—Acabei de chegar, querida. Não sabia que tinha outra piscina aqui — respondi irritado. —É, eu também não, mas o Dom Ernesto mandou alguém te avisar — ela disse, desviando o olhar.
—Héctor, finalmente chegou, rapaz. Achamos que não vinha mais — ele disse enquanto se aproximava com o Dom Mario, os corpos molhados da batalha que tinham acabado de ter com minha esposa.
—Não sabia que vocês estavam aqui.
—Como não, se mandei um dos funcionários te avisar.
—Ninguém me avisou.
—Pô, que azar, a gente já ia indo embora, não é, Cinthya? — o velho falou enquanto passava os olhos por ela.
—Ah, é, já estávamos cansados da piscina, hehe.
—Bom, então vamos — falei, pegando as coisas dela e levando-a para o nosso quarto.
—Até mais, Cinthya — foi a última coisa que Dom Ernesto disse.
—Ah, sim, depois, Dom Ernesto, hehe.
No caminho para o quarto, perguntei o que tinha acontecido com o biquíni dela, já que o que estava usando não era o mesmo com que saiu do quarto. Ela então me contou o que rolou: um dos caras que servia bebidas tinha sujado o biquíni dela, e Dom Ernesto “gentilmente” se ofereceu para comprar outro para que pudessem curtir a piscina. Curiosamente, o mesmo funcionário foi o encarregado de me avisar onde eles estariam.
Quando chegamos ao quarto, Cinthya foi direto para o chuveiro. Demorou mais que o normal, mas finalmente saiu.
—Precisava me refrescar, hehe.
—Você ficou na piscina um tempão, não se refrescou?
—Ah, seu bobinho, mas não é a mesma coisa.
—E o que vocês fizeram tanto na piscina?
Parece que minha pergunta a pegou de surpresa, e ela demorou para responder.
—Bom, você sabe, nadar, haha.
—E mais o quê?
—Hmm… nadar, e o Dom Ernesto e o Dom Mario me desafiaram, haha. Você sabe que eu não me deixo, querido.
—É? Como foi o desafio? — enquanto esperava a resposta, dava para ver que ela evitava me olhar na cara.
—Só quem nadava mais rápido, hehe.
Fiquei olhando para ela por alguns segundos. Não podia acreditar que ela estava me Mentindo, nunca tinha feito isso, mas entendi por que ele fazia. Olhando pra trás, foi ela quem, usando aquela bunda gostosa, provocou os velhos a agirem daquele jeito. Ela esfregou a raba neles, ela começou os amassos, ela foi quem agiu de forma estranha. O que eu podia dizer pros velhos? "Por que deixaram minha esposa passar a mão em vocês?" Isso seria algo louvável? Como é que eu ia ficar?
Resolvi deixar pra lá por enquanto, não queria um confronto com a Cinthya naquele lugar. O escândalo podia escalar pra algo maior. Sorte minha que durante a tarde não teve sinal do seu Ernesto nem do amigo dele, o que me acalmou. Minha esposa também estava "tranquila", embora eu visse que às vezes ela se perdia nos pensamentos. Aproveitamos pra dar um passeio pela lagoa artificial que tinha no clube, deitamos na grama e conversamos sobre o que faríamos à noite.
— Que planos você tem pra noite, amor?
— Não sei, você quer fazer alguma coisa?
— Hmm, ir dançar? Haha
— Você não cansa, não, amor? — falei sorrindo.
— Não, love hehe, mas a gente pode fazer algo que você goste.
Cinthya é sempre assim, tenta me agradar como uma boa esposa. Quando não tô a fim de algumas atividades, ela se segura e não faz. Outro dia aconteceu a mesma coisa: ela queria que a gente fizesse aulas de salsa de casal, mas eu recusei, usando de desculpa o trabalho e que não tinha tempo. Ela me ouviu e só falou "você tem razão, amor" e nunca mais tocou no assunto. Me senti mal por não ter dado esse gosto a ela na época, e agora tava acontecendo de novo. Não queria me sentir assim outra vez.
— Vamos dançar, amor.
— Sério? Hmm, não quero que você se sinta obrigado, love.
— Claro que não tô obrigado, além disso, quero dançar com a minha esposa. Tem algo de errado nisso?
— Claro que não, bobinho — enquanto nossos lábios se encontravam num beijo carinhoso.
