Fodi o cu da minha mãe 7 (e da amiga dela)

Continuando com os relatos, vou contar como as coisas seguiram entre eu e minha mãe depois que ela me descobriu e começaram as confissões sobre a vida sexual intensa dela.

Deixo o link dos relatos anteriores caso você não tenha lido.
http://www.poringa.net/Andy__CARP/posts

(Esclarecimento prévio: a pedido, vou colocar algumas fotos que ilustram os diferentes momentos da história. Como sempre, se te dá tesão ler, resumo a parada. Meu nome é Andrés, tenho 21 anos. Um dia vi meus pais praticando cuckold, onde o chefe do meu pai partia minha mãe ao meio. Minha mãe é uma morena de 43 anos que leva muito bem a idade e, na real, é uma gostosa, além de ser extremamente puta (coisa que eu desconhecia até aquele momento). Nesse contexto, coloquei todos meus esforços em comer minha mãe sem que ela soubesse que era eu, o que consegui em duas oportunidades e foi incrível. Depois de um tempo, finalmente consegui transar com ela de cara limpa, ou seja, ambos sabíamos com quem estávamos fodendo.)Como contei no relato anterior, minha mãe tinha percebido que fui eu quem comeu ela de olhos vendados na presença do meu pai há um tempo, mas longe de ficar brava, parece que isso deu mais tesão nela, ou talvez por ter sido eu quem começou com a parada e não ela, não se sentia tão proibido, sei lá, verdade. O que é certo é que depois de nos abrirmos um com o outro sobre muitas coisas, o sexo ficou bem mais safado e depravado. Ela começou a me contar sobre as experiências dela, nada muito comum, digamos.

Era quase todo dia falar de putaria e terminar transando pra caralho enquanto meu velho tava no trampo. Ela já não era mais minha puta pessoal só dentro do meu quarto, como a gente tinha combinado no começo, mas a casa inteira virou nosso palco de jogos, tesão e sexo sem limites. A gente trepava em qualquer lugar, na cama de casal dela, na cozinha, no quintal e até umas vezes eu entrava ou ela enquanto o outro tava tomando banho e a gente soltava umas gozadas enormes, acho que só faltou a gente foder na calçada pra não deixar nenhum canto da casa sem experimentar.

Nunca tinha transado com tanta frequência e qualidade ainda por cima, ela era uma deusa do sexo, não só me dava o que eu quisesse, mas me ensinava pra caralho.

Ela me contou que há mais de 10 anos tinham entrado nesse mundo do swing, das orgias, e acabaram passando pra cornice consentida (cuckold). Que tinham feito isso com casais amigos, com completos desconhecidos, com colegas de trabalho do meu pai (até o chefe dele), basicamente, uma porrada de paus tinha passado pela minha mãe aparentemente, e ela, longe de sentir vergonha, adorava ser um objeto de desejo e, claro, satisfazer esses desejos.

Como eu disse, quase todo dia a gente falava de alguma coisa, e na maioria das vezes eu reforçava o assunto de vê-la com outra mulher na cama, era recorrente dizer que era minha fantasia não só ver duas mulheres, mas estar com elas. elas ao mesmo tempo. No começo ela não tava muito afim da ideia, mas aos poucos foi se soltando e dava pra perceber que o assunto tava interessando ela, que ela tava ficando com tesão na ideia.

Numa terça-feira como qualquer outra, enquanto eu tava no meu quarto estudando um pouco, ela entra e me pergunta:
Mãe: sexta-feira ao meio-dia você tem algo pra fazer?
Eu: ééé, não, nada... tipo, estudar. Por quê?
Mãe: ok, reserva esse horário, tá?
Eu: fechou. Mas por quê? Vamos sair pra algum lugar?
Mãe: depois te conto.

Ela saiu do meu quarto sem me dar muitas explicações e eu fiquei pensando qual era a dela, mas não dei muita importância, porque nessa parada toda ela sempre me perguntava coisas desse tipo pra sair pra caminhar e se exibir um pouco, ou pra planejar encontros entre a gente (ela era bem tarada e planejava com antecedência muitas vezes, não era sempre espontâneo).

Esse dia foi normal, sem nada de estranho, nem transamos nem falamos de sexo, nem nada.
No outro dia eu já tava meio tesudo e assim que acordei já comecei a provocar ela, tipo "que leggins linda você tem hoje" "me enlouquece essa sua bunda", até dava uns tapas de vez em quando na bunda dela, mas ela não tava muito afim de entrar na brincadeira.
Num momento ela me fala,
Mãe: calma, filho, que tô organizando uma parada que você vai gostar
Eu: uhhh... sério? O que é? Conta, conta
(Ela segura minha boca, me dá um selinho e rindo fala)
Mãe: capaz que vou realizar sua fantasia
Eu: que?!?!?! sério?!?!!? já tô de pau duro só de pensar
Mãe: hahaha calma, não seja ansioso, tô vendo quem arrumar
Eu: já tem alguma candidata?
Mãe: é... tô nessa, você fica tranquilo e guarda tesão porque vai precisar.
Eu: você é uma gênia!!!! Mas não sei se vou aguentar até sexta... falta muito e você me provoca toda vez que te vejo.
Mãe: bom, então não olha mais pra mim e pronto, chega de papo, me deixa seguir com minhas coisas.

