Cruzeiro do Prazer (53đź“‘)

O Sun Desire era um cruzeiro exclusivo pra adultos, daqueles que não anunciam na TV. O pacote dizia bem claro: "Desinibição total. Prazer garantido. Praia, pele e perversão". E a Valéria não pensou duas vezes antes de comprar o bilhete. Era a primeira viagem dela sozinha depois de um divórcio sufocante. O que ela precisava não era paz. Era carne. Na primeira noite, enquanto o navio se afastava do porto, o convés principal se encheu de corpos bronzeados, copos gelados e olhares lascivos. A Valéria usava um vestido branco sem calcinha por baixo. Cada passo deixava ver os bicos duros e a buceta recém-depilada. Ela se sentia viva de novo. Viu ele no bar. Diego, moreno, musculoso e com um sorriso que prometia perigo. Ele se aproximou, colocou uma taça na mão dela e sussurrou no ouvido: — Você veio pela vista... ou pela carne? — Por tudo. Mas a carne primeiro — respondeu ela, sem piscar. Em menos de dez minutos já estavam no camarote dela com vista pro mar. Mal fecharam a porta, Diego empurrou ela contra o vidro e levantou o vestido. Não usou palavras. Abriu a bunda dela com as mãos e lambeu a buceta por trás, fazendo ela gemer contra o vidro.Cruzeiro do Prazer (53📑)Valéria ofegava. Ela se virou e enfiou ele na boca sem piedade. O pau dele era grosso, cheio de veias, quente. Ela chupava com fome, com raiva, enquanto se tocava no clitóris com a outra mão. Diego agarrou ela pelo cabelo e comeu a boca dela como se a conhecesse a vida inteira. —Fica de quatro —ordenou.vadiaEla obedeceu no sofá branco, arqueando as costas, a bunda pra cima. Ele cuspiu nela, enfiou dois dedos, depois a rola inteira de uma estocada só. Valéria gritou. Sentia ele entrando até o fundo enquanto as ondas batiam no barco lá fora. Tavam transando em cima do mar. Diego agarrou a cintura dela e começou a meter sem freio, com estocadas selvagens. Acertava no ponto exato. Ela gozou gritando, molhando o sofá, mas ele não parou. Trocaram de posição: de lado, por cima, sentada, com uma perna levantada, contra a mesa, no chão. —Não para... arrebenta minha buceta —ela gemia—. Me come como se a gente fosse naufragar! Ele tirou o pau no final, jogou ela no chão e gozou em cima dos peitos dela, a jatos, escorrendo até a barriga. Valéria lambeu com a língua, com os olhos acesos.cogida—Isso foi só a boas-vindas —disse ele, ofegante. Ela sorriu, completamente nua, coberta de porra, mar e suor. —Amanhã a gente desce numa ilha nudista... espero que você tenha mais energia. O sol caía como fogo na areia branca. O cruzeiro tinha atracado em frente a uma ilha privada, declarada “zona livre de roupa e preconceitos”. Mal desceram, Valéria sentiu o calor do trópico entre as pernas. Ia completamente nua, só com uns óculos escuros e um pareo amarrado na cintura que não escondia nada. Diego caminhava atrás, nu também, com o pau meio duro balançando orgulhoso. Ao redor, dezenas de corpos brilhavam com protetor solar e suor. Alguns já trepavam em cima de toalhas, outros se tocavam sem vergonha na água. —Aqui não tem regras —sussurrou Diego—. Só prazer.Relatos eroticosSe instalaram numa área entre palmeiras. Valéria se deitou de barriga pra cima, pernas abertas pro sol, deixando o calor derreter a alma dela. Diego sentou entre as coxas dela, abriu os lábios dela e começou a chupar a buceta dela como se fosse a única comida da ilha. A língua dele entrava e saía, brincava com o clitóris dela, mordia, lambia. Valéria arqueou as costas, os bicos dos peitos duros feito pedra, o olhar cheio de mar e orgasmo. Ela gozou uma vez, e ele continuou. Gozou outra, e ele não parou. O povo olhava. Uns chegavam perto, excitados. Um casal se masturbava ali perto, sincronizado com os gemidos dela. Outra mulher se ajoelhou na frente do Diego e chupou os ovos dele enquanto ele continuava com a língua na Valéria. —Deixa ele duro pra mim —falou Valéria, ofegante—. Quero montar nele na frente de todo mundo. Ela subiu nele, enfiou devagar, bem fundo, e começou a cavalgar com fúria. Os peitos dela balançavam, a bunda batia nas coxas do Diego. A areia grudava na pele, mas ela não ligava. Tava possuída. Outro casal entrou na parada. A mina, uma morena gostosa com sotaque brasileiro, começou a lamber os bicos dos peitos dela enquanto o cara dela a masturbava por trás. Valéria tava cercada de prazer. Diego metia a pica nela enquanto ela gemia com uma boca nos peitos e outra língua entre os dedos do pé. —Tô gozando sem parar! —gritou Valéria—. Isso é loucura! Pegaram ela de todo jeito. Botaram ela de quatro numa canga de praia. Diego meteu no cu dela enquanto o brasileiro oferecia a pica na boca dela. Valéria não recusava nada. Chupava, gemia, se deixava comer feito uma deusa do sol. Quando Diego tava perto de gozar, tirou, virou ela e gozou na cara dela, misturando com a porra do outro cara. Valéria sorriu, o rosto coberto de esperma, a pele vermelha de sol, os lábios inchados de tanto gemer. —Qual é a ilha de amanhã? —perguntou com a voz trêmula. —Uma onde chove o dia inteiro —respondeu Diego—. Perfeita pra ficar dentro… e se molhar. diferente. E assim, o cruzeiro seguiu seu rumo, deixando um rastro de sexo em cada ilha que tocava. O cruzeiro ancorou em outra ilha privada, dessa vez com um clima diferente. Céu cinza, calor tropical, e uma chuva constante que molhava tudo com uma sensualidade lenta, suave, líquida. Os passageiros ganharam cabanas individuais de madeira, com janelonas, camas redondas e chuveiros sem teto, abertos pro céu. Tudo convidava ao pecado.

