Olá, como vocês estão? Espero que muito bem, meu nome é Lúcia e queria compartilhar uma história que tá bem fresca, porque aconteceu faz menos de um mês.
Pra dar um contexto, minha família tem um mercadinho, tipo um minissupermercado, faz bastante tempo. Não é muito grande, mas já deu de comer pra minha família, pagou meus estudos e muitas outras coisas por muito tempo. Eu não trabalhava lá, mas ia de vez em quando. Só que meus pais tiveram que viajar pra outra cidade por uns dias. O negócio ia ficar fechado, mas precisava fazer uns reparos elétricos, não dava pra esperar eles voltarem por causa da cadeia de frio e tal. E aí não tiveram ideia melhor do que me pedir pra receber o eletricista.
No dia que eles tinham que ir, não abri nem a pau, só sentei no balcão com o notebook esperando eles. Como já tinham combinado o horário, chegaram uns 20 ou 25 minutos depois. Era um senhor um pouco mais velho com um cara bem jovem, meio tímido, pelo que percebi. Depois dos cumprimentos e umas palavras, foram pra um depósito onde tava o problema. Eu ouvia eles martelando, furando e até rindo. Só queria que terminassem logo pra poder ir pra casa.
Umas 1 hora mais ou menos depois que chegaram, o senhor vem no balcão e me fala que o problema é um componente que já tava com defeito, e que faltava umas ferramentas, então ele teria que sair e voltar, mas que o secretário dele ia ficar trabalhando, preparando tudo. Eu pensei: "pronto, eles vão embora, eu vou e volto mais tarde". Mas não.
Recebo um WhatsApp do meu pai:
- Lu, o eletricista foi no mercadinho?
- Oi pai, tão trabalhando aqui sim.
- Ah, ainda bem. Me avisa qualquer coisa...
- Ofereceu água pelo menos? Deve ser um inferno lá dentro.
- Vou levar um refrigerante pra eles, cortesia da casa haha.
- Beleza filha, amanhã a gente volta.
Naquele momento, nem tava a fim haha. Pensei em esperar o velho voltar, oferecer o refri e pronto. Tava muito confortável, mas percebi que já tinha passado um tempão desde que ele saiu. De muito má vontade, fui até uma das geladeiras, peguei uma Coca Booty e fui pro depósito. No caminho, peguei uns copinhos de plástico e entrei.
— Oi, me desculpa, cê deve estar morrendo de calor, né?
— É, o sauna tá legal haha, mas já traz a térmica e a gente termina.
— Ah, que bom, te trouxe uma Coca pra refrescar.
— Huu, ótimo, valeu! Mas com água já dava.
— Não, por favor, cê é muito novo pra já trabalhar sozinho. Quantos anos cê tem?
— 19, vou fazer mês que vem. Na verdade, faz tempo que ajudo meu tio. Desde que terminei o colégio, me dedico a isso. Aprendi um monte, um monte com ele.
Naquele momento, sem perceber, a porta do depósito começou a fechar, até que ouvi o trinco. Minha cara ficou branca, e acho que de um jeito psicopata, virei a cabeça pra ver ela e gritar: NÃOOOOO.
— O que foi?
— Essa porta só abre com a chave, e ela ficou do lado de fora!
— Não é possível!
— É sim, burro! Que horas seu tio vai voltar?
— Não faço ideia.
— E ainda deixei meu celular no balcão. Não acredito, que idiota, MEU DEUS!!
Os minutos seguintes fui eu, histérica, me xingando, e o cara tentando me acalmar. O tempo passou, e o velho filho da puta não aparecia. Tava super nervosa, não sabia o que fazer, e o cara só sentado, sem falar nada. Quase tive um ataque de ansiedade, tava na cabeça que se ele voltasse, não ia conseguir abrir a entrada principal. Tava totalmente pirada, até que o garoto começou a puxar conversa. Eu não tava muito a fim de falar, mas pensei que assim o tempo passaria mais rápido. Ele disse que se chamava Ezequiel e, sem perceber, já estávamos rindo e fazendo piadas um com o outro. Não sei se foi pelo nervosismo ou o quê, mas começamos devagar a falar de coisas mais quentes.
— E desde que terminei com meu namorado, praticamente me dediquei mais à minha carreira e tal.
