Ana 2

De volta ao presente.
Tô nos meus quarenta, casada, com uma vida estável, mas porra, meu corpo ainda é uma tentação do caralho. Ainda tenho aquela raba que enlouquecia todo mundo na faculdade, aquelas bundonas carnudas, redondas, que parecem não entender de idade. Meus peitos, grandes e cheios, talvez não tão firmes como há vinte anos, mas ainda capazes de fazer qualquer um virar pra olhar. Outro dia, enquanto fuçava uma caixa velha no armário, encontrei uma coisa que me fez parar o mundo: um daqueles shorts de lycra dos meus tempos de vôlei. Pretos, brilhantes, minúsculos, como uma lembrança de quando meu corpo era o centro de todas as atenções. Segurei eles nas mãos, e um calor percorreu meu corpo, um formigamento que me levou direto pros treinos na faculdade, pros olhares do professor, pras brincadeiras das minhas amigas, pro roçar da lycra na minha pele.

Fiquei olhando pra aqueles shorts, e uma ideia safada me veio à cabeça. E se eu vestir eles? E se eu ver como tô agora, com esse corpo de mulher madura, mas ainda fodidamente gostosa? Meu marido tava no trabalho, as crianças não estavam em casa, e o espelho de corpo inteiro no meu quarto tava me chamando. Não pensei duas vezes. Tirei a roupa, fiquei só de calcinha e sutiã, e parei um momento pra me olhar. Minha bunda ainda era um espetáculo, cheia, redonda, com aquela curva que faz qualquer calça justa parecer uma segunda pele. Meus peitos, ainda imponentes, estavam deliciosos no sutiã de renda preta que eu usava. Mas eu queria mais. Queria me sentir como naqueles dias.

