Fala, galera! Valeu pelo apoio no último post. Dessa vez vou contar como comecei a dar em cima ativamente dos amigos do meu pai — tipo, eles já me notavam, mas agora começaram a me olhar com tesão.
---Hoje você tá bem apertadinha, filha — falou meu pai enquanto a pica dele chegava no fundo do meu útero, eu não parava de gemer, a gente tava todo suado...
Com o passar dos meses, já tínhamos controlado a situação. Às vezes a gente se beijava com a minha mãe em casa, a tensão sexual dava pra sentir no ar. Minha mãe continuava com as viagens absurdas dela, deixando a gente sozinho por um tempão, às vezes até três dias.
A gente também decidiu que eu colocaria um implante subdérmico de alta qualidade pra evitar gravidez. Ele me comprava calcinha, fio dental, lingerie, dildos, brinquedos, vibradores. Tudo era um mundo completamente novo, cheio de putaria e luxúria entre pai e filha.
---Me enche de leite, papai — falei entre gemidos.
Aí, no meio da excitação, ele soltou uma coisa que me deixou com tesão e me deu arrepios ao mesmo tempo. Foi uma sensação estranha, mas gostosa.
---Queria que meus amigos também curtissem você, sua putinha.
Eu fiquei em choque. Será que ele tava falando sério ou era só o momento que a gente tava vivendo? Resolvi entrar na brincadeira.
---Aí sim, papai, quero que eles me encham de leite também, quero todas essas picas só pra mim.
Meu pai me pegou pelo pescoço e cuspiu na minha boca.
Naquela noite, depois do sexo, a gente dormiu junto depois de um banho gostoso, totalmente pelados, com o perigo latente de que talvez minha mãe chegasse mais cedo e nos pegasse no flagra.
Vale mencionar que meu pai e os amigos dele se reuniam uma vez por mês pra tomar umas cervejas, colocar o papo em dia, jogar cartas ou videogame — coisa de homem, sabe. Às vezes minha mãe ia junto. Eles nunca levavam as esposas, sei lá por quê. Bom, na verdade sei sim. Às vezes eu ouvia as conversas deles: falavam de traições, de como enganavam as mulheres com a secretária, com a vizinha e essas paradas.
Dessa vez faltava... Só 1 dia pra eles se juntarem depois daquelas palavras que meu pai disse, aí eu decidi: botar à prova se meu pai tava falando sério mesmo e aí talvez agir.
O clima mais comum no Panamá é o tropical úmido, com temperaturas altas e umidade pra caramba o ano inteiro, com uma diferença clara entre estação seca e chuvosa.
Então quase sempre ando com roupa leve, uma blusa sem manga, às vezes um cropped, blusas bem fininhas, shorts curtos — tudo pra ficar mais confortável com a temperatura normal do país.
Então não seria estranho eu me vestir assim, já que às vezes eu saía pra cozinha pegar água ou coisas do tipo. O dia chegou, e os senhores começaram a chegar. Vale destacar que a maioria é homem mais velho; o mais novo acho que tem uns 40, passando pelo mais velho de uns 60. Eram 3 no total. E conforme eles iam chegando e se ambientando, comecei a me vestir pra ocasião. Naquela tarde tava um calor do caralho, então quase não fiquei no meu quarto porque a casa às vezes ficava muito quente. Resolvi vestir um shortinho tão, tão curto que podia ser facilmente uma calcinha kkkk, sem calcinha por baixo, uma blusa branca quase transparente, e por baixo um sutiã super pequeno que só cobria basicamente os bicos dos peitos. Passei um creme nas pernas pra elas ficarem brilhando e saí casualmente pra pegar um copo d'água quando todo mundo já tava lá.
Me aproximei normal, mesmo por dentro estando nervosa, cumprimentei meu pai me inclinando pra dar um beijo na bochecha dele
— Oi, papai!
Quando fiz esse movimento, minhas nádegas apontaram pros amigos dele, e o design do shortinho deixava ver minha virilha rosada. Me endireitei rápido e virei pra olhar eles, tentaram disfarçar, uns deram um gole, outros viraram a cabeça pro lado, mas eu vi como estavam nervosos. Fui na cozinha pegar meu copo e fui pro meu quarto. Meu pai não pareceu se incomodar. As horas passaram e eu tava na expectativa, cada vez mais excitada. Eles continuavam na deles, bebendo, rindo e tal.
Por coincidência, tava cada vez mais calor, então decidi sair. Dessa vez, tirei o sutiãzinho e coloquei uns pezinhos de pressão nos mamilos, daqueles com correntinha, e saí assim. Me aproximei e falei "timidamente":
— Papai, posso ficar com vocês? Tá muito calor.
— Tá bom, filha, vem.
Todo mundo virou pra me olhar. Uns tiveram uma ereção na hora, dava pra perceber. A noite começou a fluir e eu tava bebendo com eles. No começo, olhavam de repente, meio sem graça, mas depois os olhos grudavam em mim. Colocamos música, e um deles falou: "A menina dança pra gente". E meu pai disse:
— É, filha, dança pros rapazes.
Comecei a dançar como se fosse uma ordem. Um por um, às vezes eu chegava tão perto que eles tocavam minha bunda, ou davam um tapinha de vez em quando. Minha virilha já tava começando a molhar, eu já imaginava todas aquelas rolas na minha boca, me enchendo de porra...
Mas nessa hora, minha mãe chegou. Haha, todo mundo se levantou na hora e eu fui correndo pro meu quarto. Minha mãe, sempre certinha, ia ficar doida se visse a gente daquele jeito. Mas agora eu tinha certeza: dava pra ir mais longe. Só precisava agir mais rápido e de um jeito mais safado pra aqueles velhos tarados. E o melhor: meu pai parecia gostar.