Eu aceitei as condições dela e não falei mais nada. Nem procurei ela pra transar nem nada. Na quinta-feira já não aguentava mais a incerteza e, com a desculpa de que tinha que me preparar caso a fantasia se realizasse, perguntei qual era a dela. Ela disse que podia ser, mas não tava confirmado, que eu me preparasse mesmo assim, por via das dúvidas, e que tentasse descansar bem naquela noite. Fiz de tudo pra dormir cedo e não bater uma naquela noite, apesar da excitação que tava sentindo.

Finalmente chegou aquela sexta-feira e, quando levantei pra tomar café, vi que ela tinha preparado um café da manhã bem caprichado, completo, digamos. Quando tava terminando meu café de campeão (palavras dela), ela falou:

Mãe: bom, chegou o seu dia, espero que esteja bem descansado e com energia pra satisfazer duas mulheres, que não é fácil, ainda mais sendo nós duas...
Eu: (com uma cara de alegria que não conseguia segurar) NÃO FODE!!!! Tá falando sério?!?!
Mãe: (sorrindo) sim, sim, espero que não me faça passar vergonha...

Eu me aproximei e dei um beijo carinhoso e apaixonado ao mesmo tempo, como agradecimento.

Eu: Espero não te decepcionar, mãe... e quem é a outra moça?
Mãe: de moça não tem nada... é a Luci. Cê gosta dela?
(Lúcia era a amiga dela que a "iniciou" nessa parada toda de liberação sexual e com quem eu tinha visto trocar mensagens na primeira vez que comi a mãe).

Eu: Siiiiiiim, óbvio... mas não tanto quanto você, mas é uma mulher gostosa.
Mãe: Bom, o que vamos fazer é aquela parada dela estar de olhos vendados, não sei se ela tá preparada pra saber quem é você, e eu também não pra assumir isso.
Eu: melhor assim, ninguém fica inibido também. E como a gente faz? Eu apareço do nada, igual daquelas vezes... bom, você já sabe como foi (me referindo às duas primeiras vezes que transei com a mãe sem ela saber quem era).
Mãe: mais ou menos, você daqui a pouco vai embora e volta às 12:30, que a gente já vai estar pronta. Você toca a campainha e eu desço pra abrir a porta, assim ninguém desconfia de nada, se você tem chave e tal. O que acha?
Eu: óbvio!!!! Vou nessa. Tomar banho e me preparar.
Dei uns beijos e abraços nela e me preparei. Como a gente tinha combinado, saí um pouco antes e voltei às 12:30 em ponto, tava mais tesuda do que nunca. Toquei a campainha e em poucos segundos ela abriu a porta e me fez entrar.

Quando vi a mamãe, meu pau subiu na hora. Ela tava toda vestida de preto com meia, liga, espartilho, fio dental, salto alto, cabelo arrumado, maquiada, perfumada, transbordando sensualidade, sexo, luxúria, sei lá... era uma gostosa do caralho!!!!!
Fodi o cu da minha mãe 7 (e da amiga dela)Mamãe: como eu estou?
Eu: burraaaaaa.... você tá incrível!!!! (eu mordia os lábios com luxúria enquanto olhava ela de cima a baixo).
Mamãe: obrigada (me deu um beijinho pra não borrar o batom)... A Luci tá lá em cima nos esperando. Só não fala nem diz nada, fala as coisas no meu ouvido que eu passo adiante, assim ela não reconhece sua voz, só por precaução.

Fiz um sinal de aprovação e ela me levou pela mão até o quarto dela. Parecia uma cafetina levando o cliente pra puta. Eu tava com uma excitação do caralho, não só porque a amiga dela tava esperando, mas porque ver a mamãe vestida daquele jeito era uma loucura.

Quando entramos no quarto, vejo a Luci deitada de costas na cama, numa pose sexy. Era uma gostosa também.
cuDescrevo rapidamente a convidada e a roupa dela: Ela tem a mesma idade da mamãe (43 anos), cabelo castanho claro, uns 1,65 de altura, magra, uma bunda gostosa (não igual a da mamãe, um pouco menor, mas firme, viu) e uns peitões importantes, que mesmo sendo operados, tão muuuuito bem feitos.

Agora a roupa: ela tava vestida bem parecido com a mamãe, mas tudo branco, tipo meia, liga, sapato, tanguinha, espartilho e até a venda que ela usava era branca também. Além disso, tava maquiada, perfumada e com os lábios pintados de vermelho.

Eu não acreditava, se tudo desse certo, eu ia comer essas duas mulheres, essas duas deusas, essas fêmeas divinas, e na minha cabeça voavam as histórias que a mamãe tinha contado sobre a amiga dela, que se fossem verdade, ela era um fogo na cama igualzinho.

Mamãe: Lu, te apresento meu pimpolho...
Lucia: Oi, como cê tá?
Mamãe: Ele disse que agora que te vê, te acha muito mais gostosa.
Lucia: hahaha valeu, valeu.

Minha mãe chegou perto da Lucia, pegou a mão dela e fez ela ficar de pé do lado, deixando na minha frente a majestade dessas duas mulheres lindas. Eu olhava hipnotizado pras duas e quase babando.

Mamãe: Tá gostando do que vê?
Eu: (acenei com a cabeça que sim)
Mamãe: Ele disse que ama seus peitos, amiga, e pegou na rola
(tudo mentira da minha velha, eu não tinha pegado na rola, mas ela tava esquentando a orelha da amiga...)

