Um dia recebi um pedido de seguidor no Instagram de um ex-namorado que eu tinha há alguns anos. Ele se chama Gustavo e com ele as coisas não tinham terminado muito bem por culpa dele. Depois de alguns dias pensando, aceitei o pedido, queria que ele visse o que tinha perdido. Como era de se esperar, ele começou a dar like em várias fotos e stories, mas não se atrevia a comentar nada nem me mandar mensagem no chat. Comecei a subir um pouco o nível, então postei fotos de corpo inteiro, andando de bike, de vestido, aquela típica foto de cima pra baixo mostrando meus peitos, ou aquela em que fico na frente do espelho exibindo a raba, queria chamar a atenção dele, mas como sempre, sem descer ao nível de puta exibida, queria que fosse ele quem falasse algo primeiro. Em algumas ocasiões pensei que alguma das minhas fotos incomodaria meu marido, então tomei a confiança de perguntar se ele concordava antes de postar, e na maioria das vezes ele me dava o aval.
Por fim, um dia ele se animou a cumprimentar. Respondi o oi dele uns dois dias depois, já que não queria demonstrar interesse em responder. No começo fui meio seca com ele, respondia com qualquer frase curta e direta, e ainda fazia isso horas ou até dias depois. "Como você tá", "E aí, novidades", "Vejo que tá feliz", "O que você anda fazendo", "O que fez com tal projeto" eram as perguntas normais que ele fazia, mas aos poucos a conversa foi ficando mais fluida, comecei a perguntar sobre as coisas dele, o que ele fazia, onde morava, e logo ele ganhou mais confiança pra comentar minhas fotos. Ele reagia às minhas publicações com aqueles emojis de olhos de coração ou de fogo. Os comentários começaram a virar elogios à minha beleza e aquelas coisas que a gente fala quando gosta de alguém. Inevitavelmente chegamos ao assunto de como o relacionamento tinha terminado, eu lembrei ele do quão filho da puta ele tinha sido comigo e das vezes que me deixava na mão, e ele só conseguia dizer que Eu estava totalmente certa, ele se arrependeu várias vezes depois que terminamos e se arrependia até hoje quando via a mulher em que eu me transformei. Ele começou a ganhar minha confiança e eu esqueci que só queria provocá-lo. As mensagens dele ficaram muito mais pesadas de tesão, ele focava em alguma parte do meu corpo e em como lembrava de algo que a gente fazia, me convidava pra tomar um café de vez em quando, e eu sempre tentava recusar, mas diz o ditado: tanto vai o pote à fonte que um dia ele quebra, e acabei aceitando um convite.
Ficamos conversando um bom tempo e combinamos de nos encontrar de novo. Tinha sido uma conversa normal entre amigos, sem insinuações nem nada, mas não duraria muito tempo assim. Algumas vezes depois ele me convidou pra tomar uns drinks, mas eu sempre fazia charme, até que por trabalho meu marido teve que viajar, umas duas noites, pelo menos foi o que disseram pra ele, então combinei com o Gustavo pra ser nossa saída naquele momento. Me esforcei ao máximo pra deixar ele de queixo caído: coloquei uma fio dental preta de renda, um sutiã também de renda combinando, por cima ia uma blusa longa e soltinha branca, que também servia de saia. Sempre gostei de usar botas altas de salto e cano alto, que cheguem acima dos joelhos, então obviamente ia usar minhas botas bege e uma gabardine da mesma cor, queria estar elegante e sóbria, mas chamativa. Peguei um Uber e fui pro meu encontro.
Ele me levou pra jantar e continuamos falando de bobeiras, nada sério e nada comprometedor. No final, ele me levou em casa, o plano inicial era me deixar e ir embora, mas eu o convidei pra subir, algo que eu não esperava que fosse acontecer. Ele aceitou sem resistir muito, entramos no apartamento, tirei a gabardine pra ele poder apreciar totalmente minha silhueta, abri um vinho, brindamos e ficamos conversando por umas duas horas. O álcool logo começou a fazer efeito, ele se levantava pra servir uma taça, ir ao banheiro ou... Fiz o que fosse preciso pra ter a desculpa ao voltar de sentar cada vez mais perto, eu esperava ele com as pernas cruzadas pra que ele pudesse vê-las. Uma vez que ficamos lado a lado, ele passou o braço esquerdo no meu pescoço e me abraçou, continuamos conversando como se nada estivesse acontecendo. Mais uns copos e ele já tinha pousado a mão direita na minha perna, como se fosse algo normal. Logo começou a acariciar a pele da minha perna direita devagar, me dando uns arrepios nervosos. Ele sabia, não tinha esquecido que aquele roçar leve dos dedos na minha pele me esquentava rapidinho. Com a mão que tava atrás da minha cabeça, ele roçava minha orelha esquerda. Eu tinha ele onde queria: perto, me tocando e com vontade de me pegar.
