De volta aqui para contar uma aventura que vivi há pouco mais de 1 mês.
Como vocês lembram, sou uma colombiana que mora em Morelia, México, adoro me vestir bem sexy e exibir meus atributos para esquentar todos os homens em qualquer lugar que eu vá, mas só realizo as fantasias daqueles que eu considero que nunca teriam chance de ficar com uma garota como eu. Normalmente são senhores de uns 50 anos, gordos, carecas ou policiais, operários, pedreiros, motoristas, etc…
Dessa vez fui visitar meu namorado no escritório dele e já fazia tempo que eu tinha notado que o guarda de segurança do andar onde fica o escritório do meu namorado me devorava com os olhos toda vez que me via. Ele é um rapaz de uns 30 anos chamado Pablo, alto e moreno, mas era bem gordo e dava pra ver que tinha tido muitos problemas com acne.
Eu sorria bem provocante pra ele e o máximo que tinha permitido era mostrar minhas tetas ao me aproximar dele e me abaixar na mesa dele com qualquer pretexto. Também o que tinha feito algumas vezes era fingir que não tinha percebido que o elevador tinha aberto as portas, e que ele me pegou de surpresa enquanto eu arrumava a liga das minhas meias, claro que com minha minissaia levantada até logo abaixo da cintura e mostrando todas as minhas pernas.
Naquele dia meu namorado me comentou que amanhã seria o último dia de trabalho do Pablo porque no prédio tinham decidido colocar câmeras de segurança e por isso iam demitir todos os guardas de cada andar.
No dia seguinte, aproveitando que era meu dia livre emcomo o hotel onde trabalho e meu namorado não chegaria ao escritório até depois do almoço, me preparei para dar uma boa "despedida" ao Pablito.Acordei bem cedo e, depois de tomar banho, decidi colocar uma calcinha fio-dental preta e um sutiã branco transparente. Por cima, vesti uma blusinha branca de alcinhas que marcava perfeitamente meus mamilos e uma minissaia preta supercurta.
que mal cobre minhas nádegas, mas como tem volume tenho que andar com muito cuidado pra não levantar. Coloquei uns saltos de 12cm de altura, deixei o cabelo solto que chega pouco abaixo dos ombros e saí decidida a me entregar ao jovem Pablito.
No caminho até o escritório do meu namorado começaram minhas dificuldades, já que não tenho carro, tive que sair pra conseguir um táxi. Como podem imaginar, enquanto esperava um táxi na esquina de casa, sentia que cada homem que passava perto de mim me despia com o olhar (apesar de que na real não tinha muita roupa pra tirar), até alguns simplesmente pararam me encarando e não faltaram os que se aproximavam pra me dizer coisas como "gostosa, você é uma putinha deliciosa" ou "vestida assim dá pra ver que você adora uma pica". Depois de uns 10 minutos passou um táxi vazio e no momento de entrar, um senhor que estava parado do meu lado me contemplando, esticou a mão e conseguiu pegar minha bunda e disse "você é uma putinha deliciosa…" e saiu correndo.
O táxi era dirigido por um rapazinho de uns 20 anos e assim que me viu ficou impressionado com como eu estava vestida. Em todo o trajeto não tirou o olho das minhas pernas enquanto eu fingia distração e como estava sentada no banco de trás, ele conseguia ver perfeitamente meu fio dental. Em cada semáforo ele agarrava a pica por cima da calça e simplesmente balançava a cabeça sem acreditar no que estava contemplando.
Quando finalmente chegamos no prédio onde fica o escritório do meu namorado, ele estacionou o táxi e ajoelhando-se sobre seu banco, virou de frente pra mim e tirando a pica pra fora da calça começou a se masturbar enquanto me dizia: "por favor moça, não desce……por favor ainda não…." estava extasiado e dava pra ver que logo ia gozar. Eu sorri e me aproximei pra dar só uma lambida com minha língua naquela pica que já estava pra explodir e, de fato, assim que eu estava descendo do táxi consegui ouvir ele gritando de prazer ao derramar sua porra "aaaaaaahhhh!!!!!!......"
Eu já estava muito excitada por tudo que tinha acontecido desde que peguei o táxi, então assim que cheguei no andar onde o Pablo estava, decidi botar a mão na massa.
