Refúgio na Sua Pele

Clara, 21 anos, tinha perdido os pais fazia apenas três meses. O acidente de carro deixou ela com uma casa vazia, uma herança simples… e uma solidão insuportável. A faculdade esperava por ela, mas o coração dela estava em pedaços. Ela vivia no piloto automático, sem vontade de nada. Foi aí que Julián, 42 anos, velho amigo dos pais dela e vizinho de sempre, ofereceu a casa dele pra ela ficar enquanto resolvia tudo. Homem de ombros largos, barba grisalha e olhar acolhedor, sempre foi como um tio protetor… até que a proximidade mudou tudo. Morar debaixo do mesmo teto acendeu algo inesperado. Clara não era mais uma menina. O corpo dela falava por si: curvas suaves, boca carnuda, olhar intenso. Julián via ela passar com shorts curtinhos, camisetas sem sutiã, e engolia seco em silêncio. Ela também olhava pra ele de outro jeito. Adorava como ele cozinhava, como cheirava depois do banho, como os músculos dele marcavam por baixo da camisa enquanto trabalhava no jardim. Uma noite, Clara saiu do quarto de roupão, depois de tomar banho. Encontrou ele vendo TV. Sentou do lado dele, em silêncio, mas as pernas dela roçavam as dele. — Obrigada por cuidar de mim — falou, baixando o olhar — Mas não quero que você só cuide de mim, Julián. Ele olhou pra ela, com o coração acelerado. — Clara… você sabe o que tá dizendo? Ela soltou o roupão. Tava completamente pelada por baixo.Refúgio na Sua Pele—Eu sei. E eu te desejo. Não preciso dizer mais nada.
Ele a beijou com fúria contida. Segurou-a pela cintura, ergueu-a e a levou até o sofá. Beijou seu pescoço, seus peitos, desceu pela barriga até encontrar sua buceta. Clara gemia de olhos fechados, arqueando o corpo.
—Quero sua língua aí… por favor.
Ele lambeu sua buceta com paciência e fome, sentindo como ela se agarrava aos seus ombros. Ela gozou tremendo, molhando a boca dele.
Depois, o despiu, tirou a camisa dele, a calça, o pau dele saltou na hora, grande e grosso, ela deu um beijo doce na ponta e começou a chupá-lo com ternura, montou em cima, olhou bem nos olhos dele e enfiou devagar dentro da buceta dela.
—Quero sentir você inteiro, dentro de mim.
E cavalgou, devagar no começo, depois com fúria. Os gemidos enchiam a sala enquanto ela pulava no pau duro dele, e ele chupava os peitos dela. Se beijavam como se se conhecessem a vida inteira. Julián a pegou de costas, enfiou de novo na buceta dela e comeu com força, segurando-a pelo cabelo.
—Você é perfeita, Clara…vadia—E tu é meu lar —sussurrou ela, ofegante. Enquanto ele, levava a buceta cheia de porra. Naquela noite, se uniram além da dor, do desejo, do vazio. Foi o começo de algo que não precisava de permissão de ninguém. Só pele, alma… e vontade de nunca mais soltar o outro. Clara e Julián já estavam há vários meses dividindo cama, cafés da manhã e suspiros de madrugada. Ele ainda se surpreendia como uma garota tão gostosa, tão desejada, tinha escolhido ele. Mas Clara não deixava dúvidas: seu corpo, sua alma, seu desejo, tudo era para Julián. E isso incluía também sua lealdade ciumenta. Porque pretendentes não faltavam. Na faculdade, os caras olhavam pra ela como se fosse uma deusa. Um ou outro deixava flores, mensagens no celular, até propostas indecentes. —E o que você fala pra eles? —perguntou Julián uma tarde, enquanto acariciava a bunda dela no sofá. —Que tenho dono —respondeu Clara, subindo no colo dele com um sorriso safado—. E que ele me fode como um animal. Beijou ele selvagem, mordeu. —Não quero nenhum. Quero você. Seu cheiro, seu pau, seu jeito de me agarrar. Você me ensinou o que é gozar. E sem mais palavras, puxou a calça dele pra baixo. Agarrou ele, duro, pulsando. Beijou, lambeu, e enfiou inteiro na boca, até o fundo. Chupava como se fosse a fonte da vida dela. Com vontade, com barulhos obscenos, com os olhos brilhando. —Mmm… me deixa tão tesuda saber que sou só sua —ofegava ela, entre uma chupada e outra—. Quero que goze na minha boca. Que me marque. Julián segurou ela pelo cabelo, e gozou na língua dela, transbordando. —Toda sua, Clara… toda sua. Mas não acabou ali. Clara virou de costas no sofá, abriu as pernas molhadas mostrando a bunda e provocou: —Agora, me come como esses caras nunca vão saber fazer. Ele enfiou o pau nela de uma vez. Fundo, sem trégua. Agarrou forte os peitos dela, fez ela tremer. Ela gritava, gozava uma vez atrás da outra, suando, agarrada no único homem dela. Depois, entre carícias e Respirações pesadas, Clara sussurrou pra ele:
—Não tô nem aí pra quem me olha… Você é meu tudo. Ninguém mais me toca. Ninguém.

