela realmente gostava muito do Leandro, não só como homem, mas como ele tratava ela e falava com ela, tava completamente louca por ele.
Valen vestida com um pareô e uma regata, um biquíni minúsculo que o Diego tinha dado de presente, porque tinham vindo da praia.
Leandro pegou ela pela mão e levou pra um sofá, disse:
— Bom, como você vai ver, você vai ser minha —
enquanto beijava ela e passava a mão nela toda na frente do grupo todo de artistas, homens e mulheres da casa.
Valen, chapada e louca pelo Leandro, não resistia, pelo contrário, já tava muito excitada e o Lean curtia saber que tinha ela no poder, apertava os peitos dela, mordia os lábios dela, começou a despir ela e as minas do grupo que tavam bebendo na mesa falaram pro Leandro:
— Não, Lean, não exagera, leva ela pro quarto, já é demais —
Valen não Não dizia nada, o tesão dela era maior. A pedido das minas, como o Leandro é um cavalheiro, ele levou ela pro quarto pra poder fazer dela sua ali mesmo.
Leandro já tinha tirado a regata e o pareô dela, ela só tava de biquíni azul. Valen se levantou pra seguir ele, mas Leandro, sabendo que ela tava na mão dele, deu um tapa na bunda dela na frente de todo mundo e falou:
— Não, Valen, assim não. Você é a gatinha do mágico até amanhã. Vai andando de quatro, me segue.
Valen, morrendo de vergonha e de tesão, bem bebada e chapada, só obedeceu.
Fez isso mesmo: seguiu ele de quatro, engatinhando até o quarto, toda sexy, como a verdadeira gatinha do mágico que era. O resto do povo não acreditava.
Leandro, rindo, falou pra eles:
— A gatinha vai embora… Dá tchau pra ela.
E todo mundo ria sem acreditar.
No quarto, ele mandou ela despir ele e chupar a rola dele, que já tava dura pra caralho. Ele segurou a cabeça dela e comeu a boca dela, ela engasgava, mas Valen tentava agradar. Diego nunca tinha tratado ela assim. Ele fez ela parar, levantou ela no colo e meteu a rola de uma vez. O olhar dela mudou, em dois segundos ela sentiu o primeiro orgasmo. Fervia por dentro, queimava. Ele continuava metendo forte, e assim ficaram um tempão, com vários orgasmos dela. Quando viu que ela tava super quente, ele tirou a rola e abaixou ela. Ela implorava pra ele continuar comendo ela. Ele colocou ela de costas contra a parede, abriu as pernas dela e penetrou por trás. Cada estocada fazia os pés dela levantarem do chão. Ele dava tapas na bunda dela. Valen gemia e gritava que nem uma verdadeira gatinha, tanto que vieram ver o que tava rolando. Da porta, tiravam fotos e riam:
— Coitado do corno do namorado — falavam as minas da casa.
Quando ele viu que as pernas dela não aguentavam mais, tirou a rola e mandou ela ir pra cama. Ela concordou e foi, se colocou de missionário pra ele comer ela. Ele olhou pra ela e falou:
— Isso é coisa de mulher. Você é minha putinha, e minha putinha fica de quatro.
Ela riu cúmplice e fez isso. Assim que pôde, ele meteu. A buceta dela tava ensopada. Ele comeu ela e foi embora. caindo até ficar deitada, ele tirou a rola e começou a beijar a bunda dela e usar a palavra: buceta, morder a bunda dela, pediu pros caras trazerem gel.
— Já sabe o que vem, Valen, né? — disse Leandro
— Você vai me comer a bunda? — respondeu ela.
— Não, vou arrebentar teu cu, mas você vai me pedir.
Ele começou a comer a buceta dela de novo, quando viu que ela tava perto de gozar, falou:
— Se quiser que eu continue, me pede pra arrebentar teu cu.
— Me come a bunda, Lean, por favor — respondia ela desesperada
— Não, putinha, grita, senão eu não continuo.
