Lembro da primeira vez que contei essa história, tinha 23 anos e queria compartilhar algo pervertido e safado da minha vida. Agora tenho 33 e, desde que essa história aconteceu até agora, rolaram umas paradas muito estranhas, segredos que vieram à tona, além de revelações dentro da família. A história que contei deve estar no meu outro perfil, um que esqueci, que abandonei e perdi a senha junto com o e-mail. Então vou contar essa história de novo, com as novas atualizações, por assim dizer. Naquela época, eu tava no terceiro ano do Ensino Técnico, quem é do México sabe a idade, não quero mencionar pra não quebrar nenhuma regra, mas dá pra sacar que eu era novo. Meus pais tinham se divorciado e, por um motivo qualquer, minha mãe, meu irmão e eu mudamos pra dentro da mesma cidade, só que minha mãe queria ficar mais perto da família dela. Me matricularam num novo Ensino Técnico pra continuar os estudos, sempre fui aluno nota 10, mas também um encrenqueiro. Nessa mesma escola estudava meu primo, da minha idade. A casa onde a gente morava ficava perto da casa dos meus avós, mas longe da escola, bom, nem tanto, mas durante a semana alguns colegas podiam me dar carona e nos fins de semana eu ficava na casa do meu primo pra jogar videogame. Eu já tinha tido um contato com a vida sexual, tive minha primeira namorada e nessa idade tudo é fogo. Claro que tive que terminar o relacionamento por causa da distância, decidi ficar solteiro até terminar essa fase dos estudos e não me meter em tanta encrenca. Então, nos fins de semana, eu passava o tempo na casa do meu primo, como já falei. Meu primo morava com minha tia, irmã da minha mãe. Ela na época tinha 35 anos, uma mãe divorciada, dona de casa, não trabalhava porque o ex-marido tinha levado um processo por umas paradas e tinha que pagar pensão pra ela. Meu primo era um moleque mimado, tinha tudo que você pudesse imaginar, claro que eu também, mas não aproveitava tanto. Tanto. Nossa primeira travessura foi quando, voltando pra casa, encontramos um filme pornô, era um DVD numa caixa sem foto nem nada, não sabíamos o que era até chegarmos na casa dele. Esperamos minha tia dormir e a curiosidade falou mais alto. Fechamos a porta do quarto dele, baixamos o volume da TV e colocamos o filme. Lembro que era aquele clássico com história super falsa, o entregador que chega com um pedido e tudo sai do controle. Como eu disse, é a fase do fogo, fiquei super tarado e precisava aliviar tudo, tentei me tocar debaixo do cobertor, mas às vezes minha mão roçava a perna do meu primo e vice-versa. Admito que naquela mesma noite a gente acabou medindo os paus, tínhamos descoberto um lado que não conhecíamos, mas que acabou sendo bem gostoso. Tiramos o cobertor, ele começou a me tocar e eu me deixei levar. Mas num momento me senti estranho, então falei pra ele continuar sozinho, que eu ia no banheiro. Ao entrar no banheiro, acendi a luz, puxei meu pau ereto e comecei a me masturbar, tentava esquecer o que tinha rolado com ele, porque eu nunca tinha pensado em algo assim. E bom, aconteceu o que talvez aconteça com muitos fetichistas: encontrei a roupa íntima suja da minha tia, tava realmente muito tarado, esqueci que ela era do meu sangue e comecei a cheirar aquelas primeiras calcinhas e fio-dentais, pretas, vermelhas, de renda, pequenas e grandes. Tinha um buffet só pra mim. Admito, levei uns 5 minutos e explodi. Meu gozo saiu disparado e sujou alguma roupa, o resto ficou espalhado no chão, comecei a me limpar e limpar o chão, peguei a roupa íntima e guardei no cesto. Voltei tremendo pro quarto do meu primo, perguntei se ele tinha