Kevin tinha 21 anos, tava no segundo ano da faculdade e morava num apartamentinho que mal conseguia pagar. Trabalhava meio perĂodo e comia miojo mais vezes do que gostava de admitir. A vizinha do andar de cima, dona Lorena, era outra histĂłria. 44 anos. Cintura larga, peitĂŁo, pernas de deusa. Sempre maquiada, sempre perfumada, sempre usando roupa justa que nĂŁo deixava nada pra imaginação. Uma MILF de dar ĂĄgua na boca. Um dia, ela desceu e bateu na porta dele. â Oi, Kevin. Tem um minuto? Preciso falar com vocĂȘ⊠em particular. Ele convidou ela pra entrar, nervoso. NĂŁo Ă© todo dia que uma mulher daquelas entra no seu apĂȘ. Mas o que ele nĂŁo esperava era o que ela ia dizer. â Sei que vocĂȘ tĂĄ passando por dificuldades â ela disse, cruzando as pernas, deixando ver um pouco mais da coxa â E eu⊠tenho necessidades. Muita vontade⊠muita energia acumulada. Kevin olhou pra ela sem entender direito. â O que vocĂȘ tĂĄ me propondo? Lorena se levantou, andou atĂ© ele, sentou no colo dele e passou a mĂŁo no rosto dele com um sorriso perigoso. â Vou ser direta: quero ser sua sugar mami. Te ajudo com o aluguel, encho sua geladeira⊠e vocĂȘ me dĂĄ o que eu preciso. Seu corpo jovem, sua lĂngua, seu pau. Kevin engoliu seco. O pau dele jĂĄ tava endurecendo no instinto. Era loucura. Mas a ideia tava deixando ele doido. E ela⊠cheirava tĂŁo bem. Tava tĂŁo perto. â TĂĄ falando sĂ©rio? Ela se inclinou e sussurrou no ouvido dele: â Quero chupar seu pau atĂ© vocĂȘ encher minha boca. Ele nĂŁo conseguiu resistir.
E naquela mesma tarde, ela levou ele pro apartamento dela. Abaixou a calça dele devagar, ajoelhou, pegou o pau dele e enfiou inteiro na boca, olhando pra ele de baixo com aqueles olhos verdes intensos. Ela chupava como se estivesse saboreando, como se precisasse daquilo mais que do ar. Lamia os ovos dele, cuspia, engolia. Kevin nĂŁo demorou pra explodir. âVou gozar! âavisou. âGoza na minha boca âela disseâ. Quero sentir teu gosto todinho, bebĂȘ. Ela engoliu cada gota e deixou ele tremendo. Mas aquilo era sĂł o começo. Naquela noite, ela tirou a roupa dele por completo, deitou ele na cama, sentou no peito dele e ordenou: âChupa meus peitos como se fosse um bebĂȘ faminto. Eles eram macios, enormes, com bicos duros que entravam na boca dele como balas. Depois, ela deslizou pra baixo, abriu as pernas e disse:
âAgora sua lĂngua⊠aqui. Quero que vocĂȘ limpe minha buceta inteira com a boca. Ela estava molhada, quentinha, deliciosa. Kevin lambeu e chupou o clitĂłris dela, atĂ© deixĂĄ-la tremendo, atĂ© que Lorena apertou a cabeça dele com as coxas e gozou gritando.
âContinua! NĂŁo para! Me dĂĄ outro!
Finalmente, Lorena ficou de quatro, mas com um sorriso diferente. Chegou perto, deu um beijo nele e sussurrou:
âAgora Ă© minha vez de montar em vocĂȘ⊠mas por trĂĄs.
Kevin arregalou os olhos.
âAnal?
âSim, amor. Quero sentir seu pau bem no fundo. Confia em mim.
Ela montou com um gemido baixo, guiando devagar, se abrindo com paciĂȘncia, atĂ© enfiar tudo. Ela apertava ele como uma luva de couro. Se mexia devagar, depois mais rĂĄpido, atĂ© os dois gemerem juntos.
Kevin nĂŁo acreditava no que sentia. A bunda dela apertava, dominava, montava nele como uma expert.
âGoza dentro! Me dĂĄ tudo!
E ele gozou. Com força, com prazer, com a sensação de que a vida dele tinha mudado pra sempre.
Depois, enquanto servia uma cerveja gelada pra ele, ela piscou o olho.
âAgora vocĂȘ nĂŁo precisa se preocupar com o aluguel, bebĂȘ. SĂł em me manter bem comida.
E Kevin⊠sorriu. Tinha feito o melhor negócio da vida dele.
