Olá, gostosas, trouxe um novo relato de um seguidor novo, espero que curtam.
Oi, me chamo Julián, tenho 22 anos, e isso que vou contar aconteceu na semana santa. Tive a sorte de nascer numa família privilegiada, porque meu pai tinha um rancho e dinheiro nunca foi problema pra nada, seja caminhonete ou cavalo, eu conseguia o que quisesse, já que era filho único e sempre que pedia algo, meu pai me dava. Quando entrei na faculdade, meu pai me mandou pra Cidade do México estudar na Anáhuac, porque, como eu disse, a gente podia pagar a mensalidade sem aperto. Foi lá que conheci minha atual namorada, Camila. Não foi amor à primeira vista, mas conviver com ela e conhecer a personalidade dela foi o que me fez apaixonar, além da beleza dela, porque ela era bem gostosa também. (Vou deixar uma foto, sem o rosto, óbvio.)
Ela, diferente de mim, não vinha de uma família rica, pelo contrário, era bolsista e a família dela era humilde, então eu mimava ela com presentes e com todos os caprichos que ela pedia. Depois de começarmos um relacionamento sério, levei ela pra conhecer minha família no rancho, e todos aceitaram ela por causa da simpatia e carisma dela, e meu pai ficou orgulhoso porque ela também é uma mulher gostosa. Além disso, os funcionários do meu pai não paravam de olhar pra ela e de fantasiar com ela, já que nenhuma mulher daqui era igual a ela, mas era o capataz quem mais olhava. Era um cara de uns 45 anos, com quem eu me dava muito bem, pois conheço ele desde sempre, embora não a ponto de chamá-lo de amigo. Esse sujeito tinha fama de ser mulherengo, tinha dois filhos mais novos que eu e não era casado, porque os filhos eram de mulheres diferentes. No começo, isso não me pareceu ruim — ele olhar pra minha mina, porque eu entendia que uma mulher como ela chamava atenção, além de que, mesmo sendo muito educada, ela nunca se deixaria seduzir por um homem daquele tipo, ou pelo menos era o que eu pensava. Depois de 2 anos de namoro, minha mina já tinha visitado o rancho da minha família várias vezes e conhecia todo mundo muito bem, e o capataz já tinha tentado seduzir ela várias vezes. Ele achava que eu não percebia, além de que a Camila sempre me contava quando ele tentava, o que achávamos engraçado os dois, então eu nunca dei importância, porque me achava superior a eles e acreditava que minha mina estava fora do alcance dele. No entanto, as coisas estavam prestes a mudar. Minha mina e eu chegamos no rancho uma semana antes da Semana Santa começar, e eu já estava decidido que nessas férias ia pedir a Camila em casamento, até já tinha comprado o anel. Um desses dias, Camila e eu saímos num Can-Am ou buggy, e esquecemos de verificar se estava tudo em ordem, porque normalmente um funcionário fazia isso e eu só pegava o veículo, mas na volta, o bicho... apagou, nunca soube por que, já que não sou mecânico, mas eu e a Camila tivemos que voltar a pé pro barraco. A gente ia por um caminho de terra quando ouviu uns barulhos estranhos, fomos ver de perto e, pra nossa surpresa, era um casal transando. A gente segurou o riso como deu e, quando já ia embora, a Camila ficou como se tivesse hipnotizada com a cena. Eu, vendo que ela não reagia, olhei de novo e, pra minha surpresa, era o capataz com a mulher de algum dos trabalhadores, com certeza. Isso não me importava, mas não deu pra evitar de olhar e vi o pau dele. De comprimento era igual ao meu, mas bem mais grosso, além de ser óbvio que ele sabia usar aquilo, porque a mulher parecia estar num filme pornô pelo jeito que ela gemia. Puxei a Camila pra ir embora, mas no resto do caminho ela parecia distraída, como se estivesse com o corpo ali, mas a mente longe. Desde aquele dia, notei que a Camila tava estranha, porque agora parecia mais próxima do capataz. Quando ele chegava perto, eles conversavam por mais tempo e ela ficava mais safada, como se tivesse provocando pra continuar o jogo. E eu não parava de imaginar aquela cena do capataz, mas agora com ela, embora logo reprimisse esse pensamento e voltasse à realidade. E, mesmo pensando em falar com a Camila, não fiz, porque achei que seria paranoia