terminado e ele disse que não. Que tinha broxado depois que eu fui embora. Ele me perguntou se eu tinha terminado e eu disse que sim, mas que se ele quisesse continuar vendo o filme, que fizesse, que a gente podia continuar brincando de espadinha, sim, parece idiota porque na real eu não tinha gosto por garotos, e ainda não tenho, mas era jovem e muito tarado. Então decidimos rebobinar o filme e deixei ele brincar com meu pau e me fazer gozar. Mas não conseguia tirar da minha cabeça aquela calcinha e o cheiro da minha tia. Eu precisava de mais. No dia seguinte, café da manhã nós três, fizemos lição de casa e depois, no sábado à noite, me levaram pra casa. Eu ainda tava com o mesmo pensamento. Lembro que no dia seguinte, domingo, minha tia chegou sozinha, e foi a primeira vez que prestei atenção nela: mulher branca, altura de 1,60, peitos grandes, cintura fina, que deixava ela muito gostosa, umas panturrilhas de dar inveja e aquela bunda enorme — desde aquele momento virei time bunda. Eu olhava pra ela e imaginava como seria sentir o cheiro da calcinha que ela tava usando naquele momento. Queria saber o cheiro natural dela, o hálito, o gosto de tudo. Eu tinha desenvolvido uma parada por ela.
As semanas passaram e um dia meu primo não foi pra escola. Decidi ir na casa dele depois da aula pra saber por que ele não foi. Quando cheguei, minha tia tava me esperando lá fora pra dizer que meu primo tinha ido de manhã com o pai dele e só voltaria no domingo, e que eu podia ficar no quarto dele já que ela não podia me levar pra casa naquela noite — o carro não tava funcionando e ela tinha medo de sair andando. No começo foi tipo "vou ficar entediado". Quando tentei abrir o quarto do meu primo, tava trancado. Minha tia ficou com cara de "Não é possível, esse menino!". Então ela me convidou pra dormir com ela, no quarto dela, mas antes a gente ia jantar. Como já falei, sempre fui nota 10, reservado em família, muito sério, mas na rua era outra pessoa. Naquela noite, decidi ser eu mesmo, o que eu era com meus amigos, quem eu realmente era. Primeiro minha mente ficou nublada, meu corpo tremeu, e eu criei coragem pra me mostrar como realmente sou pra um membro da minha família. "Tia, que tal comprar umas cervejas pra jantar?" Minha tia ficou com cara de "Que O que tá rolando?" Fiquei olhando pra ela e finalizei com um "Não é brincadeira". Saí de casa e fui comprar tacos, fui andando até a lojinha de um amigo que ajudava os pais a tocar o negócio e a gente tinha uma "moral" lá. Comprei umas cervejas e voltei pra casa da minha tia. Minha tia ainda estava sentada na mesa de jantar, "Trouxe isso?" E eu só concordei com a cabeça, coloquei a janta na mesa e as cervejas. Sentei, peguei os tacos dela e coloquei na frente dela, fui na cozinha pegar guardanapos e copos. Praticamente fui um cavalheiro com ela. Na minha mente tinha uma voz dizendo "Fala a verdade, o que pode acontecer? Ela ficar brava e você parecer um tarado?". Sentei do lado dela e comecei a jantar. Peguei uma cerveja e virei pra ela "Tô pensando em fazer faculdade de... E depois arrumar um trampo em..." Minha tia ficou confusa porque nunca tinha me ouvido falar tão solto, já que nunca tive conversas com meus tios e tal. Do nada minha tia pega uma cerveja e a gente começa a conversar sobre meu primo e o pai dele, os motivos do divórcio e tal. E minha mente ficou nublada porque na minha boca já tinha o próximo passo, "Tia, tive minha primeira experiência sexual com uma mina e foi meio estranho" minha tia ficou com cara de constrangida e ficou super vermelha. "Tia, você já experimentou sexo oral ou anal?" Minha