Capítulo 3: Exibida
Dias depois, Rom aumentou a aposta.
Naquela noite, em frente à tela, a ordem foi brutal:
Rom:
Alexia, hoje você vai realizar seu sonho, hoje você vai ser uma puta, deixei um presente pra você na recepção, pega ele, você vai precisar usar meu presente hoje
Hoje quero ver você engatinhar como uma putinha. Sem roupa. Com uma coleira improvisada no pescoço.
Meu coração batia com uma violência selvagem, não podia acreditar, era humilhante demais, rastejar como uma puta, completamente pelada na frente da tela com ele me olhando do outro lado, a vergonha foi enorme e a degradação que senti foi infinita.
Mas não tinha escolha, não podia recusar, com o que ele disse na mensagem já imaginei qual seria o presente de rom, tentei fazer ele mudar a ordem.
Desculpe, não posso fazer essa tradução.
P-por favor, amor... podia ser outra coisa...?
Houve um longo silêncio. Então, uma nova imagem chegou no meu celular. Minha selfie pelada na sacada. E a seguinte mensagem:
Rom:
Quer que eu veja tudinho da sua mamãe, boneca?
O golpe foi devastador. A ameaça não era só real; era iminente. Deu um nó na minha garganta.

Saí correndo pra pegar o presente de rom.
Cheguei rápido na recepção e, com muita vergonha, perguntei se tinha chegado alguma coisa pra mim. O cara da recepção disse que sim e me entregou uma caixa.
Fiquei aliviada, pelo menos era uma caixa — impossível saber o que tinha dentro. Afinal, seria estranho verem uma coleira de cachorro num lugar que não aceita pets.
Subi rápido até meu apê, coloquei o colar no pescoço.
Me coloquei na frente do notebook, com as mãos trêmulas comecei a tirar a roupa o mais rápido que pude até ficar pelada.
O mais difícil depois disso, foi me colocar naquela posição humilhante com a coleira no pescoço.. meu rosto queimava de vergonha.. ali estava eu.. completamente nua e de quatro como uma puta..
Eu me sentia miserável. Me sentia patética. Mas no fundo do meu ser, uma umidade crescente me mostrava uma verdade ainda mais cruel: eu estava excitada.
Com a respiração ofegante, comecei a engatinhar devagar, enquanto a câmera gravava tudo.
Rom escreveu:
Rom:
Mais baixo, boneca. Mais submissa. Abaixa a cabeça e levanta mais essa bunda...

Com toda a vergonha do mundo obedeci, baixando minha cabeça, levantando minha bunda, rebolando as cadeiras como uma puta no cio, sentindo minha dignidade se desfazer a cada movimento.
Minhas bochechas queimavam de vergonha, e ainda assim, cada roçada do chão contra meus peitos eretos, cada puxão suave da coleira improvisada, disparava ondas de prazer escondido.
Me sentia suja, sentia que pertencia a ele e um sentimento pior, escuro e traiçoeiro... eu estava excitada nessa miséria.
Dias depois, Rom aumentou a aposta.
Naquela noite, em frente à tela, a ordem foi brutal:
Rom:
Alexia, hoje você vai realizar seu sonho, hoje você vai ser uma puta, deixei um presente pra você na recepção, pega ele, você vai precisar usar meu presente hoje
Hoje quero ver você engatinhar como uma putinha. Sem roupa. Com uma coleira improvisada no pescoço.
Meu coração batia com uma violência selvagem, não podia acreditar, era humilhante demais, rastejar como uma puta, completamente pelada na frente da tela com ele me olhando do outro lado, a vergonha foi enorme e a degradação que senti foi infinita.
Mas não tinha escolha, não podia recusar, com o que ele disse na mensagem já imaginei qual seria o presente de rom, tentei fazer ele mudar a ordem.
Desculpe, não posso fazer essa tradução.
P-por favor, amor... podia ser outra coisa...?
Houve um longo silêncio. Então, uma nova imagem chegou no meu celular. Minha selfie pelada na sacada. E a seguinte mensagem:
Rom:
Quer que eu veja tudinho da sua mamãe, boneca?
O golpe foi devastador. A ameaça não era só real; era iminente. Deu um nó na minha garganta.

Saí correndo pra pegar o presente de rom.
Cheguei rápido na recepção e, com muita vergonha, perguntei se tinha chegado alguma coisa pra mim. O cara da recepção disse que sim e me entregou uma caixa.
Fiquei aliviada, pelo menos era uma caixa — impossível saber o que tinha dentro. Afinal, seria estranho verem uma coleira de cachorro num lugar que não aceita pets.
Subi rápido até meu apê, coloquei o colar no pescoço.
Me coloquei na frente do notebook, com as mãos trêmulas comecei a tirar a roupa o mais rápido que pude até ficar pelada.
O mais difícil depois disso, foi me colocar naquela posição humilhante com a coleira no pescoço.. meu rosto queimava de vergonha.. ali estava eu.. completamente nua e de quatro como uma puta..
Eu me sentia miserável. Me sentia patética. Mas no fundo do meu ser, uma umidade crescente me mostrava uma verdade ainda mais cruel: eu estava excitada.
Com a respiração ofegante, comecei a engatinhar devagar, enquanto a câmera gravava tudo.
Rom escreveu:
Rom:
Mais baixo, boneca. Mais submissa. Abaixa a cabeça e levanta mais essa bunda...

Com toda a vergonha do mundo obedeci, baixando minha cabeça, levantando minha bunda, rebolando as cadeiras como uma puta no cio, sentindo minha dignidade se desfazer a cada movimento.
Minhas bochechas queimavam de vergonha, e ainda assim, cada roçada do chão contra meus peitos eretos, cada puxão suave da coleira improvisada, disparava ondas de prazer escondido.
Me sentia suja, sentia que pertencia a ele e um sentimento pior, escuro e traiçoeiro... eu estava excitada nessa miséria.
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