Ela fez a amiga virar e as duas ficaram de costas pra mim, bem juntinhas, e empinando a bunda pra me mostrar bem o que tinham. Ver essas duas rabetonas uma do lado da outra, divididas por aquelas tanguinhas sexys, me deixou louco. Ainda mais que minha mãe pegou a mão da amiga, colocou numa das nádegas dela, e minha mãe pegou uma nádega da outra (tavam se apalpando a bunda uma da outra e mostrando pra mim).

Mamãe: Por trás, como a gente tá?
Eu: (dessa vez nem respondi com a cabeça) Só fiquei de boca aberta de surpresa, literalmente)
Mãe: não disse nada, só ficou de boca aberta mesmo, amiga, e segurando a pica mais forte, acho que ela gostou kkkkk
Lucía: kkkkk.... bom, melhor ainda, isso quer dizer que a gente agradou, ou não, Silvi? (Silvina é minha mãe).
Mãe: parece que sim. Filho, senta aí (apontou pra uma cadeira que tinha colocado), que agora o show vai começar.

Obedeci e sentei na cadeira como a mãe mandou. Quando eu tava acomodado, elas ficaram de frente uma pra outra, minha mãe sussurrou algo no ouvido da amiga, que só mordeu o lábio, claramente toda tesuda, e começaram a se beijar, bem devagar e com carinho.
Ver elas se beijando e ouvir aqueles beijos barulhentos e molhados era algo surreal, já tava com a pica mais dura que o normal.

Com o passar dos segundos, aqueles beijos meigos começaram a ficar mais apaixonados e elas começaram a se apalpar mutuamente. Não era devagar nem suave, já arrancaram a mil por hora. Metiam a mão pra valer, agarravam as bundas, os peitos, enfiavam a mão nas bucetas.

Num momento, minha mãe, de um jeito meio brusco, virou a amiga e a colocou com as mãos apoiadas na parede, se posicionou de lado, me deixando ver a bunda linda da Lucía, que ainda arqueava as costas pra empinar mais, e começou a apalpar fundo no púbis dela, digamos. Falando claro, ela passava a mão na buceta da amiga, que só respondia empinando mais a bunda e gemendo que nem uma louca.

Aquelas duas vadias estavam, sem dúvida, me dando o melhor show da minha vida! Mas era só o começo. Minha mãe puxou um pouco o cabelo dela, separando da parede, e tomou o lugar, mas de frente, digamos. Colocou a amiga na frente dela, de costas pra mim, apoiou uma mão na cabeça dela e outra no ombro, e a fez ajoelhar na frente dela, bem na altura da pélvis.

Olhando pra mim, ela disse:
Mãe: Quer que ela chupe a minha pica?
Eu: (balancei a cabeça que nem um louco, dizendo que sim) (si)
Mamãe: o que cê acha que ela disse, amiga?
Lucía: que não? kkkk
Mamãe: kkkk... bem o contrário....

A amiga da mamãe, com um dedo, puxou a calcinha fio dental dela e começou a lamber o clitóris da minha velha, que, me olhando fixo com cara de puta safada, colocou uma mão na cabeça da amiga pra não deixar ela escapar e continuar dando sexo oral.
Nessa altura, eu já não tinha mais níveis diferentes de excitação, tava no talo, podiam fazer qualquer coisa que era impossível me deixar mais tesudo porque eu já tava pegando fogo.

Da parede foram pra cama, onde as duas se deitaram juntas e se pegaram, se apalparam, se chuparam uma à outra. Eram duas atrizes pornô, tinham uma coordenação impressionante (ou eu imaginava que eram as melhores na putaria, sei lá).

Lucía: quero pica, Silvi...
Mamãe: (me olhando) já acabou o show lésbico, guri?
Eu: (fiz sinal que sim, que terminassem)
Mamãe: agora você vai ter pica, garota sexy....

As duas se cagaram de rir e minha mãe mandou eu chegar perto da cama. Fiquei parado no meio do quarto, e minha mãe aproximou a amiga dela de mim. Fez a gente se dar as mãos e disse "toda sua, amiga, faz o que quiser com ele".

No rosto dela tinha uma mistura de sorriso, nervosismo e tesão ao mesmo tempo. Primeiro ela acariciou meu rosto, desceu pelo meu pescoço até meu peito e depois continuou tocando até chegar na minha virilha. Claro, acariciou minha pica (por cima da calça) e disse "opa opa... que durinha que tá, guri". Eu, que não conseguia falar, agradeci o comentário dando um tapaão no cu dela, que foi bem recebido, soltando um gemido daqueles.

Na hora começamos a nos beijar como loucos e a apalpação foi pra todas as partes dos dois corpos. Ela apalpava minha pica, meu peito, meu rosto, minha bunda, tudo... e eu a mesma coisa, mas focado naquele parzão de peitos e na buceta, que já tinha encharcado a calcinha fio dental.

Lúcia tirou minha camiseta e começou a... beijar meu peito e me tocar, mas a mãe interrompeu ela
Mãe: o que você tá fazendo? chupa a pica dele, pra que tanta enrolação, menina...
Luci: hahaha paraaaa, não queria parecer tão desesperada!!!!
(eu fiz com ela o mesmo que minha mãe fez, apoiando a cabeça dela no meu ombro e a fiz ajoelhar na minha frente)
Luci: mmmm, quer que eu chupe sua pica, guy?
(eu não disse nada, foi a mãe quem transmitiu meus pensamentos)
Mãe: ele tá morrendo de vontade....

