Depois de conversarmos por vários dias sobre a festa de fim de ano da empresa, eu e minha esposa decidimos ir. Não era a festa comum onde todos os funcionários iam, mas sim uma festa mais privada, com apenas cerca de 30 pessoas.
Minha esposa nunca tinha me acompanhado em uma reunião do meu trabalho atual e estava preocupada com a roupa que ia escolher. Ela é bem recatada no dia a dia, no máximo uns jeans que, por causa do corte, deixam ver a bunda gostosa dela, e alguns pulôveres e blusas que mostram os peitões dela. Ela é baixinha, com umas curvas bem marcadas.
Preciso mencionar que a festa seria num lugar que tem um par de salões de festa, piscina coberta, quartos e área de chalés. A região, apesar de afastada, tem um clima bem ameno, o que é uma mão na roda nessa época.
Minha esposa decidiu levar um vestido de tecido fino, um pouco abaixo do joelho e não muito justo, pra ficar confortável.
Chegamos no local por volta das 6 da tarde, chegando umas duas horas antes do evento. Notamos um monte de gente chegando, depois nos disseram que tinha outro evento de uma empresa de um estado vizinho, com um número parecido de pessoas do evento que a gente ia.
Fomos direto pro quarto pra tomar banho e nos arrumar, mas quando chegamos lá, decidimos ir primeiro pra piscina coberta, que fechava às 7:30 da noite. Tomamos um banho rápido, vestimos nossos trajes de banho e fomos nadar.
Pra nossa surpresa, a piscina estava meio vazia, com algumas pessoas espalhadas, principalmente nos cantos. Aproveitamos a oportunidade pra nadar à vontade.
Uns 10 minutos depois que a gente chegou, apareceu um grupo de 5 pessoas, 2 mulheres e 3 homens, que se sentaram perto da gente e começaram a nadar na hora.
Depois de alguns minutos, notei que ela estava conversando com uma das mulheres do grupo. vizinho. As duas estavam bem entretidas e continuaram assim por um bom tempo. Os homens do grupo saíram da natação e foram para os banheiros. Eu decidi fazer o mesmo e, pegando minha toalha, caminhei na mesma direção. Quando cheguei, eles estavam se trocando. Dois deles eram homens maduros, por volta dos 50 anos, enquanto o terceiro tinha uns 36. Entre os comentários, ouvi um deles dizer que esperava ver a vizinha da piscina, minha esposa, com um vestido curto para admirar de novo as pernas e os peitos dela, o que foi celebrado pelos outros dois, que acrescentaram comentários sobre a bunda dela. Uma excitação estranha me invadiu ao ouvir outros homens falando da minha esposa daquele jeito. Minha esposa e eu voltamos para o quarto para tomar outra ducha e nos vestir para a festa.
Chegando na festa, logo começamos a interagir com meus colegas e colegas, e minha esposa caiu nas graças de todos, especialmente do encarregado da logística, Jorge, um engenheiro de 52 anos que tinha ido sem a esposa e não parava de puxar conversa com a minha. A noite foi bem divertida, com dança, vinho e conversas. Minha esposa dançou com alguns colegas e, sem exagerar, bebeu um pouco mais do que o normal. No começo, as danças com Jorge foram normais, e eu até notei que ela não estava gostando muito, tentando voltar rápido para a mesa comigo, mas conforme a noite avançava, ela demorava um pouco mais para voltar e respondia com mais risadinhas aos comentários dele. Lá pela meia-noite, a festa começou a esfriar, e nós decidimos sair para dar uma volta com um drink na mão. Quando nos viu saindo, Jorge se apressou para nos acompanhar, e eu notei um sorriso de satisfação no rosto da minha esposa. Caminhamos uns 15 minutos até chegar na área das cabanas, onde dava para ouvir música e risadas. Enquanto andávamos, uma voz de mulher mencionou o nome da minha esposa. Quando viramos, reconhecemos a mulher da piscina que tinha feito amizade. com a minha esposa. A gente se aproximou pra cumprimentar e ela perguntou se a gente tava hospedado em alguma cabana. Quando a gente disse que não e explicou sobre o quarto, ela convidou a gente pra entrar na cabana dela, onde o resto do grupo e outros amigos estavam batendo papo. Tanto o Jorge quanto a gente aceitou o convite e entrou nessa nova resenha.
Enquanto eu conversava, minha esposa dançava com o Jorge e o Hernán, que se mostraram uns dançarinos foda.
Lá pelas 2 da manhã, várias pessoas começaram a ir embora. Só ficou na cabana o Jorge, o Hernán, o Eduardo, minha esposa e eu.
O Hernán, o mais velho, fez uma piada falando que podia dar treta entre a gente por causa do direito de dançar com minha esposa. Ela respondeu que se organizasse direitinho, ela conseguia dançar muito bem com todo mundo, até ao mesmo tempo.
A cabana tinha uma sala, onde a gente tava, com sofás e uma janelona que dava pro jardim. Eu fiquei lá dentro com o Eduardo enquanto minha esposa dançava alternando no jardim, por causa do calor, com o Jorge e o Hernán.