Valéria se separou do Diego por algumas horas. Queria algo novo. Algo mais... grandão.

Foi quando ela viu na área comum de massagem: Marco, de pele canela, costas largas, sorriso de gato e uma toalha frouxa na cintura que mal escondia o óbvio. O volume era impressionante. Mas o que fez ela morder o lábio foi como ele olhou pra ela: como se soubesse que podia fazê-la gritar de joelhos.

— Quer companhia essa noite? — ele perguntou, com um sotaque carregado de promessas.

Valéria só assentiu.

Naquela noite, na cabana, a chuva batia no telhado enquanto os corpos se esquentavam por dentro. Marco beijou ela devagar, despiu ela com as mãos quentes, lambeu o pescoço, os peitos, os bicos, o umbigo… até se ajoelhar na frente da buceta molhada dela.Pau duroA língua do Marco era mais macia, mais habilidosa. Ele trabalhava nela como um expert, com círculos, sucção, beijos e mordidas que faziam ela se contorcer na cama. Valéria gozou sem pedir, com as pernas tremendo. —Isso foi só o cumprimento —ele disse, se levantando. Tirou a toalha. E lá estava. Uma piroca grossa, comprida, obscenamente venosa, que parecia desafiar as leis do corpo humano. Valéria arregalou os olhos como se visse uma arma carregada. —Acha que dá conta disso? —Não sei —ela disse, excitada e assustada ao mesmo tempo—. Mas quero tentar. Ele enfiou devagar. Primeiro só a ponta, depois um pouco mais… e mais… e mais. Valéria gemia, a buceta dela se abrindo como uma flor selvagem. Marco a segurava de costas, com as pernas pra cima, empurrando a piroca fundo e devagar, como se a reconstruísse por dentro.muito gostosa—Meu Deus… ele me parte no meio! —gritava ela, agarrada aos lençóis molhados. A foda foi brutal. Ele mudou ela de posição: de lado, de costas, por cima dele com movimentos circulares. Valéria chorava de prazer, gozava uma vez atrás da outra. O som da chuva, dos corpos molhados, do sexo molhado e cru, enchia a cabana como uma sinfonia suja. —Quero que meta no meu cu —pediu ela, com a voz trêmula. Marco preparou ela com língua e dedos. Foi paciente. Mas quando a deixou pronta, meteu sem piedade. Valéria gritou que nem uma louca, com o rosto enfiado no travesseiro, a língua pra fora e a buceta aberta pra ele. Aguentou tudo. Até o fim. Quando Marco tava perto de gozar, colocou ela de joelhos no chão de madeira, debaixo da chuva que caía pelo telhado aberto, e gozou na cara dela. Ela esfregou a porra nos peitos, na barriga, lambeu tudo com os olhos cheios de desejo.relatos porno— Se quiser repetir... —disse ele, ofegante—... tô livre a semana inteira.
Valéria sorriu, molhada, nua, marcada.
— E eu... tenho uma buceta que não cansa.

Era meia-noite. No convés do nível superior, tudo tinha mudado. Velas, tochas, panos escuros pendurados no teto. O dress code era simples: nudez e máscara.

Valéria usava uma preta, com bordas douradas e renda, que só deixava ver sua boca e seu olhar perigoso. Seus mamilos estavam eretos, sua buceta depilada brilhava com óleo. Ela caminhava entre os corpos, sentindo os olhares cravados na pele.