Luci desabotoou meu jeans, abaixou o zíper devagar (fazia tudo calma, como se quisesse me esquentar, sendo que eu já tava mais que no ponto), baixou minha calça e minha cueca juntas até ficarem nos meus joelhos.
Subiu as mãos pelas minhas pernas e chegou na minha pica, que agarrou com vontade e inspecionou de cima a baixo.
Luci: você não mentiu, Silvi... pica bonita...
Falou isso e me deu uma lambida dos ovos até a cabeça, passando a língua inteira nesse trajeto.
Luci: como você tá molhado, guy!!!! mmmmmm
Imediatamente e sem preâmbulos, ela chupou minha pica inteira... MUITO LOUCA!!!! uma gostosa total!!!!
O jeito que essa mulher chupava pica, pelo amor... se a mãe era boa no boquete, essa ganhava de lavada, era a mestra do oral. Não só chupava magistralmente como se deliciava fazendo isso, fazia aquele barulho de quem tá comendo algo que ama, gemendo enquanto mamava na pica.
putasChupava tudo, os ovos e até chegava quase no meu cu, que mesmo não gostando da ideia, cada lambida perto me fazia mudar de ideia.
O tempo todo falava coisas tipo "cê gosta, gostoso", "que pau bom", "come minha boca", se batia na cara com meu pau... era uma puta total, se fodesse como chupava, ia ser incrível.
Fiz sinal pra mamãe dar uma segurada, porque senão ia gozar. Ela passou meu pedido e, mesmo resmungando um pouco, ela diminuiu o boquete violento.
Falei pra mamãe se ajoelhar do lado dela, queria que as duas chupassem junto.

Com as duas caras coladas no meu pau, comecei a passar um tempo pra cada uma, que recebiam com muito gosto. Uma parada que tinha visto nos pornôs era elas se beijarem enquanto o pau rodava por ali, coisa que fizeram, claro, e depois de um tempo resolvi parar, porque senão não tinha volta e eu enchia elas de porra.

Pra tentar diminuir um pouco a adrenalina, mandei as duas deitarem e comecei a tocar elas, massagear e desapertar o corset pra deixar os peitos delas de fora e chupar igual um louco.
Por uns momentos, tinha quatro peitos batendo na minha cara (eu tava deitado de costas e elas dos lados me oferecendo aqueles peitos lindos).
Nunca na minha vida fui mais feliz do que naquele momento.

A amiga da mamãe pegou minha cara, me deu um beijão e falou "agora você chupa minha buceta, gostoso" num tom claro de ordem.
Mamãe ajudou ela a se sentar em cima de mim, encaixou a buceta dela sobre minha cara (eu tava deitado de costas) e disse "vai, é melhor chupar direito". Com uma certa raiva pelo jeito de dar ordens, mas mais tarado do que puto, puxei a calcinha fio dental dela pro lado e comecei a comer a buceta dela com força, como se tivesse metendo, sabe. Mandava língua, chupava o clitóris igual um louco e ela gemia e gritava de prazer. Até que de vez em quando fazia como se fosse Ela se agachou um pouco e enfiou a buceta na minha cara e ficou se mexendo (tipo, cavalgando na minha cara). Eu tinha que dar uns tapas na bunda dela ou algo pra ela me deixar respirar, a filha da puta. Tava louca demais.

Mamãe percebeu que a coisa já tava passando do ponto.

Mamãe: Para, eu... você vai sufocar o coitado do menino.
Luci: Uhh... desculpa, desculpa, viajei...

Ela saiu de cima de mim e se deitou de barriga pra cima na cama pra descansar. Eu rapidamente me levantei e fiz um sinal pra minha mãe de que ia comer a amiga dela com força, como vingança por ter esfregado a buceta na minha cara daquele jeito (era tipo brincadeira, não tava puto nem nada).

Mamãe: O cara disse que agora vai te comer gostoso por safada, tarada kkkk.
Luci: O quê?!?! Nenêeee (num tom de mãe)...

Não deixei ela terminar a frase, me joguei em cima dela e comecei a meter. Ela abriu as pernas, me deixando me acomodar, e aproveitando a umidade da buceta dela, enfiei a cabeça sem muita enrolação.

Ela deu um grito, mais gemido do que outra coisa, mas se assustou um pouco (acho que não doeu, a Luci também tinha quilômetros de pica enfiados nela).

Eu, um pouco mais calmo, comecei a enfiar cada vez mais a pica até chegar no fundo e comecei o vai e vem cada vez mais rápido. Nesse meio tempo, a gente transava, eu chupava os peitos dela, pegava na bunda, no cabelo, na cara... era uma bagunça, e ela gemia, gritava, dizia "me come" o tempo todo até que, por sorte, teve um orgasmo gostoso. Falo por sorte porque se eu continuasse bombando mais um minuto, ia gozar antes.

Ficamos uns minutos deitados na cama e falei no ouvido da mamãe:

Eu: Toma pílula? Porque quase gozei dentro.
Mamãe: Sim, fica tranquilo, não dá nada.
Luci: O que foi?
Mamãe: Nada, ele perguntou se você toma pílula porque quase gozou dentro...
Luci: Ahhhh... sim, tomo, fica tranquilo... poxa, por que não me deu a gozada?
Mamãe: Porque ele disse que vai tomar você, mas antes vai me comer.
Luci: Eu vou. quero dentro... (com tom de mimada)
Mamãe: diz que o primeiro você tem que tomar, que depois ela enche de porra...
Luci: beleza, vou pegar na sua palavra, guy!!!

