Ioga com a mãe gostosa (7)

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Ioga com a mãe gostosa (7)Nas primeiras semanas depois do Tigre, Clara e Marco conviveram com uma mistura de euforia, confusão e vazio. O que tinham vivido lá foi intenso demais, real demais, como se tivessem cruzado um limite que não os deixava mais voltar atrás. Se tocavam diferente. Se olhavam com outro tesão. Mas também com uma ansiedade nova: e agora? A resposta veio rápido, e não foi a que esperavam. Foi Agustina quem deixou claro pra Clara, com aquele tom suave e seguro que sempre a desarmava. Uma tarde, com uma desculpa leve, explicou que ela e Fabián tinham um acordo dentro da dinâmica aberta deles: não repetir muito com as mesmas pessoas. Não era desinteresse, mas um jeito de preservar o vínculo, hierarquizar, evitar que algo ficasse emocionalmente complicado. O que rolou em Tigre tinha sido lindo, disse, inesquecível… mas precisava ficar por ali. “O que aconteceu em Tigre, fica em Tigre”, repetiu, quase como um mantra. Clara concordou. Disse que entendia. Que estava tudo bem. Desligou o telefone com um sorriso ensaiado… e ficou encarando o vazio da cozinha por longos minutos. O silêncio da casa era ensurdecedor. Marco, embora mais contido, também sentiu o corte. Mas reagiu de forma prática: propôs se abrir pra novas experiências. Montaram um perfil, procuraram. Tiveram encontros com outros casais, trocaram mensagens, exploraram. Nada funcionou. Tudo parecia artificial, sem ritmo, como uma versão mal editada do que tinham vivido com Fabián e Agustina. Clara, principalmente, não conseguia evitar comparar. Nenhum olhar tinha o fio de Fabián. Nenhum carinho despertava o que ela sentiu com Agustina. E, pior ainda, cada tentativa fracassada os fazia retroceder emocionalmente. O sexo entre eles ficou mais sem graça, mais mental. Marco percebia que Clara fechava os olhos e ia pra outro lugar. E às vezes, ele também. Às vezes, os dois pensavam na mesma coisa e nem sabiam. Enquanto isso, quanto mais se distanciavam de Agustina e Fabián, quanto mais cresciam a nostalgia e a obsessão em Clara e Marco. Com a desculpa das viagens de trabalho cada vez mais frequentes de Fabián, eles quase não participavam mais dos encontros sociais da "Irmandade", e essa falta de contato só amplificava o que tinham vivido. Como se a impossibilidade transformasse aquilo numa fantasia constante. Como se tivessem provado um vinho que não conseguiam mais encontrar e agora tudo tivesse gosto de água. Mas Clara, principalmente, tinha uma situação mais complicada: continuava vendo Agustina de vez em quando. Na porta da escola, num evento dos filhos. Encontros rápidos, palavras educadas, olhares fugazes. Cada vez que isso acontecia, Clara voltava para aquela noite na casa do Tigre. Para o vapor do jacuzzi. Para o gosto da boca dela. Para o jeito como a tinha tocado. Agustina se tornou uma presença silenciosa, constante, impossível de ignorar. Não era só desejo: era uma inquietação que entrava debaixo da pele. Os meses passaram. E então, numa noite qualquer, Agustina apareceu. "Oi Clari... desculpa a hora, mas tô perto da sua casa. Posso passar um minuto pra pegar o livro de inglês que você comprou pro grupo? Esqueci de pedir hoje na porta da escola." Clara leu a mensagem e sorriu de leve, sem saber bem por quê. Aceitou quase na hora. Tava com uma camiseta folgada que usava de pijama e um short, o cabelo preso e uma taça de vinho pela metade. As crianças já dormiam fazia um tempo. Marco tinha saído pra correr; ultimamente fazia isso direto, como