— Me come a bunda — ela falava mais alto
— Não entendeu, putinha, grita que vou arrebentar teu cu, que você é minha putinha — enquanto brincava com o pau dele fora da buceta da Valen
— Arrebenta meu cu, sou sua putinha — gritou Valen
E o Leandro, com um sorriso, começou a comer devagar pela bunda, mas quando enfiou tudo, não teve pena dela, comeu que nem um bicho, chupava o pescoço, os ombros, enquanto comia mais forte e dava tapas na bunda, deixou chupões pelo corpo todo e a bunda vermelha com marcas dos tapas, quando via que ela tava perto de gozar, parou e disse:
— Você é a gatinha do Mago?
— Sim — dizia ela entre gemidos, não para
— Se quiser que eu não pare, não para de gritar que é a gatinha do mago.
— Sou a gatinha do mago.
— Sou a gatinha do mago.
— Sou a gatinha do mago.
Ela não parava de gritar, louca de tesão, os orgasmos não paravam de vir, Valen ficava tremendo, Leandro não tirava o pau e continuava comendo cada vez mais forte, Valen perdeu a conta de quantas vezes gozou, Leandro segurou ela assim por muito tempo. Depois se revezava pra comer um pouco a buceta e um pouco a bunda, comeu por horas e quando quis gozar, disse:
— Vou encher sua buceta de porra.
— Sim, meu amor, o que você quiser — respondeu ela
E encheu a buceta dela de porra, Valen ficou quase dormindo largada na cama.
Saiu do quarto e deixou a Valen exausta, morta de cansada. A surra que ele deu nela, ela só acordou no dia seguinte.
As minas chamaram ela pra tomar café. Ela foi andando como podia depois do jeito que o Leandro deixou ela: chupões pelo corpo todo e a bunda vermelha marcada dos tapas. Sentou na mesa com todo mundo.
– Tem que devolver a gatinha pro namorado – falou o Leandro.
Mas naquela noite ele ia usar ela de secretária. As minas deram a roupa (muita pouca roupa) pra ela se preparar pro show, e o Leandro pediu pra tatuarem na perna dela, bem grandona (tatuagem temporária, mas bem visível):
“ESSA GATINHA É DO MÁGICO”
A devolução da gatinha fica pra continuação…
Diego tem a fantasia de que Valentina arrume um amante, que faça ele de corno, eles sempre fantasiam com isso, se esquentam muito juntos quando transam imaginando essa parada, mas Valen não quer tornar real, só brinca com isso pra se excitar. Tanta insistência do Diego, que naquele fim de semana, Valen decidiu deixar o Diego louco de tesão, determinada a avançar.
As fantasias recorrentes deles eram com um amigo do Diego, chamado Leandro, que naquele ano tava fazendo temporada no litoral, era mágico.
Valentina não contou nada pro Diego da sua decisão, mas insistiu pra caralho pra ir ver o show do Leandro na calçadão.
Chegaram no show e se misturaram na plateia, Leandro num momento precisava de um/uma assistente.
— Perguntou pro público quem quer ser —
Muita gente se oferece, mas ele vê a Valen e não resiste à tentação, desceu do palco e foi buscar ela: "Vem, moça, você é perfeita pro show." (Já se conheciam de aniversários de amigos e porque Diego e Leandro são amigos), ela toda vermelha de vergonha seguiu ele.
Diego ria sem graça, sobem no palco, ele dá um beijo na bochecha dela e fala pro público:
— O mágico é trouxa, né? —
Todo mundo ria, enquanto ele fazia ela desfilar, ela falava:
— "Você não pode fazer isso comigo" —
Mas no fundo tava excitada. Ele pegou ela pela cintura e levou junto, fizeram o truque e deu tudo certo, e aí propôs como último número fazer ela desaparecer. Fez o truque, e Valen sumiu.