tia ficou em silêncio, processando a informação, as perguntas tão fora do comum. E só respondeu com um "Não, nunca fiz isso". Ela me contou que meu avô era muito rígido, não saíam pra festa, o primeiro namorado dela foi o ex-marido e o casamento durou pouco, e quando tentavam fazer algo novo, ela sentia muita vergonha e por isso ele maltratava ela. Ela me perguntou se eu e meu primo já tínhamos visto pornô, e eu respondi que sim. Durante a conversa e a bebida, o papo esquentou, ela parecia mais confiante e eu, cada vez que queria dar um passo maior, minha mente ficava nublada. "Tia, por pura curiosidade, e eu sei que você não vai fazer, mas vou tentar, você poderia me mostrar seus peitos? Naquele momento, minha tia estava com uma blusa azul de alças, foi aí que descobri meu fetiche por axilas. Aquela blusa marcava a gordurinha dos peitos dela e, bom, era um dia quente e o suor estava encharcando a blusa. Pensei que ela fosse ficar brava com minha pergunta, mas só senti uma das mãos dela tocar a minha, subiu até a altura da blusa e, com um olhar, me deu permissão para mexer na blusa. Eu tava tendo um problema, minha cabeça tava explodindo por ter que manter o papel de durão e cheio de confiança. Peguei a blusa e puxei pro lado, e um dos peitos dela apareceu: era redondo, mamilo rosado, macio e molhado de suor. Não perdi a oportunidade e, sutilmente, comecei a tocar o peito dela e brincar de leve com o mamilo. Enquanto minha mente tava vermelha de sangue na cabeça, senti ela me ajudar a ficar de pé. Ela me segurou pela cintura, desabotoou minha calça com as mãos delicadas e tirou meu pau ereto, pulsando e super excitado. Eu sentia que ia desmaiar com tudo que tava rolando, não tava preparado pra nada daquilo. Ela pegou meu pau e começou a levar até a boca dela. Ela disse: "É minha primeira vez fazendo isso" e foi a última coisa que se falou naquele momento, os dois em silêncio, eu acariciando um dos peitos dela e ela me fazendo um boquete. Eu durei muito pouco, uns 3 minutos, e aí tudo ficou branco. Minhas pernas tremiam, ela sentada com um peito de fora, eu sentia que tava faltando ar, mas ver ela engolir meu gozo foi a coisa mais impactante na hora. Sem falar nada, fomos pro quarto dela, ela foi lavar a boca e, quando saiu, eu entrei pra tomar banho. Minha mente ainda tava processando tudo que tava rolando. Deitei do lado dela e, sem pensar, abracei ela. Pensei: "vai me mandar sair ou dormir na sala". Mas não foi isso que aconteceu; pelo contrário, resolvi continuar avançando. Beijei o pescoço dela enquanto minhas mãos tocavam a cintura e os peitos dela. Ela só respirava cada vez mais rápido, tirou a blusa, eu peguei e cheirei, queria provar o suor dela, me Eu tava tirando meus fetiches mais profundos do fundo do baú. Ela se virou, e eu comecei a beijar os peitos dela e lamber os bicos como um louco. Como sou bem mais alto que ela, peguei ela pela cintura e coloquei ela em cima de mim. Ela tirou minha camiseta e minha cueca. Eu tirei a roupa de baixo dela, e os dois ficamos completamente pelados. Ela em cima de mim, eu sentindo o calor dos lábios dela. Ela me olhou, bem séria, e falou: "Se alguém da família descobrir, a gente vai estar encrencada! Mas se o segredo for guardado, a gente pode continuar fazendo isso." Pegou meu pau com uma mão enquanto a outra se apoiava no meu peito. Comecei a sentir ela molhada, e no instante seguinte já estávamos transando. Devagar, aproveitando sem pressão. Lembro que também não aguentei muito, uns 15 minutos. A gente tinha deixado os lençóis bem molhados, porque os dois tinham soltado muito líquido. Fomos