se tentasse clarear a mente. Ela também precisava, mas de outro jeito. Quando Agustina tocou a campainha, Clara já estava com o livro na mão. Abriu a porta com um sorriso meio tenso. Vê-la ali, vestida de forma simples mas impecável, causou uma pontada interna. Fazia semanas que não se viam a sós. Tudo o que tinha rolado em Tigre parecia ter sido encapsulado num "acordo tácito de esquecimento". Mas pra Clara, não tinha sido fácil. — Valeu — disse Agustina, pegando o manual, mas sem fazer menção de ir embora. —Quer entrar? Tô sozinha, o Marco foi correr e já botei os meninos pra dormir. Tô com uma taça de vinho… se quiser, te sirvo uma. Agustina hesitou. Por dentro, o tremor era diferente: não era nervosismo, era desejo comprimido. Tinha tentado se afastar, mas Clara continuava aparecendo nos sonhos dela, com aquele beijo na jacuzzi que a tinha surpreendido mais do que conseguia admitir. E agora o Fabián tava viajando, como se o momento tivesse se ajeitado sozinho. —Fechou. Uma taça vai cair bem. Foram pra sala. Clara serviu o vinho, a conversa foi meio estranha no começo, mas foi soltando. Falavam de coisas bestas: a escola, os pais do grupo, alguma notícia idiota. Mas, por baixo do papo, flutuava outra coisa. Uma tensão densa, que envolvia. Clara percebeu que Agustina olhava pra ela às vezes com uma atenção fora do comum. Como se quisesse tocar nela de novo, como se estivesse se rendendo. O vinho foi relaxando as duas e a conversa acabou numa risada alta. —Vamos baixar o volume, ou melhor, vamos pra cozinha, não quero que ninguém acorde —disse Clara. —É, claro —respondeu Agustina, seguindo ela pra cozinha, mas os passos desviaram quando passaram pelo corredor. —Esse é teu quarto? —falou, apontando. Clara concordou. —É… Quer ver a bagunça? Tá uma zona. Agustina empurrou a porta de leve, entrou. Clara foi atrás, sem entender direito por que sentia que a temperatura tava subindo. Agustina varreu com o olhar a cama, os livros, um moletom jogado numa cadeira. —Que cama boa, é king size, né? Clara parou. Concordou em silêncio. Aí Agustina acelerou. —Você não sabe o quanto eu pensei no Tigre. Clara engoliu seco. O ar ficou pesado. —Eu também. Um silêncio. Desconfortável não. Carregado. —Você pensa naquele beijo? —disse Agustina, num tom mais baixo. Com aquela voz de puta que sabia usar. Clara não respondeu. Mas os olhos dela disseram tudo. —Foi uma loucura —falou Agustina, e então, sem pedir licença, se inclinou sobre Clara e a beijou. As taças ficaram esquecidas. Agustina empurrou ela de leve até a cama. Clara caiu no colchão com uma risada abafada, nervosa, e Agustina subiu por cima dela. As mãos se buscaram, se roçaram, se enroscaram. Os corpos pegaram fogo rápido. Clara sentiu a pele queimar só de sentir as coxas de Agustina roçando as suas. Agustina baixou a cabeça até o pescoço de Clara. Beijou devagar. Depois mais pra baixo. Um peito, e o outro. Aí colocou um mamilo na boca com os olhos fixos em Clara. Ela gemeu, baixinho. Arqueou o corpo de leve. Tudo aquilo era novo, era um abismo. Mas não tinha medo. Tinha vertigem, sim, mas também um desejo que já não dava mais pra disfarçar. — Tá gostando? — sussurrou Agustina, entre carícias. — Pra caralho — disse Clara, com a voz desfeita. Agustina se movia com uma segurança inesperada, como se tivesse esperando meses por aquela cena. As mãos atrevidas exploravam ela com carícias de quem sabia o que fazia. Clara não tinha com o que comparar. Mas sabia que era assim que queria ser tocada por uma mulher. Quando Agustina se pelou na frente dela, Clara