Procurei uma regata esportiva velha, uma daquelas que eu usava na faculdade, que milagrosamente ainda estava guardada. Era azul escura, de lycra, tão apertada que mal segurava meus peitos. Coloquei ela, sentindo o tecido esticar sobre meus seios, apertando eles até meus bicos ficarem marcados como se quisessem escapar. O roçar da lycra na minha pele me fez tremer, e um calor familiar... começou a crescer entre minhas pernas. Depois, os shorts. Porra, os shorts. Coloquei eles devagar, sentindo o tecido deslizando pelas minhas coxas, como se ajustava aos meus quadris, como se enfiava entre minhas bundonas. Eram ainda menores do que eu lembrava, ou talvez minha bunda tivesse ficado ainda mais imponente com os anos. A lycra grudava na minha pele, marcando cada curva, cada dobra, a ponto de eu sentir ela roçando na minha buceta, que já estava molhada só de me imaginar no espelho.
Fiquei na frente do espelho e, caralho, quase me molhei inteira ao me ver. Minha rabuda parecia obscena, como se os shorts fossem se render a qualquer momento. O tecido se enfiava entre minhas bandas, deixando minha bunda praticamente exposta, brilhando sob a luz do abajur. Cada movimento que eu fazia fazia minhas bundonas quicarem, a lycra se esticar ainda mais, delineando minha buceta de um jeito tão sujo que me fez morder o lábio. O top era igualmente escandaloso: meus peitos estavam apertados, transbordando pelos lados, com os bicos duros como pedras, marcando sem piedade. Me virei, admirando como minha bunda se erguia, como a lycra a fazia parecer ainda maior, mais provocante. Me abaixei um pouco, como se estivesse fazendo um daqueles alongamentos da faculdade, e senti o tecido se enfiar mais, roçando meu clitóris de um jeito que me fez soltar um gemido baixo.
Lembrei do professor, dos comentários de duplo sentido, de como ele me olhava enquanto eu me esticava com a bunda no ar. Imaginei o que ele diria se me visse agora, com esse corpo de mulher madura, ainda capaz de deixá-lo louco. "Olha essa bunda, continua sendo uma porra de uma arma," ele diria, com aquela voz grave que me dava arrepios. E minhas amigas, aquelas safadas, estariam rindo no vestiário, dizendo: "Caralho, big booty, você continua sendo um perigo ambulante!" A ideia me deixou tão tesuda que não consegui resistir. Sentei na cama, ainda na frente do espelho, e comecei a mexer os quadris, sentindo como os shorts se esfregavam na minha buceta, como a lycra apertava meus peitos. Apertei minhas nádegas, apertando-as, imaginando que eram as mãos de outra pessoa, talvez o professor, talvez meu marido, talvez um desconhecido que não conseguia resistir a esse corpo.
Levantei de novo, andando pelo quarto, deixando minhas bundonas quicarem a cada passo. Me agachei na frente do espelho, como se estivesse num treino, e juro que dava pra sentir o tecido prestes a rasgar. Minha buceta estava tão molhada que sentia a umidade vazando pelo short, fazendo a lycra grudar ainda mais. Apertei meus peitos, apertando-os, sentindo meus bicos endurecerem ainda mais por baixo do tecido. Me imaginei meu marido chegando em casa e me encontrando assim, com essa roupa que gritava sexo, com essa rabuda e esses peitos prontos pra deixar ele louco. Ou melhor ainda, me imaginei na academia da faculdade, com o professor e os caras das arquibancadas me olhando, com os olhos famintos, as mãos ansiosas, as mentes imaginando tudo que poderiam fazer comigo.
Me joguei na cama, ainda com o short e o top, e deixei minhas mãos explorarem. Deslizei os dedos pela minha barriga, até a borda do short, sentindo como o tecido estava encharcado. Me toquei por cima da lycra, pressionando bem onde meu clitóris pulsava, e gemi sem conseguir me segurar. Me imaginei o professor ajoelhado na minha frente, as mãos dele separando minhas nádegas, a boca dele explorando onde a lycra não chegava. Me imaginei minhas amigas rindo, mas também me olhando com inveja, desejando ter essa rabuda que ainda, aos meus quarenta, continuava sendo uma porra de uma provocação. Fiquei ali, me tocando, olhando meu reflexo no espelho, perdida no prazer de saber que ainda sou tão desejável, tão fodidamente gostosa.
Aquele short, aquele top, eram como uma máquina do tempo. Me levaram de volta àqueles dias de faculdade, mas também me lembraram que esse corpo, essa rabuda, esses peitos, ainda têm o mesmo poder. E porra, como eu aproveitei. redescobrir ele.
A ideia de compartilhar isso com meu marido me excita ainda mais. Pego meu celular, me posiciono na frente do espelho e começo a tirar fotos. Primeiro uma de frente, com uma mão na cintura, deixando meus peitos bem apertados e os bicos marcados na lycra. Depois me viro, arqueio as costas e deixo minha rabuda ser a estrela: as nádegas redondas, carnudas, transbordando do short, com o tecido tão enfiado entre minhas bandas que quase some. Tiro outra foto me abaixando um pouco, como se estivesse num daqueles alongamentos de vôlei, sentindo a lycra roçar minha buceta, que já tá molhada de puro tesão. Mando as fotos com uma mensagem: "O que achou, amor? Ainda te deixo duro com isso?" Mordisco o lábio, imaginando a reação dele, sabendo que vai pirar quando ver essas imagens.
Minutos depois, meu celular vibra. A resposta dele é direta, safada: "Porra, gostosa, essa bunda vai me matar. Veste isso hoje e desfila pra mim, quero te ver rebolar." Leio a mensagem e sinto um calor que sobe do pescoço até o clitóris. A ideia de desfilar o look pra ele, de andar na frente dele, de deixar as mãos dele explorarem o que a lycra mal segura, me deixa ainda mais molhada. Me olho no espelho de novo, tocando minhas nádegas, apertando elas, imaginando os olhos dele me devorando. Decido esperar ele chegar, com o short e o top vestidos, pronta pra enlouquecer ele.
O tempo passa devagar, e o calor entre minhas pernas não passa. Tô no quarto, andando de um lado pro outro, sentindo a lycra roçar minha buceta a cada passo, meus peitos quicando no top. De repente, ouço baterem na porta. Meu coração dá um pulo, e um sorriso safado se desenha na minha cara. "Meu homem chegou," penso, e corro pra abrir, pronta pra provocar ele desde o primeiro segundo. Abro a porta de uma vez, com uma mão na cintura, e solto a primeira coisa que vem na cabeça: "Olha o que tenho pra você, papi, quer brincar com essa rabuda?"
Mas então eu fico paralisada. Não é meu marido. É você. Você fica parado na entrada, de olhos bem abertos, percorrendo meu corpo sem disfarce. Sinto seu olhar queimando em mim, parando nas minhas tetas, no jeito que o top aperta elas até meus bicos ficarem marcados como se quisessem pular pra fora. Depois você desce os olhos, e juro que consigo sentir como você para na minha bunda gostosa, no jeito que o short se enfia entre minhas nádegas, deixando quase nada pra imaginação. Fico vermelha, mas não de vergonha, e sim de outra coisa... algo quente, safado. "Porra, desculpa!" falo, tentando me cobrir com as mãos, mas é inútil. A lycra não esconde nada, e meu corpo tá exposto, brilhando de suor, provocante sem querer. Ou talvez querendo, porque uma parte de mim, aquela parte safada que nunca se apaga, fica excitada com seu olhar. Você ri, nervoso, mas não tira os olhos. "Caralho, não esperava... isso," você diz, e sua voz tem um tom que me faz apertar as coxas. Me viro um pouco, como se quisesse fechar a porta, mas na verdade tô deixando você ver minha bunda de outro ângulo, reparar como a lycra marca cada curva. "É que... tava experimentando uma coisa velha," murmuro, com um sorriso provocante que não consigo evitar. Ficamos ali, num silêncio pesado, com seus olhos me devorando e meu corpo respondendo com um calor que não devia sentir. "Você tá... porra, incrível," você solta, e tem algo no seu tom, algo faminto, que me faz querer provocar mais. Mas sei que não devo, que meu marido tá quase chegando, que isso é um jogo perigoso. "Melhor entrar, não quero que os vizinhos me vejam assim," falo, rindo, mas na verdade tô te convidando a continuar olhando, a continuar sentindo essa tensão que nos envolve. Você fecha a porta atrás de você, e por um segundo, imagino o que aconteceria se eu me aproximasse, se deixasse suas mãos roçarem minha bunda gostosa, se te deixasse ver de perto o que a lycra promete. Mas me seguro, mesmo que minha buceta pulse e meus bicos estejam tão duros que Doem contra o tecido. Não sei por que fiquei pensando nessas coisas....

