Fala galera! Hoje quero contar sobre a mina nova do mercadinho! Chegou uma gata nova no mercado perto de casa! Não ia lá com tanta frequência, então demorei uns dias pra conhecer ela! Quando vi, já percebi algo nela que era diferente, o jeito dela falar, como tratava os clientes, sacou que era uma mina de bairro que gostava de bater papo e ser simpática, uns caras não entendiam isso e se jogavam de cabeça numa piscina vazia! E ela sempre na dela, sem ficar calada! Depois de várias vezes indo comprar, a gente criou uma boa química e conversava, às vezes pegava ela sozinha repondo mercadoria e ajudava com as coisas pesadas ou que estavam altas no depósito! Ela sempre usava roupa confortável de moletom e camiseta escura, tinha uns piercings nas orelhas, na boca e no nariz, reparei também em umas tatuagens nos braços, imaginei que tinha mais! Um dia entrei pra comprar e ela tava no depósito, e sempre falava: "e aí, gênia?" quando entrava, ela me ouviu e pediu ajuda! Quando vi ela subida numa escada de três degraus, com a bunda toda apontada pro meu rosto, usando uma fio dental que dava pra ver pelo relevo da calça! Fiquei impactado uns segundos, tentando disfarçar que amei o que vi! Ajudei ela com uma coisa que peguei embaixo da escada e ela desceu, e como o depósito era pequeno, ficamos bem juntinhos, de frente um pro outro, e ela me cumprimentou: Ela: "oi, querido, como cê tá?" Eu: "tudo bem demais" Ela: "o que cê precisa hoje?" Eu: "tô afim de comer uns hambúrgueres" Ela: "ah, que delícia, adoraria comer um" Eu: "com prazer, se quiser eu trago pronto" Ela: "e se eu sair daqui a uma hora, não se incomoda, chego em casa e tenho que cozinhar" Eu, com aquele cenário que tinha visto, tive a ideia de chamar ela pra minha casa. Eu: "moro aqui perto e, se quiser, vai lá em casa e a gente come, leva pelo menos uma coca" — e ri, esperando a recusa. Mas não. Ela: "fechou, vou sim quando sair" Eu: "fechou, show, te espero, valeu" Não acreditava no quanto tava afim daquela mina. garota e tinha aceitado meu convite, mas não queria ficar na friendzone, tinha que fazer alguma coisa! Cheguei em casa e, como nunca, limpei tudo, perfumei a casa e comecei a cozinhar. Já tinha passado 1 hora e 15, e imaginei que ela não ia vir ou que algo tinha acontecido, já que eu tinha dito onde era minha casa, que estranho. Abri a porta pra ver se ela vinha pela esquina e, pra minha surpresa, ela estava bem do outro lado da porta.
Ela: "Ai, me assustou! Ia bater agora. Trouxe Fanta, não tinha Coca gelada."
Eu: "Desculpa, já tava achando estranho você não chegar, pensei que não vinha."
Ela: "Quando eu falo que vou, é porque vou. Obrigada pelo convite."
Depois de um almoço gostoso, conversas e risadas, tudo ia bem. Perguntei sobre as tatuagens dela, quantas tinha e onde. Que surpresa quando ela mostrou uma no meio dos peitos e pude notar aquele busto lindo, firme e do tamanho ideal. Eu já tava imaginando o que podia fazer com aqueles peitos, passando minha língua ao redor dos seios dela! Acho que ela percebeu, mas não falou nada. Pelo jeito que me olhava, senti que já tinha me dado permissão.
Precisava fazer algo pra não ficar como amigo. Aproximei minha cadeira da dela e falei:
Eu: "Você tem uns olhos muito lindos, me passam uma tranquilidade."
Ela: "Obrigada, você também. Nesse bairro, tem muito cara que confunde minha simpatia com interesse, mas você não me tratou igual."
Eu: "Pois é, notei isso. Mas você sabe cortar isso, né? E é bom."
Ela: "Sim, quando eu gosto de alguém, dá pra perceber."
Eu: "E eu sou mais óbvio que você, acho, hahaha. Pelo perfume na casa e a arrumação."
Ela: "Notei, hahaha, e gostei."
Eu: "É que você me parece muito interessante."
Não hesitei e fui pra cima, como se fosse uma piscina vazia. Ela respondeu com um beijo fogoso. Eu não me segurei, minhas mãos foram pro pescoço dela e, devagar, pros peitos. Senti a respiração dela ficar ofegante e apertei com vontade aqueles peitos gostosos. Falei:
Eu: "Posso tirar sua blusa e beijar sua tatuagem?"