Na hora, Leandro rindo e olhando pro público e especialmente pro Diego, disse:
— Bom, amanhã a gente faz ela aparecer —
Todo mundo ria, e o mágico, sério, falou: "É um truque muito especial, leva tempo pra trazer ela de volta, venham amanhã no mesmo horário que a Valentina vai aparecer e a gente devolve ela toda pro namorado. As pessoas riam, olhavam pro Diego achando que tava tudo combinado, mas o mágico e a equipe dele pegaram as coisas e foram embora.
Diego, entre confuso e nervoso, começou a mandar mil mensagens pra Valen, que finalmente respondeu. Com só uma frase:
— Gordito, não se preocupa, o Lean vai cuidar de mim, amanhã ele prometeu que me faz aparecer, vem pro show, né? Esse é seu presentinho de férias, meu amor, você queria isso, então vai ter, beijinho
(e desligou o celular porque Diego mandava mais mil mensagens e elas não chegavam).
Diego voltou pro hotel, entre confuso, preocupado, mas principalmente excitado, sabendo que Leandro ia dar uma noite pra Valen que ela nunca ia esquecer.
Leandro foi com a equipe dele pra chácara onde todos os artistas ficavam. Chegaram e todo mundo já tava bebendo e fumando baseado, um clima liberal pra caralho. Quando viram eles, começaram: oohhhh chegou o mágico e uma gatinha nova. Todo mundo ria porque conheciam o Leandro. Ele apresentou a Valen, falou que era a namorada de um amigo, e aí foi pior: as risadas, as gargalhadas e os comentários, coitado do namorado, o que ele vai passar.
Valen tava vermelha, mas já fumando e bebendo foi relaxando. Ela realmente gostava muito do Leandro, não só como homem, mas como ele tratava ela e falava com ela, tava completamente louca por ele.
Valen vestida com um pareô e uma regata, um biquíni minúsculo que o Diego tinha dado de presente, porque tinham vindo da praia.
Leandro pegou ela pela mão e levou pra um sofá, disse:
— Bom, como você vai ver, você vai ser minha —
enquanto beijava ela e passava a mão nela toda na frente do grupo todo de artistas, homens e mulheres da casa.
Valen, chapada e louca pelo Leandro, não resistia, pelo contrário, já tava muito excitada e o Lean curtia saber que tinha ela no poder, apertava os peitos dela, mordia os lábios dela, começou a despir ela e as minas do grupo que tavam bebendo na mesa falaram pro Leandro:
— Não, Lean, não exagera, leva ela pro quarto, já é demais —
Valen não Não dizia nada, o tesão dela era maior. A pedido das minas, como o Leandro é um cavalheiro, ele levou ela pro quarto pra poder fazer dela sua ali mesmo.
Leandro já tinha tirado a regata e o pareô dela, ela só tava de biquíni azul. Valen se levantou pra seguir ele, mas Leandro, sabendo que ela tava na mão dele, deu um tapa na bunda dela na frente de todo mundo e falou:
— Não, Valen, assim não. Você é a gatinha do mágico até amanhã. Vai andando de quatro, me segue.
Valen, morrendo de vergonha e de tesão, bem bebada e chapada, só obedeceu.
Fez isso mesmo: seguiu ele de quatro, engatinhando até o quarto, toda sexy, como a verdadeira gatinha do mágico que era. O resto do povo não acreditava.
Leandro, rindo, falou pra eles:
— A gatinha vai embora… Dá tchau pra ela.
E todo mundo ria sem acreditar.
