Minha esposa e meu filho parte 4

No capítulo anterior, vi meu filho passando a mão na mãe dele na piscina. Por causa do que aconteceu entre minha esposa, meu filho e depois comigo, fiquei a semana inteira pensando nos prós e contras dessa situação. Será que estou disposto a deixar minha esposa ficar com outro? Será que estou disposto a que esse outro seja meu filho? Será que ela estaria disposta a me trair com meu próprio filho? Muitas outras perguntas circulavam na minha cabeça, isso sem contar a puta excitação que eu tava sentindo.
Para o mês de junho deste ano, pra ser mais preciso, aqui onde a gente mora faz um calor do caralho, então na maioria das vezes em casa a gente fica com pouca roupa. Geralmente minha esposa anda de shortinho tipo tecido que deixa transparecer a fio dental que ela usa, a camiseta sem manga, na hora de fazer e servir o café da manhã enquanto a gente desce.

Meu filho desce primeiro já com o uniforme pra ir pra escola, sei disso porque ouvi ele fechar a porta do quarto dele. Da minha parte, fiquei um momento no meu quarto pra ver o que ele fazia ao ficar com a mãe dele uns minutos a sós.

Saio do quarto com todo cuidado e observo de uma posição onde não me vejam, e vejo que meu filho está com a mãe dele, na cozinha, ele tá abraçando ela por trás, enquanto ela prepara os hot-cakes, enquanto a cafeteira faz o dela. O que me surpreendeu é que ele começou a beijar o pescoço dela bem sutilmente, enquanto minha mulher se deixava fazer. Num momento ela fala pra ele: Ela: Ai, amor, já vai pra lá, não me deixa terminar o café da manhã e ainda vai queimar tudo.
Filho: Desculpa, mas te ver assim me deu vontade de te abraçar e falar o quanto eu te amo.
Ela: Eu também te amo, mas vai sentar logo antes que seu pai chegue.
Nesse momento em que ela falou isso, eu vi que ela EMPURRA com a bunda o meu filho pra ele sair do abraço. Por minha parte, cheguei e cumprimento os dois, eles me respondem o cumprimento como se nada, mas quando vejo minha mulher, observo que os bicos dos peitos dela estão bem marcados e se destacam na camiseta. Ela serve o café da manhã, a gente come tranquilo sem nenhuma novidade. Já na hora de ir embora e levar nosso filho pra escola, me despeço dela e aperto uma bunda dela como mostra de carinho (sempre faço isso ou dou um tapa na bunda). Já no carro indo deixar ele na escola, aconteceu algo inesperado. Meu filho me faz uma pergunta que seria normal, mas dado as coisas, eu sabia ao que ele se referia. Filho: Ó pa, posso te perguntar uma coisa?
Eu: Claro, o que foi, tá tendo problema na escola?
Filho: É... como é que eu sei se alguém gosta de mim? Como eu chamo a atenção de uma mulher? O que uma mulher gosta?
Eu quase freio de uma vez, hahaha, e respondo:
Eu: Bom, depende da mulher, as mulheres às vezes dão uns sinais de que tão afim de alguém, tipo olhares de canto, ficam ajeitando o cabelo, essas coisas. Agora, pra chamar a atenção dela, tu tem que pesquisar os gostos dela, os hobbies, as coisas que interessam ela.
Filho: Então se ela me olha às vezes e desvia o olhar, significa que eu agrado ela. E se ela se abaixa, tipo se curva na frente pra pegar alguma coisa, um lápis, o caderno, o que for, mas me deixa ver a bunda dela, isso conta? Ela me responde com essa pergunta e eu caí em cima de algo que tinha passado despercebido, ou pelo menos pra mim era normal. Quero dizer, desde o primeiro incidente da piscina, eu notei que minha mulher se inclinava pra pegar o lixo, as verduras, coisas assim. Mas lembrei de mais detalhes, ela fazia isso com mais frequência quando meu filho tava olhando. Ou seja, minha mulher gostava de dar mole pro nosso filho. Então eu respondi Eu:Sim, isso é possível, às vezes a gente vê essas ações como algo normal, mas se ela faz isso estando você atrás ou na frente pra ver a bunda ou os peitos dela, e ela sabendo que você pode ver, pode ter certeza que ela faz com essa intenção, pra chamar sua atenção. Filho: Valeu, pai, já entendi um pouco. Então, a gente se vê em casa. Vou pro trabalho, o que foi um martírio, porque não tirava da cabeça as várias vezes, já falei muitas, que minha esposa se abaixava pra pegar qualquer coisa, sempre com meu filho presente.
Então minha mente era um caos ambulante, mas também excitado pelo que pode acontecer. Então, será que eu realmente tô disposto a deixar minha mulher dar em cima do nosso filho? Que eles transem? Que ela me traia? Seria traição se eu permito? Que evento eu posso criar? Pra ver até onde ela deixa, se ela já deixou nosso filho apalpar ela e beijar os peitos (claro, por cima da roupa) e ela teve um orgasmo. Será que eu realmente vou permitir? Eu quero ver? Durante a semana, fiquei observando mais de perto o que rolava na casa e pude notar que eles já estavam bem mais íntimos. Ele abraçava ela, seja pela frente ou por trás, mas aqui é que tá: quando abraçavam de frente, ele colocava as mãos na cintura dela e depois ia descendo até a bunda, aquela bunda que tá dura por causa das horas de academia que ela faz em casa. Quando abraçava por trás, ele ficava colado nela, se esfregando, e ela não afastava, pelo contrário, participava disso empurrando a raba contra ele.
