Com o passar do tempo, a Noelia virou um baita mistério pra mim e pro Enrique. A gente não conseguia entender ela, nem explicar por que ela fazia o que fazia.
Nós dois pensávamos, olhando de agora, da nossa perspectiva de homem… de tipo “ah, olha que grande que eu tenho” e tal, acreditávamos que a Noelia ia ficar o tempo todo grudada na pica do Enrique. Que, já que era tão fácil, que ela só precisava pedir, ela ia aproveitar. Ia ficar mais com ele. Ia dar um jeito de escapar pra vê-lo ou mandar ele ir em casa quando eu não tivesse. Algo assim.
Mas a gente tava vendo da nossa perspectiva de homem. Em vez de nos colocar no lugar dela, a gente tava imaginando o que teria acontecido se, na mesma situação, a de nós tendo 17 anos, tivéssemos à disposição uma coroa que a gente gostava, dava mole e deixava a gente comer ela quase quando quiséssemos. Claro que a gente ia estar enterrado naquela buceta permanentemente. Talvez parando um pouco pra tomar água ou algo assim.
Mas a Noelia não. Ela não agia assim de jeito nenhum. Deixava nós dois coçando a cabeça tentando entender o porquê. Sim, ela conversava de vez em quando com o Enrique, mas na maioria das vezes não passava de cumprimentos. Perguntando como estavam. Papinhos e nada mais. Mas fazendo uns cálculos, a gente percebeu que a Noelia dava mole ou aceitava alguma investida premeditada do Enrique muito, mas muito de vez em quando. Mais ou menos a cada dez dias, duas semanas ou às vezes até mais.
A gente não entendia por que uma gostosa como a Noelia, com o quanto ela gostava de sexo e o quanto curtia, segundo o Enrique me dizia e eu mesmo via nos vídeos, não aproveitava mais a situação que tinha. O Enrique achava que ela procurava ele ou aceitava as investidas só quando já tava passada de tesão e precisava de uma foda. Nada mais. No resto do tempo, ela não precisava. Boa teoria, mas Na prática, não sei se era bem assim, porque várias vezes que ela aceitava ou queria encontrar o Enrique, ela só ficava chupando a pica dele. Agradar ele, seja no quartinho do porão ou às vezes subindo no apartamento dele. Nessas vezes, ela não sugeria continuar com uma foda, e quando o Enrique sugeria, ela dizia que não. Que não tinha tempo ou não tava a fim, que só tinha ido pra fazer o que já tinha feito.
Acontecia com frequência. No quartinho do porão ou lá em cima no apartamento do Enrique, não importava.
Mas outras vezes, ela queria que o Enrique metesse nela. Segundo ele, nesses dias ela já tinha acumulado muito tesão e precisava que aquela piroca grossa de macho velho fizesse ela gozar. Prova disso era a força e a doçura que se ouvia na voz dela, durante os orgasmos enormes que o gordo tirava dela. Em outras palavras, em momento algum ela não gostava de transar com o Enrique. Quando acontecia, ela curtia pra caralho. O mistério era por que não rolava o tempo todo.
Quando acontecia, pra mim era a glória. Com o tempo, o Enrique tinha levado um colchão pro quartinho do porão, caso precisasse. Às vezes usavam, outras não, e eu adorava ver minha filha sendo comida ali no quartinho, entre peças de carro, madeiras, ferramentas e latas de tinta. Não me perguntem por quê. O Enrique sempre usava camisinha e o sexo que faziam era sempre vaginal.
Até que um dia o Enrique me disse que a Noelia tinha pedido, entre risadinhas, que queria sentir ele sem camisinha e no cu dela. O gordo me disse que se tivesse tido tempo, ou seja, se a Noelia não tivesse pegado ele de surpresa com o pedido na hora, teria me mandado uma mensagem pra pedir autorização. Mas, dadas as circunstâncias, decidiu fazer sem meu aval. Esperava que eu não ficasse puto.
Que cara gente boa. Como eu ia ficar puto? Ver as enfiadas longas e gostosas do Enrique enquanto esvaziava os ovos na bunda linda da Noelia? Ouvir minha mina gemendo de êxtase sentindo toda aquela porra quente enchendo ela ali? Como eu disse, pra mim era a glória pura.
