Já tinha passado mais de um ano desde minhas experiências com Martín, nesse tempo aconteceram algumas coisas, mas não transamos de novo. Ele arrumou uma namorada e ainda continuava com a mina. Eu não tinha tido nenhum encontro com homem nenhum e também não tava muito a fim. De vez em quando lembrava do que rolou com Martín e batia uma punheta, ainda mais quando a gente tinha alguma situação quente em algum lugar, ou se esquentava pelo chat, mas não passava disso. Não tinha sentido desejo por homens, ficava me perguntando se tinha sido algo passageiro, ou se talvez eu só gostasse do Martín, mas não tava nem um pouco seguro nem convencido. Martín me parecia bonito, mas não era o mais gostoso do colégio, ou o mais padrão, embora os caras que eram "gostosões" ou padrão não me despertassem nada. E um dia, pensando nisso, percebi o que era que o Martín tinha que me atraía (além de uma piroca enorme, sendo sincero kkk): aquela atitude dele, bem de machão, de querer meter e te comer gostoso, de te fazer sentir muito desejada; eu sabia que ele adorava minha bunda e queria deixar ela toda arrebentada, aquela atitude de "preciso te comer porque sua bunda me encanta" me seduzia, claro que se ele me pedisse assim eu ia aceitar, não conseguia negar, ia dar tudo pra agradar ele.
Um tempo depois de pensar nisso, do nada, tive uma situação com outro homem que me esquentou.
Conheci ele num campinho de futebol society, jogando bola; era amigo de uns amigos, eu gostava dele, a gente conversava mais de futebol mesmo, mas tudo de boa, sem nenhuma vibe de outro lado durante meses. Até que um dia, jogando uma partida à noite, ele foi meu adversário, eu era atacante, ele zagueiro, pela primeira vez roçava meu corpo no dele e senti algo, tipo uma faísca. Ele, Matias, mas chamavam de Matu, era meio encorpado, duro, não muito definido nem muito largo de ombros, mas meio fibroso. Toda vez que eu segurava a bola, colocando o corpo e mostrando a bunda, o roçar do corpo dele me deixava nervoso, me desconcentrava. Sentia que ele me tocava demais, que se apoiava. E eu... Sentia que eu tava a fim dele, por isso ficava nervoso.
Quando o jogo acabou, ele tava perto de mim, passou o braço, me segurando pelo ombro, me parabenizava, falava que eu tinha jogado bem (embora eu ache que joguei bem mal haha), e eu respondia como dava. Sentia uma eletricidade que queria ignorar. Tava muito nervoso e quase dei um pulo quando senti a mão dele na minha cintura. Aí olhei nos olhos dele, meio confuso, como quem busca explicação. E vi ele me encarando fixo nos olhos. Custava, não entendia por que, mas mantive o olhar. Ele passou a mão como quem acaricia minha cintura e eu suspirei um pouco, de susto. Olhei pros nossos colegas pra ver se tavam nos olhando, ou se tinham me ouvido, mas tavam em outra. Me segurei e voltei a olhar pro Matu; ele ainda esfregava a mão na minha cintura e me encarava. Era tipo o olhar que o Martín fazia quando tava excitado, aquele olhar de predador, de desejo.
Foi tudo tão de repente que não sabia o que fazer, então não fiz nada haha. Não conseguia continuar olhando pra ele porque não conseguia falar, então olhando pro chão ou pra qualquer lado respondia o que ele me dizia, tentando não pensar na mão dele na minha cintura. Passaram uns minutos que pareceram uma eternidade até nossos colegas chamarem a gente. Partimos pro caminho mas ele ainda não tinha tirado a mão da minha cintura! Olhei pro Matu, que me encarou desafiador, e tive que desviar o olhar de novo. Tirei a mão dele com um mínimo de resistência. Olhei pra ele de novo e ele continuava me encarando. Não sabia o que fazer e me afastei dele o mais rápido que pude, muito confuso. Sentamos todos pra tomar uns gatorade, ele longe de mim por sorte, e voltei pra minha casa, com a cabeça a mil. Será que tava acontecendo de novo? Será que tava ficando excitado por outro homem? Não sabia o que fazer, com o Martín a situação rolou naturalmente, a gente passava tempo junto há anos, etc. Aqui, se rolasse algo, era com alguém que eu realmente não conhecia muito. Já tinha conversado com ele várias vezes, sabia algumas coisas da vida dele. mas nada. Todas aquelas dúvidas pareceram muito inúteis porque nas semanas seguintes continuei vendo o Matu nos jogos e não aconteceu nada. A gente conversava numa boa, mas nada parecido rolou de novo. Só que eu olhava pra ele diferente: ele sempre jogava de regata e agora eu reparava bem nos braços dele, magros mas definidos, com tatuagens na pele morena, bem bronzeada de trabalhar no sol. Ele tinha uma crista, era meio punk, usava brincos nas orelhas e no nariz, uma atitude de rebelde que dava todo o estilo. Ele tinha 22 anos, eu tinha feito seis a menos fazia poucos meses. Mas eu já era alto e ele parecia mais novo, a diferença de idade não era tão perceptível (acho).
Um dia me chamaram pra jogar num campinho diferente, outro bairro, bem longe do meu, cedo numa tarde de sábado. Matu também ia. Tudo normal, jogamos a partida, ficamos tomando umas cervejas, a maioria era da região, eu ia voltar sozinho até que Matu falou que me dava uma carona no carro dele. Aceitei e partimos, conversamos sobre o jogo e essas coisas. Ele me pergunta se eu tô ocupado, que a gente podia tomar uma coca na casa dele, jogar um PlayStation 4. Era cedo, então falei que sim, sem segundas intenções.
A casa era grande, moravam ele e mais dois caras, um amigo dele e o outro que alugava o quarto, tipo república. Chegamos, ele coloca música no computador dele com umas caixas de som que tinha no quarto enquanto a gente jogava PlayStation que tava ao lado na sala, tomando coca, morrendo de rir, zoando. Depois de uma hora, uma hora e pouco, ele fala que vai tomar um banho, e que se eu quiser depois também posso ir. Fiquei à toa na casa dele um tempo, fui pro quarto dele e sentei no computador. Ouvi a água do chuveiro caindo e me veio a imagem do Matu pelado com a água escorrendo pelo corpo dele. Me deu uma curiosidade danada de ver ele nu. Não era tão otário ou corajoso pra ir abrir a porta, era ousado demais, e ele só tinha dado em cima (talvez) uma vez e já tinha passado um tempão. Decidi que era mais fácil dar uma olhada no computador dele e ver fotos suas, mas só encontrava fotos do Instagram ou de eventos tipo aniversário. Comecei a fuçar mais e mais e encontrei uma pasta que estava como "oculta". Meu coração já batia rápido por estar mexendo onde não devia, mas ali acelerou ainda mais.
Pela miniatura já dava pra ver que, pelo menos, era algo pornô, fosse dele ou não. Entrei na pasta e sim, encontrei ouro: tinha um monte de fotos do Matu, algumas "safadinhas", sensuais, sem camisa e de cueca, ou sem cueca mas sem mostrar nada, e outras que ele tava totalmente nu, de pau duro, de baixo, de cima, de todos os ângulos e luzes. Quase tive um infarto. O barulho do chuveiro continuava, então me atrevi e comecei a ver as fotos: ele tinha pouco pelo no peito, uns abdominais muito bonitos, uma tatuagem que começava onde terminam as costelas e descia até a perna, passando bem perto da virilha. E tinha uma rola preta, uma linguiça grossa, com duas veias bem grandes, e curvada pra cima, numa cabeça roxa linda. Em algumas fotos ele só faz volume numa cueca estourada, em outras tá bem dura e brilhante. Não conseguia acreditar como aquilo me parecia lindo, eu precisava daquilo.
Comecei a ver foto após foto do Matu de pau duro, não podia acreditar, tava ficando com muito tesão, ele me parecia o homem definitivo, todo macho, meio malandro, rebelde, e com uma rola preta grossa e grande. Mas também sabia que ele tinha dado em cima de mim só uma vez e fazia um tempão. Eu podia estar morrendo de vontade, mas não ia dar em cima dele nem fudendo. Se algo rolasse, ia ser porque ele tomava a iniciativa, eu naquele momento só pensava em voltar pra casa e bater uma pensando naquelas fotos.
Fechei tudo que tinha aberto e voltei pra sala me sentar na frente da TV, como se nada tivesse acontecido. Logo em seguida ouvi a água fechar e ele saiu, sem camisa e com uns shorts da Argentina. Mal quis olhar pra ele porque não queria ficar besta; meu plano era tomar banho e já voltar pra casa, antes de fazer Um papelão. Não tinha nenhum indício de que o Matu gostasse de homens, além de uma vez ter passado a mão na minha cintura, pouquíssima "evidência". Tomei um banho frio pra baixar o tesão, mas tava difícil. Nisso, o Matu bate na porta e abre.
- Matu: Ei, vou deixar umas roupas pra você, assim não usa as sujas.
- Eu: Ah, beleza, manda ver.
Rápido como abriu a porta, ele saiu. Isso também me pareceu um indício de que ele não tava afim, então relaxei e tomei banho mais de boa, sem pressa, e saí. Coloquei uma cueca boxer e um short que ele deixou ali perto, e uma regata. Quando saí, ele tava na sala, tinha trazido gelo pra coca. Notei que ele tava com um short diferente, azul claro, mais solto no corpo mas ao mesmo tempo marcando mais o volume. De novo, tive que evitar olhar pra ele pra conseguir falar.
- Matu: Vamos ver o último de Game of Thrones? – a gente tinha falado no carro que não tinha visto o episódio mais recente de GOT.
- Eu: É... eu já tava indo embora.
- Matu: Fica mais um pouco, vai.
Olhei as horas e ainda tinha tempo livre, já tinha falado pros meus pais que ia jogar futebol e passar um tempão fora. Aceitei e sentamos no sofá na frente da TV. Sentei primeiro de um lado, e ele passou na minha frente, entre minhas pernas e a mesinha de centro, com o volume bem marcado na altura dos meus olhos. Não tirei o olho de lá um segundo, imaginava a rola das fotos balançando de um lado pro outro, roçando aquele tecido. Nem quis ver se ele tinha me pego olhando, fingi distração. O Matu sentou e soltou um suspiro como se tivesse cansado, esticando bem as pernas, encostando uma na minha, enquanto passava o braço por cima do sofá, por cima da minha cabeça. Não sabia se eu tava muito molenga ou se ele tava me provocando de propósito. A tatuagem gigante dele tava do meu lado, aproveitei pra falar dela e poder olhar com motivo.
- Eu: Tatuagem foda, tá muito da hora.
- Matu: Sim, né? Deu trabalho porque é comprida, também doeu pra caralho haha, mas por Sorte que ficou bom.
- Eu: Sim, muito bom. Quantos você tem?
- Matu: Tenho 9 – ele para e me mostra um por um, a maioria pequenos, exceto o comprido e outro na panturrilha.
Eu olhava tentando parecer normal, sem coragem de tocar em nenhuma tatuagem dele, mesmo querendo saber como era a sensação da pele marcada. Quando terminou, sentou do meu lado, dessa vez passando o braço no meu pescoço, e logo deu play no episódio. Não reagi ao sentir o braço dele, continuei como estava. Pensava que talvez isso começasse a parecer um plano de sedução: o short diferente que marca um volume do caralho? Ele me mostrar o corpo do nada? Passar o braço? Tava muito excitado e isso podia nublar meu julgamento, talvez ele estivesse sendo totalmente normal, mas eu tinha que me ajeitar pra não aparecer minha piroca dura.
