É a primeira vez que escrevo uma anedota, espero que vocês consigam entrar na vibe. Como toda noite pós-caravana, mandei a mensagem salvadora pra minha mina fixa, grandona, gordinha gostosa de rosto e dois peitos que parecem melões, realmente imensos. Eu tinha bebido um pouco, avisei ela, e sem dúvida ela mandou eu ir. Vale dizer: o melhor oral que já tomei e, sem dúvida, uma puta completa na cama, uma química e uma pele descomunal. Bom, cheguei, tomamos algo tranquilo, um pouco de música, fomos pra cama no maior agarro, já com a pica toda molhada, quando começam a ligar pra ela, eram umas 5 da manhã, o que parecia estranho, podia ser emergência. Era um amigo gay dela que tinha passado mal com não sei o quê e tava perto, então ela foi atender ele em casa. Bom, ela desceu, eu comecei a me vestir, e quando eles subiram, fiquei conversando um pouco pra não sair tão seco. Quando tava pegando a jaqueta, os dois em coro falaram “não, fica”. Fiquei meio sem graça porque não queria invadir o espaço deles, mas eles insistiram e eu fiquei. Ela jogou um cobertor no sofá, deu um travesseiro pra ele, que ficou na sala, e a gente voltou pro quarto. Assim que entrou no quarto, ela tirou meu cinto, ajoelhou e começou a me dar um boquete em pé que fez meus olhos virarem. Eu não queria fazer muito barulho, mas era inevitável pelo jeito que ela engasgava e cuspia. Ela me jogou na cama sem apagar a luz nem nada, começou a me montar desenfreadamente com uma energia que eu sentia que a pica ia explodir. Do nada, vejo a maçaneta baixar e a porta abrir. Ela tava de quatro, bem aberta, com a bunda e a buceta enormes apontando na direção da porta, e com minha pica ocupando a boca toda dela. Era o amigo dela, simplesmente entrou, tinha ouvido barulho e achou que tava rolando algo. Não deu tempo de nada, nem de me cobrir, porque senti um pouco de vergonha. Ela, como se nada, apontando pra ele de quatro, tirou minha pica da boca, virou a cabeça e disse: “É, isso acontece aqui, tenho um problema”. Ela começou a apertar minha pica e a sacudir como se tivesse um troféu na mão. Eles começaram a rir e ele disse: "quero ter problemas assim". Olhei pra ela e com um único olhar disse que NÃO. Ela entrou no modo puta, enfiou a cabeça na boca e começou a falar comigo enquanto apertava com os dentes, coisa que me deixa louco. Ele parado ali na porta, todo encolhido, me disse que era uma fantasia que eles tinham de chupar uma pica juntos e que não podiam perder a oportunidade. Bom, não precisei insistir muito, já que eu tava com a pica dura e toda babada. A única condição que impus foi que ele só podia chupar, não ia comer ele. Os dois aceitaram, então ela abriu espaço na cama e me deram um boquete a dois inacreditável. Ele chupava bem, mas não se compara com o que ela chupa. Mandei ela virar e sentar na minha cara enquanto eu comia a buceta dela, ele chupava minhas bolas e ela me punhetava. Sentia como ela enfiava na boca e como passavam de boca em boca, como se fosse um doce. Não sei quanto tempo durou, a excitação era enorme, incrível, tava tudo pegando fogo. Ela gozou na minha cara, como sempre, desabou em cima de mim e, bom, era minha vez. Eles se deitaram um do lado do outro, comecei a passar a parte de baixo da minha pica nas duas bocas juntas e enfiava a cabeça dela na boca dele, ele tava louco pelas minhas bolas. Juntei as caras deles e tentei espalhar toda a porra que não parava de sair sobre as duas línguas, enchi a boca deles, literalmente gozei pra caralho. Os dois engoliram, claro, e depois de engolir se beijaram com os lábios e a língua toda cheia da minha porra. Quando esfriamos, pedi pra não mencionarem o assunto, eles riram com cumplicidade. Tinham realizado a fantasia deles, e até senti que fortaleceram a amizade. E pra mim, foi uma das melhores gozadas da minha vida.