Fiz minha mãe ficar de quatro, e a cara na buceta da amiga dela, queria comê-la enquanto dava sexo oral na outra.
Mas antes de penetrar, dei uma boa chupada na buceta e no cu como costumo fazer com a mamãe, que gemia e já começava a chupar a amiguinha puta dela.

Já satisfeito com a vontade de chupar a buceta dela, fiquei atrás da mamãe e comecei a comê-la devagar, mas fundo, e pra dar mais prazer pra ela, enfiava os dedos no cu dela ao mesmo tempo. Ela chupava a buceta da amiga, que tava de pernas abertas, aproveitando a língua da mamãe e se tocando nos peitos.

Outra cena que vai ser inesquecível de tão safada e quente, mas como tudo acaba... tava quase gozando, não aguentava mais, me segurei demais sem gozar.
Dei um tapa na bunda da mamãe e fiz sinal de que a porra tava vindo.
Mamãe: aí vem a porra... prepara a boquinha hahaha
Luci: mmmmm, que gostoso....
Eu: (falei no ouvido da mamãe) As duas ficam de joelhos e tomam juntas... ah, e fala pra sua amiga que ela é uma puta linda da minha parte.
Mamãe: hahahah que guy doido... escuta aqui, amiga, vamos tomar porra as duas, vem e ajoelha comigo... ahhh e ele disse que você é uma puta linda!!! hahaha
Luci: jaaaaaaaaa.... valeu, pivete, vou tirar toda a sua porra hoje....

As duas se ajoelharam juntas e começaram a me chupar. Quem mais trabalhava era a Lucía, embora a mamãe colaborasse e muito bem. Mas não trabalharam muito, eu já tava passado de tesão. Quando tava quase gozando, mandei elas colocar as bocas quase grudadas e acertei uns jatos em cada uma, que abriam a boca pra deixar entrar meu esperma quente.
trioJá sem uma gota de porra, e se faltava algo pra eu perceber que as duas juntas eram um absurdo e se completavam perfeitamente, elas rindo igual duas adolescentes começaram a se beijar, com meu gozo no meio e tipo brincando. Tava morrendo de vontade de falar e soltar um "boas amigas compartilham a porra", mas não queria que desse treta, queria descansar um pouco e continuar metendo o pau nessas duas safadas a tarde inteira.

Tô na cozinha descansando e tomando um pouco d'água, vejo minha mãe aparecer, sorrindo e feliz.
Mãe: E aí? Cumpriu suas expectativas?
Eu: Uffff, demais!!! Vocês duas são um fogo...
Mãe: hahaha sim sim, a gente se dá bem na cama (continuava rindo).

Ela pediu a garrafa d'água, deu uns goles e chegou pra me abraçar, e uma coisa levou à outra e acabamos transando e eu pegando na bunda dela com vontade.
Nisso, sem a gente perceber, aparece a Lúcia, amiga da minha mãe, e bem naturalmente abre a geladeira (barulho que fez a gente notar que ela tava ali).
Desesperados pela situação de que ela tava vendo a gente, principalmente minha mãe, ficamos duros e envergonhados (óbvio que ela não tava com a venda).

Mãe: (bem nervosa) LU!!!!! O que cê tá fazendo aqui?!?!?!?!!?
Lúcia: Queria água... algum problema? Você tava demorando demais...

Minha mãe não sabia o que dizer, tava vermelha que nem tomate, e eu olhava pra baixo e meio que escondia o rosto, embora ela já tivesse visto a gente transando. "que merda, agora ferrou tudo" pensei.
Lúcia: Cheeee, continuem, não liguem pra mim (falou num tom irônico)
Mãe: Não para, deixa eu explicar...
Lúcia: O que cê vai explicar? Que vocês tavam se pegando aqui e não me chamaram? Foi mal, amiga, me deixaram lá em cima sozinha e entediada enquanto vocês tão aqui se divertindo... sabe que isso não se faz.
Mãe: Nãoooo para, sério, quero explicar, não é o que parece (minha mãe não sabia o que caralhos explicar, porque tava transando com o filho dela) Transamos, nada podia explicar).
Lucía: Olha aqui, Silvi, a única coisa que você tem que me explicar é por que me deixaram sozinha lá em cima, o resto não, se você tá se referindo a isso...
(Mamãe continuava nervosa, sem conseguir dizer uma palavra coerente).
Lucía: Se você quer me explicar por que transa com o Andy, não faz drama, eu também comeria ele se fosse meu filho, simples assim, para de encher o saco, a gente já fez cada coisa juntas, hahahaha

A coisa continuava tensa, mamãe estava com os olhos lacrimejando e meio perdida, não sabia o que fazer, suponho, o que dizer, como se justificar, apesar de a amiga dela estar levando tudo numa boa, como se não fosse nada. Ou ela era uma gênia no sentido de enxergar só sexo e mais nada, ou então era uma doente mental que se regozijava com a situação em que estávamos naquele momento.
Eu também não sabia que porra fazer, porque quando tentei abraçar mamãe num tom carinhoso e pra acalmá-la, ela me afastou de forma brusca e meio violenta, como se estivesse com raiva.