— Ah, é? E faz quanto tempo que terminou com ele?
— Cê é muito fofoqueiro, me parece haha.
— Nada, é brincadeira... Já faz uns dois anos e meio. E você?
Eze fez um silêncio e baixou a cabeça com um sorrisinho nervoso.
— Tá com vergonha de contar? um cavalheiro não tem memória? Haha
- eu ainda não fiz isso… — Queee? Nunca viu uma teta, é?
— Vi sim, tive namoradas, mas nunca moldei o biscoito haha
— Haaa. Mas cê sabe alguma coisa ou nada de nada?
— Sei, tipo, me chuparam a pica, comi uma buceta, mas nunca cheguei a concretizar
— E por quê, pelo que cê tá falando já tavam no ponto
— Não, foram situações rápidas e espontâneas, além disso éramos muito novos
Dava pra ver no rosto dele aquela humilhação, e eu sabia que o que ele tava falando era verdade, e a verdade me esquentava a ideia de ter uma virgem no meu currículo. Eu imaginava o cara em cima de mim sem conseguir me penetrar, ou o pau dele não subir de nervoso, até fazer ele fazer qualquer coisa. Minha imaginação tava a mil enquanto eu já olhava pra ele com outros olhos. Queria recontra esquentar o Ezequiel, não sabia quanto tempo a gente teria, mas ia aproveitar
— Uma boceta qualquer chupa, sabe onde colocar sua língua numa teta?
— Haha essa eu te devo
— Como assim me deve?
— Ué, boluda
— Não entendo, nunca chupou uma teta, cê quer me dizer?
— E não
— Mas se cê me disse que te chuparam a pica e que comeu uma buceta
— E só isso, já te falei
Quer que eu te diga? SOU VIRGEM, SUA VADIA QUE TE PARIU
— Tá bom, não fica bravo, não queria te zoar assim
— Não, tudo bem
— Mas cê pode me contar, como chegou nessas duas coisas e nunca viu uma teta? Sem ofender, sério, só curiosidade mesmo
— Hahaha mais que curiosa, tarada, me parece?
— Hahaha sim, um pouco
— É, foi uma namorada do colégio. Eu já queria transar, mas ela era mó cagona. E numa vez que ela veio na minha casa de surpresa, eu tava vendo porno antes, tava a mil. E aí insisti, insisti até ela aceitar
— E aí comeu a buceta?
— Hahaha (risada nervosa pra caralho) Foi numa festa, aniversário de um colega. Pra resumir, peguei uma mina, a gente dançou, ficou e acabou indo pro quarto do meu colega. Lá a gente continuou se pegando, se apalpando e eu resolvi fazer sexo oral nela
— Pera, sexo oral? Hahaha quem é você?
— Bom, se não quiser, eu calo a boca e pronto
— Nãoo haha Desculpa, continua.
—Bom, me deu vontade de chupar a buceta dela, assim você gosta mais.
Eu caí na risada hahaha, e depois de uma pausa e um olhar fulminante, ele continuou contando:
—Eu tava entre as pernas dela, com a calcinha dela virada pro lado e a saia em cima de mim. Não sei se tava fazendo certo ou errado, mas num momento ela me para e quando olho pra ela, vejo que ela tá com o celular e me fala que tinha que ir. Entre um beijo na minha bochecha e uma promessa de que a gente vai recuperar o tempo perdido, a filha da puta foi embora e eu fiquei com a pica dura.
—Nada, sério? Que puta vagabunda.
Ezequiel só balançou a cabeça com aquele sorrisinho dele, sem falar nada. Eu tava prestes a pular em cima dele, tava coçando de vontade de usar a palavra "buceta" só de pensar em pegar um experiente e detonar ele.
Aquele silêncio no depósito era muito desconfortável. Eu sabendo que ele tava mal e eu tava a mil, e sem pensar:
—Só porque a verdade é que você me cai bem e até me deu pena.
Começo a meter minhas mãos por baixo da minha blusa pra abaixar o sutiã por baixo dos peitos, e depois levanto a blusa e mostro meus peitos pra ele. Ele levanta o olhar com os olhos maiores que eu já vi, ficando mudo, com a boca semiaberta e balbuciando, consegui entender:
—Posso chupar elas?