E assim passamos o dia tranquilo, fazendo outras atividades, até o sol se pôr e a noite chegar. A gente tava no nosso quarto, se arrumando. Pra ir dançar, mas somos interrompidos pelo som da porta. Fui atender enquanto a Cinthya tava ocupada com o cabelo dela.
—Héctor, rapaz.
—Dom Ernesto, boa noite —fiquei surpreso de ver ele na porta—. O que o senhor tá fazendo aqui?
—Pô, vim fazer um convite pra vocês, hehe.
Nisso, a Cinthya saiu pra ver quem tinha batido na porta.
—Boa noite, Cinthya —disse o velho, mostrando um sorriso maravilhado.
—Dom Ernesto! —respondeu minha esposa, nervosa, desviando o olhar na presença dele.
—Pô, como eu tava dizendo pro Héctor, vim fazer um convite.
—Hum, sim, sim, diga aí, do que se trata? —dava pra perceber o nervosismo dela.
—Bom, é o seguinte: eu e meu compadre Martin távamos pensando em umas partidas de pôquer, o que acham, hehe?
—Ah, bem, dom Ernesto, é que a gente ia... —eu ia dizer que não dava porque tínhamos planos, mas minha esposa me interrompeu.
—Sim, dom Ernesto, a gente aceita. —Ela falou com tanta segurança que eu fiquei olhando pra ela confuso, já que tínhamos outros planos.
—Pô, então tá resolvido, hehe. Esperamos vocês no quarto do Martin.
—Por que no quarto dele? Não tem área de jogos no clube?
—Tem sim, rapaz, mas a gente não quer mais tanto barulho, é chato, hahaha. Vai ser mais confortável lá.
Dom Ernesto nos deu o número do quarto e como chegar, e depois disso foi embora. Comecei a reclamar com a Cinthya por que ela aceitou se já tínhamos planos, e ela se desculpou dizendo que era pra fazer algo diferente e que ia ser mais divertido. Continuei puto, mas ela pediu desculpas até eu me acalmar, mas não entendia o motivo da decisão dela, principalmente por que ela queria ficar perto deles depois do que aconteceu.
Enfim, depois de tanto papo, já estamos na porta do quarto do dom Mario. Batemos na porta e ele mesmo nos recebeu.
—Ei, já chegaram, entrem rápido, hehe.
—Boa noite, dom Mario, e obrigada. —respondeu minha esposa com um sorriso encantador.
—Obrigado, dom Mario —falei seco.
Percebi que o quarto era bem espaçoso, cheio de... Conforto, ele nos levou direto pra salinha que tinha e sentamos no sofá. Enquanto a gente conversava, apareceu o seu Ernesto.
—Epa, então sou o último a chegar, haha — olhando pra todo mundo, mas principalmente pra Cinthya, que desviou o olhar.
—A gente pensou que você não vinha mais, haha — respondeu seu Mário.
—Hahaha, quem dera, haha — ele ria que nem um sem-vergonha.
Na mesma hora, seu Ernesto sentou com a gente, do lado da Cinthya, que ainda não conseguia encarar ele. Enquanto isso, seu Mário foi pra outro cômodo onde tinha o minibar e pegou umas bebidas. Deixou as bebidas na mesinha e disse que tinha esquecido uma coisa e que já voltava, saindo do lugar.
A gente continuou batendo papo, e seu Ernesto falou que já voltava e foi em direção ao banheiro, que ficava perto do minibar, segundo nos disseram. Uns segundos depois, Cinthya levantou, foi no minibar pegar água e saiu atrás do seu Ernesto. Eu não conseguia ficar tranquilo depois do que tinha rolado no dia anterior na piscina, então fui e, sem fazer barulho, me aproximei um pouco pra ver o que tava rolando, mas não dava pra ver nada sem ser descoberto, então só consegui ouvir o que eles falavam. Seu Ernesto saía do banheiro e Cinthya tava no minibar.
—Ei, seu Ernesto! — Cinthya chamou ele.
—Cinthya, hehe, fala, o que foi? Hehe.
—Hmm, então, queria falar com o senhor, não sei como dizer, mas... queria pedir desculpas.
—Ah, é? E por quê?
—É... pelo que aconteceu ontem, o senhor me entende — a voz da Cinthya tava meio trêmula, nervosa.
