O banheiro estava escuro, com a luz fraca dos espelhos refletindo apenas os contornos do desejo. Meu marido abriu a porta com cuidado. Mas não me encontrou sozinha.
A cena durou segundos. Suficientes para os olhos dele captarem o que a imaginação não ousava construir por completo. Eu de costas para a pia, com a respiração ofegante e o rosto ardendo de adrenalina. O desconhecido, atrapalhado e nervoso, subia o zíper enquanto murmurava algo quase inaudível, confuso, e saiu sem ousar olhar para trás.
Eu fiquei ali, com a calcinha fio dental deslocada, a minissaia na cintura, a pele quente e um brilho nos olhos que meu marido reconheceu na hora. Não houve cobranças. Só silêncio.
Ele se aproximou devagar, me virou e me abraçou por trás, sussurrou no meu ouvido, com a voz grave e contida:
— Você fez?
Não respondi nada. Só assenti, com uma mistura de culpa doce e fogo na garganta. Ele me girou suavemente para olhar nos meus olhos. Não precisava de mais provas. A tensão ficou elétrica. Ele estava, tipo, louco, descontrolado.
— Me conta — ele ordenou, quase implorando —. Cada detalhe.
Engoli saliva, muita saliva, ainda com o gosto do pau daquele cara. Fer baixou o olhar só um pouco e começou a falar, em voz baixa, como se confessasse um pecado que, longe de nos separar, nos fundia em algo mais intenso. Contei o que ele tinha visto, como o cara tinha me seguido até o banheiro, como eu tinha deixado ele ir até onde quisesse. E como o tempo todo, no fundo da minha mente, eu só pensava no meu marido me olhando, me desejando, me esperando.
Fer tremeu. Não de raiva, mas de tesão.
— Você é minha — disse, e me beijou com força —. Sempre foi.
Ele me encostou na parede do banheiro, como se precisasse marcar seu território, selar o pacto secreto que nos unia naquela escuridão compartilhada. Ele sabe que sempre serei sua putinha.
A cena durou segundos. Suficientes para os olhos dele captarem o que a imaginação não ousava construir por completo. Eu de costas para a pia, com a respiração ofegante e o rosto ardendo de adrenalina. O desconhecido, atrapalhado e nervoso, subia o zíper enquanto murmurava algo quase inaudível, confuso, e saiu sem ousar olhar para trás.
Eu fiquei ali, com a calcinha fio dental deslocada, a minissaia na cintura, a pele quente e um brilho nos olhos que meu marido reconheceu na hora. Não houve cobranças. Só silêncio.
Ele se aproximou devagar, me virou e me abraçou por trás, sussurrou no meu ouvido, com a voz grave e contida:
— Você fez?
Não respondi nada. Só assenti, com uma mistura de culpa doce e fogo na garganta. Ele me girou suavemente para olhar nos meus olhos. Não precisava de mais provas. A tensão ficou elétrica. Ele estava, tipo, louco, descontrolado.
— Me conta — ele ordenou, quase implorando —. Cada detalhe.
Engoli saliva, muita saliva, ainda com o gosto do pau daquele cara. Fer baixou o olhar só um pouco e começou a falar, em voz baixa, como se confessasse um pecado que, longe de nos separar, nos fundia em algo mais intenso. Contei o que ele tinha visto, como o cara tinha me seguido até o banheiro, como eu tinha deixado ele ir até onde quisesse. E como o tempo todo, no fundo da minha mente, eu só pensava no meu marido me olhando, me desejando, me esperando.
Fer tremeu. Não de raiva, mas de tesão.
— Você é minha — disse, e me beijou com força —. Sempre foi.
Ele me encostou na parede do banheiro, como se precisasse marcar seu território, selar o pacto secreto que nos unia naquela escuridão compartilhada. Ele sabe que sempre serei sua putinha.
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