Meu 2º macho, antes e depois (parte 2)

Acordei sentindo uns carinhos. Nos primeiros segundos não lembrava onde tava, mas tava gostando daqueles carinhos. Quando senti uma parada tipo um cano de carne encostando em mim, lembrei onde tava. Sorri, ainda sem abrir os olhos. Tava de conchinha e o Matu atrás de mim, as mãos dele iam das minhas coxas até minha cintura, o peito dele colado nas minhas costas. Ele começou a beijar meu pescoço e os primeiros suspiros do dia foram escapando. Abri os olhos e vi que era cedo, não sabia a hora mas parecia que tava amanhecendo. O Matu encostou mais em mim e eu senti que ele tava com a piroca dura.
- Eu: Bom dia...
- Matu: Bom dia, lindo.
O Matu continuou me beijando o pescoço e depois começou a morder de leve minha orelha. Eu joguei a raba mais pra trás. Senti a piroca dele bem dura e mordi o lábio. Lembrei de todas as cenas da noite anterior e fiquei com tesão na hora. Levei uma mão pra trás e comecei a acariciar ela. Pelo visto ele tinha acordado bem duro. Comecei a acariciar as bolas dele e o tronco enquanto ele continuava me beijando.
- Eu: Você tá bem duro.
- Matu: Você também, pelo visto... – era verdade, eu também tava com a piroca bem dura.
- Eu: Sim, mas a sua é bem grande.
- Matu: Haha, e a sua não?
- Eu: Haha, não, a minha é pequenininha, a sua é uma piroca do caralho...
O Matu levantou um pouco uma das minhas nádegas e encaixou a piroca dele na frente do meu cu. Um arrepio percorreu meu corpo, um gemido baixinho escapou no contato.
- Matu: Você gosta da minha piroca?
- Eu: Siiiim! Adoro, ela é comprida e grossa...
- Matu: E a sua?
- Eu: A minha? Não é nada perto dessa... – eu me mexia pra frente e pra trás pra piroca dele bater no meu cu.
Sentia que quanto mais eu elogiava a piroca dele e mais falava a verdade sobre a minha, mais ele gostava. Ele continuava me acariciando, e eu amava.
- Matu: Tô com vontade de te comer.
- Eu: Sim, vai fundo. – O Matu riu.
- Matu: Se eu soubesse que você gostava tanto de piroca, tinha te procurado bem antes.
- Eu: Bom, agora você já sabe.
O Matu se levantou um pouco por cima de mim e me beijou. forte. Ele esticou um braço para pegar as camisinhas e o lubrificante no criado-mudo enquanto continuava me apoiando. Voltou a ficar atrás de mim e mandou eu levantar os joelhos. Com os dedos, passou lubrificante em mim, e uns segundos depois senti o pau dele me furando, dessa vez bem mais escorregadio. Mandou eu levantar minha bunda com a mão enquanto ele empurrava. De repente, a cabeça entrou. Eu gemi, acho que dessa vez foi a única que doeu um pouquinho, talvez porque ele não usou o consolo ou porque minha buceta já tinha levado bastante uso em poucas horas. Ele enfiou um pouco mais, tirou de novo e passou mais lubrificante. Foi me comendo de pouquinho em pouquinho e eu voltei a adorar sentir minha bunda sendo penetrada pela pica dele. Eu gemia devagar junto com as estocadas lentas, cada vez que ele metia, o ar escapava. Parou de novo pra passar lubrificante e foi mais fundo, acelerando o ritmo aos poucos. Quando percebi, a pélvis dele bateu na minha bunda com um estalo forte, o único som no quarto que não vinha de mim.
- Matu: Já enfiou tudo, sua putinha. Tá gostando?
- Eu: Ahh... siiiim.