Claro que eu saía ganhando, porque à noite ela pedia (quase exigia) pra transar, mas agora ela não se segurava mais de jeito nenhum. Numa dessas noites, enquanto a gente transava Ela: Ahh, assim meu amor, assim meu rei, me come gostoso e com força. Mm, buceta, não tira agora não, já quase gozo, não para por favor, continua me comendo com força, bate nessa raba. Ahh, já tô gozando, gostoso, gostoso!!
Eu: Amor, que gostoso você geme e grita, nosso filho pode te ouvir
Ela: Não tô nem aí, que gostoso, tô gozando!! 
 Nesse momento, percebo que nosso filho está nos observando, como já virou costume, mas já não me importo mais. O que eu faço é colocar minha esposa de quatro pra ela ver o rostinho dele enquanto eu tô comendo ela. Ela: Ai, amor, que delícia, me segura pelo cabelo, me bate na bunda, me faz sua. Assim, assim, gostoso. Ahh Toma, amor, sei que essa é a SUA POSIÇÃO FAVORITA, sei que você ADORA levar palmadas, que BEIJEM SEU PESCOÇO. Sempre fazendo questão de enfatizar essas palavras pra que meu filho ouvisse e soubesse o que a mãe dele gostava.
Ela: Ai que delícia, love, vem outro, me segura firme, love. Ahh!! Ela termina quase à beira do desmaio, tremendo o corpo inteiro, respirando ofegante. Quando se recompõe, me abraça, me beija e me diz que me ama, que é só minha. Será que é mesmo só minha? Fico me perguntando. No dia seguinte, sendo um sábado, como sempre coloco a máquina de lavar e, ao terminar, ela me comenta:
Ela: amor, tá um calor danado, que tal a gente passar a tarde na piscina?
Meu filho concorda na hora e eu não tenho escolha a não ser dizer sim. Cada um de nós vai se trocar, meu filho sai primeiro e entra na água.
Enquanto nos trocamos, percebo que minha mulher está passando perfume? Por que ela faria isso? E pega o biquíni mais minúsculo que tem, que não só cobre o necessário, mas faz os peitos dela se juntarem e parecerem mais volumosos.
Já todos na piscina, nadamos um pouco, mas durante esse momento em que estou nadando, vejo os olhares furtivos do meu filho para a minha esposa, que está nadando ou melhor dizendo, boiando (fazendo a morta), mas mostrando aquele par lindo. Então penso que meu filho não pode agir porque estou ali. E se eu me ausentar um momento? O que decido fazer com a desculpa de ir ao banheiro e oferecer trazer umas bebidas, e ambos me respondem que sim.
Nisso eu vou, me posiciono para ver o que ele faz e o que eles fazem. Quando vejo meu filho se aproximando como um tubarão da sua presa, sempre de olho na direção da porta caso eu volte. Quando chega nela, cumprimenta e ela fica de frente para ele, e ele aproveita para abraçá-la e apalpá-la à vontade. Qual é a minha surpresa que ela se deixa, não participa, fica passiva, mas deixa o próprio filho tocá-la, beijá-la e beijar o pescoço dela, descendo lentamente até o busto. Ela, por sua vez, só inclina a cabeça para o lado, enquanto as mãos dela se movem na água, mas as mãos do meu filho a abraçam de tal jeito que ela tem que abraçá-lo com as pernas e os braços. Quando ouço: Filho: Já queria voltar a te abraçar assim, mas com o pai por perto não me atrevo. Mas tava morrendo de vontade de fazer isso. Ela: Ai, bebê, qu-querido, a gente não pode, seu pai tá por perto, não demora pra vo-voltaaar. Me soltaa, fi-filho, pelo amor de Deus. Enquanto isso, ele começa a alternar beijos no pescoço dela e no meio dos peitos. Ela: Ahh, amor, o-que você tá fazendo, ahhh, não faz isso, por favor, ahh. Ele continuou beijando e apalpando a mãe dele sem nenhuma vergonha, e ela só se deixava levar. Sei que isso vai deixar ela toda excitada e eu vou ter que apagar esse fogo, mas... e se eu recusar dessa vez, o que ela vai fazer? Essa ideia se plantou na minha cabeça. Quando faço barulho pra dar tempo deles se soltarem, levo os refrigerantes, vejo meu filho todo agitado, minha esposa toda acalorada com um rubor que dá pra notar mesmo no sol. Entrego as bebidas pra eles, me sento na cadeira pra descansar. Em poucos minutos, vejo minha esposa sair, ela me diz que vai se lavar e preparar o jantar. Respondo que tá tudo bem. Em seguida, meu filho sai (imagino que pra aliviar a ereção), me diz que vai tomar banho e depois ver se a mãe precisa de ajuda com o jantar (que sem-vergonha, penso, ainda quer ficar passando a mão nela). Digo que tá tranquilo, que eu também vou tomar um banho e depois descansar. Já estando no quarto sozinho, escuto meu filho descer pra ir até a cozinha, saio pra ver o que os dois tão fazendo. Vejo minha esposa que tava com um top de biquíni e um shortinho, mas da minha posição não dava pra distinguir se era fio dental ou não. Mas percebo que meu filho não perde oportunidade e começa a apalpar ela, qual é minha surpresa que ela SE DEIXA APALPAR por ele, do lugar onde tô não consigo escutar, mas observo que ela se deixa tocar, o corpo dela, se deixa acariciar, beijar o pescoço dela, sei que é um dos pontos fracos dela pra excitar demais. Ela não só se deixa, como começa a se mexer de um jeito sensual correspondendo às apalpadas do filho. O que eu fiz foi fechar a porta com barulho pra eles pararem. Começo a descer indo pra sala, vejo que meu filho tá abraçado com ela, dá um beijo nela e UMA TAPINHA NA BUNDA, mais do que nada foi um carinho e ele começa a secar a louça e guardar onde minha esposa vai mandando. Estou sentado na sala vendo TV, mas observando de canto o que rola entre eles. Vejo minha esposa se inclinar na frente do meu filho, mostrando aquele par de bundas lindo, enquanto ele a encara com desejo. Ela, percebendo