Olá, todo mundo, eu sei que vocês estão esperando o que aconteceu com a minha namorada e meu pai depois que eu descobri eles tendo um encontro e que acabaram se acolhendo. Mas devo dizer que isso não foi culpa só do meu pai ou da minha namorada, também nesse tempo eu refleti e, sendo sincero, hoje em dia estou de boa com a minha situação e feliz pelo meu pai. Sei que pra muitos posso parecer um esquisito ou um idiota, cuck, etc., mas eu reconheço que meu pai tava há muito tempo sem ser feliz como é hoje, e eu sou feliz também. Mas, já que falei isso, vamos continuar de onde parei.
Passaram-se 2 dias depois do shopping, eu tava em casa num dia normal quando o telefone tocou. Era um juiz e amigo do meu pai, ele me perguntou se meu pai tava em casa, eu disse que não. Ele me pediu pra avisar meu pai pra ver se ele tinha a data livre e se podia ser o juiz do casamento. Eu disse que tudo bem, que eu avisava, mas na minha mente eu me perguntava: que casamento? Casamento de quem? Se passava pela minha cabeça o que vocês tão pensando, que fosse dele e da minha namorada, mas ainda assim pensei que de pegar ou ter um caso pra casar tinha uma distância enorme. Preferi ficar quieto e não falei nada. Já de noite, meu pai chegou em casa tudo normal até o jantar, quando ele me disse que amanhã queria falar comigo e que eu não iria pra escola.
A noite passou muito rápida, verdade seja dita, não consegui dormir, mil ideias passavam pela minha cabeça, mas o dia chegou. Eu, mesmo acordado, não queria me levantar, porque no fundo eu sabia o que meu pai queria falar comigo. Já eram 10 da manhã quando meu pai bateu na porta do meu quarto. Muito a contragosto, tive que abrir. Meu pai disse: "Filho, temos que conversar. Pode ser aqui ou podemos descer pra cozinha, tomar um café tranquilo, você escolhe, filho." Muito a contragosto, a opção de tomar um café era melhor.
Descemos, meu pai preparou café, eu me sentei. Ele serviu o café e foram minutos que eu senti como horas até que finalmente meu pai falou: "Filho, sabe, desde que sua mãe morreu, eu não tinha estado com... Ninguém, e eu nunca tinha sentido nada por ninguém, eu só escutava. E olha, filho, tô muito apaixonado por uma mulher e quero ela pra ser a mãe dos meus filhos, dos seus futuros irmãos. Ela é a mulher ideal pra mim e também tá apaixonada por mim, mas quero te dizer que isso não foi feito com maldade pra te machucar, só aconteceu. Meu pai na hora calou a boca, e eu abri a minha: "Hmm... e por que você tá me dizendo isso, pai? Sua felicidade é a minha felicidade. Se tem uma mulher que te faz feliz, eu vou ser feliz." Meu pai me olhou e disse: "É a sua namorada. Eu sei que sou mais velho que ela e que o mais importante é que ela é sua namorada, mas a gente se apaixonou um pelo outro."
Eu fiquei em silêncio, pensando que de alguma forma eu também tinha culpa nessa situação, mas nunca imaginei que chegaríamos a esse ponto. Só tinha imaginado que eles iam transar por um tempo, mas não tinha mais nada que pudesse ser feito. Eu falei: "Tá bem, pai. Se ela é sua felicidade, não vou atrapalhar." Meu pai me agradeceu, mas tenho que dizer que tava me segurando pra não chorar. Isso tinha escapado do meu controle. Claro que meu pai era mais velho, mas ainda podia engravidar alguém, e minha namorada tava na idade perfeita pra ficar prenha. Meu pai, como último favor e antes de sair de casa, me pediu que, se na escola meus colegas perguntassem se fui eu quem pediu minha namorada em casamento, eu dissesse que sim, porque ele não queria que ela se sentisse mal no último ano dela na escola. Afinal, depois de se formar, ela ia se dedicar a ser esposa do meu pai e cuidar dos filhos dele. O dia terminou com essa notícia. Eu dormi esperando que tudo fosse mentira.
