Já faz uns meses que voltamos e na outra noite, depois de foder gostoso com ela, ficamos conversando e tomando uma cervejinha na cama, e eu perguntei: "O que aconteceu no último dia no Brasil?"
"Sério que quer que eu conte?"
"Sim, love, me conta, eu te dei permissão, então pode me contar tudo tranquilo."
"Bom, a gente se encontrou na porta e ele me deu uns beijos daqueles que me deixam muito excitada, muita língua brincando nas bocas, me pegou pela mão e fomos pra cabana dele. No caminho, ele falava: 'Hoje você vai ter uma despedida que nunca vai esquecer', me olhava e sorria, e eu ficava super molhada só de pensar, sentia a pussy como se encharcava e com a minha mão quis pegar a cock dele, dava pra ver que tava grossa, mas potente, ufffffffff, senti como escorria da minha pussy, tudo pulsava, até o bum. Chegamos, entramos e ele me encostou na parede e me beijava e chupava tudo que encontrava, eu sozinha abria as pernas e encostava nele, sentia aquela estaca bem dura, uma cock terrível, uhhh, love, me perdoa?"
"Sim, por quê?"
"Tô me molhando só de te contar."
"Ele continuou me chupando e enfiando a língua bem quente na minha boca, e eu pedi pra ele me penetrar. Assim, de uma vez, ele tirou minha regata e se agarrou nos meus peitos, chupava bem forte. Desceu a mão e arrancou minha calcinha fio dental, me olhou e disse: 'Essa fica de lembrança'. Eu não ligava pra nada, queria aquela cock dentro já. Ele me levantou no colo e eu peguei aquela cock e apoiei na minha pussy super encharcada, e ele foi me descendo até sentir bem fundo. Não sei como aquela poronga enorme entrava em mim, sentia que batia no fundo, como se não coubesse toda. Ele me levantava um pouco e me deixava cair naquela vara, sentia muita dor e sentia que abria bem os olhos, quase não conseguia nem respirar. Senti uma dor forte e soltei um gemido bem alto, e senti ela até o fundo. Eu gemia e gritava como uma gostosa, uma dor terrível, mas uma vontade incrível de que ele me comesse assim, bem bruto. Bem, à moda macho, não posso reclamar. Ele enfiou a língua na minha boca igual um bicho, me comeu como um animal, perdi o controle. Não sei quantas vezes gozei e ele continuava como um bruto. Foi acelerando a metida e, de repente, senti que me levantava mais e caía feito louca naquela pica. Mas numa delas, ele me ergueu, senti a pica saindo e me deixou cair com todo o peso, e ainda por cima me pressionou pra entrar mais fundo. Senti ele gozar bem lá dentro, e eu gozei gritando e gemendo, quase desmaiei. Não conseguia reagir, e ele fez isso mais duas ou três vezes. Tava me matando de pica, assim empalada me levou até a cama, e a gente se beijava igual dois safados. Ele me deitou sem tirar a pica, levantou bem minhas pernas e continuou me comendo. Foram uns dez minutos de metida bem forte, eu explodindo várias vezes. Num momento, ele tirou a pica e, do nada, enfiou no meu cu. Ahhhhhhh, porra, foi terrível, senti que me partia ao meio. Enterrava até o fundo, tirava e metia na buceta. Assim ficou um tempo: metia, dava duas, três bombadas bem profundas e trocava de buraco. Eu tava igual uma boneca de pano, entregue a tudo que ele queria. Encheu meu cu de porra grossa e quente. Depois disso, ficamos abraçados nos beijando. Num momento, ele me olhou e disse: "Acho que você já sabe que eu sou seu macho, né? Seu dono?" E eu olhei pra ele e falei: "Sim, com certeza." "De agora em diante, você vai fazer o que eu pedir, sim?" Eu pensei: "Daqui a pouco vou pra casa, o que pode mudar?" "Sim, o que você quiser. Posso ir ao banheiro?" Ele disse onde era e, quando eu me levantei, me agarrou e me deu um beijo de língua daqueles, já tava me esquentando de novo, e ele também. Mas eu queria tirar um pouco de porra da buceta e do cu. No