que ele tá olhando, mexe elas de um jeito brincalhão, o que só faz ele olhar com ainda mais tesão e vontade. Num certo momento, ele se aproxima. Eu tô vendo TV, mas me mexo um pouco pra tentar observar sem que eles percebam. Vejo meu filho dar uma roçada nela, e ela solta um gemido que eu consigo ouvir. Ela olha pra ele, sorri, e ele faz mais dois movimentos parecidos, o que faz parecer que ele tava muito excitado, então ele sai correndo pro quarto dele tentando se esconder. Na hora do jantar, estamos todos comendo, vendo TV, ela está feliz, alegre, meu filho meio nervoso, assustado talvez. Depois de um tempo, decidimos cada um ir dormir. Já no nosso quarto, minha esposa está totalmente cheia de desejo, começa a me beijar, me acariciar, tento me controlar, é muito difícil pra mim, um sacrifício enorme, pensando em contratos, números, qualquer coisa, pra evitar a ereção que estava prestes a começar. Falo pra minha esposa Eu:Desculpa, amor, tô muito cansado, tive uma semana bem pesada, mexendo com contratos, inventário, questões legais, de tudo. Até queria, mas vou acabar caindo no sono. Perdão, amor. Ela: Ai, amor, não me faz isso não, tô com muita vontade de ficar com você. Digo que por mais que eu tente, não vou conseguir cumprir minhas obrigações (Claro que sim, mas quero ver o que ela vai fazer). Ela entende, mas vejo a irritação dela, ela se deita me dando as costas. Observo que ela está só de fio dental branco, sem mais nada vestido. Ela está deliciosa, me dá vontade de me jogar nela e fazer dela minha, mas eu me seguro. Tenho que me beliscar para a dor acalmar meu tesão.
Estou acordado, mas com os olhos fechados, fingindo dormir. Devem ter se passado 30 minutos, quando vejo que ela se mexe, abro os olhos pela metade, vejo que ela se levanta, veste só o roupão que é um baby doll da mesma cor, olha para mim, anda descalça até a porta, abre com muito cuidado. Consigo ouvir o som de fundo da TV do meu filho ligada, que ele está vendo alguma coisa, suponho. Vejo ela fechando a porta devagar pra não me acordar, espero uns segundos, abro a porta lentamente e vejo que ela tá descendo as escadas, nisso escuto meu filho abrindo a porta dele, eu entro e fecho a minha, como tá tudo apagado ele não consegue me ver, mas percebe que a mãe dele tá descendo, o que ele faz é fechar a porta atrás dele, anda apressado, quase correndo, eu saio devagar, sem ser visto.. vejo minha esposa servindo água pra ela, meu filho chega e fica olhando como ela tá vestida. Consigo me aproximar pra observar melhor e ouvir alguma coisa, graças à escuridão consigo chegar um pouco mais perto sem descer as escadas. Ela: Ai, amor, o que você tá fazendo? Me deu um susto daqueles.
Filho: Desculpa, mãe, é que ouvi um barulho e vi você descendo, tá tudo bem?
Ela: Tô sim, filho, é que tô com muito calor, vim pegar uma água gelada. Ai, amor, me desculpa por aparecer assim.
Ela tentando se cobrir, mas é basicamente um baby doll transparente, o que não ajuda em nada.
Filho: Relaxa, pelo contrário, você tá mó gostosa com isso. Papai que se dane, eu não te soltava essa noite. (QUE CARA DE PAU)
Ela: Ah, nem me lembra, ele dormiu porque tava cheio de trabalho e eu me vesti assim pra ele, e tudo à toa.
Filho: Que merda, se eu tivesse a chance de ter uma mulher como você, te comia todinha, cansado ou não.
Falando isso, ele vai se aproximando cada vez mais dela, e ela, em vez de recuar, fica parada, com aquele sorriso safado. Ela abraça, coloca as mãos direto naquelas nádegas firmes, beija o pescoço dele, ele a abraça colocando as mãos no pescoço dela, aceitando os carinhos, começam um apalpamento danado, ela começa a gemer devagar, percebo como ele guia a mão dela até a ereção dele, quando ela toca, apalpa, faz cara de espanto.
Ela: Ai, amor, é por minha causa?
Filho: Sim, sempre é por você. Desde a primeira vez.
Ela: Querido, a gente não pode, tô lisonjeada, mas seu pai, a gente não pode machucar ele assim.
Filho: Só se deixa querer, quando você quiser que eu pare, eu paro. O que ele faz me surpreende, ele pega na mão dela, tento observar se alguém vem, me afasto para não ser descoberto, mas vejo que eles vão para a sala, lá eles começam a se beijar, como namorados, ele toca nela, beija o corpo dela, ela começa a gemer um pouco mais alto. Mas num impulso, pensei que fosse por moralidade, ela o empurra, ele fica surpreso, ela diz algo que me deixa perplexo: Ela: NINGUÉM PODE FICAR SABENDO
Filho: Sim, vou ser um túmulo.
Ela se aproxima, beija ele apaixonadamente, puxa pra baixo a cueca que ele vestia, observa a ereção que ele tinha, vejo como ela olha pra aquilo com vontade reprimida. Ela se aproxima, olha como se fosse um doce, cheira, aspira, passa a língua rapidamente, como quem prova. Meu filho suspira, dá um pulinho causado pela lambida da mãe. Ela olha nos olhos dele, diz pra ele não contar nada pra ninguém. Quando ela engole, começa a fazer um boquete como ela já fez em mim muitas vezes. Meu filho não acredita que a própria mãe tá fazendo um boquete nele, ele só fala: Ahhh, que gostoso, que boca deliciosa. Ela: Você gosta do meu céu?
Filho: Você é a melhor do mundo, ahh
Ela: Só me avisa, amor, tá uma delícia.
Ela engole de novo, começa devagar, depois rápido, marcando o ritmo.
Nesse momento meu filho fala: Já, já vou gozar.
Ela olha pra ele, sorri, e diz: APROVEITA. 
 
