Uns dias depois, a Lili me ligou pra dizer que tava armando um encontro dos quatro pra Euge e o Adrián se conhecerem e baterem um papo, e perguntou o que eu achava. Falei pra ela mandar ver, que amava a ideia, e ela fechou com um "cê tá ligado que vai conhecer o cara que vai te devolver a Euge com a buceta arrombada, né? Porque a gente sempre dá pra ele, e toda vez que ele faz isso comigo, fico três dias sem conseguir sentar..."
Na quinta daquela semana, a Euge me disse que tinha falado com a Lili, e elas combinaram de sair pra comer algo na sexta, que ela queria apresentar um amigo com quem tava saindo.
Ouvir isso me deu uma ereção na hora. Tudo tava saindo como eu queria. Essa Lili...
Na sexta tava calor, mas como o jantar era meio "formal", eu fui de camisa e calça, e a Euge com um vestidinho bem leve e uns sapatos fechados porque tinha quebrado o salto da sandália. Deixamos o gordo na casa da vó e fomos pro restaurante de comida árabe que ela escolheu.
Quando chegamos, o Adrián me cumprimentou com um aperto de mão forte, me olhando sério, como quem mostra quem manda, e a Euge com um beijo suave, dizendo que ela tava linda, com um carisma que derreteu ela.
Ficamos falando besteira um tempão, até que o assunto sexual entrou na roda.
Ele comentou que foi casado, mas que tá no processo de divórcio porque a mulher perdoou duas "escorregadas", mas a terceira ela não aguentou, que tem dois filhos que ama, mas que é muito fogoso pra manter um relacionamento estável hoje em dia, mas que tava bem "entre outras" (?) com a Lili agora, mas que às vezes também tinha que recorrer a "acompanhantes" que conhecia.
Ele perguntou como a gente se virava, se a gente nunca tinha sido infiel (claro que não), e se eu já tinha pegado alguma "puta" por tesão. A Euge pulou na hora, dizendo que eu não precisava de "qualquer uma". O Adrián pegou a mão dela suavemente e disse:
Mulheres... Como você, Euge, ou sua amiga Lili, são hoje em dia as mais procuradas e pedidas no ramo da prostituição. Tem um fetiche com o tema das professoras. E bem conduzidas... E isso não tem por que te escandalizar, gostosa; esse mundo tem um tesão muito especial, que vocês, por mais que neguem, atrai, e você também poderia chegar a experimentar, se se animasse e encontrasse alguém que soubesse te guiar. E te dominar, que também tem seu valor. Mas estamos falando de besteiras, galera... o que vamos pedir pra brindar?
( Essa parte da conversa me deixou de pau duro. Certeza que quando a puta da Lili falava comigo, quando comentei minha fantasia, de que os cornínhas gostavam de "transformar as casadinhas de classe média em hotwife... e algumas em algo digamos mais... pesado...", o "algo mais" com certeza era isso. E fiquei pensando se ela já não estaria prostituída, e quisessem meter a Euge no negócio. Enquanto pensava nisso, meu pau crescia... )
Senti minha Euge dar um susto enquanto ouvia isso, a única coisa que disse foi que ela de jeito nenhum faria isso (A Lili sorria disfarçadamente enquanto a ouvia), pegamos um espumante, brindamos por nós e, a pedido das minas, fomos tomar algo mais numa balada que ficava perto.
Na quinta daquela semana, a Euge me disse que tinha falado com a Lili, e elas combinaram de sair pra comer algo na sexta, que ela queria apresentar um amigo com quem tava saindo.
Ouvir isso me deu uma ereção na hora. Tudo tava saindo como eu queria. Essa Lili...
Na sexta tava calor, mas como o jantar era meio "formal", eu fui de camisa e calça, e a Euge com um vestidinho bem leve e uns sapatos fechados porque tinha quebrado o salto da sandália. Deixamos o gordo na casa da vó e fomos pro restaurante de comida árabe que ela escolheu.
Quando chegamos, o Adrián me cumprimentou com um aperto de mão forte, me olhando sério, como quem mostra quem manda, e a Euge com um beijo suave, dizendo que ela tava linda, com um carisma que derreteu ela.
Ficamos falando besteira um tempão, até que o assunto sexual entrou na roda.
Ele comentou que foi casado, mas que tá no processo de divórcio porque a mulher perdoou duas "escorregadas", mas a terceira ela não aguentou, que tem dois filhos que ama, mas que é muito fogoso pra manter um relacionamento estável hoje em dia, mas que tava bem "entre outras" (?) com a Lili agora, mas que às vezes também tinha que recorrer a "acompanhantes" que conhecia.
Ele perguntou como a gente se virava, se a gente nunca tinha sido infiel (claro que não), e se eu já tinha pegado alguma "puta" por tesão. A Euge pulou na hora, dizendo que eu não precisava de "qualquer uma". O Adrián pegou a mão dela suavemente e disse:
Mulheres... Como você, Euge, ou sua amiga Lili, são hoje em dia as mais procuradas e pedidas no ramo da prostituição. Tem um fetiche com o tema das professoras. E bem conduzidas... E isso não tem por que te escandalizar, gostosa; esse mundo tem um tesão muito especial, que vocês, por mais que neguem, atrai, e você também poderia chegar a experimentar, se se animasse e encontrasse alguém que soubesse te guiar. E te dominar, que também tem seu valor. Mas estamos falando de besteiras, galera... o que vamos pedir pra brindar?
( Essa parte da conversa me deixou de pau duro. Certeza que quando a puta da Lili falava comigo, quando comentei minha fantasia, de que os cornínhas gostavam de "transformar as casadinhas de classe média em hotwife... e algumas em algo digamos mais... pesado...", o "algo mais" com certeza era isso. E fiquei pensando se ela já não estaria prostituída, e quisessem meter a Euge no negócio. Enquanto pensava nisso, meu pau crescia... )
Senti minha Euge dar um susto enquanto ouvia isso, a única coisa que disse foi que ela de jeito nenhum faria isso (A Lili sorria disfarçadamente enquanto a ouvia), pegamos um espumante, brindamos por nós e, a pedido das minas, fomos tomar algo mais numa balada que ficava perto.
1 comentários - Uma história II