—Vem (falo com um gesto de confirmação).
Enquanto ele se levantava e sentava do meu lado, eu tirava o sutiã. Ele senta do meu lado e começa a chupar meus mamilos enquanto com a mão segurava meu peito. A inexperiência dele era nítida, mas acho que desbloqueei um fetiche novo pra mim. Aquela falta de jeito, sabendo que ele não tinha experiência nenhuma, me excitava. Coloquei minha mão na perna dele e fui subindo devagar até o pau dele, que já tava duro. Com a outra mão, comecei a acariciar a cabeça dele enquanto ele chupava meu peito. A mão dele acariciava minha perna, subindo e entrando por dentro do meu short. Como era bem justo, não conseguia avançar, mas eu sabia como ensinar. Com minha mão, desabotoei a calça dele, e ele fazia praticamente tudo que eu fazia, desatando o cordão do meu short, enfiando a mão por dentro da minha roupa. minha calcinha fio dental procurando minha buceta sem passar pelo meu clitóris, me incomodei um pouco mas entendia, eu mexia meu corpo pra dar uma provada da minha outra teta e como um bom neném ele aceitava, consegui tirar a pica dele da calça e comecei a masturbar ele, ele estava OBSECADO com meus peitos, parecia um moleque num pula-pula, indo de um pro outro,
Pra acelerar as coisas falo
— quer que seja sua primeira vez? mordendo meus lábios
Para de chupar meus peitos, ele me encara e me beija pra logo em seguida me pegar e me virar de bruços, eu só consigo levantar minha bunda pra facilitar, e ele abaixa todo o short com a calcinha fio dental até debaixo das minhas nádegas, de um tímido chupador de peitos passou pra um louco, dava pra sentir a cabeça do amigo dele passando pelas minhas nádegas procurando minha buceta, quando encontrou não teve pena e enfiou com muita força, senti uma pontada deliciosa, enquanto sentia o corpo dele batendo em mim por cima, enquanto minha buceta ficava cada vez mais molhada, ele começou a me enroscar com as mãos, uma foi pro meu pescoço e outra pros meus peitos, enquanto não parava de me talhar, a pornografia na cabeça desse cara era notável, até que ele senta atrás de mim sem tirar a pica, me detona umas duas vezes e sinto algo fino começando a se abrir caminho no meu cu, no primeiro segundo me assustei mas no segundo amei, e comecei eu agora a controlar a investida, ele com o dedo no meu cu e a pica na minha buceta ficaram parados, enquanto eu deitada de bruços com a bundinha empinada, e me ajudando com os braços me empurrava pra dentro de toda essa luxúria, depois de um dedo senti 2, e depois 3, não sei por que não parei toda a situação, até que no meu sexo sinto um vazio, pra logo sentir no meu cu, ele começa a enfiar devagar, enquanto a pica dele abria caminho dentro de mim eu estava entregue, entre a dor pensava: olha só o tímido esse, dava pra ouvir ele babando no meu cu, enquanto cada vez entrava mais, levantei mais minha bundinha pra passar a mão e comecei a me tocar no clitóris, sentir como me deram pelo cu, mas minhas mãos mágicas tavam a ponto de explodir, ele me dá dois tapas na bunda e começa a meter mais rápido e mais rápido até que num momento sinto umas palpitações dentro do meu cu, esse filho da puta já tinha gozado e eu ainda tava lá, tento acelerar o processo mas o Ezequiel já queria tirar, só consigo apertar ele e pedir pra esperar
Com o pau dele já satisfeito dentro de mim, sentindo a fábrica de porra dele nos meus intestinos, mexo a buceta até gozar, a sensação de apertar o esfíncter enquanto tem algo ali e você tá gozando é a melhor sensação do mundo, meu deus, minhas pernas começaram a tremer e não consegui evitar o gemido mais escandaloso da minha vida
Falei pra ele tirar bem devagar, tava doendo pra caralho a bunda, mas só me virei mostrando toda a minha xota e falei
— agora é sua vez
Mostrando minha buceta (e sentindo o soro escorrendo pelo meu cu) ele, como bom submisso, se abaixou e começou a chupar ela,
Era muito ruim pra ser sincera, mas eu já tava satisfeita,
Saudações a todos, espero que gostem, Lucia D
Pra dar um contexto, minha família tem um mercadinho, tipo um minissupermercado, faz bastante tempo. Não é muito grande, mas já deu de comer pra minha família, pagou meus estudos e muitas outras coisas por muito tempo. Eu não trabalhava lá, mas ia de vez em quando. Só que meus pais tiveram que viajar pra outra cidade por uns dias. O negócio ia ficar fechado, mas precisava fazer uns reparos elétricos, não dava pra esperar eles voltarem por causa da cadeia de frio e tal. E aí não tiveram ideia melhor do que me pedir pra receber o eletricista.