Olhei fixo pra Lucía, que continuava bebendo água como se nada tivesse acontecido, e me arrisquei pra ver no que dava. Mandei um beijo pra ela e mordi o lábio, olhando ela de cima a baixo, dando a entender que tava ficando com tesão.
Ela, com cara de puta, esboçou um sorriso e olhou pro meu pau, que tava murcho por causa da situação de merda em que estávamos. Ela se aproximou de mamãe, que continuava imóvel e chorosa, e a abraçou.
Segurou o rosto dela e, olhando fixo, disse:

Lucía: Escuta aqui, gata, não me deixa mais de fora da festinha, entendeu?
Mamãe: (fez um "sim" não muito convincente com a cabeça)
Lucía: Vem cá, gatinho, chega perto da mamãe

Eu fiquei colado nas duas, e Lucía nos abraçou, dando uns beijinhos na testa ou nas bochechas.

Lucía: Agora vocês vão ter que agradar a mamãe, suponho que vão se comportar bem, os dois...
(Mamãe e eu fizemos que sim com a cabeça, eu cheio de vontade, mas mamãe ainda com dúvidas)
Lucía: Dêem uns beijinhos na mamãe, vamos...

Ela segurou a cabeça de nós dois e Levou nossas bocas até os peitos dela, um pra cada um, e mandou a gente começar a chupar os bicos. Eu, claro, tava era com vontade, me agarrei na teta igual recém-nascido, mas minha mãe ainda tava na dúvida, não tava convencida, devia estar passando pela cabeça dela o clássico "por que eu fiz isso"...

Lucía: (virando pra minha mãe) que foi, pequena... chupa, vai... (e enfiou a boca dela no peito dela com mais força).

Minha mãe começou a chupar o bico com um pouco mais de vontade, e eu, da minha parte, já tava mordiscando com gosto enquanto com uma mão segurava a bunda da Lucía.

Ela gemia um pouco e nos incentivava a continuar "mmm, que delícia", soltava de vez em quando.

Num momento, ela tirou nossas bocas das tetas dela e, fazendo a gente se aproximar da boca dela, começou a nos beijar, um tempinho com cada um, alternava entre minha mãe e eu, até que num instante fez a boca da minha mãe e a minha se encontrarem, e a gente começou a trocar uns beijos com a ajuda da amiga dela.

Nessa altura, eu já tava metendo a mão na bunda das duas com muita vontade, e a Lucía fazia o mesmo com a da minha mãe, que parecia estar se acendendo de novo com os beijos e carícias, até que eu pude ver a luxúria nos olhos dela de novo. Minha mãe agarrou com gosto a bunda da amiga, que só disse "mmm, assim que eu gosto, Silvi..."

Os beijos entre nós três já não eram mais por "obrigação" da Lucía, mas todo mundo queria se pegar, se beijar, se tocar...

Lucía pegou na nossa mão e disse "vamos pro quarto que é mais confortável". De mãos dadas, nos levou carinhosamente junto com ela. Entramos no quarto, ela fechou a porta e disse "daqui ninguém sai até eu mandar, ok?" A gente concordou com a cabeça pra aquela ordem, e a festa recomeçou.

Lucía jogou minha mãe na cama e se atirou em cima dela. Começou a beijar, tocar, esfregar as partes. Tava dando uma massagem incrível, que era bem recebida pela minha mãe, que gemia e se mexia num claro sinal de excitação.

Elas duas sozinhas em cena duraram pouco, Eu, que estava parado vendo a Lúcia comer a minha mãe e tendo aquela buceta à minha disposição, me aproximei e, sem pedir permissão, comecei a apalpar e chupar tudo nela. Quase na hora, puxei a tanga dela e minha língua começou a percorrer a pussy e o cu dela. Comi ela igual um louco enquanto ela gemia e continuava se esfregando na minha mãe à vontade.

Eu não sabia se minha mãe já tinha se excitado de novo ou não, só ouvia uns gemidos dela aqui e ali, no meio dos gemidos estrondosos da amiga dela que tava recebendo sexo oral de mim, até que num momento escutei a voz doce dela:

Mãe: viu como ele chupa bem, gostosa? (falando pra amiga)
Lúcia: siiiiiiiiiiiiiiiiiiii... (virando pra mim) você gosta de chupar pussy, gostoso?
Eu: adoro, Lu, mas mais ainda gosto de comer teu cu (enfiei a cara de novo e dei uma chupada infernal no cu dela).
Lúcia: (que recebeu minhas linguadas profundas no ânus) uuuuuhhhhhh siiiiiiiiiii que delíciaaaaaa

Eu continuei um tempão comendo a Lúcia até que falei "quero comer as duas juntas, pode ser?"
Elas começaram a rir e aceitaram, perguntaram como se posicionar e eu sugeri tentarmos de quatro, uma por cima da outra.
Do jeito que deu, elas se ajeitaram. A verdade é que a posição não era muito confortável, mas eu tinha acesso às duas.
Minha mãe ficou embaixo e a Lúcia em cima, então comecei de baixo pra cima. Passei minha língua pelas duas maravilhas, que respondiam com um gemido cada vez que eu passava por elas.

Essa posição não durou muito, era desconfortável pra elas principalmente, então me interromperam, gritando "queremos cock..."
Atendi os pedidos delas e a primeira que pediu foi a Lúcia.
Ela me fez deitar e montou em cima de mim. Como essa mulher cavalgava, viu? Dava uns pulos enormes em cima de mim. Num momento, parecia que a cama ia quebrar de tão violenta que era a montada.