Em certo momento, o Hernán se desculpou abrindo a camisa de linho que tava usando, explicando que não aguentava mais aquele calorão misturado com o calor da dança. Minha esposa, que tava dançando com ele na hora, não tirou a mão que tinha no peito dele, então quando ele tirou a camisa, a mão dela ficou no peito peludo do Hernán. Os outros não perceberam, mas no momento do contato da mão com o peito peludo do Hernán, minha esposa abriu a boca de leve e depois engoliu saliva pra tirar a mão rapidinho. Eu fingi que não vi a cena.
O Eduardo decidiu sair pra dançar e o Hernán entrou. Ele comentou que minha esposa parecia não se cansar e até me parabenizou por ter uma esposa tão gostosa.
Ele voltou a dançar de novo, mudando pra uma salsa bem agitada, o que animou minha esposa, porque era o ritmo favorito dela.
As voltas constantes faziam a barra do vestido voar, dando uma visão linda das pernas da minha esposa, enquanto o balanço dos peitos dela também começou a provocar olhares mais safados nos três homens.
Numa das tantas voltas, Hernán tirou a camisa por completo, mostrando descaradamente os peitorais peludos, se aproximando lascivamente da minha esposa. Pra minha surpresa, ela não se afastou; pelo contrário, colocou as duas mãos no peito de Hernán pra depois girar e virar de costas, continuando os movimentos enquanto me lançava um olhar que eu reconheci como metade pedido de desculpa, metade luxúria. Eu só consegui dar um sorriso de aprovação, que pareceu liberar a faceta desejada dela.
Hernán deslizou as mãos pela cintura dela no ritmo da música, descendo até quase passar do comprimento do vestido. Quando subiu as mãos de novo, elas trouxeram o tecido junto, deixando à mostra boa parte das pernas lindas da minha esposa.
Isso pareceu ser um sinal pra Jorge, que se aproximou e, seguindo o ritmo da música, colou o corpo no dela. Ela apoiou a cabeça no ombro de Jorge enquanto Hernán aproximava o quadril do dela, acariciando as pernas agora descobertas.
Continuaram nessa posição até o fim da música. Assim que ela acabou, Hernán aproveitou pra virar ela de novo, deixando-a de frente, e Jorge na mesma hora segurou o quadril da minha esposa, se preparando pra próxima música.
Quando ela começou, os dois já deslizavam as mãos pelas pernas e ombros dela, sem ligar muito pro ritmo que tava tocando.
Hernán inclinou a cabeça, aproximando os lábios entre a orelha e o pescoço da minha esposa, fazendo ela soltar um gemido quase imperceptível e fechar os olhos. Ele colocou as mãos dos dois lados dela, bem debaixo das axilas, e segurando o vestido, começou a puxar ele pra baixo, sem nenhuma resistência da parte dela.
Os peitos dela pareceram ser a última barreira antes do que estava prestes a acontecer, mas não resistiram nem dois segundos, deixando o vestido baixou o vestido de repente, liberando os dois peitos para a frente.
Hernán aproveitou a surpresa da minha esposa e levou os lábios até uma das tetas dela.
Chupou e lambeu, arrancando gemidos de prazer da minha esposa, que apertava a cabeça dele contra os seios.
Jorge, enquanto isso, continuou o trabalho de Hernán, puxando o vestido para baixo até deixá-lo no chão.
Jorge se ajoelhou com um joelho no chão, deixando o rosto na altura das nádegas redondas da minha esposa, e começou a lamber e morder levemente as duas.
Eduardo estava com uma cara de tesão que o deixava irreconhecível, olhava impressionado para os amigos e para minha esposa enquanto se massageava disfarçadamente por cima da calça o pau que começava a empurrar o zíper.
Minha esposa tinha interrompido Hernán e agora aproximava os lábios do peito dele, lambendo e mordendo os mamilos, descendo até o estômago coberto de pelos.
Hernán começou a desabotoar a calça enquanto pegava uma das mãos da minha esposa e a levava até o pau dele. Ele só abriu o zíper e, imediatamente, minha esposa enfiou a mão para apalpar o pau, deslizou rápido para baixo, deixando saltar um pedaço de carne morena e grossa, com uma cabeça avantajada, circuncidada e uma ponta brilhando de líquido pré-seminal.
Depois de um olhar de luxúria e desejo, ela pegou o pau com uma mão e começou a acariciar devagar, mas Hernán já tinha esperado demais e pegou minha esposa pela nuca, empurrando-a com certa brusqueca para cima do pau duro dele.
Ela não resistiu, abriu levemente os lábios e abraçou a glande brilhante com eles, começando a saborear o líquido que escorria. Ajoelhou-se, abriu um pouco mais a boca e começou a deslizar os lábios pelo comprimento do pau até engolir três quartos dele, que foi o que conseguiu colocar na boca. Começou o Movimento de vai e vem enquanto abaixava completamente a calça e a calcinha de Hernán. Ele colocou as mãos atrás da cabeça da minha esposa e, com uma leve força, empurrou-a para obrigá-la a engolir por completo seu grande membro. Quando conseguiu, ficou um tempo segurando a cabeça dela enquanto guiava a mão da minha esposa para as suas bolas.