E Julián, abraçado no corpo jovem e entregue dela, entendeu que aquilo não era um romance qualquer de consolo. Era uma paixão possessiva, sem volta, onde cada vez que eles fodiam reafirmava uma verdade brutal:
Clara era dele. E ele… também.

Era sexta à tarde, e Julián tinha passado na faculdade pra buscar a Clara, como de costume. Mas naquele dia encontrou ela rindo, encostada num corrimão com um colega, um daqueles caras que olhavam pra ela como se fosse um troféu. O moleque tinha a mão no ombro de Clara. Ela não afastou.

Julián não falou nada na hora. Só cumprimentou seco, levou ela de volta pra casa em silêncio, com o maxilar travado e o desejo engasgado em raiva.

Quando entraram, ele bateu a porta com força. Clara olhou pra ele, cruzando os braços.
—O que foi?
—O que foi? —repetiu ele, andando na direção dela como um lobo—. Que você não gosta que te lembrem que é minha. Mas adora deixar um idiota te tocar na entrada, como se não tivesse alguém que te faz gozar gritando toda noite.

Clara encarou ele, desafiadora.
—E daí? Vai me castigar? Ou vai me mostrar que só você me preenche do jeito que eu gosto?

Aquilo soltou ele, esquentou ele. Agarrou ela pela nuca, beijou com raiva e tesão. Arrancou a camiseta dela, puxou o jeans com uma mão só. Ela já tava molhada. Já tava esperando por ele.pauEle dobrou ela sobre a mesa da sala, segurou firme na cintura dela e cuspiu entre as bundas dela. —É assim que você gosta, sua putinha? —Mete no meu cu… faz ele seu —gemeu Clara, se oferecendo sem vergonha nenhuma. Julião enfiou de uma vez com o pau duro, sem piedade. Fundo. Ela gritou de dor e prazer, se agarrando com força nas bordas da mesa. —Isso, Julião… Mais forte! Me faz sua! —ofegava.gostosasEle pegava ela com fúria, com ciúmes, com paixão descontrolada. Cada estocada do pau dele era uma declaração: ninguém ia ter ela como ele. Clara acabou tremendo, com as coxas molhadas e a buceta bem aberta pro macho dela. Julião não parou até gozar dentro, que nem um bicho. Depois, ainda ofegante, Clara virou, beijou ele e sorriu. — Viu só… só você me faz sentir assim. Ele abraçou ela forte, sem dizer nada. Porque sabia. Porque, mesmo que o mundo inteiro desejasse ela, ela só se abria assim com ele. E naquele silêncio molhado e escuro, o amor e o sexo se fundiram de novo… entre ciúmes, reconciliação e desejo bruto. A noite tinha caído. A casa estava em silêncio, só interrompido pela chuva fina batendo nas janelas. Julião tava sentado na beira da cama, com o rosto entre as mãos. Tava há horas pensando no que tinha rolado. Ele tinha sentido ciúme, tinha perdido o controle… e mesmo que Clara não tivesse rejeitado ele, ele sentia que devia pedir desculpa. A porta abriu devagar. Clara, com uma camiseta dele e nada por baixo, chegou perto em silêncio. — Cê tá bem? — perguntou com a voz baixa. — Clara… o de hoje… fui um animal. Não quero que cê pense que te trato como posse. Fiquei puto, mas não quero te machucar. Me desculpa. Ela chegou perto, ajoelhou na frente dele e segurou o rosto dele com as duas mãos. — Me excitou… porque soube que cê me deseja como ninguém. Mas agora… quero que cê me mostre diferente. Sem falar mais nada, abriu a calça dele devagar e puxou o pau dele, já duro só pelo toque das mãos macias dela. Acariciou, lambeu, e foi enfiando na boca com carinho e fome ao mesmo tempo. — Te perdoo assim — sussurrou, lambendo o pau dele da base até a ponta —. Quero que cê sinta o que só eu faço com você. Julião gemeu, enterrando os dedos no cabelo dela. Clara chupava ele com paixão, sentindo ele endurecer de vez, com o olhar aceso. Depois, levantou, tirou a roupa dele, subiu na cama e ofereceu os peitos dela, grandes, quentes, perfeitos. Julião beijou eles, chupou lambeu, apertou elas contra o rosto como se fossem o consolo dela. —Quero montar em você —ela disse, mordendo o lábio. Ela se colocou por cima e, com uma mão só, guiou o pau dele até enfiar devagar na buceta, olhando nos olhos dele. —Assim… devagar no começo… mas não vou parar até você gozar dentro de mim. Clara começou a cavalgar ele, primeiro devagar, depois mais forte, mais fundo. Os gemidos encheram o quarto. Ele segurava os peitos dela, ela quicava no pau dele com fúria e prazer. —Você é meu, Julián… só meu. —Sim, Clara… toda você é o meu perdão. E gozaram juntos, entre ofegos, abraços e palavras sussurradas. Não disseram mais desculpas. Só se amaram com o corpo… do jeito que só eles sabiam fazer.usa a palavra buceta

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