Ele começou a beijar meu pescoço e minha orelha enquanto me comia um pouco mais rápido. Eu não parava de gemer. Meus olhos fitavam a janela aberta pra rua, com o sol entrando fraquinho. Não se ouvia barulho nenhum, nem carro, nem gente. Pensei se meus gemidos dariam pra ouvir da rua. Talvez alguém passando pudesse achar que estavam comendo uma gostosa, porque meus gemidos saíam bem femininos, mas na real não sabiam que estavam enchendo a bunda de pica de um menino adolescente bem putinho. Tudo me dava um tesão danado, alguém me ouvir, estar na cama com alguém mais velho, ele ter tanta vontade de me comer, eu aguentar a pica grossa e comprida dele, ser tão vadia e ninguém saber. Eu tava explodindo de tesão de novo sentindo aquela pica chegar no fundo. A penetração já era rápida e fácil, Matu entrava e saía de mim como queria. Ele foi me dando um fodei até ele meter tudo e ficar colado em mim, respirando pesado no meu ouvido, enquanto passava a mão nas minhas pernas, bunda e cintura.
- Matu: Tá afim de subir?
- Eu: Sim, bora.
Ele tirou devagar e deitou de barriga pra cima. Percebi que ele tava cansado, tinha se movimentado todas as vezes, queria recompensar ele. Subi em cima dele e tentei guiar a pica dele pro meu rabo, mas não encaixava. Ele segurou a pica e eu fui descendo, e aí entrou como uma luva. Cheguei na metade da pica dele e mordi o lábio. Me sentia cheio e ainda faltava mais. Comecei a me mexer pra cima e pra baixo. Matu me olhava com uma cara de tesão que me deixava louca. Sentia até as veias da pica dele, sentia como ela alargava meu cu. A pica desse macho tava me deixando bem aberto. Ganhei confiança e fui descendo, enfiando mais até ter tudo dentro. Quando senti o choque com o corpo dele, parei e soltei um gemido enorme. Fiquei ali, apreciando o momento, sentindo a pica dele no meu rabo. Me mexia de leve, só levantava um pouco pra me sentir cheio de novo. Passei uma mão pra trás pra tocar nas bolas dele e sentir como minha bunda aparecia logo em seguida. Mal podia acreditar no que tava vivendo.
- Eu: Ai, meu deus... não acredito...
- Matu: O quê?
- Eu: Ahh... estar sentada na sua pica.
Matu segurou minha mão e me inclinou sobre o corpo dele. Começamos a nos beijar e eu fui me movendo devagar. Ele tinha as duas mãos na minha bunda, alternando entre agarrar e acariciar. Me ergui de novo pra me mexer um pouco mais rápido. Queria dar pra ele também um pouco do que ele me deu, queria dar velocidade. Tava nessa quando ouvi as chaves no apartamento. Enfiei até o fundo e fiquei parada, evitando fazer barulho.
- Eu: Seu amigo chegou.
- Matu: Sim.
- Eu: Ele não vai entrar de novo, vai?
- Matu: Haha não, fica tranquila.
Matu me deu um tapa na bunda que me pegou desprevenida.
- Eu: Shh! Não vamos fazer barulho.
- Matu: Não tem problema.
Ele me deu outro tapa, mas Como tava gostando, não reclamei. Comecei a me mexer de novo, mais rápido. De vez em quando levava um tapa do Matu que me fazia soltar um gemido, mas era baixinho, não queria ser tão óbvio. Mas tava difícil me controlar. Tentei diminuir um pouco o ritmo e lembrei do que o Matu fez que eu amei, e tirei quase toda a pica dele da minha bunda, só me movendo na cabeça dela, e depois sentava pra enfiar tudo. Meu Deus, como era bom. Fiz isso umas duas vezes e depois metia tudo, subindo e descendo, da cabeça da pica dele até encostar nas bolas. Sentava com força e o impacto da pica dele ecoava no corpo todo, sentia da minha bunda até os olhos, me fazendo tremer de prazer. Fiquei nessa até cansar. Respirei fundo, me movendo devagar com as últimas forças.
- Matu: Uff, cara, você me enlouquece.