Quando acordei, desci pra cozinha, cumprimentei meu pai, me esforcei pra manter a calma e saí de casa. Cheguei na escola normal, como se fosse outro dia. Isso me deu um toque de normalidade, até chegar na quadra da escola. Todos os meus amigos estavam falando do anel que minha namorada tava usando. Todo mundo dizia: "Foi você quem deu?" E quando me aproximei, foi exatamente isso que me perguntaram. Vendo eu e minha ex-namorada, eu disse que sim. Não sei se foi por minha culpa, peso na consciência, mas algo me dizia que eu tinha que dizer sim. Minha ex, envergonhada, pegou na minha mão e saímos para fora da escola. Ela me disse que não queria me machucar, e que o que aconteceu com meu pai foi algo que ela não planejou, só aconteceu, e que queria ser esposa dele e mãe dos filhos dele, mas não queria que minha relação com meu pai fosse prejudicada. Eu concordei e disse que todo contato que tivemos seria cortado com ela, e que ela fizesse meu pai feliz. Antes de eu ir, ela pegou minha mão e pediu como último favor se eu podia acompanhá-la ao shopping depois da escola. Eu disse que sim, porque era uma forma de fechar esse capítulo na minha vida, mas não sabia o que estava por vir.
Chegando no shopping, ela disse: "Quero que você me acompanhe para escolher meu vestido de noiva, porque seu pai e eu vamos nos casar, e ele não pode me acompanhar porque dá azar." Eu não pude recusar, porque não queria fazer escândalo e porque já estávamos andando para a loja, mas na minha mente eu a amaldiçoei mil vezes: "Maldita Petra, ainda por cima que você transa com meu pai, tem a cara de pau de me pedir para acompanhar? Era para você e eu nos casarmos um dia, mas enfim." Chegamos na loja de vestidos, e minha ex-namorada vestia um, modelava outro para mim, e assim foi até escolher um bem sexy.
Ela me dizia: "Acho que vou levar este", mas sempre me chamava de filho. Eu sentia uma mistura estranha de dor, tristeza e raiva. Ela também me pediu pra chamá-la de mãe ou mami enquanto conversávamos, enquanto lhe davam o vestido. Mas no meu ouvido, ela disse: "Se não quiser, não entendo, mas mesmo assim você vai fazer quando eu tiver um filho do seu pai e fizer parte da família com todos os direitos." Naquele mesmo dia, conversando ou falando, ela me disse mais: "Sim, eu sou uma pervertida, filho, e sei que você provocou isso. Eu soube desde o primeiro dia. Eu também queria me divertir, foi por isso que entrei no seu jogo, mas seu pai acabou me apaixonando. Ele é um alfa e sabe como despertar esse meu lado que eu gosto. Mas não se preocupe, você não vai perder nada. Vou gravar quando seu pai me foder na nossa lua de mel e quando eu engravidar dos seus irmãos. Mas fica tranquilo, seu pai não sabe o que eu sei. Por isso, e pra guardar esse segredo, você vai me chamar de mami de agora em diante, está claro?" O dia terminou com isso. Já na minha cama, eu achava que estava vivendo no inferno. Sabia o que eu tinha provocado, mas isso já estava começando a me superar. No dia seguinte, ou seja, sexta-feira, acompanhei meu pai pra buscar o terno dele pro casamento. No caminho, meu pai me disse que eles iam se casar naquele domingo e que, naquele momento, minha namorada viria morar com a gente. Eu só podia ouvir. Pra não prolongar muito isso, só vou dizer que foi uma loucura no sábado até chegar o dia do casamento. Era algo simples, mas estavam os amigos do meu pai e a família dele. A chegada da minha namorada só trouxe as amigas dela. Primeiro foi a cerimônia na igreja, tudo normal, ou o mais normal possível. Todos os amigos do meu pai em silêncio pela beleza que meu pai tinha conseguido, assim como a família dele. Alguns comentavam que com aquela esposa, meu pai poderia facilmente ser pai de pelo menos mais 5 filhos. Por parte dela, as