Jorge e Eduardo estavam tirando a roupa íntima, deixando à mostra seus membros completamente eretos.
Agora os três rodeavam minha esposa, que estava ajoelhada com a pica do Hernán na boca, soltando alguns gemidos enquanto continuava o vai e vem que enchia de saliva o grande doce. Os outros dois homens começaram a acariciar os peitos dela e a aproximar seus membros do rosto da minha esposa. Ela imediatamente segurou ambos os membros, surpresa com o tamanho, com um desejo nos olhos que eu nunca tinha visto.
Ela escolheu virar para Eduardo e, com algum esforço, engoliu a grossa pica para começar a chupar, deixando a saliva escorrer sobre os seios. Depois, virou para Jorge e começou a lamber desde a base das bolas até a ponta da glande, fazendo Jorge soltar um gemido rouco. Jorge devia ter sonhado com isso desde que viu minha esposa pela primeira vez naquela noite, então, sem nenhuma delicadeza, pegou a cabeça dela com as duas mãos e empurrou de uma vez o membro até o fundo, prosseguindo com suas estocadas brutas.
Fiz menção de me levantar, caso precisasse interromper algo que incomodasse minha esposa, mas parei na hora quando a ouvi gemer de prazer com esse ato quente de dominação. Os três homens ouviram a reação dela e sorriram entre si, pensando no que estava por vir: o uso sem limites da minha delicada, fresca e linda esposa.
Depois de várias trocas de vez para usar a boca da minha esposa, Hernán tomou a iniciativa de novo e colocou minha esposa de pé para que os três começassem a passar mãos e bocas por todo o corpo dela, enquanto ela se Se entregava de olhos fechados e boca entreaberta.
Os seios dela ficaram logo cobertos de saliva dos três coroas, que tinham enlouquecido com o tamanho e a textura deles.
Depois de alguns minutos, Hernán pegou na mão da minha esposa e começou a andar na direção de um dos quartos. Ela virou pra me olhar, fazendo um sinal pra eu acompanhar, e fui atrás deles.
A música tinha parado na cabana, só se ouvia o ritmo dos saltos da minha esposa e uma música ao longe.
O quarto era espaçoso, com uma cama queen e um sofá num canto, que ocupei na hora. Eles também não perderam tempo e deitaram minha esposa de costas na cama. Jorge se aproximou entre as pernas dela e tirou a calcinha pequena, jogando de lado.
Os três homens ficaram vidrados na buceta dela, coberta por um pelo sutil que deixava ver os lábios completamente molhados.
Minha esposa corou ao se ver toda exposta, tentando se cobrir com a mãozinha, mas Jorge segurou e começou a chupar com gosto a buceta molhada dela.
Ela arqueou as costas e soltou o primeiro gemido da noite. Essa posição fez os peitos dela parecerem ainda maiores, como um convite pra Hernán e Eduardo, que atenderam na hora. Cada um pegou um peito pra acariciar e devorar, fazendo ela ter o primeiro orgasmo entre gritos de prazer.
Jorge se levantou, limpando a boca com a cara cheia de orgulho depois de ter conseguido o primeiro orgasmo da minha esposa, e Hernán aproveitou pra virar ela, deixando a cabeça dela virada pro lado oposto da cabeceira, um pouco fora do colchão, e as pernas abertas na direção da cabeceira.
Hernán começou a acariciar as bochechas dela enquanto passava o pau na cara dela, até enfiar a cabeça na boca dela. Ela colocou a língua pra fora, rodeando o pau com giros rápidos, limpando o líquido pré-gozo de Hernán. Eduardo subiu na cama e começou a lamber os lábios da buceta. fazendo uns sons úmidos e peculiares com a língua. Jorge pegou na mão da minha esposa e a levou até o pau dele, deixando que ela começasse a bater uma rapidinho.
Hernán apertava os peitos dela enquanto começava a enfiar o pinto cada vez mais fundo na garganta, o que ficou mais fácil por causa da posição da minha esposa, que já começava a dar uns gritinhos abafados pelo imenso membro que invadia a boca dela. Isso provocou uma reação inusitada no Hernán, que começou praticamente a foder a boca da minha esposa, chegando com a cabeça do pau até o fundo da garganta dela.
Hernán alternava entre meter e tirar o pau da boca da minha esposa e colocar as bolas pra ela lamber. Minha esposa tava agindo de um jeito completamente diferente do que eu conhecia, faminta de pica, desejosa de saborear até o último milímetro.
Ela também segurava a cabeça do Eduardo, acariciando o cabelo dele como se tivesse convidando ele a continuar lambendo a buceta dela. Eduardo levantou as duas pernas dela, pressionando contra o peito dela, o que fez a buceta dela abrir um pouco mais e o cu ficar exposto. Ele colocou os lábios imediatamente no buraquinho apertado da minha esposa e depois começou a passear a língua.