—Ah, olha, não sei que mal você fez, haha.
—Eu não devia ter agido daquele jeito, vocês são uns senhores e foi minha culpa o que aconteceu. — a voz da Cinthya finalmente ficou firme.
—Fica tranquila, Cinthya, falo por mim e pelo Mário, você não tem que se desculpar de nada, a gente só tava se divertindo, hehe. Olha, se no caso te incomodou o que rolou, eu que peço perdão pra você, Cinthya. — nunca tinha ouvido a voz do meu chefe tão trêmula e fraca.
—Não, seu Ernesto! Digo, não tem problema. Nada, jéjé, não fica assim não - Cinthya de novo tava animada, igual ela sempre foi. - Ah, agora sim te veo como sempre, assim que você tem que ficar, Cinthya, você é alegre e divertida, pô, não gosto de te ver toda pra baixo, jéjé. - Obrigada, seu Ernesto, já tirei esse peso das costas. - Ah, então deixa isso pra trás e vamos nos divertir. - Sim, jéjé, cê vai perder, hahaha. Fiquei tranquilo, Cinthya já ia ficar mais calma e, principalmente, ela aceitou a culpa do que aconteceu. Enquanto eu tava ali, ouvi a porta, era seu Mario voltando, então sentei de novo na hora. Cinthya também voltou, e atrás dela seu Ernesto. Minha esposa tava com outra cara e agora sim trocava olhares com seu Ernesto e com seu Mario. Acho que a culpa não deixava ela em paz e era isso que causava a atitude dela antes.
Finalmente estávamos os 4 sentados ao redor da mesa, cada um com uma cerveja, mas a Cinthya, a pedido dela, só tinha água, e o dom Mario explicava em que consistiria o jogo enquanto embaralhava as cartas. A gente tinha que fazer sequência de números consecutivos ou conseguir 4 cartas do mesmo número, obviamente a Cinthya tava acostumada a jogar esses jogos, então a primeira rodada foi tipo um treino pra ela se adaptar. Depois da primeira rodada, a Cinthya já sacou como jogar e na terceira já ganhou.- Pois olha como você joga bem, Cinthya, já nos venceu, hahaha. - elogiou o dom Ernesto.
- Jeje, obrigada, dom Ernesto, aprendo rápido, haha. - todo mundo riu.
- Pois é, dá pra ver, haha.
- Bom, então agora vamos jogar pra valer, o que acham, haha.
- Vamos apostar? - perguntei.
- Hahaha, não, Héctor, nada de dinheiro, fica tranquilo, haha.
- Então? Jeje - perguntou a Cinthya.
- Mario, traz a fonte, jeje - aí o dom Mario levantou e foi buscar uma fonte com vários copinhos cheios. A Cinthya e eu olhamos meio estranhados.
- Pois olha, cada vez que alguém ganha uma partida, escolhe quem bebe. Como vocês veem, cada um tem 6 copinhos, quem ficar sem copos perde, jeje. O que acham?
- Gostei, haha, é emocionante - a Cinthya animada.
- Sim, pra mim tá de boa - respondi.
- Que bom, então vamos jogar, haha.
Assim começamos. Eu tava decidido que tinha que ganhar pra fazer os velhos ficarem bêbados, tava seguro que a Cinthya não ia me mandar beber, então tava tranquilo. A primeira partida eu ganhei e escolhi meu chefe pra tomar o primeiro copo, e ele assim fez, entre risadas, bebeu tudo. A segunda partida o dom Mario ganhou e, como era de se esperar, fui eu que tomei o copo. Senti que a bebida era bem forte e bateu na hora na cabeça, eles riram da minha cara, mas continuamos. Muitas partidas depois, só me restavam dois copos, o dom Mario tinha um, o dom Ernesto tinha 4 e a Cinthya 3.
Todo mundo tava bem animado, rindo, a Cinthya tava... abanicava com a mão, parecia bem claro que eu não sentia nada.
— Me dá um segundo, já volto, jeje. — Disse minha esposa enquanto ia pro banheiro.
— Claro, Cinthya, fica à vontade, jeje. — Respondeu seu Ernesto. Enquanto olhava ela se afastar, ele tava com os olhos cravados nas pernas dela. Cinthya tava de short jeans justinho e um suéter creme folgado que escondia o corpo, mas marcava os peitos dela.
