Uma história

Esta história começa em meados do ano passado. Somos um casal casado há 15 anos (Horacio e Eugenia, 45 e 38 anos), com um filho de 9.
Nos damos bem, mas eu já estou velho, prefiro ficar em casa nos fins de semana, e a Euge, ainda jovem...
O caso é que temos uma amiga, Liliana, da minha idade, solteira e professora (do ensino fundamental, como a Euge), muito gostosa, que só trabalha pra viajar e sair pra putaria.
A Lili sabe das nossas diferenças "#finsdesemanais", e um dia mandou um áudio pra minha esposa, que ela me fez ouvir, instigando ela a sair pra dançar com ela, mas que não queria ter problema comigo, que falasse comigo pra conseguir "minha permissão", que iam se divertir pra caralho e que iam curtir muito...
Pra ser sincero, naquele momento não curti muito a ideia, mas ela me olhou com aquela carinha de pidona quando quer muito alguma coisa, que eu falei tá bom, uma vez, mas que não virasse costume... A alegria que ela teve me mostrou com umas noites de sexo intenso (quinta e sexta), e no sábado, o dia todo de preparativos pra noite. Saiu com um shortinho preto justo que ficava um arraso, umas sandálias de salto, e uma blusa branca que mostrava bastante.
Eu fiquei em casa com o gordinho que foi dormir cedo, e entediado, entrei no P! pra passar um tempo.
Por essas coisas, me deparei com um conto de corno que me excitou pra caralho, daquele pra outros, e começaram a surgir umas ideias...

II
Quando a Euge voltou, eu dormia profundamente, depois de ter me tocado à vontade planejando um futuro de cuck. Imaginar o corpo dela sendo tratado com força (coisa que eu não faço), mas com total consentimento dela e ela pedindo, me deixou de pau duro.
Ela deitou do meu lado, nem senti.
Quando acordamos, ela me deu um beijo como todos os dias, e não falamos da saída até a noite.
Começamos as preliminares pra transar, eu perguntava como tinha sido, se ela tinha se divertido, enquanto a penetrava perguntei Se ela tinha gostado de algum cara, enfiei os dedos na boca dela pra perguntar se ela tinha imaginado chupando alguma pica das que estavam girando em volta enquanto dançava...
A Euge meio que ficou brava. Me disse que que porra tava acontecendo comigo, que ela teria gostado que eu acompanhasse ela... enfim.
Cortei ali porque se eu continuasse enchendo o saco ela ia ficar puta de verdade, mas a ideia de corno continuava crescendo na minha cabeça.
Eu conhecia a Lily há muito tempo, a gente já tinha transado algumas vezes e eu sabia como ela pensava sobre sexo, então arrisquei. Um dia liguei pra ela basicamente pra dizer que eu queria que outro cara comesse a Euge, e que ela podia me ajudar.
A conversa foi mais ou menos assim:
Sabia que uma hora você ia me pedir isso, corno manso. A Eugenia tem um corpo que até eu morro de vontade de ver ela bem comida e tratada, maltratada, como uma puta. E ela merece. Até onde você aguentaria?
?
Olha, todos os corneadores são dominantes: gostam de humilhar os cornos; todos transformam as casadinhas de classe média em hotwife... e alguns, a maioria ultimamente, em algo... digamos... um pouco mais... pesado, dark... não muito bem visto no começo por nós...
???
Tenho um amigo; se chama Adrián. Andou perguntando pela Euge. É gigolô, conheci ele há uns anos pagando — você não sabe como ele fode! Mas como todo macho, gosta de pegar minas seduzindo. Ainda mais se estão num relacionamento e são mães. Diz que nada dá mais prazer a ele do que fazer de casadas umas putas, levá-las além do limite. E te repito, ele perguntou pela minha amiga. Se você quiser...
Você acha que esse Adrián...
Não se fala mais nisso. É como o Adri me disse. Deixa comigo. Muito em breve a Euge vai conhecer, curtir e sofrer com uma bela pica grossa.

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