Assim que a porta do elevador se abriu, o coitado do Pablo ficou com uma expressão de espanto sem acreditar no que estava vendo: a mulher que ele mais desejou estava parada na frente dele vestida como uma verdadeira puta. Imediatamente eu fui até ele andando de um jeito muito sexy perguntando pelo meu namorado que obviamente não estava, e como o Pablo me disse que ele ia demorar a chegar, eu falei que ia sentar um momento pra ver se por acaso ele aparecia.
O Pablo se sentou na sua mesa sem parar de me olhar nem por um instante e pelo movimento do braço dava pra ver claramente que ele estava segurando o pau por cima da calça, o que pra mim me deixou a mil.
Eu me levantei e pedi pra ele me emprestar o celular porque eu precisava fazer uma ligação urgente. O normal teria sido ele me passar o celular e eu atender na frente da mesa dele, mas o que eu fiz foi entrar até dentro da mesa junto da cadeira dele e aí pegar o telefone. Eu tinha pedido pra ele discar o número da minha casa sem que ele soubesse pra eu fingir que estava falando no telefone, já que na verdade o que eu queria era ficar pertinho dele.
Quando eu estava de pé do lado dele fingindo a conversa no telefone, percebi a tremenda ereção que dava pra ver através da calça, parecia que o pau dele ia furar o tecido, quando na verdade era em mim que eu queria que ele entrasse.
Eu estava de pé de um jeito que minha bunda ficava a uns 10 centímetros do rosto dele e foi aí que o Pablo não aguentou mais e começou bruscamente a acariciar minhas nádegas. Ele se levantou e desligando o telefone veio sobre mim esfregando o pau na minha bunda e agarrando meus peitos de um jeito bruto e selvagem. Eu fingia surpresa enquanto dizia "Pablo... o que você tá fazendo...... solta......" embora na verdade minha bocetinha já estava toda molhada e desejava que ele me comesse na mesma hora. "o que você está fazendo........ se controle, por favor……" E ao mesmo tempo, eu rebolava minha bunda para dar mais prazer a ele.
Ele, por sua vez, estava louco de desejo e não entendia razão, só se dedicava a beijar meu pescoço e já tinha metido as mãos por dentro da minha blusinha, apertando meus peitos com força enquanto esfregava o pau dele na minha bunda toda e me dizia: "há tempos que eu te desejo, sua putinha safada, você sempre se veste com essas minissaias para me provocar, mas hoje você vai ser minha".
Imediatamente, ele me virou, ficamos frente a frente, e agora suas mãos se apossaram das minhas nádegas enquanto ele procurava minha boca para me beijar. Eu não permitia, porque queria continuar fingindo que não queria nada com ele, e dizia: "não, Pablo… você está enganado, eu não sou assim… me solta, por favor", enquanto com minha mão direita eu esfregava o pau enorme que dava para sentir. Pablo se afastou um momento de mim só para dizer: "cala a boca, puta, já dá para ver que você adora ser desejada e que adora levar pau, mas agora você vai engolir o meu…". Ele me pegou pelos ombros, me fez ajoelhar até ficar de frente para o volume enorme que fazia dentro da calça, e sem que ele dissesse nada, eu o liberei e comecei a dar uns beijinhos e umas lambidas na cabeça do pau dele, que já estava prestes a explodir, enquanto dizia: "eu não sei fazer isso… me solta, por favor… eu não gosto disso… eu não sou assim…" e comecei a chupar como uma desesperada.
Eu estava tão excitada que, enquanto chupava aquele pauzão lindo, comecei a ter um orgasmo delicioso, e só se ouviam meus gemidos, que eram abafados pelo pau que eu estava chupando. Pablo se sentou na cadeira da escrivaninha, eu me levantei e, puxando minha calcinha de lado, sozinha me enfiei no pau dele, começando a cavalgar como uma verdadeira putinha faminta e desejosa de ser comida. Ele tirou minha blusa e meu sutiã, me deixando só com a minissaia, que já estava totalmente enrolada na cintura. minha cintura e eu me inclinei sobre ele, sussurrando no ouvido entre gemido e gemido: "você gosta da minha buceta??... me prova que eu te deixo louco... me mostra a vontade que sempre despertei em você... me come... sou sua... sou sua puta..." isso acabou de enlouquecer o Pablo, que no meio de um grito começou a jorrar sua porra dentro de mim, fazendo com que eu tivesse outro orgasmo.