banheiro, ouvi alguém entrar. Escutei eles conversando na cozinha, então saí do banheiro e me meti na cama. Na hora, vejo ele entrar com outro mulato. Olhei pra ele e perguntei: "O que você tá pensando em fazer?" Ele me olha... Me diz, sou teu dono, né? Sim, mas... mas nada, vamos foder nós três, mas você não me perguntou se eu aceito isso, se eu gosto. Shhhh, sou teu macho. E deitou, e o outro foi se despindo, tinha outra porra de pica enorme. Chupei ela, me colocaram de quatro e um se ajeitou pra um 60, e o outro chupava meu cu. Daí a pouco já esqueci de tudo e assim, de uma vez, ele enfiou na minha tiny ass. Uffffffff, era o máximo aquilo, era mais comprida, mas não tão grossa, e a língua do outro se perdia na minha pussy. E logo o de trás me encheu toda de cum e eu gozei feito uma sexy girl na boca do meu macho. Depois disso, ele saiu do meu Booty e pediu pra eu ficar de pé ao lado da cama. Levantei e me enfiaram pelos dois lados, os dois juntos. Uffffffff, você não imagina o que é sentir assim, empalada. Me levantavam e me soltavam, eu ficava empalada, senti que desmaiei. Parece que pouco se importaram. Acordei e tava de lado na cama e eles me dando como se nada. Foi terrível, gozei como nunca. Doía tudo e assim, num momento, tentavam meter as duas cocks na minha pussy, que tava inchada, vermelha e dolorida. Ele me dizia: "Shhhh, aqui quem manda sou eu". Tanto tentaram que entraram as duas, não até o fundo, um pouco entraram e gozaram de novo. Terminaram, saíram, ele me olha e diz: "Bom, já deu, pode ir, já te demos tudo que você queria". Me deu a regata e eu procurava a calcinha fio dental. "A calcinha fica aqui de lembrança, vai assim, com cheiro de cum e sexo. Adeus." Não aceitei um beijo, nada de nada. Fui, peguei um carro e voltei pro hotel, senti como molhei o banco onde sentei. Entrei, te vi e a verdade é que me senti mal, por isso fiquei todos esses dias sem querer transar. O cu demorou quase um mês pra normalizar. Eu tava com a cock dura e ela pegou na minha e disse: "Love, como você ficou!! Ficou com tesão, hein?" E eu, verdade, também. "Por favor, quer fazer minha tiny ass? Enche ela de cum?" A gente se comia de boca. nunca, ela sozinha se virou e me disse: chupa bem e mete, eu me empolguei em chupar bem a bunda dela e logo meti fundo de uma vez, só ouvi ahhhhhhhhhh, que gostoso, me dá mais mais mais, bati um pouco e gozei igual um louco, ela afrouxou as pernas e fiquei deitado sobre ela com meu pau no cu dela, que já não está mais apertadinho, parece que usei a palavra: buceta, muito pouca diferença, o bom é que agora é ela quem me come, me excita, sente que fico duro e se vira, se estamos na sala, no sofá ou numa cadeira, ela sozinha senta de uma vez no pau e me monta com a bunda, vou comprar um brinquedo anal bom, para deixá-la feliz.
Cada dia mais puta Jime e cada dia eu a quero mais.
"Sério que quer que eu conte?"
"Sim, love, me conta, eu te dei permissão, então pode me contar tudo tranquilo."
"Bom, a gente se encontrou na porta e ele me deu uns beijos daqueles que me deixam muito excitada, muita língua brincando nas bocas, me pegou pela mão e fomos pra cabana dele. No caminho, ele falava: 'Hoje você vai ter uma despedida que nunca vai esquecer', me olhava e sorria, e eu ficava super molhada só de pensar, sentia a pussy como se encharcava e com a minha mão quis pegar a cock dele, dava pra ver que tava grossa, mas potente, ufffffffff, senti como escorria da minha pussy, tudo pulsava, até o bum. Chegamos, entramos e ele me encostou na parede e me beijava e chupava tudo que encontrava, eu sozinha abria as pernas e encostava nele, sentia aquela estaca bem dura, uma cock terrível, uhhh, love, me perdoa?"
"Sim, por quê?"
"Tô me molhando só de te contar."
