Na manhã seguinte, Pedro acordou exatamente como o deixaram na noite anterior: todo moído, com a boca cheia de porra do amo e um pepino enfiado no cu. Além disso, do lado dele estava a tia Isabel, que tinha acabado de acordar porque deixaram ela dormir ali depois da foda da noite passada. Ela deu bom dia pra ele, e foi a primeira conversa que Pedro teve com um familiar sobre a grande mudança que a família dele tinha passado.
Isa: Bom dia, sobrinho. Como foi a noite?
Pedro: Tá me perguntando isso de verdade, tia?! Sério?! Desde quando a gente chegou nesse ponto? A família inteira é escrava daquele inútil desempregado, e vocês são as putas dele. Cadê seu diploma de advogada? Pra que serve agora? Você não passa de uma cachorra daquele filho da puta.
Isabel: Ah, Pedrinho, você ainda não entendeu? O amo é um macho alfa, a gente não pode ir contra ele por questão de natureza. Você devia saber bem disso, porque também não vejo você resistir muito quando ele tá na sua frente. Nem você, nem meu marido, nem seu pai, nem seu irmão, nem seu cunhado, e muito menos o resto das mulheres da família. Ele faz a gente sentir o que os homens dessa família nunca conseguiram. Não tenta ir contra a natureza. E, aliás, se você falar do amo desse jeito de novo, vou ser obrigada a contar pra ele, entendeu?
Pedro simplesmente se resignou e foi tomar um banho. Quando subiu as escadas e passou pelo quarto dos pais, viu o amo lá, dormindo ao lado da mãe dele, mas com o pau duro. Ficou um tempão observando a cena, até que o pai dele chegou. Quando Manolo viu a cena, ficou de pau duro. Pedro percebeu, porque o pai tinha dormido pelado na casinha do cachorro. Mas, pra surpresa de Pedro, o pai não só não ficou bravo nem tentou parar a situação, como se aproximou deles, colocou o rosto perto do pauzão do amo e começou a se masturbar enquanto cheirava. Pedro não entendia como o pai dele, um homem de sucesso, invejado pela cidade inteira, com uma... mulher cobiçada por todos, tinha chegado nisso em questão de um mês, a ser mais uma puta desejosa de pica igual as mulheres da família dela. Depois disso, Pedro finalmente tomou banho e escovou os dentes, tava começando a pensar que o que a tia dele tinha dito era verdade e que se ele aceitasse a vida nova, talvez conseguisse aproveitar igual os outros. Depois de pensar um monte, foi pra mesa comer, lá encontrou o dono já sentado com a cunhada Andrea chupando ele debaixo da mesa enquanto Andrea falava o quanto ele era safado na frente do marido dela, o irmão do Pedro. Bem na hora que Andrea fez o dono gozar na cara dela, serviram a comida, o dono mandou ela não se levantar pra se limpar, que comesse assim. Andrea, que praticamente via o dono como um deus, concordou com a cabeça mostrando submissão. Depois disso, todo mundo começou a comer, enquanto conversavam em família sobre o que iam fazer na semana, como se tudo fosse normal. Pedro não conseguia entender por que todo mundo aceitava seu lugar e ele, por mais que tentasse, não conseguia. Ver a noiva Claudia se render pra ele partia o coração dele em mil pedaços, e ver o pai, o tio e o irmão aceitarem isso dava pena e decepção. Ele não entendia, por isso, depois do almoço, decidiu investigar, voltando à ideia inicial de que estavam drogados ou algo assim, e foi fuçar nas coisas do dono sem ninguém perceber. Enquanto