dormir na sala. No dia seguinte, tomamos café da manhã. Eu tava de cueca, e ela só com um shorts curto. A gente tinha tomado banho de madrugada. Durante a manhã inteira, não nos falamos, só ficamos sentados perto um do outro vendo TV. Ela foi limpar o quarto, o banheiro e preparou a comida da tarde. Decidi tomar a iniciativa de novo. Já tava seguro de que ela ia me deixar continuar. Levantei do meu lugar. Ela ainda tava de shorts e sem nada em cima, limpando a cozinha. Abracei ela por trás e comecei a beijar ela. Desci devagar, com muita delicadeza, puxei o short dela até os joelhos, e me deparei com aquela bunda deliciosa. Mordi, beijei, lambi e pensei: "É agora, faz o que tem que fazer." Devagar, coloquei meu rosto na bunda dela e minhas mãos abriram ela lentamente. Meus olhos estavam fechados. Minha língua começou a passar devagar pelo cu dela. Ela gemia baixinho. Depois de um tempo, subi pelas costas dela, e ela se virou pra me olhar: "De novo? A gente faz hoje à noite? Seu primo só chega no domingo." Eu só me abaixei e fiquei de joelhos, olhando nos olhos dela, e comecei a fazer sexo oral nela. Tudo isso durou... Aproximadamente 3 anos da minha vida. A gente decidiu parar por questão de segurança e porque eu precisava focar em ter um relacionamento normal, com uma mina normal. Eu precisava crescer, e ela sabia que não dava pra continuar daquele jeito, porque precisava explorar o mundo. Claro, de vez em quando a gente dava uma "amassada", tipo no Ano Novo, no meu quarto. Ela aproveitou que todo mundo tava na bagunça e aí a gente entrou no meu quarto só pra dar um oral um no outro. Ou de vez em quando eu aproveitava que ninguém tava perto e passava a mão na bunda dela ou nos peitos. Depois passaram anos e hoje em dia, depois de tanta coisa que rolou dentro e fora da família — uma família toda quebrada —, resolvi falar com ela. A gente tava sozinho na sala da casa do meu avô. Toquei nos pés dela, que ainda são muito gostosos, e fiz uma massagem, beijei eles, e só falei baixinho: "Quer ir tomar um sorvete? Digo, a gente traz pra todo mundo". Ela levantou, saiu do cômodo e ouvi: "Meu sobrinho vai me levar pra comprar sorvete pra todo mundo, a gente vai demorar por causa do trânsito". Enquanto eu tava dirigindo meu carro, falei pra ela: "Tô com vontade de te comer de novo. Agora você é bem mais velha, e eu também, né. Ia ser diferente dessa vez".
As semanas passaram e um dia meu primo não foi pra escola. Decidi ir na casa dele depois da aula pra saber por que ele não foi. Quando cheguei, minha tia tava me esperando lá fora pra dizer que meu primo tinha ido de manhã com o pai dele e só voltaria no domingo, e que eu podia ficar no quarto dele já que ela não podia me levar pra casa naquela noite — o carro não tava funcionando e ela tinha medo de sair andando. No começo foi tipo "vou ficar entediado". Quando tentei abrir o quarto do meu primo, tava trancado. Minha tia ficou com cara de "Não é possível, esse menino!". Então ela me convidou pra dormir com ela, no quarto dela, mas antes a gente ia jantar. Como já falei, sempre fui nota 10, reservado em família, muito sério, mas na rua era outra pessoa. Naquela noite, decidi ser eu mesmo, o que eu era com meus amigos, quem eu realmente era. Primeiro minha mente ficou nublada, meu corpo tremeu, e eu criei coragem pra me mostrar como realmente sou pra um membro da minha família. "Tia, que tal comprar umas cervejas pra jantar?" Minha tia ficou com cara de "Que O que tá rolando?" Fiquei olhando pra ela e finalizei com um "Não é brincadeira". Saí de casa e fui comprar tacos, fui andando até a lojinha de um amigo