Uma vez que ele tinha acabado de esvaziar, ficamos um momento recostados na cadeira dele respirando ofegantes, mas eu percebi que o pau dele ainda estava duro como pedra, então comecei a me mover em círculos lentamente de novo. Sem tirar o pau de dentro de mim, ele me levantou, eu envolvi minhas pernas na cintura dele e ele me levou até o sofá em frente à escrivaninha, me colocou de quatro e começou a me comer desesperado de novo. Eu me sentia no paraíso, nunca tinha sido tocada por alguém que, logo depois de me comer, começasse a me foder de novo sem tirar o pau.
Para esquentá-lo mais, eu dizia entre meus múltiplos gemidos: "para, Pablo, por favor... não continua mais... isso não tá certo... já chega, Pablito... tira seu pau..." Ele puxava meu cabelo com uma mão e com a outra estava agarrado nos meus peitos, me dizendo: "toma, puta... engole meu pau... você adora, né?... vou te comer até me saciar e vou gozar nos seus peitos lindos..." Depois de uns 10 minutos me comendo nessa posição, ele me virou de barriga para cima para enfiar assim enquanto mordia meus mamilos. Eu estava louca de prazer quando veio meu próximo orgasmo, justo no momento em que Pablo tirava o pau da minha buceta e colocava no meio dos meus peitos para gritar: "vou gozar, puta... toma minha porra... esfrega meu pau com seus peitões... tô gozando!!!!!!" Imediatamente começou a soltar uma grande quantidade de porra que caiu por todos os meus peitões, chegando até no meu rosto e cabelo.
Eu, como uma puta profissional, com minha boca comecei a limpar o pau dele, que agora estava mole mas ainda pulsava e soltava porra, por isso que engoli ele todinho sem derramar uma gota.
Logo percebi que, surpreendentemente, o pau dele começou a ficar duro de novo (dava pra ver que o Pablo fazia muito tempo que não transava com ninguém ou, melhor dizendo, ainda não acreditava que era comigo, a putinha, que ele estava comendo). Eu fiquei apavorada porque não faltava muito pro meu namorado chegar no escritório dele (caso contrário, eu também teria continuado transando o dia todo com ele). Então, aproveitando que o Pablo estava com os olhos semiabertos, peguei minha blusa, meu sutiã e minha bolsa e corri pro elevador, que felizmente abriu na hora. Pablo se levantou meio grogue, mas confuso por não sentir minha língua no seu cacete, que já estava totalmente duro de novo, e me viu entrar no elevador. Instantes antes da porta fechar, tirei meu fio-dental e, mandando um beijo, joguei pra ele como lembrança minha.
Já dentro do elevador, comecei a me limpar com a própria blusinha, tirando os restos de porra que tinham ficado espalhados pelos meus peitos e meu rosto. Enquanto isso, rezava pra não encontrar meu namorado no elevador e pensava em como chegaria em casa, já que, vestida daquele jeito, ia ter que encarar de novo a situação que vivi quando cheguei. De repente, tive uma ideia e liguei pro meu namorado, dizendo que ia sair pra fazer umas compras e que precisava do carro dele. Pedi que, pra me poupar de subir até o escritório, ele deixasse as chaves com o segurança do térreo do prédio. Ele respondeu e disse que justamente naquele momento estava chegando no prédio, que não tinha problema e que deixaria as chaves com o seu Manuel, um senhor de uns 60 anos.
Assim que desci do elevador, esbarrei no seu Manuel, que me disse: "Seu namorado acabou de deixar as chaves do carro aqui, e não se preocupe… não comentei que você tinha estado aqui". Eu perguntei como era possível ele se lembrar que eu tinha subido umas 2 horas atrás, e ele me respondeu, me entregando as Senhorita, é impossível não reparar numa mulher tão linda como você, ainda mais quando está vestida como uma verdadeira putinha... e tome (me disse, me dando um lenço) para terminar de limpar o que você tem no cabelo e as manchas na sua blusa..." Eu não consegui dizer nada, ele tinha percebido que eu ainda tinha sêmen no meu cabelo e que a blusinha estava transparente por tão molhada que tinha ficado do mesmo sêmen que o Pablo tinha derramado em mim, por isso também não disse nada quando ele começou a tocar nos meus peitos com uma mão enquanto com a outra agarrava minha bunda e me dizia "por agora já pode ir, parece que já teve uma boa dose de pau, outro dia você me paga o favor.....