Minha esposa tentou resistir um pouco, porque não era algo que a gente tivesse feito antes, ela nunca tinha deixado, mas o Hernán segurou as mãos dela e colocou no próprio rabo enquanto diminuía o ritmo das estocadas na boca dela. Depois de alguns segundos, ela começou a gemer e a mexer a bunda pra exigir que a língua do Eduardo entrasse mais fundo. Não passou nem 2 minutos e, entre espasmos e gemidos, ela teve um novo orgasmo, mais intenso que o anterior.
Jorge pediu pra trocar de lugar com o Hernán, e esse por sua vez quis agora chupar a buceta da minha esposa. Me surpreendeu que o Jorge pegasse com calma as coisas e enfiasse devagar o pau na boca da minha esposa, pra seguir num ritmo compassado os movimentos que Ela dirigia com as mãos nas nádegas dele. Agora Hernán se distraiu por uns minutos chupando a buceta dela, quando ela, de repente, tirando a pica do Jorge da boca, ordenou pra ele:
—Mete em mim agora, por favor!
Meio surpreso, Hernán parou o que tava fazendo e depois se posicionou decidido entre as pernas da minha esposa, apontando o pau dele pros lábios irritados e molhados dela. Um terço daquela vara enorme entrou sem resistência e, encorajado pelo grito de prazer da minha esposa, ele enfiou mais um terço, depois tirou e meteu de novo devagar. Os olhos e a boca da minha esposa estavam completamente abertos de prazer ao receber uma porção de pica daquela, e quando Hernán enterrou tudo, ela deu um grito e baixou as pernas pra enrolar na cintura dele, puxando ele pra continuar penetrando até o fundo.
Começaram a soar os barulhos clássicos dos corpos se batendo, misturados com a umidade que escorria da pica do Hernán e da buceta da minha esposa, enquanto os gemidos dela ficavam cada vez mais altos até que Jorge tomou a boca dela de novo e começou o vai e vem da pica dele na garganta.
Depois de uns minutos, Eduardo quis penetrar minha esposa e Hernán cedeu o lugar. Ele enterrou tudo de primeira e começou a meter devagar enquanto chupava os peitos dela. Levantou as pernas dela perto dos ombros, tirou a pica e começou a passar ela no cu virgem da minha esposa.
Ao contrário do que eu esperava, ela gemeu de prazer e o cu dela começou a fazer movimentos involuntários de abrir e fechar. Eduardo começou a empurrar de leve, aproveitando a mistura de líquidos que tinha na pica dele, a cabeça lutando pra invadir contra a pressão de um cu fechado.
Finalmente a cabeça entrou e ela pediu pra ele esperar um momento antes de continuar. Eduardo esperou e empurrou de novo pra meter mais um centímetro, ela gemeu de prazer e ele aproveitou pra entrar até a metade. Os olhos de Ela permanecia fechada, mordendo os lábios, ele novamente empurrou e os ovos dele chegaram até as nádegas dela. Eduardo continuou comendo ela enquanto ela experimentava um novo prazer que, a julgar pelos gritos dela, desejaria ter sentido antes.
Uns minutos depois, Eduardo tirou o pau e se deitou de costas, pedindo pra minha esposa montar também de costas. Ela obedeceu sem reclamar e desceu de cócoras, enfiando a bunda nele de novo, começando a cavalgar cada vez mais rápido. Hernán e Jorge ficaram de pé sobre a cama e ofereceram alternadamente os paus pra boca da minha esposa enquanto beliscavam os mamilos dela. Ela não aguentou mais e, soltando um grito alto, teve outro orgasmo.
Hernán tomou o lugar do Eduardo, colocando agora minha esposa montando de frente, enfiando o pau na buceta, Jorge ficou atrás dela e penetrou o cu da minha esposa. Eduardo, de pé, ficou na frente dela, enfiando o pau de novo na boca. Minha esposa não parava de gemer, com todos os buracos sendo furados pelos garanhões maduros, e diante dessa nova experiência, pedia mais aos berros. Eu não conseguia reconhecê-la, nunca a tinha visto assim, e mesmo assim me excitava a ponto de quase gozar.
Jorge não aguentou mais e esguichou o leite dentro do cu da minha esposa, que continuou cavalgando mais devagar até ter a última gota dentro dela.
Hernán colocou ela de quatro e penetrou o cu de uma vez, começando a meter selvagemente. Eduardo ficou na frente dela e ofereceu o pau. Ela chupava desesperadamente no ritmo que Hernán ditava com a penetração anal. Eduardo segurou a cabeça da minha esposa e começou a gozar copiosamente, o leite escorria pelos cantos da boca, apesar de ela tentar engolir tudo. Continuou lambendo até o pau ficar completamente limpo.
Hernán trocou de buraco, enfiando na buceta, e empurrou a cabeça da minha esposa contra o colchão, fazendo com que As nalgas dela estavam completamente abertas pra eu meter nela de forma selvagem enquanto dava tapas na bunda e gozava a jato, causando nela o último orgasmo daquela noite.