Noelia passava de ser uma gatinha linda e tarada, pronta pra fazer de tudo com aquele cara, num piscar de olhos a não dar a mínima bola por semanas depois que ele satisfazia ela. A teoria do Enrique era essa. A minha era diferente. Diferente no sentido de que eu não tinha teoria nem explicação nenhuma. Em casa, a Noelia se comportava perfeitamente normal. Como sempre. Nada tinha mudado, e ela se cuidava muito, mas muito bem pra não deixar nada ao acaso quando saía pra buscar o prazer dela com o Enrique, se eu tivesse por perto. Se eu tava no trampo, ela não se preocupava tanto, mas quando eu voltava, ela também tava normal.
Claro que não era um assunto que eu pudesse perguntar pra ela. Até onde ela sabia, no meu entendimento, minha filhota nem namorado tinha e ainda era virgem. Mas, como eu disse, o tempo passava, e talvez o Enrique tivesse razão: ela juntava muita tesão até não aguentar mais e se encontrar com ele. E cada vez se soltava mais. Da vez que pediu pra ele comer o cu dela foi uma revelação pra mim. E nem preciso falar da que ela aprontou um tempo depois, que também me surpreendeu. Gostosamente.
No meio da semana, ela me disse que tinha combinado de ir dançar com as amigas no sábado à noite. Eu sempre deixava ela ir, não tinha problema. Sabia que as amigas dela eram boas e nunca se metiam em encrenca nem iam pra lugares estranhos. Saíam pra dançar e se divertir, só isso. Claro que eu disse que sim, pensando que era um pedido normal, como sempre.
Mas daí, um tempo depois, o Enrique me mandou mensagem e me mostrou o chat que ele tava tendo com a Noelia. Ela tava pedindo pra sair com ele naquele sábado, que queria que ele levasse ela pra um motel, que nunca tinha ido e queria conhecer. E fazer coisinhas com ele. Eu ri por dentro. Olha só a pestinha da minha filha. A safada enganando o pai desse jeito. Falei pro Enrique que sim, que eu não tinha problema se ele quisesse. Eu sabia que ele ia cuidar dela e que iam se divertir, mas que eu esperava o vídeo.
Ele não mandou um, mandou vários. Todos lindos. Que bom que dava pra ver que os dois curtiram. Esses vídeos foram pra aumentar minha já longa coleção que fui montando, secretamente passados pra um pendrive que eu tinha bem escondido entre minhas coisas. Nas noites que a Noelia saía com as amigas, as vezes que ela saía de verdade, quero dizer, eu armava umas sessões de punheta gostosas sozinho em casa com aqueles vídeos que cada vez ficavam melhores e mais numerosos.
O outro grande sucesso daquela época, digamos assim, aconteceu muito depois. Meses depois. A Noelia continuava com aquele comportamento de querer cock com muita, muita força e depois sumir por semanas. Isso nunca tinha mudado. Uma noite depois do jantar, eu tava vendo TV e ela veio me pedir pra marcar uma consulta com uma ginecologista pelo nosso plano de saúde. Fiquei surpreso e um pouco preocupado. Perguntei se tava tudo bem e a gente começou a conversar.
"Tô, pai...", ela disse me tranquilizando, "Não tem nada, não tô com nada, juro. Só quero que ela me examine. Minha mãe falou pra eu fazer isso uma vez por ano."
"Ok", respondi, me acalmando um pouco, "Fechou, amanhã ligo e marco pra você."
"Valeu."
"Noe, certeza que é só isso? Sei que não sou sua mãe, mas pode me contar se tiver alguma coisa", falei num tom suave.
"Sim, certeza... Ah... bem...", vi ela olhar pro lado, meio hesitante.
"O que foi, meu amor?"
"Nada que... ufa... não quero que você fique chateado, nem me dê bronca nem nada disso...", ela disse me olhando com timidez.
Os alarmes dispararam na minha cabeça. Ela ia se confessar sobre o Enrique? Assim, do nada? "Não, meu amor, se você tá passando por algo sério, como vou te dar bronca? Fala logo...", respondi e desliguei a TV pra prestar atenção nela.
Vi ela respirar fundo e falou: "Nada, que também quero pedir pra ela receitar anticoncepcional. Sabe, pra tomar..."
Eu franzi a testa, "Anticoncepcional, Noe? Calma aí um pouquinho..."