Sentia que tava fumegando, tava com as duas pernas em cima do sofá numa pose estranha que também me obrigava a me apoiar bem no braço dele. Sentia o coração batendo forte no peito, olhava a TV sem prestar atenção nenhuma. Depois de dez minutos, deu sede e me inclinei na mesinha pra pegar meu copo. Quando voltei a me ajeitar, por causa da inclinação, sem querer caí mais em cima do corpo dele, mais inclinado pra ele. Tentei me afastar, mas ele fez um movimento com o braço pra me deixar recair sobre ele. Tava praticamente deitado no ombro dele, sobre o braço. Não quis me mexer, com medo ao mesmo tempo de rejeitá-lo ou ser rejeitado. A mão dele, que antes tava na altura do meu ombro, agora quase na minha cintura, e começou a me acariciar.
Não podia acreditar, meu corpo tava prestes a explodir, tava com a piroca muito dura e muito nervoso, não me sentia seguro ainda pra aceitar o que tava rolando, mesmo que tivesse voando de tesão.
- Matu: Você tá bem?
Eu só assenti, olhando a TV. Não tinha coragem de olhar pra ele. Deixei passar uns segundos e aí criei coragem, virei a cabeça e vi que ele tava me olhando. Olhei nos olhos dele, nos lábios, de novo nos olhos, e me aproximei. beijá-lo; Matu, por sorte, também se aproximou. A gente se beijou devagar e fundo. Não era brusco como Martín, que dominava. Matu acariciava minha língua, firme mas gentil. Me encostei mais nele e continuei nos beijando, comecei a acariciar o pescoço e o peito dele. A mão dele chegava na minha cintura, sentia que ele não queria ir além daquilo. Morria de vontade que ele me tocasse, me sentia tesuda daquele jeito especial que não sentia há muito tempo. Dava pra perceber que ele tava me deixando tomar a iniciativa, mas eu queria que ele me pegasse, ser a putinha dele como tinha sido com Martín. Então peguei a mão dele e coloquei por baixo da minha roupa, na minha bunda, e continuei beijando ele. Ele se jogou em cima de mim, apertando minhas nádegas com força mas com cuidado. Eu soltei um suspiro. Vi que o short dele tava uma barraca enorme, e soltei um espanto em voz alta.
- Eu: Uau...
- Matu: O que foi?
- Eu: Isso aí? - falei num tom inocente.
- Matu: Você me deixa duro...
Me joguei pra beijar ele de novo. Não queria deixar esse momento passar.
- Eu: Posso tocar?
- Matu: Se você quiser...
Desci minha mão e coloquei no tecido fino do short dele. Dava pra sentir já bem dura. Nós dois juntos abaixamos o short: aquela rola preta deu um pulo quando passou do elástico, e ficou apontando pro teto. Soltei um suspiro como se tivesse perdido todo o ar, Matu sorriu. Não devia ser a primeira vez que uma putinha se espantava com a pica dele. Ali estava, depois de tanto tempo, na frente de uma rola, dessa vez de outro macho. Estendi meu braço e comecei a bater uma punheta devagar, olhando na cara dele, mordendo o lábio. Matu tava com olhar de predador, igual tinha visto naquela vez no campo. Ele desceu a mão mais pro meu cu e começou a apertar com força e a puxar minha roupa pra baixo. Eu não aguentei a tentação e me inclinei: morria de vontade de chupar aquela rola. Sem sair do sofá, me ajeitei e comecei a chupar aquele ferro preto. Passei a língua, deixando minha saliva escorrer pela cabeça, espalhei um pouco com a mão enquanto batia uma punheta. e me abaixei pra enfiar ela na boca. Fazia tempo que não abria tanto a boca, nas primeiras vezes até custava pra passar a cabeça dela, mas aos poucos fui melhorando. Não sabia o quanto sentia falta de ter a boca cheia de pica até aquele momento, a textura, o gosto, o cheiro, a submissão de estar rendido diante de uma rola. Aquela pica era uma delícia, me sentia como se tivesse achado água no deserto, tava satisfazendo um desejo que percebi que tinha há tempos.
Escutava o Matu suspirar e mais me animava chupando a pica dele. A curva que ela tinha deixava mais fácil de chupar naquela posição, mas mal chegava na metade, era muito grande, mas mesmo assim me esforçava pra enfiar o máximo que dava.
- Matu: Como você chupa bem.
- Eu: Cê gosta? - mal tirei a pica dele da boca e já enfiei de novo.
- Matu: Adoro...
Enquanto chupava, ele acariciava minha bunda. Quando deu um tapa leve, eu gemi pra ele saber que tava gostando, e ele fez de novo, um pouco mais forte. Meus gemidos abafavam na pica dele que tava no fundo da garganta. Comecei a acariciar as bolas dele e bater uma. A pica tava duríssima, não acreditava que tava ali, fazendo aquilo. Matu era muito gato pra mim, o corpo era uma delícia, muito atraente, bem másculo, tatuado, com brincos, mais velho, mais experiente, e eu ali, desesperado pela pica dele.
De repente, Matu me fez levantar, pensei que tinha machucado com os dentes ou algo assim, mas ele começou a me beijar pra caralho, mais forte que antes, mais quente. Quase sem esforço, me moveu e eu passei minha perna pra ficarmos de frente, cara a cara no sofá, eu em cima dele, com a pica molhada da minha saliva apontando pra minha bunda, que tava pedindo pica aos berros. Me mexi pra esfregar a pica dele na minha bunda, me sentia sem controle. Enconstava ela até pressionar meu cu e mexia pra deixar ele louco. Ele me segurou pelo cabelo com cuidado e ficamos a poucos centímetros um do outro, frente a frente, boca a boca.
- Matu: Que lindo promíscuo que você é...
- Eu: Por que você tá me chamando de promíscuo? - com a voz mais afeminada e de mocinha que consegui fazer.
Passei minha mão pelas minhas costas e peguei no pau dele, apontando de novo pro meu cu. Gemi alto quando o contato pele com pele aconteceu.
- Matu: Porque você tá morrendo de vontade de levar uma fodida, não é? - ele começou a morder minha orelha, e com o roçar do pau dele na minha bunda, eu tava pirando de tesão.
- Eu: Sim, sim, quero...
- Matu: Vem, vamos pro quarto.
Peguei minha roupa e fomos pro quarto dele. Era bem grande, paredes brancas, perto da porta o computador dele, e encostada na parede do fundo uma cama grande, mesinhas de cabeceira dos lados, um armário grande na outra parede e um ventilador. As janelas com cortinas roxas davam pra esquina da rua, numa varanda muito bonita cheia de plantas. Assim que entrei, antes mesmo de fechar a porta, ele veio pra cima de mim me beijando. Fechou a porta com um tranco usando a perna enquanto me levava pra cama, o tempo todo me segurando pela bunda. Meus braços estavam enroscados no pescoço dele enquanto ele me arrastava pra cama. A língua dele na minha boca, as mãos dele nas minhas nádegas e a piroca grossa dele batendo no meu pintinho duro tava me deixando louco. Me sentia num sonho, seduzido por esse machinho tatuado e pirocudo. Assim que chegamos na cama, ele me fez virar, ficando de costas pra ele. Empurrou meu tronco e fiquei com a bunda pra fora na beirada da cama. Ele se ajoelhou, ficando de frente pra minha bunda.
- Matu: Uff, que bunda gostosa...
Senti a língua dele se movendo no meu cu e comecei a gemer como se fosse a primeira vez, sentia que tava redescobrindo algo perdido, era muito prazer. Sentia minha voz afeminada, minhas mãos se agarrando nos lençóis, a língua dele fazendo círculos e dilatando minha bunda. Sentia que ia ter um novo dono, outro pau ia abrir meu cu, não via a hora. Fiquei com o peito deitado no colchão e os pés no chão, Matu me lambia sem parar, segurando minha bunda com força com as dois manos. Meu pau duro roçava no colchão no ritmo que meu corpo se mexia involuntariamente. Não aguentava mais, minhas pernas tremiam demais. Bem quando ia falar pro Matu que não dava mais, ele se levanta e me empurra pra cama. Subo e vou de quatro pro meio da cama enquanto vejo ele ir no armário e pegar o que na hora achei que era um vibrador estranho, e hoje sei que chama estimulador de próstata. Ele se vira, vejo o pauzão todo duro enquanto pega um gel lubrificante na mesinha de cabeceira, e vejo que tem uma caixa de camisinha grande, não sei quantas eram, mas só tinha umas metades. Me excitou a ideia de ser mais uma das vagabundas ou putinhos que ele comia, ia ser minha primeira vez transando com alguém experiente, queria que me fizesse ver estrelas. Enquanto ele tirava uma camisinha e tentava abrir, me aproximei engatinhando até a borda da cama e comecei a chupar o pau dele de novo.
- Matu: Como você gosta do pau, cara...
Do jeito que deu, fiz contato visual e concordei, sem tirar o pau dele da boca.
- Matu: Você faz muito bem... Chupou muitos paus?
- Eu: Nãão... só um - respondi tirando o pau dele dos meus lábios rapidinho.
- Matu: Ah, que bom... mas dá pra ver que você gosta. - Me fez rir um pouco.
- Eu: Sim, fazia tempo que não fazia.
- Matu: Uf, que putinho gostoso... E essa bunda? Já usou? - ele disse me apertando a bunda com força.
- Eu: Sim, mas bem pouco, e faz tempo também.
- Matu: Ah, que bom... vou tratar ela bem... - deu um tapinha suave e deixei escapar outro gemido - Que putinho gostoso. Vem, traz essa bunda pra cá.
Assim que ele mandou, me virei, a voz de comando dele me excitou. Senti que ele gostava que eu não fosse virgem kkk, senti que o último resquício de "culpa", digamos, pela diferença de idade, ele tirou ali. Deixei meu corpo cair, só apoiado nos joelhos; ficava perfeito na altura do pau dele. Ele passou lubrificante na minha bunda, colocou a camisinha no o vibrador e foi enfiando devagar. Era fininho na ponta e ia ficando gradualmente mais largo, mais grosso; Matu brincava com aquilo na minha bunda enquanto eu, aos poucos, sentia ele entrando em mim. Era estranho, não era tão confortável quanto eu pensei que seria, embora não me desagradasse. Mas essa sensação mudou quando Matu ligou a vibração; me pegou de surpresa e eu soltei um gritinho. Matu lentamente enfiava e tirava vibrando, e agora eu mal conseguia lidar com a sensação, aquilo vibrava e me fazia vibrar também, era uma loucura.
- Matu: Tá gostando, gostoso?
- Eu: Sim! Sim!
- Matu: Que putinho lindo...
Ele foi enfiando o vibrador até encostar no fundo, tava tudo dentro, vibrando dentro do meu corpo. Por sorte não tinha ninguém em casa, porque eu tava gemendo alto. Matu começou a tirar e enfiar de novo, sentia uma sensação gostosa na minha bunda que se abria cada vez mais. Ele ficou assim um tempinho até deixar tudo lá dentro, colocou as duas mãos no meu corpo e me virou, ficando de frente pra ele ainda de quatro. Se abaixou e me beijou forte, eu mal conseguia controlar meu corpo, gemia e vibrava enquanto beijava ele. Ele segurou minha cara com força com uma das mãos ásperas, com a outra pegou minha mão e levou até o pau dele, que ainda tava duro como pedra. Comecei a bater uma pra ele.