Os três foram pro banheiro se lavar, enquanto minha esposa ficava completamente exausta.
Minha esposa nunca tinha me acompanhado em uma reunião do meu trabalho atual e estava preocupada com a roupa que ia escolher. Ela é bem recatada no dia a dia, no máximo uns jeans que, por causa do corte, deixam ver a bunda gostosa dela, e alguns pulôveres e blusas que mostram os peitões dela. Ela é baixinha, com umas curvas bem marcadas.
Preciso mencionar que a festa seria num lugar que tem um par de salões de festa, piscina coberta, quartos e área de chalés. A região, apesar de afastada, tem um clima bem ameno, o que é uma mão na roda nessa época.
Minha esposa decidiu levar um vestido de tecido fino, um pouco abaixo do joelho e não muito justo, pra ficar confortável.
Chegamos no local por volta das 6 da tarde, chegando umas duas horas antes do evento. Notamos um monte de gente chegando, depois nos disseram que tinha outro evento de uma empresa de um estado vizinho, com um número parecido de pessoas do evento que a gente ia.
Fomos direto pro quarto pra tomar banho e nos arrumar, mas quando chegamos lá, decidimos ir primeiro pra piscina coberta, que fechava às 7:30 da noite. Tomamos um banho rápido, vestimos nossos trajes de banho e fomos nadar.
Pra nossa surpresa, a piscina estava meio vazia, com algumas pessoas espalhadas, principalmente nos cantos. Aproveitamos a oportunidade pra nadar à vontade.
Uns 10 minutos depois que a gente chegou, apareceu um grupo de 5 pessoas, 2 mulheres e 3 homens, que se sentaram perto da gente e começaram a nadar na hora.
Depois de alguns minutos, notei que ela estava conversando com uma das mulheres do grupo. vizinho. As duas estavam bem entretidas e continuaram assim por um bom tempo. Os homens do grupo saíram da natação e foram para os banheiros. Eu decidi fazer o mesmo e, pegando minha toalha, caminhei na mesma direção. Quando cheguei, eles estavam se trocando. Dois deles eram homens maduros, por volta dos 50 anos, enquanto o terceiro tinha uns 36. Entre os comentários, ouvi um deles dizer que esperava ver a vizinha da piscina, minha esposa, com um vestido curto para admirar de novo as pernas e os peitos dela, o que foi celebrado pelos outros dois, que acrescentaram comentários sobre a bunda dela. Uma excitação estranha me invadiu ao ouvir outros homens falando da minha esposa daquele jeito. Minha esposa e eu voltamos para o quarto para tomar outra ducha e nos vestir para a festa.
Chegando na festa, logo começamos a interagir com meus colegas e colegas, e minha esposa caiu nas graças de todos, especialmente do encarregado da logística, Jorge, um engenheiro de 52 anos que tinha ido sem a esposa e não parava de puxar conversa com a minha. A noite foi bem divertida, com dança, vinho e conversas. Minha esposa dançou com alguns colegas e, sem exagerar, bebeu um pouco mais do que o normal. No começo, as danças com Jorge foram normais, e eu até notei que ela não estava gostando muito, tentando voltar rápido para a mesa comigo, mas conforme a noite avançava, ela demorava um pouco mais para voltar e respondia com mais risadinhas aos comentários dele. Lá pela meia-noite, a festa começou a esfriar, e nós decidimos sair para dar uma volta com um drink na mão. Quando nos viu saindo, Jorge se apressou para nos acompanhar, e eu notei um sorriso de satisfação no rosto da minha esposa. Caminhamos uns 15 minutos até chegar na área das cabanas, onde dava para ouvir música e risadas. Enquanto andávamos, uma voz de mulher mencionou o nome da minha esposa. Quando viramos, reconhecemos a mulher da piscina que tinha feito amizade. com a minha esposa. A gente se aproximou pra cumprimentar e ela perguntou se a gente tava hospedado em alguma cabana. Quando a gente disse que não e explicou sobre o quarto, ela convidou a gente pra entrar na cabana dela, onde o resto do grupo e outros amigos estavam batendo papo. Tanto o Jorge quanto a gente aceitou o convite e entrou nessa nova resenha.
Enquanto eu conversava, minha esposa dançava com o Jorge e o Hernán, que se mostraram uns dançarinos foda.
Lá pelas 2 da manhã, várias pessoas começaram a ir embora. Só ficou na cabana o Jorge, o Hernán, o Eduardo, minha esposa e eu.
O Hernán, o mais velho, fez uma piada falando que podia dar treta entre a gente por causa do direito de dançar com minha esposa. Ela respondeu que se organizasse direitinho, ela conseguia dançar muito bem com todo mundo, até ao mesmo tempo.
A cabana tinha uma sala, onde a gente tava, com sofás e uma janelona que dava pro jardim. Eu fiquei lá dentro com o Eduardo enquanto minha esposa dançava alternando no jardim, por causa do calor, com o Jorge e o Hernán.
