Elena, a esposa gostosa.

Meu nome é Elena, tenho vinte e oito anos e estou casada com Carlos há cinco. Somos o casal típico do subúrbio: ele trabalha num escritório de contabilidade, eu cuido da casa, e vivemos numa casa modesta mas aconchegante num bairro tranquilo. Minha vida sempre foi organizada, previsível, segura. Fui criada numa família conservadora onde me ensinaram que uma boa esposa deve ser doce, obediente e complacente. E eu sou, ou pelo menos era, até que tudo mudou. Tenho consciência da minha aparência, embora nunca me tenha considerado vaidosa. Tenho o cabelo preto como a noite de ébano, longo e liso, que cai em cascata até a metade das minhas costas. Minha pele é pálida, de porcelana, marcando um contraste dramático com meu cabelo. Meu rosto é delicado, quase etéreo, com olhos grandes cor de avelã que minha mãe costumava dizer que pareciam de boneca, um nariz pequeno e empinado, e lábios carnudos de rosa natural. Mas é o meu corpo que costuma chamar atenção, mesmo eu fazendo de tudo para escondê-lo sob roupas largas e modestas. Tenho curvas pronunciadas, quadris largos que se afinam numa cintura pequena, e um peito generoso que sempre me envergonhou pelos comentários que provoca. Carlos diz que tenho o corpo de uma deusa vênus, mas nunca soube o que fazer com ele, nem mesmo na intimidade.Elena, a esposa gostosa.Nossa vida sexual é... funcional. Carlos me ama com ternura, mas o jeito dele de me fazer amor é rápido, mecânico, quase ritualístico. Nunca senti aquela paixão ardente que descrevem nos romances, aquele abandono total que minhas amigas comentam. Eu cumpro meu dever conjugal com docilidade, sempre disponível, sempre acessível, mas raramente satisfeita. Tudo começou na primavera, quando a casa ao lado, que estava vazia há meses desde que os velhos Jenkins se mudaram para um asilo, finalmente foi vendida. Lembro do dia em que o caminhão de mudança chegou. Eu estava regando as plantas do jardim da frente, vestida com um vestido de verão de algodão branco, quando ouvi o barulho do motor a diesel. Levantei os olhos e vi um homem descendo do caminhão. Minha primeira impressão foi de pura presença física. Ele era alto, muito mais alto que o Carlos, que mal passa de um metro e setenta. Esse homem devia ter uns um metro e noventa e cinco, com uma compleição atlética, musculosa mas elegante. A pele dele era de um tom chocolate profundo, brilhando sob o sol da manhã. Ele usava uma camiseta sem mangas que revelava braços esculpidos, veias marcadas, e um tronco que se afinava numa cintura firme. O rosto dele era anguloso, com mandíbula forte, lábios grossos, e olhos escuros que pareciam absorver a luz. Percebi que estava encarando ele quando ele virou a cabeça e nossos olhos se encontraram. Senti um arrepio que percorreu minhas costas até a nuca. Não era medo, exatamente, embora devesse ter sido. Era algo mais primitivo, um reconhecimento instantâneo de algo que meu corpo entendia mas minha mente rejeitava. — Bom dia — ele disse, e a voz dele era um grave profundo que vibrou no meu peito —. Devo ser o novo vizinho. Me chamo Marcus. Minha voz saiu como um sussurro, trêmula. Me apresentei, sentindo o calor subir pelo meu pescoço, tingindo minhas bochechas de um vermelho intenso. Notei como os olhos dele percorreram meu corpo, não de forma descarada, mas com uma intensidade que fez queria me cobrir, embora meu vestido fosse completamente recatado. —Encantado em conhecê-la, Elena — disse meu nome como se estivesse saboreando, e algo na forma como ele pronunciou fez meus joelhos fraquejarem. Durante as semanas seguintes, os encontros se tornaram frequentes. Marcus parecia ter uma habilidade de aparecer quando eu estava sozinha em casa, quando Carlos tinha saído para o trabalho. No começo, eram conversas inocentes sobre o jardim, sobre o clima, sobre a taxa da associação de moradores. Mas logo, as conversas ficaram mais pessoais, mais íntimas. Marcus tinha um jeito de me olhar que me fazia sentir nua, mesmo estando completamente vestida. Ele não desviava o olhar quando falava, mantendo contato visual constante, me fazendo sentir como se eu fosse a única coisa importante no mundo. E começou a me elogiar, não de forma vulgar, mas com uma precisão que me desarmava. —Você tem uma beleza clássica, Elena — disse ele uma tarde enquanto conversávamos pela cerca que separava nossas propriedades—. Esse contraste entre sua pele pálida e seu cabelo escuro... é hipnótico. Seu marido deve se sentir o homem mais sortudo do mundo. Carlos nunca falava comigo assim. Ninguém nunca tinha falado. E embora parte de mim soubesse que eu deveria me sentir desconfortável, outra parte, mais profunda e obscura, se deleitava com a atenção. —Carlos é bom comigo — respondi, mais para me convencer do que a ele. —Tenho certeza que é — Marcus assentiu, se aproximando um pouco mais da cerca—. Mas uma mulher como você... precisa de mais do que bondade, não acha? Precisa ser adorada, precisa que alguém se perca nela, que a explore por completo. A voz dele tinha um timbre rouco, sugestivo. Senti um formigamento entre minhas pernas, uma umidade que me envergonhou profundamente. Cruzei as pernas instintivamente, e notei como um sorriso torto apareceu no rosto de Marcus. —Não sei do que você está falando — menti, e minha voz saiu fraca, insegura. —Claro que sabe — disse ele, e estendeu a mão para tocar minha bochecha com as costas dos dedos. A pele dele era quente, áspera, e o contato elétrico me fez ofegar—. Você sente isso agora, né? Essa eletricidade. Essa necessidade. Não consegui responder. Eu estava paralisada, presa entre a moralidade que me foi incutida e uma atração primitiva que eu não podia negar. Na semana seguinte, Marcus me convidou para a casa dele para ver umas fotos de uma viagem que tinha feito pela Ásia. Eu sabia que não deveria ir, que era inapropriado, mas algo no olhar dele, na presença dele, me fazia perder a capacidade de recusar. Carlos estava numa viagem de negócios de três dias, e a casa estava vazia, silenciosa, cheia de oportunidades proibidas. Quando entrei na casa do Marcus, o ar cheirava a incenso e algo mais, algo masculino e inebriante. Ele me ofereceu uma taça de vinho, e eu, que raramente bebia mais que uma taça em jantares especiais, aceitei. Precisava de algo que acalmasse os nervos que eu sentia vibrando no meu estômago. —Você é tão tensa, Elena —disse Marcus, sentando ao meu lado no sofá de couro. Estávamos perto, perto demais—. Você sempre parece estar esperando permissão para existir. —Foi assim que fui criada —admiti, dando um gole no vinho—. Sempre dizendo que eu devo ser boazinha, obediente, submissa. —E é isso que você quer? —A mão dele encontrou minha coxa, e o contato através do tecido da minha saia me fez estremecer—. Ser submissa? Meu coração batia tão forte que eu podia ouvi-lo nos meus ouvidos. A palavra "submissa" ganhou um novo significado na boca dele, um carregado de promessas sombrias e prazeres proibidos. —Não sei —sussurrei, olhando minhas mãos trêmulas no meu colo. Marcus segurou meu queixo com suavidade, mas firmeza, me obrigando a olhar para ele. Os olhos dele eram poços negros de intensidade. —Pare de pensar, Elena —ordenou, e o tom de voz dele mudou, adquirindo uma autoridade que eu nunca tinha ouvido do Carlos—. Só sinta. Confie em mim. E então ele me beijou. Não foi o beijo desajeitado e apressado do Carlos, mas uma invasão deliberada, dominante. A dele minha língua entrou na minha boca, explorando, reivindicando, e eu me derreti contra ele, gemendo involuntariamente. As mãos dele eram grandes, fortes, e começaram a percorrer meu corpo com uma confiança que me tirou o fôlego. —Deus, você é perfeita —ele rosnou contra meu pescoço, enquanto os lábios dele desciam pela minha clavícula—. Tão branca, tão macia. Vou te devorar, Elena. Vou te fazer minha. Eu deveria ter corrido, gritado, lembrado dos meus votos de casamento. Mas meu corpo traía minha mente com uma ferocidade que me assustava. Quando as mãos dele encontraram meus peitos, apertando com uma força que beirava o limite entre prazer e dor, eu arqueei as costas, me oferecendo mais. —Por favor —eu gemi, sem saber exatamente o que estava pedindo. —Por favor o quê, boneca? —Marcus se afastou o suficiente para me olhar, e eu vi a luxúria crua no rosto dele, a ereção tensa contra as calças que deixava pouco para a imaginação—. Me diz o que você quer. Fala com clareza. —Me toca —eu supliquei, e a vergonha queimava minhas bochechas, mas a necessidade era mais forte—. Por favor, me toca. —Onde? —ele insistiu, cruel