Enquanto a gente esperava, seu Mario tava com a cabeça na mesa, e eu sentado sem falar nada. As bebidas tinham me afetado pra caralho, mas seu Ernesto ainda tinha umas 4 no corpo, então tava melhor. Cinthya voltou meio cambaleando e sentou.
— Então, vamos continuar, jeje. — O sorriso dela tava cheio de safadeza.
A gente continuou jogando, e seu Ernesto ganhou a rodada de novo. Ele me escolheu pra beber, já tava com a cabeça pesada, mas os três praticamente me forçaram a tomar. Entre risadas, Cinthya me olhava, e até seu Mario parecia ter se levantado pro último suspiro. Na rodada seguinte, eu e seu Mario já não participamos direito, mesmo tendo uma taça cada um. De novo, seu Ernesto ganhou e, me vendo todo acabado, falou: “Cinthya, escolho você, haha. Olha só, nem Mario nem Héctor tão aguentando, hahaha.” Eu ouvia a risada dele.
Nisso, Cinthya bebeu e eu vi ela se abanando com as mãos. Seu Mario dormiu sentado, e a gente riu, mas eu também não aguentava mais. Só que ainda ouvia o que eles falavam.
— O que foi, Cinthya? — Perguntou meu chefe.
— É que tô com calor, jeje. — Respondeu minha esposa.
— Então tira esse suéter, é por isso, haha.
— Jeje, é verdade.
Cinthya pegou o suéter pelos dois lados e começou a tirar. O velho olhava besta pra ela, babando na delicadeza e na safadeza do movimento. Ela terminou de tirar, deixando à mostra um top curto. Ficou tudo à mostra, aquela roupinha mínima que abraçava as curvas dela e as esferas redondas que, no menor movimento, ameaçavam mostrar demais. Ela levantou os braços e o pano... Subiu mais um pouco, deixando ver a lisura da barriga dela, aquele umbigo sexy fazia imaginar a infinidade de carícias que merecia. Enquanto isso, eu observava meu chefe, o rosto dele era de puro desejo safado, com ela de lado, o corpo da Cinthya podia ser visto em todo seu esplendor, o short e o top ficavam um escândalo, vi que o dom Ernesto engoliu seco ao ter uma mulher tão gostosa do lado dele. Quando terminou, Cinthya virou, e eu percebi um sorriso provocante nos lábios dela, não sei se fazia de propósito, preferi não pensar nisso. A rodada de jogos continuou, mas agora só iam ser eles.
- Ah, agora sim me sinto mais à vontade hehe.
- Que bom, Cinthya hehe - ele estava com os olhos cravados nas tetas da minha esposa.
- Bom, vamos continuar jogando, dom Ernesto hehe, ou já vai se render? - minha esposa dizia animada.
- Hahaha, de jeito nenhum, mocinha, vamos continuar.
A partida seguiu e dom Ernesto ganhou, Cinthya bebeu o copo dela e ele tinha uma cara de satisfação.
- Haha, que forte que tão os drinks - Cinthya se abanava de novo com as mãos.
- Pois é, é melhor assim, né haha, mas que tal fazermos algo diferente, Cinthya?
- Ahm hehe, tipo o quê?
- Continuar bebendo já não é divertido, melhor fazermos desafios hehe - disse o velho enquanto olhava pra ela.
- Adorei a ideia hehe.
- Hahaha, já sabia que você topa tudo haha.
- Claro que sim hehe, mas me dá um minuto, já volto.
Cinthya foi pro banheiro, eu quis me levantar, mas não conseguia, nunca tinha me acontecido isso, não tinha forças, e acabei dormindo por uns segundos. Consegui ouvir o que meu chefe falava: "Pela puta que pariu, Mário, como você vai dormir hahaha, você é um otário", "Vou aproveitar aquela rabuda, uff, se você visse como as tetonas dela são gostosas", "Já tá com calorzinho a danada hahaha", dava pra ouvir a risada miserável dele.
Cinthya voltou e isso me acordou, embora eu não conseguisse me mexer, dava pra ver o que rolava.
- Uff, que calor que faz hehe - disse minha esposa.
- Se quiser, pode tirar mais alguma coisa hahaha - falou o velho.