Em certo momento, o Hernán se desculpou abrindo a camisa de linho que tava usando, explicando que não aguentava mais aquele calorão misturado com o calor da dança. Minha esposa, que tava dançando com ele na hora, não tirou a mão que tinha no peito dele, então quando ele tirou a camisa, a mão dela ficou no peito peludo do Hernán. Os outros não perceberam, mas no momento do contato da mão com o peito peludo do Hernán, minha esposa abriu a boca de leve e depois engoliu saliva pra tirar a mão rapidinho. Eu fingi que não vi a cena.
O Eduardo decidiu sair pra dançar e o Hernán entrou. Ele comentou que minha esposa parecia não se cansar e até me parabenizou por ter uma esposa tão gostosa.
Ele voltou a dançar de novo, mudando pra uma salsa bem agitada, o que animou minha esposa, porque era o ritmo favorito dela.
As voltas constantes faziam a barra do vestido voar, dando uma visão linda das pernas da minha esposa, enquanto o balanço dos peitos dela também começou a provocar olhares mais safados nos três homens.
Numa das tantas voltas, Hernán tirou a camisa por completo, mostrando descaradamente os peitorais peludos, se aproximando lascivamente da minha esposa. Pra minha surpresa, ela não se afastou; pelo contrário, colocou as duas mãos no peito de Hernán pra depois girar e virar de costas, continuando os movimentos enquanto me lançava um olhar que eu reconheci como metade pedido de desculpa, metade luxúria. Eu só consegui dar um sorriso de aprovação, que pareceu liberar a faceta desejada dela.
Hernán deslizou as mãos pela cintura dela no ritmo da música, descendo até quase passar do comprimento do vestido. Quando subiu as mãos de novo, elas trouxeram o tecido junto, deixando à mostra boa parte das pernas lindas da minha esposa.
Isso pareceu ser um sinal pra Jorge, que se aproximou e, seguindo o ritmo da música, colou o corpo no dela. Ela apoiou a cabeça no ombro de Jorge enquanto Hernán aproximava o quadril do dela, acariciando as pernas agora descobertas.
Continuaram nessa posição até o fim da música. Assim que ela acabou, Hernán aproveitou pra virar ela de novo, deixando-a de frente, e Jorge na mesma hora segurou o quadril da minha esposa, se preparando pra próxima música.
Quando ela começou, os dois já deslizavam as mãos pelas pernas e ombros dela, sem ligar muito pro ritmo que tava tocando.
Hernán inclinou a cabeça, aproximando os lábios entre a orelha e o pescoço da minha esposa, fazendo ela soltar um gemido quase imperceptível e fechar os olhos. Ele colocou as mãos dos dois lados dela, bem debaixo das axilas, e segurando o vestido, começou a puxar ele pra baixo, sem nenhuma resistência da parte dela.
Os peitos dela pareceram ser a última barreira antes do que estava prestes a acontecer, mas não resistiram nem dois segundos, deixando o vestido baixou o vestido de repente, liberando os dois peitos para a frente.
Hernán aproveitou a surpresa da minha esposa e levou os lábios até uma das tetas dela.
Chupou e lambeu, arrancando gemidos de prazer da minha esposa, que apertava a cabeça dele contra os seios.
Jorge, enquanto isso, continuou o trabalho de Hernán, puxando o vestido para baixo até deixá-lo no chão.
Jorge se ajoelhou com um joelho no chão, deixando o rosto na altura das nádegas redondas da minha esposa, e começou a lamber e morder levemente as duas.
Eduardo estava com uma cara de tesão que o deixava irreconhecível, olhava impressionado para os amigos e para minha esposa enquanto se massageava disfarçadamente por cima da calça o pau que começava a empurrar o zíper.
Minha esposa tinha interrompido Hernán e agora aproximava os lábios do peito dele, lambendo e mordendo os mamilos, descendo até o estômago coberto de pelos.
Hernán começou a desabotoar a calça enquanto pegava uma das mãos da minha esposa e a levava até o pau dele. Ele só abriu o zíper e, imediatamente, minha esposa enfiou a mão para apalpar o pau, deslizou rápido para baixo, deixando saltar um pedaço de carne morena e grossa, com uma cabeça avantajada, circuncidada e uma ponta brilhando de líquido pré-seminal.
Depois de um olhar de luxúria e desejo, ela pegou o pau com uma mão e começou a acariciar devagar, mas Hernán já tinha esperado demais e pegou minha esposa pela nuca, empurrando-a com certa brusqueca para cima do pau duro dele.
Ela não resistiu, abriu levemente os lábios e abraçou a glande brilhante com eles, começando a saborear o líquido que escorria. Ajoelhou-se, abriu um pouco mais a boca e começou a deslizar os lábios pelo comprimento do pau até engolir três quartos dele, que foi o que conseguiu colocar na boca. Começou o Movimento de vai e vem enquanto abaixava completamente a calça e a calcinha de Hernán. Ele colocou as mãos atrás da cabeça da minha esposa e, com uma leve força, empurrou-a para obrigá-la a engolir por completo seu grande membro. Quando conseguiu, ficou um tempo segurando a cabeça dela enquanto guiava a mão da minha esposa para as suas bolas.