demais e que não valia a pena uma briga por uma besteira dessas, já que aquele capataz já fazia isso há anos e ela nunca tinha dado trela. Finalmente chegou a sexta-feira da semana santa. Minha família não é religiosa, mas aquele dia era o aniversário de um trabalhador muito querido pelo meu pai, porque antes ele trabalhou pro meu avô e era de confiança. Por isso, organizaram uma festa de verdade, com banda, muito álcool, comida, e ia durar o dia inteiro e a noite. Eu me vesti como qualquer pessoa do rancho: bota e chapéu, e achei que a Camila ia sair igual. Mas, pra minha surpresa, ela saiu com um vestido vinho bem justinho e com um decaíde enorme, além de saltos que no rancho é uma loucura total, mas não Não falei nada, porque já vim com a mentalidade de curtir aquele dia e não deixar nada estragar, já que no domingo a gente voltava. Tenho que admitir que, por causa do álcool e da música, esqueci a Camila por um momento e, quando procurei por ela, lá estava aquele filho da puta, conversando com ela. Tentei não dar importância, mas depois de uns 45 minutos ele ainda estava lá com ela. Pra não fazer um escândalo, saí da festa por um momento, tentando manter minhas emoções sob controle. Depois de meia hora, finalmente voltei, tentando não pensar no que tinha acabado de ver. A primeira coisa que fiz foi preparar dois drinks e depois sair pra procurar minha mina, porque minha segunda intenção era levá-la pra um lugar mais privado e depois dar o anel pra ela. Mas quando fui procurá-la, não encontrei. Evitei perguntar por ela, mas ela não estava em lugar nenhum. Liguei pro celular dela, e nas primeiras vezes tocava, mas ela não atendia. Depois de algumas tentativas, caía direto na caixa postal. Na minha cabeça, já imaginava o que tava rolando, mas me recusava a aceitar e continuei procurando por conta própria no resto do rancho. Já tinham se passado duas horas e eu ainda não sabia nada dela. Então recorri a um amigo que manja de tecnologia, liguei pra ele e pedi pra rastrear o celular da Camila. Ele me deu a última localização conhecida, que era a cerca de um quilômetro do rancho. Fui correndo procurar ela, mas conforme avançava, ia me dando conta das coisas. Tava me aproximando do mesmo lugar onde eu e a Camila tínhamos visto o capataz comendo aquela mulher. Quanto mais perto eu chegava, mais minhas suspeitas se confirmavam. Mas o golpe final foi quando ouvi os gemidos. Já tinha comido ela várias vezes pra reconhecer aqueles gemidos, e os que eu ouvia eram dela. Me aproximei o mais silenciosamente possível, mesmo já sabendo o que tava rolando, precisava ver com meus próprios olhos. E quando cheguei no local, tudo se confirmou: Camila tava completamente pelada, assim como o capataz, e dito e feito, ele tava comendo ela, e ela gemia como nunca tinha gemido antes. Feito comigo, fiquei lá perto de uma hora vendo aquele filho da puta que eu tanto desprezava por ser de um nível inferior agora comendo a mulher que eu amo, a mulher que naquela noite eu ia pedir em casamento. Voltei e entrei no meu quarto, mas não dormi a noite inteira pensando no que meus olhos tinham acabado de ver. Eles demoraram umas 3 horas a mais, sem contar a hora que eu vi ele comendo ela e as outras 2 que passei procurando. Primeiro chegou ela, com o vestido rasgado e claramente sem sutiã, porque uma teta ficava aparecendo direto, mas todo mundo tava tão bêbado que nem notou. Uns 10 minutos depois chegou ele, e a primeira coisa que fez foi ir num grupo de trabalhadores. Eu segui ele como pude, tentando não ser visto, e vi ele passar o celular pra eles. Todos ficaram chocados. Pelo som do vídeo, soube na hora que era o vídeo dele comendo ela. Além disso, ele tirou do bolso uma calcinha fio dental e um sutiã, que obviamente eram da Camila — acho que como troféu ou algo assim. Não falei nada com a Camila sobre isso, porque ela acha que eu fiquei na festa o tempo todo e não vi nada. Mas o que ela me disse é que nessas férias quer voltar pra visitar minha família no sítio. O que eu faço? Não sei se termino com ela ou finjo que nada aconteceu. Comentem o que acharam, bebês.