- Matu: Que putinho divino que você é. Quer que eu coma seu cu, putinho?
- Eu, gaguejando como dava: Si-i-im, quero-o... me come-ee...
Matu esticou o braço por cima de mim, enfiou e tirou o vibrador mais algumas vezes até tirar ele de vez. Eu desabei, ainda com o corpo vibrando, olhava pro Matu que tava colocando uma camisinha. Pensei que ele ia querer que eu voltasse de quatro, mas ele me mandou deitar de barriga pra cima; levantou minhas pernas até os ombros dele e ficou por cima de mim. Senti a cabeça do pau dele batendo na minha bunda. Com uma mão, ele segurou o pau e foi fazendo pressão no meu cu. Eu me sentia dominado pelo Matu, ele me colocou numa posição que eu não conseguia me mexer, mesmo que Queria, só conseguia ver ele, os lábios dele, o piercing no nariz, a barba por fazer, enquanto sentia aquela cabeça enorme abrindo caminho na minha buceta dilatada. Escapei um grito forte quando a cabeça entrou.
- Matu: Shh, calma.
Ele começou a beijar meu pescoço enquanto eu me acostumava com a cabeça grossa dele dentro da minha buceta. Aos poucos, ele começou a se mover, enfiando cada vez mais um pouco. O dilatador tinha funcionado, não sentia quase nada de dor, estava adorando como ele me abria. Sentia que estava sonhando, esse cara mais gostoso, bonitão, todo estiloso, e ainda por cima pauzudo, que eu curtia, estava me comendo, estava enfiando o pau dele na minha buceta. Me sentia muito puta, sendo comido por um conhecido, sem rodeios, quase sem cantada, na primeira oportunidade dei a buceta sem questionar nada sobre quem ficaria sabendo ou o que aconteceria; estava me entregando de corpo e alma por pura tesão por esse cara. Queria que ele enchesse meu cu com o pau dele e ele estava fazendo isso, desejava ser a puta dele sem restrições, totalmente a puta dele, que usasse minha buceta e minha boca como quisesse.
- Eu: Ai, ai, sim...
- Matu: Que putinho lindo você é.
- Eu: Ah! Ai, obrigado...
Matu continuou empurrando e eu continuei gemendo, cada vez entrava mais, era muito.
- Matu: Quer tudo, promíscuo?
- Eu: Ai! Sim! Me dá tudo.
Vi Matu morder o lábio e empurrar a pélvis em minha direção. Deixei escapar outro grito forte quando senti os poucos pelos pubianos dele batendo no meu corpo. Tinha aquele pau preto e grosso todo enfiado na minha buceta até o fundo, finalmente. Estava tão feliz e sentindo tanto prazer que não conseguia fazer nada, só gemer, suspirar, não conseguia nem manter os olhos abertos, eram sensações lindas demais ao mesmo tempo. Fechava os olhos e me sentia completamente preenchido. Lembrava de enfiar coisas na buceta, mas nunca tinha sentido algo assim. Sentia meu sangue ferver, me agarrei como pude no pescoço dele para não desmaiar. Matu começou a se mexer e achei que ia explodir, estava de pau mole mas me sentindo perto de gozar. Levei minhas Mãos nas minhas costas e eu reagi arranhando ele um pouco com minhas unhas, queria sentir bem o corpo dele e me sentir bem feminina pra ele. Isso pareceu que ele gostou, porque começou a aumentar o ritmo da foda. Eu gemia forte cada vez que a pica dele chegava no fundo de mim. Por sorte tinha música pra não me ouvirem pela casa toda. Dava pra sentir as bolas dele batendo na minha bunda, eu tava sendo muito comida e amava, aí eu soube que nunca mais ia deixar passar tanto tempo sem levar uma pirocada, era bom demais me sentir assim, com tanto prazer, tão cheia, tão completa, tão puta. Não sei o que tava rolando, se era por causa da tesão toda, pelo ritmo da foda dele, pela curvatura do pau dele, mas tava pegando um formigamento que vinha de dentro de mim que eu não conseguia parar. Comecei a gemer mais alto, não sabia o que tava acontecendo comigo. Queria falar pra ele parar, mas não conseguia falar. Me soltei do corpo dele e com uma mão tampei a boca e comecei a me tocar no pau enquanto ele continuava me comendo. Tava mole, mas do jeito que tava, assim que toquei, em dois minutos comecei a gozar. Eu gritava, quase chorando, do prazer que sentia, de como as paredes da minha buceta abraçavam o pau dele que continuava entrando e saindo, virava a cabeça pros dois lados, não conseguia me controlar. O Matu continuou me comendo forte enquanto eu gozava e gemia soluçando, foram uns segundos intensos em que eu não sabia se tava morrendo de prazer. Quando meu orgasmo acabou, ele foi desacelerando aos poucos até deixar a pica toda enfiada em mim. Eu tinha tampado o rosto de vergonha, tava respirando ofegante, não aguentava mais. A mente foi clareando e senti um pouco de culpa, não tinham passado nem 10 minutos, me senti muito precoce, muito inexperiente.
- Eu: Desculpa, gozei muito rápido.
- Matu: Haha, não importa, gosto de saber que você gostou.
Ficamos nos olhando nos olhos. Ele abaixou a cabeça até a minha altura e a gente se beijou um pouco até ouvir umas chaves na porta de casa.
- Matu: Calma, é um dos Os caras, com certeza é o Juani.
Esse Juani perguntou gritando se rolava pedir pizza mais tarde. O Matu, ainda dentro de mim, do lado do meu rosto, respondeu que sim, que é dentro. A gente riu em cumplicidade sabendo que o cara não fazia ideia do que tava rolando. A gente se beijou de novo um pouco até eu pedir pra ele abaixar as pernas. Ele saiu devagar de dentro de mim. Até não sair completamente, eu não conseguia acreditar como eu tinha aberto com aquela porra tão grossa, sentia o lubrificante escorrendo. Ele pegou um pouco de papel e a gente se limpou, meu gozo dos dois. O Matu foi pelado até o computador pra trocar a música. Não tava duro, mas ainda tava com o pau duro. Eu me aproximei dele.
- Eu: Quer sentar? - saiu minha voz meio afeminada sem querer.
- Matu: Pra quê?
- Eu: Você ainda não gozou. Tenho que te compensar.
O Matu riu e sentou. Levantei o pau dele e fui beijando as coxas dele, até chegar nos ovos. Enfiava eles na boca, lambia, saboreava. O Matu suspirou. Estiquei a língua e lambi desde a base por todo o comprimento do tronco até chegar na cabeça. Deixei cair um pouco de saliva e fui espalhando com a mão e com a língua. Passei a língua de novo, ouvi outro suspiro do Matu, e quando cheguei na cabeça, enfiei na boca. Comecei a rebolar no pau dele, enfiava e tirava. A porra dele agora sim já tava bem dura, as duas veias grandes saltavam naquele tronco preto. Enfiava até o fundo, aguentava uns segundos, o máximo que dava, e tirava pra tentar de novo, cada vez mais rápido e cada vez um pouquinho mais fundo. Repeti isso várias vezes até que uma tosse me invadiu e fez eu encher o pau dele inteiro de baba. Comecei a bater uma com as duas mãos e ainda não dava pra cobrir o pau dele todo.
- Matu: Isso, promíscua, vai, continua...
Continuei batendo uma e enfiei de novo na boca, enfiei só a cabeça e lambia, enquanto com as duas mãos continuava batendo uma. E de golpe, não senti, o Matu separou minha cabeça da porra dele e começou a gozar. Os jatos de porra dele encheram minha cara. Deixei a boca aberta de propósito, querendo provar o leite dele, e entrou uma boa quantidade. Foram muitos jatos, fiquei com porra nas bochechas, na boca, no nariz, na testa e até nas sobrancelhas. Umas últimas gotas ainda estavam no pau dele, me aproximei e chupei por mais uns segundos pra tirar toda a porra. O Matu terminou de suspirar e ficou exausto, reclinado na cadeira, sorrindo com os olhos quase fechados. Eu continuava de joelhos, agora apoiado na coxa dele. Pensava comigo mesmo, olhando o corpo gostoso daquele cara: "Que homem acabou de me comer, e eu acabei de desleitar ele. Inacreditável". Nisso, ouvi a voz do roommate dele.
- Juani: Ei, Matu, sabe onde tá...? — ele disse enquanto abria a porta.
Virei a cabeça e vi ele, fizemos contato visual. Da porta, ele tinha uma vista perfeita da minha bunda, com certeza dava pra ver o brilho do lubrificante ainda, e ainda por cima eu olhava pra ele com a cara toda melada de porra, com o pau do amigo do lado do meu rosto.
- Matu: Ô! Fecha, porra.
O cara fechou a porta na hora. Devem ter sido só três segundos que ele me olhou de cima a baixo, mas me deu muita vergonha. Levantei de um pulo e fui pegar papel, comecei a tirar o sêmen do rosto enquanto falava, morrendo de medo.
- Eu: Ai, não, que vergonha.
- Matu: Haha, calma, não tem problema.
- Eu: Não, não, ninguém sabe que eu...
- Matu: Ah, beleza, tudo bem, não tem problema. Eu não falo nada, e o Juani é gay, então também não julga, haha.
- Eu: Sério?
- Matu: Sim, fica tranquilo, vem cá.
O Matu se aproximou de mim e me deu um beijo. Eu tinha ficado muito angustiado de repente, mas ele me fez sentir seguro na hora. Me fez sentar na perna dele e me apoiei nele.
- Matu: Tá tudo bem, não esquenta.
- Eu: Haha, beleza... mas ai, ele me viu inteiro! Haha
- Matu: Haha, relaxa, ele só deve estar com inveja do docinho que eu tô comendo.
Eu ri um pouco e o Matu me abraçou, isso me tirou da O medo sumiu e me senti excitado de novo.
Me vesti, queria criar coragem pra sair do quarto e ir ao banheiro, por sorte não cruzei com o roommate haha. Lavei o rosto, a barriga e a bunda. Me sentia estranho, como se tivesse andando diferente haha, mas não por causa de dor, parecia mais um andar feliz por um sonho realizado, me sentia muito leve ao caminhar. Voltei pro quarto, o Matu já tinha colocado um shorts. Ficamos conversando um tempo. Ele me contou que era bissexual, que era muito liberal, já tinha tido uma namorada e um namorado e que agora tava solteiro. Eu contei um pouco de mim, que não sabia bem onde me encaixava, que era bissexual mas gostava de pouquíssimos caras, só ele e o Martín (que não mencionei pelo nome). Ele me perguntou se eu queria ficar pra comer, falei que não porque tava ficando tarde, e ele se ofereceu pra eu dormir lá. Perguntei se ele tinha certeza e ele disse que sim. Mandei mensagem pra um amigo pra ver se ele podia me dar um help (falei que tava saindo com uma mina haha), e fui pra varanda falar com meus pais, pra perguntar se podia dormir na casa de um amigo. Por sorte, eles deixaram.
Fiquei muito feliz em saber que esse machinho ia continuar me comendo a noite toda.
PRIMEIRA METADE PRA POSTAR
Comemos na sala eu, o Matu e o Juani. O Juani era maneiro, muito brincalhão, fazia um monte de piadas de duplo sentido e me olhava muito, mas não me incomodava nada, me fazia rir. Era muito alto, cabelo um pouco comprido e cacheado, uma barriguinha, tinha uma risada contagiante, era bonito mas num estilo diferente do Matu, que era bem machão. O Juani conquistava mais pelo papo, por fazer rir, tinha um certo carisma. Terminamos de comer e o Matu lembrou do episódio de GOT.