No dia que eles tinham que ir, não abri nem a pau, só sentei no balcão com o notebook esperando eles. Como já tinham combinado o horário, chegaram uns 20 ou 25 minutos depois. Era um senhor um pouco mais velho com um cara bem jovem, meio tímido, pelo que percebi. Depois dos cumprimentos e umas palavras, foram pra um depósito onde tava o problema. Eu ouvia eles martelando, furando e até rindo. Só queria que terminassem logo pra poder ir pra casa.
Umas 1 hora mais ou menos depois que chegaram, o senhor vem no balcão e me fala que o problema é um componente que já tava com defeito, e que faltava umas ferramentas, então ele teria que sair e voltar, mas que o secretário dele ia ficar trabalhando, preparando tudo. Eu pensei: "pronto, eles vão embora, eu vou e volto mais tarde". Mas não.
Recebo um WhatsApp do meu pai:
- Lu, o eletricista foi no mercadinho?
- Oi pai, tão trabalhando aqui sim.
- Ah, ainda bem. Me avisa qualquer coisa...
- Ofereceu água pelo menos? Deve ser um inferno lá dentro.
- Vou levar um refrigerante pra eles, cortesia da casa haha.
- Beleza filha, amanhã a gente volta.
Naquele momento, nem tava a fim haha. Pensei em esperar o velho voltar, oferecer o refri e pronto. Tava muito confortável, mas percebi que já tinha passado um tempão desde que ele saiu. De muito má vontade, fui até uma das geladeiras, peguei uma Coca Booty e fui pro depósito. No caminho, peguei uns copinhos de plástico e entrei.
— Oi, me desculpa, cê deve estar morrendo de calor, né?
— É, o sauna tá legal haha, mas já traz a térmica e a gente termina.
— Ah, que bom, te trouxe uma Coca pra refrescar.
— Huu, ótimo, valeu! Mas com água já dava.
— Não, por favor, cê é muito novo pra já trabalhar sozinho. Quantos anos cê tem?
— 19, vou fazer mês que vem. Na verdade, faz tempo que ajudo meu tio. Desde que terminei o colégio, me dedico a isso. Aprendi um monte, um monte com ele.
Naquele momento, sem perceber, a porta do depósito começou a fechar, até que ouvi o trinco. Minha cara ficou branca, e acho que de um jeito psicopata, virei a cabeça pra ver ela e gritar: NÃOOOOO.
— O que foi?
— Essa porta só abre com a chave, e ela ficou do lado de fora!
— Não é possível!
— É sim, burro! Que horas seu tio vai voltar?
— Não faço ideia.
— E ainda deixei meu celular no balcão. Não acredito, que idiota, MEU DEUS!!
Os minutos seguintes fui eu, histérica, me xingando, e o cara tentando me acalmar. O tempo passou, e o velho filho da puta não aparecia. Tava super nervosa, não sabia o que fazer, e o cara só sentado, sem falar nada. Quase tive um ataque de ansiedade, tava na cabeça que se ele voltasse, não ia conseguir abrir a entrada principal. Tava totalmente pirada, até que o garoto começou a puxar conversa. Eu não tava muito a fim de falar, mas pensei que assim o tempo passaria mais rápido. Ele disse que se chamava Ezequiel e, sem perceber, já estávamos rindo e fazendo piadas um com o outro. Não sei se foi pelo nervosismo ou o quê, mas começamos devagar a falar de coisas mais quentes.
— E desde que terminei com meu namorado, praticamente me dediquei mais à minha carreira e tal.
— Ah, é? E faz quanto tempo que terminou com ele?