que ajudava os pais a tocar o negócio e a gente tinha uma "moral" lá. Comprei umas cervejas e voltei pra casa da minha tia. Minha tia ainda estava sentada na mesa de jantar, "Trouxe isso?" E eu só concordei com a cabeça, coloquei a janta na mesa e as cervejas. Sentei, peguei os tacos dela e coloquei na frente dela, fui na cozinha pegar guardanapos e copos. Praticamente fui um cavalheiro com ela. Na minha mente tinha uma voz dizendo "Fala a verdade, o que pode acontecer? Ela ficar brava e você parecer um tarado?". Sentei do lado dela e comecei a jantar. Peguei uma cerveja e virei pra ela "Tô pensando em fazer faculdade de... E depois arrumar um trampo em..." Minha tia ficou confusa porque nunca tinha me ouvido falar tão solto, já que nunca tive conversas com meus tios e tal. Do nada minha tia pega uma cerveja e a gente começa a conversar sobre meu primo e o pai dele, os motivos do divórcio e tal. E minha mente ficou nublada porque na minha boca já tinha o próximo passo, "Tia, tive minha primeira experiência sexual com uma mina e foi meio estranho" minha tia ficou com cara de constrangida e ficou super vermelha. "Tia, você já experimentou sexo oral ou anal?" Minha tia ficou em silêncio, processando a informação, as perguntas tão fora do comum. E só respondeu com um "Não, nunca fiz isso". Ela me contou que meu avô era muito rígido, não saíam pra festa, o primeiro namorado dela foi o ex-marido e o casamento durou pouco, e quando tentavam fazer algo novo, ela sentia muita vergonha e por isso ele maltratava ela. Ela me perguntou se eu e meu primo já tínhamos visto pornô, e eu respondi que sim. Durante a conversa e a bebida, o papo esquentou, ela parecia mais confiante e eu, cada vez que queria dar um passo maior, minha mente ficava nublada. "Tia, por pura curiosidade, e eu sei que você não vai fazer, mas vou tentar, você poderia me mostrar seus peitos? Naquele momento, minha tia estava com uma blusa azul de alças, foi aí que descobri meu fetiche por axilas. Aquela blusa marcava a gordurinha dos peitos dela e, bom, era um dia quente e o suor estava encharcando a blusa. Pensei que ela fosse ficar brava com minha pergunta, mas só senti uma das mãos dela tocar a minha, subiu até a altura da blusa e, com um olhar, me deu permissão para mexer na blusa. Eu tava tendo um problema, minha cabeça tava explodindo por ter que manter o papel de durão e cheio de confiança. Peguei a blusa e puxei pro lado, e um dos peitos dela apareceu: era redondo, mamilo rosado, macio e molhado de suor. Não perdi a oportunidade e, sutilmente, comecei a tocar o peito dela e brincar de leve com o mamilo. Enquanto minha mente tava vermelha de sangue na cabeça, senti ela me ajudar a ficar de pé. Ela me segurou pela cintura, desabotoou minha calça com as mãos delicadas e tirou meu pau ereto, pulsando e super excitado. Eu sentia que ia desmaiar com tudo que tava rolando, não tava preparado pra nada daquilo. Ela pegou meu pau e começou a levar até a boca dela. Ela disse: "É minha primeira vez fazendo isso" e foi a última coisa que se falou naquele momento, os dois em silêncio, eu acariciando um dos peitos dela e ela me fazendo um boquete. Eu durei muito pouco, uns 3 minutos, e aí tudo ficou branco. Minhas pernas tremiam, ela sentada com um peito de fora, eu sentia que tava faltando ar, mas ver ela engolir meu gozo foi a coisa mais impactante na hora. Sem falar nada, fomos pro quarto dela, ela foi lavar a boca e, quando saiu, eu entrei pra tomar banho. Minha mente ainda tava processando tudo que tava rolando. Deitei do lado dela e, sem pensar, abracei ela. Pensei: "vai me mandar sair ou dormir