- Matu: A gente não terminou de ver o episódio, podemos ver agora.
- Juani: O que aconteceu que vocês não terminaram de ver? - falou se fazendo de engraçado.
Eu e o Matu rimos e não falamos nada. Só olhei pro Juani e passei a língua nos lábios. Rimos os três.
- Juani: Ah, Que delícia. Quem me dera...
- Matu: Haha, não é minha culpa.
Matu se aproximou de mim e me beijou. Me surpreendeu. Todos os meus beijos com homens tinham sido escondidos, essa era a primeira vez na frente de alguém, não esperava. Fiquei com as mãos no ar sentindo o beijo suave que esse bombom tatuado estava me dando. Fui baixando as mãos e respondendo mais ao beijo enquanto os segundos passavam, até que Matu se afastou, acariciando minha bochecha.
- Juani: Ei, não come na frente dos famintos.
Fiquei muito vermelho e ri.
- Juani: Ficou vermelho, coitadinho.
- Eu: Haha, chega.
- Matu: Haha, é só um beijo, não precisa esconder.
Ele se aproximou de novo e nos beijamos outra vez. Dessa vez tive mais iniciativa, procurava a língua dele, queria que roçasse na minha mais forte. Acariciei o rosto e o pescoço dele, cheguei até os peitorais e deixei a mão ali. Quando nos separamos, soltei um suspiro, rimos os três. Já me sentia à vontade. Eles levaram as caixas de pizza vazias para a cozinha; quando saíram, fui para o banheiro, que ficava no meio do caminho da cozinha. Ouvi eles falando de mim.
- Juani: O cara é gostoso, hein. Onde você arrumou?
- Matu: Haha, não estava planejado, surgiu do nada.
- Juani: Mano, o que eu vi... foda, hein. Ainda bem que hoje eu saio, não quero ouvir vocês transando, vou ficar louco.
Ouvi Matu rindo, e eu também ri de longe, me senti muito lisonjeado pelos comentários. Dois homens falando que eu era gostoso, uau. Voltei com Matu para a sala, terminamos de ver o episódio de GOT, no meio Juani se despediu e foi embora. O outro roommate passava o fim de semana com a namorada, então a casa era nossa. Matu tomava uma cerveja e estava terminando de bolar um baseado; eu já tinha experimentado, mas não queria naquele momento. Ele tinha uma mão ocupada com o baseado e olhava a série, comecei a acariciar a perna dele, na altura da coxa. Aos poucos me aproximava da pélvis dele; notei que o pau dele já estava acordando. Nos olhamos e eu... Me aproximei pra beijar ele, mas ele se desviou pra soltar a fumaça.
- Eu: O baseado bate mais se você passar ele na boca?
- Matu: Sei lá, quer testar?
Aceitei, ele tragou e eu me joguei na boca dele. Fizemos isso umas duas ou três vezes, até eu deixar ele fumar de boa. Mesmo assim, algo tinha me pegado, porque sentia a boca mais seca, mas bem pouco. A gente só tinha o brilho da TV iluminando; me afastei um pouco pra olhar ele. Esse cara me excitava pra caralho, não sei o que tinha, era algo magnético. Curtia muito o corpo dele, as tatuagens, a atitude, mas também tava me tratando super bem, não podia reclamar, tava sendo muito amigo e muito fofo. Passei a mão na perna dele de novo, mas logo fui pro volume. Percebi com surpresa e alegria que tava bem dura, quase no talo. Ele deve ter visto minha cara, porque perguntou:
- Matu: Cê gosta de me deixar duro?
- Eu: Haha... sim, gosto. Posso tirar sua calça?
- Matu: Tira.
Me ajoelhei no chão e ele levantou o corpo um pouco enquanto eu tirava a calça e a cueca, apoiei elas no chão pra não machucar meus joelhos. A rola preta e grossa dele, meio dura, descansava na coxa, mal iluminada pela TV parecia ainda mais carnuda. Comecei a acariciar ela.
- Matu: Pensei que você não curtia, uma vez te toquei um pouco e você saiu correndo.
- Eu: Haha sim, sei, é que não esperava. Mas é, desde aquele dia, tipo... você ficou na minha cabeça.
- Matu: Chegamos aqui e notei que você me olhava muito, pensei "bom, se rolar, rola".
- Eu: Haha como não olhar, se você é todo gostoso...
Peguei a rola dele, já totalmente dura, e comecei a masturbar. Olhar de baixo pra esse machinho fumar baseado e tomar cerveja enquanto eu batia uma pra esse pauzão me excitava pra caralho. Me aproximei da cabeça da rola dele e deixei cair saliva pra masturbar melhor. Matu me olhava com um tesão do caralho.
- Matu: Quero que você chupe minhas bolas.
Sorri e na hora aproximei meu rosto das duas bolas grandes que pendiam. no sofá. Comecei a lamber e beijar as bolas dele. Ele passou uma mão e segurou elas.
- Matu: Abre bem.
Abri a boca e comecei a saborear as bolas dele, fazendo gargarejo enquanto o pau dele batia no meu nariz e na minha testa. Continuei até ele separar minha cabeça das bolas e levar minha boca pro pau dele. Ele fez eu engolir até o fundo e depois começou a me fazer subir e descer no pau dele. Ele controlava o ritmo do boquete usando minha cabeça, eu só conseguia manter a boca aberta e soltar sons abafados no pau dele. Ele tava entrando no papel de macho dominante e eu amava. Não era brusco, não me fazia engasgar tanto com o pau dele, sabia até onde eu aguentava e não me forçava além disso. Não sei se quem tava ficando mais excitada era eu ou ele com o boquete. Sentia como se ele me levasse numa coleira, dominado pela força masculina dele, como se ele tivesse me ensinando a satisfazer um homem. Bem quando minha mandíbula tava cansando, ele tirou minha cabeça da pica dele. Um fio enorme de baba se esticava entre minha boca e aquela cabeça roxa deliciosa.
- Matu: Vamos pro quarto?
Eu concordei, ainda com a baba pendurada. Levantei e ele me beijou um tempo enquanto tirava minha roupa. Sentia as mãos de homem apertando minha bunda macia e me sentia possuída. Ele me pegou pela mão e caminhamos rápido até o quarto dele. Dessa vez ele trancou a porta com uma trava e me levou pra cama. Mandou eu ficar de quatro, mas paralela à parte comprida da cama, e pegou o brinquedo. Colocou outra camisinha e depois lubrificante na minha bunda. Sentir os dedos dele me deu um choque elétrico. Ele começou a meter o brinquedo, de uma vez entrou até a metade, e depois foi enfiando e tirando aos poucos. Não demorou muito até ele enfiar tudo e ligar a vibração. De novo comecei a gemer, quase como um choramingo, pela sensação daquele objeto vibrando na minha bunda. Matu se aproximou do meu rosto e ficou com o pau dele apontado pra mim enquanto com o braço esticado mexia o brinquedo. Estendi minha mão e comecei a fazer a masturbação; tava duríssimo, parecia uma pedra. Não dava mais pra esperar, queria que ele me comesse logo.
- Eu: Ai!... Matu... quero você dentro de mim. – acabei falando.
- Matu: Sim, putinha linda, aí vai.
Ele me virou pra deixar minha buceta pra fora. Ouvi o som de abrir uma camisinha e dois segundos depois ele tirou o brinquedo. Assim que encaixou, enfiou meio pau de uma vez, sem esforço. Nunca tinha sentido entrar tão fácil. Gemi alto com aquela estocada que me surpreendeu, não achei que ia entrar metade daquela piroca grossa de uma vez, mas amei, me fez sentir muito puta, com o cu aberto. Matu colocou as mãos na minha cintura e começou a bombar, nem muito devagar nem muito rápido. A piroca dele me abria com tanta facilidade, não acreditei. Relaxei e curti como esse cara de pau grande me comia o cu. Quando ele enfiou até o fundo, gritei bem agudo de prazer.
- Matu: Tá gostando, putinha?
- Eu: Sim! Tô amando!
- Matu: Que putinha boa você é, hein. Não esperava.
- Eu: Ah! Sim, sou bem puta, por você sou bem puta, Matu.
Minhas palavras incentivaram ele, porque começou a meter mais forte. Não acreditava no que tava rolando, tinha encontrado outro macho de pau grande que me arrombava o cu lindamente e me dominava do jeito que eu queria. Ninguém fazia ideia do viado que eu era, de como deixava um macho vários anos mais velho me comer, de como entreguei o cu fácil porque ele era um macho e eu uma putinha e precisava satisfazer ele. E também, verdade, porque precisava de pau. Não sabia o quanto precisava até aquele momento. Tava superando um limite de prazer que não achava que podia. Curtia pra caralho que esse cara moreno e tatuado tava me arrombando o cu.
Ele continuou metendo forte até enfiar tudo e ficar parado, respirando pesado. Depois começou a me mexer, pelas minhas cadeiras, pra eu quicar no corpo dele, fazendo eu enterrar o pau inteiro. Deus, como era bom. Eu tava com a cara contra o colchão, sucumbindo àquela foda que eu tava levando, sentia muito prazer, um calor interno infernal.
- Eu: Ai! Ai, Deus...
Matu me deu um tapa, bem de leve.
- Eu: Aia...
- Matu: Tá gostando?
- Eu: Mmm... sim.
Matu começou a bater mais forte, enquanto me comia devagar e fundo. Me deixava ardendo, me fazia gritar, mas alternando de uma nádega pra outra, me dando tempo de me recuperar. Sem dúvida esse cara sabia foder, tava me deixando mole, tudo que ele fazia me encantava. Ele parou com os tapas pra voltar a me comer rápido. Os aplausos da minha bunda com o corpo dele enchiam o quarto, se misturavam com o eco dos meus gemidos. As estocadas dele iam me empurrando na cama. Matu me deixou cair no colchão, ainda com o pau enfiado na minha bunda. Com o corpo dele por cima do meu, continuou se movendo, agora um pouco mais devagar, e falou com a boca colada no meu ouvido.
- Matu: Adoro como você geme.
Não conseguia responder, só aguentava as pirocadas dele gemendo. Ele começou a meter devagar de novo: tirava o pau até a cabeça e enfiava centímetro por centímetro. Meus gemidos aumentavam conforme mais do pau dele me penetrava. Repetiu isso várias vezes, me fazendo sentir ele inteiro. Eu tava com os olhos virados de tanto prazer.
- Matu: Que apertadinha que é sua bunda, cara. – ele dizia enquanto me penetrava. – Onde você quer a porra?
- Eu: Aaah... onde você quiser.
Ele acelerou o ritmo de novo, eu senti as bolas dele batendo na minha bunda de novo, até que ele saiu de dentro de mim e tirou a camisinha.
- Matu: Traz essa boquinha pra cá.
Virei como pude, ainda com o corpo tendo espasmos involuntários, e Matu aproximou o pau da minha cara. Ele bateu uma por uns segundos e, me segurando pela nuca, enfiou meio pau na minha boca. Uns segundos depois, jatos de porra encheram minha boca. Matu gemia e suspirava de olhos fechados enquanto o sêmen dele se acumulava na minha língua e no fundo da minha garganta. Eu engolia a porra dele olhando praquele homem lindo e másculo se esvaziando na minha boca. Quando ele me soltou a última gota dele, se jogou de costas na cama, sorrindo e com cara de cansado. Me aproximei dele e me apoiei no braço esticado dele. Eu também tava sorrindo e cansado.