No quarto, ele mandou ela despir ele e chupar a rola dele, que já tava dura pra caralho. Ele segurou a cabeça dela e comeu a boca dela, ela engasgava, mas Valen tentava agradar. Diego nunca tinha tratado ela assim. Ele fez ela parar, levantou ela no colo e meteu a rola de uma vez. O olhar dela mudou, em dois segundos ela sentiu o primeiro orgasmo. Fervia por dentro, queimava. Ele continuava metendo forte, e assim ficaram um tempão, com vários orgasmos dela. Quando viu que ela tava super quente, ele tirou a rola e abaixou ela. Ela implorava pra ele continuar comendo ela. Ele colocou ela de costas contra a parede, abriu as pernas dela e penetrou por trás. Cada estocada fazia os pés dela levantarem do chão. Ele dava tapas na bunda dela. Valen gemia e gritava que nem uma verdadeira gatinha, tanto que vieram ver o que tava rolando. Da porta, tiravam fotos e riam:
— Coitado do corno do namorado — falavam as minas da casa.
Quando ele viu que as pernas dela não aguentavam mais, tirou a rola e mandou ela ir pra cama. Ela concordou e foi, se colocou de missionário pra ele comer ela. Ele olhou pra ela e falou:
— Isso é coisa de mulher. Você é minha putinha, e minha putinha fica de quatro.
Ela riu cúmplice e fez isso. Assim que pôde, ele meteu. A buceta dela tava ensopada. Ele comeu ela e foi embora. caindo até ficar deitada, ele tirou a rola e começou a beijar a bunda dela e usar a palavra: buceta, morder a bunda dela, pediu pros caras trazerem gel.
— Já sabe o que vem, Valen, né? — disse Leandro
— Você vai me comer a bunda? — respondeu ela.
— Não, vou arrebentar teu cu, mas você vai me pedir.
Ele começou a comer a buceta dela de novo, quando viu que ela tava perto de gozar, falou:
— Se quiser que eu continue, me pede pra arrebentar teu cu.
— Me come a bunda, Lean, por favor — respondia ela desesperada
— Não, putinha, grita, senão eu não continuo.
— Me come a bunda — ela falava mais alto
— Não entendeu, putinha, grita que vou arrebentar teu cu, que você é minha putinha — enquanto brincava com o pau dele fora da buceta da Valen
— Arrebenta meu cu, sou sua putinha — gritou Valen
E o Leandro, com um sorriso, começou a comer devagar pela bunda, mas quando enfiou tudo, não teve pena dela, comeu que nem um bicho, chupava o pescoço, os ombros, enquanto comia mais forte e dava tapas na bunda, deixou chupões pelo corpo todo e a bunda vermelha com marcas dos tapas, quando via que ela tava perto de gozar, parou e disse:
— Você é a gatinha do Mago?
— Sim — dizia ela entre gemidos, não para
— Se quiser que eu não pare, não para de gritar que é a gatinha do mago.
— Sou a gatinha do mago.
— Sou a gatinha do mago.
— Sou a gatinha do mago.
Ela não parava de gritar, louca de tesão, os orgasmos não paravam de vir, Valen ficava tremendo, Leandro não tirava o pau e continuava comendo cada vez mais forte, Valen perdeu a conta de quantas vezes gozou, Leandro segurou ela assim por muito tempo. Depois se revezava pra comer um pouco a buceta e um pouco a bunda, comeu por horas e quando quis gozar, disse:
— Vou encher sua buceta de porra.
— Sim, meu amor, o que você quiser — respondeu ela
E encheu a buceta dela de porra, Valen ficou quase dormindo largada na cama.
Saiu do quarto e deixou a Valen exausta, morta de cansada. A surra que ele deu nela, ela só acordou no dia seguinte.
As minas chamaram ela pra tomar café. Ela foi andando como podia depois do jeito que o Leandro deixou ela: chupões pelo corpo todo e a bunda vermelha marcada dos tapas. Sentou na mesa com todo mundo.
– Tem que devolver a gatinha pro namorado – falou o Leandro.
Mas naquela noite ele ia usar ela de secretária. As minas deram a roupa (muita pouca roupa) pra ela se preparar pro show, e o Leandro pediu pra tatuarem na perna dela, bem grandona (tatuagem temporária, mas bem visível):
“ESSA GATINHA É DO MÁGICO”
A devolução da gatinha fica pra continuação…
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