O letreiro vermelho de neon piscava lá fora, marcando o nome do motel: Paraíso Noturno. Dentro, no quarto 169, a cama rangia como se soubesse o que ia rolar. Ela se chamava Júlia. Camisa branca aberta, sem sutiã, saia curta, sem calcinha. Lábios vermelhos, olhar que queimava. Ele, Bruno, um desconhecido que tinha seguido ela desde o bar, depois de uma noite de bebidas, olhares e tensão sexual mal resolvida. Mal entraram, Júlia se encostou na porta, levantou a perna e abriu a saia. A buceta dela brilhava molhada, pronta, pulsando. — Tá esperando o quê? — ela disse. — Mete logo.
Bruno a jogou contra a parede com um empurrão. Arrancou a camisa dela, apertou os peitos e mordeu os bicos enquanto ela se esfregava no pau duro dele. Ele baixou a cabeça e chupou o clitóris dela com a língua rápida e safada, enquanto ela se segurava no batente da porta, ofegante, gemendo sem vergonha. —Isso! Assim! —gritava Julia—. Chupa tudo! Ela gozou na boca dele como uma tempestade, e ele não parou até ela tremer inteira. Aí ele abaixou a jeans, puxou o pau grosso, cheio de veias, e esfregou a cabeça na buceta dela enquanto continuava segurando ela contra a porta. E meteu com uma estocada brutal. —Aah! Você me parte! —gritou ela, com os olhos virados. Comeu ela de pé, contra a porta, forte, rápido, selvagem. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem e as costas baterem na madeira. Julia arranhava os ombros dele, mordia o pescoço, pedia mais, mais, sem parar.
—Vira essa buceta num lixo, animal! Bruno levou ela até a cama sem sair de dentro dela. Jogou ela de bruços, montou de novo, agora com uma mão no pescoço e outra na cintura. A foda era brutal. O som dos corpos se chocando, da cama batendo na parede, dos gemidos bestiais, enchia tudo. E então… ele parou. —Mete no meu cu —disse Julia, virando o rosto—. Arrebenta ele, que eu quero gritar. Bruno cuspiu no cu apertado dela, massageou um pouco, e sem mais cerimônia, empalou ela com o pau duro. Julia gritou que nem uma puta selvagem, com lágrimas de prazer e dor. Se agarrou nos lençóis imundos enquanto ele comia o cu dela sem piedade. —Isso! Assim! Mais! Mais! Mais forte! Bruno tava no limite. Tirou a rola, virou ela, jogou na cama e gozou nos peitos dela, a jatos quentes, grossos, enchendo ela toda enquanto ela ria, suja, ofegante, com as pernas abertas e o cu vermelho. —Nunca fui comida assim no primeiro encontro —disse ela, com um sorriso perverso. —E quem disse que ia ser o último? O quarto 169 ia continuar cheirando a sexo por dias.
O vapor subia do jacuzzi no fundo do quarto. As luzes eram fracas, vermelhas, como se tudo fosse feito pro pecado. Júlia entrou sem dizer nada, a água quente cobrindo até os peitos. Ela se esfregou devagar entre as pernas enquanto olhava pro Bruno com um sorriso de puro vício.
—Vai ficar me olhando ou vai vir me dar mais?
Bruno não precisou de mais. Entrou no jacuzzi com o pau já duro, agarrou ela pelo pescoço e beijou como se quisesse devorar ela inteira. Virou ela e sentou ela em cima, com as pernas abertas debaixo d'água, o pau encaixado entre as dobras da buceta molhada.
—Agora cavalga em mim, puta —sussurrou.
Júlia não hesitou. Sentou nele com um movimento firme, fundo, até enterrar tudo. Gemeu com a cabeça pra trás enquanto as bolhas explodiam ao redor. Se mexia como uma deusa selvagem, quicando em cima do pau dele, os peitos respingados, as unhas marcando o peito dele.
Bruno agarrava a bunda dela com as duas mãos, metia os dedos no cu dela enquanto fazia ela quicar mais forte.
—Mais! Mais fundo! Minha buceta vai explodir!
Tirou ela da água, os dois encharcados. Carregou ela e jogou na famosa poltrona do amor: uma estrutura curva, acolchoada, feita pro pecado.
Colocou ela de joelhos na parte mais baixa da poltrona, abriu a bunda dela e meteu de novo no cu, sem piedade. O som era obsceno, os ovos batendo na buceta dela enquanto ela se desmanchava em gemidos sujos.
—Você é uma fera! —gritava Júlia—. Assim! Não para!
Mudou de posição, deitou ela de costas com as pernas abertas sobre os ombros dele. Comeu ela nessa posição, fundo, o pau entrando na buceta dela como uma furadeira molhada e perfeita. Depois, sentou ela na borda da poltrona, meteu de pé enquanto ela mordia o pescoço dele e cravava as unhas nas costas.
Colocou ela de conchinha, depois de lado, empurrou a coxa dela sobre o peito. Depois sentou ela na cara dele pra gozar. enquanto ele chupava o clitóris dela como se fosse um doce proibido.
Julia não aguentava mais. Ofegava como se o ar tivesse faltado. O corpo dela brilhava de suor, saliva e água. Gozou uma, duas, três vezes… se contorcendo na boca dele, no pau dele, nos dedos dele. E quando já parecia que o corpo não dava mais, Bruno a fez ajoelhar, segurou a cabeça dela e enfiou até a garganta. — Abre bem essa boca, putinha… que vou gozar do jeito que você gosta. Julia obedeceu. Engoliu tudo, chupando gostoso, até que ele gozou com força, enchendo a garganta dela de porra quente. Ela segurou ele lá dentro até ele tirar escorrendo, e olhou pra ele de boca aberta, pingando pelos lábios e pelos peitos. — Acho que vou alugar esse quarto a semana inteira — disse Bruno, sorrindo, sem fôlego. — Espero que você tenha resistência — respondeu ela —, porque a gente ainda não testou o chão. E se arrastou até ele, toda molhada, rindo como uma deusa do prazer.