- Eu: Ai... que transa que você me deu.
- Matu: Haha, você gostou?
- Eu: Sim, muito.
Ficamos em silêncio e respirando fundo por um tempo. Quase sem forças, fui no banheiro me limpar um pouco. Quando voltei, o Matu já tava praticamente dormindo. Deitei do lado dele, nós dois pelados, e me entreguei ao sono.
Sabia que no dia seguinte ele ia continuar me comendo e eu precisava descansar.
Um tempo depois de pensar nisso, do nada, tive uma situação com outro homem que me esquentou.
Conheci ele num campinho de futebol society, jogando bola; era amigo de uns amigos, eu gostava dele, a gente conversava mais de futebol mesmo, mas tudo de boa, sem nenhuma vibe de outro lado durante meses. Até que um dia, jogando uma partida à noite, ele foi meu adversário, eu era atacante, ele zagueiro, pela primeira vez roçava meu corpo no dele e senti algo, tipo uma faísca. Ele, Matias, mas chamavam de Matu, era meio encorpado, duro, não muito definido nem muito largo de ombros, mas meio fibroso. Toda vez que eu segurava a bola, colocando o corpo e mostrando a bunda, o roçar do corpo dele me deixava nervoso, me desconcentrava. Sentia que ele me tocava demais, que se apoiava. E eu... Sentia que eu tava a fim dele, por isso ficava nervoso.
Quando o jogo acabou, ele tava perto de mim, passou o braço, me segurando pelo ombro, me parabenizava, falava que eu tinha jogado bem (embora eu ache que joguei bem mal haha), e eu respondia como dava. Sentia uma eletricidade que queria ignorar. Tava muito nervoso e quase dei um pulo quando senti a mão dele na minha cintura. Aí olhei nos olhos dele, meio confuso, como quem busca explicação. E vi ele me encarando fixo nos olhos. Custava, não entendia por que, mas mantive o olhar. Ele passou a mão como quem acaricia minha cintura e eu suspirei um pouco, de susto. Olhei pros nossos colegas pra ver se tavam nos olhando, ou se tinham me ouvido, mas tavam em outra. Me segurei e voltei a olhar pro Matu; ele ainda esfregava a mão na minha cintura e me encarava. Era tipo o olhar que o Martín fazia quando tava excitado, aquele olhar de predador, de desejo.
Foi tudo tão de repente que não sabia o que fazer, então não fiz nada haha. Não conseguia continuar olhando pra ele porque não conseguia falar, então olhando pro chão ou pra qualquer lado respondia o que ele me dizia, tentando não pensar na mão dele na minha cintura. Passaram uns minutos que pareceram uma eternidade até nossos colegas chamarem a gente. Partimos pro caminho mas ele ainda não tinha tirado a mão da minha cintura! Olhei pro Matu, que me encarou desafiador, e tive que desviar o olhar de novo. Tirei a mão dele com um mínimo de resistência. Olhei pra ele de novo e ele continuava me encarando. Não sabia o que fazer e me afastei dele o mais rápido que pude, muito confuso. Sentamos todos pra tomar uns gatorade, ele longe de mim por sorte, e voltei pra minha casa, com a cabeça a mil. Será que tava acontecendo de novo? Será que tava ficando excitado por outro homem? Não sabia o que fazer, com o Martín a situação rolou naturalmente, a gente passava tempo junto há anos, etc. Aqui, se rolasse algo, era com alguém que eu realmente não conhecia muito. Já tinha conversado com ele várias vezes, sabia algumas coisas da vida dele. mas nada. Todas aquelas dúvidas pareceram muito inúteis porque nas semanas seguintes continuei vendo o Matu nos jogos e não aconteceu nada. A gente conversava numa boa, mas nada parecido rolou de novo. Só que eu olhava pra ele diferente: ele sempre jogava de regata e agora eu reparava bem nos braços dele, magros mas definidos, com tatuagens na pele morena, bem bronzeada de trabalhar no sol. Ele tinha uma crista, era meio punk, usava brincos nas orelhas e no nariz, uma atitude de rebelde que dava todo o estilo. Ele tinha 22 anos, eu tinha feito seis a menos fazia poucos meses. Mas eu já era alto e ele parecia mais novo, a diferença de idade não era tão perceptível (acho).
Um dia me chamaram pra jogar num campinho diferente, outro bairro, bem longe do meu, cedo numa tarde de sábado. Matu também ia. Tudo normal, jogamos a partida, ficamos tomando umas cervejas, a maioria era da região, eu ia voltar sozinho até que Matu falou que me dava uma carona no carro dele. Aceitei e partimos, conversamos sobre o jogo e essas coisas. Ele me pergunta se eu tô ocupado, que a gente podia tomar uma coca na casa dele, jogar um PlayStation 4. Era cedo, então falei que sim, sem segundas intenções.
A casa era grande, moravam ele e mais dois caras, um amigo dele e o outro que alugava o quarto, tipo república. Chegamos, ele coloca música no computador dele com umas caixas de som que tinha no quarto enquanto a gente jogava PlayStation que tava ao lado na sala, tomando coca, morrendo de rir, zoando. Depois de uma hora, uma hora e pouco, ele fala que vai tomar um banho, e que se eu quiser depois também posso ir. Fiquei à toa na casa dele um tempo, fui pro quarto dele e sentei no computador. Ouvi a água do chuveiro caindo e me veio a imagem do Matu pelado com a água escorrendo pelo corpo dele. Me deu uma curiosidade danada de ver ele nu. Não era tão otário ou corajoso pra ir abrir a porta, era ousado demais, e ele só tinha dado em cima (talvez) uma vez e já tinha passado um tempão. Decidi que era mais fácil dar uma olhada no computador dele e ver fotos suas, mas só encontrava fotos do Instagram ou de eventos tipo aniversário. Comecei a fuçar mais e mais e encontrei uma pasta que estava como "oculta". Meu coração já batia rápido por estar mexendo onde não devia, mas ali acelerou ainda mais.
Pela miniatura já dava pra ver que, pelo menos, era algo pornô, fosse dele ou não. Entrei na pasta e sim, encontrei ouro: tinha um monte de fotos do Matu, algumas "safadinhas", sensuais, sem camisa e de cueca, ou sem cueca mas sem mostrar nada, e outras que ele tava totalmente nu, de pau duro, de baixo, de cima, de todos os ângulos e luzes. Quase tive um infarto. O barulho do chuveiro continuava, então me atrevi e comecei a ver as fotos: ele tinha pouco pelo no peito, uns abdominais muito bonitos, uma tatuagem que começava onde terminam as costelas e descia até a perna, passando bem perto da virilha. E tinha uma rola preta, uma linguiça grossa, com duas veias bem grandes, e curvada pra cima, numa cabeça roxa linda. Em algumas fotos ele só faz volume numa cueca estourada, em outras tá bem dura e brilhante. Não conseguia acreditar como aquilo me parecia lindo, eu precisava daquilo.
Comecei a ver foto após foto do Matu de pau duro, não podia acreditar, tava ficando com muito tesão, ele me parecia o homem definitivo, todo macho, meio malandro, rebelde, e com uma rola preta grossa e grande. Mas também sabia que ele tinha dado em cima de mim só uma vez e fazia um tempão. Eu podia estar morrendo de vontade, mas não ia dar em cima dele nem fudendo. Se algo rolasse, ia ser porque ele tomava a iniciativa, eu naquele momento só pensava em voltar pra casa e bater uma pensando naquelas fotos.
Fechei tudo que tinha aberto e voltei pra sala me sentar na frente da TV, como se nada tivesse acontecido. Logo em seguida ouvi a água fechar e ele saiu, sem camisa e com uns shorts da Argentina. Mal quis olhar pra ele porque não queria ficar besta; meu plano era tomar banho e já voltar pra casa, antes de fazer Um papelão. Não tinha nenhum indício de que o Matu gostasse de homens, além de uma vez ter passado a mão na minha cintura, pouquíssima "evidência". Tomei um banho frio pra baixar o tesão, mas tava difícil. Nisso, o Matu bate na porta e abre.
- Matu: Ei, vou deixar umas roupas pra você, assim não usa as sujas.
- Eu: Ah, beleza, manda ver.
Rápido como abriu a porta, ele saiu. Isso também me pareceu um indício de que ele não tava afim, então relaxei e tomei banho mais de boa, sem pressa, e saí. Coloquei uma cueca boxer e um short que ele deixou ali perto, e uma regata. Quando saí, ele tava na sala, tinha trazido gelo pra coca. Notei que ele tava com um short diferente, azul claro, mais solto no corpo mas ao mesmo tempo marcando mais o volume. De novo, tive que evitar olhar pra ele pra conseguir falar.
- Matu: Vamos ver o último de Game of Thrones? – a gente tinha falado no carro que não tinha visto o episódio mais recente de GOT.
- Eu: É... eu já tava indo embora.
- Matu: Fica mais um pouco, vai.
Olhei as horas e ainda tinha tempo livre, já tinha falado pros meus pais que ia jogar futebol e passar um tempão fora. Aceitei e sentamos no sofá na frente da TV. Sentei primeiro de um lado, e ele passou na minha frente, entre minhas pernas e a mesinha de centro, com o volume bem marcado na altura dos meus olhos. Não tirei o olho de lá um segundo, imaginava a rola das fotos balançando de um lado pro outro, roçando aquele tecido. Nem quis ver se ele tinha me pego olhando, fingi distração. O Matu sentou e soltou um suspiro como se tivesse cansado, esticando bem as pernas, encostando uma na minha, enquanto passava o braço por cima do sofá, por cima da minha cabeça. Não sabia se eu tava muito molenga ou se ele tava me provocando de propósito. A tatuagem gigante dele tava do meu lado, aproveitei pra falar dela e poder olhar com motivo.
- Eu: Tatuagem foda, tá muito da hora.
- Matu: Sim, né? Deu trabalho porque é comprida, também doeu pra caralho haha, mas por Sorte que ficou bom.
- Eu: Sim, muito bom. Quantos você tem?
- Matu: Tenho 9 – ele para e me mostra um por um, a maioria pequenos, exceto o comprido e outro na panturrilha.
Eu olhava tentando parecer normal, sem coragem de tocar em nenhuma tatuagem dele, mesmo querendo saber como era a sensação da pele marcada. Quando terminou, sentou do meu lado, dessa vez passando o braço no meu pescoço, e logo deu play no episódio. Não reagi ao sentir o braço dele, continuei como estava. Pensava que talvez isso começasse a parecer um plano de sedução: o short diferente que marca um volume do caralho? Ele me mostrar o corpo do nada? Passar o braço? Tava muito excitado e isso podia nublar meu julgamento, talvez ele estivesse sendo totalmente normal, mas eu tinha que me ajeitar pra não aparecer minha piroca dura.
Sentia que tava fumegando, tava com as duas pernas em cima do sofá numa pose estranha que também me obrigava a me apoiar bem no braço dele. Sentia o coração batendo forte no peito, olhava a TV sem prestar atenção nenhuma. Depois de dez minutos, deu sede e me inclinei na mesinha pra pegar meu copo. Quando voltei a me ajeitar, por causa da inclinação, sem querer caí mais em cima do corpo dele, mais inclinado pra ele. Tentei me afastar, mas ele fez um movimento com o braço pra me deixar recair sobre ele. Tava praticamente deitado no ombro dele, sobre o braço. Não quis me mexer, com medo ao mesmo tempo de rejeitá-lo ou ser rejeitado. A mão dele, que antes tava na altura do meu ombro, agora quase na minha cintura, e começou a me acariciar.
