A história nunca contada 2

aqui vai a segunda parte dessa longa história


Espero que vocês curtam muito.




OBRIGADO


por me ler


por me seguir


e pelos pontos que dão pra essa história












Desde aquela tarde, nossas conversas eram sobre eu ser corno, e foi assim que eu fui recuperando a dureza do meu pau e a gente transava direto. No sábado, a Romi chegou com a Ale, a coisa já vinha quente. Um beijo e um abraço, onde aproveitei pra dar um apoio pra Romi. A gente sentou pra comer, e a Ale sentou do meu lado. Enquanto comíamos, a perna dela brincava com a minha, enquanto ela me contava sobre um cara de quem ela gostava muito. As mulheres levantaram a mesa e foram lavar a louça, enquanto a Ale me contava sobre o cara. Era fácil imaginar que ela já tinha transado com ele, e meu pau já estava acordando. A mina me perguntava várias coisas e cada vez chegava mais perto de mim. De repente, a mão dela tocou minha perna. Pensei que tudo ia pro caralho, tentei me segurar, mas não consegui evitar tocar a dela com minha perna, até que de repente ela se levantou, passando a mão no meu volume endurecido, e foi pra cozinha, me deixando mais que excitado. Quando voltaram, a Romi sentou do meu lado, a gente começou a tomar mate. Ela me deu um beijo e um abraço, e continuamos conversando, enquanto a Ale não parava de me olhar e de vez em quando mandar um beijo. Já queria comer ela, fazer ela minha. Meu pau explodia mesmo sem estar duro. De repente, a Ale se levantou e foi pra casa dela, dizendo que tinha uns trabalhos práticos pra fazer. Eu tinha certeza de que não era por isso que ela tava indo — ela ia transar com o novo namorado dela. A Clara falou isso na hora.


Clara, tá bom, gatinha, eu te levo.


Alejandra, beleza, vó, do jeito que você quiser.


Fiquei só com a Romi, querendo comer a filha dela até cansar, tava tão tarado assim.


Como é que tá indo tudo com o Pablo?


Ei, cara, não fica cutucando a ferida, véio.


Tão ruim assim?


Fala, véio, mas tem umas parada que é melhor tu não saber.


Me aproximei e abracei ela, minha puta tava quente e eu percebi, meu pau já tava ganhando vida e ela sentia.


Alejandra, sabe o que acontece, o pior é que ele me controla com a grana.


Isso tem conserto, gostosa.


Alejandra, você sabe que eu posso resolver seu probleminha, não é mesmo?


Então vamos fazer isso.


Alejandra tinha meu pau na mão e em segundos já estava me chupando, olhando na minha cara enquanto eu gozava igual um cavalo, até que falei pra irmos pra cama. Ela se deitou e abriu as pernas, mostrando a calcinha fio dental. Puxei ela pro lado e chupei a buceta dela até arrancar um gemido bem gostoso.


Alejandra, era isso que você queria, velho? Mete em mim, não aguento mais, tomara que fosse assim, Pablo.


Esse cara não sabe foder, garota. Se segura bem que você vai saber o que é um homem de verdadeee


Meu pau entrou na buceta molhada dela e na hora comecei a foder ela enquanto ela gemia que nem uma puta, não parei em nenhum momento, o tesão que eu tava era absurdo, até depois de encher ela toda, ela saiu e se ajoelhou pra limpar meu pau, ouvi um carro estacionar e buzinar, era claro que já tava chegando em casa, saímos do quarto e sentamos na mesa em silêncio como se nada tivesse acontecido, Clara entrou em casa.


Clara já tá em casa, me encontrei com o Pablo, foi comprar uma parada, já vem. Vou preparar o mate. Vocês tão de boa?


Romi, tem sim, gostosa. Quer que eu te ajude?


Clara dá, você fica de bobeira.


Ficaram um tempão na cozinha e nisso entrou o Pablo, que por coincidência trouxe uns biscoitinhos pra acompanhar o mate. Ali estávamos nós, dois corno, trocando ideia sobre trampo. Sabia que a Clara tava por dentro de tudo que rolou com a Romi, entre mulher se conta tudo.

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