Ela me cortou na hora, "Pai, me escuta, não tô com nenhum cara, ok? Não tô fazendo nada... é só por precaução, caso um dia eu esteja, sabe? Pra garantir."
Eu fiz minha melhor cara de pai que não acreditava no que a filha tava dizendo. De pai que acabava de descobrir que a filhinha talvez começasse a gostar de sexo. Se ela soubesse...
"Bom, você tá me dizendo basicamente que quer..."
"Ah, não quis dizer assim. Não é por aí. É pra ficar tranquila, só isso. Fala sério, por favor, não fica bravo...", ela implorou.
"Não tô Raiva", respondi, "Mas, escuta uma coisa: se, digamos, você tá com alguém, não vai pedir pra ele usar camisinha?"
"Ufa, sim, claro..."
"E então pra que você quer a pílula?", perguntei.
"Por via das dúvidas. E se ele não colocar direito, ou estourar...", ela disse.
"De quem você tá falando?", sorri de leve.
Ela riu alto, "De ninguém! Viu... não dá pra te contar nada!"
Eu a envolvi com meus braços, rindo, e ela abraçou minha cintura enquanto eu dava beijinhos na cabeça dela, "Tô te zoando. Preciso me acostumar que minha princesa já cresceu... me dá um tempo..."
Ela me olhou de baixo um pouco, também sorrindo no nosso abraço, "Paciência..."
"Pois é, meu amor. Pensa que pra mim foi semana passada que eu tava comprando as pastas pro seu primeiro ano do ensino médio...", falei.
Noelia riu baixinho, "Que exagerado..."
"E agora minha princesa me diz que quer tomar anticoncepcional...", suspirei, "Pra onde foi o tempo?"
"Sei lá...", ouvi ela dizer e se aninhou no meu abraço.
"Eu sempre pensei que se você fosse ficar com um cara, seria quando fosse um pouco mais velha, não agora..."
"Eh... com que idade?", ela perguntou.
"Eh... sei lá. Um pouco mais velha. Tipo uns trinta, trinta e cinco, isso tá bom...", falei fazendo careta.
Ela caiu na risada e se soltou um pouco do abraço, "Ai, pai, pelo amor de Deus!"
Eu olhei pra ela por um momento com um sorriso, admirando a carinha linda dela e acariciei o cabelo, "Falando sério, Noe... eu sei que você já tá grande e cada vez... sei lá, me cabe menos te dizer o que fazer. Mas mesmo assim, toma cuidado, tá?"
Ela sorriu pra mim, "Claro, pai. Não sou burra."
"Não, nunca disse que era. Mas tenho que falar como pai."
Noelia demorou um tempão pra conseguir ver a ginecologista por causa da data que marcaram, mas finalmente foi. Quando voltou, me disse que tava tudo certo, que não encontraram nada, o que me aliviou bastante. Ela quis me passar a receita que a médica tinha escrito, e eu falei que não, que fosse e comprasse ela mesma. Ela. Dei grana pra ele e ele fez.
Umas semanas depois, eu tava no trampo e recebi uma mensagem de tarde do Enrique. A Noelia tava sozinha em casa e eu já tava esperando. Claro que era pra me avisar que ela tinha pedido pra descer um pouco no quartinho. Pra fazer umas coisinhas. Que tava com muita vontade de ver ele. Dei o sinal verde pro Enrique, como sempre. E como já era nosso costume, pra dar uma animada, ele me perguntava do jeito que ele fazia.Depois te mando o vídeo. Tu vai querer se ver fazendo algo com a novinha hoje?Hoje quero sem camisinhaBeleza, perfeito. Mas pera aí, e se ela não quiser na buceta? O que cê faz? Suspende?Não. Meto na buceta dela do mesmo jeito.Eh… sem camisinha?Quero encher a buceta dela com meu leite."
O Enrique só me deu um joinha. Naquela noite, depois que a Noelia já tinha ido dormir e eu fiquei na solidão do meu quarto, comecei a curtir o vídeo que o gordo tinha me mandado. Mas no vídeo, pra mim, não era ele. Era eu. E as metidas fortes e profundas naquela buceta divina eram as minhas. E eu nem lembrava nem queria pensar que era por causa dos anticoncepcionais, porque toda a quantidade de leite que no meu orgasmo selvagem eu tava deixando bem fundo dentro daquela vagina tava engravidando docemente a minha filhinha amada.