Não podia acreditar, meu corpo tava prestes a explodir, tava com a piroca muito dura e muito nervoso, não me sentia seguro ainda pra aceitar o que tava rolando, mesmo que tivesse voando de tesão.
- Matu: Você tá bem?
Eu só assenti, olhando a TV. Não tinha coragem de olhar pra ele. Deixei passar uns segundos e aí criei coragem, virei a cabeça e vi que ele tava me olhando. Olhei nos olhos dele, nos lábios, de novo nos olhos, e me aproximei. beijá-lo; Matu, por sorte, também se aproximou. A gente se beijou devagar e fundo. Não era brusco como Martín, que dominava. Matu acariciava minha língua, firme mas gentil. Me encostei mais nele e continuei nos beijando, comecei a acariciar o pescoço e o peito dele. A mão dele chegava na minha cintura, sentia que ele não queria ir além daquilo. Morria de vontade que ele me tocasse, me sentia tesuda daquele jeito especial que não sentia há muito tempo. Dava pra perceber que ele tava me deixando tomar a iniciativa, mas eu queria que ele me pegasse, ser a putinha dele como tinha sido com Martín. Então peguei a mão dele e coloquei por baixo da minha roupa, na minha bunda, e continuei beijando ele. Ele se jogou em cima de mim, apertando minhas nádegas com força mas com cuidado. Eu soltei um suspiro. Vi que o short dele tava uma barraca enorme, e soltei um espanto em voz alta.
- Eu: Uau...
- Matu: O que foi?
- Eu: Isso aí? - falei num tom inocente.
- Matu: Você me deixa duro...
Me joguei pra beijar ele de novo. Não queria deixar esse momento passar.
- Eu: Posso tocar?
- Matu: Se você quiser...
Desci minha mão e coloquei no tecido fino do short dele. Dava pra sentir já bem dura. Nós dois juntos abaixamos o short: aquela rola preta deu um pulo quando passou do elástico, e ficou apontando pro teto. Soltei um suspiro como se tivesse perdido todo o ar, Matu sorriu. Não devia ser a primeira vez que uma putinha se espantava com a pica dele. Ali estava, depois de tanto tempo, na frente de uma rola, dessa vez de outro macho. Estendi meu braço e comecei a bater uma punheta devagar, olhando na cara dele, mordendo o lábio. Matu tava com olhar de predador, igual tinha visto naquela vez no campo. Ele desceu a mão mais pro meu cu e começou a apertar com força e a puxar minha roupa pra baixo. Eu não aguentei a tentação e me inclinei: morria de vontade de chupar aquela rola. Sem sair do sofá, me ajeitei e comecei a chupar aquele ferro preto. Passei a língua, deixando minha saliva escorrer pela cabeça, espalhei um pouco com a mão enquanto batia uma punheta. e me abaixei pra enfiar ela na boca. Fazia tempo que não abria tanto a boca, nas primeiras vezes até custava pra passar a cabeça dela, mas aos poucos fui melhorando. Não sabia o quanto sentia falta de ter a boca cheia de pica até aquele momento, a textura, o gosto, o cheiro, a submissão de estar rendido diante de uma rola. Aquela pica era uma delícia, me sentia como se tivesse achado água no deserto, tava satisfazendo um desejo que percebi que tinha há tempos.
Escutava o Matu suspirar e mais me animava chupando a pica dele. A curva que ela tinha deixava mais fácil de chupar naquela posição, mas mal chegava na metade, era muito grande, mas mesmo assim me esforçava pra enfiar o máximo que dava.
- Matu: Como você chupa bem.
- Eu: Cê gosta? - mal tirei a pica dele da boca e já enfiei de novo.
- Matu: Adoro...
Enquanto chupava, ele acariciava minha bunda. Quando deu um tapa leve, eu gemi pra ele saber que tava gostando, e ele fez de novo, um pouco mais forte. Meus gemidos abafavam na pica dele que tava no fundo da garganta. Comecei a acariciar as bolas dele e bater uma. A pica tava duríssima, não acreditava que tava ali, fazendo aquilo. Matu era muito gato pra mim, o corpo era uma delícia, muito atraente, bem másculo, tatuado, com brincos, mais velho, mais experiente, e eu ali, desesperado pela pica dele.
De repente, Matu me fez levantar, pensei que tinha machucado com os dentes ou algo assim, mas ele começou a me beijar pra caralho, mais forte que antes, mais quente. Quase sem esforço, me moveu e eu passei minha perna pra ficarmos de frente, cara a cara no sofá, eu em cima dele, com a pica molhada da minha saliva apontando pra minha bunda, que tava pedindo pica aos berros. Me mexi pra esfregar a pica dele na minha bunda, me sentia sem controle. Enconstava ela até pressionar meu cu e mexia pra deixar ele louco. Ele me segurou pelo cabelo com cuidado e ficamos a poucos centímetros um do outro, frente a frente, boca a boca.
- Matu: Que lindo promíscuo que você é...
- Eu: Por que você tá me chamando de promíscuo? - com a voz mais afeminada e de mocinha que consegui fazer.
Passei minha mão pelas minhas costas e peguei no pau dele, apontando de novo pro meu cu. Gemi alto quando o contato pele com pele aconteceu.
- Matu: Porque você tá morrendo de vontade de levar uma fodida, não é? - ele começou a morder minha orelha, e com o roçar do pau dele na minha bunda, eu tava pirando de tesão.
- Eu: Sim, sim, quero...
- Matu: Vem, vamos pro quarto.
Peguei minha roupa e fomos pro quarto dele. Era bem grande, paredes brancas, perto da porta o computador dele, e encostada na parede do fundo uma cama grande, mesinhas de cabeceira dos lados, um armário grande na outra parede e um ventilador. As janelas com cortinas roxas davam pra esquina da rua, numa varanda muito bonita cheia de plantas. Assim que entrei, antes mesmo de fechar a porta, ele veio pra cima de mim me beijando. Fechou a porta com um tranco usando a perna enquanto me levava pra cama, o tempo todo me segurando pela bunda. Meus braços estavam enroscados no pescoço dele enquanto ele me arrastava pra cama. A língua dele na minha boca, as mãos dele nas minhas nádegas e a piroca grossa dele batendo no meu pintinho duro tava me deixando louco. Me sentia num sonho, seduzido por esse machinho tatuado e pirocudo. Assim que chegamos na cama, ele me fez virar, ficando de costas pra ele. Empurrou meu tronco e fiquei com a bunda pra fora na beirada da cama. Ele se ajoelhou, ficando de frente pra minha bunda.
- Matu: Uff, que bunda gostosa...
Senti a língua dele se movendo no meu cu e comecei a gemer como se fosse a primeira vez, sentia que tava redescobrindo algo perdido, era muito prazer. Sentia minha voz afeminada, minhas mãos se agarrando nos lençóis, a língua dele fazendo círculos e dilatando minha bunda. Sentia que ia ter um novo dono, outro pau ia abrir meu cu, não via a hora. Fiquei com o peito deitado no colchão e os pés no chão, Matu me lambia sem parar, segurando minha bunda com força com as dois manos. Meu pau duro roçava no colchão no ritmo que meu corpo se mexia involuntariamente. Não aguentava mais, minhas pernas tremiam demais. Bem quando ia falar pro Matu que não dava mais, ele se levanta e me empurra pra cama. Subo e vou de quatro pro meio da cama enquanto vejo ele ir no armário e pegar o que na hora achei que era um vibrador estranho, e hoje sei que chama estimulador de próstata. Ele se vira, vejo o pauzão todo duro enquanto pega um gel lubrificante na mesinha de cabeceira, e vejo que tem uma caixa de camisinha grande, não sei quantas eram, mas só tinha umas metades. Me excitou a ideia de ser mais uma das vagabundas ou putinhos que ele comia, ia ser minha primeira vez transando com alguém experiente, queria que me fizesse ver estrelas. Enquanto ele tirava uma camisinha e tentava abrir, me aproximei engatinhando até a borda da cama e comecei a chupar o pau dele de novo.
- Matu: Como você gosta do pau, cara...
Do jeito que deu, fiz contato visual e concordei, sem tirar o pau dele da boca.
- Matu: Você faz muito bem... Chupou muitos paus?
- Eu: Nãão... só um - respondi tirando o pau dele dos meus lábios rapidinho.
- Matu: Ah, que bom... mas dá pra ver que você gosta. - Me fez rir um pouco.
- Eu: Sim, fazia tempo que não fazia.
- Matu: Uf, que putinho gostoso... E essa bunda? Já usou? - ele disse me apertando a bunda com força.
- Eu: Sim, mas bem pouco, e faz tempo também.
- Matu: Ah, que bom... vou tratar ela bem... - deu um tapinha suave e deixei escapar outro gemido - Que putinho gostoso. Vem, traz essa bunda pra cá.
Assim que ele mandou, me virei, a voz de comando dele me excitou. Senti que ele gostava que eu não fosse virgem kkk, senti que o último resquício de "culpa", digamos, pela diferença de idade, ele tirou ali. Deixei meu corpo cair, só apoiado nos joelhos; ficava perfeito na altura do pau dele. Ele passou lubrificante na minha bunda, colocou a camisinha no o vibrador e foi enfiando devagar. Era fininho na ponta e ia ficando gradualmente mais largo, mais grosso; Matu brincava com aquilo na minha bunda enquanto eu, aos poucos, sentia ele entrando em mim. Era estranho, não era tão confortável quanto eu pensei que seria, embora não me desagradasse. Mas essa sensação mudou quando Matu ligou a vibração; me pegou de surpresa e eu soltei um gritinho. Matu lentamente enfiava e tirava vibrando, e agora eu mal conseguia lidar com a sensação, aquilo vibrava e me fazia vibrar também, era uma loucura.
- Matu: Tá gostando, gostoso?
- Eu: Sim! Sim!
- Matu: Que putinho lindo...
Ele foi enfiando o vibrador até encostar no fundo, tava tudo dentro, vibrando dentro do meu corpo. Por sorte não tinha ninguém em casa, porque eu tava gemendo alto. Matu começou a tirar e enfiar de novo, sentia uma sensação gostosa na minha bunda que se abria cada vez mais. Ele ficou assim um tempinho até deixar tudo lá dentro, colocou as duas mãos no meu corpo e me virou, ficando de frente pra ele ainda de quatro. Se abaixou e me beijou forte, eu mal conseguia controlar meu corpo, gemia e vibrava enquanto beijava ele. Ele segurou minha cara com força com uma das mãos ásperas, com a outra pegou minha mão e levou até o pau dele, que ainda tava duro como pedra. Comecei a bater uma pra ele.
- Matu: Que putinho divino que você é. Quer que eu coma seu cu, putinho?
- Eu, gaguejando como dava: Si-i-im, quero-o... me come-ee...
Matu esticou o braço por cima de mim, enfiou e tirou o vibrador mais algumas vezes até tirar ele de vez. Eu desabei, ainda com o corpo vibrando, olhava pro Matu que tava colocando uma camisinha. Pensei que ele ia querer que eu voltasse de quatro, mas ele me mandou deitar de barriga pra cima; levantou minhas pernas até os ombros dele e ficou por cima de mim. Senti a cabeça do pau dele batendo na minha bunda. Com uma mão, ele segurou o pau e foi fazendo pressão no meu cu. Eu me sentia dominado pelo Matu, ele me colocou numa posição que eu não conseguia me mexer, mesmo que Queria, só conseguia ver ele, os lábios dele, o piercing no nariz, a barba por fazer, enquanto sentia aquela cabeça enorme abrindo caminho na minha buceta dilatada. Escapei um grito forte quando a cabeça entrou.