Bruno a jogou contra a parede com um empurrão. Arrancou a camisa dela, apertou os peitos e mordeu os bicos enquanto ela se esfregava no pau duro dele. Ele baixou a cabeça e chupou o clitóris dela com a língua rápida e safada, enquanto ela se segurava no batente da porta, ofegante, gemendo sem vergonha. —Isso! Assim! —gritava Julia—. Chupa tudo! Ela gozou na boca dele como uma tempestade, e ele não parou até ela tremer inteira. Aí ele abaixou a jeans, puxou o pau grosso, cheio de veias, e esfregou a cabeça na buceta dela enquanto continuava segurando ela contra a porta. E meteu com uma estocada brutal. —Aah! Você me parte! —gritou ela, com os olhos virados. Comeu ela de pé, contra a porta, forte, rápido, selvagem. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem e as costas baterem na madeira. Julia arranhava os ombros dele, mordia o pescoço, pedia mais, mais, sem parar.
—Vira essa buceta num lixo, animal! Bruno levou ela até a cama sem sair de dentro dela. Jogou ela de bruços, montou de novo, agora com uma mão no pescoço e outra na cintura. A foda era brutal. O som dos corpos se chocando, da cama batendo na parede, dos gemidos bestiais, enchia tudo. E então… ele parou. —Mete no meu cu —disse Julia, virando o rosto—. Arrebenta ele, que eu quero gritar. Bruno cuspiu no cu apertado dela, massageou um pouco, e sem mais cerimônia, empalou ela com o pau duro. Julia gritou que nem uma puta selvagem, com lágrimas de prazer e dor. Se agarrou nos lençóis imundos enquanto ele comia o cu dela sem piedade. —Isso! Assim! Mais! Mais! Mais forte! Bruno tava no limite. Tirou a rola, virou ela, jogou na cama e gozou nos peitos dela, a jatos quentes, grossos, enchendo ela toda enquanto ela ria, suja, ofegante, com as pernas abertas e o cu vermelho. —Nunca fui comida assim no primeiro encontro —disse ela, com um sorriso perverso. —E quem disse que ia ser o último? O quarto 169 ia continuar cheirando a sexo por dias.
O vapor subia do jacuzzi no fundo do quarto. As luzes eram fracas, vermelhas, como se tudo fosse feito pro pecado. Júlia entrou sem dizer nada, a água quente cobrindo até os peitos. Ela se esfregou devagar entre as pernas enquanto olhava pro Bruno com um sorriso de puro vício. —Vai ficar me olhando ou vai vir me dar mais?
Bruno não precisou de mais. Entrou no jacuzzi com o pau já duro, agarrou ela pelo pescoço e beijou como se quisesse devorar ela inteira. Virou ela e sentou ela em cima, com as pernas abertas debaixo d'água, o pau encaixado entre as dobras da buceta molhada.
—Agora cavalga em mim, puta —sussurrou.
Júlia não hesitou. Sentou nele com um movimento firme, fundo, até enterrar tudo. Gemeu com a cabeça pra trás enquanto as bolhas explodiam ao redor. Se mexia como uma deusa selvagem, quicando em cima do pau dele, os peitos respingados, as unhas marcando o peito dele.
Bruno agarrava a bunda dela com as duas mãos, metia os dedos no cu dela enquanto fazia ela quicar mais forte.
—Mais! Mais fundo! Minha buceta vai explodir!
Tirou ela da água, os dois encharcados. Carregou ela e jogou na famosa poltrona do amor: uma estrutura curva, acolchoada, feita pro pecado.
Colocou ela de joelhos na parte mais baixa da poltrona, abriu a bunda dela e meteu de novo no cu, sem piedade. O som era obsceno, os ovos batendo na buceta dela enquanto ela se desmanchava em gemidos sujos.
—Você é uma fera! —gritava Júlia—. Assim! Não para!
Mudou de posição, deitou ela de costas com as pernas abertas sobre os ombros dele. Comeu ela nessa posição, fundo, o pau entrando na buceta dela como uma furadeira molhada e perfeita. Depois, sentou ela na borda da poltrona, meteu de pé enquanto ela mordia o pescoço dele e cravava as unhas nas costas.
Colocou ela de conchinha, depois de lado, empurrou a coxa dela sobre o peito. Depois sentou ela na cara dele pra gozar. enquanto ele chupava o clitóris dela como se fosse um doce proibido.
Julia não aguentava mais. Ofegava como se o ar tivesse faltado. O corpo dela brilhava de suor, saliva e água. Gozou uma, duas, três vezes… se contorcendo na boca dele, no pau dele, nos dedos dele. E quando já parecia que o corpo não dava mais, Bruno a fez ajoelhar, segurou a cabeça dela e enfiou até a garganta. — Abre bem essa boca, putinha… que vou gozar do jeito que você gosta. Julia obedeceu. Engoliu tudo, chupando gostoso, até que ele gozou com força, enchendo a garganta dela de porra quente. Ela segurou ele lá dentro até ele tirar escorrendo, e olhou pra ele de boca aberta, pingando pelos lábios e pelos peitos. — Acho que vou alugar esse quarto a semana inteira — disse Bruno, sorrindo, sem fôlego. — Espero que você tenha resistência — respondeu ela —, porque a gente ainda não testou o chão. E se arrastou até ele, toda molhada, rindo como uma deusa do prazer.
1 comentários - Quarto 169 - Buceta Gostosa