Nós dois pensávamos, olhando de agora, da nossa perspectiva de homem… de tipo “ah, olha que grande que eu tenho” e tal, acreditávamos que a Noelia ia ficar o tempo todo grudada na pica do Enrique. Que, já que era tão fácil, que ela só precisava pedir, ela ia aproveitar. Ia ficar mais com ele. Ia dar um jeito de escapar pra vê-lo ou mandar ele ir em casa quando eu não tivesse. Algo assim.
Mas a gente tava vendo da nossa perspectiva de homem. Em vez de nos colocar no lugar dela, a gente tava imaginando o que teria acontecido se, na mesma situação, a de nós tendo 17 anos, tivéssemos à disposição uma coroa que a gente gostava, dava mole e deixava a gente comer ela quase quando quiséssemos. Claro que a gente ia estar enterrado naquela buceta permanentemente. Talvez parando um pouco pra tomar água ou algo assim.
Mas a Noelia não. Ela não agia assim de jeito nenhum. Deixava nós dois coçando a cabeça tentando entender o porquê. Sim, ela conversava de vez em quando com o Enrique, mas na maioria das vezes não passava de cumprimentos. Perguntando como estavam. Papinhos e nada mais. Mas fazendo uns cálculos, a gente percebeu que a Noelia dava mole ou aceitava alguma investida premeditada do Enrique muito, mas muito de vez em quando. Mais ou menos a cada dez dias, duas semanas ou às vezes até mais.
A gente não entendia por que uma gostosa como a Noelia, com o quanto ela gostava de sexo e o quanto curtia, segundo o Enrique me dizia e eu mesmo via nos vídeos, não aproveitava mais a situação que tinha. O Enrique achava que ela procurava ele ou aceitava as investidas só quando já tava passada de tesão e precisava de uma foda. Nada mais. No resto do tempo, ela não precisava. Boa teoria, mas Na prática, não sei se era bem assim, porque várias vezes que ela aceitava ou queria encontrar o Enrique, ela só ficava chupando a pica dele. Agradar ele, seja no quartinho do porão ou às vezes subindo no apartamento dele. Nessas vezes, ela não sugeria continuar com uma foda, e quando o Enrique sugeria, ela dizia que não. Que não tinha tempo ou não tava a fim, que só tinha ido pra fazer o que já tinha feito.
Acontecia com frequência. No quartinho do porão ou lá em cima no apartamento do Enrique, não importava.

Mas outras vezes, ela queria que o Enrique metesse nela. Segundo ele, nesses dias ela já tinha acumulado muito tesão e precisava que aquela piroca grossa de macho velho fizesse ela gozar. Prova disso era a força e a doçura que se ouvia na voz dela, durante os orgasmos enormes que o gordo tirava dela. Em outras palavras, em momento algum ela não gostava de transar com o Enrique. Quando acontecia, ela curtia pra caralho. O mistério era por que não rolava o tempo todo.Quando acontecia, pra mim era a glória. Com o tempo, o Enrique tinha levado um colchão pro quartinho do porão, caso precisasse. Às vezes usavam, outras não, e eu adorava ver minha filha sendo comida ali no quartinho, entre peças de carro, madeiras, ferramentas e latas de tinta. Não me perguntem por quê. O Enrique sempre usava camisinha e o sexo que faziam era sempre vaginal.
Até que um dia o Enrique me disse que a Noelia tinha pedido, entre risadinhas, que queria sentir ele sem camisinha e no cu dela. O gordo me disse que se tivesse tido tempo, ou seja, se a Noelia não tivesse pegado ele de surpresa com o pedido na hora, teria me mandado uma mensagem pra pedir autorização. Mas, dadas as circunstâncias, decidiu fazer sem meu aval. Esperava que eu não ficasse puto.Que cara gente boa. Como eu ia ficar puto? Ver as enfiadas longas e gostosas do Enrique enquanto esvaziava os ovos na bunda linda da Noelia? Ouvir minha mina gemendo de êxtase sentindo toda aquela porra quente enchendo ela ali? Como eu disse, pra mim era a glória pura.