Depois de um tempinho montada, ela ficou de quatro e falou "me dá, forte" (a Lúcia tinha monopolizado meu cock)... Obedeci com gosto e Penetrei vaginalmente com vontade, com força, com prazer e tesão. A bombada era o mais rápido e profundo que eu conseguia, e ela parecia adorar porque gritava o tempo todo igual uma louca.

A mãe, que estava na frente dela, se deitou com a pélvis na altura do rosto dela, abriu as pernas e agarrou a cabeça dela, fazendo ela praticamente se afundar na pussy dela. A Lúcia, que não estava preparada pra isso, se soltou um pouco e disse:

Lúcia: para, burra, vou me afogar!!!
Mãe: cala a boca, slut, vai (e enfiou a cara dela de novo na pussy).

Ela praticamente não deixava ela escapar, e ainda começou a mexer a pélvis no rosto dela, passando a pussy até pela testa mais ou menos. A mãe estava possessa de novo, ou talvez mais, estava toda slut, dava pra ver na cara de raiva e paixão que ela tinha, talvez fosse a libertação de não ter que ficar mentindo sobre com quem estava transando, ou sei lá, mas eu amava essa perversão que tinha.

A outra veterana já tinha gozado um par de vezes e pedia pra gente dar uma segurada, mas ninguém ligou por um tempo, continuamos quase sodomizando a Lúcia (eu já tinha enfiado um dedo no cu dela também nessa altura, não tava nem aí, tava louco pra caralho).

A Lúcia já não aguentava mais e fez bastante força pra se soltar, então deixamos ela (também não era a ideia fazer ela passar mal). Ela se deitou na cama de barriga pra cima e, enquanto suspirava, disse:

Lúcia: para um pouco, filhos da puta!!! vocês vão me matar!!!
Mãe: se fodeu por me desafiar agora pouco, "mamãe" kkkk
Lúcia: kkk para, sério, não vai ficar brava por causa disso?
Mãe: kkk não, burra....
Lúcia: vocês me deixaram moída, vaca....
Mãe: você queria experimentar meu cara... tem ele e não aguenta.

Elas ficaram se matando de rir enquanto eu olhava pra elas com vontade de enfiar a cock nelas.
Eu: e?!?!? vão continuar conversando, putas? (pegando na cock e mostrando pra elas).
Lúcia: me dá um tempo, gato, pra... (tava cansada mesmo, parecia)
Eu: (olhando pra mamãe) e você??
Mamãe: o que você quer?
Eu: você sabe o que eu quero... sua bunda
Mamãe: viu que sem noção que é esse cara?!?! (olhando pra amiga)
Lúcia: entrega logo pra ele, coitado...
Mamãe: entrega você, mocinha...
Lúcia: nem louca, isso no cu não entra, hahahaha
Eu: ah, então!!! no final você me vendeu como uma putona e sua amiga é uma santinha, mamãe...
Lúcia: mais respeito, cara...
Eu: e?!?! vai entregar a raba ou não? (olhando pra minha mãe)
Mamãe: tá bom, mas prepara direito.
Eu: sim, sim, vai, fica de quatro..

Fiz o que ela pediu e comecei a preparar a bunda dela, não muito, queria meter logo, então foram uns minutos de oral, passei um pouco de lubrificante e cheguei até dois dedos. Depois me posicionei atrás dela e enfiei no cu dela, devagar, claro, mas não foi tão difícil quanto pensei chegar até o fundo.

Mamãe aguentava a metida estoicamente enquanto se masturbava ao mesmo tempo, e eu fui tirando uns orgasmos suaves dela.

Eu queria comer a amiga dela, não sabia se teria outra chance, então comecei a provocar com umas frases debochadas, e ela respondia rindo: "uma boa puta aguenta no rabo"... "me decepcionou, tia"... "olha como a mamãe aproveita" "experimenta, não vai se arrepender" "depois vai pedir pra não tirar"...

Não sei se feri o ego dela ou se ela ficou excitada de verdade com toda essa conversa, mas ela se aproximou de mim e ficou olhando como eu estava comendo a mamãe. Começou a passar a mão no meu peito e me dar uns beijos, sem parar de olhar a fodida que eu estava dando na amiga dela.
mamaLucía: vai fazer devagar?
Eu: fica tranquila, você vai gostar...
Lucía: o que você acha, amiga?
Mãe: entrega a bunda pra ele, não vai se arrepender. (entre gemidos)
Lucía: tá bom, mas se doer você tira, ok?
Eu: calma tia, vamos devagar.
Lucía: Mas você tira?!?!
Eu: claro que sim, relaxa....

Tirei a pica da bunda da mãe, que se jogou na cama de bruços pra descansar, e a Lucía se deitou na cama, de barriga pra cima.
Lucía: beleza, tenta, mas vai com calma (levantou um pouco as pernas esperando a penetração)
Eu: não para, primeiro vou preparar bem, tia (não era minha tia, mas eu curtia o tesão e acho que ela também).
Lucía: manda ver, melhor assim

Levantando as pernas dela, comecei com um oral bem dado, bunda e buceta, tudo junto pra excitar ela direitinho, e depois passei pro lubrificante e os dedos. Essa eu ia ter que preparar bem porque claramente não é de entregar a bunda com frequência igual a mãe.
Com muita paciência e um por um, consegui enfiar até 3 dedos ao mesmo tempo, sinal de que já tava pronta.
Passei bastante lubrificante na minha pica e, olhando fixo pra ela pra ver as reações, encostei a pontinha e comecei a enterrar bem devagar.
Dava pra ver uma carinha de dor, então perguntei se continuava (não queria estragar ela com minha vontade de comer a bunda dela), mas por sorte ela mandou seguir.