Na sexta-feira, Ă s cinco em ponto, Kevin recebeu a mensagem: "Se prepara. Te quero comigo o fim de semana inteiro. Nada de roupa, nada de limites." Lorena passou para buscĂĄ-lo na caminhonete preta dela, vestindo uma calça jeans bem justinha e um top que mal cobria os peitĂ”es enormes dela. Recebeu ele com um beijo cheio de lĂngua e um tapa na bunda. â Esse finde Ă© sĂł pra te comer como vocĂȘ merece, amor. VocĂȘ ganhou isso. Dirigiram uma hora atĂ© uma casa enorme no subĂșrbio, com piscina, hidromassagem, terraço privativo e lençóis de seda. Assim que entraram, ela empurrou ele contra o sofĂĄ e puxou a calça dele pra baixo. â NĂŁo aguentei o caminho inteiro. Preciso do seu gozo agora. E engoliu ele inteiro, de joelhos, feito uma puta elegante. Chupou ele com fome, fazendo ele tremer, masturbando ele com os peitos, atĂ© Kevin explodir na boca dela com um gemido longo e profundo. â Humm... isso â ela disse, se lambendo â JĂĄ tava me sentindo vazia. Depois veio a primeira sessĂŁo. Na cama de lençóis de seda. â Hoje quero que vocĂȘ me foda como se fosse meu dono. Kevin agarrou a cintura dela, enfiou na pussy com força enquanto ela pedia mais e mais. Colocou ela em mil posiçÔes: contra o espelho, de lado, sentada na cara dele, de pernas abertas no terraço enquanto o sol se punha. Ela gemia como uma cadela no cio, apertava ele com as pernas, pedia pra ele encher ela uma vez e outra. â Enche essa pussy de porra, meu menino! Me faz sentir que eu pertenço a vocĂȘ! E ele se esvaziou dentro dela uma vez e outra. Sem parar. Deixou ela com a pussy escorrendo, com os lĂĄbios inchados e a maquiagem borrada.
Na manhĂŁ seguinte, Lorena acordou antes dele e o presenteou: um celular novo, tĂȘnis de marca, uma carteira de couro e cem dĂłlares em dinheiro.
âPorque vocĂȘ me encheu tanto de prazer ontem Ă noite, bebĂȘ.
Kevin sorriu. Estava suado, exausto⊠mas o pau dele jå começava a endurecer de novo.
âE se eu ganhar tudo de novo?
Ela montou nele sem dizer nada, direto. Enfiou o pau dele atĂ© o fundo, com a buceta molhada, quente, enquanto se acariciava o clitĂłris com a lĂngua para fora e as tetas balançando na cara dele. Cavalgou tĂŁo forte que Kevin teve que se segurar na cabeceira.
âMe fode com força! Me dĂĄ mais porra! Minha! Meu garanhĂŁo novo!
Ela gozou gritando, e depois ofereceu o cu.
âAgora quero que me coma por trĂĄs, e que goze dentro. Quero sentir vocĂȘ explodir dentro de mim.
E Kevin comeu ela com raiva, com força, com desejo selvagem. Enfiou tudo no cu perfeito dela, enquanto ela gritava e gemia como uma deusa gostosa.
Encheu ela de porra mais uma vez, ofegante.
No final do fim de semana, quando ele jå não aguentava mais, ela o abraçou, deu um beijo na testa e sussurrou:
âVocĂȘ Ă© o melhor vĂcio que jĂĄ tive. E vĂcios a gente mantĂ©m.
Ele sorriu. O pau dele doĂa⊠mas os olhos brilhavam.
âSemana que vem tenho prova⊠mas posso estudar aqui.
âPelado, entre minhas pernas. E cada vez que terminar um assunto⊠te dou um boquete.
Kevin pensou que talvez⊠fosse o melhor acordo do mundo.
E naquela mesma tarde, ela levou ele pro apartamento dela. Abaixou a calça dele devagar, ajoelhou, pegou o pau dele e enfiou inteiro na boca, olhando pra ele de baixo com aqueles olhos verdes intensos. Ela chupava como se estivesse saboreando, como se precisasse daquilo mais que do ar. Lamia os ovos dele, cuspia, engolia. Kevin nĂŁo demorou pra explodir. âVou gozar! âavisou. âGoza na minha boca âela disseâ. Quero sentir teu gosto todinho, bebĂȘ. Ela engoliu cada gota e deixou ele tremendo. Mas aquilo era sĂł o começo. Naquela noite, ela tirou a roupa dele por completo, deitou ele na cama, sentou no peito dele e ordenou: âChupa meus peitos como se fosse um bebĂȘ faminto. Eles eram macios, enormes, com bicos duros que entravam na boca dele como balas. Depois, ela deslizou pra baixo, abriu as pernas e disse:
âAgora sua lĂngua⊠aqui. Quero que vocĂȘ limpe minha buceta inteira com a boca. Ela estava molhada, quentinha, deliciosa. Kevin lambeu e chupou o clitĂłris dela, atĂ© deixĂĄ-la tremendo, atĂ© que Lorena apertou a cabeça dele com as coxas e gozou gritando. âContinua! NĂŁo para! Me dĂĄ outro!