- Haha, você é engraçado - disse minha esposa enquanto dava um tapinha nele. Um toquezinho no ombro.
—Pois é, a oferta tá aí, mocinha, hehe —e os dois riram.
—E se a gente deixar pra outro momento? É que meu marido tá dormindo, melhor levar ele pra descansar, hehe.
—Não se preocupa, mocinha, deixa ele aí, tá sossegado que nem o Mario, haha.
—Mas é melh...
—Ah, já sei, cê tá com medo, haha, não vai cumprir os desafios, hahaha. Tá bom, mocinha, vai lá —o velho já sabia como a Cinthya funcionava.
—Claaaaro que não, hehe, vamos jogar, dá as cartas.
—Caramba, assim que se fala.
O velho distribuiu as cartas e o jogo começou.
—Já sabe, Cinthya, vale tudo, hehe.
—Claro, só não fica com medo —o olhar da Cinthya tinha um brilho estranho.
Passaram uns minutos e Cinthya ganhou a primeira.
—Ganheeei! Hehe
—Hahaha, qual vai ser meu desafio?
-ammm bom, então me conta uma piada haha -Só isso? Hahaha que falta de imaginação você tem, mocinha, meus desafios vão ser mais complicados hahaha.
Dom Ernesto contou uma piada, e Cinthya soltou uma gargalhada, entrando na brincadeira. Na rodada seguinte, quem ganhou foi meu chefe.
-Bom, qual vai ser o seu desafio? Hahaha
-Já pode falar jeje
-Quero que você dance jeje
-Dançar? Haha faço com prazer.
Dom Ernesto colocou música pelo celular, uma lenta. Cinthya começou a se mexer no ritmo da música, devagar e de forma sensual. Dava pra ver que o velho não tirava os olhos daquele show magnífico. Nunca tinha visto Cinthya tão disposta. Ela deu meia-volta, deixando a bunda redonda à mostra para o velho, que estava sentado, hipnotizado pelos movimentos dela. A música acabou e Cinthya tinha cumprido o desafio.
-Você dança bem gostosa, mocinha
-Jeje obrigada, Dom Ernesto — pensei que Cinthya fosse se irritar com o comentário, mas longe disso, ela agradeceu. Dava pra ver que estava acalorada e já tinha tirado o suéter.
-Então vamos continuar — disse o velho.
A próxima partida quem ganhou foi Cinthya.
-Hahaha agora é minha vez
-Tá bem, mocinha, me diz qual é o desafio
-Ammm bom, você tem que fazer massagem em mim jeje
-Que desafio complicado haha — respondeu o velho com sarcasmo
Cinthya ficou sentada e meu chefe se posicionou atrás dela. Pegou os ombros dela e começou a fazer movimentos leves, e Cinthya respondeu com um sorriso de satisfação.
-Você faz muito bem jeje
-Sou muito habilidoso com as mãos, mocinha — da posição dele, o velho conseguia ver os peitos da minha esposa sem nenhum pudor.
As mãos do velho foram subindo e descendo. A respiração de Cinthya começou a ficar ofegante, e Dom Ernesto percebeu isso, então continuou com a tarefa. As mãos dele deslizaram até os limites dos peitos de Cinthya e continuaram massageando. Ela fechou os olhos por causa disso, mas não reclamou de nada. Num dado momento, o velho desce até a cintura de Cinthya, o que a surpreende.
-Haha Dom Ernesto, isso me faz cócegas
-Você disse massagem, mas não especificou onde que parte, hehe" — o velho ria maquiavelicamente.
"haha já terminei o desafio, seu Ernesto, hahaha" — Cinthya estava toda suada, com umas gotinhas de suor na testa, quase imperceptíveis.
Seu Ernesto soltou ela, mas Cinthya tava mais animada e dava pra ver que ela tava bem excitada com o que tinha rolado. O velho parecia mais empolgado também, e acho que resolveu tentar a sorte.
"Cinthya, cê tem umas pernas sexys, hehe."
"cê acha, hehe" — Cinthya tava imersa no momento.
"pois é, cê é bem gostosa, mocinha."
"hmm obrigada, hehe, só malho um pouquinho."
"ah, por isso que cê é tão bonita, hehe. Se me permite dizer, cê tá uma verdadeira mamacita" — disse o velho, olhando pra ela com um tom sugestivo.