na exigência—. Me diz exatamente onde você quer que eu te toque, Elena. Não seja tímida. Fala como a puta que você é. A palavra deveria ter me ofendido, mas na boca dele, com aquela voz rouca, soou como a verdade mais pura. Eu era uma puta, uma gostosa insaciável que só agora, com esse homem, começava a se descobrir. —Meu... To... Tudo, por favor —eu balbuciei, usando uma palavra que nunca tinha dito em voz alta—. Me toca toda, por favor. Marcus rosnou, um som animal, e as mãos dele deslizaram por baixo da minha saia, encontrando a umidade que tinha encharcado minha calcinha de algodão. Quando os dedos dele tocaram minha buceta através do tecido molhado, eu gritei, agarrando os ombros musculosos dele. —Porra, você tá encharcada —ele murmurou, e com um movimento rápido, rasgou minha calcinha, me fazendo ofegar de surpresa e excitação—. Vou ter que te comprar umas novas. Ou melhor, você nunca mais vai usar calcinha na minha presença. Entendido? —Sim —sussurrei, submissa, entregue—. Sim, eu entendo. Os dedos dele entraram em mim, grossos, fortes, curvando-se para encontrar aquele ponto que nem eu mesma conhecia bem. A sensação foi explosiva, um prazer tão intenso que vi estrelas atrás das minhas pálpebras. Marcus trabalhou meu corpo com uma perícia que falava de experiência, de domínio total sobre a anatomia feminina. —Olha como você se abre pra mim —disse ele, observando com fascínio como os dedos entravam e saíam da minha buceta rosada, contrastando dramaticamente com a pele escura dele—. Olha essa florzinha branca recebendo minha semente. Você é linda, Elena. E vai ser minha putinha pessoal, né? —Sim, sou sua putinha —repeti, e cada palavra me libertava mais, me corrompia mais fundo—. Sou sua putinha, Marcus. Faz o que quiser comigo. Ele me fez gozar três vezes com os dedos antes de desabotoar a calça. Quando vi o pau dele pela primeira vez, arfei numa mistura de terror e desejo. Era enorme, muito maior que o do Carlos, grosso e escuro, com veias saltadas e uma cabeça bulbosa que brilhava com o líquido pré-gozo. Parecia uma arma, algo feito pra conquistar e devastar. —Não... não vai caber —gaguejei, recuando instintivamente. —Vai caber —prometeu Marcus, agarrando minha cintura com uma mão enquanto se alinhava com minha entrada—. Seu corpo foi feito pra isso, Elena. Foi feito pra ser fodido por um pau preto grande. Fala. Fala pra que você foi feita. —Pra ser... pra ser fodida pelo seu pau preto —gemi, e quando ele empurrou pra frente, me esticando, me abrindo de um jeito que eu nunca tinha sentido, gritei o nome dele. A penetração foi intensa, quase dolorosa no começo, mas Marcus não teve piedade. Ele me comeu com uma força que deixava marcas roxas na minha cintura, que me fazia quicar nele, que transformava meu corpo num simples receptáculo do prazer dele. E eu amei cada segundo.esposa— Olha isso —ordenou, agarrando meu cabelo para me forçar a olhar para baixo—. Olha como eu tô te abrindo. Olha como a sua bucetinha branca tá comendo a minha pica preta. Você é uma foxy interracial agora, Elena. Minha foxy interracial. A visão era hipnótica. O membro escuro dele desaparecendo dentro de mim, meus lábios vaginais rosados se esticando ao redor da grossura dele, a umidade brilhante que nos unia. Eu nunca tinha visto nada tão erótico, tão perverso, tão certo. Marcus me comeu no sofá, depois contra a parede, depois no chão. Me fez ficar de quatro como uma puta, agarrando meu cabelo como rédeas enquanto me penetrava por trás com estocadas profundas que batiam no meu colo do útero. Cada golpe mandava ondas de prazer pela minha espinha, fazendo meus peitos balançarem, meus gemidos virarem gritos descontrolados. — Você vai gozar na minha pica —ordenou, e as palavras dele não eram uma sugestão, mas uma certeza—. Você vai se acabar como a puta viciada em pica preta que você é. Tá sentindo? Tá sentindo como ela te possui? — Sim, sim, Deus, sim —gritei, e quando senti os dedos dele encontrarem meu clitóris, esfregando em círculos brutais enquanto ele continuava me penetrando fundo, eu explodi. O orgasmo foi devastador, diferente de qualquer coisa que eu já tinha vivido. Minha visão ficou turva, meus músculos se contraíram violentamente ao redor do membro dele, e jatos de líquido saíram de mim, encharcando as