olhou como se visse algo sagrado. O corpo dela. A atitude. O jeito que assumia o controle. Clara não sabia se era desejo ou adoração. Talvez os dois. Agustina se inclinou sobre ela e devorou. Com decisão. Com prazer. Como se cada gemido que arrancasse fosse também uma oferenda pra si mesma. Clara não conseguia se segurar. A mão enroscada no cabelo dela. O quadril se mexendo sem vergonha. O nome de Agustina escapando entre os gemidos. Agustina possuía ela com fome. Com desejo contido por tempo demais. Nada a ver com o beijo da banheira, onde ainda tinha uma mistura de brincadeira e inibição. Esse era urgente. Feroz. E aí ouviram a porta da frente. Marco. Agustina não parou. Só levantou a cabeça pra sorrir pra Clara. O tesão era grande demais pra parar. — Deixa ele olhar — sussurrou. O corpo de Clara tremia mais ainda pela vertigem de saber que Marco ia ver elas assim. Passos no corredor. Clara não conseguia falar. Não queria. Marco abriu a porta com cuidado. A camiseta dele estava encharcada, o cabelo colado na testa e a respiração ainda ofegante do exercício. E então ele as viu.vadiaAgustina de costas, nua, montada em cima da Clara, chupando um peito dela como se fosse dela. Clara de barriga pra cima, extasiada, num transe absoluto de entrega. Os olhos delas se encontraram com os do Marco. E não teve culpa. Só fogo. Agustina virou só um pouco e sorriu pra ele. — Oi — falou—. Fica. Clara aproveitou a pausa e puxou um vibrador que guardava na mesinha de cabeceira e ofereceu pra ela. Agustina, meio surpresa, pegou como se fosse um troféu. — Vamos brincar — disse. Marco olhava sem reação, como se fosse um sonho molhado. Clara já tinha se ajeitado nua na cama, deitada de lado, com as costas levemente arqueadas, as coxas entreabertas. Agustina tava de joelhos na frente dela, os mamilos marcados por baixo do sutiã de renda. A mão esquerda segurava o rosto de Clara, acariciando a mandíbula dela com ternura, enquanto a direita deslizava devagar e firme entre as pernas dela, com uma segurança que não parecia de improviso. O brinquedo vibrava na palma dela. Ela se esticou pra beijar ela mais uma vez. Clara pegou a mão de Agustina que segurava o pau mecânico, e aproximou da própria buceta, indicando o lugar exato onde queria. A vibração era sutil, quase inaudível, mas se fazia sentir em cada gemido que escapava da boca entreaberta de Clara. Ela tava com os olhos semiabertos, brilhando, como se não conseguisse distinguir se aquilo era real ou uma lembrança virando carne. Marco continuava parado na porta, atônito, com o suor ainda escorrendo pela nuca, os músculos tensos, a boca seca. Era como entrar numa fantasia que ele nem sabia que dividia. Como espiar o eco de algo que tinha transformado ele pra sempre, mas que agora se oferecia sem barreiras. Clara olhou direto pra ele, sem culpa, com a respiração cortada, mas firme. Ela tava se deixando fazer. Tava se deixando abrir. Pela Agustina. E a Agustina… Continuou ali, com o rosto só levemente inclinado, focada em cada gesto, cada reação da Clara. Ela mexia o brinquedo com uma cadência medida, como se estivesse afinando um instrumento. E quando virou ele Um pouco, mais fundo, mais preciso, o corpo de Clara se arqueou com um gemido rouco e quebrado, como se algo nela tivesse se partido. Marco deu um passo dentro do quarto, sem falar. A ereção tensionava a calça dele com violência. Não precisava disfarçar. Clara continuava olhando para ele, o peito ofegante, as bochechas coradas. Ela o estava incluindo. Mas não precisava dele. Ainda não. Agustina baixou