Oi, me chamo Julián, tenho 22 anos, e isso que vou contar aconteceu na semana santa. Tive a sorte de nascer numa família privilegiada, porque meu pai tinha um rancho e dinheiro nunca foi problema pra nada, seja caminhonete ou cavalo, eu conseguia o que quisesse, já que era filho único e sempre que pedia algo, meu pai me dava. Quando entrei na faculdade, meu pai me mandou pra Cidade do México estudar na Anáhuac, porque, como eu disse, a gente podia pagar a mensalidade sem aperto. Foi lá que conheci minha atual namorada, Camila. Não foi amor à primeira vista, mas conviver com ela e conhecer a personalidade dela foi o que me fez apaixonar, além da beleza dela, porque ela era bem gostosa também. (Vou deixar uma foto, sem o rosto, óbvio.)
Ela, diferente de mim, não vinha de uma família rica, pelo contrário, era bolsista e a família dela era humilde, então eu mimava ela com presentes e com todos os caprichos que ela pedia. Depois de começarmos um relacionamento sério, levei ela pra conhecer minha família no rancho, e todos aceitaram ela por causa da simpatia e carisma dela, e meu pai ficou orgulhoso porque ela também é uma mulher gostosa. Além disso, os funcionários do meu pai não paravam de olhar pra ela e de fantasiar com ela, já que nenhuma mulher daqui era igual a ela, mas era o capataz quem mais olhava. Era um cara de uns 45 anos, com quem eu me dava muito bem, pois conheço ele desde sempre, embora não a ponto de chamá-lo de amigo. Esse sujeito tinha fama de ser mulherengo, tinha dois filhos mais novos que eu e não era casado, porque os filhos eram de mulheres diferentes. No começo, isso não me pareceu ruim — ele olhar pra minha mina, porque eu entendia que uma mulher como ela chamava atenção, além de que, mesmo sendo muito educada, ela nunca se deixaria seduzir por um homem daquele tipo, ou pelo menos era o que eu pensava. Depois de 2 anos de namoro, minha mina já tinha visitado o rancho da minha família várias vezes e conhecia todo mundo muito bem, e o capataz já tinha tentado seduzir ela várias vezes. Ele achava que eu não percebia, além de que a Camila sempre me contava quando ele tentava, o que achávamos engraçado os dois, então eu nunca dei importância, porque me achava superior a eles e acreditava que minha mina estava fora do alcance dele. No entanto, as coisas estavam prestes a mudar. Minha mina e eu chegamos no rancho uma semana antes da Semana Santa começar, e eu já estava decidido que nessas férias ia pedir a Camila em casamento, até já tinha comprado o anel. Um desses dias, Camila e eu saímos num Can-Am ou buggy, e esquecemos de verificar se estava tudo em ordem, porque normalmente um funcionário fazia isso e eu só pegava o veículo, mas na volta, o bicho... apagou, nunca soube por que, já que não sou mecânico, mas eu e a Camila tivemos que voltar a pé pro barraco. A gente ia por um caminho de terra quando ouviu uns barulhos estranhos, fomos ver de perto e, pra nossa surpresa, era um casal transando. A gente segurou o riso como deu e, quando já ia embora, a Camila ficou como se tivesse hipnotizada com a cena. Eu, vendo que ela não reagia, olhei de novo e, pra minha surpresa, era o capataz com a mulher de algum dos trabalhadores, com certeza. Isso não me importava, mas não deu pra evitar de olhar e vi o pau dele. De comprimento era igual ao meu, mas bem mais grosso, além de ser óbvio que ele sabia usar aquilo, porque a mulher parecia estar num filme pornô pelo jeito que ela gemia. Puxei a Camila pra ir embora, mas no resto do caminho ela parecia distraída, como se estivesse com o corpo ali, mas a mente longe. Desde aquele dia, notei que a Camila tava estranha, porque agora parecia mais próxima do capataz. Quando ele chegava perto, eles conversavam por mais tempo e ela ficava mais safada, como se tivesse provocando pra continuar o jogo. E eu não parava de imaginar aquela cena do capataz, mas agora com ela, embora logo reprimisse esse pensamento e voltasse à realidade. E, mesmo pensando em falar com a Camila, não fiz, porque achei que seria paranoia demais e que não valia a pena uma briga por uma besteira