Noelia passava de ser uma gatinha linda e tarada, pronta pra fazer de tudo com aquele cara, num piscar de olhos a não dar a mínima bola por semanas depois que ele satisfazia ela. A teoria do Enrique era essa. A minha era diferente. Diferente no sentido de que eu não tinha teoria nem explicação nenhuma. Em casa, a Noelia se comportava perfeitamente normal. Como sempre. Nada tinha mudado, e ela se cuidava muito, mas muito bem pra não deixar nada ao acaso quando saía pra buscar o prazer dela com o Enrique, se eu tivesse por perto. Se eu tava no trampo, ela não se preocupava tanto, mas quando eu voltava, ela também tava normal.Claro que não era um assunto que eu pudesse perguntar pra ela. Até onde ela sabia, no meu entendimento, minha filhota nem namorado tinha e ainda era virgem. Mas, como eu disse, o tempo passava, e talvez o Enrique tivesse razão: ela juntava muita tesão até não aguentar mais e se encontrar com ele. E cada vez se soltava mais. Da vez que pediu pra ele comer o cu dela foi uma revelação pra mim. E nem preciso falar da que ela aprontou um tempo depois, que também me surpreendeu. Gostosamente.
No meio da semana, ela me disse que tinha combinado de ir dançar com as amigas no sábado à noite. Eu sempre deixava ela ir, não tinha problema. Sabia que as amigas dela eram boas e nunca se metiam em encrenca nem iam pra lugares estranhos. Saíam pra dançar e se divertir, só isso. Claro que eu disse que sim, pensando que era um pedido normal, como sempre.
Mas daí, um tempo depois, o Enrique me mandou mensagem e me mostrou o chat que ele tava tendo com a Noelia. Ela tava pedindo pra sair com ele naquele sábado, que queria que ele levasse ela pra um motel, que nunca tinha ido e queria conhecer. E fazer coisinhas com ele. Eu ri por dentro. Olha só a pestinha da minha filha. A safada enganando o pai desse jeito. Falei pro Enrique que sim, que eu não tinha problema se ele quisesse. Eu sabia que ele ia cuidar dela e que iam se divertir, mas que eu esperava o vídeo.
Ele não mandou um, mandou vários. Todos lindos. Que bom que dava pra ver que os dois curtiram. Esses vídeos foram pra aumentar minha já longa coleção que fui montando, secretamente passados pra um pendrive que eu tinha bem escondido entre minhas coisas. Nas noites que a Noelia saía com as amigas, as vezes que ela saía de verdade, quero dizer, eu armava umas sessões de punheta gostosas sozinho em casa com aqueles vídeos que cada vez ficavam melhores e mais numerosos.
O outro grande sucesso daquela época, digamos assim, aconteceu muito depois. Meses depois. A Noelia continuava com aquele comportamento de querer cock com muita, muita força e depois sumir por semanas. Isso nunca tinha mudado. Uma noite depois do jantar, eu tava vendo TV e ela veio me pedir pra marcar uma consulta com uma ginecologista pelo nosso plano de saúde. Fiquei surpreso e um pouco preocupado. Perguntei se tava tudo bem e a gente começou a conversar."Tô, pai...", ela disse me tranquilizando, "Não tem nada, não tô com nada, juro. Só quero que ela me examine. Minha mãe falou pra eu fazer isso uma vez por ano."
"Ok", respondi, me acalmando um pouco, "Fechou, amanhã ligo e marco pra você."
"Valeu."
"Noe, certeza que é só isso? Sei que não sou sua mãe, mas pode me contar se tiver alguma coisa", falei num tom suave.
"Sim, certeza... Ah... bem...", vi ela olhar pro lado, meio hesitante.
"O que foi, meu amor?"
"Nada que... ufa... não quero que você fique chateado, nem me dê bronca nem nada disso...", ela disse me olhando com timidez.
Os alarmes dispararam na minha cabeça. Ela ia se confessar sobre o Enrique? Assim, do nada? "Não, meu amor, se você tá passando por algo sério, como vou te dar bronca? Fala logo...", respondi e desliguei a TV pra prestar atenção nela.
Vi ela respirar fundo e falou: "Nada, que também quero pedir pra ela receitar anticoncepcional. Sabe, pra tomar..."
Eu franzi a testa, "Anticoncepcional, Noe? Calma aí um pouquinho..."
Ela me cortou na hora, "Pai, me escuta, não tô com nenhum cara, ok? Não tô fazendo nada... é só por precaução, caso um dia eu esteja, sabe? Pra garantir."