a cabeça, beijou o ventre de Clara. Depois a parte interna da coxa. Em seguida, sem parar de mexer o brinquedo, passou a língua pela buceta, devagar, com uma ternura devastadora. Clara tremeu como uma folha ao vento. E Marco engoliu seco, sem conseguir tirar os olhos delas. Agustina começou a lamber como se ela mesma estivesse sentindo aquele prazer. Com o conhecimento que só uma mulher pode ter de outra mulher. Estimulando os pontos exatos, sugando os lábios, pressionando por um momento a ponta da língua no clitóris, sempre ajudada pelo efeito vibratório do consolo. — Você está me enlouquecendo, Agus. Não… não sabia que dava pra sentir assim… Agustina ergueu o olhar, acariciou o quadril dela, afastou um fio de cabelo do rosto. — Eu sabia — disse, rouca —. Desde aquela noite na água. Agustina se ajeitou com precisão, de um jeito que fez com que o dorso da mão com que segurava o brinquedo ficasse apoiado na própria vulva. Começou a se mover com uma bombada intensa, como se o brinquedo fosse o próprio pau dela. Comendo ela, dominante, esfregando a mão contra toda a vulva enquanto o consolo entrava e saía da buceta molhada de Clara. A vibração aumentou de intensidade. Clara gemeu mais alto. As coxas dela tentaram se fechar, mas Agustina impediu, segurando, controlando, lendo ela. Bombando ela. Marco sentou na beirada da cama, sem tocar. Só olhando. Fascinado. Perplexo. Excitado até os ossos. A expressão de Clara era de êxtase puro. O jeito que ela arqueava as costas, que apertava os dedos contra os lençóis, que que abria a boca sem emitir som durante os segundos antes do clímax. Marco nunca tinha visto ela assim. Nunca tão… livre. Tão nua de si mesma. E quando finalmente gozou — com a voz rouca, os olhos úmidos, o corpo tremendo — Marco sentiu que algo maior também vinha sobre ele. Não era só desejo. Era outra coisa. Era a vertigem de vê-la cruzar um limite sem volta. De ver sua mulher se render a outra. E não qualquer outra. Agustina. Ela tirou o brinquedo com delicadeza, apoiou na cama, e se inclinou pra beijar Clara devagar, com ternura, como se selasse um pacto silencioso. Marco não se mexeu. Agustina olhou pra ele, ainda com a respiração ofegante, e estendeu a mão. — Quer vir agora? Eu preciso de uma rola de verdade. Clara ainda respirava pesado, com o peito subindo e descendo num ritmo louco, o corpo molhado, o tremor ainda agarrado nos músculos. O brinquedo descansava na cama, brilhando com os restos da umidade dela. Marco estava com os olhos acesos pelo que acabara de ver. Clara olhou pra ele com uma ternura selvagem, com uma devoção que vinha de um lugar visceral, e passou a mão na bochecha dele. — Pega ela — disse, com a voz rouca, ainda trêmula —. É sua também. Marco olhou pra ela, confuso. Clara sorriu, mais mulher do que nunca, e virou o rosto pra Agustina, que ainda ofegava. Agustina não respondeu com palavras. Simplesmente virou, ficou de frente pra Marco e, com uma calma elétrica, tirou de vez a pouca roupa que ainda tinha. O corpo dela era um mapa de desejo contido, a respiração ofegante, os bicos duros. Marco se inclinou sobre ela e a beijou, devagar no começo, mas com uma avidez que foi crescendo. As bocas deles se buscaram como na primeira vez no estúdio de yoga. As mãos dele desceram pelas costas dela, passaram pelas coxas. Agustina se deixou levar, entregue, mas não parou de procurar Clara com os olhos. Ela não demorou a se esticar até eles, sem vergonha, com aquela segurança nova que tinha florescido em Tigre e não tinha murchado. Agustina se acomodou, deitada, com a