na sala". Mas não foi isso que aconteceu; pelo contrário, resolvi continuar avançando. Beijei o pescoço dela enquanto minhas mãos tocavam a cintura e os peitos dela. Ela só respirava cada vez mais rápido, tirou a blusa, eu peguei e cheirei, queria provar o suor dela, me Eu tava tirando meus fetiches mais profundos do fundo do baú. Ela se virou, e eu comecei a beijar os peitos dela e lamber os bicos como um louco. Como sou bem mais alto que ela, peguei ela pela cintura e coloquei ela em cima de mim. Ela tirou minha camiseta e minha cueca. Eu tirei a roupa de baixo dela, e os dois ficamos completamente pelados. Ela em cima de mim, eu sentindo o calor dos lábios dela. Ela me olhou, bem séria, e falou: "Se alguém da família descobrir, a gente vai estar encrencada! Mas se o segredo for guardado, a gente pode continuar fazendo isso." Pegou meu pau com uma mão enquanto a outra se apoiava no meu peito. Comecei a sentir ela molhada, e no instante seguinte já estávamos transando. Devagar, aproveitando sem pressão. Lembro que também não aguentei muito, uns 15 minutos. A gente tinha deixado os lençóis bem molhados, porque os dois tinham soltado muito líquido. Fomos dormir na sala. No dia seguinte, tomamos café da manhã. Eu tava de cueca, e ela só com um shorts curto. A gente tinha tomado banho de madrugada. Durante a manhã inteira, não nos falamos, só ficamos sentados perto um do outro vendo TV. Ela foi limpar o quarto, o banheiro e preparou a comida da tarde. Decidi tomar a iniciativa de novo. Já tava seguro de que ela ia me deixar continuar. Levantei do meu lugar. Ela ainda tava de shorts e sem nada em cima, limpando a cozinha. Abracei ela por trás e comecei a beijar ela. Desci devagar, com muita delicadeza, puxei o short dela até os joelhos, e me deparei com aquela bunda deliciosa. Mordi, beijei, lambi e pensei: "É agora, faz o que tem que fazer." Devagar, coloquei meu rosto na bunda dela e minhas mãos abriram ela lentamente. Meus olhos estavam fechados. Minha língua começou a passar devagar pelo cu dela. Ela gemia baixinho. Depois de um tempo, subi pelas costas dela, e ela se virou pra me olhar: "De novo? A gente faz hoje à noite? Seu primo só chega no domingo." Eu só me abaixei e fiquei de joelhos, olhando nos olhos dela, e comecei a fazer sexo oral nela. Tudo isso durou... Aproximadamente 3 anos da minha vida. A gente decidiu parar por questão de segurança e porque eu precisava focar em ter um relacionamento normal, com uma mina normal. Eu precisava crescer, e ela sabia que não dava pra continuar daquele jeito, porque precisava explorar o mundo. Claro, de vez em quando a gente dava uma "amassada", tipo no Ano Novo, no meu quarto. Ela aproveitou que todo mundo tava na bagunça e aí a gente entrou no meu quarto só pra dar um oral um no outro. Ou de vez em quando eu aproveitava que ninguém tava perto e passava a mão na bunda dela ou nos peitos. Depois passaram anos e hoje em dia, depois de tanta coisa que rolou dentro e fora da família — uma família toda quebrada —, resolvi falar com ela. A gente tava sozinho na sala da casa do meu avô. Toquei nos pés dela, que ainda são muito gostosos, e fiz uma massagem, beijei eles, e só falei baixinho: "Quer ir tomar um sorvete? Digo, a gente traz pra todo mundo". Ela levantou, saiu do cômodo e ouvi: "Meu sobrinho vai me levar pra comprar sorvete pra todo mundo, a gente vai demorar por causa do trânsito". Enquanto eu tava dirigindo meu carro, falei pra ela: "Tô com vontade de te comer de novo. Agora você é bem mais velha, e eu também, né. Ia ser diferente dessa vez".
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