Música lenta, tribal. O ambiente cheirava a vinho, suor e desejo. Ninguém falava. Só corpos procurando corpos.

Um homem a pegou pela cintura, sem dizer uma palavra. A máscara dele era vermelha, o pau duro e grosso. Ele a beijou como se ela já fosse sua, e Valéria respondeu montando nele contra uma coluna de madeira. Enfiou com as pernas abertas, gemendo por baixo da máscara enquanto ele agarrava a bunda dela e metia sem piedade.

— Mete tudo — sussurrou ela.vadia gostosaQuando ela se espalhou, outro já estava esperando. Mais alto, mais magro, máscara branca. Carregou ela e levou pro centro do convés, onde uma cama baixa estava preparada com almofadas de seda. Valéria se ajoelhou, chupou a pica com fome, babando tudo, engolindo até a garganta. Depois subiu em cima, montou de frente, se movendo num ritmo lento, se masturbando enquanto sentia que ia explodir de novo. O terceiro foi um moreno enorme com máscara dourada. Meteu por trás enquanto o segundo ainda se recuperava. Enfiou no cu dela, segurando pelo pescoço, enquanto ela gemia com a cara na cama. Ninguém falava. Só gemidos, pele, carne, ritmo. O quarto fez ela se ajoelhar na frente dele enquanto os outros seguravam ela. Enfiou a pica na boca dela, depois na garganta, fez ela babar, chorar de prazer, tremer. Ela não parava. Era uma deusa do sexo, insaciável, molhada, tremendo, mas faminta por mais. O quinto foi diferente. Mais novo, mais suave. Beijou ela primeiro. Lambeu os mamilos, acariciou o cabelo. Depois deitou e deixou ela montar devagar. Valéria cavalgou ele como se fosse a última noite do mundo, com as mãos no peito dele, os olhos fechados, sentindo a pica crescer e pulsar dentro dela. Quando ele gozou, ela se largou no peito dele, o corpo tremendo, a máscara ainda no lugar, a buceta escorrendo. A galera aplaudiu em silêncio. Alguns se masturbavam, outros já estavam transando por perto, como se o ato dela tivesse aberto a comporta da putaria. Valéria se levantou devagar, andou nua pelo convés, com gozo escorrendo entre as pernas e as pernas bambas, feito uma rainha que acabou de ser adorada pelos súditos. Atrás dela, as ondas do oceano quebravam com força. E a noite só tava começando. Na noite seguinte, no salão principal do Sun Desire, montaram um palco redondo com uma cama giratória, luzes baixas e um letreiro de néon que dizia: “A Garota do Cruzeiro” – Competição Extrema. As regras eram simples: Duas mulheres, dez homens. Vence quem montar mais paus por mais tempo sem gozar. O público escolheria a rainha. Valéria já estava em posição, nua, de salto alto, com a máscara preta no rosto. Na frente dela, uma mulher ruiva, tatuada, voluptuosa e confiante: Sasha, uma russa que parecia ter saído de um filme pornô. Os dez homens esperavam com os paus duros, alinhados ao lado do palco. Era uma galeria de carne, veias e promessas.