---Hoje você tá bem apertadinha, filha — falou meu pai enquanto a pica dele chegava no fundo do meu útero, eu não parava de gemer, a gente tava todo suado...
Com o passar dos meses, já tínhamos controlado a situação. Às vezes a gente se beijava com a minha mãe em casa, a tensão sexual dava pra sentir no ar. Minha mãe continuava com as viagens absurdas dela, deixando a gente sozinho por um tempão, às vezes até três dias.
A gente também decidiu que eu colocaria um implante subdérmico de alta qualidade pra evitar gravidez. Ele me comprava calcinha, fio dental, lingerie, dildos, brinquedos, vibradores. Tudo era um mundo completamente novo, cheio de putaria e luxúria entre pai e filha.
---Me enche de leite, papai — falei entre gemidos.
Aí, no meio da excitação, ele soltou uma coisa que me deixou com tesão e me deu arrepios ao mesmo tempo. Foi uma sensação estranha, mas gostosa.
---Queria que meus amigos também curtissem você, sua putinha.
Eu fiquei em choque. Será que ele tava falando sério ou era só o momento que a gente tava vivendo? Resolvi entrar na brincadeira.
---Aí sim, papai, quero que eles me encham de leite também, quero todas essas picas só pra mim.
Meu pai me pegou pelo pescoço e cuspiu na minha boca.
Naquela noite, depois do sexo, a gente dormiu junto depois de um banho gostoso, totalmente pelados, com o perigo latente de que talvez minha mãe chegasse mais cedo e nos pegasse no flagra.
Vale mencionar que meu pai e os amigos dele se reuniam uma vez por mês pra tomar umas cervejas, colocar o papo em dia, jogar cartas ou videogame — coisa de homem, sabe. Às vezes minha mãe ia junto. Eles nunca levavam as esposas, sei lá por quê. Bom, na verdade sei sim. Às vezes eu ouvia as conversas deles: falavam de traições, de como enganavam as mulheres com a secretária, com a vizinha e essas paradas.
Dessa vez faltava... Só 1 dia pra eles se juntarem depois daquelas palavras que meu pai disse, aí eu decidi: botar à prova se meu pai tava falando sério mesmo e aí talvez agir.
O clima mais comum no Panamá é o tropical úmido, com temperaturas altas e umidade pra caramba o ano inteiro, com uma diferença clara entre estação seca e chuvosa.
Então quase sempre ando com roupa leve, uma blusa sem manga, às vezes um cropped, blusas bem fininhas, shorts curtos — tudo pra ficar mais confortável com a temperatura normal do país.
Então não seria estranho eu me vestir assim, já que às vezes eu saía pra cozinha pegar água ou coisas do tipo. O dia chegou, e os senhores começaram a chegar. Vale destacar que a maioria é homem mais velho; o mais novo acho que tem uns 40, passando pelo mais velho de uns 60. Eram 3 no total. E conforme eles iam chegando e se ambientando, comecei a me vestir pra ocasião. Naquela tarde tava um calor do caralho, então quase não fiquei no meu quarto porque a casa às vezes ficava muito quente. Resolvi vestir um shortinho tão, tão curto que podia ser facilmente uma calcinha kkkk, sem calcinha por baixo, uma blusa branca quase transparente, e por baixo um sutiã super pequeno que só cobria basicamente os bicos dos peitos. Passei um creme nas pernas pra elas ficarem brilhando e saí casualmente pra pegar um copo d'água quando todo mundo já tava lá.
Me aproximei normal, mesmo por dentro estando nervosa, cumprimentei meu pai me inclinando pra dar um beijo na bochecha dele — Oi, papai!
Quando fiz esse movimento, minhas nádegas apontaram pros amigos dele, e o design do shortinho deixava ver minha virilha rosada. Me endireitei rápido e virei pra olhar eles, tentaram disfarçar, uns deram um gole, outros viraram a cabeça pro lado, mas eu vi como estavam nervosos. Fui na cozinha pegar meu copo e fui pro meu quarto. Meu pai não pareceu se incomodar. As horas passaram e eu tava na expectativa, cada vez mais excitada. Eles continuavam na deles, bebendo, rindo e tal.
Por coincidência, tava cada vez mais calor, então decidi sair. Dessa vez, tirei o sutiãzinho e coloquei uns pezinhos de pressão nos mamilos, daqueles com correntinha, e saí assim. Me aproximei e falei "timidamente":
— Papai, posso ficar com vocês? Tá muito calor.
— Tá bom, filha, vem.
Todo mundo virou pra me olhar. Uns tiveram uma ereção na hora, dava pra perceber. A noite começou a fluir e eu tava bebendo com eles. No começo, olhavam de repente, meio sem graça, mas depois os olhos grudavam em mim. Colocamos música, e um deles falou: "A menina dança pra gente". E meu pai disse:
— É, filha, dança pros rapazes.
Comecei a dançar como se fosse uma ordem. Um por um, às vezes eu chegava tão perto que eles tocavam minha bunda, ou davam um tapinha de vez em quando. Minha virilha já tava começando a molhar, eu já imaginava todas aquelas rolas na minha boca, me enchendo de porra...
Mas nessa hora, minha mãe chegou. Haha, todo mundo se levantou na hora e eu fui correndo pro meu quarto. Minha mãe, sempre certinha, ia ficar doida se visse a gente daquele jeito. Mas agora eu tinha certeza: dava pra ir mais longe. Só precisava agir mais rápido e de um jeito mais safado pra aqueles velhos tarados. E o melhor: meu pai parecia gostar.
4 comentários - Seduzindo os amigos do papai