Ele beijou minha orelha direita e começou a se mover pra frente, procurando minha boca, que eu ofereci na hora virando a cabeça. A mão que roçava minha perna direita de leve já tava apertando firme. Bastaram uns segundos assim pra ele subir decidido em busca dos meus peitos, que apertou suavemente. Me deitei na cadeira, ficando totalmente deitada, convidando ele a vir por cima de mim, levantei as mãos e peguei o travesseiro pra apoiar a cabeça, deixando meu corpo todo à disposição do Gustavo. Ele entendeu, e desceu a mão direita de novo pras minhas pernas, dessa vez não era só pra colocar ali, mas ele levantou minha blusa até a cintura, dando uma visão perfeita do meu umbigo, minhas cadeiras e daquela calcinha fio dental de renda que já tava molhada. Ele beijou meu abdômen, dava pra ver que tava nervoso, apertava minhas pernas com as duas mãos, eu só fechei meus olhos e me deixei levar pelo prazer. Ficou assim uns segundos e depois passou a beijar minhas pernas, que são muito sensíveis, então rapidinho os choques tomaram conta de mim. Enquanto fazia isso, levou uma das mãos pra minha calcinha, deve ter sentido ela toda encharcada, e por cima dela começou a mexer o polegar procurando meu clitóris.
Ele me masturbava com o dedo. dedo da mão direita dele por cima da calcinha fio dental enquanto com a outra mão levantava o moletom por cima dos meus peitos, abaixou o sutiã deixando eles no ar, a boca dele foi descendo pelo abdômen até chegar neles e começou a lamber ternamente meus mamilos, tudo sem parar de estimular meu clitóris com a mão. Enquanto lambia um dos meus mamilos, com a mão esquerda massageava meu outro seio, eu já tinha começado a gemer, estava de olhos fechados e concentrada só em aproveitar todas as sensações. De repente, as mãos dele pararam o que estavam fazendo, ele se levantou, me pegou pelas mãos e me sentou, ergueu meus braços e rapidamente tirou meu moletom. Sentada na frente dele, ainda com minhas botas e a calcinha fio dental, pernas abertas e ele de pé entre elas, comecei a desabotoar a calça dele, puxei o zíper e deixei cair até os tornozelos, por cima da cueca dava pra ver o volume já ereto, peguei a cueca dele e também tirei, comecei a masturbá-lo enquanto ele tirava a camisa.
Eu movia a pele do pau dele suavemente pra cima e pra baixo, ele levou as mãos na minha cabeça e entrelaçou os dedos no meu cabelo, entendi na hora o que ele queria: me aproximei e comecei a passar minha língua da base até a ponta da rola enquanto olhava pra ele de um jeito safado, sorri disfarçadamente e meti ele inteiro na boca. Chupei ele suavemente, com uma das mãos acariciava as bolas dele, ele tava ficando louco, as mãos dele no meu cabelo não faziam muita pressão, só deslizavam no ritmo da minha cabeça enquanto meus lábios deslizavam ternamente pela vara dele.
Passaram uns minutos, ele me levantou, me puxou pra mesa da sala onde me inclinei enquanto ele ficava atrás de mim, oferecendo a vista das minhas costas e da minha bunda. Apoiei meus cotovelos na mesa, enquanto Gustavo lambia minhas costas, me agarrava com força na bunda e roçava o pau dele entre elas. Ele se ajoelhou, abaixou minha calcinha fio dental ainda sem tirar minhas botas e começou a me chupar. Oral por trás. Essa sensação eu nunca tinha sentido até aquele momento, meu corpo se contorcia de prazer enquanto ele passava a língua do meu clitóris até meu cu e voltava, eu tava ficando louca, a única coisa que conseguia fazer era me agarrar com força nas bordas da mesa. Ele se levantou, colocou a ponta da pica na entrada do meu rabo e começou a empurrar enquanto me dizia que aquela bunda sempre seria dele (Gustavo foi quem me iniciou no sexo anal uns anos antes).