o dono comia todas as mulheres na sala, Pedro procurou entre as coisas dele no andar de cima, esperando achar algum tipo de droga rara ou algo do tipo, mas não tava encontrando nada. Até que, quando já ia desistir, no bolso da calça do dono, achou um papelzinho amarelo com um endereço. Pedro conhecia a rua e não era longe, então tentou sair pra ver se encontrava lá o traficante que fornecia as drogas que deixavam a família dele assim, mas quando tava quase saindo A porta, o patrão se meteu na frente dele e perguntou pra onde ele ia. Pedro só disse que ia tomar um ar, mas o patrão falou que tinha algo muito mais importante ali dentro e mandou ele sentar. Pedro sentou no sofá pra assistir o espetáculo sexual que tava rolando, e aí o patrão começou a foder a mãe dele, a Promíscua. Maria sentou no colo do filho e abriu as pernas pro patrão. Pedro não acreditava, iam foder a mãe dele enquanto ele segurava ela. Então o patrão começou, meteu de uma vez e Maria gemeu alto por causa do tamanho da pica do patrão. Ele começou a foder ela num ritmo calmo, os peitos de Maria balançando no ritmo das estocadas, aqueles peitões de mulher casada, enormes e naturais, balançando enquanto Maria gemia de puro prazer por um macho alfa de verdade como o patrão. Pedro não conseguiu evitar, ficou de pau duro. Depois de uns minutos, o patrão aumentou o ritmo e a força, Maria trocou os gemidos de prazer por gritos de dor, mas continuava curtindo ao máximo. Ele pegou a mão do filho dela e pediu pra ele segurar as pernas dela enquanto recebia as estocadas, aí ela gozou. Cada vez que o patrão tirava a pica da buceta dela, saíam jatos de líquido que sujavam tudo, enquanto Maria começou a esfregar os peitos com força. Aquele homem ia deixar ela louca, se já não tava. O patrão não diminuía o ritmo nem a força, e em questão de poucos minutos ela gozou de novo. A buceta de Maria tava bem molhada e lubrificada pra melhorar a experiência do patrão, que pegou na cara dela e mandou ela abrir a boca, depois cuspiu nela e deu uns tapas enquanto os peitos dela continuavam balançando e balançando no ritmo das estocadas do patrão. Depois de uns 35 minutos assim, Pedro conseguiu sair de lá quando o patrão gozou dentro da mãe dele, deixando ela escorrendo de porra e largada no sofá, sem energia pra se mexer. Depois disso, o patrão foi pra piscina um pouco se refrescar e Pedro conseguiu sair pra procurar... Esse endereço pra gozar de uma vez com tudo isso.
Isa: Bom dia, sobrinho. Como foi a noite?
Pedro: Tá me perguntando isso de verdade, tia?! Sério?! Desde quando a gente chegou nesse ponto? A família inteira é escrava daquele inútil desempregado, e vocês são as putas dele. Cadê seu diploma de advogada? Pra que serve agora? Você não passa de uma cachorra daquele filho da puta.
Isabel: Ah, Pedrinho, você ainda não entendeu? O amo é um macho alfa, a gente não pode ir contra ele por questão de natureza. Você devia saber bem disso, porque também não vejo você resistir muito quando ele tá na sua frente. Nem você, nem meu marido, nem seu pai, nem seu irmão, nem seu cunhado, e muito menos o resto das mulheres da família. Ele faz a gente sentir o que os homens dessa família nunca conseguiram. Não tenta ir contra a natureza. E, aliás, se você falar do amo desse jeito de novo, vou ser obrigada a contar pra ele, entendeu?