Horas depois. O calor daquele momento contigo ainda me deixa tremendo, mas agora tô pronta pro meu marido. Me retoquei, garantindo que o short e o top fiquem ainda mais provocantes. Passei um pouco de óleo corporal, fazendo minha pele brilhar, minhas bundonas parecerem ainda mais suculentas sob a lycra. Tô no quarto, com a luz baixa, música suave de fundo, e o espelho como testemunha do meu próprio show. Quando ouço a porta da frente, meu coração acelera. Dessa vez é ele mesmo.

Ele entra no quarto e para de repente, com a boca entreaberta. "Porra, gostosa," murmura, deixando a jaqueta cair no chão. Os olhos dele percorrem meu corpo, desde meus peitos apertados no top até minha rabetona, que parece querer estourar o short. "Vem cá, rebola isso pra mim," ele diz, sentando na cama, com aquele olhar que me diz que já tá duro só de me ver. Me aproximo devagar, mexendo os quadris, deixando minha bunda quicar a cada passo. Viro de frente pra ele, arqueando as costas, e sinto como a lycra afunda mais entre minhas nádegas, marcando minha buceta de um jeito tão obsceno que ele solta um grunhido.

"Tá gostando?" pergunto, com a voz baixa, safada, enquanto me agacho um pouco, como se tivesse me alongando na quadra. Ele se inclina pra frente, as mãos ansiosas, e me puxa pra perto dele. "Você vai me matar com essa bunda," ele diz, e as mãos dele encontram minhas nádegas, apertando com força, separando até eu sentir o tecido roçar meu clitóris. Gemo, sem conseguir me segurar, e me sento de pernas abertas em cima dele, deixando meus peitos na altura do rosto dele. O top mal segura eles, e quando ele puxa pra baixo, meus bicos duros ficam expostos, prontos pra boca dele.

Me mexo em cima dele, sentindo a ereção dele contra o short, a lycra encharcada pela minha própria lubrificação. "Continua rebolando essa rabetona," ele murmura, e eu obedeço, balançando, deixando minha bunda quicar nas coxas dele. As mãos dele percorrem meu corpo, desde meus peitos até minha bunda, e cada carinho me faz gemer mais alto. Ele tira meu short devagar, deixando o tecido deslizar pelas minhas nádegas, e quando tô pelada, me coloca de quatro na cama, igual naqueles alongamentos da faculdade. "Sempre soube que esse corpo era um pecado," ele fala, e eu me arqueio mais, me oferecendo, sabendo que essa noite minha rabuda e meus peitos vão ser a perdição dele...

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