Matu me pegou, me abraçou contra o corpo dele, e começou a mover a pélvis pra cima, bem forte e rápido. Os choques das bolas dele na minha bunda eram um escândalo, mal abafados pelos meus gemidos, que agora eu não conseguia evitar. Ele tava me comendo mais forte do que nunca, tava arrebentando meu cu. Depois de um minuto de violência, ele diminuiu um pouco o ritmo, ainda metendo forte, ainda com minhas nádegas estralando no quarto dele.
- Eu: Aaah! Mmm... Tô sendo muito comido. — consegui falar quando recuperei a capacidade de formar palavras.
- Matu: É, você gosta, putinha? Gosta da minha pica na sua bunda?
Mal conseguia responder entre sussurros que sim, que adorava, porque ele voltou a me comer com tudo, e me dava uns tapas quando diminuía um pouco o ritmo.
- Eu: Tamo fazendo muito barulho. — falei no ouvido dele. — Seu amigo vai nos ouvir.
- Matu: Melhor. Que ele ouça como eu te como.
Ele parou e começou a me beijar como um louco. Eu me sentia rendido pra ele, os braços fortes dele me segurando, a pica grossa dele cravando com fúria no meu cu, a língua dele que ganhava da minha em força. Tudo nele era mais forte que eu e mais másculo que eu. Eu adorava a sensação de satisfazer um homem daquele jeito, ver um cara daquele jeito ficar louco por mim e pela minha bunda. Por isso não recusei quando ele mandou eu levantar. Achei que ele ia querer que eu chupasse ele até gozar, mas a gente se levantou da cama (eu com um pouco de esforço depois de usar tanto as pernas) e ele me encostou na parede.
- Matu, bem alto: Quero ver bem essa bunda enquanto te como.
Ele abriu mais minhas pernas, arqueou minhas costas e, sem eu esperar, o pau dele entrou inteiro de novo no meu corpo. Começou a me comer num ritmo gostoso, não tão rápido, mas com força. Eu comecei a gemer alto, não conseguia me segurar. Era a primeira vez que me comiam de pé. Sempre via pornô e achava essa posição a mais gostosa, mas nunca tinha experimentado. Despertou outro nível, me senti uma atriz pornô, tava mais puta do que nunca, de pé, mostrando a bunda pra esse cara de pau grande me arrebentar; nunca me senti tão submisso quanto naquele momento, com um cara maior que eu arrombando meu cu contra a parede. Senti um prazer anal que tava mudando minha vida. Matu me deu uma foda que foi um antes e um depois: sabia que dali em diante ia querer sentir isso pra sempre, o prazer de ser bem comido por um homem.
O pau dele entrava inteiro e eu sentia ele bem duro entrando e saindo. Matu me segurava firme pela cintura e me comia sem piedade, serrava minha bunda com força, o plaf plaf do corpo dele contra o meu era muito evidente. Se o colega de quarto tivesse acordado, era impossível não nos ouvir.
As estocadas dele me empurravam contra a parede. Fiquei apoiado no antebraço esquerdo pra não bater a cabeça, e desci a mão direita pra me tocar. Meu pau tava mole, mas molhado. Minha cabeça mal conseguia processar tudo que eu tava sentindo. Matu começou a dar tapas na minha bunda e me fazer gritar. Tirou boa parte do pau de dentro de mim, ficou assim uns segundos, e levou a mão lubrificada pro meu pau e minhas bolas. Acariciou meu pau mole e minhas Ovos por uns segundos, e ele pegou na mão dele: a mão larga dele alcançava fácil pra me agarrar inteiro, e eu não conseguia cobrir o pau dele com minhas duas mãos juntas. Ele começou a me comer num ritmo mais lento, me agarrando inteiro, sem apertar, mais esfregando.
- Matu: Essa é sua buceta, vagabundo?
Eu não conseguia responder, tava totalmente surpreso e sentindo muito prazer.
- Matu: Se toca e goza pra mim, cara.