Eu fiz minha melhor cara de pai que não acreditava no que a filha tava dizendo. De pai que acabava de descobrir que a filhinha talvez começasse a gostar de sexo. Se ela soubesse...
"Bom, você tá me dizendo basicamente que quer..."
"Ah, não quis dizer assim. Não é por aí. É pra ficar tranquila, só isso. Fala sério, por favor, não fica bravo...", ela implorou.
"Não tô Raiva", respondi, "Mas, escuta uma coisa: se, digamos, você tá com alguém, não vai pedir pra ele usar camisinha?"
"Ufa, sim, claro..."
"E então pra que você quer a pílula?", perguntei.
"Por via das dúvidas. E se ele não colocar direito, ou estourar...", ela disse.
"De quem você tá falando?", sorri de leve.
Ela riu alto, "De ninguém! Viu... não dá pra te contar nada!"
Eu a envolvi com meus braços, rindo, e ela abraçou minha cintura enquanto eu dava beijinhos na cabeça dela, "Tô te zoando. Preciso me acostumar que minha princesa já cresceu... me dá um tempo..."
Ela me olhou de baixo um pouco, também sorrindo no nosso abraço, "Paciência..."
"Pois é, meu amor. Pensa que pra mim foi semana passada que eu tava comprando as pastas pro seu primeiro ano do ensino médio...", falei.
Noelia riu baixinho, "Que exagerado..."
"E agora minha princesa me diz que quer tomar anticoncepcional...", suspirei, "Pra onde foi o tempo?"
"Sei lá...", ouvi ela dizer e se aninhou no meu abraço.
"Eu sempre pensei que se você fosse ficar com um cara, seria quando fosse um pouco mais velha, não agora..."
"Eh... com que idade?", ela perguntou.
"Eh... sei lá. Um pouco mais velha. Tipo uns trinta, trinta e cinco, isso tá bom...", falei fazendo careta.
Ela caiu na risada e se soltou um pouco do abraço, "Ai, pai, pelo amor de Deus!"
Eu olhei pra ela por um momento com um sorriso, admirando a carinha linda dela e acariciei o cabelo, "Falando sério, Noe... eu sei que você já tá grande e cada vez... sei lá, me cabe menos te dizer o que fazer. Mas mesmo assim, toma cuidado, tá?"
Ela sorriu pra mim, "Claro, pai. Não sou burra."
"Não, nunca disse que era. Mas tenho que falar como pai."
Noelia demorou um tempão pra conseguir ver a ginecologista por causa da data que marcaram, mas finalmente foi. Quando voltou, me disse que tava tudo certo, que não encontraram nada, o que me aliviou bastante. Ela quis me passar a receita que a médica tinha escrito, e eu falei que não, que fosse e comprasse ela mesma. Ela. Dei grana pra ele e ele fez.
Umas semanas depois, eu tava no trampo e recebi uma mensagem de tarde do Enrique. A Noelia tava sozinha em casa e eu já tava esperando. Claro que era pra me avisar que ela tinha pedido pra descer um pouco no quartinho. Pra fazer umas coisinhas. Que tava com muita vontade de ver ele. Dei o sinal verde pro Enrique, como sempre. E como já era nosso costume, pra dar uma animada, ele me perguntava do jeito que ele fazia.Depois te mando o vídeo. Tu vai querer se ver fazendo algo com a novinha hoje?Hoje quero sem camisinhaBeleza, perfeito. Mas pera aí, e se ela não quiser na buceta? O que cê faz? Suspende?Não. Meto na buceta dela do mesmo jeito.Eh… sem camisinha?Quero encher a buceta dela com meu leite."
O Enrique só me deu um joinha. Naquela noite, depois que a Noelia já tinha ido dormir e eu fiquei na solidão do meu quarto, comecei a curtir o vídeo que o gordo tinha me mandado. Mas no vídeo, pra mim, não era ele. Era eu. E as metidas fortes e profundas naquela buceta divina eram as minhas. E eu nem lembrava nem queria pensar que era por causa dos anticoncepcionais, porque toda a quantidade de leite que no meu orgasmo selvagem eu tava deixando bem fundo dentro daquela vagina tava engravidando docemente a minha filhinha amada.
3 comentários - Padrão e Macho - Parte 6
💦💦💦