boca brilhante e as coxas abertas, olhou para eles com uma mistura de ternura e desejo cru. —Fica aí — sussurrou Clara para Agustina, com um sorriso que era puro fogo. E então se colocou sobre ela. Devagar. Com movimentos estudados pelo instinto. Ajoelhou-se por cima do rosto dela, acariciou seu cabelo e desceu a pélvis até que sua buceta se apoiou bem na boca de Agustina. Viu ela fechar os olhos um instante antes de começar a lamber, suave no começo, depois mais fundo, mais entregue. Clara gemeu, arqueando o corpo, as coxas tremendo enquanto se agarrava à cabeceira da cama. Sua respiração ficou errática, o prazer subia pela espinha como eletricidade líquida. Lá embaixo, Agustina a devorava como se precisasse daquele gosto para respirar. E naquele instante, Marco se posicionou entre as pernas de Agustina. Agarrou seus quadris, ergueu-os um pouco, e a penetrou de uma só estocada. Agustina abafou um gemido contra a pele de Clara, mas não parou de lamber. Seu corpo se arqueou, empurrada por Marco, encaixada entre os dois, conectada a eles como se fosse o centro do desejo compartilhado. Marco ofegava, sua pélvis batendo na de Agustina com ritmo firme, profundo, voraz. Lá de cima, Clara se contorcia, se deixando fazer, montada na boca daquela mulher que agora gemia e vibrava com outra estocada, mais uma, mais uma, sem trégua. Clara sentia tudo: o hálito úmido de Agustina, sua língua implacável, o tremor do colchão sob as estocadas. Lá embaixo, Agustina se movia contra Marco, sugada pelo vai e vem do seu corpo, enquanto sua língua não se afastava de Clara, que se agitava cada vez mais, mais perto, mais aberta. O quarto inteiro cheirava a sexo. A corpos misturados. A suor e desejo sem filtro. Marco grunhia entre os dentes, os dedos marcando a cintura de Agustina, o corpo encaixado no dela como se fosse se fundir dentro dela. Cada estocada arrancava Um gemido, e Agustina, ainda com a boca ocupada, não conseguia evitar os espasmos, o prazer que a transbordava. —Essa pica tava com saudade dessa buceta, filha da puta —disse Marco. —Isso, Marco, come ela assim. Ela merece —gritou Clara, fora de si. Agustina continuava silenciosa, chupando como podia a boceta de Clara. —Dá, filho da puta, enche a buceta dela de porra —seguia Clara, alucinada. As próprias palavras a fizeram gozar, tremendo, um orgasmo feroz, absoluto, enquanto apertava com força a cabeça de Agustina entre as coxas. Agustina gozou segundos depois, empalada por Marco, sacudida por dentro e por fora, entre a carne dela e a de Clara. Marco não demorou, grunhindo como um animal, derramando-se fundo enquanto sentia que perdia o controle por completo. Ficaram assim, fundidos, misturados, três corpos respirando ao mesmo tempo, ainda pulsando. A noite não tinha acabado. Mas naquele instante, não precisava de mais nada. INSPIRADO NOS COMENTÁRIOS QUE FORAM COMPARTILHADOS COMIGO. APROVEITEM. LEVA TEMPO E DEDICAÇÃO ESCREVER. VALORIZEM. 🙏🏻 SINCERAMENTE, NÃO SEI QUANTO MAIS ESSES PERSONAGENS TÊM A OFERECER. MANDEM IDEIAS NO PRIVADO. ME INSPIRAM. parte 8http://m.poringa.net/posts/relatos/5958064/Yoga-con-la-mami-del-jardin-8.html

4 comentários - Ioga com a mãe gostosa (7)

Buenísimo 👏 ! Que interesante que se invierta la situación de poder, que Marco y Clara ahora puedan hacer de Aguatina su víctima dejando afuera a Fabian
mjbian
Muchas gracias!
Ldmo37 +2
Muy bueno, el proceso de apertura de Clara y el descubrimiento de su completa sexualidad, la que más sufría la ausencia de Agustina. Excelente relato. Gracias!!
mjbian
Muchas gracias! Muy buen análisis.