 Ele mete de novo, acelera o ritmo, a buceta, passa a língua como se fosse um sorvete, mete de novo, e nesse momento consigo ouvir,
Filho: Já, já tô quase gozando. Em vez de fazer, ela começa a chupar, quando vejo meu filho soltar um gemido. Ahhh, tô gozando, e na sua boca!! Por sua vez, ela não solta, bebe tudo sem deixar escapar nada da boca, suga até o último gole, tira, observa, dá um beijo na cabeça da rola, como se fosse um bebê. Ela se levanta com a ajuda da poltrona. Olha pra ele, dá boa noite pro meu filho, limpa o canto dos lábios com o resto que escorria, chupa, caminha em direção às escadas, então eu ando apressado, me deito, finjo que tô dormindo, ouço ela abrir a porta, tirar o baby doll, deitar, e em poucos minutos começo a ouvir os gemidos dela, ela se masturba, vai ficando mais rápida, consigo ouvir o gemido abafado, depois silêncio. Ela tá dormindo.

A imagem da capa é referência de como ela estava.



Minha esposa e meu filho parte 4

9 comentários - Minha esposa e meu filho parte 4

Sigue subiendo brooo, me encantó el final, quiero saber que sigue
Continua postando, eu acompanho isso desde que você publicou a primeira parte
Es lo mejor este relato no sabes cómo espero a que subas las demás partes