Quando o pau dele já tinha aberto caminho pelo meu cu, ele me segurou pelos quadris e começou a bombar, ficou assim por um tempo, depois com uma das mãos me puxou pelo cabelo com bastante força, fazendo minha cabeça ir pra trás, tava me machucando pra caralho, sentia dor de tão forte que ele me segurava e da violência com que ele furava meu rabo, pedi pra ele me soltar o cabelo, mas quando levantei a mão ele pegou meu pulso e prendeu nas minhas costas. Ficamos assim por uns instantes, ele me levantou e, ainda sem tirar a pica e sem soltar meu cabelo nem meu pulso, me levou uns passos até uma mesa um pouco mais baixa, que dava a altura perfeita pra ele me deitar de barriga pra cima e me penetrar enquanto ficava de pé. Ainda nem tinha terminado de levantar minhas pernas quando, de uma só estocada, ele meteu de frente. Dos amantes que eu tinha tido até então, nenhum tinha sido tão violento quanto ele, parecia que ele fazia com raiva, como se estivesse se vingando de alguém, mas nessa nova posição eu já comecei a aproveitar de novo. Morria de prazer cada vez que a pica dele entrava e saía de mim, gemia que nem uma louca, suava e me contorcia sem controle, de vez em quando abria os olhos e via ele ali, tão dominante e poderoso, segurando firme meus quadris e soltando só de vez em quando pra apertar meus peitos que balançavam no ritmo das estocadas dele.
Tava tão concentrada no prazer que sentia, que nem percebi o momento em que Gustavo ia gozar, me É uma delícia ver um homem quando entra na fase sem volta. Só senti ele tirar o pau, colocar nos meus lábios da buceta e começar a se masturbar com eles, enquanto eu me masturbava junto com ele. Ele colocou o polegar no próprio pau pra garantir que ia fazer pressão no roçar com a minha pele e, de repente, começou a gozar em cima de mim. Parte do sêmen caiu na minha barriga, mas a maior parte da porra dele acertou direto no meu clitóris, o que me deu um orgasmo foda ao sentir o calor do esperma que, com os movimentos que o pau dele ainda fazia, ia misturando o gozo com os nossos sexos.
Ficamos imóveis por uns segundos recuperando o fôlego, enquanto isso o sêmen dele começava a escorrer dos meus lábios e descer pra minha bunda. Ele me ajudou a levantar, lembrou como eu estava "gostosa pra caralho" e foi pro banheiro se limpar, trouxe papel pra eu me arrumar também. Me disse como íamos nos divertir naquelas duas noites que meu marido não estaria, mas não era o que eu queria. Pedi pra ele se arrumar e vazar, eu me deitei nua do jeito que ele me deixou e dormi. Umas duas horas depois, senti uma mão passando na minha buceta, o que me assustou, porque pensei que o Gustavo tinha dado um jeito de entrar, mas não, era meu marido, que disse que não precisou viajar e trabalhou do escritório. Na hora, percebi que quase fui descoberta enquanto tinha o pau do Gustavo dentro de mim. Falei que não tava a fim de transar e virei de lado com o coração acelerado.
Depois disso, continuei conversando com o Gustavo, mas não deixei rolar sexo de novo.
Por fim, um dia ele se animou a cumprimentar. Respondi o oi dele uns dois dias depois, já que não queria demonstrar interesse em responder. No começo fui meio seca com ele, respondia com qualquer frase curta e direta, e ainda fazia isso horas ou até dias depois. "Como você tá", "E aí, novidades", "Vejo que tá feliz", "O que você anda fazendo", "O que fez com tal projeto" eram as perguntas normais que ele fazia, mas aos poucos a conversa foi ficando mais fluida, comecei a perguntar sobre as coisas dele, o que ele fazia, onde morava, e logo ele ganhou mais confiança pra comentar minhas fotos. Ele reagia às minhas publicações com aqueles emojis de olhos de coração ou de fogo. Os comentários começaram a virar elogios à minha beleza e aquelas coisas que a gente fala quando gosta de alguém. Inevitavelmente chegamos ao assunto de como o relacionamento tinha terminado, eu lembrei ele do quão filho da puta ele tinha sido comigo e das vezes que me deixava na mão, e ele só conseguia dizer que Eu estava totalmente certa, ele se arrependeu várias vezes depois que terminamos e se arrependia até hoje quando via a mulher em que eu me transformei. Ele começou a ganhar minha confiança e eu esqueci que só queria provocá-lo. As mensagens dele ficaram muito mais pesadas de tesão, ele focava em alguma parte do meu corpo e em como lembrava de algo que a gente fazia, me convidava pra tomar um café de vez em quando, e eu sempre tentava recusar, mas diz o ditado: tanto vai o pote à fonte que um dia ele quebra, e acabei aceitando um convite.