amigas da minha namorada murmuravam que eu não era o noivo, pois minha ex manteve em segredo com quem ela se casava, mas também mencionavam que com aquele homem ou... Meu pai e meu ex tinham a vida resolvida, os dois estavam na frente do altar. Primeiro, o melhor amigo do meu pai passou pra colocar o laço de casamento neles e, por último, me fizeram carregar as alianças. Eu, morrendo de vergonha, passei quando o padre pediu. E ali, ouvindo os votos de casamento tanto do meu pai quanto do meu namorado, me mantive firme e forte ao vê-los colocando as alianças. Depois de um tempo, me retirei, e o padre disse ao meu pai: "Pode beijar a noiva". Naquele momento, meu pai beijou ela, todo mundo aplaudiu e gritou "Parabéns", "Viva os noivos" e coisas assim. Depois vieram as fotos, uma tortura, e saindo da igreja, gritavam "Viva os noivos". Depois disso, fomos pro salão privado que meu pai tinha alugado. Lá já estava o juiz, amigo do meu pai. Ele se apressou e pediu os documentos da minha noiva e do meu pai. Disse: "Pode assinar aqui, o noivo, e aqui, a noiva". Eles assinaram, e ele me disse: "Só preciso de uma testemunha". Nessa hora, minha ex-noiva e meu pai vieram me buscar e praticamente me obrigaram a assinar como testemunha do casamento deles. No final, o juiz disse: "De hoje em diante, perante a lei, são marido e mulher". Todo mundo, obviamente, gritava e os parabenizava. A verdade é que não fiquei na festa, só me chegavam vídeos da minha ex-noiva circulando com meu pai e os convidados, recebendo os presentes deles. Mas no final da noite, não fui pra minha casa, mas meu pai e a esposa dele foram. Meu pai desceu as malas do carro e entraram, com ele carregando ela até o quarto. Deixaram as malas na sala e, já no quarto do meu pai, minha noiva ficou só de lingerie de noiva.
E aí desço até o volume do meu pai, puxo o pau dele pra fora e começo a chupar que nem uma louca desvairada, sem usar as mãos, só com a língua. Meu pai, com a cara de prazer, curtia cada segundo até que, depois de 20 minutos, ele gozou. Pegou a cabeça da minha ex e enfiou até a garganta dela, pra não perder uma gota do esperma dele. Minha namorada já tava toda molhada e falou: "Vem agora, quero você dentro de mim. Sabe que tô nos meus dias mais férteis e que posso engravidar do seu filho, então vem e me emprenha." Meu pai pegou ela, abriu as pernas dela e meteu o pau enorme dele, que começou a entrar e sair da buceta da minha ex. Passaram 50 minutos e meu pai finalmente gozou junto com ela. Minha ex-namorada beijou ele e disse: "Quero mais, hoje não vamos dormir." Meu pai colocou ela de quatro e meteu de novo. Os dois já estavam suados, com um fio de porra saindo da ponta do pau do meu pai até a buceta da minha namorada — era óbvio que ela ia engravidar. Minha namorada dizia: "Ô, sim, me faz sua, meu rei, só você pode ter esse corpo, me enche com seus filhos, vou dar à luz eles." Meu pai respondia: "Isso mesmo, pequena foxy, você é minha puta, meu depósito de porra, e vai me dar quantos filhos puder. Tem que mostrar que é uma mulher de qualidade, de primeiro nível." Meu pai colocou ela em quantas posições conseguiu. Eles transaram até umas 4 da manhã, acho que os vizinhos ouviram porque minha ex-namorada gemia que nem louca cada vez que gozava. Meu pai acordou mais três vezes e meteu de novo até amanhecer. Eles estavam nus, grudados de suor, porra e fluidos da minha namorada. Quando ela acordou, no final, tiveram dois filhos: um menino e uma menina. Eu, por minha vez, agora sou médico e saí do país. Mudei meu sobrenome para o da minha mãe e agora tenho uma parceira linda aqui na Itália, estamos planejando casar. E, embora tenha gente que me ache patético, eu precisava tirar essa história da minha cabeça pra seguir em frente. Bom, é isso.