Jorge e Eduardo estavam tirando a roupa íntima, deixando à mostra seus membros completamente eretos.
Agora os três rodeavam minha esposa, que estava ajoelhada com a pica do Hernán na boca, soltando alguns gemidos enquanto continuava o vai e vem que enchia de saliva o grande doce. Os outros dois homens começaram a acariciar os peitos dela e a aproximar seus membros do rosto da minha esposa. Ela imediatamente segurou ambos os membros, surpresa com o tamanho, com um desejo nos olhos que eu nunca tinha visto.
Ela escolheu virar para Eduardo e, com algum esforço, engoliu a grossa pica para começar a chupar, deixando a saliva escorrer sobre os seios. Depois, virou para Jorge e começou a lamber desde a base das bolas até a ponta da glande, fazendo Jorge soltar um gemido rouco. Jorge devia ter sonhado com isso desde que viu minha esposa pela primeira vez naquela noite, então, sem nenhuma delicadeza, pegou a cabeça dela com as duas mãos e empurrou de uma vez o membro até o fundo, prosseguindo com suas estocadas brutas.
Fiz menção de me levantar, caso precisasse interromper algo que incomodasse minha esposa, mas parei na hora quando a ouvi gemer de prazer com esse ato quente de dominação. Os três homens ouviram a reação dela e sorriram entre si, pensando no que estava por vir: o uso sem limites da minha delicada, fresca e linda esposa.
Depois de várias trocas de vez para usar a boca da minha esposa, Hernán tomou a iniciativa de novo e colocou minha esposa de pé para que os três começassem a passar mãos e bocas por todo o corpo dela, enquanto ela se Se entregava de olhos fechados e boca entreaberta.
Os seios dela ficaram logo cobertos de saliva dos três coroas, que tinham enlouquecido com o tamanho e a textura deles.
Depois de alguns minutos, Hernán pegou na mão da minha esposa e começou a andar na direção de um dos quartos. Ela virou pra me olhar, fazendo um sinal pra eu acompanhar, e fui atrás deles.
A música tinha parado na cabana, só se ouvia o ritmo dos saltos da minha esposa e uma música ao longe.
O quarto era espaçoso, com uma cama queen e um sofá num canto, que ocupei na hora. Eles também não perderam tempo e deitaram minha esposa de costas na cama. Jorge se aproximou entre as pernas dela e tirou a calcinha pequena, jogando de lado.
Os três homens ficaram vidrados na buceta dela, coberta por um pelo sutil que deixava ver os lábios completamente molhados.
Minha esposa corou ao se ver toda exposta, tentando se cobrir com a mãozinha, mas Jorge segurou e começou a chupar com gosto a buceta molhada dela.
Ela arqueou as costas e soltou o primeiro gemido da noite. Essa posição fez os peitos dela parecerem ainda maiores, como um convite pra Hernán e Eduardo, que atenderam na hora. Cada um pegou um peito pra acariciar e devorar, fazendo ela ter o primeiro orgasmo entre gritos de prazer.
Jorge se levantou, limpando a boca com a cara cheia de orgulho depois de ter conseguido o primeiro orgasmo da minha esposa, e Hernán aproveitou pra virar ela, deixando a cabeça dela virada pro lado oposto da cabeceira, um pouco fora do colchão, e as pernas abertas na direção da cabeceira.
Hernán começou a acariciar as bochechas dela enquanto passava o pau na cara dela, até enfiar a cabeça na boca dela. Ela colocou a língua pra fora, rodeando o pau com giros rápidos, limpando o líquido pré-gozo de Hernán. Eduardo subiu na cama e começou a lamber os lábios da buceta. fazendo uns sons úmidos e peculiares com a língua. Jorge pegou na mão da minha esposa e a levou até o pau dele, deixando que ela começasse a bater uma rapidinho.
Hernán apertava os peitos dela enquanto começava a enfiar o pinto cada vez mais fundo na garganta, o que ficou mais fácil por causa da posição da minha esposa, que já começava a dar uns gritinhos abafados pelo imenso membro que invadia a boca dela. Isso provocou uma reação inusitada no Hernán, que começou praticamente a foder a boca da minha esposa, chegando com a cabeça do pau até o fundo da garganta dela.
Hernán alternava entre meter e tirar o pau da boca da minha esposa e colocar as bolas pra ela lamber. Minha esposa tava agindo de um jeito completamente diferente do que eu conhecia, faminta de pica, desejosa de saborear até o último milímetro.
Ela também segurava a cabeça do Eduardo, acariciando o cabelo dele como se tivesse convidando ele a continuar lambendo a buceta dela. Eduardo levantou as duas pernas dela, pressionando contra o peito dela, o que fez a buceta dela abrir um pouco mais e o cu ficar exposto. Ele colocou os lábios imediatamente no buraquinho apertado da minha esposa e depois começou a passear a língua.