"hahaha, o que cê tá dizendo, seu Ernesto, não exagera, hehe."
"não exagero, só falo o que vejo, hehe. Ou será que não deu pra perceber na piscina? Haha"
"ai, seu Ernesto, pelo amor de Deus, não me faz lembrar disso, hehe."
"pois é, foi assim que cê deixou eu e meu compadre, hehe. É o que seu corpinho provoca, Cinthya."
"mm, bom, é... acho que é verdade, hehe" — ela tava presa no momento.
"haha, lembro que cê me deve um castigo, hehehe."
"amm, eu sei" — ela tentava se controlar.
"então acho que é hora de pagar, hehehe."
"hahaha, já, seu Ernesto, agora mesmo?"
"pois é, mocinha, ou vai negar, hehe."
"claro que não, eu sou mulher de palavra, hehe."
"bom, então seu castigo vai ser fazer a mesma coisa que fez na piscina, hahaha."
"ai não, seu Ernesto, isso não, hahaha, pelo amor."
"aa, cê já sabe do que eu tô falando, hahaha, sinto muito, mocinha, castigo é castigo, hehe. Mas claro, cê pode recusar, hehe. Vai fazer isso?"
"hahaha, mm, tá bom, mas como a gente vai fazer? Hehe" — Cinthya aceitou fazer o que o velho mandava, queria parar, mas não conseguia.
"bom, eu vou sentar, cê se vira, hehe." — o velho tava felizão e sentou no sofá.
"amm, tá bom, mas só uns minutinhos, hehe."
Seu Ernesto se acomodou, colocou os braços atrás do sofá, numa postura de controle, enquanto olhava pra Cinthya, que tava com um sorriso no rosto. levada nos lábios. —tô pronto, dona jeje. —amm sim jeje deixa eu colocar uma música. —como quiser, mamacita —parece que a Cinthya gostou do que o velho disse, porque deu um sorriso pra ele.
—só pra você saber, essa música foi recomendação da minha amiga Anahí hehe pra quando eu tivesse com o Héctor, mas fazer o que, já vai ter oportunidade hehe. —haha me sinto lisonjeado pela sua primeira vez hehe. Dançando essa música, claro hehe.
—haha engraçado, mas beleza, já foi hehe.
A música começou a tocar, dava pra perceber que era daquelas que se ouve hoje em dia, ride or die. A Cinthya começou a se aproximar do seu Ernesto, que esperava atento, quase babando. Ela ficou na frente dele enquanto rebolava no ritmo da música. “Que yummy você tá, Cinthya”, saiu da boca do meu chefe. Cinthya só sorriu e virou de costas, deixando aquela bunda enorme bem na cara do velho. Aos poucos foi descendo até sentar no pau do seu Ernesto, que curtiu a sentada da minha esposa. Ela mordeu o lábio inferior, claramente tava adorando o momento.
Meu chefe tava com a cabeça jogada pra trás e minha esposa começou a mexer a buceta em cima do volume dele, fazendo movimentos circulares, rebolando gostoso. Cada vez os movimentos dela aceleravam mais, aí ela apoiou as mãos nas pernas do velho pra se firmar. Com isso, seu Ernesto olhou surpreso pra ela. Ela virou o rosto e os olhares se cruzaram, dava pra sentir a faísca safada nos olhos dos dois.
—Que gostosa, como você se mexe, mamacita.
—O senhor tá gostando, seu Ernesto? —o olhar da Cinthya era de entrega total.
—Você não sente como me deixou?
—Tô sentindo bem, hehe.
O velho não aguentou mais e agarrou as tetas da Cinthya, o que a surpreendeu.
—Mmm, seu Ernesto, isso não era o castigo hehehe —enquanto se deixava apalpar.
—Quer que eu pare?
—Mm, sei não, ummm, não.
Meu chefe e a Cinthya tavam fora de controle. Ela tava entregue, rebolando a bunda enquanto ele amassava os peitos dela sem vergonha nenhuma, fazendo ela soltar uns gemidinhos.
—Ah, seu Ernesto, é tão gostoso hehe.
—E você vai se sentir ainda melhor, big booty.
—Mm, sim, mas uhmm —Cinthya ofegava.
Na sequência, seu Ernesto levantou junto com ela e, enquanto continuavam no Os amassos safados a levaram para o quarto. Continua...
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