- Matu: Shh, calma.
Ele começou a beijar meu pescoço enquanto eu me acostumava com a cabeça grossa dele dentro da minha buceta. Aos poucos, ele começou a se mover, enfiando cada vez mais um pouco. O dilatador tinha funcionado, não sentia quase nada de dor, estava adorando como ele me abria. Sentia que estava sonhando, esse cara mais gostoso, bonitão, todo estiloso, e ainda por cima pauzudo, que eu curtia, estava me comendo, estava enfiando o pau dele na minha buceta. Me sentia muito puta, sendo comido por um conhecido, sem rodeios, quase sem cantada, na primeira oportunidade dei a buceta sem questionar nada sobre quem ficaria sabendo ou o que aconteceria; estava me entregando de corpo e alma por pura tesão por esse cara. Queria que ele enchesse meu cu com o pau dele e ele estava fazendo isso, desejava ser a puta dele sem restrições, totalmente a puta dele, que usasse minha buceta e minha boca como quisesse.
- Eu: Ai, ai, sim...
- Matu: Que putinho lindo você é.
- Eu: Ah! Ai, obrigado...
Matu continuou empurrando e eu continuei gemendo, cada vez entrava mais, era muito.
- Matu: Quer tudo, promíscuo?
- Eu: Ai! Sim! Me dá tudo.
Vi Matu morder o lábio e empurrar a pélvis em minha direção. Deixei escapar outro grito forte quando senti os poucos pelos pubianos dele batendo no meu corpo. Tinha aquele pau preto e grosso todo enfiado na minha buceta até o fundo, finalmente. Estava tão feliz e sentindo tanto prazer que não conseguia fazer nada, só gemer, suspirar, não conseguia nem manter os olhos abertos, eram sensações lindas demais ao mesmo tempo. Fechava os olhos e me sentia completamente preenchido. Lembrava de enfiar coisas na buceta, mas nunca tinha sentido algo assim. Sentia meu sangue ferver, me agarrei como pude no pescoço dele para não desmaiar. Matu começou a se mexer e achei que ia explodir, estava de pau mole mas me sentindo perto de gozar. Levei minhas Mãos nas minhas costas e eu reagi arranhando ele um pouco com minhas unhas, queria sentir bem o corpo dele e me sentir bem feminina pra ele. Isso pareceu que ele gostou, porque começou a aumentar o ritmo da foda. Eu gemia forte cada vez que a pica dele chegava no fundo de mim. Por sorte tinha música pra não me ouvirem pela casa toda. Dava pra sentir as bolas dele batendo na minha bunda, eu tava sendo muito comida e amava, aí eu soube que nunca mais ia deixar passar tanto tempo sem levar uma pirocada, era bom demais me sentir assim, com tanto prazer, tão cheia, tão completa, tão puta. Não sei o que tava rolando, se era por causa da tesão toda, pelo ritmo da foda dele, pela curvatura do pau dele, mas tava pegando um formigamento que vinha de dentro de mim que eu não conseguia parar. Comecei a gemer mais alto, não sabia o que tava acontecendo comigo. Queria falar pra ele parar, mas não conseguia falar. Me soltei do corpo dele e com uma mão tampei a boca e comecei a me tocar no pau enquanto ele continuava me comendo. Tava mole, mas do jeito que tava, assim que toquei, em dois minutos comecei a gozar. Eu gritava, quase chorando, do prazer que sentia, de como as paredes da minha buceta abraçavam o pau dele que continuava entrando e saindo, virava a cabeça pros dois lados, não conseguia me controlar. O Matu continuou me comendo forte enquanto eu gozava e gemia soluçando, foram uns segundos intensos em que eu não sabia se tava morrendo de prazer. Quando meu orgasmo acabou, ele foi desacelerando aos poucos até deixar a pica toda enfiada em mim. Eu tinha tampado o rosto de vergonha, tava respirando ofegante, não aguentava mais. A mente foi clareando e senti um pouco de culpa, não tinham passado nem 10 minutos, me senti muito precoce, muito inexperiente.
- Eu: Desculpa, gozei muito rápido.
- Matu: Haha, não importa, gosto de saber que você gostou.
Ficamos nos olhando nos olhos. Ele abaixou a cabeça até a minha altura e a gente se beijou um pouco até ouvir umas chaves na porta de casa.
- Matu: Calma, é um dos Os caras, com certeza é o Juani.
Esse Juani perguntou gritando se rolava pedir pizza mais tarde. O Matu, ainda dentro de mim, do lado do meu rosto, respondeu que sim, que é dentro. A gente riu em cumplicidade sabendo que o cara não fazia ideia do que tava rolando. A gente se beijou de novo um pouco até eu pedir pra ele abaixar as pernas. Ele saiu devagar de dentro de mim. Até não sair completamente, eu não conseguia acreditar como eu tinha aberto com aquela porra tão grossa, sentia o lubrificante escorrendo. Ele pegou um pouco de papel e a gente se limpou, meu gozo dos dois. O Matu foi pelado até o computador pra trocar a música. Não tava duro, mas ainda tava com o pau duro. Eu me aproximei dele.
- Eu: Quer sentar? - saiu minha voz meio afeminada sem querer.
- Matu: Pra quê?
- Eu: Você ainda não gozou. Tenho que te compensar.
O Matu riu e sentou. Levantei o pau dele e fui beijando as coxas dele, até chegar nos ovos. Enfiava eles na boca, lambia, saboreava. O Matu suspirou. Estiquei a língua e lambi desde a base por todo o comprimento do tronco até chegar na cabeça. Deixei cair um pouco de saliva e fui espalhando com a mão e com a língua. Passei a língua de novo, ouvi outro suspiro do Matu, e quando cheguei na cabeça, enfiei na boca. Comecei a rebolar no pau dele, enfiava e tirava. A porra dele agora sim já tava bem dura, as duas veias grandes saltavam naquele tronco preto. Enfiava até o fundo, aguentava uns segundos, o máximo que dava, e tirava pra tentar de novo, cada vez mais rápido e cada vez um pouquinho mais fundo. Repeti isso várias vezes até que uma tosse me invadiu e fez eu encher o pau dele inteiro de baba. Comecei a bater uma com as duas mãos e ainda não dava pra cobrir o pau dele todo.
- Matu: Isso, promíscua, vai, continua...
Continuei batendo uma e enfiei de novo na boca, enfiei só a cabeça e lambia, enquanto com as duas mãos continuava batendo uma. E de golpe, não senti, o Matu separou minha cabeça da porra dele e começou a gozar. Os jatos de porra dele encheram minha cara. Deixei a boca aberta de propósito, querendo provar o leite dele, e entrou uma boa quantidade. Foram muitos jatos, fiquei com porra nas bochechas, na boca, no nariz, na testa e até nas sobrancelhas. Umas últimas gotas ainda estavam no pau dele, me aproximei e chupei por mais uns segundos pra tirar toda a porra. O Matu terminou de suspirar e ficou exausto, reclinado na cadeira, sorrindo com os olhos quase fechados. Eu continuava de joelhos, agora apoiado na coxa dele. Pensava comigo mesmo, olhando o corpo gostoso daquele cara: "Que homem acabou de me comer, e eu acabei de desleitar ele. Inacreditável". Nisso, ouvi a voz do roommate dele.
- Juani: Ei, Matu, sabe onde tá...? — ele disse enquanto abria a porta.
Virei a cabeça e vi ele, fizemos contato visual. Da porta, ele tinha uma vista perfeita da minha bunda, com certeza dava pra ver o brilho do lubrificante ainda, e ainda por cima eu olhava pra ele com a cara toda melada de porra, com o pau do amigo do lado do meu rosto.
- Matu: Ô! Fecha, porra.
O cara fechou a porta na hora. Devem ter sido só três segundos que ele me olhou de cima a baixo, mas me deu muita vergonha. Levantei de um pulo e fui pegar papel, comecei a tirar o sêmen do rosto enquanto falava, morrendo de medo.
- Eu: Ai, não, que vergonha.
- Matu: Haha, calma, não tem problema.
- Eu: Não, não, ninguém sabe que eu...
- Matu: Ah, beleza, tudo bem, não tem problema. Eu não falo nada, e o Juani é gay, então também não julga, haha.
- Eu: Sério?
- Matu: Sim, fica tranquilo, vem cá.
O Matu se aproximou de mim e me deu um beijo. Eu tinha ficado muito angustiado de repente, mas ele me fez sentir seguro na hora. Me fez sentar na perna dele e me apoiei nele.
- Matu: Tá tudo bem, não esquenta.
- Eu: Haha, beleza... mas ai, ele me viu inteiro! Haha
- Matu: Haha, relaxa, ele só deve estar com inveja do docinho que eu tô comendo.
Eu ri um pouco e o Matu me abraçou, isso me tirou da O medo sumiu e me senti excitado de novo.
Me vesti, queria criar coragem pra sair do quarto e ir ao banheiro, por sorte não cruzei com o roommate haha. Lavei o rosto, a barriga e a bunda. Me sentia estranho, como se tivesse andando diferente haha, mas não por causa de dor, parecia mais um andar feliz por um sonho realizado, me sentia muito leve ao caminhar. Voltei pro quarto, o Matu já tinha colocado um shorts. Ficamos conversando um tempo. Ele me contou que era bissexual, que era muito liberal, já tinha tido uma namorada e um namorado e que agora tava solteiro. Eu contei um pouco de mim, que não sabia bem onde me encaixava, que era bissexual mas gostava de pouquíssimos caras, só ele e o Martín (que não mencionei pelo nome). Ele me perguntou se eu queria ficar pra comer, falei que não porque tava ficando tarde, e ele se ofereceu pra eu dormir lá. Perguntei se ele tinha certeza e ele disse que sim. Mandei mensagem pra um amigo pra ver se ele podia me dar um help (falei que tava saindo com uma mina haha), e fui pra varanda falar com meus pais, pra perguntar se podia dormir na casa de um amigo. Por sorte, eles deixaram.
Fiquei muito feliz em saber que esse machinho ia continuar me comendo a noite toda.
PRIMEIRA METADE PRA POSTAR
Comemos na sala eu, o Matu e o Juani. O Juani era maneiro, muito brincalhão, fazia um monte de piadas de duplo sentido e me olhava muito, mas não me incomodava nada, me fazia rir. Era muito alto, cabelo um pouco comprido e cacheado, uma barriguinha, tinha uma risada contagiante, era bonito mas num estilo diferente do Matu, que era bem machão. O Juani conquistava mais pelo papo, por fazer rir, tinha um certo carisma. Terminamos de comer e o Matu lembrou do episódio de GOT.
- Matu: A gente não terminou de ver o episódio, podemos ver agora.
- Juani: O que aconteceu que vocês não terminaram de ver? - falou se fazendo de engraçado.
Eu e o Matu rimos e não falamos nada. Só olhei pro Juani e passei a língua nos lábios. Rimos os três.
- Juani: Ah, Que delícia. Quem me dera...
- Matu: Haha, não é minha culpa.