Minha esposa tentou resistir um pouco, porque não era algo que a gente tivesse feito antes, ela nunca tinha deixado, mas o Hernán segurou as mãos dela e colocou no próprio rabo enquanto diminuía o ritmo das estocadas na boca dela. Depois de alguns segundos, ela começou a gemer e a mexer a bunda pra exigir que a língua do Eduardo entrasse mais fundo. Não passou nem 2 minutos e, entre espasmos e gemidos, ela teve um novo orgasmo, mais intenso que o anterior.
Jorge pediu pra trocar de lugar com o Hernán, e esse por sua vez quis agora chupar a buceta da minha esposa. Me surpreendeu que o Jorge pegasse com calma as coisas e enfiasse devagar o pau na boca da minha esposa, pra seguir num ritmo compassado os movimentos que Ela dirigia com as mãos nas nádegas dele. Agora Hernán se distraiu por uns minutos chupando a buceta dela, quando ela, de repente, tirando a pica do Jorge da boca, ordenou pra ele:
—Mete em mim agora, por favor!
Meio surpreso, Hernán parou o que tava fazendo e depois se posicionou decidido entre as pernas da minha esposa, apontando o pau dele pros lábios irritados e molhados dela. Um terço daquela vara enorme entrou sem resistência e, encorajado pelo grito de prazer da minha esposa, ele enfiou mais um terço, depois tirou e meteu de novo devagar. Os olhos e a boca da minha esposa estavam completamente abertos de prazer ao receber uma porção de pica daquela, e quando Hernán enterrou tudo, ela deu um grito e baixou as pernas pra enrolar na cintura dele, puxando ele pra continuar penetrando até o fundo.
Começaram a soar os barulhos clássicos dos corpos se batendo, misturados com a umidade que escorria da pica do Hernán e da buceta da minha esposa, enquanto os gemidos dela ficavam cada vez mais altos até que Jorge tomou a boca dela de novo e começou o vai e vem da pica dele na garganta.
Depois de uns minutos, Eduardo quis penetrar minha esposa e Hernán cedeu o lugar. Ele enterrou tudo de primeira e começou a meter devagar enquanto chupava os peitos dela. Levantou as pernas dela perto dos ombros, tirou a pica e começou a passar ela no cu virgem da minha esposa.
Ao contrário do que eu esperava, ela gemeu de prazer e o cu dela começou a fazer movimentos involuntários de abrir e fechar. Eduardo começou a empurrar de leve, aproveitando a mistura de líquidos que tinha na pica dele, a cabeça lutando pra invadir contra a pressão de um cu fechado.
Finalmente a cabeça entrou e ela pediu pra ele esperar um momento antes de continuar. Eduardo esperou e empurrou de novo pra meter mais um centímetro, ela gemeu de prazer e ele aproveitou pra entrar até a metade. Os olhos de Ela permanecia fechada, mordendo os lábios, ele novamente empurrou e os ovos dele chegaram até as nádegas dela. Eduardo continuou comendo ela enquanto ela experimentava um novo prazer que, a julgar pelos gritos dela, desejaria ter sentido antes.
Uns minutos depois, Eduardo tirou o pau e se deitou de costas, pedindo pra minha esposa montar também de costas. Ela obedeceu sem reclamar e desceu de cócoras, enfiando a bunda nele de novo, começando a cavalgar cada vez mais rápido. Hernán e Jorge ficaram de pé sobre a cama e ofereceram alternadamente os paus pra boca da minha esposa enquanto beliscavam os mamilos dela. Ela não aguentou mais e, soltando um grito alto, teve outro orgasmo.
Hernán tomou o lugar do Eduardo, colocando agora minha esposa montando de frente, enfiando o pau na buceta, Jorge ficou atrás dela e penetrou o cu da minha esposa. Eduardo, de pé, ficou na frente dela, enfiando o pau de novo na boca. Minha esposa não parava de gemer, com todos os buracos sendo furados pelos garanhões maduros, e diante dessa nova experiência, pedia mais aos berros. Eu não conseguia reconhecê-la, nunca a tinha visto assim, e mesmo assim me excitava a ponto de quase gozar.
Jorge não aguentou mais e esguichou o leite dentro do cu da minha esposa, que continuou cavalgando mais devagar até ter a última gota dentro dela.
Hernán colocou ela de quatro e penetrou o cu de uma vez, começando a meter selvagemente. Eduardo ficou na frente dela e ofereceu o pau. Ela chupava desesperadamente no ritmo que Hernán ditava com a penetração anal. Eduardo segurou a cabeça da minha esposa e começou a gozar copiosamente, o leite escorria pelos cantos da boca, apesar de ela tentar engolir tudo. Continuou lambendo até o pau ficar completamente limpo.
Hernán trocou de buraco, enfiando na buceta, e empurrou a cabeça da minha esposa contra o colchão, fazendo com que As nalgas dela estavam completamente abertas pra eu meter nela de forma selvagem enquanto dava tapas na bunda e gozava a jato, causando nela o último orgasmo daquela noite.
Os três foram pro banheiro se lavar, enquanto minha esposa ficava completamente exausta.
5 comentários - lo que me calienta a ver a mi esposa tan entregada