Passaram-se 2 dias depois do shopping, eu tava em casa num dia normal quando o telefone tocou. Era um juiz e amigo do meu pai, ele me perguntou se meu pai tava em casa, eu disse que não. Ele me pediu pra avisar meu pai pra ver se ele tinha a data livre e se podia ser o juiz do casamento. Eu disse que tudo bem, que eu avisava, mas na minha mente eu me perguntava: que casamento? Casamento de quem? Se passava pela minha cabeça o que vocês tão pensando, que fosse dele e da minha namorada, mas ainda assim pensei que de pegar ou ter um caso pra casar tinha uma distância enorme. Preferi ficar quieto e não falei nada. Já de noite, meu pai chegou em casa tudo normal até o jantar, quando ele me disse que amanhã queria falar comigo e que eu não iria pra escola.
A noite passou muito rápida, verdade seja dita, não consegui dormir, mil ideias passavam pela minha cabeça, mas o dia chegou. Eu, mesmo acordado, não queria me levantar, porque no fundo eu sabia o que meu pai queria falar comigo. Já eram 10 da manhã quando meu pai bateu na porta do meu quarto. Muito a contragosto, tive que abrir. Meu pai disse: "Filho, temos que conversar. Pode ser aqui ou podemos descer pra cozinha, tomar um café tranquilo, você escolhe, filho." Muito a contragosto, a opção de tomar um café era melhor.
Descemos, meu pai preparou café, eu me sentei. Ele serviu o café e foram minutos que eu senti como horas até que finalmente meu pai falou: "Filho, sabe, desde que sua mãe morreu, eu não tinha estado com... Ninguém, e eu nunca tinha sentido nada por ninguém, eu só escutava. E olha, filho, tô muito apaixonado por uma mulher e quero ela pra ser a mãe dos meus filhos, dos seus futuros irmãos. Ela é a mulher ideal pra mim e também tá apaixonada por mim, mas quero te dizer que isso não foi feito com maldade pra te machucar, só aconteceu. Meu pai na hora calou a boca, e eu abri a minha: "Hmm... e por que você tá me dizendo isso, pai? Sua felicidade é a minha felicidade. Se tem uma mulher que te faz feliz, eu vou ser feliz." Meu pai me olhou e disse: "É a sua namorada. Eu sei que sou mais velho que ela e que o mais importante é que ela é sua namorada, mas a gente se apaixonou um pelo outro."
Eu fiquei em silêncio, pensando que de alguma forma eu também tinha culpa nessa situação, mas nunca imaginei que chegaríamos a esse ponto. Só tinha imaginado que eles iam transar por um tempo, mas não tinha mais nada que pudesse ser feito. Eu falei: "Tá bem, pai. Se ela é sua felicidade, não vou atrapalhar." Meu pai me agradeceu, mas tenho que dizer que tava me segurando pra não chorar. Isso tinha escapado do meu controle. Claro que meu pai era mais velho, mas ainda podia engravidar alguém, e minha namorada tava na idade perfeita pra ficar prenha. Meu pai, como último favor e antes de sair de casa, me pediu que, se na escola meus colegas perguntassem se fui eu quem pediu minha namorada em casamento, eu dissesse que sim, porque ele não queria que ela se sentisse mal no último ano dela na escola. Afinal, depois de se formar, ela ia se dedicar a ser esposa do meu pai e cuidar dos filhos dele. O dia terminou com essa notícia. Eu dormi esperando que tudo fosse mentira.