É a primeira vez que escrevo uma anedota, espero que vocês consigam entrar na vibe. Como toda noite pós-caravana, mandei a mensagem salvadora pra minha mina fixa, grandona, gordinha gostosa de rosto e dois peitos que parecem melões, realmente imensos. Eu tinha bebido um pouco, avisei ela, e sem dúvida ela mandou eu ir. Vale dizer: o melhor oral que já tomei e, sem dúvida, uma puta completa na cama, uma química e uma pele descomunal. Bom, cheguei, tomamos algo tranquilo, um pouco de música, fomos pra cama no maior agarro, já com a pica toda molhada, quando começam a ligar pra ela, eram umas 5 da manhã, o que parecia estranho, podia ser emergência. Era um amigo gay dela que tinha passado mal com não sei o quê e tava perto, então ela foi atender ele em casa. Bom, ela desceu, eu comecei a me vestir, e quando eles subiram, fiquei conversando um pouco pra não sair tão seco. Quando tava pegando a jaqueta, os dois em coro falaram “não, fica”. Fiquei meio sem graça porque não queria invadir o espaço deles, mas eles insistiram e eu fiquei. Ela jogou um cobertor no sofá, deu um travesseiro pra ele, que ficou na sala, e a gente voltou pro quarto. Assim que entrou no quarto, ela tirou meu cinto, ajoelhou e começou a me dar um boquete em pé que fez meus olhos virarem. Eu não queria fazer muito barulho, mas era inevitável pelo jeito que ela engasgava e cuspia. Ela me jogou na cama sem apagar a luz nem nada, começou a me montar desenfreadamente com uma energia que eu sentia que a pica ia explodir. Do nada, vejo a maçaneta baixar e a porta abrir. Ela tava de quatro, bem aberta, com a bunda e a buceta enormes apontando na direção da porta, e com minha pica ocupando a boca toda dela. Era o amigo dela, simplesmente entrou, tinha ouvido barulho e achou que tava rolando algo. Não deu tempo de nada, nem de me cobrir, porque senti um pouco de vergonha. Ela, como se nada, apontando pra ele de quatro, tirou minha pica da boca, virou a cabeça e disse: “É, isso acontece aqui, tenho um problema”. Ela começou a apertar minha pica e a sacudir como se tivesse um troféu na mão. Eles começaram a rir e ele disse: "quero ter problemas assim". Olhei pra ela e com um único olhar disse que NÃO. Ela entrou no modo puta, enfiou a cabeça na boca e começou a falar comigo enquanto apertava com os dentes, coisa que me deixa louco. Ele parado ali na porta, todo encolhido, me disse que era uma fantasia que eles tinham de chupar uma pica juntos e que não podiam perder a oportunidade. Bom, não precisei insistir muito, já que eu tava com a pica dura e toda babada. A única condição que impus foi que ele só podia chupar, não ia comer ele. Os dois aceitaram, então ela abriu espaço na cama e me deram um boquete a dois inacreditável. Ele chupava bem, mas não se compara com o que ela chupa. Mandei ela virar e sentar na minha cara enquanto eu comia a buceta dela, ele chupava minhas bolas e ela me punhetava. Sentia como ela enfiava na boca e como passavam de boca em boca, como se fosse um doce. Não sei quanto tempo durou, a excitação era enorme, incrível, tava tudo pegando fogo. Ela gozou na minha cara, como sempre, desabou em cima de mim e, bom, era minha vez. Eles se deitaram um do lado do outro, comecei a passar a parte de baixo da minha pica nas duas bocas juntas e enfiava a cabeça dela na boca dele, ele tava louco pelas minhas bolas. Juntei as caras deles e tentei espalhar toda a porra que não parava de sair sobre as duas línguas, enchi a boca deles, literalmente gozei pra caralho. Os dois engoliram, claro, e depois de engolir se beijaram com os lábios e a língua toda cheia da minha porra. Quando esfriamos, pedi pra não mencionarem o assunto, eles riram com cumplicidade. Tinham realizado a fantasia deles, e até senti que fortaleceram a amizade. E pra mim, foi uma das melhores gozadas da minha vida.
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