— Cê é muito fofoqueiro, me parece haha.
— Nada, é brincadeira... Já faz uns dois anos e meio. E você?
Eze fez um silêncio e baixou a cabeça com um sorrisinho nervoso.
— Tá com vergonha de contar? um cavalheiro não tem memória? Haha
- eu ainda não fiz isso… — Queee? Nunca viu uma teta, é?
— Vi sim, tive namoradas, mas nunca moldei o biscoito haha
— Haaa. Mas cê sabe alguma coisa ou nada de nada?
— Sei, tipo, me chuparam a pica, comi uma buceta, mas nunca cheguei a concretizar
— E por quê, pelo que cê tá falando já tavam no ponto
— Não, foram situações rápidas e espontâneas, além disso éramos muito novos
Dava pra ver no rosto dele aquela humilhação, e eu sabia que o que ele tava falando era verdade, e a verdade me esquentava a ideia de ter uma virgem no meu currículo. Eu imaginava o cara em cima de mim sem conseguir me penetrar, ou o pau dele não subir de nervoso, até fazer ele fazer qualquer coisa. Minha imaginação tava a mil enquanto eu já olhava pra ele com outros olhos. Queria recontra esquentar o Ezequiel, não sabia quanto tempo a gente teria, mas ia aproveitar
— Uma boceta qualquer chupa, sabe onde colocar sua língua numa teta?
— Haha essa eu te devo
— Como assim me deve?
— Ué, boluda
— Não entendo, nunca chupou uma teta, cê quer me dizer?
— E não
— Mas se cê me disse que te chuparam a pica e que comeu uma buceta
— E só isso, já te falei
Quer que eu te diga? SOU VIRGEM, SUA VADIA QUE TE PARIU
— Tá bom, não fica bravo, não queria te zoar assim
— Não, tudo bem
— Mas cê pode me contar, como chegou nessas duas coisas e nunca viu uma teta? Sem ofender, sério, só curiosidade mesmo
— Hahaha mais que curiosa, tarada, me parece?
— Hahaha sim, um pouco
— É, foi uma namorada do colégio. Eu já queria transar, mas ela era mó cagona. E numa vez que ela veio na minha casa de surpresa, eu tava vendo porno antes, tava a mil. E aí insisti, insisti até ela aceitar
— E aí comeu a buceta?
— Hahaha (risada nervosa pra caralho) Foi numa festa, aniversário de um colega. Pra resumir, peguei uma mina, a gente dançou, ficou e acabou indo pro quarto do meu colega. Lá a gente continuou se pegando, se apalpando e eu resolvi fazer sexo oral nela
— Pera, sexo oral? Hahaha quem é você?
— Bom, se não quiser, eu calo a boca e pronto
— Nãoo haha Desculpa, continua.
—Bom, me deu vontade de chupar a buceta dela, assim você gosta mais.
Eu caí na risada hahaha, e depois de uma pausa e um olhar fulminante, ele continuou contando:
—Eu tava entre as pernas dela, com a calcinha dela virada pro lado e a saia em cima de mim. Não sei se tava fazendo certo ou errado, mas num momento ela me para e quando olho pra ela, vejo que ela tá com o celular e me fala que tinha que ir. Entre um beijo na minha bochecha e uma promessa de que a gente vai recuperar o tempo perdido, a filha da puta foi embora e eu fiquei com a pica dura.
—Nada, sério? Que puta vagabunda.
Ezequiel só balançou a cabeça com aquele sorrisinho dele, sem falar nada. Eu tava prestes a pular em cima dele, tava coçando de vontade de usar a palavra "buceta" só de pensar em pegar um experiente e detonar ele.
Aquele silêncio no depósito era muito desconfortável. Eu sabendo que ele tava mal e eu tava a mil, e sem pensar:
—Só porque a verdade é que você me cai bem e até me deu pena.
Começo a meter minhas mãos por baixo da minha blusa pra abaixar o sutiã por baixo dos peitos, e depois levanto a blusa e mostro meus peitos pra ele. Ele levanta o olhar com os olhos maiores que eu já vi, ficando mudo, com a boca semiaberta e balbuciando, consegui entender:
—Posso chupar elas?
—Vem (falo com um gesto de confirmação).