Ficamos conversando um bom tempo e combinamos de nos encontrar de novo. Tinha sido uma conversa normal entre amigos, sem insinuações nem nada, mas não duraria muito tempo assim. Algumas vezes depois ele me convidou pra tomar uns drinks, mas eu sempre fazia charme, até que por trabalho meu marido teve que viajar, umas duas noites, pelo menos foi o que disseram pra ele, então combinei com o Gustavo pra ser nossa saída naquele momento. Me esforcei ao máximo pra deixar ele de queixo caído: coloquei uma fio dental preta de renda, um sutiã também de renda combinando, por cima ia uma blusa longa e soltinha branca, que também servia de saia. Sempre gostei de usar botas altas de salto e cano alto, que cheguem acima dos joelhos, então obviamente ia usar minhas botas bege e uma gabardine da mesma cor, queria estar elegante e sóbria, mas chamativa. Peguei um Uber e fui pro meu encontro.
Ele me levou pra jantar e continuamos falando de bobeiras, nada sério e nada comprometedor. No final, ele me levou em casa, o plano inicial era me deixar e ir embora, mas eu o convidei pra subir, algo que eu não esperava que fosse acontecer. Ele aceitou sem resistir muito, entramos no apartamento, tirei a gabardine pra ele poder apreciar totalmente minha silhueta, abri um vinho, brindamos e ficamos conversando por umas duas horas. O álcool logo começou a fazer efeito, ele se levantava pra servir uma taça, ir ao banheiro ou... Fiz o que fosse preciso pra ter a desculpa ao voltar de sentar cada vez mais perto, eu esperava ele com as pernas cruzadas pra que ele pudesse vê-las. Uma vez que ficamos lado a lado, ele passou o braço esquerdo no meu pescoço e me abraçou, continuamos conversando como se nada estivesse acontecendo. Mais uns copos e ele já tinha pousado a mão direita na minha perna, como se fosse algo normal. Logo começou a acariciar a pele da minha perna direita devagar, me dando uns arrepios nervosos. Ele sabia, não tinha esquecido que aquele roçar leve dos dedos na minha pele me esquentava rapidinho. Com a mão que tava atrás da minha cabeça, ele roçava minha orelha esquerda. Eu tinha ele onde queria: perto, me tocando e com vontade de me pegar.
Ele beijou minha orelha direita e começou a se mover pra frente, procurando minha boca, que eu ofereci na hora virando a cabeça. A mão que roçava minha perna direita de leve já tava apertando firme. Bastaram uns segundos assim pra ele subir decidido em busca dos meus peitos, que apertou suavemente. Me deitei na cadeira, ficando totalmente deitada, convidando ele a vir por cima de mim, levantei as mãos e peguei o travesseiro pra apoiar a cabeça, deixando meu corpo todo à disposição do Gustavo. Ele entendeu, e desceu a mão direita de novo pras minhas pernas, dessa vez não era só pra colocar ali, mas ele levantou minha blusa até a cintura, dando uma visão perfeita do meu umbigo, minhas cadeiras e daquela calcinha fio dental de renda que já tava molhada. Ele beijou meu abdômen, dava pra ver que tava nervoso, apertava minhas pernas com as duas mãos, eu só fechei meus olhos e me deixei levar pelo prazer. Ficou assim uns segundos e depois passou a beijar minhas pernas, que são muito sensíveis, então rapidinho os choques tomaram conta de mim. Enquanto fazia isso, levou uma das mãos pra minha calcinha, deve ter sentido ela toda encharcada, e por cima dela começou a mexer o polegar procurando meu clitóris.
Ele me masturbava com o dedo. dedo da mão direita dele por cima da calcinha fio dental enquanto com a outra mão levantava o moletom por cima dos meus peitos, abaixou o sutiã deixando eles no ar, a boca dele foi descendo pelo abdômen até chegar neles e começou a lamber ternamente meus mamilos, tudo sem parar de estimular meu clitóris com a mão. Enquanto lambia um dos meus mamilos, com a mão esquerda massageava meu outro seio, eu já tinha começado a gemer, estava de olhos fechados e concentrada só em aproveitar todas as sensações. De repente, as mãos dele pararam o que estavam fazendo, ele se levantou, me pegou pelas mãos e me sentou, ergueu meus braços e rapidamente tirou meu moletom. Sentada na frente dele, ainda com minhas botas e a calcinha fio dental, pernas abertas e ele de pé entre elas, comecei a desabotoar a calça dele, puxei o zíper e deixei cair até os tornozelos, por cima da cueca dava pra ver o volume já ereto, peguei a cueca dele e também tirei, comecei a masturbá-lo enquanto ele tirava a camisa.