Quando acordei, desci pra cozinha, cumprimentei meu pai, me esforcei pra manter a calma e saí de casa. Cheguei na escola normal, como se fosse outro dia. Isso me deu um toque de normalidade, até chegar na quadra da escola. Todos os meus amigos estavam falando do anel que minha namorada tava usando. Todo mundo dizia: "Foi você quem deu?" E quando me aproximei, foi exatamente isso que me perguntaram. Vendo eu e minha ex-namorada, eu disse que sim. Não sei se foi por minha culpa, peso na consciência, mas algo me dizia que eu tinha que dizer sim. Minha ex, envergonhada, pegou na minha mão e saímos para fora da escola. Ela me disse que não queria me machucar, e que o que aconteceu com meu pai foi algo que ela não planejou, só aconteceu, e que queria ser esposa dele e mãe dos filhos dele, mas não queria que minha relação com meu pai fosse prejudicada. Eu concordei e disse que todo contato que tivemos seria cortado com ela, e que ela fizesse meu pai feliz. Antes de eu ir, ela pegou minha mão e pediu como último favor se eu podia acompanhá-la ao shopping depois da escola. Eu disse que sim, porque era uma forma de fechar esse capítulo na minha vida, mas não sabia o que estava por vir.
Chegando no shopping, ela disse: "Quero que você me acompanhe para escolher meu vestido de noiva, porque seu pai e eu vamos nos casar, e ele não pode me acompanhar porque dá azar." Eu não pude recusar, porque não queria fazer escândalo e porque já estávamos andando para a loja, mas na minha mente eu a amaldiçoei mil vezes: "Maldita Petra, ainda por cima que você transa com meu pai, tem a cara de pau de me pedir para acompanhar? Era para você e eu nos casarmos um dia, mas enfim." Chegamos na loja de vestidos, e minha ex-namorada vestia um, modelava outro para mim, e assim foi até escolher um bem sexy.
Ela me dizia: "Acho que vou levar este", mas sempre me chamava de filho. Eu sentia uma mistura estranha de dor, tristeza e raiva. Ela também me pediu pra chamá-la de mãe ou mami enquanto conversávamos, enquanto lhe davam o vestido. Mas no meu ouvido, ela disse: "Se não quiser, não entendo, mas mesmo assim você vai fazer quando eu tiver um filho do seu pai e fizer parte da família com todos os direitos." Naquele mesmo dia, conversando ou falando, ela me disse mais: "Sim, eu sou uma pervertida, filho, e sei que você provocou isso. Eu soube desde o primeiro dia. Eu também queria me divertir, foi por isso que entrei no seu jogo, mas seu pai acabou me apaixonando. Ele é um alfa e sabe como despertar esse meu lado que eu gosto. Mas não se preocupe, você não vai perder nada. Vou gravar quando seu pai me foder na nossa lua de mel e quando eu engravidar dos seus irmãos. Mas fica tranquilo, seu pai não sabe o que eu sei. Por isso, e pra guardar esse segredo, você vai me chamar de mami de agora em diante, está claro?" O dia terminou com isso. Já na minha cama, eu achava que estava vivendo no inferno. Sabia o que eu tinha provocado, mas isso já estava começando a me superar. No dia seguinte, ou seja, sexta-feira, acompanhei meu pai pra buscar o terno dele pro casamento. No caminho, meu pai me disse que eles iam se casar naquele domingo e que, naquele momento, minha namorada viria morar com a gente. Eu só podia ouvir. Pra não prolongar muito isso, só vou dizer que foi uma loucura no sábado até chegar o dia do casamento. Era algo simples, mas estavam os amigos do meu pai e a família dele. A chegada da minha namorada só trouxe as amigas dela. Primeiro foi a cerimônia na igreja, tudo normal, ou o mais normal possível. Todos os amigos do meu pai em silêncio pela beleza que meu pai tinha conseguido, assim como a família dele. Alguns comentavam que com aquela esposa, meu pai poderia facilmente ser pai de pelo menos mais 5 filhos. Por parte dela, as amigas da minha namorada