Como vocês lembram, sou uma colombiana que mora em Morelia, México, adoro me vestir bem sexy e exibir meus atributos para esquentar todos os homens em qualquer lugar que eu vá, mas só realizo as fantasias daqueles que eu considero que nunca teriam chance de ficar com uma garota como eu. Normalmente são senhores de uns 50 anos, gordos, carecas ou policiais, operários, pedreiros, motoristas, etc…
Dessa vez fui visitar meu namorado no escritório dele e já fazia tempo que eu tinha notado que o guarda de segurança do andar onde fica o escritório do meu namorado me devorava com os olhos toda vez que me via. Ele é um rapaz de uns 30 anos chamado Pablo, alto e moreno, mas era bem gordo e dava pra ver que tinha tido muitos problemas com acne.
Eu sorria bem provocante pra ele e o máximo que tinha permitido era mostrar minhas tetas ao me aproximar dele e me abaixar na mesa dele com qualquer pretexto. Também o que tinha feito algumas vezes era fingir que não tinha percebido que o elevador tinha aberto as portas, e que ele me pegou de surpresa enquanto eu arrumava a liga das minhas meias, claro que com minha minissaia levantada até logo abaixo da cintura e mostrando todas as minhas pernas.
Naquele dia meu namorado me comentou que amanhã seria o último dia de trabalho do Pablo porque no prédio tinham decidido colocar câmeras de segurança e por isso iam demitir todos os guardas de cada andar.
No dia seguinte, aproveitando que era meu dia livre emcomo o hotel onde trabalho e meu namorado não chegaria ao escritório até depois do almoço, me preparei para dar uma boa "despedida" ao Pablito.Acordei bem cedo e, depois de tomar banho, decidi colocar uma calcinha fio-dental preta e um sutiã branco transparente. Por cima, vesti uma blusinha branca de alcinhas que marcava perfeitamente meus mamilos e uma minissaia preta supercurta.
que mal cobre minhas nádegas, mas como tem volume tenho que andar com muito cuidado pra não levantar. Coloquei uns saltos de 12cm de altura, deixei o cabelo solto que chega pouco abaixo dos ombros e saí decidida a me entregar ao jovem Pablito.No caminho até o escritório do meu namorado começaram minhas dificuldades, já que não tenho carro, tive que sair pra conseguir um táxi. Como podem imaginar, enquanto esperava um táxi na esquina de casa, sentia que cada homem que passava perto de mim me despia com o olhar (apesar de que na real não tinha muita roupa pra tirar), até alguns simplesmente pararam me encarando e não faltaram os que se aproximavam pra me dizer coisas como "gostosa, você é uma putinha deliciosa" ou "vestida assim dá pra ver que você adora uma pica". Depois de uns 10 minutos passou um táxi vazio e no momento de entrar, um senhor que estava parado do meu lado me contemplando, esticou a mão e conseguiu pegar minha bunda e disse "você é uma putinha deliciosa…" e saiu correndo.
O táxi era dirigido por um rapazinho de uns 20 anos e assim que me viu ficou impressionado com como eu estava vestida. Em todo o trajeto não tirou o olho das minhas pernas enquanto eu fingia distração e como estava sentada no banco de trás, ele conseguia ver perfeitamente meu fio dental. Em cada semáforo ele agarrava a pica por cima da calça e simplesmente balançava a cabeça sem acreditar no que estava contemplando.
Quando finalmente chegamos no prédio onde fica o escritório do meu namorado, ele estacionou o táxi e ajoelhando-se sobre seu banco, virou de frente pra mim e tirando a pica pra fora da calça começou a se masturbar enquanto me dizia: "por favor moça, não desce……por favor ainda não…." estava extasiado e dava pra ver que logo ia gozar. Eu sorri e me aproximei pra dar só uma lambida com minha língua naquela pica que já estava pra explodir e, de fato, assim que eu estava descendo do táxi consegui ouvir ele gritando de prazer ao derramar sua porra "aaaaaaahhhh!!!!!!......"
Eu já estava muito excitada por tudo que tinha acontecido desde que peguei o táxi, então assim que cheguei no andar onde o Pablo estava, decidi botar a mão na massa.