Finalmente, Lorena ficou de quatro, mas com um sorriso diferente. Chegou perto, deu um beijo nele e sussurrou:
âAgora Ă© minha vez de montar em vocĂȘ⊠mas por trĂĄs.
Kevin arregalou os olhos.
âAnal?
âSim, amor. Quero sentir seu pau bem no fundo. Confia em mim.
Ela montou com um gemido baixo, guiando devagar, se abrindo com paciĂȘncia, atĂ© enfiar tudo. Ela apertava ele como uma luva de couro. Se mexia devagar, depois mais rĂĄpido, atĂ© os dois gemerem juntos.
Kevin nĂŁo acreditava no que sentia. A bunda dela apertava, dominava, montava nele como uma expert.
âGoza dentro! Me dĂĄ tudo!
E ele gozou. Com força, com prazer, com a sensação de que a vida dele tinha mudado pra sempre.
Depois, enquanto servia uma cerveja gelada pra ele, ela piscou o olho.
âAgora vocĂȘ nĂŁo precisa se preocupar com o aluguel, bebĂȘ. SĂł em me manter bem comida.
E Kevin⊠sorriu. Tinha feito o melhor negócio da vida dele.
Na sexta-feira, Ă s cinco em ponto, Kevin recebeu a mensagem: "Se prepara. Te quero comigo o fim de semana inteiro. Nada de roupa, nada de limites." Lorena passou para buscĂĄ-lo na caminhonete preta dela, vestindo uma calça jeans bem justinha e um top que mal cobria os peitĂ”es enormes dela. Recebeu ele com um beijo cheio de lĂngua e um tapa na bunda. â Esse finde Ă© sĂł pra te comer como vocĂȘ merece, amor. VocĂȘ ganhou isso. Dirigiram uma hora atĂ© uma casa enorme no subĂșrbio, com piscina, hidromassagem, terraço privativo e lençóis de seda. Assim que entraram, ela empurrou ele contra o sofĂĄ e puxou a calça dele pra baixo. â NĂŁo aguentei o caminho inteiro. Preciso do seu gozo agora. E engoliu ele inteiro, de joelhos, feito uma puta elegante. Chupou ele com fome, fazendo ele tremer, masturbando ele com os peitos, atĂ© Kevin explodir na boca dela com um gemido longo e profundo. â Humm... isso â ela disse, se lambendo â JĂĄ tava me sentindo vazia. Depois veio a primeira sessĂŁo. Na cama de lençóis de seda. â Hoje quero que vocĂȘ me foda como se fosse meu dono. Kevin agarrou a cintura dela, enfiou na pussy com força enquanto ela pedia mais e mais. Colocou ela em mil posiçÔes: contra o espelho, de lado, sentada na cara dele, de pernas abertas no terraço enquanto o sol se punha. Ela gemia como uma cadela no cio, apertava ele com as pernas, pedia pra ele encher ela uma vez e outra. â Enche essa pussy de porra, meu menino! Me faz sentir que eu pertenço a vocĂȘ! E ele se esvaziou dentro dela uma vez e outra. Sem parar. Deixou ela com a pussy escorrendo, com os lĂĄbios inchados e a maquiagem borrada.
Na manhĂŁ seguinte, Lorena acordou antes dele e o presenteou: um celular novo, tĂȘnis de marca, uma carteira de couro e cem dĂłlares em dinheiro. âPorque vocĂȘ me encheu tanto de prazer ontem Ă noite, bebĂȘ.
Kevin sorriu. Estava suado, exausto⊠mas o pau dele jå começava a endurecer de novo.
âE se eu ganhar tudo de novo?
Ela montou nele sem dizer nada, direto. Enfiou o pau dele atĂ© o fundo, com a buceta molhada, quente, enquanto se acariciava o clitĂłris com a lĂngua para fora e as tetas balançando na cara dele. Cavalgou tĂŁo forte que Kevin teve que se segurar na cabeceira.
âMe fode com força! Me dĂĄ mais porra! Minha! Meu garanhĂŁo novo!
Ela gozou gritando, e depois ofereceu o cu.
âAgora quero que me coma por trĂĄs, e que goze dentro. Quero sentir vocĂȘ explodir dentro de mim.
E Kevin comeu ela com raiva, com força, com desejo selvagem. Enfiou tudo no cu perfeito dela, enquanto ela gritava e gemia como uma deusa gostosa.
Encheu ela de porra mais uma vez, ofegante.
No final do fim de semana, quando ele jå não aguentava mais, ela o abraçou, deu um beijo na testa e sussurrou:
âVocĂȘ Ă© o melhor vĂcio que jĂĄ tive. E vĂcios a gente mantĂ©m.
Ele sorriu. O pau dele doĂa⊠mas os olhos brilhavam.
âSemana que vem tenho prova⊠mas posso estudar aqui.
âPelado, entre minhas pernas. E cada vez que terminar um assunto⊠te dou um boquete.
Kevin pensou que talvez⊠fosse o melhor acordo do mundo.
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