Loye bêbada e dando a buceta

Como contei uma vez, eu ia buscar a mina na escola na maioria das vezes. Isso foi no inverno, ela saía às 17h, chegávamos em casa umas 17h30. Como no inverno escurece cedo, ela me perguntou se eu queria que fizesse pizza. Foi aí que ela foi comprar os ingredientes e pegou duas garrafinhas de cerveja (já contei que ela adora cerveja, eu nem tanto, mas acompanhava porque ela ficava mais putinha do que já era). O caso é que eram aquelas Quilmes azuis, com muito álcool. Ela tomou a dela inteira, e eu tomei um pouco, mas como pra mim tinha mais gosto de álcool etílico do que cerveja, deixei um pouco de propósito. Chegou a hora de dormir, eu deitei de lado. Ela tava alegre, com uma camiseta que os peitos pareciam que iam explodir, e por baixo da calça tinha colocado um fio dental azul claro que ela sabia que me matava de ver ela com aquilo. Quando ela foi se meter na cama, eu falei brincando "boa noite", e na hora ela tirou a camiseta — os peitos estavam como duas cabeças de anão — e disse: "Não, não, agora você vai me foder, porra". Eu, deitado, sempre durmo pelado, a pica já tava pronta pra começar. Ela se aproximou, a gente se beijou, tudo muito quente. Peguei no cabelo dela e falei: "Vai chupar". E ela começou como sempre fazia, agora que tava meio bêbada, chupava a pica, as bolas e me olhava com aqueles olhinhos verdes e os óculos — eu mandava ela não tirar porque ficava ainda mais putinha. O caso é que ela tava mamando pra caralho. Eu coloquei ela de quatro pra poder tocar a bunda dela, usei a palavra: buceta, os peitos, e ela já tava molhada também. Deitei ela, comecei a chupar a buceta dela, a meter os dedos, perguntava se ela queria pica. Ela tava louca, falava que sim, e comecei a meter a pica, tirar, dar na boca dela e assim até eu gozar — e fiz ela tomar o leite. Mas não terminava aí, porque eu fazia ela continuar chupando e de novo foder ela de lado, na beirada da cama, fazendo "upa", que fazia ela gozar rápido. Colocava ela de quatro pela buceta pra começar a ver aquela bunda e falar que ia... Encher a bunda de porra. Gozei na buceta dela, a piroca toda molhada com o mel dela. Falei: "Chupa, que agora é a vez da bunda". Ela chupava, eu batia com a piroca na cara dela, fazia ela engasgar, e quando já não aguentava mais, eu mandava: "Cuspi, assim eu meto". Começamos devagar, como sempre, até passar a primeira etapa, hahaha, e ela pedia: "Devagar, mete inteira e fica um tempo parado aí". Eu obedecia no começo. Quando sentia que a lubrificação tava boa, começava de verdade. Dessa vez, comecei com ela deitada de barriga no colchão e eu por cima das costas dela. Agarrei a bunda dela, falei que ela era muito puta, comecei a dar beijos nas costas, na nuca, puxei o cabelo dela e perguntei se ela gostava que eu comesse a bunda dela. Ela respondia que sim, que adorava a raba, hahaha. Ela era muito tímida com algumas dessas palavras, hahahaha. Bom, quando eu trocava de posição, colocava ela de lado e eu meio ajoelhado — uma das minhas favoritas, porque entra tudo, dava pra segurar bem a bunda dela e controlar. Não gozava antes, porque sempre terminava colocando ela de quatro, onde sempre dava pra ver bem o cu dela aberto, e ela se entregava e deixava eu fazer do meu jeito. De quatro, era estocada lenta até bater nos ovos, com umas carícias na bunda. Conforme o ritmo aumentava, eu cuspia na bunda dela pra ter mais lubrificação e começava a chamar ela de puta quando ela ficava doida. Ela, toda vermelha, dizia que sim, que excitava ela eu brincar com a raba dela e que fazia ela ficar molhada pelo cu. Isso me matava, porque eu falava: "Então beleza, molha minha piroca pra gente gozar junto". Aí já era um descontrole. Ela, toda fodida, quando queria arquear, eu apoiava minhas mãos nas costas ou na cabeça dela contra o colchão e falava que ela queria foder. Bom, ia ter a bunda cheia de porra, e quem mandava na situação era eu. Era meter nela sem parar, diminuir o ritmo um pouco pra ficar mais tempo naquela bunda, e depois ritmo intenso de novo até eu falar: "Aí vou encher tua bunda". Eu não conseguia sair porque ela dizia que gostava que eu deixasse a piroca assim. Ela saía sozinha quando deixava de ficar dura. Fomos tomar banho, nos lavamos bem. Deitamos e eu falei pra ela não vestir nada, porque com ela sempre às 2 da manhã a gente acordava e eu pegava ela por trás. Com a bunda aberta, eu enfiava de novo e tocava na pussy dela. Naquela situação, era só pelo cu até encher ele de leite de novo.

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