Assim que a porta do elevador se abriu, o coitado do Pablo ficou com uma expressão de espanto sem acreditar no que estava vendo: a mulher que ele mais desejou estava parada na frente dele vestida como uma verdadeira puta. Imediatamente eu fui até ele andando de um jeito muito sexy perguntando pelo meu namorado que obviamente não estava, e como o Pablo me disse que ele ia demorar a chegar, eu falei que ia sentar um momento pra ver se por acaso ele aparecia.
O Pablo se sentou na sua mesa sem parar de me olhar nem por um instante e pelo movimento do braço dava pra ver claramente que ele estava segurando o pau por cima da calça, o que pra mim me deixou a mil.
Eu me levantei e pedi pra ele me emprestar o celular porque eu precisava fazer uma ligação urgente. O normal teria sido ele me passar o celular e eu atender na frente da mesa dele, mas o que eu fiz foi entrar até dentro da mesa junto da cadeira dele e aí pegar o telefone. Eu tinha pedido pra ele discar o número da minha casa sem que ele soubesse pra eu fingir que estava falando no telefone, já que na verdade o que eu queria era ficar pertinho dele.
Quando eu estava de pé do lado dele fingindo a conversa no telefone, percebi a tremenda ereção que dava pra ver através da calça, parecia que o pau dele ia furar o tecido, quando na verdade era em mim que eu queria que ele entrasse.
Eu estava de pé de um jeito que minha bunda ficava a uns 10 centímetros do rosto dele e foi aí que o Pablo não aguentou mais e começou bruscamente a acariciar minhas nádegas. Ele se levantou e desligando o telefone veio sobre mim esfregando o pau na minha bunda e agarrando meus peitos de um jeito bruto e selvagem. Eu fingia surpresa enquanto dizia "Pablo... o que você tá fazendo...... solta......" embora na verdade minha bocetinha já estava toda molhada e desejava que ele me comesse na mesma hora. "o que você está fazendo........ se controle, por favor……" E ao mesmo tempo, eu rebolava minha bunda para dar mais prazer a ele.
Ele, por sua vez, estava louco de desejo e não entendia razão, só se dedicava a beijar meu pescoço e já tinha metido as mãos por dentro da minha blusinha, apertando meus peitos com força enquanto esfregava o pau dele na minha bunda toda e me dizia: "há tempos que eu te desejo, sua putinha safada, você sempre se veste com essas minissaias para me provocar, mas hoje você vai ser minha".
Imediatamente, ele me virou, ficamos frente a frente, e agora suas mãos se apossaram das minhas nádegas enquanto ele procurava minha boca para me beijar. Eu não permitia, porque queria continuar fingindo que não queria nada com ele, e dizia: "não, Pablo… você está enganado, eu não sou assim… me solta, por favor", enquanto com minha mão direita eu esfregava o pau enorme que dava para sentir. Pablo se afastou um momento de mim só para dizer: "cala a boca, puta, já dá para ver que você adora ser desejada e que adora levar pau, mas agora você vai engolir o meu…". Ele me pegou pelos ombros, me fez ajoelhar até ficar de frente para o volume enorme que fazia dentro da calça, e sem que ele dissesse nada, eu o liberei e comecei a dar uns beijinhos e umas lambidas na cabeça do pau dele, que já estava prestes a explodir, enquanto dizia: "eu não sei fazer isso… me solta, por favor… eu não gosto disso… eu não sou assim…" e comecei a chupar como uma desesperada.
Eu estava tão excitada que, enquanto chupava aquele pauzão lindo, comecei a ter um orgasmo delicioso, e só se ouviam meus gemidos, que eram abafados pelo pau que eu estava chupando. Pablo se sentou na cadeira da escrivaninha, eu me levantei e, puxando minha calcinha de lado, sozinha me enfiei no pau dele, começando a cavalgar como uma verdadeira putinha faminta e desejosa de ser comida. Ele tirou minha blusa e meu sutiã, me deixando só com a minissaia, que já estava totalmente enrolada na cintura. minha cintura e eu me inclinei sobre ele, sussurrando no ouvido entre gemido e gemido: "você gosta da minha buceta??... me prova que eu te deixo louco... me mostra a vontade que sempre despertei em você... me come... sou sua... sou sua puta..." isso acabou de enlouquecer o Pablo, que no meio de um grito começou a jorrar sua porra dentro de mim, fazendo com que eu tivesse outro orgasmo.