Enquanto ele se levantava e sentava do meu lado, eu tirava o sutiã. Ele senta do meu lado e começa a chupar meus mamilos enquanto com a mão segurava meu peito. A inexperiência dele era nítida, mas acho que desbloqueei um fetiche novo pra mim. Aquela falta de jeito, sabendo que ele não tinha experiência nenhuma, me excitava. Coloquei minha mão na perna dele e fui subindo devagar até o pau dele, que já tava duro. Com a outra mão, comecei a acariciar a cabeça dele enquanto ele chupava meu peito. A mão dele acariciava minha perna, subindo e entrando por dentro do meu short. Como era bem justo, não conseguia avançar, mas eu sabia como ensinar. Com minha mão, desabotoei a calça dele, e ele fazia praticamente tudo que eu fazia, desatando o cordão do meu short, enfiando a mão por dentro da minha roupa. minha calcinha fio dental procurando minha buceta sem passar pelo meu clitóris, me incomodei um pouco mas entendia, eu mexia meu corpo pra dar uma provada da minha outra teta e como um bom neném ele aceitava, consegui tirar a pica dele da calça e comecei a masturbar ele, ele estava OBSECADO com meus peitos, parecia um moleque num pula-pula, indo de um pro outro,
Pra acelerar as coisas falo
— quer que seja sua primeira vez? mordendo meus lábios
Para de chupar meus peitos, ele me encara e me beija pra logo em seguida me pegar e me virar de bruços, eu só consigo levantar minha bunda pra facilitar, e ele abaixa todo o short com a calcinha fio dental até debaixo das minhas nádegas, de um tímido chupador de peitos passou pra um louco, dava pra sentir a cabeça do amigo dele passando pelas minhas nádegas procurando minha buceta, quando encontrou não teve pena e enfiou com muita força, senti uma pontada deliciosa, enquanto sentia o corpo dele batendo em mim por cima, enquanto minha buceta ficava cada vez mais molhada, ele começou a me enroscar com as mãos, uma foi pro meu pescoço e outra pros meus peitos, enquanto não parava de me talhar, a pornografia na cabeça desse cara era notável, até que ele senta atrás de mim sem tirar a pica, me detona umas duas vezes e sinto algo fino começando a se abrir caminho no meu cu, no primeiro segundo me assustei mas no segundo amei, e comecei eu agora a controlar a investida, ele com o dedo no meu cu e a pica na minha buceta ficaram parados, enquanto eu deitada de bruços com a bundinha empinada, e me ajudando com os braços me empurrava pra dentro de toda essa luxúria, depois de um dedo senti 2, e depois 3, não sei por que não parei toda a situação, até que no meu sexo sinto um vazio, pra logo sentir no meu cu, ele começa a enfiar devagar, enquanto a pica dele abria caminho dentro de mim eu estava entregue, entre a dor pensava: olha só o tímido esse, dava pra ouvir ele babando no meu cu, enquanto cada vez entrava mais, levantei mais minha bundinha pra passar a mão e comecei a me tocar no clitóris, sentir como me deram pelo cu, mas minhas mãos mágicas tavam a ponto de explodir, ele me dá dois tapas na bunda e começa a meter mais rápido e mais rápido até que num momento sinto umas palpitações dentro do meu cu, esse filho da puta já tinha gozado e eu ainda tava lá, tento acelerar o processo mas o Ezequiel já queria tirar, só consigo apertar ele e pedir pra esperar
Com o pau dele já satisfeito dentro de mim, sentindo a fábrica de porra dele nos meus intestinos, mexo a buceta até gozar, a sensação de apertar o esfíncter enquanto tem algo ali e você tá gozando é a melhor sensação do mundo, meu deus, minhas pernas começaram a tremer e não consegui evitar o gemido mais escandaloso da minha vida
Falei pra ele tirar bem devagar, tava doendo pra caralho a bunda, mas só me virei mostrando toda a minha xota e falei
— agora é sua vez
Mostrando minha buceta (e sentindo o soro escorrendo pelo meu cu) ele, como bom submisso, se abaixou e começou a chupar ela,
Era muito ruim pra ser sincera, mas eu já tava satisfeita,
Saudações a todos, espero que gostem, Lucia D
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