"Ele continuou me chupando e enfiando a língua bem quente na minha boca, e eu pedi pra ele me penetrar. Assim, de uma vez, ele tirou minha regata e se agarrou nos meus peitos, chupava bem forte. Desceu a mão e arrancou minha calcinha fio dental, me olhou e disse: 'Essa fica de lembrança'. Eu não ligava pra nada, queria aquela cock dentro já. Ele me levantou no colo e eu peguei aquela cock e apoiei na minha pussy super encharcada, e ele foi me descendo até sentir bem fundo. Não sei como aquela poronga enorme entrava em mim, sentia que batia no fundo, como se não coubesse toda. Ele me levantava um pouco e me deixava cair naquela vara, sentia muita dor e sentia que abria bem os olhos, quase não conseguia nem respirar. Senti uma dor forte e soltei um gemido bem alto, e senti ela até o fundo. Eu gemia e gritava como uma gostosa, uma dor terrível, mas uma vontade incrível de que ele me comesse assim, bem bruto. Bem, à moda macho, não posso reclamar. Ele enfiou a língua na minha boca igual um bicho, me comeu como um animal, perdi o controle. Não sei quantas vezes gozei e ele continuava como um bruto. Foi acelerando a metida e, de repente, senti que me levantava mais e caía feito louca naquela pica. Mas numa delas, ele me ergueu, senti a pica saindo e me deixou cair com todo o peso, e ainda por cima me pressionou pra entrar mais fundo. Senti ele gozar bem lá dentro, e eu gozei gritando e gemendo, quase desmaiei. Não conseguia reagir, e ele fez isso mais duas ou três vezes. Tava me matando de pica, assim empalada me levou até a cama, e a gente se beijava igual dois safados. Ele me deitou sem tirar a pica, levantou bem minhas pernas e continuou me comendo. Foram uns dez minutos de metida bem forte, eu explodindo várias vezes. Num momento, ele tirou a pica e, do nada, enfiou no meu cu. Ahhhhhhh, porra, foi terrível, senti que me partia ao meio. Enterrava até o fundo, tirava e metia na buceta. Assim ficou um tempo: metia, dava duas, três bombadas bem profundas e trocava de buraco. Eu tava igual uma boneca de pano, entregue a tudo que ele queria. Encheu meu cu de porra grossa e quente. Depois disso, ficamos abraçados nos beijando. Num momento, ele me olhou e disse: "Acho que você já sabe que eu sou seu macho, né? Seu dono?" E eu olhei pra ele e falei: "Sim, com certeza." "De agora em diante, você vai fazer o que eu pedir, sim?" Eu pensei: "Daqui a pouco vou pra casa, o que pode mudar?" "Sim, o que você quiser. Posso ir ao banheiro?" Ele disse onde era e, quando eu me levantei, me agarrou e me deu um beijo de língua daqueles, já tava me esquentando de novo, e ele também. Mas eu queria tirar um pouco de porra da buceta e do cu. No banheiro, ouvi alguém entrar. Escutei eles conversando na cozinha, então saí do banheiro e me meti na cama. Na hora, vejo ele entrar com outro mulato. Olhei pra ele e perguntei: "O que você tá pensando em fazer?" Ele me olha... Me diz, sou teu dono, né? Sim, mas... mas nada, vamos foder nós três, mas você não me perguntou se eu aceito isso, se eu gosto. Shhhh, sou teu macho. E deitou, e o outro foi se despindo, tinha outra porra de pica enorme. Chupei ela, me colocaram de quatro e um se ajeitou pra um 60, e o outro chupava meu cu. Daí a pouco já esqueci de tudo e assim, de uma vez, ele enfiou na minha tiny ass. Uffffffff, era o máximo aquilo, era mais comprida, mas não tão grossa, e a língua do outro se perdia na minha pussy. E logo o de trás me encheu toda de cum e eu gozei feito uma sexy girl na boca do meu macho. Depois disso, ele saiu do meu Booty e pediu pra eu ficar de pé ao lado da cama. Levantei e me enfiaram pelos dois lados, os dois juntos. Uffffffff, você não imagina o que é sentir assim, empalada. Me levantavam e me soltavam, eu ficava empalada, senti que desmaiei. Parece que pouco se importaram. Acordei e tava de lado na cama e eles me dando como se nada. Foi terrível, gozei como nunca. Doía tudo e assim, num momento, tentavam meter as duas cocks na minha pussy, que tava inchada, vermelha e dolorida. Ele me dizia: "Shhhh, aqui quem manda sou eu". Tanto tentaram que entraram as duas, não até o fundo, um pouco entraram e gozaram de novo. Terminaram, saíram, ele me olha e diz: "Bom, já deu, pode ir, já te demos tudo que você queria". Me deu a regata e eu procurava a calcinha fio dental. "A calcinha fica aqui de lembrança, vai assim, com cheiro de cum e sexo. Adeus." Não aceitei um beijo, nada de nada. Fui, peguei um carro e voltei pro hotel, senti como molhei o banco onde sentei. Entrei, te vi e a verdade é que me senti mal, por isso fiquei todos esses dias sem querer transar. O cu demorou quase um mês pra normalizar. Eu tava com a cock dura e ela pegou na minha e disse: "Love, como você ficou!! Ficou com tesão, hein?" E eu, verdade, também. "Por favor, quer fazer minha tiny ass? Enche ela de cum?" A gente se comia de boca. nunca, ela sozinha se virou e me disse: chupa bem e mete, eu me empolguei em chupar bem a bunda dela e logo meti fundo de uma vez, só ouvi ahhhhhhhhhh, que gostoso, me dá mais mais mais, bati um pouco e gozei igual um louco, ela afrouxou as pernas e fiquei deitado sobre ela com meu pau no cu dela, que já não está mais apertadinho, parece que usei a palavra: buceta, muito pouca diferença, o bom é que agora é ela quem me come, me excita, sente que fico duro e se vira, se estamos na sala, no sofá ou numa cadeira, ela sozinha senta de uma vez no pau e me monta com a bunda, vou comprar um brinquedo anal bom, para deixá-la feliz.
Cada dia mais puta Jime e cada dia eu a quero mais.
1 comentários - Jime, me conta como se despediu no Brasil