Ela: "Notei que você gostou da minha tatuagem... beija ela."
Tirei a blusa dela. Camisa, e deslizando minha boca pelo pescoço dela, cheguei no centro do peito dela e tirei os dois peitos do sutiã, e beijei com tanta paixão que da boca dela saíam gemidos. A mão dela pousou no meu pau já duro e ela começou a me punhetar por cima da roupa. Decidi descer pelo umbigo dela e puxar aquela calça que não me deixava ver tudo aquilo lindo que a criação tinha dado pra ela. Por cima da calcinha fio dental, beijei a buceta dela, e ela gemia e segurava minha cabeça. Levantei e levei ela pra minha cama, tirei a calcinha dela com a boca e comecei a beijar as coxas e as pernas dela, que pareciam uma tela branca e macia. Chupei com amor aquela buceta depiladinha, daquelas que os lábios se abrem como uma flor na primavera. Subi pra beijar a boca dela, e ela começou a beijar meu peito, minha barriga, puxou minha cueca e aqueles lábios lindos começaram a beijar meu pau, e a língua molhada dela percorreu cada centímetro do meu pau, lubrificando tudo. Pra minha surpresa, não era só isso: ela chupou minhas bolas com tanto amor e desceu com a língua pelo meu cu, lambeu tudo, e meu pau parecia um ferro duro e molhado. Continua...
Ela: "Ai, me assustou! Ia bater agora. Trouxe Fanta, não tinha Coca gelada."
Eu: "Desculpa, já tava achando estranho você não chegar, pensei que não vinha."
Ela: "Quando eu falo que vou, é porque vou. Obrigada pelo convite."
Depois de um almoço gostoso, conversas e risadas, tudo ia bem. Perguntei sobre as tatuagens dela, quantas tinha e onde. Que surpresa quando ela mostrou uma no meio dos peitos e pude notar aquele busto lindo, firme e do tamanho ideal. Eu já tava imaginando o que podia fazer com aqueles peitos, passando minha língua ao redor dos seios dela! Acho que ela percebeu, mas não falou nada. Pelo jeito que me olhava, senti que já tinha me dado permissão.
Precisava fazer algo pra não ficar como amigo. Aproximei minha cadeira da dela e falei:
Eu: "Você tem uns olhos muito lindos, me passam uma tranquilidade."
Ela: "Obrigada, você também. Nesse bairro, tem muito cara que confunde minha simpatia com interesse, mas você não me tratou igual."
Eu: "Pois é, notei isso. Mas você sabe cortar isso, né? E é bom."
Ela: "Sim, quando eu gosto de alguém, dá pra perceber."
Eu: "E eu sou mais óbvio que você, acho, hahaha. Pelo perfume na casa e a arrumação."
Ela: "Notei, hahaha, e gostei."
Eu: "É que você me parece muito interessante."
Não hesitei e fui pra cima, como se fosse uma piscina vazia. Ela respondeu com um beijo fogoso. Eu não me segurei, minhas mãos foram pro pescoço dela e, devagar, pros peitos. Senti a respiração dela ficar ofegante e apertei com vontade aqueles peitos gostosos. Falei:
Eu: "Posso tirar sua blusa e beijar sua tatuagem?"
Ela: "Notei que você gostou da minha tatuagem... beija ela."
Tirei a blusa dela. Camisa, e deslizando minha boca pelo pescoço dela, cheguei no centro do peito dela e tirei os dois peitos do sutiã, e beijei com tanta paixão que da boca dela saíam gemidos. A mão dela pousou no meu pau já duro e ela começou a me punhetar por cima da roupa. Decidi descer pelo umbigo dela e puxar aquela calça que não me deixava ver tudo aquilo lindo que a criação tinha dado pra ela. Por cima da calcinha fio dental, beijei a buceta dela, e ela gemia e segurava minha cabeça. Levantei e levei ela pra minha cama, tirei a calcinha dela com a boca e comecei a beijar as coxas e as pernas dela, que pareciam uma tela branca e macia. Chupei com amor aquela buceta depiladinha, daquelas que os lábios se abrem como uma flor na primavera. Subi pra beijar a boca dela, e ela começou a beijar meu peito, minha barriga, puxou minha cueca e aqueles lábios lindos começaram a beijar meu pau, e a língua molhada dela percorreu cada centímetro do meu pau, lubrificando tudo. Pra minha surpresa, não era só isso: ela chupou minhas bolas com tanto amor e desceu com a língua pelo meu cu, lambeu tudo, e meu pau parecia um ferro duro e molhado. Continua...
1 comentários - Conhecendo a novinha gostosa do trampo!