coxas dele, o chão, criando uma poça da nossa união. Eu esguichei pela primeira vez na vida, e a vergonha se misturou com o êxtase absoluto. — Boa garota —rosnou Marcus, sentindo meu orgasmo—. Agora é minha vez. Vou te encher, Elena. Vou deixar minha semente dentro de você. Você quer isso? Quer minha semente preta na sua barriga branca? — Sim, por favor, me enche —supliquei, completamente perdida na luxúria—. Quero sua semente. Quero sentir você gozando dentro de mim. Com um rugido que soou como o de um animal selvagem, Marcus empurrou uma última vez, tão fundo que eu senti a cabeça dele batendo em algo dentro de mim, e então ele pulsou, quente, grosso, me inundando com o esperma dele. Eu podia sentir cada jato, cada contração do pau dele enquanto me marcava por dentro, me reivindicando como território dele.infielQuando finalmente ele se afastou, eu desabei no chão, tremendo, ofegante, com os fluidos dele escorrendo entre minhas pernas. Marcus se ajoelhou sobre mim, ainda ereto, brilhando com a nossa mistura, e acariciou meu rosto com uma ternura que contrastava com a brutalidade de momentos antes. —Você é perfeita —disse ele, e os olhos dele brilhavam com algo além de luxúria, algo que parecia posse absoluta—. Mas isso é só o começo, Elena. Vou te treinar. Vou te transformar na puta perfeita. Você vai esquecer aquele marido seu. Você vai viver só pra minha pica. E naquele momento, coberta de suor e porra, com o corpo dolorido mas o espírito estranhamente liberto, eu soube que era verdade. Eu tinha cruzado um limiar do qual não havia retorno. Minha mente, antes pura e recatada, agora estava corrompida pela necessidade insaciável daquele homem, do seu domínio, do seu jeito de me fazer sentir viva de um jeito que eu nunca tinha conhecido. Durante as semanas seguintes, eu me tornei algo que eu não reconhecia. Marcus me treinou sistematicamente, como se estivesse moldando argila. Ele me ensinou a me ajoelhar direito, com as mãos amarradas nas costas, a boca aberta, esperando o uso dele. Ele me ensinou a engolir o esperma dele sem desperdiçar uma gota, a manter o olhar enquanto fazia isso, a agradecer pelo privilégio.Cornudo
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Cornudo
esposa vadia—Você é minha propriedade agora — ele dizia enquanto fodiam minha garganta, meus olhos lacrimejando, minha maquiagem borrada pelas lágrimas—. Cada buraco seu me pertence. Sua boca é minha punheteira pessoal. Sua buceta é meu receptáculo de porra. E logo, muito logo, seu cu vai ser meu também. A ideia de sexo anal me aterrorizava e excitava na mesma medida. Carlos nunca tinha tentado, considerando isso sujo e perverso. Mas com Marcus, a perversão tinha se tornado minha nova normalidade. Eu ansiava pela aprovação dele mais do que qualquer coisa, e estava disposta a me degradar completamente para consegui-la. Uma tarde, enquanto Carlos achava que eu estava na academia, Marcus me tinha no porão dele, amarrada a uma mesa especial com algemas de couro nos pulsos e tornozelos. Eu estava completamente nua, exposta, vulnerável. Ele estava vestido, o que tornava a diferença de poder ainda mais marcante. — Hoje eu vou tomar seu cu, Elena — anunciou, e senti um arrepio de antecipação—. E você vai me implorar pra isso. Vai suplicar pela minha pica no seu cu virgem. — Por favor, Marcus — eu gemi, e já não sabia onde terminava a atuação e onde começava a realidade—. Por favor, fode meu cu. Preciso te sentir aí dentro. Preciso ser completamente sua. Ele levou o tempo dele, me preparando com lubrificante e os dedos, me esticando, me abrindo. Quando finalmente empurrou, a dor foi intensa, ardente, mas se misturou com um prazer tão profundo que eu gritei, arqueando as costas contra as restrições. — Porra, você é apertada — ele rosnou, avançando devagar, centímetro por centímetro—. Tão quente. Tão perfeita. Você é minha puta anal agora, Elena. Minha puta de três buracos. Ele fodeu meu cu pelo que pareceu uma eternidade, variando o ritmo, me fazendo sentir cada centímetro da posse dele. Quando finalmente gozou dentro de mim, me enchendo com o calor dele, eu chorei de alívio e de felicidade perversa. — Você é linda quando está cheia da minha porra — disse, acariciando minha barriga inchada—. Quando Carlos te tocar essa noite, você