Pedro simplesmente se resignou e foi tomar um banho. Quando subiu as escadas e passou pelo quarto dos pais, viu o amo lá, dormindo ao lado da mãe dele, mas com o pau duro. Ficou um tempão observando a cena, até que o pai dele chegou. Quando Manolo viu a cena, ficou de pau duro. Pedro percebeu, porque o pai tinha dormido pelado na casinha do cachorro. Mas, pra surpresa de Pedro, o pai não só não ficou bravo nem tentou parar a situação, como se aproximou deles, colocou o rosto perto do pauzão do amo e começou a se masturbar enquanto cheirava. Pedro não entendia como o pai dele, um homem de sucesso, invejado pela cidade inteira, com uma... mulher cobiçada por todos, tinha chegado nisso em questão de um mês, a ser mais uma puta desejosa de pica igual as mulheres da família dela. Depois disso, Pedro finalmente tomou banho e escovou os dentes, tava começando a pensar que o que a tia dele tinha dito era verdade e que se ele aceitasse a vida nova, talvez conseguisse aproveitar igual os outros. Depois de pensar um monte, foi pra mesa comer, lá encontrou o dono já sentado com a cunhada Andrea chupando ele debaixo da mesa enquanto Andrea falava o quanto ele era safado na frente do marido dela, o irmão do Pedro. Bem na hora que Andrea fez o dono gozar na cara dela, serviram a comida, o dono mandou ela não se levantar pra se limpar, que comesse assim. Andrea, que praticamente via o dono como um deus, concordou com a cabeça mostrando submissão. Depois disso, todo mundo começou a comer, enquanto conversavam em família sobre o que iam fazer na semana, como se tudo fosse normal. Pedro não conseguia entender por que todo mundo aceitava seu lugar e ele, por mais que tentasse, não conseguia. Ver a noiva Claudia se render pra ele partia o coração dele em mil pedaços, e ver o pai, o tio e o irmão aceitarem isso dava pena e decepção. Ele não entendia, por isso, depois do almoço, decidiu investigar, voltando à ideia inicial de que estavam drogados ou algo assim, e foi fuçar nas coisas do dono sem ninguém perceber. Enquanto o dono comia todas as mulheres na sala, Pedro procurou entre as coisas dele no andar de cima, esperando achar algum tipo de droga rara ou algo do tipo, mas não tava encontrando nada. Até que, quando já ia desistir, no bolso da calça do dono, achou um papelzinho amarelo com um endereço. Pedro conhecia a rua e não era longe, então tentou sair pra ver se encontrava lá o traficante que fornecia as drogas que deixavam a família dele assim, mas quando tava quase saindo A porta, o patrão se meteu na frente dele e perguntou pra onde ele ia. Pedro só disse que ia tomar um ar, mas o patrão falou que tinha algo muito mais importante ali dentro e mandou ele sentar. Pedro sentou no sofá pra assistir o espetáculo sexual que tava rolando, e aí o patrão começou a foder a mãe dele, a Promíscua. Maria sentou no colo do filho e abriu as pernas pro patrão. Pedro não acreditava, iam foder a mãe dele enquanto ele segurava ela. Então o patrão começou, meteu de uma vez e Maria gemeu alto por causa do tamanho da pica do patrão. Ele começou a foder ela num ritmo calmo, os peitos de Maria balançando no ritmo das estocadas, aqueles peitões de mulher casada, enormes e naturais, balançando enquanto Maria gemia de puro prazer por um macho alfa de verdade como o patrão. Pedro não conseguiu evitar, ficou de pau duro. Depois de uns minutos, o patrão aumentou o ritmo e a força, Maria trocou os gemidos de prazer por gritos de dor, mas continuava curtindo ao máximo. Ele pegou a mão do filho dela e pediu pra ele segurar as pernas dela enquanto recebia as estocadas, aí ela gozou. Cada vez que o patrão tirava a pica da buceta dela, saíam jatos de líquido que sujavam tudo, enquanto Maria começou a esfregar os peitos com força. Aquele homem ia deixar ela louca, se já não tava. O patrão não diminuía o ritmo nem a força, e em questão de poucos minutos ela gozou de novo. A buceta de Maria tava bem molhada e lubrificada pra melhorar a experiência do patrão, que pegou na cara dela e mandou ela abrir a boca, depois cuspiu nela e deu uns tapas enquanto os peitos dela continuavam balançando e balançando no ritmo das estocadas do patrão. Depois de uns 35 minutos assim, Pedro conseguiu sair de lá quando o patrão gozou dentro da mãe dele, deixando ela escorrendo de porra e largada no sofá, sem energia pra se mexer. Depois disso, o patrão foi pra piscina um pouco se refrescar e Pedro conseguiu sair pra procurar... Esse endereço pra gozar de uma vez com tudo isso.
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