Eu movia a pele do pau dele suavemente pra cima e pra baixo, ele levou as mãos na minha cabeça e entrelaçou os dedos no meu cabelo, entendi na hora o que ele queria: me aproximei e comecei a passar minha língua da base até a ponta da rola enquanto olhava pra ele de um jeito safado, sorri disfarçadamente e meti ele inteiro na boca. Chupei ele suavemente, com uma das mãos acariciava as bolas dele, ele tava ficando louco, as mãos dele no meu cabelo não faziam muita pressão, só deslizavam no ritmo da minha cabeça enquanto meus lábios deslizavam ternamente pela vara dele.
Passaram uns minutos, ele me levantou, me puxou pra mesa da sala onde me inclinei enquanto ele ficava atrás de mim, oferecendo a vista das minhas costas e da minha bunda. Apoiei meus cotovelos na mesa, enquanto Gustavo lambia minhas costas, me agarrava com força na bunda e roçava o pau dele entre elas. Ele se ajoelhou, abaixou minha calcinha fio dental ainda sem tirar minhas botas e começou a me chupar. Oral por trás. Essa sensação eu nunca tinha sentido até aquele momento, meu corpo se contorcia de prazer enquanto ele passava a língua do meu clitóris até meu cu e voltava, eu tava ficando louca, a única coisa que conseguia fazer era me agarrar com força nas bordas da mesa. Ele se levantou, colocou a ponta da pica na entrada do meu rabo e começou a empurrar enquanto me dizia que aquela bunda sempre seria dele (Gustavo foi quem me iniciou no sexo anal uns anos antes).
Quando o pau dele já tinha aberto caminho pelo meu cu, ele me segurou pelos quadris e começou a bombar, ficou assim por um tempo, depois com uma das mãos me puxou pelo cabelo com bastante força, fazendo minha cabeça ir pra trás, tava me machucando pra caralho, sentia dor de tão forte que ele me segurava e da violência com que ele furava meu rabo, pedi pra ele me soltar o cabelo, mas quando levantei a mão ele pegou meu pulso e prendeu nas minhas costas. Ficamos assim por uns instantes, ele me levantou e, ainda sem tirar a pica e sem soltar meu cabelo nem meu pulso, me levou uns passos até uma mesa um pouco mais baixa, que dava a altura perfeita pra ele me deitar de barriga pra cima e me penetrar enquanto ficava de pé. Ainda nem tinha terminado de levantar minhas pernas quando, de uma só estocada, ele meteu de frente. Dos amantes que eu tinha tido até então, nenhum tinha sido tão violento quanto ele, parecia que ele fazia com raiva, como se estivesse se vingando de alguém, mas nessa nova posição eu já comecei a aproveitar de novo. Morria de prazer cada vez que a pica dele entrava e saía de mim, gemia que nem uma louca, suava e me contorcia sem controle, de vez em quando abria os olhos e via ele ali, tão dominante e poderoso, segurando firme meus quadris e soltando só de vez em quando pra apertar meus peitos que balançavam no ritmo das estocadas dele.
Tava tão concentrada no prazer que sentia, que nem percebi o momento em que Gustavo ia gozar, me É uma delícia ver um homem quando entra na fase sem volta. Só senti ele tirar o pau, colocar nos meus lábios da buceta e começar a se masturbar com eles, enquanto eu me masturbava junto com ele. Ele colocou o polegar no próprio pau pra garantir que ia fazer pressão no roçar com a minha pele e, de repente, começou a gozar em cima de mim. Parte do sêmen caiu na minha barriga, mas a maior parte da porra dele acertou direto no meu clitóris, o que me deu um orgasmo foda ao sentir o calor do esperma que, com os movimentos que o pau dele ainda fazia, ia misturando o gozo com os nossos sexos.
Ficamos imóveis por uns segundos recuperando o fôlego, enquanto isso o sêmen dele começava a escorrer dos meus lábios e descer pra minha bunda. Ele me ajudou a levantar, lembrou como eu estava "gostosa pra caralho" e foi pro banheiro se limpar, trouxe papel pra eu me arrumar também. Me disse como íamos nos divertir naquelas duas noites que meu marido não estaria, mas não era o que eu queria. Pedi pra ele se arrumar e vazar, eu me deitei nua do jeito que ele me deixou e dormi. Umas duas horas depois, senti uma mão passando na minha buceta, o que me assustou, porque pensei que o Gustavo tinha dado um jeito de entrar, mas não, era meu marido, que disse que não precisou viajar e trabalhou do escritório. Na hora, percebi que quase fui descoberta enquanto tinha o pau do Gustavo dentro de mim. Falei que não tava a fim de transar e virei de lado com o coração acelerado.
Depois disso, continuei conversando com o Gustavo, mas não deixei rolar sexo de novo.
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