Matu se aproximou de mim e me beijou. Me surpreendeu. Todos os meus beijos com homens tinham sido escondidos, essa era a primeira vez na frente de alguém, não esperava. Fiquei com as mãos no ar sentindo o beijo suave que esse bombom tatuado estava me dando. Fui baixando as mãos e respondendo mais ao beijo enquanto os segundos passavam, até que Matu se afastou, acariciando minha bochecha.
- Juani: Ei, não come na frente dos famintos.
Fiquei muito vermelho e ri.
- Juani: Ficou vermelho, coitadinho.
- Eu: Haha, chega.
- Matu: Haha, é só um beijo, não precisa esconder.
Ele se aproximou de novo e nos beijamos outra vez. Dessa vez tive mais iniciativa, procurava a língua dele, queria que roçasse na minha mais forte. Acariciei o rosto e o pescoço dele, cheguei até os peitorais e deixei a mão ali. Quando nos separamos, soltei um suspiro, rimos os três. Já me sentia à vontade. Eles levaram as caixas de pizza vazias para a cozinha; quando saíram, fui para o banheiro, que ficava no meio do caminho da cozinha. Ouvi eles falando de mim.
- Juani: O cara é gostoso, hein. Onde você arrumou?
- Matu: Haha, não estava planejado, surgiu do nada.
- Juani: Mano, o que eu vi... foda, hein. Ainda bem que hoje eu saio, não quero ouvir vocês transando, vou ficar louco.
Ouvi Matu rindo, e eu também ri de longe, me senti muito lisonjeado pelos comentários. Dois homens falando que eu era gostoso, uau. Voltei com Matu para a sala, terminamos de ver o episódio de GOT, no meio Juani se despediu e foi embora. O outro roommate passava o fim de semana com a namorada, então a casa era nossa. Matu tomava uma cerveja e estava terminando de bolar um baseado; eu já tinha experimentado, mas não queria naquele momento. Ele tinha uma mão ocupada com o baseado e olhava a série, comecei a acariciar a perna dele, na altura da coxa. Aos poucos me aproximava da pélvis dele; notei que o pau dele já estava acordando. Nos olhamos e eu... Me aproximei pra beijar ele, mas ele se desviou pra soltar a fumaça.
- Eu: O baseado bate mais se você passar ele na boca?
- Matu: Sei lá, quer testar?
Aceitei, ele tragou e eu me joguei na boca dele. Fizemos isso umas duas ou três vezes, até eu deixar ele fumar de boa. Mesmo assim, algo tinha me pegado, porque sentia a boca mais seca, mas bem pouco. A gente só tinha o brilho da TV iluminando; me afastei um pouco pra olhar ele. Esse cara me excitava pra caralho, não sei o que tinha, era algo magnético. Curtia muito o corpo dele, as tatuagens, a atitude, mas também tava me tratando super bem, não podia reclamar, tava sendo muito amigo e muito fofo. Passei a mão na perna dele de novo, mas logo fui pro volume. Percebi com surpresa e alegria que tava bem dura, quase no talo. Ele deve ter visto minha cara, porque perguntou:
- Matu: Cê gosta de me deixar duro?
- Eu: Haha... sim, gosto. Posso tirar sua calça?
- Matu: Tira.
Me ajoelhei no chão e ele levantou o corpo um pouco enquanto eu tirava a calça e a cueca, apoiei elas no chão pra não machucar meus joelhos. A rola preta e grossa dele, meio dura, descansava na coxa, mal iluminada pela TV parecia ainda mais carnuda. Comecei a acariciar ela.
- Matu: Pensei que você não curtia, uma vez te toquei um pouco e você saiu correndo.
- Eu: Haha sim, sei, é que não esperava. Mas é, desde aquele dia, tipo... você ficou na minha cabeça.
- Matu: Chegamos aqui e notei que você me olhava muito, pensei "bom, se rolar, rola".
- Eu: Haha como não olhar, se você é todo gostoso...
Peguei a rola dele, já totalmente dura, e comecei a masturbar. Olhar de baixo pra esse machinho fumar baseado e tomar cerveja enquanto eu batia uma pra esse pauzão me excitava pra caralho. Me aproximei da cabeça da rola dele e deixei cair saliva pra masturbar melhor. Matu me olhava com um tesão do caralho.
- Matu: Quero que você chupe minhas bolas.
Sorri e na hora aproximei meu rosto das duas bolas grandes que pendiam. no sofá. Comecei a lamber e beijar as bolas dele. Ele passou uma mão e segurou elas.
- Matu: Abre bem.
Abri a boca e comecei a saborear as bolas dele, fazendo gargarejo enquanto o pau dele batia no meu nariz e na minha testa. Continuei até ele separar minha cabeça das bolas e levar minha boca pro pau dele. Ele fez eu engolir até o fundo e depois começou a me fazer subir e descer no pau dele. Ele controlava o ritmo do boquete usando minha cabeça, eu só conseguia manter a boca aberta e soltar sons abafados no pau dele. Ele tava entrando no papel de macho dominante e eu amava. Não era brusco, não me fazia engasgar tanto com o pau dele, sabia até onde eu aguentava e não me forçava além disso. Não sei se quem tava ficando mais excitada era eu ou ele com o boquete. Sentia como se ele me levasse numa coleira, dominado pela força masculina dele, como se ele tivesse me ensinando a satisfazer um homem. Bem quando minha mandíbula tava cansando, ele tirou minha cabeça da pica dele. Um fio enorme de baba se esticava entre minha boca e aquela cabeça roxa deliciosa.
- Matu: Vamos pro quarto?
Eu concordei, ainda com a baba pendurada. Levantei e ele me beijou um tempo enquanto tirava minha roupa. Sentia as mãos de homem apertando minha bunda macia e me sentia possuída. Ele me pegou pela mão e caminhamos rápido até o quarto dele. Dessa vez ele trancou a porta com uma trava e me levou pra cama. Mandou eu ficar de quatro, mas paralela à parte comprida da cama, e pegou o brinquedo. Colocou outra camisinha e depois lubrificante na minha bunda. Sentir os dedos dele me deu um choque elétrico. Ele começou a meter o brinquedo, de uma vez entrou até a metade, e depois foi enfiando e tirando aos poucos. Não demorou muito até ele enfiar tudo e ligar a vibração. De novo comecei a gemer, quase como um choramingo, pela sensação daquele objeto vibrando na minha bunda. Matu se aproximou do meu rosto e ficou com o pau dele apontado pra mim enquanto com o braço esticado mexia o brinquedo. Estendi minha mão e comecei a fazer a masturbação; tava duríssimo, parecia uma pedra. Não dava mais pra esperar, queria que ele me comesse logo.
- Eu: Ai!... Matu... quero você dentro de mim. – acabei falando.
- Matu: Sim, putinha linda, aí vai.
Ele me virou pra deixar minha buceta pra fora. Ouvi o som de abrir uma camisinha e dois segundos depois ele tirou o brinquedo. Assim que encaixou, enfiou meio pau de uma vez, sem esforço. Nunca tinha sentido entrar tão fácil. Gemi alto com aquela estocada que me surpreendeu, não achei que ia entrar metade daquela piroca grossa de uma vez, mas amei, me fez sentir muito puta, com o cu aberto. Matu colocou as mãos na minha cintura e começou a bombar, nem muito devagar nem muito rápido. A piroca dele me abria com tanta facilidade, não acreditei. Relaxei e curti como esse cara de pau grande me comia o cu. Quando ele enfiou até o fundo, gritei bem agudo de prazer.
- Matu: Tá gostando, putinha?
- Eu: Sim! Tô amando!
- Matu: Que putinha boa você é, hein. Não esperava.
- Eu: Ah! Sim, sou bem puta, por você sou bem puta, Matu.
Minhas palavras incentivaram ele, porque começou a meter mais forte. Não acreditava no que tava rolando, tinha encontrado outro macho de pau grande que me arrombava o cu lindamente e me dominava do jeito que eu queria. Ninguém fazia ideia do viado que eu era, de como deixava um macho vários anos mais velho me comer, de como entreguei o cu fácil porque ele era um macho e eu uma putinha e precisava satisfazer ele. E também, verdade, porque precisava de pau. Não sabia o quanto precisava até aquele momento. Tava superando um limite de prazer que não achava que podia. Curtia pra caralho que esse cara moreno e tatuado tava me arrombando o cu.
Ele continuou metendo forte até enfiar tudo e ficar parado, respirando pesado. Depois começou a me mexer, pelas minhas cadeiras, pra eu quicar no corpo dele, fazendo eu enterrar o pau inteiro. Deus, como era bom. Eu tava com a cara contra o colchão, sucumbindo àquela foda que eu tava levando, sentia muito prazer, um calor interno infernal.
- Eu: Ai! Ai, Deus...
Matu me deu um tapa, bem de leve.
- Eu: Aia...
- Matu: Tá gostando?
- Eu: Mmm... sim.
Matu começou a bater mais forte, enquanto me comia devagar e fundo. Me deixava ardendo, me fazia gritar, mas alternando de uma nádega pra outra, me dando tempo de me recuperar. Sem dúvida esse cara sabia foder, tava me deixando mole, tudo que ele fazia me encantava. Ele parou com os tapas pra voltar a me comer rápido. Os aplausos da minha bunda com o corpo dele enchiam o quarto, se misturavam com o eco dos meus gemidos. As estocadas dele iam me empurrando na cama. Matu me deixou cair no colchão, ainda com o pau enfiado na minha bunda. Com o corpo dele por cima do meu, continuou se movendo, agora um pouco mais devagar, e falou com a boca colada no meu ouvido.
- Matu: Adoro como você geme.
Não conseguia responder, só aguentava as pirocadas dele gemendo. Ele começou a meter devagar de novo: tirava o pau até a cabeça e enfiava centímetro por centímetro. Meus gemidos aumentavam conforme mais do pau dele me penetrava. Repetiu isso várias vezes, me fazendo sentir ele inteiro. Eu tava com os olhos virados de tanto prazer.
- Matu: Que apertadinha que é sua bunda, cara. – ele dizia enquanto me penetrava. – Onde você quer a porra?
- Eu: Aaah... onde você quiser.
Ele acelerou o ritmo de novo, eu senti as bolas dele batendo na minha bunda de novo, até que ele saiu de dentro de mim e tirou a camisinha.
- Matu: Traz essa boquinha pra cá.
Virei como pude, ainda com o corpo tendo espasmos involuntários, e Matu aproximou o pau da minha cara. Ele bateu uma por uns segundos e, me segurando pela nuca, enfiou meio pau na minha boca. Uns segundos depois, jatos de porra encheram minha boca. Matu gemia e suspirava de olhos fechados enquanto o sêmen dele se acumulava na minha língua e no fundo da minha garganta. Eu engolia a porra dele olhando praquele homem lindo e másculo se esvaziando na minha boca. Quando ele me soltou a última gota dele, se jogou de costas na cama, sorrindo e com cara de cansado. Me aproximei dele e me apoiei no braço esticado dele. Eu também tava sorrindo e cansado.
- Eu: Ai... que transa que você me deu.
- Matu: Haha, você gostou?
- Eu: Sim, muito.
Ficamos em silêncio e respirando fundo por um tempo. Quase sem forças, fui no banheiro me limpar um pouco. Quando voltei, o Matu já tava praticamente dormindo. Deitei do lado dele, nós dois pelados, e me entreguei ao sono.
Sabia que no dia seguinte ele ia continuar me comendo e eu precisava descansar.
6 comentários - Meu 2º macho, antes e depois (parte 1)
Es excelente como contas tus experiencias!
Espero la segunda parte!