dessas, já que aquele capataz já fazia isso há anos e ela nunca tinha dado trela. Finalmente chegou a sexta-feira da semana santa. Minha família não é religiosa, mas aquele dia era o aniversário de um trabalhador muito querido pelo meu pai, porque antes ele trabalhou pro meu avô e era de confiança. Por isso, organizaram uma festa de verdade, com banda, muito álcool, comida, e ia durar o dia inteiro e a noite. Eu me vesti como qualquer pessoa do rancho: bota e chapéu, e achei que a Camila ia sair igual. Mas, pra minha surpresa, ela saiu com um vestido vinho bem justinho e com um decaíde enorme, além de saltos que no rancho é uma loucura total, mas não Não falei nada, porque já vim com a mentalidade de curtir aquele dia e não deixar nada estragar, já que no domingo a gente voltava. Tenho que admitir que, por causa do álcool e da música, esqueci a Camila por um momento e, quando procurei por ela, lá estava aquele filho da puta, conversando com ela. Tentei não dar importância, mas depois de uns 45 minutos ele ainda estava lá com ela. Pra não fazer um escândalo, saí da festa por um momento, tentando manter minhas emoções sob controle. Depois de meia hora, finalmente voltei, tentando não pensar no que tinha acabado de ver. A primeira coisa que fiz foi preparar dois drinks e depois sair pra procurar minha mina, porque minha segunda intenção era levá-la pra um lugar mais privado e depois dar o anel pra ela. Mas quando fui procurá-la, não encontrei. Evitei perguntar por ela, mas ela não estava em lugar nenhum. Liguei pro celular dela, e nas primeiras vezes tocava, mas ela não atendia. Depois de algumas tentativas, caía direto na caixa postal. Na minha cabeça, já imaginava o que tava rolando, mas me recusava a aceitar e continuei procurando por conta própria no resto do rancho. Já tinham se passado duas horas e eu ainda não sabia nada dela. Então recorri a um amigo que manja de tecnologia, liguei pra ele e pedi pra rastrear o celular da Camila. Ele me deu a última localização conhecida, que era a cerca de um quilômetro do rancho. Fui correndo procurar ela, mas conforme avançava, ia me dando conta das coisas. Tava me aproximando do mesmo lugar onde eu e a Camila tínhamos visto o capataz comendo aquela mulher. Quanto mais perto eu chegava, mais minhas suspeitas se confirmavam. Mas o golpe final foi quando ouvi os gemidos. Já tinha comido ela várias vezes pra reconhecer aqueles gemidos, e os que eu ouvia eram dela. Me aproximei o mais silenciosamente possível, mesmo já sabendo o que tava rolando, precisava ver com meus próprios olhos. E quando cheguei no local, tudo se confirmou: Camila tava completamente pelada, assim como o capataz, e dito e feito, ele tava comendo ela, e ela gemia como nunca tinha gemido antes. Feito comigo, fiquei lá perto de uma hora vendo aquele filho da puta que eu tanto desprezava por ser de um nível inferior agora comendo a mulher que eu amo, a mulher que naquela noite eu ia pedir em casamento. Voltei e entrei no meu quarto, mas não dormi a noite inteira pensando no que meus olhos tinham acabado de ver. Eles demoraram umas 3 horas a mais, sem contar a hora que eu vi ele comendo ela e as outras 2 que passei procurando. Primeiro chegou ela, com o vestido rasgado e claramente sem sutiã, porque uma teta ficava aparecendo direto, mas todo mundo tava tão bêbado que nem notou. Uns 10 minutos depois chegou ele, e a primeira coisa que fez foi ir num grupo de trabalhadores. Eu segui ele como pude, tentando não ser visto, e vi ele passar o celular pra eles. Todos ficaram chocados. Pelo som do vídeo, soube na hora que era o vídeo dele comendo ela. Além disso, ele tirou do bolso uma calcinha fio dental e um sutiã, que obviamente eram da Camila — acho que como troféu ou algo assim. Não falei nada com a Camila sobre isso, porque ela acha que eu fiquei na festa o tempo todo e não vi nada. Mas o que ela me disse é que nessas férias quer voltar pra visitar minha família no sítio. O que eu faço? Não sei se termino com ela ou finjo que nada aconteceu. Comentem o que acharam, bebês.
4 comentários - O capataz comeu minha namorada