Uma vez que ele tinha acabado de esvaziar, ficamos um momento recostados na cadeira dele respirando ofegantes, mas eu percebi que o pau dele ainda estava duro como pedra, então comecei a me mover em círculos lentamente de novo. Sem tirar o pau de dentro de mim, ele me levantou, eu envolvi minhas pernas na cintura dele e ele me levou até o sofá em frente à escrivaninha, me colocou de quatro e começou a me comer desesperado de novo. Eu me sentia no paraíso, nunca tinha sido tocada por alguém que, logo depois de me comer, começasse a me foder de novo sem tirar o pau.
Para esquentá-lo mais, eu dizia entre meus múltiplos gemidos: "para, Pablo, por favor... não continua mais... isso não tá certo... já chega, Pablito... tira seu pau..." Ele puxava meu cabelo com uma mão e com a outra estava agarrado nos meus peitos, me dizendo: "toma, puta... engole meu pau... você adora, né?... vou te comer até me saciar e vou gozar nos seus peitos lindos..." Depois de uns 10 minutos me comendo nessa posição, ele me virou de barriga para cima para enfiar assim enquanto mordia meus mamilos. Eu estava louca de prazer quando veio meu próximo orgasmo, justo no momento em que Pablo tirava o pau da minha buceta e colocava no meio dos meus peitos para gritar: "vou gozar, puta... toma minha porra... esfrega meu pau com seus peitões... tô gozando!!!!!!" Imediatamente começou a soltar uma grande quantidade de porra que caiu por todos os meus peitões, chegando até no meu rosto e cabelo.
Eu, como uma puta profissional, com minha boca comecei a limpar o pau dele, que agora estava mole mas ainda pulsava e soltava porra, por isso que engoli ele todinho sem derramar uma gota.
Logo percebi que, surpreendentemente, o pau dele começou a ficar duro de novo (dava pra ver que o Pablo fazia muito tempo que não transava com ninguém ou, melhor dizendo, ainda não acreditava que era comigo, a putinha, que ele estava comendo). Eu fiquei apavorada porque não faltava muito pro meu namorado chegar no escritório dele (caso contrário, eu também teria continuado transando o dia todo com ele). Então, aproveitando que o Pablo estava com os olhos semiabertos, peguei minha blusa, meu sutiã e minha bolsa e corri pro elevador, que felizmente abriu na hora. Pablo se levantou meio grogue, mas confuso por não sentir minha língua no seu cacete, que já estava totalmente duro de novo, e me viu entrar no elevador. Instantes antes da porta fechar, tirei meu fio-dental e, mandando um beijo, joguei pra ele como lembrança minha.
Já dentro do elevador, comecei a me limpar com a própria blusinha, tirando os restos de porra que tinham ficado espalhados pelos meus peitos e meu rosto. Enquanto isso, rezava pra não encontrar meu namorado no elevador e pensava em como chegaria em casa, já que, vestida daquele jeito, ia ter que encarar de novo a situação que vivi quando cheguei. De repente, tive uma ideia e liguei pro meu namorado, dizendo que ia sair pra fazer umas compras e que precisava do carro dele. Pedi que, pra me poupar de subir até o escritório, ele deixasse as chaves com o segurança do térreo do prédio. Ele respondeu e disse que justamente naquele momento estava chegando no prédio, que não tinha problema e que deixaria as chaves com o seu Manuel, um senhor de uns 60 anos.
Assim que desci do elevador, esbarrei no seu Manuel, que me disse: "Seu namorado acabou de deixar as chaves do carro aqui, e não se preocupe… não comentei que você tinha estado aqui". Eu perguntei como era possível ele se lembrar que eu tinha subido umas 2 horas atrás, e ele me respondeu, me entregando as Senhorita, é impossível não reparar numa mulher tão linda como você, ainda mais quando está vestida como uma verdadeira putinha... e tome (me disse, me dando um lenço) para terminar de limpar o que você tem no cabelo e as manchas na sua blusa..." Eu não consegui dizer nada, ele tinha percebido que eu ainda tinha sêmen no meu cabelo e que a blusinha estava transparente por tão molhada que tinha ficado do mesmo sêmen que o Pablo tinha derramado em mim, por isso também não disse nada quando ele começou a tocar nos meus peitos com uma mão enquanto com a outra agarrava minha bunda e me dizia "por agora já pode ir, parece que já teve uma boa dose de pau, outro dia você me paga o favor.....
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