murmuravam que eu não era o noivo, pois minha ex manteve em segredo com quem ela se casava, mas também mencionavam que com aquele homem ou... Meu pai e meu ex tinham a vida resolvida, os dois estavam na frente do altar. Primeiro, o melhor amigo do meu pai passou pra colocar o laço de casamento neles e, por último, me fizeram carregar as alianças. Eu, morrendo de vergonha, passei quando o padre pediu. E ali, ouvindo os votos de casamento tanto do meu pai quanto do meu namorado, me mantive firme e forte ao vê-los colocando as alianças. Depois de um tempo, me retirei, e o padre disse ao meu pai: "Pode beijar a noiva". Naquele momento, meu pai beijou ela, todo mundo aplaudiu e gritou "Parabéns", "Viva os noivos" e coisas assim. Depois vieram as fotos, uma tortura, e saindo da igreja, gritavam "Viva os noivos". Depois disso, fomos pro salão privado que meu pai tinha alugado. Lá já estava o juiz, amigo do meu pai. Ele se apressou e pediu os documentos da minha noiva e do meu pai. Disse: "Pode assinar aqui, o noivo, e aqui, a noiva". Eles assinaram, e ele me disse: "Só preciso de uma testemunha". Nessa hora, minha ex-noiva e meu pai vieram me buscar e praticamente me obrigaram a assinar como testemunha do casamento deles. No final, o juiz disse: "De hoje em diante, perante a lei, são marido e mulher". Todo mundo, obviamente, gritava e os parabenizava. A verdade é que não fiquei na festa, só me chegavam vídeos da minha ex-noiva circulando com meu pai e os convidados, recebendo os presentes deles. Mas no final da noite, não fui pra minha casa, mas meu pai e a esposa dele foram. Meu pai desceu as malas do carro e entraram, com ele carregando ela até o quarto. Deixaram as malas na sala e, já no quarto do meu pai, minha noiva ficou só de lingerie de noiva.
E aí desço até o volume do meu pai, puxo o pau dele pra fora e começo a chupar que nem uma louca desvairada, sem usar as mãos, só com a língua. Meu pai, com a cara de prazer, curtia cada segundo até que, depois de 20 minutos, ele gozou. Pegou a cabeça da minha ex e enfiou até a garganta dela, pra não perder uma gota do esperma dele. Minha namorada já tava toda molhada e falou: "Vem agora, quero você dentro de mim. Sabe que tô nos meus dias mais férteis e que posso engravidar do seu filho, então vem e me emprenha." Meu pai pegou ela, abriu as pernas dela e meteu o pau enorme dele, que começou a entrar e sair da buceta da minha ex. Passaram 50 minutos e meu pai finalmente gozou junto com ela. Minha ex-namorada beijou ele e disse: "Quero mais, hoje não vamos dormir." Meu pai colocou ela de quatro e meteu de novo. Os dois já estavam suados, com um fio de porra saindo da ponta do pau do meu pai até a buceta da minha namorada — era óbvio que ela ia engravidar. Minha namorada dizia: "Ô, sim, me faz sua, meu rei, só você pode ter esse corpo, me enche com seus filhos, vou dar à luz eles." Meu pai respondia: "Isso mesmo, pequena foxy, você é minha puta, meu depósito de porra, e vai me dar quantos filhos puder. Tem que mostrar que é uma mulher de qualidade, de primeiro nível." Meu pai colocou ela em quantas posições conseguiu. Eles transaram até umas 4 da manhã, acho que os vizinhos ouviram porque minha ex-namorada gemia que nem louca cada vez que gozava. Meu pai acordou mais três vezes e meteu de novo até amanhecer. Eles estavam nus, grudados de suor, porra e fluidos da minha namorada. Quando ela acordou, no final, tiveram dois filhos: um menino e uma menina. Eu, por minha vez, agora sou médico e saí do país. Mudei meu sobrenome para o da minha mãe e agora tenho uma parceira linda aqui na Itália, estamos planejando casar. E, embora tenha gente que me ache patético, eu precisava tirar essa história da minha cabeça pra seguir em frente. Bom, é isso.
0 comentários - Meu pai come minha namorada 3 - FIN