vai pensar em mim. Você vai sentir como eu gotejo de você. Vai fazer isso? —Sim, Marcus —prometi, e era verdade—. Eu sempre penso em você. Sempre sinto seu sêmen dentro de mim. A corrupção da minha mente foi tão completa quanto a do meu corpo. Comecei a mentir para Carlos com uma facilidade que me assustava. Dizia que estava saindo com amigas quando na verdade estava sendo usada por Marcus em cada canto da casa dele. Dizia que estava fazendo aulas de ioga quando na verdade estava aprendendo a ser uma escrava sexual perfeita. Marcus me comprou calcinhas de renda preta, ligas, salto alto. Coisas que eu nunca tinha usado para Carlos. Ele me fez tatuar uma pequena marca de propriedade na virilha, uma coroa preta minúscula que só nós dois conhecíamos. E cada vez que eu me vestia para ele, cada vez que me ajoelhava aos pés dele, eu me sentia mais viva do que nunca. —Sabe qual é a melhor parte disso? —me perguntou uma noite, enquanto eu estava deitada entre os dois, coberta de sêmen seco, os músculos doloridos—. Que você é uma mulher de verdade, Elena. Não uma putinha barata. Você é uma esposa respeitável, uma mulher decente, que escolhe ser minha vadia. Isso é mais excitante do que qualquer outra coisa. E ele tinha razão. Não era que Marcus tivesse me forçado. Ele tinha me seduzido, sim, mas eu tinha escolhido cair. Tinha escolhido a corrupção, a depravação, a entrega total. Cada vez que eu olhava nos olhos de Carlos durante o jantar, sentindo o sêmen de Marcus gotejando de mim, sentia uma excitação perversa que me fazia sentir poderosa e pequena ao mesmo tempo. Um mês depois da nossa primeira vez, Marcus me levou a um clube de swingers exclusivo na cidade. Ele queria me exibir, queria que outros homens me vissem, que soubessem que eu era dele. Me vesti com um vestido preto justo que deixava pouco para a imaginação, sem calcinha, com um plug anal que Marcus tinha inserido antes de sair. No clube, ele me fez dançar com outros homens, sempre observando, sempre dono da situação. Quando um homem ousou tocar minha bunda, Marcus apareceu instantaneamente, colocando uma mão possessiva na minha cintura. —Ela é minha —disse simplesmente, e o outro homem recuou—. Mas pode olhar. Pode ver o que eu tenho. Naquela noite, ele me levou para um dos salões privados do clube, em frente a um espelho no teto, para que eu pudesse ver cada detalhe. Me colocou de quatro, com o vestido levantado, o plug retirado, e me comeu o cu enquanto me obrigava a nos olhar no espelho. —Olha pra puta que você é —ordenou—. Olha como você adora. Fala. Fala pra todo mundo ouvir. —Eu adoro —gritei, sem me importar quem pudesse ouvir—. Eu adoro sua pica preta no meu cu branco. Sou sua puta, Marcus. Sua escrava. Sua propriedade. Quando terminou, me levou de volta pra casa, me deixando na porta com a roupa bagunçada, o cabelo revirado, e o esperma dele escorrendo pelas minhas coxas. Carlos estava dormindo lá em cima, sem saber que sua esposa doce e submissa tinha sido transformada numa viciada em sexo interracial, uma mulher cuja mente estava completamente corrompida pelo prazer. Agora, meses depois, continuo sendo a esposa do Carlos na superfície. Cozinho as refeições dele, lavo as roupas dele, sorrio pra ele com ternura. Mas toda vez que o Marcus me faz um sinal, toda vez que ele aparece no jardim com aquele olhar que penetra minha alma, eu caio de joelhos. Meu corpo não me pertence mais. Minha mente também não. Aprendi a existir em dois mundos: o da esposa obediente e recatada, e o da gostosa insaciável que vive só pra próxima vez que o Marcus usar ela. E embora eu saiba que deveria sentir vergonha, culpa, arrependimento, não sinto nada além de gratidão. Graças a ele, descobri quem eu realmente sou. Uma mulher de caráter submisso, sim, mas submissa só a quem pode dominá-la completamente. Uma deusa na rua, uma escrava na cama do Marcus. E quando ele me olha com aqueles olhos escuros e me ordena que eu me ajoelhe, obedeço com um sorriso, porque sei que meu lugar é aos pés dele, servindo o prazer dele, recebendo o esperma dele, sendo finalmente, completamente, irrevocavelmente sua. Meu nome é Elena, sou uma esposa infiel, uma mentirosa, uma puta. E nunca fui tão feliz.Elena, a esposa gostosa.
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