Paciência é virtude, ainda mais na hora de comer uma bunda. Demorou, mas consegui meu objetivo e depois de um tempo a amiga da mãe já tava com a pica quase toda enfiada na bunda e parecia estar curtindo um pouco mais.
Antes de começar a bombar, joguei lubrificante no clitóris dela e comecei a esfregar. Isso pareceu soltar ela ainda mais e, sem ela perceber, não só tinha enfiado a pica inteira como tava bombando cada vez mais rápido e firme.

Eu: cê tá gostando, tia?
Lucía: siiiim, tô adorando...
Eu: quer que eu tire?
Lucía: não, cara, não...
Eu: me pede pra não tirar, putinha (queria zoar ela, por não entregar a bunda logo) (entrada)
Lucía: (com voz entrecortada) cala a boca, guri, e me come....

Não dava pra continuar enrolando, então continuei metendo fundo no cu dela, enquanto ela gemia cada vez mais alto. Já não tinha nenhum sinal de dor no rosto dela, era só prazer, já estava com o cu bem aberto e com vontade de mais, então mandei ela ficar de quatro. No começo ela não queria, mas acabou aceitando meu pedido.

Já de quatro e vendo o quanto o cu dela estava aberto, enfiei de uma vez até o fundo, mas devagar, também não precisa abusar. Embora tenha doído um pouquinho, foi só momentâneo até ela se acostumar.
tiaSegurando firme nas nádegas dela, abrindo elas, falei pra minha mãe: "Mãe, me ajuda, toca o clitóris dela assim eu faço ela gozar pelo cu, quer?"

Ela aceitou meu pedido e não só foi tocar o clitóris, mas se colocou debaixo dela e começou a lamber. Tava dando uma chupada daquelas enquanto eu enfiava no cu dela cada vez mais forte e fundo.

Lucía gritava e gemia, pedia mais, tava em êxtase. Agora sim dava pra ver a coroa toda tesuda, aproveitando um bom anal. Os orgasmos não demoraram e dava pra ver que ela teve uns 2 ou 3 no mínimo enquanto eu perfurava aquele cuzão.

Lucía: Goza dentro!!! goza dentro!!!
Eu: Pede a porra como manda, tia
Lucía: ahhhh me dá porra, sua puta, vai logo
Eu: Onde você quer a porra, sua slut?
Lucía: (com voz entrecortada) no cuuuu... enche meu rabo de leiteeeee vai logo
Eu: Assim que eu gosto, sua puta!

Bombeei mais algumas vezes e já tava pronto, com umas bombadas lentas e profundas comecei a encher o cu dela de porra enquanto ela gemia a cada jato de sêmen que inundava as entranhas dela.

Passou pouco tempo até ela pedir pra tirar do cu, e assim que tirei, ela desabou em cima da minha mãe, que ainda tava debaixo dela.

Eu fiquei olhando meu trabalho, que pelo buraco que tinha ficado, dava pra ver que foi bom. Logo depois começou a escorrer porra do cu dela, caindo nos peitos da minha mãe, que ainda tava lá embaixo segurando a amiga até ela se recuperar.
incestoEu comecei a dar risada pra caralho (não sei por que saiu, mas foi assim)
Mãe: do que você tá rindo?
Eu: (entre risadas e como dava) de como eu deixei a buceta dessa putinha...
(a mãe também começou a rir, enquanto a Lucía levava a mão pra ver como tinha ficado a buceta dela)
Lucía: eu não sou nenhuma putinha, guy!!!
(quando a Lucía tocou na própria buceta, gritou:)
Lucía: ahhh filho da puta!!!! você deixou minha buceta toda aberta, porra!!!!!!
Mãe: calma, amiga, já vai fechar... (entre risadas).

Lucía saiu de cima da mãe e se deitou de lado na cama, e no começo tava com cara de preocupada e bem puta, mas depois começou a rir também e a situação descontraiu. Lucía falava pra minha velha que ela era uma putinha, e as duas se cagavam de rir enquanto zoavam e, lembrando histórias, se perguntavam quem era mais puta das duas.

Depois das perguntas de praxe sobre como cada um tinha curtido, tomamos um banho gostoso e arrumamos a bagunça que tinha ficado, e quando a Lucía tava indo embora, deu um beijão em cada um de nós e falou "vê se me chamam de novo, hein...

14 comentários - Fodi o cu da minha mãe 7 (e da amiga dela)

Joya. A ver si te animas a subir foto de tu viaja aunque sea solo el cuerpo o el culo
Ufff que manera de calentar esas dos yeguas mi deseo sería que el pendejo la preñe a lucia
Exelente!!!!tremenda saga ojalá allá muchas más felicitaciones !!10!!!
Excelenteeeee!!! Que no termine mas esta saga!!! Sos u genio!!
En cada relato tuyo, yo me comprenetraba en tu personaje, era yo que me cogia a ambas. Me volaste la cabeza (ambas). Sigue la saga?. Segue contando. Van puntos
Uma vez fazendo c* na minha tia, meti tão forte que ela cagou toda. Não parava de foder o cu dela.