— Pronta pra perder? — sussurrou Sasha.

— Vou suar com a sua derrota — respondeu Valéria, lambendo os lábios.

A contagem regressiva começou. O DJ aumentou a música. As luzes baixaram. E então começou o torneio de luxúria.

Primeira rodada.

Valéria subiu no primeiro cara, uma pica longa e reta que a preencheu em segundos. Começou a cavalgá-lo com força, as coxas apertadas, as mãos no peito do homem, se movendo como uma selvagem. Do lado dela, Sasha fazia o mesmo, mas mais devagar, sensual, provocadora. A plateia rugia.

Ambas trocaram pro segundo, depois pro terceiro. O ritmo aumentava. O suor escorria pelas costas delas. Valéria montava com raiva, como se cada pau fosse uma coroa a conquistar. Eles a preenchiam por completo. Ela apertava os peitos, batia no clitóris a cada investida, ofegando como uma puta insaciável.

Quarta e quinta rodada.Cruzeiro do Prazer (53📑)Valeria respirava ofegante, as coxas ardiam, mas ela não parava. Sasha também não. As duas cavalgavam sincronizadas, gemiam, suavam, tremiam. A galera aplaudia, se tocavam, alguns já gozavam só de olhar.
Sexto homem. Era o Marco. Valeria montou na pica dele como se estivesse voltando pra casa. Ela quicava com força, cravava até o fundo. Marco segurava ela pela cintura e sussurrava no ouvido:
—Arrebenta a bunda da russa. Você é a rainha.
Valeria sorriu, e fez isso. Cavalgou tĂŁo forte que Marco gozou antes do tempo. A galera pirou.
Sétimo, oitavo, nono.
Valeria já estava vermelha, o corpo brilhando de suor e óleo. As pernas tremiam, a buceta ardia, mas ela continuava. Sasha começou a gemer demais, a perder o ritmo.
E então, na décima pica, a definitiva, aconteceu.vadiaValéria montou em cima e cavalgou com um ritmo brutal. As tetas balançavam, a buceta dela escorria, os olhos fechados de concentração. Sasha gozou de uma vez, gritando. Caiu pra trás, derrotada, o corpo tremendo de prazer. Valéria olhou pra ela com orgulho enquanto continuava montando e quicando. Gozou logo depois, com um grito feroz, caindo sobre o peito do décimo homem como uma leoa no topo do mundo. “Temos uma vencedora!” anunciou a voz do capitão pelos alto-falantes. A plateia ovacionou, alguns jogavam calcinhas, outros aplaudiam de pé. Valéria foi coroada com uma tiara de ouro, ainda nua, com a buceta vermelha, as pernas abertas e um sorriso que podia partir o mar. —A partir de hoje —disse o capitão—, este navio tem nome e rainha. Ela é… A Garota do Cruzeiro.cogida


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