Ele tirou a mão, sem nunca parar de me comer, e eu obedeci. Comecei a me tocar como dava, sentindo aquele pau gordo entrando e saindo do meu rabo. Fechei os olhos e tentei me concentrar em gozar. Suspirava e puxava o ar de forma descontrolada. Meu corpo tremia e caía, já tava quase em 90 graus, empinando a bunda e apoiado na parede. As mãos do Matu me seguravam enquanto ele cravava a pica sem piedade. Comecei a sentir que tava mais perto. Parece que meus gemidos avisavam o Matu, que aumentou um pouco o ritmo. Ele fez o mesmo quando senti que tava ainda mais perto, e de repente comecei a gemer, gritar e vibrar. Matu começou a me comer forte enquanto eu gozava no chão e na parede. Gritava e me mexia sem parar, Matu me segurou firme pra eu não cair enquanto meu esperma ia pra todo lado. Matu continuou me comendo até eu literalmente não aguentar mais ficar de pé. Ele me segurou pelo peito e me levou devagar pro chão, eu não conseguia me mexer. Fiquei quase de quatro contra a parede, só apoiado nos joelhos, minha cabeça no chão, se sujando com meu próprio gozo. Ele saiu do meu rabo, tirou a camisinha e começou a se masturbar. Dez segundos depois, comecei a sentir os jatos de porra caindo no meu corpo: meu rabo, minhas pernas, minhas costas, minha cabeça, meus braços ficaram cheios do líquido quentinho dele. Foram muitos jatos, eu tava com a cabeça virada e as pálpebras quase fechadas pra ver aquele macho lindo de pé, me enchendo de porra o corpo inteiro.
Quando terminou, foi devagar pra cama, como se também tivesse fraco. as pernas. Fiquei no chão um pouco mais, me recuperando. Sentia as costas e a bunda pegajosas por causa do gozo dele, e meu rosto, peito e pernas cheios do meu. Meu cu ainda vibrava, sentia a bunda bem aberta. Quando consegui, fui e me acomodei sem sentar na cama, do lado dele. Ele esticou um braço e tocou minha perna.
- Matu: Você gostou?
Eu olhei pra ele mordendo o lábio e disse que sim. Sentia o corpo todo quente. Ele estava cochilando e aproveitei pra pedir uma toalha e tomar um banho. Quando voltei, Matu estava dormindo na mesma posição em que tinha ficado. Deitei na cama olhando o corpo gostoso dele e em algum momento peguei no sono. Acordei tipo meio-dia. Tomamos café da manhã, perguntamos um ao outro como tinha sido; falei que foi muito bom, que amei tudo, desde o jeito que ele me tratou, como lambeu minha bunda e me comeu em todas as posições. Notei que o volume no short dele tinha aumentado e perguntei se antes de ir embora eu podia chupar o pau dele de novo. Ele se pelou e me deu o gosto, me oferecendo de novo aquele pau que já era grosso e comprido mesmo meio mole.
Quis aplicar tudo que sabia: lambi de ponta a ponta, enfiava a cabeça, tentava ir fundo, deixei ele comer minha boca, chupei as bolas dele enquanto batia uma punheta. Uns dez minutos depois ele disse que ia gozar e eu falei que queria o gozo dele na boca. Ele deixou eu continuar o boquete e quando ia gozar, enfiei o máximo: tinha a boca toda cheia de pau e os jatos de gozo batiam no fundo da garganta. Quando levantei a cabeça, nós dois estávamos sorrindo. Amei a sensação de deixar meu homem bem esgotado, me senti uma boa mulher.
Ele disse que gostaria que eu voltasse um dia, eu falei que adoraria. Voltei no sábado seguinte, e no outro, e muitos mais. Alguns dias matava aula pra ir na casa dele. Matu virou meu amante, meu macho, e eu ficava mais puta cada vez que ia. cogiava.

5 comentários - Meu 2º macho, antes e depois (parte 2)

naaa tremendo todos tus relatos..fueron 10 en todos...
segui contando